TEMPO CERTO - Eustáquio Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver doando amor, vibrando luz. Boa noite a todos e todas. Boa noite a todos os que nos assistem também pelas mídias da comunhão. Eh, vamos iniciar com uma leitura e depois uma prece antes de ouvirmos hoje o nosso palestrante da noite, nosso irmão Eustáquio. Eu abri aqui aleatoriamente o livrinho Gotas de Esperança de Lourival Lopes e caiu no capítulo 34. Fala sobre a oração. A oração aproxima você da fonte da vida. A prece feita com fervor liga você à fonte da energia que criou e mantém a vida. Supre você de forças novas. Defende o seu espírito, isola-o das projeções de pensamentos negativos. Faz de você uma fortaleza. Tudo depende do seu impulso amoroso. Se for honesto e forte, Deus o suprirá de tudo o que necessitar. Ore com determinação. Confie na grande usina do amor. Ela lhe responderá na medida da intensidade de sua prece. Faça-a um hábito diário. Nela agradeça sempre. Confiar na eficácia da prece é confiar em Deus. Então, seguindo essa recomendação do livrinho Gotas de Esperança, vamos fechar os nossos olhos materiais para nos conectarmos com esse ambiente preparado para receber a cada um de nós, para nos conectarmos com a espiritualidade amiga que é aqui se encontra, com os mentores desta casa, coordenados por pela equipe de Dr. Bezerra de Menezes, assim como nos conectarmos com os nossos próprios mentores individuais. E seguindo também a recomendação da leitura, vamos iniciar agradecendo, agradecendo por estarmos aqui, por termos a oportunidade de ouvirmos e aprendermos com essa doutrina que nos consola, que nos traz esperança e que nos traz a certeza de dias melhores, nos dizendo que a felicidade é relativa neste mundo, mas que a verdadeira felicidade se encontra onde nós habitamos verdadeiramente como espírito. espíritos e que lá está a nossa verdadeira morada, que possamos viver essa experiência material, certo de que aqui quando estamos amparados por toda a proteção, por todos aqueles que nos amam, que acompanham o nosso, a nossa reencarnação, desejando que nós
ossamos viver essa experiência material, certo de que aqui quando estamos amparados por toda a proteção, por todos aqueles que nos amam, que acompanham o nosso, a nossa reencarnação, desejando que nós consigamos vencer cada prova, cada desafio, cada expiação, muitas vezes programadas pelo nosso próprio espírito para que nós no tempo certo, no momento certo, possamos colher os frutos daquilo que estamos plantando. Permita, mestre Jesus, que nessa noite de hoje o nosso palestrante Eustáquio receba toda a inspiração necessária, toda a proteção necessária para que ele fale o que tantos ouvidos encarnados aqui presentes no salão, desencarnados também aqui presentes no salão. E todos aqueles que estão em suas casas, como telespectadores, necessitando de uma palavra de consolo, possam ouvir nesse momento. que nós tenhamos uma noite de muitas bênçãos e que enquanto estivermos conectados com essa palestra possamos receber o melhor que a espiritualidade tem a nos oferecer e que muitas vezes não estamos abertos para receber, que possamos nos colocar em condições de receber todas as intuições, todos os fluidos revigorantes e regenerativos nesta noite. Que assim seja. Graças a Deus e graças a a Jesus. Ostaque é uma excelente palestra para nós e vai falar hoje sobre tempo certo. Falei certo. É isso. Bom, obrigado, Patrícia. Eh, boa noite a todos, né? Tanto os que se encontram aqui nesse momento fisicamente, né? Os encarnados e desencarnados, aqueles que, porventura estejam acompanhando ao vivo pelo YouTube da Comunião Espírita de Brasília. E aqueles que ouvirão outro dia no YouTube da Comunião Espírita de Brasília, nós vamos falar sobre o tempo certo, né? Então é é um tema ousado, né? Porque tempo certo, primeiro, como nós vamos saber se é um tempo certo? Já começa por aí, né? Uma das coisas que a gente vê muito claramente na vida é que às vezes, por exemplo, a gente precisa falar com determinada pessoa. Vamos supor, alguém precisa falar com o seu chefe no trabalho, mas às vezes o chefe tem um
gente vê muito claramente na vida é que às vezes, por exemplo, a gente precisa falar com determinada pessoa. Vamos supor, alguém precisa falar com o seu chefe no trabalho, mas às vezes o chefe tem um comportamento um pouco temperamental. Então você tem que saber o momento certo de conversar, porque se você conversar no momento onde as coisas estão um pouco turbulentas, pode ser que o resultado da conversa seja diferente de um outro momento onde as coisas estão mais fluidas, assim como também na nossa casa, né? Então, às vezes, você precisa ter uma conversa com seu filho, existe um momento às vezes que aquela conversa vai fluir mais naturalmente e em outro momento a conversa vai ficar travada, ela vai ter mais barreiras. Existe determinados momentos que a gente tem que tomar determinadas decisões. E tomar aquela decisão pode impactar na nossa vida, às vezes de uma maneira muito positiva e às vezes nem tanto. Às vezes a mesma decisão tomada em um determinado momento pode ser muito boa. Em outro momento talvez nem tanto. ou talvez até seja ruim. Então, determinar o tempo certo das coisas é algo extremamente complexo, mas é algo extremamente importante. Porque na nossa vida nós tomamos decisões. Até a decisão de não fazer nada é uma decisão, né? Então, as decisões, as escolhas, elas também têm a ver com o momento, né? E o tempo nesse contexto é fundamental. Então, o que que seria o tempo? Então, na definição de tempo, pelo dicionário Oxford, tempo seria a duração relativa das coisas. Ele cria no ser humano a ideia do presente, passado e futuro. É o período contínuo no qual os eventos se sucedem. Então, duração relativa das coisas que cria no ser humano a ideia de presente, passado e futuro, período contínuo no qual os eventos se sucedem. Então, o tempo é como se fosse um veículo sobre o qual a vida acontece. E nesse veículo eu posso determinar se eu estou no presente agora, que é justamente o momento, o tempo ao qual eu posso fazer algo ou deixar de fazer o passado, né, que é o que nos
al a vida acontece. E nesse veículo eu posso determinar se eu estou no presente agora, que é justamente o momento, o tempo ao qual eu posso fazer algo ou deixar de fazer o passado, né, que é o que nos ensina, o que nós somos hoje no presente é justamente o resultado do somatório dos vários passados. que vivemos, né? O presente é o resultado do passado. O grande ponto é, ele é o resultado vivo nesse momento. Agora, quando eu volto para ele e quero voltar a viver nele, aí eu travo o presente. E o futuro é algo que na verdade não existe, né, do ponto de vista, porque o futuro é algo que nós vamos atrás dele. Ele é construído pela sucessão de presentes. Presentes esse que um dia se tornarão passado ou um momento, um segundo, um minuto, se tornarão passado. Nesse sentido é interessante porque o ser humano, desde o princípio, tentou estabelecer o tempo, né, um marco temporal para justamente poder estabelecer, organizar os eventos, a vida. E justamente o ser humano olhou para onde? Pro universo, pro céu, pra natureza, né? Porque se nós formos ver bem, os tempos todos clássicos são baseados em fenômenos da natureza, né? O que é exatamente o dia? O dia representa a rotação da Terra. A Terra gira em torno do seu próprio eixo com um tempo de 23:56 e 4 segundos, que foi arredondado para 24 horas, né? Então esse tempo não foi aleatório. Ah, por que que o dia dura 24 horas? Ele dura porque é o tempo que a Terra leva para girar em torno do seu próprio eixo, movimento de rotação. E a e a já falamos em dia, e a semana, o que que é a semana? A semana nada mais é do que cada fase da lua, que dura um pouquinho mais de 7 dias, né? Tá? Lua nova, né? Quarto crescente, lua cheia, quarto minguante, que somadas dá em torno aí de 29 dias e meio, que é o mês, né? Então, cada fase da lua, uma semana, as quatro somadas, o mês. E aí se repete novamente, né? A estação do ano, cada estação representa a proximidade ao afastamento do Sol, porque as órbitas dos planetas são elípticas, né? Como aprendemos com o
tro somadas, o mês. E aí se repete novamente, né? A estação do ano, cada estação representa a proximidade ao afastamento do Sol, porque as órbitas dos planetas são elípticas, né? Como aprendemos com o físico Johans Kepler, polonês e Johans Kepler, as óbitas são elípticas. Então, significa que há momentos em que a Terra está mais próxima do Sol, por exemplo, no verão, há momentos que ela está mais distante, né? Então, eh eh nesse sentido nós temos as quatro estações que no Brasil não são tão bem definidas, mas se a gente pegar um país, por exemplo, da Europa, vamos pegar os países da Escandinávia, a Suécia, Noruega, né, Dinamarca, são países onde as estações são extremamente bem definidas. Você claramente sabe se você tá no verão ou no inverno. A temperatura é extremamente diferente, assim como no outono, na primavera. Finalmente nós temos o ano, né, que representa a translação, que é o movimento de eh que a Terra gira em torno do Sol, que dura 365 dias, 5:48. E aí vem a explicação por do ano bisesto, porque afinal de contas sobram praticamente 6 horas por ano a mais. Aí você soma 4 anos, 6 x 4 24. Então por isso que a cada 4 anos, que é o ano das olimpíadas, o ano tem 29 de fevereiro, né? Então veja que desde os primórdios, nós como humanidade tentamos estabelecer o tempo baseado nisso, numa coisa mais natural. Tanto é que tem aqueles relógios como tem no parque da cidade Sara Cubiché, né, que você que pelo sol, né, você consegue ver mais ou menos a hora pelo sol, né? Depois, evidentemente, com a modernidade vieram os relógios e hoje em dia nem é relógio mais é celular, né, que é o nosso relógio que tem lá o número do do momento preciso e não tem mais que acertar. É uma coisa que todo mundo tem o mesmo horário pela internet. Então não dá nem para falar: "Olha, meu relógio tava atrasado". Mas como tava atrasado, se todo mundo é igual, né, já tá já tá determinado, né? Então veja, esse é então o tempo a gente entende como esse marco temporal pra gente poder definir as
gio tava atrasado". Mas como tava atrasado, se todo mundo é igual, né, já tá já tá determinado, né? Então veja, esse é então o tempo a gente entende como esse marco temporal pra gente poder definir as coisas, né? Quando quando é igual se eu marcar um encontro com alguém, né? Se eu falar assim: "Não, eh, vamos nos encontrar no dia, hoje é dia 29, se eu não me engano, né? dia 29 de maio. Eh, aí a gente tem que dar as coordenadas, né? Primeiro, aliás, o tempo é a última, né? As coordenadas, né? Por exemplo, na comunhão espírita de Brasília, no auditório Bezerra de Menezes, né? Então, eu tô dando mais ou menos as coordenadas X, Y e Z e mas eu preciso dar o tempo. Não é no que dia? Dia 29 de maio, dia 4 de junho, dia 6 de dezembro. Então eu preciso dizer o dia e a hora, né? Aí você consegue determinar para fazer para encontrar alguém, né? E lembrando que também tem a definição física de tempo, que é um pouquinho de física que eu digo assim, né? E eh que o tempo ele é também uma coordenada do espaço pela física relativista que nos trouxe Albert Einstein, né? Tanto é que vem a questão do tempo, é relativo, mas é o relativo do ponto de vista físico. Se você tá próximo buraco negro, por exemplo, onde existe uma gravidade muito intensa, o tempo se contrai, então ele passa mais lentamente, então ele não é absoluto. Assim como tem a questão filosófica que a gente fala que o tempo é relativo, já é outra coisa. Filosófica no sentido seguinte, às vezes a gente tá passando por uma situação muito ruim, às vezes se passam 5 minutos, parece que foi uma hora. E às vezes uma situação excelente é uma hora que parece que foram 5 minutos. Então, vejamos que o tempo ele ele é complicado, ele não é tão fixo e ele se aplica a muitas coisas. Agora, a grande pergunta é, né, o que que é o tal do tempo certo, né? Quer dizer, que que como assim, né, a vida, o que que a gente pode agir em relação ao tempo? Primeiro vamos dizer que o tempo é neutro, né? Porque a gente fala, não, com o tempo, a gente ouve muita frase,
dizer, que que como assim, né, a vida, o que que a gente pode agir em relação ao tempo? Primeiro vamos dizer que o tempo é neutro, né? Porque a gente fala, não, com o tempo, a gente ouve muita frase, não, com o tempo as feridas vão, né, vão cicatrizando, a gente vai amadurecendo, mas na verdade não é o tempo que provoca isso, é o que nós fazemos no tempo. O tempo é só o veículo, a estrada. Nós é que vamos amadurecendo, né? À medida que vai passando o tempo, a gente tem coisas que nos apoquentam, que não mais nos deixam tão fora de si, a gente vai amadurecendo, né? Vai fazendo menos tempestade em um copo d'água. Isso é o que deve acontecer. Agora vai de pessoa para pessoa. Tem pessoa que vive uma vida inteira e continua fazendo tempestade em copo d'água. Mas felizmente a maioria de nós vai aos poucos amadurecendo e vendo que a vida é muito mais ampla, que às vezes a gente fica muito preocupado com coisas pequenas, mas as coisas são maiores. É igual, imagina o seguinte, uma pessoa que vive a vida preocupado com alguns detalhes materiais e de repente ela tem uma enchente, destrói a casa dela inteira, aquilo que ela preocupava antes figurar o café pequeno. E a vida às vezes nos mostra isso, que às vezes a gente se preocupa demais com algumas coisas que às vezes a gente não deveria estar dando tanta importância. A gente podia viver mais levemente, né, sem estar com aquela angústia muito grande sobre tudo. E a questão e Deus, né, já que a gente falou de tanta coisa de tempo, mas e como é que é o tempo de Deus? Será que o tempo de Deus é o mesmo que o nosso? Será que para Deus passado, presente e futuro é igual para nós, né? Vamos imaginar o seguinte, né? Quer dizer, eu não tenho pretensão nenhuma de saber qual é o tempo de Deus, quem sou eu. Mas assim, vamos imaginar o seguinte, que a gente tá no alto da torre de TV aqui de Brasília, ali no no eixo monumental, a gente tá no torre no no na torre de TV. Se a gente olhar pra esquerda, a gente tá vendo a asa norte. Se a gente olhar pra frente, a
o alto da torre de TV aqui de Brasília, ali no no eixo monumental, a gente tá no torre no no na torre de TV. Se a gente olhar pra esquerda, a gente tá vendo a asa norte. Se a gente olhar pra frente, a gente tá vendo a eslanada dos ministérios. Se a gente olhar pra direita, nós estamos vendo a asa sul. Vamos imaginar que a asa norte é o passado. O eixo monumental, as planadas dos ministérios, é como se fosse o presente, onde a gente pode agir. E a asa sul seria o futuro. Quando a gente tá dentro da asa sul, a gente não consegue. A gente agora nesse momento, né, como é um espírita, se localiza na quadra 604 sul, na asa sul. Eu não tô vendo a asa norte agora, ninguém de nós, nós também não estamos vendo o eixo monumental, mas se eu estou sobre a tor na torre, eu consigo ver ao mesmo tempo asa norte, asa sul e o eixo. Ora, imaginamos que Deus talvez tenha essa visão, ou seja, ao mesmo tempo ele consegue ver passado, presente e futuro como uma coisa só. Nós não, nós não temos essa capacidade, pelo menos por enquanto. Talvez, quem sabe com várias encarnações, com evolução maior, a gente tem uma possibilidade de ter algum nível de entendimento simultâneo do que é passado, presente, futuro. No nosso entendimento, é justamente o meio, é é o é o presente que é o que nós podemos mexer, né? O passado e o futuro são passado é o resultado que nós somos agora e o futuro é o resultado que nós vamos fazer agora, né? Então seria mais ou menos isso. Mas para Deus talvez tudo faça parte um contínuo. É como se tivesse observando tudo ao mesmo tempo, né? Por isso que o nosso entendimento, ele está extremamente a quem do entendimento de Deus. Deus vê tudo de uma maneira simultânea. Nós não, nós não temos essa capacidade, essa facilidade, o que não significa que nós não podemos viver com os nossos instrumentos, as nossas ferramentas, né? E o grande problema é o seguinte: há pessoas que vivem muito presas ao passado e aí ficam com a mente fixada no que aconteceu, fixada em acontecimentos
nossos instrumentos, as nossas ferramentas, né? E o grande problema é o seguinte: há pessoas que vivem muito presas ao passado e aí ficam com a mente fixada no que aconteceu, fixada em acontecimentos pretéritos, muitas vezes que machucou muito aquela pessoa. E ela às vezes não consegue viver o presente plenamente porque ela tá presa num pensamento pretérito, que amagoa, que a chateia, que a envenena. A gente vê isso nos livros de André Luiz, né? O os livros de André Luiz, através da lavra mediúnica de Chico Xavier, falam sobre a vida no plano espiritual e lá mostra claramente que há espíritos que ficam presos ao seu passado. Até no livro Ação e Reação, que é o 10º livro da série André Luiz, cita-se aquela frase clássica que o criminoso volta ao local do crime. Seja, a pessoa que está com a mente fixada em algo passado, ela tá voltando ao local mentalmente. Então, mentalmente ela tá fixada. Inclusive lá mostra que esses espíritos formam como se fosse uma tela mental em que André Luiz e os outros escritores conseguiam ver como se fosse uma tela de uma televisão a a o pensamento fixado daquele espírito no passado. E evidentemente se tá fixado no passado, ele não consegue estar no presente. Assim como quando estamos muito fixados no futuro, a nossa ansiedade está num nível elevadíssimo, porque nós não conseguimos viver o presente, porque estamos o tempo inteiro pensando no que pode acontecer de ruim, no que de bom pode não acontecer e o nosso pensamento fica lá. E todos nós sabemos que às vezes a gente se preocupa muito com alguma coisa e aquela coisa às vezes nem acontece. Às vezes nem acontece. Às vezes a gente tá preocupado com evento, nós de repente o evento é cancelado. Aí você ficou lá dias preocupado com aquilo de uma coisa que nem aconteceu, né? É diferente preocupar de precaver-se, né? É claro que se eu tenho um desafio pela frente, eu tenho que procurar me preparar para ele. Mas não é, não é estar com pensamento intensamente comprometido com eh eh coisas negativas
precaver-se, né? É claro que se eu tenho um desafio pela frente, eu tenho que procurar me preparar para ele. Mas não é, não é estar com pensamento intensamente comprometido com eh eh coisas negativas que podem acontecer, né? É uma coisa bem diferente. Então, por isso que o presente é o nosso presente mesmo, porque é nele que nós temos condições de agir, né? Porque o passado todo se encontra no presente. É o resultado. É como se fosse uma soma. Vamos imaginar uma equação 2 + 3 + 4, começar com 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 e assim por diante. Esse é o passado. O presente é a soma disso. É o número que que representa a soma, né, desse dessa dessa equação. E o futuro é o que nós fazemos aqui, né? Então é importante nós nós prestarmos atenção dessa maneira. E e a a ansiedade ela faz parte do nosso mundo, né? Sempre fez, na verdade, né? Mas aí nesse aspecto, talvez no mundo moderno, a ansiedade certamente tem aumentado, até porque a ansiedade tem a ver com excesso de coisas, né? Hoje nós temos um mundo onde nós temos um excesso de coisas a fazer simultaneamente, né? E a questão das telas em excesso, a questão da tecnologia, evidentemente deixa o nosso cérebro mais ativo, deixa com que nós estejamos cada vez mais intensamente com a mente eh eh funcionando. Isso tem um lado bom, um lado ruim. É claro que se eu tenho mais informações, se eu tenho possibilidade de adquirir mais conhecimento, isso é bom, isso é ótimo. No entanto, se a mente tá inquieta no sentido de me trazer mal-estar, me trazer uma angústia, isso já não é nada bom, né? Uma situação simples é o seguinte, eh, vamos dizer, algumas décadas, há poucas décadas atrás, a gente marcava um encontro com uma pessoa, vamos, pô, marcar um encontro no shopping, park shopping de Brasília, aí você marcava lá, por exemplo, 2 horas da tarde, então alguém chegava, ficava sentado esperando outro chegar. Hoje em dia não, você marca, você chegou no local, a primeira coisa que você faz é pegar o celular e mandar uma mensagem: "Já tô aqui, tal lugar,
alguém chegava, ficava sentado esperando outro chegar. Hoje em dia não, você marca, você chegou no local, a primeira coisa que você faz é pegar o celular e mandar uma mensagem: "Já tô aqui, tal lugar, você tá onde?" Não que tenha problema, mas assim, isso já representa a nossa dificuldade de porque imediatamente a gente já tem essa atitude, né? De de aversão à espera, né? Aversão a qualquer coisa desconhecida do tipo, será que fulano já chegou? Será que tá onde? tá 5 minutos daqui, tá 2 minutos onde tá, né? Então isso de uma certa maneira quando somado em várias situações leva a uma ansiedade que às vezes prejudica a nossa vida. Porque o excesso de ansiedade até dá sintomas cardiovasculares. Quer dizer, a pessoa quando tá num excesso de ansiedade, ela tem às vezes o coração, a frequência cardíaca aumentada, né? né? Quer dizer, ela sente o coração um pouco mais acelerado, pode aumentar pressão, boca seca, dormência, enfim, sintomas de liberação de adrenalina em função da ansiedade. É claro que existem os casos patológicos, ou seja, doença, e esses precisam ser tratados, porque a gente não pode desmerecer a doença, né? a gente tem as ansiedades que a gente precisa requer um tratamento, um um acompanhamento multiprofissional da área de saúde, assim como existe a ansiedade que todo mundo tem. Só que a ansiedade que todo mundo tem, ela tem níveis também, né? Não necessariamente nós vamos precisar de um auxílio profissional, mas precisa pelo menos de uma do autoconhecimento, de eu identificar. Mas pera aí, eu tô ansioso demais. Por que será? Será que eu não tô conseguindo esperar por nada? eu tô excessivamente ligado à tecnologia, etc. Então, isso é são coisas importantes, porque isso compromete o aproveitamento do tempo. O aproveitamento do tempo fica muito eh comprometido quando a gente fica às vezes numa numa ansiedade extrema. É igual, por exemplo, você tá num num determinada situação em que você em um minuto tem que dar uma resposta. Alguns vão vão bem naquela situação, mas a
ente fica às vezes numa numa ansiedade extrema. É igual, por exemplo, você tá num num determinada situação em que você em um minuto tem que dar uma resposta. Alguns vão vão bem naquela situação, mas a maioria fica tão tenso que não consegue porque fica paralisado. Então a gente tem que prestar atenção nisso, né? Aí lembrando eh eh uma coisa interessante que isso daí a gente precisa fazer melhor, que é o chamado mindfulness, né? que é para você prestar atenção no que você tá fazendo. Certa vez, os discípulos de um determinado mestre eh encontraram os discípulos de Sidarta Gautama, de Buda. E nesse encontro eh esses discípulos desse outro mestre, ah, meu mestre me ensina a levitar, meu mestre me ensina a fazer isso, isso, e aquilo. Aí perguntaram pros discípulos de Buda que que ele ensinava. Ah, meu mestre me ensina a comer quando eu estou comendo, falar quando eu estou falando, dormir quando eu estou dormindo, né? Que é algo que a gente às vezes eh não faz, né? Que é você tentar se concentrar naquilo que você tá fazendo. Então, veja, nós estamos falando de uma coisa milenar, né? Buda ensinava isso pros pros discípulos deles de forma milenar. E agora nós estamos vendo uma necessidade muito grande de, de uma maneira geral, também irmos para esse lado, né, de equilibrarmos. Pera aí, deixa eu parar um pouquinho, prestar atenção no que eu tô fazendo. Isso é importante, é difícil também. Não, não, não vamos negar, porque com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, a gente tem dificuldade. É, é innegável isso, né? que a grande maioria de nós, e eu me incluo aqui perfeitamente, temos muita dificuldade com isso. No entanto, é fundamental procurarmos isso, porque é innegável que se você se concentra numa coisa específica, você vai fazer aquilo melhor. É innegável que se você se concentra num determinada coisa específica, você vai fazer aquilo melhor. Aí tem gente que fala: "Não, eu consigo fazer 10 coisas ao mesmo tempo". Será que consegue? ou acha que consegue, né? Essa aqui é a grande
m determinada coisa específica, você vai fazer aquilo melhor. Aí tem gente que fala: "Não, eu consigo fazer 10 coisas ao mesmo tempo". Será que consegue? ou acha que consegue, né? Essa aqui é a grande questão. E aí entra aquela questão do Sócrates, né, que dizia: "Só sei que nada sei". E o fato de saber que nada sei me coloca em vantagem sobre aquele que acha que sabe se eu acho que eu consigo fazer várias coisas ao mesmo tempo, talvez eu tenha que lembrar de Sócrates. Será que eu consigo mesmo fazer tanta coisa ao mesmo tempo, né? Eu preciso rever um pouquinho para não só para fazermos melhor as coisas que estamos fazendo, mas também para não termos aquela angústia extrema, aquela angústia extrema em relação ao que estamos fazendo, né? Aí nos Aí tem um detalhe, a gente falou do celular da nossa ansiedade que chega nos lugares já quer ligar. E o tal do xadrez epistolar, vocês já ouviram falar nisso? Então, o xadrez pistolar é um xadrez que a pessoa fazia um movimento, escrevia uma carta, mandava a pessoa, a pessoa analisava a carta, fazia o movimento, enviava para outra. Fazia o movimento, enviava paraa outra. Então, imagina isso hoje em dia, né? você fazer um movimento num jogo de xadrez e mandar uma carta para alguém, esperar a pessoa ver a carta, esperar ela responder, esperar a carta chegar. Talvez precisássemos disso para treinar um pouquinho, mas seria uma coisa extremamente complexa, né? Então hoje é o contrário. Você tá aqui, tem alguém que tá na Dinamarca, você faz a jogada do chadrez, da Dinamarca já faz o mesmo segundo a dela. Olha a diferença, né? Claro que se é melhor, não tem menor dúvida. Mas é só para mostrar como às vezes as pessoas tinham que exercitar a paciência, né? Olha, imagina você tá jogando xadrez, tem que mandar a carta e esperar chegar a carta para fazer o movimento seguinte, né? E uma coisa importante em relação a esse negócio do tempo certo é porque a gente quer assim, quando eu falo assim, imagina eu ten a pretensão de falar que eu sei o que é o tempo certo. Às vezes a
né? E uma coisa importante em relação a esse negócio do tempo certo é porque a gente quer assim, quando eu falo assim, imagina eu ten a pretensão de falar que eu sei o que é o tempo certo. Às vezes a gente tem, a gente quer saber o tempo certo das pessoas. Aí eu sei o que, qual que é seu tempo certo. Cada pessoa tem um tempo certo para cada coisa. Às vezes a gente amadurece muito rápido em alguma coisa e outra pessoa leva mais tempo. E às vezes até que leva mais tempo, leva mais tempo, mas tem um desempenho melhor. Ela faz uma coisa mais sustentada, assim como às vezes eu posso ser muito rápido para amadurecer uma coisa e muito lento para amadurecer em outra. Então a gente tem que entender as diferenças, porque às vezes gente fala: "Nossa, mas eu quando passo para um problema desse, eu resolvo de letra fácil. O outro já não. Mas será que não tem um problema que o outro resolve o passe e eu tenho dificuldade?" Então é isso que a gente precisa entender, as diferenças entre as pessoas. E às vezes as diferenças lugar mais difícil que a gente tem de encontrar é dentro de casa. Você não entende o filho, não entende a mãe, não entende o pai, o irmão, como ele tem o tempo dele em relação à aquilo é um tempo diferente do seu. Às vezes a gente tem dificuldade de respeitar esse tempo, né? E isso é tão eh fácil de entender que a gente vê o seguinte. Às vezes a gente vê uma pessoa hoje com determinado comportamento que nós fala: "Nossa, pulando, que maravilha, hein? O jeito que a pessoa faz isso ou aquilo". E às vezes 10 anos atrás a pessoa tinha até a versão que ela faz hoje, né? Então as coisas vão se modificando. E aí entro mais uma vez na questão, não é o tempo que modifica as pessoas, é o comportamento das pessoas no tempo que faz com que as pessoas se modifiquem, né? É o comportamento no tempo que faz que as pessoas, é igual na questão do espiritismo, às vezes existe muita brincadeira do espiritismo. Ah, eu já paguei todos os meus pecados, né? Já já paguei todos os meus pecados, já passei
o que faz que as pessoas, é igual na questão do espiritismo, às vezes existe muita brincadeira do espiritismo. Ah, eu já paguei todos os meus pecados, né? Já já paguei todos os meus pecados, já passei por tudo. Isso não existe, né? Porque o o sofrimento que vem até nós, ele também, assim como o tempo, é um instrumento, é uma ferramenta que nos convida a reflexão. Agora, eu posso passar por um sofrimento de maneira muito amarga, revoltada? Será que se eu passo por um sofrimento de maneira amarga e revoltada, eu estou crescendo? Eu estou evoluindo ou estou pagando meus pecados, como o pessoal fala? de maneira alguma, né? Agora, se em determinado sofrimento eu consigo refletir, ressignificar as coisas, aí já é outra questão. Mas não foi o sofrimento que me modificou, ele foi um instrumento, uma ferramenta que me convidou a refletir, que me convidou a repensar sobre algumas coisas. Igual tem pessoas que passam às vezes por uma doença muito grave e aquilo faz a pessoa mudar um pouco os valores que ela tem na vida, faz ela pensar diferente sobre algumas coisas que a deixavam ansiosas e agora talvez não deixem mais. Agora outros não. Podem somar a ansiedade que já tinham com mais outra. Então, não foi a doença que causou o impacto, foi a maneira com que a pessoa reagiu à doença. E outra coisa, a mesma pessoa pode inicialmente ter uma atitude muito de revolta, de amargor e passado um tempo, ela pode se tornar uma pessoa que aprendeu muito com aquela situação, porque nós não somos permanentes. A impermanência é do espírito, é do ser humano. Se tem uma coisa que nós somos, é impermanentes. Ainda bem. Imagina se a gente nascesse e fosse embora como entramos, que aprendizado teríamos, né? Então, nós não somos fixos. Há pessoas que dizem: "Ninguém muda". As pessoas continuam como estão, ninguém, não é verdade. A verdade é que sim, a mudança em geral é lenta. Ela requer uma série de elementos para que aconteça verdadeiramente. Agora, a questão do tempo é muito relativa, né? Quer dizer,
inguém, não é verdade. A verdade é que sim, a mudança em geral é lenta. Ela requer uma série de elementos para que aconteça verdadeiramente. Agora, a questão do tempo é muito relativa, né? Quer dizer, vamos imaginar a própria geologia da nossa nosso planeta Terra. Se nós formos por exemplo, a cordileira dos andes aqui entre o Chile e a Argentina, pega o Peru, etc., quer dizer, quantos anos, quantas centenas, milhares de anos, aquelas placas tectônicas atritaram entre si para formar essa cordileira belíssima de montanhas que nós temos, né? Então, eh, tem certas coisas que levam levam tempo mesmo, né? A gente não percebe, a gente não percebe, mas acontece. Quer dizer, se você fala, não, se você, se a gente tivesse o prazer de observar o início eh dessas placas tectônicas tocando, a gente ia falar: "Nossa, nunca." E hoje a gente vê a cordileira dos antes, a gente vê a diferença, né? Então, tem certas coisas que parecem que não andam, mas andam, só que a gente não tá vendo, né? É por isso que que se diz, né? Às vezes você fica marcando o que você quer, mas enquanto você marca, você não vê acontecer. É igual eu costumo falar muito aqui, acho que deve ter falado umas 50 vezes. 51, tudo bem, né? A gente se a gente olhar pro pronteiro de um relógio, ponteiro das horas, você não vê o ponteiro das horas se movimentando. Se você para de olhar e volta uma hora depois, você percebe o quê? Que o ponteiro teve um movimento de 30º. Se você vier 15 minutos, eh, 3 horas depois, você vê que o ponteiro movimentou 90º, mas se você ficar olhando o tempo inteiro, você não vê ele movimentando. Ponteiro das horas. Assim é na vida. Se você ficar marcando a vida, você não vê a vida passando, não vê a vida fluindo, evoluindo. Agora, se você deixar o resultado para lá e fizer a sua parte, a vida evolui, porque a gente não tem como marcar o resultado, né? É igual tava vendo o técnico do Flamengo, Felipe Luiz, eh, falando eh esses dias, eu não tenho como como eh eh dominar o resultado de uma partida. Eu tenho como dominar o que eu
arcar o resultado, né? É igual tava vendo o técnico do Flamengo, Felipe Luiz, eh, falando eh esses dias, eu não tenho como como eh eh dominar o resultado de uma partida. Eu tenho como dominar o que eu faço, que eu trabalho com a equipe, a equipe também. E assim, é verdade. Se uma equipe de qualquer esporte entra numa partida, ela não tem como ter certeza de que vai ganhar, que vai perder, o que que ela vai fazer. Ela pode ter certeza o seguinte, que treinou o máximo possível. ou não, para que fizesse o melhor naquele momento, mas ela não tem como controlar o resultado. E assim é na vida. Se eu, vamos supor que eu estudo bastante para fazer um concurso, eu não tenho como ter certeza que eu vou ser aprovado, mas eu tenho certeza se eu posso me preparar muito ou não, né? Então isso isso também é verdadeiro, né? Isso, isso é verdadeiro. A gente tem como tentar se preparar pra vida, mas a gente não tem como ter certeza dos resultados das coisas que nós fazemos, né? Isso aí é um fato, né? É igual também até num relacionamento. Eu posso fazer o meu melhor, que eu acho pelo menos que é o meu melhor, né? Normalmente não é, mas não significa que o resultado vai ser o que eu quero, né? Não tem como marcar o resultado, eu tenho como fazer o que eu quero. É igual eu não sei se foi Carlos Drumon de Andrade, não sei quem foi que falou esta frase. Se você quer que as pessoas gostem de você, cuide do seu jardim. É o que você pode fazer. As borboletas para você quer que as borboletas venham até você, até seu jardim, cuide do jardim, né? Mas não são todas as borboletas que vão até o seu jardim, mesmo que você cuide dele o melhor possível, né? Isso aí a gente precisa compreender. A gente precisa entender o seguinte, que mesmo jeito que a gente não é obrigado a ter afinidade com alguém, as pessoas também não são obrigadas a ter afinidade conosco, porque isso é uma coisa interessante. Quem às vezes por algum motivo não tem alguma afinidade conosco ou não nos admira, etc. Às vezes tem pessoas que já não, mas fulano, fulano
ter afinidade conosco, porque isso é uma coisa interessante. Quem às vezes por algum motivo não tem alguma afinidade conosco ou não nos admira, etc. Às vezes tem pessoas que já não, mas fulano, fulano já, já desmerece isso. Ué, mas a gente também não tem essa característica. Por que que o outro não pode ter, né? Então a gente tem que permitir o outro que tenha os direitos que nós temos, né? Isso é fundamental. Isso faz parte da boa tolerância. A humanidade, qual, qual um dos problemas maiores que nós temos na humanidade hoje mesmo? É intolerância, né? Intolerância, ela tá no mundo inteiro, intolerância religiosa levando a mortes no planeta inteiro. O Brasil, a gente, nesse aspecto, a gente ainda tem até uma vantagem que aqui posso estar enganado, mas pelo menos minha visão é é um país onde a gente tem uma tolerância religiosa maior, não 100%, mas assim, a gente vê um convívio das pessoas, um respeito maior entre pessoas de crenças diferentes. Há locais onde isso não acontece. onde existe uma animosidade extremamente grande em pessoas que pensam de maneira diferente, que t crenças diferentes, né? E aí Jesus, né, veio nos trazer uma uma grande novidade, porque Jesus veio, falou: "Eu não vim destruir a lei, mas cumpri-la". O problema é que as pessoas não entendiam a lei, então não entendiam que Jesus estava cumprindo, né? quando Jesus eh nos ensinava a tolerar as diferenças, como foi o episódio da mulher adúltera, né, que ele disse, aquele que estiver sem pecados atire a primeira pedra, né? Ou seja, né, a gente precisa aprender a tolerar melhor as pessoas que pensam diferente, até porque a humanidade está onde está. crescendo por conta das diferenças entre as pessoas. As diferenças são fundamentais para que a gente possa ter um crescimento da humanidade. É justamente porque você tem pessoas diferentes fazendo coisas diferentes que a gente cresce. Igual eu eu citei o futebol, vamos voltar para ele. Num time de futebol, é importante que eu tenha alguém que seja habilidoso
você tem pessoas diferentes fazendo coisas diferentes que a gente cresce. Igual eu eu citei o futebol, vamos voltar para ele. Num time de futebol, é importante que eu tenha alguém que seja habilidoso em armar jogadas, outro que seja habilidoso em concluir a jogada pro gol, outro que seja habilidoso em ser exímio o marcador, né? Dificilmente o goleador ele sabe marcar, né? Mas aí você junta as peças e consegue ter um time, consegue ter uma equipe. Assim é com a gente na vida. Às vezes você tem um uma equipe de trabalho onde cada um consegue às vezes ter uma habilidade maior um determinado aspecto. E quando você junta todo mundo, você tem um produto melhor. Agora, se você quer que todo mundo faça tudo igual da melhor, da da mesma maneira, eh, você tende a não ter uma equipe tão capacitada, porque você não entende que cada um tem algo melhor, né? Um grande líder é aquele que sabe identificar às vezes eh o melhor de cada um e estimular para que a pessoa desenvolva o melhor que ela tenha. Quão bom quão bom seria se cada um de nós estimulasse os nossos semelhantes a serem melhores ainda naquilo que eles já são bons. Assim como se as pessoas fizessem isso conosco, né? Então, nós precisamos evoluir nesse sentido, né, de de estimular as pessoas a crescerem mais ainda naquilo que elas são boas e a tentar aos poucos, né, ir corrigindo, ir melhor, ir melhorando naquilo que não são tão boas. Então, nessa questão do tempo certo, a gente precisa entender o seguinte. Chico Xavier quando esteve entre nós, dizia muito claramente, como Chico tinha essa facilidade de falar com os espíritos, ele dizia, qual que é a principal queixa que os espíritos têm? o tempo perdido. Então, o Chico era muito claro, ele falava, era olhar pro retrovisor da vida, ver o tempo passando e não ter feito aquilo que gostaria de ter feito. Então, é importante entendermos isso. E para encerrar, eu vou usar uma frase de Cegan, que é um físico que era um físico que tinha o dom de ser didático, de levar a física pros para
aria de ter feito. Então, é importante entendermos isso. E para encerrar, eu vou usar uma frase de Cegan, que é um físico que era um físico que tinha o dom de ser didático, de levar a física pros para nós leigos, que dizia o seguinte: "Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você". Obrigado. Maravilha. Excelente. É, meus irmãos, então nós vimos aqui que como a gente, eu tava até procurando, né, aquela parte do da da Bíblia que falava de tempo de a tempo de plantar, tempo de colher, né, tudo tem o tempo certo. E a gente às vezes fica realmente eh na nossa inquietude e impaciência querendo que as coisas aconteçam no nosso tempo, quando na verdade o tempo que a gente prevê que algo se resolva muitas vezes não é o tempo certo. Então a gente abriu no início aqui o livrinho que falava sobre a prece, né? e que a prece ela é esse esse antídoto que faz com que a gente eh se alimente enquanto esse tempo que a gente acha que deveria chegar logo não chegue, é dela que a gente se alimenta, né? Através da prece que a gente aprende a confiar, a entregar e as coisas fazendo a nossa parte, a gente vai interpretando que no tempo certo tudo se resolve, né? Antes de fazermos a nossa prece final, vamos alguns recados aqui dessa noite. Primeiro, a tradicional festa junina do nosso lar, que vai acontecer no dia 1eo de junho, domingo, das 12 às 22 horas. Entrada gratuita lá no nosso lar, no núcleo Bandeirante. Então fica o convite, quem nunca foi, essa festa existe a anos, festa tradicional em que a gente encontra e reencontra vários amigos aqui da comunhão. Participem e todo o dinheiro que é destinado nessa fé e que é eh arrecadado é destinado para as crianças que vivem lá no nosso lar e para suas necessidades. Bom, também vamos falar aqui sobre a campanha do agasalho. Então, nós, a comunhão espírita de Brasília atende nesse momento 150 famílias e todas as sextas-feiras há um atendimento específico aqui para 40
, também vamos falar aqui sobre a campanha do agasalho. Então, nós, a comunhão espírita de Brasília atende nesse momento 150 famílias e todas as sextas-feiras há um atendimento específico aqui para 40 pessoas em situação de rua na comunhão espírita de Brasília. Então, nessa época do frio, né, nós bem sabemos o quanto o frio está rigoroso. Não chegamos nem em junho ainda e em maio a gente já tem sentido as temperaturas caírem muito. Se nós, no conforto do nosso lar temos uma cama quentinha, temos uma coberta, temos onde estar um banho quentinho, imaginem os nossos irmãos que estão numa situação muitas vezes de rua, né, de viver na rua, imagina o quanto estão sofrendo. Então aqueles que puderem e quiserem podem trazer cobertores, agasalhos, agasalhos femininos, masculinos, infantis, calçados, meias, toucas, bonés, o que vocês puderem, vocês podem entregar aqui no Almoxarifado da Comunhão Espírita de Brasília de aos sábados e às quartas-feiras, das 7 às 5:30 da tarde, às 17:30 e nos demais dias, de 7 às 19, ou pode entregar diretamente ali na portaria da comunhão que eles recebem e entregam aqui para a campanha do agasalho. E por fim, eh, relembrar que nós temos um novo horário de passe presencial aqui na comunhão, que é todas as quartas-feiras, agora também o passe presencial, direto ali nas cabines de passe de 12:30 às 2 da tarde. Então, se ao longo do dia, nesse horário do almoço, você quiser assistir uma palestra e também tomar o passe presencialmente as quartas-feiras agora você pode fazer isso. Então, dados esses recados, vamos mais uma vez fecharmos os nossos olhos, sentarmos confortavelmente e nesse momento com os corações alimentados, com a nossa alma abastecida de boas energias, de boas intuições, de boas reflexões que fizemos sobre o que estamos fazendo com o tempo que ainda temos, o que estamos fazendo com o tempo que nos foi destinado aqui para este aprendizado nessa viagem tão passageira que é a vida na terra. Vamos agradecer em primeiro lugar sempre. Eu
empo que ainda temos, o que estamos fazendo com o tempo que nos foi destinado aqui para este aprendizado nessa viagem tão passageira que é a vida na terra. Vamos agradecer em primeiro lugar sempre. Eu sempre começo as nossas preces aqui na comunhão e individualmente também agradecendo, porque certamente se formos olhar os problemas que temos e a quantidade de bênçãos, de consolos, de conforto, de apoio, de auxílio que a espiritualidade nos dá, é uma equação quase que desproporcional. Então, nós precisamos agradecer o muito que nos é dado e pedir, como eternos pedintes que somos, que a espiritualidade nos conceda sempre o dom de recomeçar, nos conceda sempre o dom de esperançar, de termos esperança sempre no amanhã, sabendo que, assim como nos foi ensinado por essa doutrina, que tudo passa, que todos os momentos difíceis, que todos os problemas, que todos os desafios passarão e com o tempo entenderemos que cada um deles nos foi necessário para o aprendizado. Poderíamos ter aprendido de diversas outras formas, mas ainda a dor que nos visita, a enfermidade, os contratempos, as dificuldades, são grandes aprendizados que temos a oportunidade de nos depararmos na vida para que possamos refletir sobre nossas posturas, nossos pensamentos, nossos sentimentos. Então, pedimos a Deus, a espiritualidade amiga, ao nosso amado Mestre Jesus, que nos guie, que guie nossos passos, que nos oriente e que, principalmente, nos mantenha sempre alertos, atentos e vigilantes para que possamos aprender quando quando é tempo de aprender, que possamos amar em todos os tempos, em todos os momentos, a nós mesmos em primeiro lugar, para que sejamos capazes também de amar o próximo, como nos ensinou Jesus. Amai-vos uns aos outros e amai ao próximo como a si mesmo. E assim, Mestre Jesus, finalizamos esse momento te agradecendo por mais essa oportunidade, entregando mais uma vez as nossas vidas nas tuas mãos. Seja feita sempre a tua vontade. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Aqueles que permanecerão
agradecendo por mais essa oportunidade, entregando mais uma vez as nossas vidas nas tuas mãos. Seja feita sempre a tua vontade. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Aqueles que permanecerão para o passe, permaneçam em silêncio, em oração, em prece, colocando as suas, os seus pedidos, os seus anseios nas mãos daqueles que tudo vem, tudo sabem e que mais podem nos ajudar. Boa, uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa
a que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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