TIRANDO DÚVIDAS - João Leal/Marcus Marques
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. Uma excelente noite a todos, aos que nos assistem pela TV Comunhão, que nos ouvem pela Rádio Comunhão e os outros mecanismos de rede social que temos à disposição, a divulgação do nosso trabalho, trabalho da comunhão espírita de Brasília. Agradeço também a presença de vocês estão aqui no auditório, que vão dividir conosco essas reflexões. O tirando dúvidas, ele acontece toda a última sexta-feira do mês, não é isso, Marcos? Quarta. a quarta, sexta-feira do mês e nós tivemos na no mês passado, nós não tivemos o tirando dúvida porque tinha um evento na casa e passou, mas hoje estamos aqui cumprindo com o nosso calendário. É um trabalho que a gente faz uma abertura que nós chamamos de uma provocação de um tema numa sequência que a gente procura trazer para situações que envolvem o nosso cotidiano. a gente faz toda a referência doutrinária, mas a vida da gente é a vida da gente no dia a dia, com as nossas dificuldades, os nossos sucessos, as nossas eh os nossos insucessos. E isso é que é importante, porque a gente vive essa realidade nessa escola do orbiter terrestre, essa abençoada escola dessa morada do Pai que é o nosso planeta Terra. Então, eh, o Marcos hoje é que vai fazer essa abertura e depois nós ficamos à disposição para responder as perguntas que tenham, façam referência ao assunto ou qualquer outro que vocês queiram colocar aqui. Nós vamos pesquisar, estudar e tentar responder da melhor forma possível. Eu vou fazer uma pequena abertura fazendo menção ao capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o sede perfeitos. E eu vou diretamente para um desdobramento e um esclarecimento que tem, que eu só vou ler um pequeno pedaço porque ele é muito longo. Se vocês puderem ler depois, você ver o nível de trabalho que nós temos que fazer para buscar as transformações da nossa conduta de vida, as oportunidades de crescimento espiritual, que é o homem de bem. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade
ra buscar as transformações da nossa conduta de vida, as oportunidades de crescimento espiritual, que é o homem de bem. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre os seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil e se ninguém tem qualquer queixa dele. Enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Se vocês puderem ler depois, é uma boa reflexão, é um boa orientação, é uma linha mestra que nos mostra qual é a nossa responsabilidade e o trabalho que nós temos pela frente. Que o mestre nos abençoe e o Marcos vai falar sobre o bom combate, não é isso? é uma referência a conflitos, a uma série de situações que a gente já vinha abordando de outra forma e a gente tá entrando e depois até vamos discutir numa outra oportunidade os conflitos e as dificuldades no nosso ambiente familiar. Muito grato a todos. Marcos, primeiramente, nosso abraço fraterno em nome da comunhão espírita de Brasília e damos continuidade ao projeto tirando dúvidas, conforme dito, sempre nas quartas, sextas-feiras de cada mês, salvo quando há uma programação especial na casa, como foi o mês de junho que houve o seminário, né? Então fica postergado. Neste ano nós estamos estudando o tema genérico guerra e paz. Não há nenhuma menção ao livro de Tostoi, mas é no sentido de num ambiente de guerra, de conflitos, de desafios, como manter a paz interior, como preservar-se, como cultivar uma saúde íntima diante de de situações que às vezes se nos figuram caóticas. Então, no primeiro encontro em janeiro, apenas repassando a agenda para nos situarmos melhor, Leal fez a introdução desse tema. Já em fevereiro, nós falamos sobre tudo passa, tudo muda e eu como reacho. Muitas vezes na vida nós ouvimos de pessoas amigas e bem intencionadas dizer: "Olha, faz parte da vida, é assim mesmo, tudo passa, tudo muda, tudo
falamos sobre tudo passa, tudo muda e eu como reacho. Muitas vezes na vida nós ouvimos de pessoas amigas e bem intencionadas dizer: "Olha, faz parte da vida, é assim mesmo, tudo passa, tudo muda, tudo acaba". Mas qual é a nossa reação? perante essa transitoriedade, aceitamos bem essa transitoriedade, convivemos bem com a efemeridade dos fatos das pessoas, das circunstâncias? Depois, em março, o Léo apresentou o tema: O que eu faço com a minha liberdade? Minha liberdade constrói paz ou constrói conflitos? Eu gero para mim umas situações tranquilas ou gero para mim situações de transtorno? Em abril falamos sobre conflitos íntimos, como alcançar a paz interior, como é que às vezes eu me encontro num turbilhão de ideias, de pensamentos, de emoções e consigo me harmonizar, me situar bem. Aí em maio nós falamos sobre os sinais dos tempos, no sentido de o conceito de fim do mundo. Fim do mundo. Como é que eu me porto dentro de um sistema de crenças que é o cristianismo, onde há uma finitude à frente, o apocalipse? Estudamos isso à luz da doutrina. E hoje, pulando junho, que houve o seminário, nós vamos para o mês de julho, né, que é o nosso mês, o bom combate. Ah, existe um combate que é bom, que é positivo? Sim, existe. Paulo dá testemunho desse bom combate e tanto quanto Jesus, nós somos convidados a esse bom combate, digamos, uma guerra do bem, uma guerra para o bem. Paulo, na segunda carta que ele escreve a Timóteo, ele diz no capítulo quarto, versículo séo, combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé, combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. A que se refere Paulo no bom combate? Para entendermos Paulo, vamos buscar em Cristo. No Evangelho de Mateus, capítulo 10º, versículos de 34 a 36. Essas referências são para depois quem quiser poder pesquisar o tema, ler, reler, aprofundar-se. Jesus também falou que ele era um combatente. Ele disse: "Não penseis que eu vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas a espada, pois vim causar divisão entre o pai,
, ler, reler, aprofundar-se. Jesus também falou que ele era um combatente. Ele disse: "Não penseis que eu vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas a espada, pois vim causar divisão entre o pai, perdão, entre o homem e seu pai, entre a filha e sua mãe, entre a nora e sua sogra. Aqui ele coloca apenas exemplos de pessoas. E vejam bem que estamos focando dentro de relações familiares, homem e pai, filha e mãe, nora e sogra. Assim, os inimigos do homem serão os da sua própria casa. Os teus inimigos serão os da tua própria família. Vamos adentrar então num estudo pautado no Herculano Pires sobre esse tema. Na verdade, o nome completo é José Herculano Pires. Ele encarnou, foi filósofo, professor e um um renomado atua, um uma renomada figura na doutrina espírita, no movimento espírita. Ele encarnou em 1914 e partiu em 1979. Eccolano Pires escreveu várias obras encarnados, tá? Não, não é não são psicografias dele, são obras de estudo, de ensaios, de reflexões de um pensador, de um filósofo, de um espírita. Um dos livros dele chama A agonia das religiões. Ele fala sobre o fim das religiões. Religião no sentido que está estruturado, não o fim da crença, não o fim da fé. Por isso que nós temos uma ressalva de dizer que a doutrina espírita seja apenas uma religião. Não. Ela tem um viés religioso. Depende de como você vivencia. esse sistema de conhecimento que tem também aspectos filosóficos, científicos e religioso, se nós assim quisermos dizer. E o capítulo que ele aborda, o capítulo 14, o problema da violência, na verdade, ele faz um alerta sobre a questão da coerência no mundo ocidental. nosso mundo, a maioria das pessoas se diz cristã. Mas será que a conduta nossa, nós como maioria e nós como individualidades somos realmente exemplos de cristianismo? É o que nós vivemos, é o que nós semeamos, é o que nós damos às pessoas que caminham conosco e convivem conosco? Então, nesse capítulo 14, resumidamente, que é o problema da violência, o livro se chama Agonia das Religiões de Herculano
meamos, é o que nós damos às pessoas que caminham conosco e convivem conosco? Então, nesse capítulo 14, resumidamente, que é o problema da violência, o livro se chama Agonia das Religiões de Herculano Pires, ele diz que nós chamamos de civilização do espírito aquela em que os poderes espirituais regerão a vida social. Então ele fala de algo que nós estamos buscando. Um mundo pautado para nós espíritas seria o mundo de regeneração, um mundo crístico, um mundo iluminado, um mundo evoluído, um mundo mais próximo das verdades eternas. Porém, esse mundo ainda não está acontecendo. Por quê? Porque esses valores, essas regras precisam estar na vida social. Reger aqui não é transformar religião e lei e impor as pessoas, não é uma adesão das pessoas a esse princípio. Na doutrina espírita, nós não transformamos preceitos religiosos em leis. Até coincidentemente as coisas acontecem assim. Se vocês estudarem a Declaração Universal dos Direitos do Homem, ali são todos princípios cristãos e uma carta destinada às nações. Declaração Universal Direitos dos Homens é totalmente cristã. Não tem nada ali que não seja cristão. Então aqui nós estamos falando de colocar doutrina espírita como a constituição de o país. Não é as pessoas viverem as leis divinas para que nós nos tornamos seres morais. morais num princípio de moral consciencial, uma moral consciente. Então, essa transformação íntima nossa, individual transformará o mundo nesse mundo que nós estamos tão desejando, estamos esperando por ele. Por que moral consciencial? Porque moral ela é ensinada de forma natural, espontânea. Nós aprendemos moral em um ambiente familiar, no ambiente grupal da escola, do ambiente de trabalho. São as regras da sociedade onde nós vivemos. Para nós no Brasil, certas coisas são naturais, moralmente aceitas. Em outros locais do mundo não será assim. Há uma diferença. Isso não é igual. Então, a moral consciente é aquela que eu estou atento, eu construo essa moral, eu a vivencio e, se possível ainda, eu a
. Em outros locais do mundo não será assim. Há uma diferença. Isso não é igual. Então, a moral consciente é aquela que eu estou atento, eu construo essa moral, eu a vivencio e, se possível ainda, eu a multiplico nos ambientes onde eu caminho. Só que cada um é cada um. Então, a consciência varia de uma forma infinita. Se o planeta Terra entre encarnados e encarnados tem em torno de 25 bilhões de seres, são 25 bilhões de consciências em momentos diferentes de evolução, de compreensão das coisas, né? Porém, a origem de todos os males está quando essa moral ou essa consciência é imatura. Quando ela não se consolidou, não alcançou a sua plenitude. Consolidar-se não é sentido de congelar-se, tá? Porque nós somos seres que somos destinados a evoluir. É atingir um grau já de excelência, mas sabendo que existe sempre algo mais. Nós na Terra, por mais que evoluamos, não chegamos ao píncalo, aos píncaros da evolução. Ainda existe caminhos a serem trilhados já em outros planos. Portanto, a imaturidade moral das pessoas produz todos os tipos de catástrofes e são os desastres sociais que aí estão, os desastres humanos que estão. Existe pessoas más, ruins? Em princípio sim, mas é porque elas são moralmente imaturas. que o dia que esse ser atingir uma maturidade moral, ele mudará seu padrão, ele mudará a sua ação. Então, na filosofia, tradicionalmente há filósofos que dizem que o ser humano é mau. Ponto. É naturalmente mau. Outros dizem: "Não, o ser humano é bom. São correntes antagônicas dentro da filosofia, né? Esses nomes não serão citados aqui, não nesse momento. Só que a doutrina mostra que nós somos criaturas de Deus e a obra do Pai, ela é perfeita. Então, nós temos uma um arquétipo de perfeição já em nós que nós devemos construir e realizar. É como se fosse uma forma que nós temos que preencher. É como se fosse uma meta a alcançar. E isso é lei, porque isso se chama evolução. É o que Cristo disse: "Brilha a tua luz". Jesus sempre nos convidou a uma expansão. Jesus nunca nos convidou a mesmice ou a
o se fosse uma meta a alcançar. E isso é lei, porque isso se chama evolução. É o que Cristo disse: "Brilha a tua luz". Jesus sempre nos convidou a uma expansão. Jesus nunca nos convidou a mesmice ou a pequenar-se. Ele nos convida a crescer, a ir além. Jesus nunca minimizou ninguém. Ele apenas diz: "Dentro de você existe um potencial. Você apenas tem que cuidar disso, tratar desse potencial, ir além". Então, nós vivemos dentro de uma condição de imaturidade, aja vista o mundo que está aí ao redor de nós. Desnecessário explicar mais, né? E essa imaturidade e consequentemente a maturação de cada um de nós decorre de condições de meio e de educação. Meio e educação. Que que é meio? A influência. O que que é educação? Também influência. Só que o meio ele não é seletivo. Se você pega uma criança e cria determinado ambiente, ela vai naturalmente absorver coisas daquele ambiente. Se você leva uma criança para uma escola, ela não vai estar absorvendo coisas inadequadas, porque a escola já tem no seu conceito intrínseco a formação boa, a formação visando uma excelência. Você vai numa escola em busca de um aperfeiçoamento, de um aprimoramento, mas na vida, no dia a dia, nós estamos expostos a tudo. Então você pega uma criança, coloca em um ambiente, nós estamos estudando isso nas quartas-feiras, o livro dos espíritos, o reencarne de um ser demora 7 anos. no sétimo ano que a criança está praticamente tipo assumindo-se neste plano existencial vibratório, até lá ela tá numa transição e aos poucos ela vai começando a se expressar porque ela se instala plenamente e começa a dar seu recado. Ela começa a mostrar quem ela é. Só que nesse momento que ela se mostra, a influência está presente. Aquilo que ela prendeu de pai, de mãe, de amigos, da rua, da cidade, da sociedade onde ela nasceu. E na fase adulta nós fazemos às vezes escolhas. Eu aprendi tal coisa, mas eu não quero manter isso, não me convém. Por isso que a gente na doutrina espírita tem um certo cuidado em atribuir punições, eh,
a fase adulta nós fazemos às vezes escolhas. Eu aprendi tal coisa, mas eu não quero manter isso, não me convém. Por isso que a gente na doutrina espírita tem um certo cuidado em atribuir punições, eh, condenações a que essa fase ainda precoce da nossa chegada ao planeta Terra. Não é para justificar nenhum ato incoerente, mas sabemos que os espíritos de 3, 4, 5, 6 anos de idade sequer estão plenamente encarnados. muito menos capazes de tomar decisões e serem senhores de de de das suas consequências de forma absoluta. Então, você criando a criança no ambiente, existe, por exemplo, música, pai, o pai é músico, a mãe é músico, a família visitada por músicos que fazem saraus, tocam. A gente vê muito isso na nossa cultura popular brasileira de músicos que dizem que foram criados ambientes musical e aquilo acabou penetrando a vida da pessoa. Não é a mesma situação de uma criança que é criada precisando catalata para ajudar a mãe a comprar arroz e feijão pro final do dia. Não é fatalidade, mas é uma influência. Quando ela chegar a sua a fase madura, ela vai, opa, eu fui criado num ambiente assim, mas isso não me convém. Nós não estamos falando de determinismo, mas até chegar essa escolha, ela ainda é uma criança, ela ainda tem uma imaturidade não só emocional como espiritual também. Então, Herculando nos fala que nós temos que cuidar das influências do meio e da educação. O meio eu não tenho controle sobre ele. Eu não tenho controle. Eu saio na rua, eu tô sujeito a qualquer coisa, como diziam os filósofos históicos, né? Cênica, Marco Aurélio, eu saio na rua, pode chover, como pode fazer sol? Eu tenho que estar preparado pr os dois. Ah, choveu. Por que que eu vou me surpreender se choveu? Se a chuva chove, ah, fez sol, por que que eu vou me surpreender que fez sol se faz sol? Então, o históico é aquele que encara os fatos. Agora, educação, ela é recebida tanto quanto eu também preciso me educar, porque a moral tem que ser consciente, não? Certas coisas já não se adequam mais, não convém. E a gente vive isso.
a os fatos. Agora, educação, ela é recebida tanto quanto eu também preciso me educar, porque a moral tem que ser consciente, não? Certas coisas já não se adequam mais, não convém. E a gente vive isso. Mas uma pessoa que tem 10 anos de idade, 20, 30, 40, 50, quanto mais ela caminha, mais ela é seletiva e ela abre mão de hábitos e e se transforma como pessoa. Nenhuma pessoa aos 40, 50 anos de idade tem exatamente os mesmos costumes dos seus 20, 25 anos. Ela já ela ela muda, ela percebe. Eu não quero mais isso. Antes eu fazer tal coisa, nossa, eu me arrependo tanto ou não, eu não quero saber mais disso, isso não me convém. Eu agora vivo um outro momento da minha vida. Então, por isso que ele fala que nós temos que nos amadurecer de olhar nas influências do meio e da educação. Educação recebida tanto quanto a educação que você se constrói. Por quê? Porque você corre atrás do evangelho do Cristo, você traz para si essas normas universais de vida. Então o homem, o homem atual ainda do planeta Terra, a Kerculano usa uma palavra que ele cria apenas para fazer uma referência, tá? Ele diz homo brutalis, não existe isso cientificamente, tá? Não, não há nenhum te eh ancestral nosso pré-histótico. Ele tá dizendo que o homem é bruto, porque ele ainda tá, ele está numa situação, está numa situação de ignorância, ele tá ainda preso às coisas primitivas. Então, nós temos que transformar esse homem brutales num homem moral, no homem ético. E diz: "É isso que acontece conosco hoje". Na maioria dos casos, o que que nós vemos? situações onde as pessoas eh querem se impor, subjugar, humilhar, torturar, matar. Por exemplo, o meu valor está acima dos outros. A minha crença, a minha religião, a minha fé é a melhor, é a única que vale. Eh, o meu modo de vida tem que ser o modo de vida para todo mundo. Todo mundo tem que seguir minha cartilha, digamos assim. O meu Deus é o único verdadeiro. Então são exemplos que ele dá que a doutrina resume numa coisa chamada ego. Eu me julgo a referência da humanidade.
mundo tem que seguir minha cartilha, digamos assim. O meu Deus é o único verdadeiro. Então são exemplos que ele dá que a doutrina resume numa coisa chamada ego. Eu me julgo a referência da humanidade. Eu sou a régua que vai medir todo mundo. Então isso que gera essa imaturidade, esse conflito. E as pessoas que não são adequadas a mim, que não pensam como como eu penso, o que acontece? ou me afasto ou vou pro embate, gerando um tipo de conflito. Conflito de ideias, conflito de posses, conflito de eh teorias, de críticas, enfim, isso que gera o conflito. Então, o problema das relações humanas é que nós estamos hoje vivendo, isso aqui ele coloca um outro ponto, um verniz social. A gente desenvolveu algumas técnicas para sermos socialmente aceitos, embora ainda com imaturidade. Então, se eu vou a um ambiente de trabalho, sei lá, vou fazer uma entrevista em busca de um emprego, eu já mais ou menos sei como eu tenho que me portar. Eu sei o que falar, como sentar, a roupa que eu visto, tal, né? Mas isso de modo algum reflete dentro de mim alguma coisa. de luz, não necessariamente. Então, hoje ele diz nesse livro de Arculano que nós estamos muito eh agindo de forma conveniente para nos sair bem na vida, sobretudo em termos econômicos, ou algum grau de notoriedade que se chama os famosos, os conhecidos, né? a, como se diz, eh, num ditado popular, aparecer bem na fita. Então, a gente sabe usar técnicas, aprendemos a maquiar a nossa situação para se dar bem, mas de modo algum essas essas técnicas refletem um ser já com uma moral consciencial em estágio mais evoluído. Por quê? Porque nós temos que ter amor. E amor, gente, não é só gostar de amor é cuidar, é respeitar, é saber conviver, é estar junto de O cerne da consciência humana é o amor, amor ao próximo, que hoje nem sempre é valorizado, ele não é constante. Nós somos convidados a ter atos de generosidade, mas depois de um certo tempo as coisas se desfazem, a gente volta pros nossos velhos padrões. Então, para eh concluir,
valorizado, ele não é constante. Nós somos convidados a ter atos de generosidade, mas depois de um certo tempo as coisas se desfazem, a gente volta pros nossos velhos padrões. Então, para eh concluir, isso nos coloca numa situação de contradição. Que contradição? Nós vivemos situações difíceis, desafiadoras, porque as mentes das criaturas encarnadas não são maduras e são imaturas. Gera problemas. Esses problemas só podem ser resolvidos se cada um fizer esse seu trabalho de educação, de transformação e de melhora íntima, de ser adequação, mas de uma forma verdadeira, não com vernizes sociais, de ser educadinho aqui no no ambiente de trabalho com uma pessoa que tem uma hierarquia superior à minha dentro de um de um grau de relação. E depois quando encontro alguém com quem eu não tenho esse esse grau de comprometimento, eu começo a ser um pouco mais bruto, arrogante, impositivo, desrespeitoso. Então, essas contradições são nossas e são da nossa civilização atual. E nós temos que nos revestir de um mandato divino, divin no sentido de plenitude, né, de realmente amadurecer e crescer, que aí realmente você é coerente comigo e com as leis do universo. E esse futuro é o que nós temos que chegar. Esse futuro é o que nós estamos buscando e essa transformação é o que Paulo diz que é o bom combate. Eu combato imperfeições, eu combato a injustiça, eu combato a maldade, eu combato a violência para que algo melhor venha em substituição dentro da realidade humana e da minha vida também. Então Paulo disse: "Eu combati o bom combate". Porque aqui ele já tá preconizando que ele vai ser martirizado, tipo, encerrando minha carreira terrena. Combati o bom combate. E Cristo vem dizer isso. Eu vim, não vim trazer paz, vim trazer uma espada. Porque a divisão, porque uma pessoa tem que ser diferente nos princípios cristãos para ela impactar os outros. Quando você começa a mudar sua vida, você cria afastamento social. Certas pessoas não vão querer mais estar com você porque você não faz mais as coisas
princípios cristãos para ela impactar os outros. Quando você começa a mudar sua vida, você cria afastamento social. Certas pessoas não vão querer mais estar com você porque você não faz mais as coisas aquelas que você fazia junto com elas antes. Você começa a frequentar doutrina espírita. Se a tua família for de outro credo, ela começa a achar ruim com você. Não é muito comum. Aliás, não é muito raro a gente conhecer casos de pessoas que quando se tornarem espíritos ou frequentam a casa espírita, tem a reprovação de um ou outro membro da família porque tem uma visão distorcida sobre a doutrina espírita. E Cristo? Cristo comungou com algum poder terreno? Cristo andou com poderosos, com gente famosa, celebridades da época? Não, ele é exatamente na base da sociedade. Essa espada que ele traz uma verdade transformadora, uma reeducação nossa que vai te gerar conflitos iniciais, mas é você que vai ser o transformador impactante da vida dessas pessoas. Por isso que é um bom combate. Tua família começa criticando você que está frequentando a doutrina espírita. Isso é um exemplo que podemos dar porque é são histórias comuns de todos aqueles que estão dentro do movimento espírita. Mas aqueles mesmos que estão criticando hoje são as pessoas que no futuro podem chegar você pedir socorro. Você vai à comunhão hoje? Vou. Ah, reza por mim. Mentalize a mim. Ô, tô com problema de saúde, um parente meu tá internado. Faz lá alguma coisa que às vezes não sabe nem o que o que se faz aqui. Faça lá alguma coisa em prol de alguém. E você tem que se preparar para um período de solidão. Quando você começa a mudar moralmente, você vai ficar sozinho. Os antigos companheiros se afastam. Você fica tipo em um deserto até que você construa novas amizades com pessoas que estão pensando como você, que quer o mesmo propósito que você. Então essa é a espada que o Cristo fala. Esse é o bom combate que Paulo fala. E Paulo no capítulo segundo a Timóteo, nessa mesma segunda carta a Timóteo, ele vem dizer: "Nenhum soldado em serviço se
. Então essa é a espada que o Cristo fala. Esse é o bom combate que Paulo fala. E Paulo no capítulo segundo a Timóteo, nessa mesma segunda carta a Timóteo, ele vem dizer: "Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida. Toda pessoa que for seguir Cristo ou buscar seu crescimento, sua maturidade moral, as coisas desse mundo, ele vai colocar um pouco não tão tão prioritárias no seu caminhar, porque o seu subjetivo é satisfazer aquele que o regimentou, Cristo e Deus. Meu compromisso é com Cristo, é com a verdade que ele trouxe. Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva contender. O bom combate não é briga, não é picuinha. Eh, essas discussões de rede social, esses conflitos que a gente vê por aí, que as redes sociais potencializam, fizeram crescer certas coisas, né? E de forma alguma. Ah, eu não, eu não gosto do espírita. Tudo bem, é sua opinião, é sua individualidade. Você respeita o meu caminho ou respeito o seu. Isso é amor. Amor é respeito também, né? E deve ser brando para com todos, apto para instruir pacientemente. Brando, se você for agressivo, duro, você espanta a pessoa. Antigamente tinha um ditado popular que dizia: "Não se pega a galinha dizendo show". Então você é mais doce, mais maleável, você não responde, você dá um sorriso que a pessoa se sente confortável, se aproximar de você. E pacientemente você vai na sua na sua vivência, na sua transformação, mostrando para as pessoas que existe uma outra opção, um outro caminho. Por isso que Paulo continua, além de ser apto para instruir paciente, disciplinando com mansidão os que se opõem. Disciplinar com mansidão. Disciplinar não quer dizer moldar, pôr na caixinha, imporse, não. Disciplinar no sentido de você ir mostrando pelo processo da educação exemplificada novos oportunidades, novas opções, novas visões de mundo e de vida que é pautada em Cristo. na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também um retorno à sensatez. A gente nos impõe, não queremos que a
a que é pautada em Cristo. na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade, mas também um retorno à sensatez. A gente nos impõe, não queremos que a nossa crença seja lei, lei dos homens. Ela já é uma lei divina, uma lei de Deus. Mas as pessoas precisam se corrigir. Elas vão por si mesmas dizer: "Poxa, tô fazendo bobagem, tô me destruindo, tô prejudicando os outros". Não é esse o caminho. Então, com sensatez, quer dizer, com razão, com lógica, ela opta pelo caminho do amor. Esse é o bom combate que Paulo nos propõe e é o combate que Cristo nos deixou de herança. Passemos à segunda parte do nosso encontro. Quando o Marcos estava falando sobre esse tema extremamente importante para todos nós, eh, eu tava aqui pensando dentro dos trabalhos que nós fazemos na chamada doutrina espírita, nas casas espíritas, Basicamente as pessoas às vezes nos conhecem pelos trabalhos de desobsessão, não é isso? Ah, eu preciso fazer uma desobsessão. Eu estou participando de um trabalho de desobsessão. Eu vou tomar um passe de desobsessão. Isso a gente sempre é identificado dessa forma, não é? Para quê? Porque eu preciso retirar do meu campo espiritual obsessores, pessoas que se alojam no meu campo mental e me incomodam. sempre nós colocamos a culpa nesse universo vibratório que a gente diz que está conosco, por isso eu vou fazer um tratamento. E aí quando o Marcos estava falando, me veio o seguinte pensamento. Essa é uma das ações dessa espada, né, Marcos? É uma espada. a espada que diz o seguinte: "Eu que tenho que criar um divisor de águas". Porque no momento que eu faço o meu trabalho de transformação, essa nova posição, como o Marcos colocou ali, muito bem, maneira de perceber, de pensar, de sentir e aquele intervalo de vazio que nós vamos ter, porque aí é o quê? o que ele disse, estamos começando a não ser mais interessante para certas mentes que compartilham conosco de coisas que nós não aceitamos mais. Por isso que a recomendação que nós
porque aí é o quê? o que ele disse, estamos começando a não ser mais interessante para certas mentes que compartilham conosco de coisas que nós não aceitamos mais. Por isso que a recomendação que nós fazemos sempre é que um trabalho de desobsessão ele não está montado em cima da competência de um médium. Por mais que a gente imagine alguém com instrução e capacidade de trabalho nessa área, não vai acontecer absolutamente nada se nós não fizermos essa parte. que é a importante. Eu me modifico, eu me distancio, eu digo, como é linguagem comum, fui. Na hora que você diz fui, você se torna não mais alcançável. Mas isso às vezes fica muito difícil de você assumir. A gente precisa amadurecer nesse aspecto. É um chamamento muito importante para que a gente tire proveito, inclusive desses tratamentos ou passos que nós tomamos dentro de uma casa espírita. Eu me lembro, Marcos, que antes da pandemia nós tínhamos aqui algumas atividades, trabalho de obsessão e eu percebia uma coisa que me incomodava muito, até que eu não aguentei e disse: "Quer saber de uma coisa? Eu vou começar a questionar isso. Então eu abria a porta quando iniciava o trabalho, estava uma fila de pessoas para o tratamento de desobsessão. E eu percebi o seguinte, tinha gente ali naquele naquela fila de sempre, às quintas e segunda, que me conheceram ainda com cabelo pretinho, ou seja, muitos anos atrás, e continuavam na fila. toda quinta ou segunda, eu já conhecia alguns que já tinham casado, já tinham filhos, casos até de neto, porque como eu tô uns 74 anos, eu é tempo, dá para eu tô aqui desde muito tempo, eu via isso. Aí um dia eu falei: "Pessoal, eu quero fazer uma pergunta. Como é que estão as coisas com vocês? Sempre nunca estavam bem. fazia assim porque ficavam com medo de naturalmente receber alta, né? Não, está de alta. Eu agora dizer assim: "Olha, eu não tenho competência para dar alta para ninguém. Eu digo, não tenho vidência. Não sou eu que vou receber recomendação, dizer a você que tá bom ou tá ruim. Isso
e alta. Eu agora dizer assim: "Olha, eu não tenho competência para dar alta para ninguém. Eu digo, não tenho vidência. Não sou eu que vou receber recomendação, dizer a você que tá bom ou tá ruim. Isso é um problema seu." Então, tem alguma coisa errada aqui. Ou o nosso grupo é meia boca e não conseguiu nesse tempo todo fazer nada. ou vocês não estão fazendo o principal que é a sua parte. Eu prefiro ficar com a segunda, a sua parte. Então é esse chamamento, é esse bom combate, é essa espada que precisa ser utilizada para que a gente corte esse elo e comece a se transformar. Os processos reencarnatórios são educativos, sempre educativos. Nós não temos problemas na vida. Nós temos ações educativas que nos chamam a determinadas lições. Era essa observação que eu queria colocar para pela reflexão que eu fiz quando o Marcos estava falando e colocou com muita propriedade. Nós vamos então pra segunda parte que é de perguntas, um bate-papo sobre o tema de hoje, qualquer tema da doutrina. Então, quem quiser pode começar, por favor. Senhor, eu vou primeiro esculto e repito para ficar gravado, para que depois possamos responder da fala do senhor relacionado a outras religiões, que eu acho importante, eh, que eu queria questionar a doutrina dele, o espírita que frequenta outros cultos religiosos. Como é que a doutrina enxerga e entende essas essas eh diversidades expressão de religiosidade uma pessoa? >> Nosso irmão pergunta da seguinte forma: "Como a doutrina vê uma pessoa espírita que também frequente outros cultos religiosos que busca aí eh convive e busca de outras fontes? Como é que é isso a luz da doutrina? No livro introdução prática doutrina espírita, Kardec explica que a doutrina espírita veio para dar suporte às religiões, que todas elas estariam, sobretudo no ocidente, enfrentando a onda do materialismo dialético que se iniciava com Marques e Hegel. Tanto que quando se livra lançado o capital em Londres, você tem Lon na França ou Paris. o surgimento da doutrina como uma balança, um
da do materialismo dialético que se iniciava com Marques e Hegel. Tanto que quando se livra lançado o capital em Londres, você tem Lon na França ou Paris. o surgimento da doutrina como uma balança, um equilíbrio. Então, a doutrina não veio para tirar ninguém de religião nenhuma. Ela dá suporta as religiões que ela fala de verdades eternas, que nem todas as religiões admitem isso, dentro de um mundo que que é o que nós vivemos hoje, materialista, dialético, ou até hoje por esse relativismo. Essa é a visão da doutrina. Agora, a resposta a essa pergunta, cada um tem a sua. Cada um tem a sua. Cada ser humano é uma individualidade. Eu, por exemplo, não sou uma pessoa que frequento outros locais, a não ser quando sou convidado socialmente. um casamento, eh, uma festa, eu não preciso de outras religiões para me nutrir, embora eu pesquise, eu leia muito, adoro religiões comparadas, adoro antropologia das religiões, história das religiões. Adoro, porque quando você conhece uma religião, você entende um pouco a maneira que aquela pessoa vive. Você entender uma um país muçulmano, você tem que entender o que que eles creem. que que rege a vida deles? Exatamente. Porque a moral pode ser diferenciada. Então, a luz da doutrina não há um problema nenhum. É a pessoa que vai determinado momento talvez fazer uma escolha, porque você vai para um local que diz que a reencarnação não existe. Aí você vem aqui, nós falamos de reencarnação, é você que vai ter que buscar esse equilíbrio dentro de você, entendeu? Então, existe a doutrina como suporte as religiões. Tá lá na introdução a doutrina espírita, um dos pequenos livros que Kardec escreveu, que ela vem exatamente para apoiar a fé dentro do mundo materialista, científico e hoje relativista. Mas também existe a realidade individual de cada um de nós. Há pessoas que têm famílias de outros credos e elas são espíritas, então eles têm uma convivência pacífica. Há pessoas que vão aos credos dos seus familiares, tanto quanto também seus familiares, vem à comunhão,
que têm famílias de outros credos e elas são espíritas, então eles têm uma convivência pacífica. Há pessoas que vão aos credos dos seus familiares, tanto quanto também seus familiares, vem à comunhão, a uma um diálogo pacífico. Agora, se a pessoa vai e o outro não vem, não vem por quê? É algo a se pensar. Então, é uma questão de cada um dentro do seu processo evolutivo, do seu crescimento, suas necessidades e da sua busca. Aí vai variar ao infinito. Cada um vive a sua realidade. Próximo, por favor. A gente responde forma resumida, mas se precisar a gente fala mais, tá? Por causa da questão do tempo. Vamos lá. Vamos aproveitar o tempo para qualquer tema, por favor. Pode falar que eu ouço aqui e repito. >> Reforma íntima. Hã, >> a nossa reforma íntima, >> sim, >> também pode ser considerado um combate interno >> é uma analogia. >> Nosso irmão pergunta se a nossa reforma íntima também pode ser considerado o bom combate, né? Com certeza, porque o bom combate tem duas frentes. Uma frente íntima, interior, onde só eu posso fazer. Dentro de mim só eu entro. dentro de mim só eu consigo reorganizar as coisas que aqui estão. Existe também o bom combate fora externo. Esse todos somos chamados a fazer, mas se eu não fizer, outro faz. Vamos dar um exemplo concreto. Eu tenho um vício. Um vício no sentido de moral, tá? Não é um vício químico dependente. Moral tem um péssimo hábito, um péssimo comportamento. Um exemplo, quem que vai mudar isso? Sou eu que tenho que fazer a minha educação ou reeducação. Agora existe, por exemplo, uma comunidade carente. Se eu não for lá, o leal pode ir, nosso irmão pode ir, nossa irmã pode ir. Você entendeu? Há coisas externas que se nós não fizermos, alguém faz. A providência divina envia. Por isso que o nosso foco tem que ser dentro desse trabalho que é íntimo, pessoal, intransferível, sem nos alienar do coletivo, porque se o coletivo não tiver bem, eu não vou estar bem. Que a fé pautada no amor, eu só estou bem se eu ver ao redor de minhas pessoas bem.
imo, pessoal, intransferível, sem nos alienar do coletivo, porque se o coletivo não tiver bem, eu não vou estar bem. Que a fé pautada no amor, eu só estou bem se eu ver ao redor de minhas pessoas bem. Exemplo mais concreto, na casa da reencarnação, os espíritos evoluídos, eles não são 100% felizes porque vem as nossas dores e misérias. Eles se preocupam conosco, eles não nos ignoram. Por isso que esses espíritos evoluídos, que poderiam estar bem longe de nós, em vibrações bem altíssimas, pedem para ficar perto de nós para nos ajudar, tipo, estendendo uma mão amiga, vem cá. É o caso, por exemplo, de Bezer de Menezes, quando foi, ele foi convidado, olha, você pode se afastar da terra, ele diz: "Não, deixe-me ficar aqui que eu quero colaborar com a humanidade encarnada". Então nós temos essas duas frentes, sim, e são bom combate, só que uma é só você que pode fazer. O outro, se você não fizer por algum motivo, a providência manda alguém. Haverá um bom samaritano que vai chegar naquele momento, naquele local. Outra colocação, por favor, pro senhor. E >> essa segunda, essa atividade externa o serviço com amor, ele faz o processo evolutivo, é, é parte integrante, é essencial, não não há reforma íntima sem transbordar nesse serviço próximo. >> Exatamente. nosso irmão e seguindo a linha do raciocínio, diz o seguinte: "Esse trabalho externo que eu talvez possa não fazer, ele seria essencial para mim?" Sim, o que a gente tem é a opção de não fazê-lo, mas não que nós não devamos fazê-lo. Tá entendendo? Porque a lei do amor é: "Ama a Deus sobre todas as coisas, o próximo e a ti mesmo." Então você tem três, três, três vértices do triângulo, três frentes. Amar a si mesmo é o combate interno meu pessoal intransferível. O próximo também é necessário, porque não existe evolução sozinha. O que a gente diz é que teoricamente você pode não fazer. Há pessoas que têm mediunidade, mas não querem trabalhar com a mediunidade. Tudo bem, ninguém vai forçá-las, né? Há pessoas que sabem que são médicos,
gente diz é que teoricamente você pode não fazer. Há pessoas que têm mediunidade, mas não querem trabalhar com a mediunidade. Tudo bem, ninguém vai forçá-las, né? Há pessoas que sabem que são médicos, mas não querem porque tem medo, uma insegurança, sei lá, n razões, não querem. Em princípio, elas deveriam estar trabalhando como médios, porque elas nasceram médiuns. Elas pediram para ser médios. Elas têm um organismo capacitado para ser médio. Então, se você não faz o que você pode, você se compromete perante a lei. Você pode não fazer, mas você não fica isento da responsabilidade. Primeiro, porque não existe evolução sozinha. Uma pessoa trancafiada em algum local entre quatro paredes ou isolada numa ilha ou lá no alto de uma montanha no meio da floresta, ela não evolui só. A evolução necessita de troca, porque aí está a educação. A educação se dá pela troca. Você me inspira, eu inspiro. Nós buscamos ajuste quando nós não temos uma complementariedade natural. Isso leva inclusive a maturidade psicológica, emocional para pessoa fica apta a construir relacionamentos, senão fica uma pessoa imatura. egóica, né? Outro aspecto, quais são os libelos, os três libelos da justiça divina? O bem que fizemos, o mal que fizemos e o bem que deixamos de fazer. Então aquela pessoa, aquela comunidade carente que eu não quero ir lá por algum motivo, eu não vou hoje por algum motivo, vai o leal, vai o nosso irmão, vai nossa irmã, cai para mim como um bem que eu não fiz, omissão. E uma coisa que nós somos chamados a não realizar é omissão. Jamais. omissão até no inferno de Dante, nessa obra literária, o pior lugar dos infernos, quando eles viajam pelos infernos, que praticamente é uma obra mediúnica, eles estão descrevendo regiões umbralinas. O pior lugar lá dos infernos não é para quem fez o mal, é para aquele que não fez nada, que se omitiu. Eu não tenho nada a ver com ninguém. Não, não me desrespeito. Como é que é? Não é do meu bico, não me trometo. Se você lê a obra de Dante ou relê-la, caso
para aquele que não fez nada, que se omitiu. Eu não tenho nada a ver com ninguém. Não, não me desrespeito. Como é que é? Não é do meu bico, não me trometo. Se você lê a obra de Dante ou relê-la, caso tenha lido, o pior lugar nos infernos é para aqueles que ficaram, que é parábolas do dos talentos. Aquele que recebeu o talento fez o quê? Ficou com medo e enterrou. Eu não dou lucro, mas também não dou prejuízo. Então nós somos sempre convidados à ação, a proatividade. Então é essencial sim a opção teórica de não fazer e muitos não fazem. Há pessoas que não se importam com comunidades carentes, há pessoas que não estão se importando com a violência, com os crimes que estão acontecendo ou com o seu crescimento espiritual. Ela tem essa possibilidade, mas a omissão é a falta de exercício do amor, o bem que você deixou de fazer. Então isso é cobrado de nós, sim, quando a gente deixa esse mundo e entramos paraa eternidade. >> Marcos, >> próxima. Deixa eu fazer só uma observação assim que é interessante quando a gente trata desse tipo de assunto de movimentação do nosso trabalho em busca do crescimento espiritual de diversas formas. O processo evolutivo, a gente tem dito sempre, ele é solitário, é seu, é meu. Agora, tem uma enzima que é importante ser utilizada, é aproveitada por todos nós, que é a solidariedade. E essa solidariedade é esse movimento externo de você se colocar à disposição de fazer alguma coisa além do que você faz naturalmente por você. O que eu li aqui daquele homem de bem, leiam, porque ele ali fala: "Se deixei de fazer o bem que podia fazer". Tá aqui no texto, ele é longo, que fala sobre o homem de bem. E quando chega ao final, é interessante porque são tantas coisas que são colocadas e ainda diz assim: "Você acha que isso é tudo?" Não, é apenas um começo. Era isso. Próximo, por favor. Vamos conversar, bater papo, não percamos tempo. Senhora, por favor. >> Eh, pela espírita, as famílias muitas vezes são compostas princípios que tinham algum conflito entre eles e se
óximo, por favor. Vamos conversar, bater papo, não percamos tempo. Senhora, por favor. >> Eh, pela espírita, as famílias muitas vezes são compostas princípios que tinham algum conflito entre eles e se reencarnaram na família para tentar resolver dependente. Como que a gente consegue promover esse bom conflito em lares que essa bom combate em Lisão conflitu? Marcos, deixa eu deixa eu falar um pouco sobre isso. Nós estávamos aqui conversando antes, quarta-feira, terça-feira foi um tema aqui da nossa palestra exatamente sobre esse aspecto. E na quarta nós falamos sobre isso no o livro dos espíritos, que é o prenúncio da reencarnação. A gente estudou o caso da mãe de André Luiz e da e da mãe de Lisas, que é senhora Laura. Dá uma olhada nos vídeos >> e vamos voltar de novo nisso >> e voltamos nesse tema que mas ele vai falar e eu eu trago mais o >> Então tá aqui é um é frase comum a gente faz muita palestra para jovem problema de depressão, dependência e tal se diz e é uma é um fato interessante lá paraastantas sempre alguns se manifesta e eu acho que muitos de nós já fizemos isso com toda a certeza na nossa existência. Não me identifico com a minha família. Não me identifico com a minha família. Essa fala ela é comum. Ainda costumamos às vezes dizer o seguinte: "Eu não pedi para nascer, não é?" Então nós temos duas perguntas interessantíssimas. Depois nós vamos tratar disso num outro trabalho, né, Marcos? Que é o seguinte: o espírito sempre participa da escolha do meio em que haverá de viver na terra? Registre isso. A outra, o que determina que os espíritos venham a formar grupos familiares na terra? É a outra. Não vamos avançar para ficar interessante pra próxima vez. Só aproveitando os minutos finais, eh, no nosso reencarne, a nossa maturidade define nossas escolhas. O espírito que não tem a maturidade, ele é regido por outras mentes que vão pautando a sua história até que ele cresça. É igual uma criança, com 7 anos aí ela não vai tomar decisões que ela tomaria aos 18. Então, a espiritualidade
idade, ele é regido por outras mentes que vão pautando a sua história até que ele cresça. É igual uma criança, com 7 anos aí ela não vai tomar decisões que ela tomaria aos 18. Então, a espiritualidade vai intervindo, porque nós nunca estamos sozinhos, abandonados para que possamos tomar as escolhas corretas. Quando nós somos maduros, nós encaramos a porta estreita. Quando nós somos imaturos, nós queremos a porta larga. Usando o termo da quarta-feira que nós usamos o bem bom. A gente quer facilidades. Com mais maturidade a gente já encara desafios. A gente encara porque sabe que aquilo ali é uma educação, uma correção, uma mudança de rotas. família. Eh, via de regra, primeira coisa, nós nós somos números grandes de família, nós somos clãs, tribos, então nunca estão estão todos na terra. O que vem é um pequeno percentual quantos demais estão lá em cima tomando conta, que são os nossos protetores, mentores, orientadores, o anjo da guarda, digamos assim, o anjo da guarda seu, é um parente seu, uma pessoa vinculada a você ou uma grande amizade que temos, né, que está no mundo maior. E os papéis vão se inverter, um dia eles virão e nós que vamos nos tornar guardiões deles. Então, quando a gente vem, naquele momento, existe um perfil, uma história a ser vivida. Geralmente dentro do ambiente familiar terá uma pessoa de apoio, de suporte, um aliado, digamos assim, e casos em que serão trabalhados a reaproximação. Então, a gente pode ter dentro do ambiente familiar amigos, inimigos pretéritos, pessoas que que nós temos que desenvolver um reajuste à lei de amor, tanto quanto também podemos ter pessoas que estão chegando porque a família cresce, ela não é congelada, onde existe assim uma certa estranheza, meio que distanciamento ou essa pessoa é diferente porque ela vem aprender conosco. Então, nem sempre aquela pessoa problemática na família é um inimigo dentro do se familiar. É que se familiar é tão bom, tão evoluído, tão harmonioso, que tá na hora dele se multiplicar, ensinando,
o. Então, nem sempre aquela pessoa problemática na família é um inimigo dentro do se familiar. É que se familiar é tão bom, tão evoluído, tão harmonioso, que tá na hora dele se multiplicar, ensinando, impactando a outros. A gente tem que ter sempre isso em mente. E a fórmula é essa que Paulo, apóstolo, nos deu aqui na na carta a Tiago. Disciplinando com mansidão. É convívio, é tudo que Paulo fala aqui na na na no capítulo segundo da carta, a segunda carta a Tiago, sem contendas, brando, paciente, mas sem desistir. até que essa pessoa se transforme. Então, eh, hoje pelo tempo, talvez seria isso que a gente deve deixar. Família a gente respeita e sabe que agora uma coisa nunca vou me esquecer, toda semente do bem ela não se perde. O que você plantar hoje, ela vai dar frutos. Pode ter certeza. A semente do bem, se amanhã, depois ou depois, a gente não sabe, mas ela vai dar frutos. Então é não desistir nunca, impactar positivamente, buscando se reajustes. Gente, pelo tempo a gente encerra aqui. O Léo vai fazer a finalização. Boa noite, obrigado pela atenção. Nós agradecemos a todos que nos ouvem, que nos assistem, vocês que estão aqui conosco nos ajudando fazer essas reflexões com os questionamentos, que esse é o nosso objetivo. A gente cresce, é perguntando, é questionando, é duvidando. Eu tinha um professor que dizia sempre, você não precisa saber tudo, mas você precisa perguntar sempre. Porque quando você questiona aquele que conhece ou que acha que conhece, ele começa para lhe convencer até por vaidade, a te explicar coisas que depois você debate com ele sobre aquilo que ele sabe e você não precisou nem se esforçar. Então é importante a gente se questionar, é válido. Uma excelente noite, que o mestre esteja no nosso coração, Deus na nossa intimidade e os amigos da espiritualidade que estão aqui estiveram conosco e vão continuar e que a gente dê sempre um espaço no nosso campo mental para que eles consigam nos dizer pela mediunidade intuitiva, a mostrar algum caminho que a gente esteja questionando
ram conosco e vão continuar e que a gente dê sempre um espaço no nosso campo mental para que eles consigam nos dizer pela mediunidade intuitiva, a mostrar algum caminho que a gente esteja questionando ou com dúvida. Uma boa noite a todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para
corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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