TEU LUGAR NA VIDA - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/03/2026 (há 3 semanas) 44:35 751 visualizações

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Transcrição

Ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de [música] viver. Doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília em mais este limear de fim de tarde e início de noite, para que nestes momentos que iniciamos agora possamos refletir sobre estas palavras que os espíritos elevados nos legam pelas obras mediúnicas, a fim de que nós trabalhemos a nossa nossa educação cristã espírita para compreendermos a nossa finalidade existencial. Assim sendo, hoje para somar as nossas bagagens e a nossa compreensão, a nossa irmã Roberta Assis, palestrante de hoje, nos falará sobre o interessante tema, o teu lugar na vida. O teu lugar na vida. Convido a todos então para levarmos nossos pensamentos a Jesus. e a Deus, a fim de que possamos nos preparar, nos harmonizar para assimilarmos estes conceitos que nos serão passados. Deus, nosso pai, Jesus, nosso amado mestre, hoje viemos a este templo de amor, buscá-los, senti-los, pedir-lhes para que atendam nossas necessidades, que são muitas, pois somos espíritos necessitados de fortalecer nessa escola que é a vida. Desde já agradecemos a oportunidade deste dia que acrescentou muito a nossa existência e ao final, ao chegarmos ao seu final, ainda viemos aqui para ouvir estas orientações que nos serão passadas sobre o nosso lugar na vida. Esse mistério que esta doutrina de luz prometida pelo Cristo nos esclareceu e nos esclarece a cada dia, tirando do véu do do ocultismo das sombras e colocando a candeia sobre ori, fazendo a luz do esclarecimento brilhar nas mentes e corações de todos aqueles que necessitam do consolo e do próprio esclarecimento para seguir adiante, para vencer as dificuldades, os desafios, as mágoas, as frustrações, as tristezas e fortalecer a fé, a esperança, a coragem e a alegria em seus corações.

do próprio esclarecimento para seguir adiante, para vencer as dificuldades, os desafios, as mágoas, as frustrações, as tristezas e fortalecer a fé, a esperança, a coragem e a alegria em seus corações. Brinda-nos, então, amado Cristo, fortalecendo nossa irmã palestrante, para que ilumine nossas mentes e nossos corações. Assim seja. Com vocês, então, a nossa irmã Roberta Assis. Uma boa tarde a todas e todos. É sempre uma alegria e um privilégio a gente poder parar um pouco, né, no nosso dia e sentarmos aqui. Eu convite é para que a gente se sente ao lado de Jesus e de Amed, que nos traz essa mensagem de hoje, e a gente consiga fazer sentido do evangelho na nossa vida. Todos nós chegamos aqui a esta casa. Todos nós, sem exceção, nós também, em busca de amparo, em busca de esperança, em busca de lenitivo e receberemos esse acréscimo de energia, receberemos esse acolhimento, receberemos a consolação e a renovação das nossas forças. Ao mesmo tempo, porém, a espiritualidade nos pede que ouçamos um pouco também, que refletamos também sobre nós, a nossa vida e o nosso lugar no mundo e na vida. Esse é o convite hoje, um tanto quanto especial que o Amédia nos faz. Mas para refletir sobre isso, né, sobre nós e nós na nossa vida, a méd seleciona um trechinho do evangelho, do evangelho do Cristo, para trazer algumas considerações a esse respeito. E o trechinho vai tá vai tá lá assim, ó. Quando fordes, isso é um conselho do Cristo, tá? Quando fordes convidado para bodas ou para uma festa, não tomes nela o primeiro lugar, temendo que se encontre entre os convidados uma pessoa mais considerada que vós, e que aquele que vos tiver convidado não venha a vos dizer: "Dai vosso lugar a este". E ele completa com uma citaçãozinha que vai tá lá também no Evangelho Segundo Espiritismo. A gente acha essas referências do Evangelho do Cristo no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 7, no item 5, e termina assim, né? Todo aquele que se eleva será rebaixado e todo aquele que se rebaixa será elevado.

s referências do Evangelho do Cristo no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 7, no item 5, e termina assim, né? Todo aquele que se eleva será rebaixado e todo aquele que se rebaixa será elevado. Eh, Jesus tá fazendo uma referência ou um chamado para que a gente reflita um pouco sobre a humildade, mas sobre uma perspectiva um pouco diferente do que a gente tá acostumado quando a gente escuta essa palavra humildade. Mas a gente vai trilhar um caminho até a gente chegar lá. É importante que ele começa de um exemplo simples da gente entender, né? Observando as pessoas aquela época, mas poderia observar também aqui, também agora poderia observar. A gente quando termina a palestra e começa a fila do passe, por exemplo. Muitas vezes a gente se apressa, porque a gente quer chegar primeiro, a gente quer est no primeiro lugar, a gente não pode ver uma fila que a gente quer logo uma precedência. A gente quer sempre ser mais importante. Jesus falar: "Olha, não se aprece não. Quando você chegar numa festa, senta no lugar, mas não senta nos primeiros lugares, não senta nos lugares de maior destaque, que pode ser que você se assente aí e o dono da festa falou assim: "Olha, você dá licença porque esse lugar não é reservado a você. Existe outra pessoa que precisa ficar aí." E pondera ainda mais que se esse lugar for destinado a nós, o próprio chefe, o próprio, a o próprio o próprio anfitrião vai lá nos buscar onde a gente vai falando, pelo amor de Deus, senta aqui do meu lado. Então, há primeiro de tudo, uma chamada paraa percepção interna e a méd vai começar a puxar esse fio da gente daí. O nosso valor ou o valor que a gente acha que tem, tá ancorado onde? Porque a gente vai ter muita tranquilidade para não correr pro primeiro lugar da fila se a gente estiver entendendo que todos nós temos o mesmo valor perante o criador. Mas se estiver internalizado dentro de nós, que a gente não precisa correr na frente de ninguém, que tem lugar para todo mundo, ainda mais aqui, né? Todos nós

ós temos o mesmo valor perante o criador. Mas se estiver internalizado dentro de nós, que a gente não precisa correr na frente de ninguém, que tem lugar para todo mundo, ainda mais aqui, né? Todos nós seremos chamados para o passe ao final. aqueles de nós que não estão nem aqui fisicamente, que nos acompanham muitas vezes através da internet, ao final da dessa nossa reflexão, para 5 minutos, coloca um copo de água, faz uma oração, vai receber o passe igualmente. Não precisa essa angústia, porque Deus nos conhece e está em nós a todo momento. Isso decorre de nós acreditarmos em Deus. É interessante a gente pensar que é impossível a gente acreditar em Deus sem acreditar na gente. Sabe por quê? Somos todos criaturas deste criador. Somos expansão do amor de Deus. nas palavras de Joana, na palavra de Joana de Anjes, ela tem um tempo que eu gosto muito, que ela diz que nós somos lucigênitos, ou seja, nascidos da luz, nascidos do amor. Todos nós, criaturas do criador. Se a gente for fazer uma comparação para que a gente possa entender, né, para isso que as comparações servem, a gente quando quem gosta de montar quebra-cabeças, quando a gente pega lá um quebra-cabeça de 1000, 100 peças, baita desafio, a gente se coloca lá a montar o desafio ou quebra-cabeças e quando termina a gente fica muito feliz. Às vezes a gente fica tão feliz que a gente enquadra, né? falou, não vou colocar aqui na sala, tá tão bonito, deu tanto trabalho. Mas eu pergunto, se faltar uma pecinha que seja, se for de uma paisagem muito grande, uma pecinha da grama, lá do cantinho do quebra-cabeça, a gente vai ficar com a mesma satisfação? Creio que não. A gente sempre vai ver que tá faltando uma peça, aquela peça. E é aquela peça específica, porque num quebra-cabeça não tem duas peças iguais. Aquela peça específica tá faltando e o quebra-cabeça tá incompleto. Assim também na criação. E é aí que a MED vai nos chamar para que a gente comece a entender o nosso valor na criação. Daqui a pouco a gente vai ter que

ica tá faltando e o quebra-cabeça tá incompleto. Assim também na criação. E é aí que a MED vai nos chamar para que a gente comece a entender o nosso valor na criação. Daqui a pouco a gente vai ter que conversar e colocar isso sobre perspectiva na perspectiva da humildade, mas por enquanto num primeiro momento, a gente precisa entender a essencialidade de cada um de nós, conforme é o quebra-cabeça sem nós da tapeçaria divina, por maior que ela seja, não ficará completo até que nós consigamos existir como somos na integralidade, na individualidade. de quem somos e expressarmos a Deus a partir da nossa individualidade. Eu não conseguirei. A gente até conversava, eu jamais conseguirei ser como o Chico Xavier. Ainda que depois de várias e várias encarnações, aí eu alcance um patamar evolutivo, emocional e espiritual do mesmo Jaés que o Chico. Ainda aí será diferente, porque o Chico é o Chico e eu sou eu. E eu sempre vou experimentar a criação, o mundo, a vida a partir de mim. E eu sempre vou poder contribuir com o mundo também com a minha individualidade unida com o amor de Deus. Quando Jesus fala, né, eu e Deus somos um. Ele não tava dizendo que ele era Deus. O que ele tava explicando para nós é que é um espírito que já consegue expressar em si, com absoluta perfeição de ressonância o amor que rege os universos. A vontade do Cristo não é dissonante da vontade de Deus. E aí, o Amed hoje tá cheio de perguntas, tá gente? E ele pergunta uma pergunta bastante importante. Qual a tua posição no universo de ti mesmo? É preciso que a gente aprenda a reconhecer o nosso valor, enquanto nós não aprendermos de nós mesmos a entendermos que tudo o que somos, considerando a integralidade de que somos, os acertos, os erros, as potencialidades, os defeitos, a compreensão e a incompreensão, tudo. Tudo o que somos é importante, é especial, é digno de amor. Nós somos amados porque existimos e não porque a gente tá no primeiro lugar da fila ou tem mais dinheiro, ou tem a roupa tal, ou tem tal aparência.

que somos é importante, é especial, é digno de amor. Nós somos amados porque existimos e não porque a gente tá no primeiro lugar da fila ou tem mais dinheiro, ou tem a roupa tal, ou tem tal aparência. Isso é de uma irrelevância para a essência. é relevante no momento da nossa experiência encarnada, porque as circunstâncias que nós estamos encarnados, com todas as suas variações, contribuem para que a gente possa ir expandindo a nossa compreensão do amor. A gente vai por fases. Então, cada circunstância encarnatória ensina lições diferentes. Mas o objetivo ainda é que a gente consiga sempre retornar a nós mesmos e buscar em nós aquilo que nós podemos contribuir para o mundo. Quais são as nossas maiores características, as mais marcantes? Quais são os nossos pontos frágeis? Isso é preciso que a gente saiba responder. Os nossos pontos frágeis vão solucionar para vão indicar para nós os nossos gatilhos. Olha, toda vez que acontece isso, eu tenho que tomar um pouco de cuidado aqui. Eu tendo a exagerar na raiva, por exemplo. Então, mas e aí a gente começa perguntas ainda mais importantes, né? Mas por que que eu fico com raiva nessas situações? Porque eu fico frustrado e tendo a reagir com violência, de onde vem essa frustração? E aí a gente consegue começar a desfazer ou buscar, desfazer esse novelo da gente mesmo. Mas também existe um outro conjunto de coisas ou de emoções ou de eh características, melhor dizendo, que a gente tem que saber responder ao nosso respeito. Quais são as nossas habilidades? No que que a gente é bom. E não venham me dizer que não são bom em nada, porque isso não existe. Todos nós temos habilidades, muitas vezes inatas, que são aquelas habilidades, aquelas aquelas coisas que a gente já sabe desde o berço. Porque a gente já sabe desde antes? Porque a gente está reencarnando. Somos espíritos em jornada. É preciso coragem para que a gente consiga entender quais são as nossas reais capacidades, qual é a minha vontade, o meu desejo de realização no mundo, o que eu gosto de

o. Somos espíritos em jornada. É preciso coragem para que a gente consiga entender quais são as nossas reais capacidades, qual é a minha vontade, o meu desejo de realização no mundo, o que eu gosto de fazer, para que eu possa orientar a minha vida com relação a este a esta búsola íntima. para que eu possa buscar autenticidade. Os espíritos vão nos dizer no Evangelho Segundo Espiritismo, eu gosto muito desse trecho quando eles dizem que é melhor pouca virtude verdadeira do que muita virtude falciada. Eles estão aqui no mesmo lugar que a média. É melhor a gente ser autêntico, entender as nossas limitações, entender as nossas potencialidades, saber o que a gente dá conta e dentro do que a gente dá conta não se omitir. É certo que eu não tenho ainda, né? Gostei da nossa conversa, do exemplo que Roberto trouxe do Chico. Eu não tenho a doçura do Chico e não sei quando terei, se é que um dia terei desta forma. Mas eu tenho outras possibilidades, porque senão, gente, o que tende a acontecer é que, especialmente em círculos religiosos, o que tende a acontecer conosco é a gente acha muito bonito e acha mesmo também acho o Chico fantástico, mas a gente tende a querer falsear para nós nós mesmos, algo que a gente ainda não tem condições de realizar. Um, uma das situações, por exemplo, é a respeito do perdão, né? Nós somos chamados todos nós à vivência e ao esquadrinhar dessa matéria do perdão todos nós, porque nós ainda somos bastante orgulhosos, então a gente fica magoado com muita facilidade uns com os outros. E toda vez que a gente se magoa, nós vamos ter que recorrer ao processo do perdão. Perdão é processo. É entender porque que a gente ficou magoado. É entender a nossa frustração. É tentar entender o ponto de vista do outro e deixar ir a mágoa. Isso leva tempo. Mas muitas vezes a gente faz assim: "Não, eu eu não não fiquei magoada de jeito nenhum. Não, bobagem. Eu não sei que é errado, né? Sim. Eu já tô naquele lugar que eu nem eu não que eu não, gente, eu sim, eu ainda fico magoado, magoada. Eu ainda

eu não não fiquei magoada de jeito nenhum. Não, bobagem. Eu não sei que é errado, né? Sim. Eu já tô naquele lugar que eu nem eu não que eu não, gente, eu sim, eu ainda fico magoado, magoada. Eu ainda vou ter que sentar aqui de novo e me dedicar a perdoar, a aprender o perdão, a compreensão, a entrega minha e do meu opositor, opositora, no círculo da oração, ao mais alto, pedindo o auxílio de Jesus, porque para nós é difícil perdoar até que a gente consiga dissipar essa mágoa, esse sentimento que vai dentro de nós. Tudo bem? Compreende? O problema não é nós sermos imperfeitos. O problema é a gente não querer ser quem a gente é. E isso vai inviabilizar o que a gente mais deseja, quer evoluir, quer construir equilíbrio e paz. Então não tem problema a gente aceitar o pacote completo que a gente é. virtudes e vícios, entendendo que as virtudes mesmas vão iluminar as nossas sombras. É dentro da gente mesmo que reside a solução, a cura das nossas dificuldades. E é aí que a gente vai entender o conceito da humildade, da humildade com o Cristo. Humildade não é subserviência. E por isso o a abre este capítulo falando sobre o teu lugar na vida, sobre se a gente tá sabendo quem a gente é e onde a gente se situa na vida, que é que a gente quer realizar, quais são os nossos desejos. E é por isso que ele inicia com uma passagem que fala sobre a humildade. Humildade é ter consciência de quem se é. E humildade é ter consciência que todos têm valor, todos são igualmente importantes. Aí a gente traz de novo a imagem do quebra-cabeça. Se eu não posso faltar, também não pode faltar o Roberto, também não pode faltar nenhum de vocês. Ninguém pode ser aniquilado desse conjunto divino que é a criação. A vida é sagrada em todas as suas expressões. Eu aprendo a respeitar a minha vida, mas também a vida de todos, entendendo que todos têm o seu trilhar e o seu caminho. Humildade é saber somar, é saber lidar com o diferente. E nisso a humildade é opositora do orgulho. Sabe por quê? Porque o orgulhoso não admite a

ntendendo que todos têm o seu trilhar e o seu caminho. Humildade é saber somar, é saber lidar com o diferente. E nisso a humildade é opositora do orgulho. Sabe por quê? Porque o orgulhoso não admite a alteridade, a diferença. O orgulhoso só admite espelhos no mundo. Todo mundo tem que ser igual eu, igual eu penso. Quem pensa diferente tá errado, né? Você tem todo o direito de pensar diferente de mim, mas você vai tá errado. É assim que a gente é. E não é assim que a vida funciona. É interessante a gente observar a natureza porque ela é muito autoexlicativa, pessoal. A gente vive num planeta que a gente pode chamar de tudo, mas não pode chamar de feio. Você pode até não gostar do planeta Terra, mas feia a Terra não é. a multiplicidade de espécies, de paisagens, de expressões de vida que existem coexistindo conosco humanos e nós não coexistindo tão pacificamente assim com o resto da criação. Só isso já nos mostra que a diferença é bem-vinda e a interação é mais bem-vinda ainda. As cadeias que se entrelaçam proporcionam diversidade, proporciona vida e vida em abundância. Então, a humildade vai nos chamar para este lugar de consciência de que todos, até os que eu não gosto, são importantes e que todos trazem elementos essenciais para a construção daquilo que desejamos. uma sociedade pacífica, harmoniosa, generosa, em que nós saibamos compartilhar e que todos possam existir conforme são. O orgulhoso não consegue trabalhar nessa dinâmica. E o convite é para que a gente, e tantas vezes e de tantas maneiras diferentes, Jesus faz esse convite. Quando Jesus fala conosco, olha, amai os vossos inimigos. São tantas dimensões eh nessa orientação, mas uma delas é de uma sabedoria profunda, de realmente um irmão mais velho ou um professor que olha pros seus alunos e vê muitas vezes alunos que não gostam um do outro, mas que sabe que os dois precisam trabalhar junto para realizar alguma tarefa, porque um executa muito bem uma parte e o outro executa muito bem a outra parte sozinhos. Jamais eles

gostam um do outro, mas que sabe que os dois precisam trabalhar junto para realizar alguma tarefa, porque um executa muito bem uma parte e o outro executa muito bem a outra parte sozinhos. Jamais eles vão conseguir realizar aquele trabalho. Eles vão ter que aprender a trabalhar juntos, mesmo não gostando um do outro. E muitas vezes dá briga e o professor é chamado para ser esse fiel da balança ali, né? E aí eu também me lembro dos nossos mentores que com alguma frequência nos dizem que numa briga todo mundo tem razão, mas ninguém tá certo. Aí é outro soco no orgulho. Como assim eu não tô certo? Todos nós temos os nossos pontos de vistas, as nossas razões, estamos querendo realizar algo. Mas enquanto a gente não admitir que cada um traz uma parte, uma solução, enquanto a gente não admitir que existem diferentes caminhos para solução de algum problema, nós vamos continuar brigando irracionalmente a nosso próprio prejuízo, porque quem sai prejudicado é a gente. Voltando ao exemplo do professor, quem vai ficar sem a nota, se não conseguir entrar num acordo, são esses dois alunos que não vão conseguir entregar o trabalho, que precisa entregar no final do semestre. Aí, que que vai restar fazer? Repetir o semestre. Aí a gente vai repetir o semestre, quem a gente acha na sala? O nosso querido desafeto. Não é que a vida esteja contra a gente, compreendem? A vida está nos favorecendo. A que a gente coloque um pouco de lado o nosso ranço, fala: "Deixa eu prestar atenção no que esta pessoa está dizendo, ver o que faz sentido, ver como nós podemos contribuir um com o outro e assim contribuir paraa solução dos nossos problemas que nos afligem. numa numa negociação, né? Eu sou advogada de formação. Quando a gente sempre diz que um acordo é sempre melhor que um processo. Um acordo num processo ou antes dele é sempre melhor que uma decisão do juiz, porque normalmente a decisão do juiz vai desagradar ambas as partes. Um acordo para ser um bom acordo em que as partes saiam satisfeitas.

rocesso ou antes dele é sempre melhor que uma decisão do juiz, porque normalmente a decisão do juiz vai desagradar ambas as partes. Um acordo para ser um bom acordo em que as partes saiam satisfeitas. É preciso que todo mundo ceda e todo mundo ganhe. A gente vai ceder em alguma medida, vai ganhar em outra e assim também a outra parte. E aí a gente tem a noção de que tá tudo bem, não foi exatamente como eu gostaria, mas também não tá ruim. Fulano também cedeu. Ficou bom para mim, ficou bom para ele, não ficou tudo que eu go Pronto. Aí sim você tem uma paz douradora. Enquanto a gente está tentando se impor, a gente consegue sempre uma paz temporária. Porque se eu me imponho pela força, o que a outra parte vai tentar fazer é reunir forças o suficientes para voltar à contenda, à briga e tentar prevalecer. Então é preciso que a gente aprenda a aceder. O que vai fazer com que a gente dê conta de fazer isso é a humildade, de entender o nosso valor e até onde nós podemos ir, entender também o valor do outro e que ele também tá fazendo um esforço para que a gente possa se encontrar no meio do caminho. Para que a gente consiga fazer este exercício, é necessário que a gente tenha um grau de amadurecimento emocional suficiente para saber quem somos. E essa resposta só nós podemos dar. Então, a sugestão do dia é que a gente separe nossos dias, todos os dias. A gente não separa um tempo para higiene pessoal. separam um tempo pra gente se alimentar. A gente vai separar um tempo de oração reflexiva para questionar a nós mesmos quem nós somos, o que nós gostamos, quais são as nossas potencialidades, o que a gente faz bem, quais são nossas fragilidades e os gatilhos para que a gente possa ficar mais atento. E a gente vai trazer tudo isso por no espaço da oração, porque muitas vezes demora pra gente conseguir fazer sentido de todo esse volume emocional. E quem vai ajudar a que a gente faça sentido de nós mesmos é Deus em nós. Deus nos responde em nós mesmos. A voz da nossa alma, aquela, aquele

te conseguir fazer sentido de todo esse volume emocional. E quem vai ajudar a que a gente faça sentido de nós mesmos é Deus em nós. Deus nos responde em nós mesmos. A voz da nossa alma, aquela, aquele pressentimento que a gente tem, aquela inspiração que a gente tem, é Deus em nós respondendo em nós. É preciso que a gente tenha ouvidos de ouvir, mas a gente tem que fazer isso intencionalmente. Antes de dormir, antes de acordar, escolhe, tem problema. Acordei, vou separar 10 minutinhos aqui para fazer uma uma oração e mergulhar em mim ou no final do dia, tanto faz. Mas se a gente quer construir a paz, é preciso que a gente tome passos concretos nessa direção. E eu vou encerrar com um poema que eu gosto muito, que é da Alta de Souza. e que conversa bem conosco nesse sentido da reflexão sobre quem somos, o que queremos, as nossas dúvidas, os nossos medos no espaço da oração com Deus. A gente só precisa querer, né? Tem uma música do Tim Vanessa que eu gosto muito, que diz assim: "Não existe potestade, não existe poder nenhum que possa nos afastar do amor de Deus, porque basta que simplesmente eu me sente e me conecte com Deus em mim. A única pessoa que pode me separar de Deus sou eu mesma". Mas a gente quer comunhão. Então eu vou encerrar aqui com o conselho da Alta de Souza numa mensagem que chama psicografada também pelo Chico, que chama mensagem fraterna e diz assim: "Meu irmão, minha irmã, tuas preces mais singelas são ouvidas no espaço limitado, mas sei que às vezes choras consternado ao silêncio da força que interpelas. Volta ao teu templo interno e abandonado, a mais alta de todas as capelas, e as respostas mais lúcidas e belas hão de trazer-te alegre e deslumbrado. Ouve o teu coração em cada prece. Deus responde em ti mesmo e te esclarece. Com a força eterna da consolação, compreenderás a dor que te domina sob a linguagem pura e peregrina da voz de Deus em luz de redenção. Que a gente se permita estar com Deus hoje e em cada minutinho da nossa jornada. Boa noite.

lação, compreenderás a dor que te domina sob a linguagem pura e peregrina da voz de Deus em luz de redenção. Que a gente se permita estar com Deus hoje e em cada minutinho da nossa jornada. Boa noite. >> Agradecemos as reflexões trazidas pela nossa irmã Roberta em mais esta sessão, esta este encontro de educação. Sim, educação espírita. Já tivemos, se eu não me engano, aqui a oportunidade de comentarmos que o processo educacional ele visa promover a aprendizagem. O conhecimento é o caminho da aprendizagem, mas para que ocorra a aprendizagem é necessário que o conhecimento nos transforme. É esse um dos muitos objetivos que cada palestrante vem aqui, como a nossa irmã nos trouxe, falou de Deus, de Jesus, de sermos nós mesmos, de sermos humildes. E num contexto de o título corajoso do autor espiritual, o teu lugar na vida. Sugiro aqueles que não, que desejarem, é sempre importante, eu creio, para alguns temas, como de hoje, buscarmos novamente na internet, lá no YouTube, a palestra que nossa irmã ministrou. Mais uma vez convido a todos para encerrarmos esse nosso momento, esse nosso encontro, mentalizando a imagem de Jesus, o nosso mestre, eterno mestre, nosso guia e modelo da humanidade. Mestre querido, uma vez mais, sua voz se fez ouvir em nossos corações. e os ensinos desdobrados pelo consolador, por voz prometido, para que nós, em nossa pequenez espiritual possamos aprender melhor tão elevados conceitos. Possamos, pela facilidade que nos chegam, praticá-los, aprofundá-los, exercê-los para conosco, para com o nosso semelhante. a alegria, o conhecimento de nós mesmos como estágio em que nos encontramos, sem buscarmos desenvolver culpas, dores, sofrimentos inenarráveis, mas entendemos que estamos nos construindo em direção a algo que nos legastes para sermos perfeitos. Para sermos luz, [risadas] é necessário transformarmos a nós em cada existência, que valorizemos o que somos, ainda que motivados permanentemente à perfeição, sem desconsiderar, como foi dito hoje, o que somos e o que fizemos, por ainda

rio transformarmos a nós em cada existência, que valorizemos o que somos, ainda que motivados permanentemente à perfeição, sem desconsiderar, como foi dito hoje, o que somos e o que fizemos, por ainda sermos. estarmos no estágio em que nos encontramos. Que amanhã possamos ser melhor que hoje e depois melhor que amanhã. Que a vossa paz possa nos acompanhar até nossos lares e lá a distribuirmos com aqueles a quem compartilhamos aquele templo doméstico. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam

amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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