TEMA LIVRE - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
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Comunhão espírita de Brasília. Olá, meus queridos irmãos e irmãs. Boa noite a todos que se encontram aqui hoje no nosso salão da comunhão espírita de Brasília. E em tempo cumprimento também aqueles que estão nos seus lares ou em outros locais nos assistindo pelas mídias da comunhão ou que assistirão no futuro essa palestra. Que a presença do Mestre Jesus se faça muito sentida entre nós durante esses momentos de estudo, de oração, de reflexão que teremos a partir de agora. Vamos iniciar como de prae uma prece com uma prece e depois vamos à temática da noite de hoje que é cicatrizes da alma. Então eu convido todos a fecharem os seus olhos materiais, a sentarem-se confortavelmente, a respirarem com leveza e tranquilidade, inspirando toda proteção, todo o amparo, todo o auxílio que a espiritualidade sempre nos dá, em especial quando nós elevamos os nossos pensamentos, as nossas vibrações e nos conectamos Estamos com mais alto. E nesse momento de profunda conexão, vamos pedir, vamos solicitar que os nossos mentores espirituais, que os mentores dessas desta casa nos assistam naquilo que mais estamos necessitando nesse dia de hoje. E eles que sabem muito melhor do que nós, dos nossos anseios, das nossas dificuldades, dos nossos desafios nesta vida material, que conhecem o nosso passado, que sabem a previsão do nosso planejamento reencarnatório para o futuro, que possam nos amparar, dando-nos força, coragem, serenidade para vencer quaisquer dificuldades. perto de que nós estamos aqui, não ao acaso de que fomos trazidos aqui intuitivamente para que pudéssemos a partir dessa temática da noite de hoje, cicatrizes da alma, refletir sobre nós mesmos, sobre as nossas condutas, sobre as nossas ações e as nossas cicatrizes, as nossas dores mais profundas, aquelas que só nós conhecemos, ou até mesmo aquela aquelas que nem temos a consciência de que existem dentro de nós. Ampara-nos, Mestre Jesus. Ampara-nos, Pai de infinita bondade e misericórdia. Ampara-nos, nosso mentor espiritual.
ou até mesmo aquela aquelas que nem temos a consciência de que existem dentro de nós. Ampara-nos, Mestre Jesus. Ampara-nos, Pai de infinita bondade e misericórdia. Ampara-nos, nosso mentor espiritual. Que nós possamos sair daqui mais leves, curados, inclusive de algumas dores da alma e do corpo. E que nós possamos levar em nossos corações a gratidão de aqui termos estado. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Muito bem, meus queridos irmãos. Então, vamos falar sobre cicatrizes da alma. Nós sabemos que quando falamos da palavra cicatriz eh nos remete a algo que ocorreu e que deixou uma marca. Nem sempre essa marca é uma marca só no corpo físico. Quisera fosse, porque se ela fosse apenas uma marca no corpo físico, nós faríamos uma plástica e resolveríamos o problema. Às vezes, essas marcas estão no âmbito muito mais profundo do nosso ser. Às vezes são dores que estão que remetem a questões emocionais, a situações que ocorreram em nosso passado ou que ocorrem inclusive em nosso presente. Então, quando nós falamos dessas marcas emocionais, dessas marcas psicológicas, dessas feridas que deixaram, que acabaram deixando cicatrizes, nós estamos falando às vezes de traumas, de situações muito mais complexas de serem esquecidas. Então, essas eh cicatrizes elas acabam por influenciar muitas vezes os nossos comportamentos, as nossas relações com o próximo, a relação que nós temos com o mundo, com a com o nosso trabalho, com o nosso ambiente familiar, com os nossos amigos. Essa relação muitas vezes ela é pautada não só na esperança daquilo que nós acreditamos ou que nós temos, dos valores que nós temos, mas também das cicatrizes que nós guardamos no íntimo de nossa alma. Então, muitas vezes, experiências eh que são oriundas de processos dolorosos ou processos quer ser quer seja de superação ou de traumas, eh nos remetem muitas vezes a situações que são eh reiteradas, que são permanentes na nossa vida. Às vezes a gente sofre algo lá na infância e a gente carrega essa marca de
de superação ou de traumas, eh nos remetem muitas vezes a situações que são eh reiteradas, que são permanentes na nossa vida. Às vezes a gente sofre algo lá na infância e a gente carrega essa marca de algo que foi dito, de algo que foi sentido pela nossa criança, né, que a gente chama nossa criança ferida. Hoje nós estamos aqui, temos algumas crianças na plateia, mas hoje estamos aqui como adultos e muitas vezes não temos a consciência de que ficaram as feridas, as marcas nessa criança, que ouviu frases às vezes que a desencorajar, outras vezes frases que a inibiram, que toliram a sua criatividade, o seu perfil de desenvolvimento. Quando nós aqui chegamos na Terra, nós chegamos sempre com propósito de evolução, de crescimento. Ninguém vem para cá para evoluir, para retroagir. Não existe isso. Todos nós que estamos aqui reencarnados, houve uma permissão da espiritualidade e um trabalho às vezes minucioso, uma arquitetura divina que trabalhou no nosso planejamento reencarnatório. unindo o nosso mentor espiritual, que foi aquele ser que por misericórdia, por amor a nós, mas também com uma missão de aprendizado próprio, ele assumiu a missão de nos eh tutelar nessa vinda material. Então, ninguém se vinculou à matéria sem que houvesse esse ser que disse: "Ah, ela está voltando, ele está voltando. Eu posso, eu quero, eu gostaria de tutelar esse espírito." Todos nós que estamos aqui temos pelo menos alguém que se responsabiliza por nós do outro lado da vida. Isso é muito grandioso, porque quando a gente pensa dessa forma, a gente sabe que a responsabilidade da nossa evolução está nas nossas mãos, mas muitas vezes o nosso sucesso, nosso êxito nesse planejamento que nós fizemos lá atrás conscientemente ou, né, dependendo do nosso nível de consciência e de evolução, nós participamos desse planejamento reencarnatório. Outras vezes nós não tínhamos ainda essa maturidade, essa condição, mas alguém por misericórdia se responsabilizou em assinar esse plano, esse planejamento de retorno por nós. E hoje nós estamos aqui
Outras vezes nós não tínhamos ainda essa maturidade, essa condição, mas alguém por misericórdia se responsabilizou em assinar esse plano, esse planejamento de retorno por nós. E hoje nós estamos aqui assumindo um papel de quem saia, né, quem tinha consciência de que apesar de todo aquele histórico passado, apesar de toda a nossa eh convicção, os nossos valores anteriores, nós nos comprometemos nesta encarnação a fazer diferente, a fazer melhor. Nós somos seres que na convivência uns com os outros vamos aperfeiçoando o nosso próprio ser. E é por isso que para evoluir nós precisamos estar entre os nossos pares. Ninguém evolui sozinho, ninguém se afasta eh conscientemente, voluntariamente da convivência com os outros e assim consegue evoluir. É o contrário. Se eu estou totalmente isolada, eu não tenho como saber se aqueles valores, se aquelas eh aquelas aqueles atributos, aquilo que eu preciso melhorar se eu alcancei ou não. Eu só sai, só sei disso quando eu estou passando muitas vezes pelas provas da vida, pelos desafios da vida, que são proporcionados justamente pela convivência com o próximo. É nessa convivência que é esta convivência, melhor dizendo, que traz à tona essas cicatrizes que estão ocultas. Quando alguém diz algo, remete muitas vezes consciente ou inconscientemente algo que eu já vivi e aciona muitas vezes gatilhos, lembranças que podem ser conscientes, como eu disse, ou podem ser profundas, tão profundas que eu não consigo encontrar a sua origem às vezes nem nessa vida material. Mas se é uma cicatriz, remete a uma dor e às vezes é uma dor ainda não curada. Hoje nós vivemos numa sociedade que é muito imagética. Você entra nas redes sociais e você vê, por exemplo, os perfis das pessoas sempre postando coisas que são aparentemente felizes, exitosas, né, de demonstrações de sucesso. Ninguém vai postar nas redes sociais os seus fracassos, os seus tropeços, as suas angústias. Ninguém faz isso. As pessoas postam aquilo que aconteceu ou que nem aconteceu, às vezes aquilo que
sucesso. Ninguém vai postar nas redes sociais os seus fracassos, os seus tropeços, as suas angústias. Ninguém faz isso. As pessoas postam aquilo que aconteceu ou que nem aconteceu, às vezes aquilo que elas gostariam que acontecesse de melhor. Cria-se uma imagem, por isso que é chamado de um perfil, né? é uma imagem, um desejo daquilo que eu gostaria de ser ou a imagem que eu tenho de mim mesma, mas não necessariamente é a forma como eu sou, ou não necessariamente é a forma como os outros me vem, mas é a forma como eu gostaria de ser vista. Nessa necessidade de ser vista de uma determinada maneira, nós estamos caminhando no mundo onde essa comunicação virtual, ela acaba sendo parte da maioria das vidas de todos nós, né? As crianças muito cedo já tm suas redes sociais. Os senhores e as senhoras já de muita idade também já estão nas redes sociais e todos convivem nesse mundo. E eu dou esse exemplo do virtual porque cada vez ele tá mais inserido numa perspectiva emocional. As pessoas confundem esse mundo, essa realidade virtual da realidade eh real, né? Então essa realidade virtual muitas vezes ela remete a dores que eu não percebo que eu as tenho, mas que por uma ausência de uma curtida, de um like, de um compartilhamento, as pessoas começam a demonstrar muitas vezes as suas inseguranças, a sua falta de autoconfiança, a sua carência emocional, que são cicatrizes que estão ali presentes nessa alma e que muitas vezes não são sentidas ou que conseguem ser ocultadas e abafadas na convivência real. Então, meus queridos, essa necessidade de uma mostrar uma imagem faz com que pessoas, por exemplo, eu posso alterar meu corpo físico, né? Eu posso fazer cirurgias, eu posso fazer procedimentos estéticos e eu posso demonstrar uma imagem, como eu disse, que não necessariamente é o que eu sou. Mas quando nós estamos falando de espíritos, quando nós estamos falando de evolução espiritual, não há como camuflarmos a energia que é emanada através da nossa aparência espiritual. Quando um espírito se aproxima de nós, e
falando de espíritos, quando nós estamos falando de evolução espiritual, não há como camuflarmos a energia que é emanada através da nossa aparência espiritual. Quando um espírito se aproxima de nós, e aí eu me refiro a um espírito encarnado ou um espírito desencarnado, né? Quando um espírito se aproxima de nós, ele traz consigo uma uma vibração, uma eh ele passa, ele transmite algum tipo de vibração boa, ruim, seja o que for. Nós somos seres que conseguimos todos os dias conviver uns com os outros e conseguimos, ainda que não tenhamos total consciência disso, captar essa vibração. Há pessoas que só de estarem num ambiente, só de chegarem perto, só de dizerem um bom dia, elas acalmam o ambiente, elas transmitem paz, às vezes não dizem nada, mas o seu olhar é um olhar que transmite paz, que transmite serenidade. E há pessoas, ao contrário, que só de estarem no ambiente, só de se aproximarem, ela transmitem muitas vezes uma inquietação, um desconforto para aquele ambiente. Significa que todos nós somos, estamos como se fôssemos peixes, né, num mesmo aquário, mas cada um transmitindo a sua vibração que é única. Essa vibração da alma é como se fosse a nossa identidade, a nossa digital. Assim como no corpo físico, cada um tem a sua digital, a alma ela, através das experiências vividas, através de toda a minha história pretérita, ela ela faz com que nós tenhamos também uma digital espiritual, que é a nossa vibração, que ela eh vai oscilar de acordo com a nossa evolução. Quanto mais os espíritos são evoluídos, menos vão transmitir sensações ou vibrações desagradáveis. Se espíritos mais iluminados se aproximam de nós, com certeza nós sentiremos a vibração em todo o corpo da de uma presença. Alguns vão conseguir sentir o que eles transmitem através do olfato, né? Alguns têm essa mediunidade, né, olfativa mais aguçada. Outros vão ouvir algo que eles comunicam, outros vão apenas sentir intuitivamente a sua presença. E da mesma forma essa digital espiritual também vai ser sentida se um
dade, né, olfativa mais aguçada. Outros vão ouvir algo que eles comunicam, outros vão apenas sentir intuitivamente a sua presença. E da mesma forma essa digital espiritual também vai ser sentida se um espírito de uma vibração menor, uma vibração eh eh de um espírito que ainda não está embuído da bondade, se ele se aproximar de nós, nós também sentiremos, também teremos essa percepção do ambiente. Mas se nós todos estamos numa caminhada, como eu disse, peixes no mesmo aquário, eh, nós, sem dúvida, queremos transmitir essa vibração cada vez melhor. Cada vez onde nós estivermos, queremos ser fruto de serenidade, de apaziguamento para o ambiente e não de discórdia. Mas como nós conseguimos isso? Não é a minha presença física que será agradável ou desagradável e que vai transmitir isso. É a minha presença espiritual. Se eu não cuidar dessas dores da minha alma, dessas cicatrizes, onde eu chegar, demore pouco ou muito tempo, eu vou começar a transbordar essas dores que estão lá no íntimo da minha alma. Se eu sou uma pessoa belicosa, muitas vezes quando eu era criança, eu não fui compreendida, não fui ouvida, não fui valorizada. E eu cresço com a sensação de que o mundo não me percebe, o mundo não me aceita do jeito que eu sou, o mundo e eu transfiro muitas vezes essas dores que foram sentidas pela minha criança para as outras pessoas, como se elas estivessem tendo os mesmos comportamentos daquelas pessoas que lá no início me fizeram sofrer. Assim como se eu eh tiver dores que perpassam eh traição. E quando a gente fala de traição, a gente não tá falando só da traição eh conjugal, mas a gente tá falando de traição, de confiança. Quando eu confio em alguém, numa amizade ou em alguém, e essa pessoa trai a minha confiança. Então, essas dores vão nos acompanhar. E se nós formos olhar eh os conselhos que o evangelho nos traz, né, o evangelho do Cristo e que são repetidos e reforçados pelo Evangelho Segundo o Espiritismo, eles nunca falam para que nós foquemos no fato, na dor, mas que nós possamos
que o evangelho nos traz, né, o evangelho do Cristo e que são repetidos e reforçados pelo Evangelho Segundo o Espiritismo, eles nunca falam para que nós foquemos no fato, na dor, mas que nós possamos superar esse fato e que nós foquemos sempre no que ele quer nos ensinar, na superação. Todos aquelas pessoas que vieram aqui à terra com o objetivo de fazer essa mudança, transformação da sociedade onde elas estiveram, elas passaram por dores. E se elas tivessem apenas atentas às suas cicatrizes, elas não teriam evoluído. Já pensou se Chico Xavier estivesse focado na sua fase adulta, nas cicatrizes que certamente ficaram, talvez no seu corpo físico, né? Não sei, mas certamente teriam ficado na sua alma, se ele assim o permitisse, das garfadas na barriguinha que ele levava aos 5 anos de idade, quando estava quando a sua mãe havia falecido, o seu pai havia tido que distribuir, né, os seus filhos entre algumas pessoas diversas da família. E ele morando na casa daquela madrinha, ele recebia então essas, lembram-se das histórias do Chico? Que ela espetava o garfo na barriga dele? Se essas cicatrizes tivessem ficado na sua fase adulta, ele seria uma pessoa certamente que ao invés de deixar a obra, o legado que deixou, estaria achando que todas as pessoas seriam cruéis ou as pessoas agiriam da mesma forma que ela agiu. Então, todas as vezes que nós temos algo que nos impede de seguir adiante, algo que nos impede de superar, é porque nós estamos focando muito mais no ato, na cicatriz, do que no que ela nos eh trouxe de aprendizado ou de possibilidade de crescimento. Tudo que nós vivemos no passado, tudo 100% compõe o que nós somos hoje. as coisas boas e as coisas ruins. Mas todas as situações que nós vivemos nessa vida, em outras vidas, elas trouxeram a oportunidade de nós seguirmos por algum caminho. Essa escolha é sempre nossa. Eu posso escolher através do que eu vivi permanecer estático naquela dor. Eu posso escolher através do que eu vivi esquecer aquela dor. Eu posso escolher através do que eu
Essa escolha é sempre nossa. Eu posso escolher através do que eu vivi permanecer estático naquela dor. Eu posso escolher através do que eu vivi esquecer aquela dor. Eu posso escolher através do que eu vivi fingir que eu não tive aquela dor, mas saber que ela está ali em algum canto, às vezes debaixo do tapete e que alguma situação que alguém disser ou alguém fizer vai acabar me remetendo aquilo porque eu não estou completamente curada, porque vai voltar aquela dor, porque vai tocar o dedo naquela mesma ferida. Ou eu posso olhar para o que foi que aconteceu e o que eu posso tirar, extrair dessa situação, nem que passe muito tempo, nem que essa cicatriz esteja quase esquecida. Mas se nós olharmos para as dores, as maiores dores, as maiores cicatrizes da alma que nós temos, com certeza nós encontraremos grandes oportunidades e possibilidades de termos evoluído. Às vezes é na dor que nós acabamos sendo chacoalhados, porque quando tá tudo tranquilo na nossa vida, está tudo bem, eu sempre repito que muitas vezes nós nem lembramos de agradecer, achamos que tá tudo bem, porque tem que estar e a gente nem lembra de agradecer. A gente nem faz ideia de quantas vezes a gente sai de casa, pega o carro, vai dirigir e a gente acaba sendo intuído a desviar por aquele caminho ou intuído a desacelerar ou a acelerar. E muitas vezes ali estaria alguma situação de perigo, a qual nós nem chegamos a enfrentar, porque houve através da providência divina um desvio, um livramento daquilo que aconteceria e que acabou não acontecendo. Todas as vezes que a gente sai da nossa casa, a gente tá propenso a acontecer uma série de coisas e que às vezes não acontecem porque nós estamos ali protegidos, porque não é o momento, porque nós estamos às vezes dentro cumprindo as nossas tarefas, as nossas missões desse planejamento reencarnatório que eu falei lá no início. E e nós chegamos ao fim de um dia sendo muitas vezes protegidos e amparados para que muitas situações deixassem, né, tenham deixado de acontecer e nós não nos lembramos de
o que eu falei lá no início. E e nós chegamos ao fim de um dia sendo muitas vezes protegidos e amparados para que muitas situações deixassem, né, tenham deixado de acontecer e nós não nos lembramos de agradecer. Mas quando a dor nos visita, quando aquela situação remete a uma dor lá da alma, aí nós lembramos de pedir. Aí nós lembramos de pedir, de rogar que a situação seja resolvida, que nós sejamos amparados, que saiam, né, de de nós todos aqueles sentimentos ruins que nós estamos sentindo ou de baixa vibração. Essas cicatrizes, muitas vezes elas são eh impactos eh emocionais que precisam em algum momento passar por um processo de cura. E revisitar muitas vezes ou reconhecer essa dor é o que nos eh dá a chance de modificar. Então, muitas vezes, essas situações que nós estamos passando hoje na nossa vida, por exemplo, ah, eu tive um desentendimento exatamente no dia de hoje, só que eu estou profundamente magoada, profundamente chateada com esse desentendimento que aconteceu com essa pessoa. E eu estou com dificuldade de conviver ou até mesmo de perdoar essa pessoa. E aí quando eu vou olhar, se eu tivesse, se eu conseguisse olhar de uma forma afastada da situação, talvez o que me magoou não foi exatamente a situação que ocorreu comigo e com essa pessoa. Mas talvez o que eu senti de maior dor é porque essa situação que ela é só uma pontinha lá do iceberg, ela tá trazendo uma lembrança, ainda que inconsciente, talvez, de situações que eu já vivi. Se eu estiver vivendo situações ao longo da minha vida que se assemelham, por exemplo, a pessoas que não importa quanto ganhem, sempre estão numa situação de endividamento ou que o dinheiro não não eh acaba não fluindo, acaba não tendo. Então, às vezes aquela pessoa tem aquela dificuldade de enfrentamento. Ela às vezes culpa a vida, má sorte, o emprego, o trabalho, mas nós não sabemos se muitas vezes a escassez de hoje tá relacionada a alguma eh utilidade indevida daquele excesso de ontem, né? Às vezes a escassez de hoje ela
ida, má sorte, o emprego, o trabalho, mas nós não sabemos se muitas vezes a escassez de hoje tá relacionada a alguma eh utilidade indevida daquele excesso de ontem, né? Às vezes a escassez de hoje ela demonstra a o excesso de ontem mal utilizado. Então o que nós estamos vivendo hoje ou outra pessoa, ah, eu tenho problemas desde que eu me entendo por criança ou por gente aqui na terra na área ou no campo da saúde. Eu nasci com uma saúde frágil, né? Eu nasci com uma situação que reiterada às vezes eu estou tendo que procurar médicos, a medicina terrena. Mas o que será que essas situações estão querendo me mostrar ou me ensinar? O que que tá por trás dessa cicatriz que aparentemente ela é da vida atual? O Evangelho segundo o Espiritismo nos traz essas experiências situadas em dois campos. Essas mazelas pelas quais nós vivemos, esses desafios, essas dores presentes, elas ou estão relacionadas, segundo o evangelho, segundo o espiritismo, à vida atual, ou eu encontro a razão, as raízes desses infortúnios que eu passo nesta encarnação, ou se eu busco aqui, não consigo encontrar, talvez a origem deles não esteja aqui, esteja em vidas passadas. E se estiver em vidas passadas e eu não me recordo mais, qual é a saída? Eu vou ter que conviver com aquilo porque eu não me lembro mais. Então como é que eu vou corrigir algo que eu nem sei do do que que foi que aconteceu? Não. Se a situação está lá em vidas passadas, com certeza é um há um reflexo nesta vida atual que faz com que essas situações se repitam. Toda vez que eu passo por situações repetidas em algum campo, eu citei aqui dois, né? No campo da saúde, no campo das finanças, poderia ser no campo das relações interpessoais. Eu tenho dificuldade de ser aceita, eu tenho dificuldade de ser ouvida, eu sempre sofro com muitas invejas. Eh, eu não consigo me fazer entender pelas pessoas. as pessoas me acham agressivo. Qualquer que seja o campo onde você ouve ou onde as pessoas já sinalizaram a mesma coisa, ali merece um ponto da nossa atenção.
consigo me fazer entender pelas pessoas. as pessoas me acham agressivo. Qualquer que seja o campo onde você ouve ou onde as pessoas já sinalizaram a mesma coisa, ali merece um ponto da nossa atenção. ali merece que nós paremos, observemos, ainda que não nos lembremos quais são as as situações pretéritas, mas a raiz daquela situação que eu estou vivendo aqui, a origem daquela situação pode estar relacionado a vidas passadas. E é por isso que o autoconhecimento, é por isso que olhar para dentro de nós e reconhecermos quem somos é fundamental. Autoobservar-se é uma saída eh importantíssima para que nós curemos essas dores da alma. Quando a gente vai meditar, por exemplo, né, aqueles que têm já o hábito da meditação, outros não têm, mas eh para quem inicia parece muito difícil ou para quem nunca meditou parece muito difícil porque tem-se a impressão de que eu preciso para meditar esvaziar minha mente. Isso a gente não vai conseguir nunca, porque a mente jamais estará 100% vazia. Mas quando eu me sento, eu posso estar em qualquer lugar, eu posso estar até eh em um no trabalho ou em qualquer circunstância. E se eu coloco o foco, eu centro aquele foco em algo, né? Geralmente na meditação eh a gente aprende que é na nossa respiração, por exemplo, eu coloco toda a minha atenção, eu volto toda a minha atenção para um único foco. Se eu centrar na minha respiração, começo a respirar e aí tem várias técnicas, né? algumas eh repetindo alguns mantras ou meditações a eh guiadas ou simplesmente focar na própria respiração. Mas se eu fizer 3, 4 minutos, se nós pudéssemos, não faremos isso. Mas se nós pudéssemos parar e fazer isso aqui, nós veríamos que emergeriam uma série de pensamentos, começariam a vir como se fosse uma um vagão que vai passando, como se você tivesse observando um trem que vai passando na sua frente. Essa sujeira da alma que vai emergindo são os pontos muitas vezes de atenção que a gente tem que ter. Muitas vezes observando esses pontos, a gente encontra cicatrizes que não estão
ndo na sua frente. Essa sujeira da alma que vai emergindo são os pontos muitas vezes de atenção que a gente tem que ter. Muitas vezes observando esses pontos, a gente encontra cicatrizes que não estão curadas. Muitas vezes quando a gente faz esse exercício de parar, dedicar um tempo a nós mesmos, isso é autoamor, é autocuidado. Quando Jesus nos recomendou que nós amássemos o próximo como a nós mesmos, a ação primeira é de amar-se para depois amar o outro da mesma forma que você se ama. amar o próximo como a si mesmo. Isso só é possível quando eu dedico um tempo dessa vida tão corrida, dessa vida tão agitada que nós levamos para me autocuidar. Eu só consigo enxergar aquilo que não é palpável, não é visível aos meus olhos nus o que está lá na minha alma, lá dentro dos meus sentimentos. dos meus pensamentos mais íntimos, que às vezes eu nem tenho tempo de observar quando eu faço esse exercício de parar. Não necessariamente com a meditação. Eu dei um exemplo da meditação, mas quem a pratica sabe que ela se torna um hábito de autoconhecimento muito grande. A partir do momento que você vai parando uns minutos para se olhar, para olhar o que vem à tona, cada vez que vem um pensamento e que você o acolhe, olha para ele e deixa ele ir, como se fosse, como eu disse, vagões de um trem que vão passando na sua frente, você não se retém. Por exemplo, se você tiver passando por alguma situação financeira e você for sentar para meditar, provavelmente vão vir aqueles pensamentos: "Ai, meu Deus, e aquela conta que eu tenho para pagar?" Nossa, e da onde que eu vou tirar dinheiro? Aquilo está sinalizando que tem alguma coisa por trás que precisa ser resolvida. Não é o fato em si, não é a cicatriz em si, porque essa cicatriz ela é passageira. Inclusive, quando a gente fala cicatriz da alma, o melhor termo seria a cicatriz na alma, porque ela vai passar, ela não é inerente da alma, né? Eh, eu me lembro que quando eu era criança, né? Eu eu uma vez na na escola que eu estudava tinha um alambrado,
or termo seria a cicatriz na alma, porque ela vai passar, ela não é inerente da alma, né? Eh, eu me lembro que quando eu era criança, né? Eu eu uma vez na na escola que eu estudava tinha um alambrado, aqueles alambrados de tipo um ferro, né, que são um alambrado enfim. E a gente ficava, era bem pequena e tinha um pipoqueiro que vendia pipoca do outro lado do alambrado. A gente, por ser pequeno demais, não tinha autorização para sair da escola. Então, a gente comprava a pipoca pelo alambrado. Você passava o dinheiro ali, ele eh passava a pipoca por cima e a gente escalava um pouquinho para pegar, né? E eu me lembro que numa dessas escaladas, uma vez eu a mão bateu num numa ponta de eh ferrinho, né, que tava solta e quando eu desci desceu puxando tudo, né? E aí eu rasguei a palma da mão. Então sangrou para caramba. E na época minha mão era pequena, eu era uma criança, ficou uma cicatriz gigante. Ficou lá muito tempo, muito tempo. E hoje eu olho pras minhas mãos e eu procuro essa cicatriz e eu não acho mais, porque a minha mão cresceu e não tem mais, né? Eu tenho um resquício dessa cicatriz aqui, mas eu não lembro mais, né? Às vezes eu tô contando para vocês, daí eu, né, lembrei, mas eu nem lembro mais que essa cicatriz tá ali. E muitas vezes é o que acontece com as nossas dores da alma. Nós vamos crescendo, vamos aprendendo a lidar com as situações de diversas formas, vamos encontrando mecanismos e estratégias para driblarmos o que dói sem olhar pro que dói. Então, a gente vai passando por situações às vezes que a gente guarda da convivência com o pai, da convivência com a mãe, que quando a gente era muito pequeno doeu muito, mas como a gente cresceu, a sensação é que a dor diminuiu ou que a gente encontrou estratégias de lidar com ela. Mas se ela não estiver curada, podem ter certeza que o que outra pessoa disser para você, que remeta aquilo que você ouviu ou aquilo que você sentiu, essa dor volta. É como se eu olhasse paraa minha mão e a cicatriz reaparecesse. É como se eu olhasse paraa minha mão e
soa disser para você, que remeta aquilo que você ouviu ou aquilo que você sentiu, essa dor volta. É como se eu olhasse paraa minha mão e a cicatriz reaparecesse. É como se eu olhasse paraa minha mão e ela ainda estivesse ali. E é isso que a gente faz. a gente apaga como se a gente não quisesse ver, não quisesse olhar. também no Evangelho Segundo o Espiritismo, quando o Santo Agostinho nos recomenda que nós façamos diariamente uma reflexão sobre aquele dia que passou e que nós perguntemos se naquele dia nós ferimos alguém, nós dissemos algo que poderia não ter sido, não ter sido dito ou que poderia ter sido dito de outra forma. Se nós fizemos algo que prejudicou alguém, então se todo dia nós fizéssemos esse exercício recomendado por Santo Agostinho, nós com certeza amanhã repensaríamos se tivéssemos que dizer a mesma coisa que dissemos ontem. Repensaríamos se a forma como vamos dizer deveria ou não ser a mesma que dissemos ontem. Mas como a gente não faz essa reflexão, às vezes a gente passa dia após dia, mês após mês, ano após ano, dizendo as mesmas coisas da mesma forma, tendo os mesmos resultados e querendo que as coisas mudem nas nossas vidas. Não há como nós obtermos resultados diferentes fazendo a mesma coisa. Se nós estamos sempre fazendo as mesmas coisas, dizendo as mesmas coisas, tratando as pessoas do mesmo jeito, convivendo com as pessoas com a mesma da mesma forma, nós vamos receber exatamente aquilo que nós estamos dando. Por que que com o meu irmão X eu me dou tão bem? É tão fácil, é tão prazeroso estar com ele e com meu irmão Y é tão difícil. Talvez porque se eu observar no que compete a mim, porque o que compete ao outro, o nome já diz, né? É responsabilidade do outro. Como disse Emanuel Chico Xavier, o que você fizer é responsabilidade sua. O que o outro fizer com você é responsabilidade dele. Mas no que compete a mim, como é que eu trato o meu irmão X e como é que eu trato o meu irmão Y? Se a gente olhar com essa frieza, a gente vai perceber que eu estou
r com você é responsabilidade dele. Mas no que compete a mim, como é que eu trato o meu irmão X e como é que eu trato o meu irmão Y? Se a gente olhar com essa frieza, a gente vai perceber que eu estou recebendo muito carinho, muito amor, muita compreensão, muita tolerância do meu irmão X, porque com ele eu consigo ser amoroso, carinhoso, compreensivo, porque nós já conquistamos isso juntos, ou em outras vidas ou nessa vida. Então a relação aqui flui que é uma beleza. Mas com o meu irmão Y eu não consigo muitas vezes receber a tolerância que eu gostaria, mas com ele também eu não consigo dar a tolerância que eu dou pro meu irmão X. Eu não consigo ser paciente da mesma forma que eu sou com o meu irmão X. Eu tô usando o termo irmão pra gente não ficar citando todas as relações interpessoais que a gente tem. Mas como nós todos somos irmãos, é assim que funciona. Eu recebo na mesma proporção do que eu dou. E às vezes eu recebo, ah, Patrícia, mas você tá falando de uma uma sobre uma perspectiva. Há outras, sim, há outras, por exemplo, há pessoas para as quais você está sendo sempre se doando, sempre se dando e às vezes não há um retorno, não há um reconhecimento. Mas aí, pera aí, você tá fazendo para ser reconhecido ou você tá fazendo porque você acha que é um princípio seu fazer? Se você estiver fazendo para ser reconhecido, há uma pequena sinalização de dor e de cicatriz. Aí quem faz esperando o reconhecimento muitas vezes eh a guarda dentro de si aí vai ser provavelmente não com uma pessoa apenas da vida, tá? relação dessa pessoa vai ser com várias pessoas que com as quais ela se relaciona. Ela se sente que eu vivo fazendo, mas eu não sou reconhecido. Então, será que o problema é todos que não me reconhecem? Ou será que talvez o problema esteja na minha expectativa de esperar o reconhecimento do próximo? Porque se isso se repete com muitas pessoas, talvez é porque eu esteja fazendo ansiando uma valorização. E muitas vezes isso tá demonstrando uma cicatriz que tá lá no fundo da alma, né?
to do próximo? Porque se isso se repete com muitas pessoas, talvez é porque eu esteja fazendo ansiando uma valorização. E muitas vezes isso tá demonstrando uma cicatriz que tá lá no fundo da alma, né? Talvez da minha sensação de insignificância, de não ser enxergado, de não ser visto. Eu esteja substituindo isso como se fosse uma moeda de troca. Eu faço e espero alguma coisa em troca e quando não vem eu me frustro. Já pensou se Jesus fizesse isso conosco? Já pensou se ele tivesse vindo aqui, esteve aqui presencialmente conosco, foi crucificado literalmente e ele dissesse: "Ah, eu fui lá, ensinei a eles a como amar, como perdoar, como dar a outra face, como serem pacíficos e amorosos. E olha o que eu ganhei em troco. Então, vou largar tudo de mão porque eles não merecem. Eles não reconhecem o que eu fiz por eles. Já pensou se Jesus se doesse pela ou se ele melhor, tivesse criado uma expectativa e não tivesse sido atendido? Chico Xavier trabalhou incansavelmente pela divulgação da doutrina. publicou mais de 400 livros, deixou aí mais de 400 livros sem receber ou sem ficar com um centavo para si, para suas necessidades, para sua vida pessoal desse dinheiro e tantos outros. Se estivessem, né, Divaldo adotou mais de 600 crianças em seu nome. Deu o seu nome, fora todo o legado e o trabalho que ele fez, inclusive também na divulgação do Espiritismo, por meio de suas palestras no mundo inteiro. Já pensou se ele dissesse cada vez que sofresse uma ingratidão que não valeu a pena? Nós estamos falando de espíritos que já não precisam mais, já estão um degrauzinho acima, não precisam mais provar nada para ninguém. Eles estão muito mais preocupados com aquilo que eles estão plantando do que com o reconhecimento desse plantil. Eles não precisam mais que ninguém diga: "Parabéns, você fez isso". Recentemente eu, né, adotei um cachorrinho pequenininho. Eu só tive cachorro quando eu era criança e agora na fase adulta, com muita, muita, muita insistência da minha filha, há mais de uma década eu acabei me rendendo. Eu
dotei um cachorrinho pequenininho. Eu só tive cachorro quando eu era criança e agora na fase adulta, com muita, muita, muita insistência da minha filha, há mais de uma década eu acabei me rendendo. Eu sabia no que ia dar, mas eu adotei um cachorrinho. E aí, né, para quem tem uns pets, sabe que a gente passa a amá amá-los em 2 segundos. A gente fala: "Não quero, não quero, não quero". corta para 10 minutos depois que a gente tá com eles, que a gente fala: "Eu amo, né, eternamente esse serzinho." Mas todas as vezes que ele faz alguma coisa, porque ele ainda é pequenininho, né? Ele tem meses, toda vez que ele faz alguma coisa negativa ou equivocada, né, que não é o que a gente esperava dele, a gente repreende e pouco tempo de convivência ele já te olha e sabe que fez alguma coisa equivocada. ou ele faz algo positivo e você reforça o comportamento positivo dele. Então, nós não somos pets, embora também estejamos na categoria de animais ainda, né? Mas nós não somos pets que precisam de reforço positivo para fazermos a coisa certa. Se eu faço bem para alguém, eu não preciso que alguém me diga: "Parabéns, que bonitinho, toma aqui o biscoitinho." Se eu faço bem, se eu faço algo de positivo, é porque eu já entendi que tudo que eu fizer tem uma consequência, que se eu fizer o bem, eu receberei em troca o bem. Se eu amar, eu também receberei amor. Ah, não, Patrícia, não necessariamente. Jesus nos disse que a felicidade plena não é deste mundo. Aqui nós temos uma felicidade que é relativa e que todas as vezes que nós queremos receber os aplausos pelo bem que nós fizemos, pela caridade que nós fizemos aqui na terra, nós já teremos recebido aqui na terra. Você prefere receber, né, aquilo que você fez, eh, que seja reconhecido e os aplausos sejam aqui na terra, porque aí você tá só fazendo uma barganha, eu faço, né? Eu tô aqui, ó, entregando uma cesta básica. Eu posto lá no meu Instagram, né, a selfie, uma mão entregando a cesta básica e a outra fotografando, que eu tô dando a cesta
ndo uma barganha, eu faço, né? Eu tô aqui, ó, entregando uma cesta básica. Eu posto lá no meu Instagram, né, a selfie, uma mão entregando a cesta básica e a outra fotografando, que eu tô dando a cesta básica. para todo mundo dar muito like, que eu sou muito generosa. Eu vou ter meus aplausos aqui. Cada like desse é um aplauso aqui. Mas se eu estou fazendo com algum propósito, ainda que escondido lá no fundo da minha alma, que não seja o da certeza da máxima que o Espiritismo nos ensina, que fora da caridade não há salvação. que se eu quero evoluir, se eu quero melhor paraa minha vida, se eu quero plantar uma vida mais feliz amanhã, eu preciso trabalhar no bem, no meu, no das pessoas que me cercam, na sociedade como um todo, cada vez mais enxergar os outros como irmãos e não como grupos. Esse grupo me interessa, eu gosto desses, eu faço por eles. Esse grupo de pessoas aqui, eu não gosto, não compactuam com as minhas ideias, não tem os mesmos valores que eu, então eu não faço para eles. Enquanto eu ainda estiver fazendo distinção entre os filhos do pai e não reconhecendo todas as pessoas como meus irmãos, como Jesus nos ensinou, eu ainda estarei num processo de evolução, claro, como todos nós estamos, mas ainda estarei mais para perto do início da caminhada do que avançando cada vez mais rumo a essa compreensão que Jesus foi tão didático, tão claro, né, que se nós quisermos ser melhores não é parado, não é na inércia que nós conseguiremos, é no trabalho, é no trabalho no bem. E esse trabalho exige de nós, porque a todo momento eu vou lidar com o outro. Se eu fizer algo de bom no meu trabalho, haverá aqueles que reconhecerão e haverá haverá aqueles que ficarão incomodados com aquilo que eu fiz. Haverá os que tacarão pedras, haverá os que criticarão. Se eu fizer algo na minha família de diferente da expectativa do que a maioria tem, ah, mas ele fez alguma coisa com fulano, você vai ser amigo dele, você vai falar com ele? Então, muitas vezes nós estamos pegando dores de outras pessoas, de
rente da expectativa do que a maioria tem, ah, mas ele fez alguma coisa com fulano, você vai ser amigo dele, você vai falar com ele? Então, muitas vezes nós estamos pegando dores de outras pessoas, de cicatrizes de outras pessoas. às vezes nem são nossas. Às vezes a gente nem sabe por que a gente tá se posicionando daquele lado do da relação ou da situação. Qual é a conveniência que tá por trás daquilo? Então, todas as vezes que eu me relaciono com as outras pessoas esperando algo em troca, eu estou também sinalizando que há algo em mim que não tá bem resolvido. Todas as vezes que eu me relaciono com as pessoas, impondo algo pelo grito, pela força, impondo algo porque eu não consigo ser contrariado, porque eu não consigo lidar com o contraditório, porque eu não consigo debater, dialogar. Eu também estou demonstrando uma cicatriz na minha alma. Por que será que para mim é tão difícil abrir os meus ouvidos para que o outro está dizendo e tentar me colocar no lugar do outro? Será que eu me sinto como se eu tivesse sido enganado, traído e aí eu não confio mais em ninguém? Tudo que as pessoas me dizem, eu desconfio e eu quero argumentar e contraargumentar. Será que toda vez que alguém diz alguma coisa, eu já estou aqui antes de ouvir, pensando na resposta que eu vou dar para eh reforçar aquele meu pensamento. Às vezes, meus queridos irmãos, dentro de nós há cicatrizes que perpassam a vaidade, o orgulho e aí fica difícil da gente reconhecer. E só fazendo essa reflexão que Santo Agostinho nos ensinou de olhar para dentro de si todos os dias. É como se a gente colocasse na balança, que que foi que eu fiz de positivo? Que que eu fiz hoje que avançou um pouquinho? Eu até gostaria de ter feito tal coisa, mas eu resisti e fiz de tal maneira. O homem antigo que há em mim teria feito de tal forma, mas eu resisti e fiz de tal maneira. Eu tive vontade de gritar, mas eu me calei. Eu tive vontade de xingar, mas eu não xinguei. Eu tive vontade de julgar, mas eu não julguei. Eu tive vontade de fugir, de me omitir,
e fiz de tal maneira. Eu tive vontade de gritar, mas eu me calei. Eu tive vontade de xingar, mas eu não xinguei. Eu tive vontade de julgar, mas eu não julguei. Eu tive vontade de fugir, de me omitir, mas eu não me omiti. Todas as vezes que a gente faz essa reflexão, a gente vai conhecendo o lado luz que há em todos nós e também o lado sombra. A gente só vai vencer o lado sombra olhando para ele, colocando luz onde ainda está eh necessitando dessa luz. Não é fingindo que ele não existe. Eu só olho pro lado luz e eu vou vendo que ele tá crescendo. Eu estou me tornando uma pessoa melhor. Mas as minhas mazelas estão ali do mesmo jeito, como se fosse um cantinho escuro no canto do quarto, como se fosse uma sujeira debaixo da cama, que o quarto inteiro parece limpinho, mas se eu olhar debaixo da cama tem uma sujeada danada. dentro de nós é da mesma forma. Enquanto eu não olhar para essas cicatrizes, para essas dores que às vezes são sim ainda eh relacionadas aquilo que eu não digeri, que eu não aceitei, que eu não assimilei. E é por isso que doeu. Por que que a gente fala que Jesus ou que Deus ou que os espíritos puros não perdoam? Já ouviram falar isso? Jesus não perdoa. Deus não perdoa. Aí você pensa, não, pera aí, que loucura que essa palestrante está falando. Que contraditório isso. Já viram Deus precisar perdoar alguém, apesar da gente falar para ele, né, me perdoe, perdoe os meus pecados? Mas isso é uma linguagem que a gente vai carregando, carregando, carregando sem ter uma fé raciocinada, sem parar para pensar que só perdoa aquele que um dia se ofendeu e se magoou. Eu só preciso perdoar meu irmão porque eu me ofendi com ele. O que ele fez comigo, se eu tiver me ofendido, eu vou ter que voltar, fazer o caminho, fazer esse caminho de volta e perdoar, ressignificar. Será que Jesus precisa nos perdoar do que fizemos a ele? Será que ele ainda tá aguardando uma mágoazinha de ter vindo aqui e a gente ter tratado ele daquela forma? Será que ele ainda guarda um rancor disso que aconteceu?
sa nos perdoar do que fizemos a ele? Será que ele ainda tá aguardando uma mágoazinha de ter vindo aqui e a gente ter tratado ele daquela forma? Será que ele ainda guarda um rancor disso que aconteceu? Ou será que Jesus nem passa perto de ter que eh perdoar porque se ofendeu? Então, muitas vezes nós ainda estamos carregando dores na nossa alma, porque foi a forma como nós enxergamos aquela situação. Ah, Patrícia, mas a situação aconteceu, ela foi real e foi muito dolorosa. Sim, mas talvez eu encarei de uma forma, aquele outro que estava ali comigo encarou de outra forma e talvez hoje eu encararia de outra forma. E talvez amanhã, quando eu for mais evoluída, eu encararei de uma forma completamente diferente. Às vezes a situação é a mesma, mas passando o tempo, você olha para ela e fala: "É, hoje eu teria feito diferente, é, hoje eu não teria me incomodado tanto. É, hoje eu não deixaria que isso virasse uma cicatriz na minha alma, porque se virou é porque eu preciso lembrar que eu ainda tenho que revisitar aquela situação, olhar para ela com carinho, deixar eh eh acolher aquela cicatriz, aquela dor, acolher o que aconteceu, mas ao mesmo tempo saber que um dia eu vou olhar pra minha mão e vai ter sumido. E não é porque ela desapareceu, é porque eu já não a enxergo mais. Então o que nós precisamos desejar que aconteça para conosco é que essa cicatriz que nós talvez estejamos carregando, cultivando. Sabe quanta a gente é criança que você rala e machuca, vira uma casquinha e criança tem mania de arrancar a casquinha. Tá quase cicatrizando, ele vai lá e arranca a casquinha. tá quase cicatrizando e vai lá, arranca a casquinha, fica ali, não cicatriza nunca, né, o negócio, porque talvez nós ainda estejamos por falta de compreensão do que aconteceu e do que aquilo me proporcionou de crescimento, arrancando as as casquinhas e não deixando aquela cicatriz diminuir. Nós precisamos olhar bem para essa cicatriz. Por que que isso aqui ainda dói? Por que que tal frase? Por que que
ou de crescimento, arrancando as as casquinhas e não deixando aquela cicatriz diminuir. Nós precisamos olhar bem para essa cicatriz. Por que que isso aqui ainda dói? Por que que tal frase? Por que que tal situação? Por que que tal pessoa ainda mexe tanto comigo? Por quê? Que que eu preciso tirar de proveito disso? Que que eu preciso aprender para que eu olhe para essa cicatriz e não a enxergue mais? Como eu preciso curar essa minha alma? Como eu preciso curar o meu emocional? Como eu preciso sair dessa cicatriz. Então, quando nós falamos aqui da cicatriz da alma, claro que eu trouxe para vocês uma metáfora para eh ressaltar essas marcas que são deixadas por todas as experiências dolorosas que às vezes a gente viveu e que elas podem afetar a nossa vida, a minha vida comigo, né? a forma como eu enxergo o mundo, a minha vida com as pessoas, mas também essas cicatrizes podem me proporcionar processos de cura se elas envolverem o autoconhecimento eh e a minha transformação pessoal. Então, se eu pudesse dar um conselho depois de tudo isso que a gente falou, né? Dizem que se conselho fosse bom, a gente não dava, a gente vendia. E aqui seria ótimo, viu? que eu ia ficar bem ali na porta, você só passando o Pix, ia sair daqui com algumas dezenas de PX só de vocês. Mas se eu pudesse dar algum conselho, é, vamos olhar para as nossas cicatrizes com carinho. Vamos acolher essas cicatrizes. Aquilo que foi dor, que foi experiência dolorosa no passado, me ensinou ou me ensinará algo na hora que eu conseguir olhar para esse processo que vai virar uma cura que um dia não vai ter mais a cicatriz. Mas para isso eu preciso me autoconhecer, entender o que que gira em torno dessa ferida que eu não tô olhando, que eu tô focado só na ferida, que eu tô arrancando a casquinha toda vez, porque talvez na hora que ela cicatrizar, que que eu vou fazer? Como é que eu vou viver? Como é que eu vou lidar com essa pessoa? Se o que me vincula a ela é a mágoa que eu tenho dela, é a tristeza que eu tenho
vez na hora que ela cicatrizar, que que eu vou fazer? Como é que eu vou viver? Como é que eu vou lidar com essa pessoa? Se o que me vincula a ela é a mágoa que eu tenho dela, é a tristeza que eu tenho dela, é a raiva que eu tenho dela? Como é que eu vou conviver com ela se tirar esse fator vinculante? Mas um dia todos nós olharemos nos olhos de todos os que nos cercam e nos enxergaremos como irmãos. Nesse dia, como diz o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós teremos nos tornado espíritos felizes, espíritos puros que habitarão em um mundo também ditoso, um mundo feliz. Ah, Patrícia, será que isso vai acontecer um dia? Vai, porque é uma garantia que está no evangelho do Cristo, que todos, todos nós, filhos do mesmo pai, que nenhuma ovelhinha ficará para trás, que enquanto houver aqui alguém necessitando de apoio, de ajuda para crescer, haverá muitos e muitos espíritos que estão trabalhando pelo melhoramento de cada um de nós, pelo melhoramento e a evolução do nosso planeta. Então, acreditemos que quando nós queremos superar ou vencer uma dor e uma cicatriz que ainda está em nós, nós não estamos sozinhos. Peçamos ajuda para vencermos essa dor. Peçamos ajuda para nos curarmos. Porque carregar essas cicatrizes ao longo de toda a vida resultará muitas vezes quando nós passarmos pro outro lado da vida, olhar para essas cicatrizes e vermos que aqui nós poderíamos ter curado e não o fizemos. e que talvez terá que vir uma outra oportunidade, um outro planejamento reencarnatório que nos una aquelas pessoas que estão aqui. Façamos aquilo que é de nossa responsabilidade. Nós não vamos poder mudar o outro, não vamos poder apagar o que aconteceu. Não vamos poder dizer que olha, não deixe de dizer o que você disse. Desdiga o que você disse. Esse verbo não existe, é óbvio. Mas nós não temos como, não temos gestão sobre isso. Mas nós temos gestão sobre como nós vamos processar o que tá acontecendo conosco, como nós vamos lidar com essa situação, o que nós queremos carregar daqui paraa frente. E
não temos gestão sobre isso. Mas nós temos gestão sobre como nós vamos processar o que tá acontecendo conosco, como nós vamos lidar com essa situação, o que nós queremos carregar daqui paraa frente. E se eu não tinha conseguido até hoje, vamos pedir ajuda para que daqui paraa frente a gente consiga perdoar 70 x 7 cada ofensa que nos foi feita. Ressignificar cada vez que nos magoaram, nos ofenderam, nos caluniaram. sabendo que todos estão num processo evolutivo, cada um com suas cicatrizes. E talvez o grito que o outro dá, a ofensa que o outro dá, a forma agressiva como o outro dá, fala, é muito mais uma demonstração da cicatriz dele do que deveria ser eu me incomodar e demonstrar as minhas cicatrizes. Se eu curar as minhas cicatrizes, grito de ninguém vai me ofender, calúnia de ninguém vai me magoar. Eu vou saber lidar com as coisas de uma forma diferente. E é por isso que Jesus viveu e foi sinônimo da paz que ele carregava dentro dele. Porque independente de estar sendo açoitado, eh, caluniado, questionado, ridicularizado ou de estar sendo amado e aceito por todos aqueles que o seguiram, ele mantinha a mesma paz. Não se enchia de vaidade, mas também não se enchia de raiva, mágoa, porque foi ofendido, porque não foi bem compreendido. Ele mantinha-se sempre no equilíbrio da sua paz, na certeza de que há um caminho em que eu posso curar as minhas dores, em que eu posso ser melhor, em que eu posso evoluir, em que eu posso caminhar em direção a algo muito maior e que o que acontece aqui é pequeno. Ainda que nos pareça uma dimensão gigante, é pequeno. Um dia nós vamos entender isso. Um dia vamos olhar para todas essas cicatrizes. Algumas que parecem gigantescas nas nossas almas, outras que são bem pequenininhas, mas vamos olhar e vamos entender que todas elas fazem um belo desenho no rascunho da nossa vida, que todas elas juntas fazem talvez traços que formam o lírio perfumado que eu vou me tornar um dia. traços que formam o ser que um dia tem histórias para contar. E essas histórias perpassam
ossa vida, que todas elas juntas fazem talvez traços que formam o lírio perfumado que eu vou me tornar um dia. traços que formam o ser que um dia tem histórias para contar. E essas histórias perpassam alegrias, tristezas, desafios, dores. E nós somos a o resultado de tudo isso. Um dia nós enxergaremos essas essas cicatrizes da alma com a beleza daquilo que nos fez evoluir, com a beleza da oportunidade de estarmos reencarnados, com a beleza da gratidão pelos seres que foram colocados na nossa vida para ressaltar em nós o potencial que já adquirimos, mas também para ressaltar em nós, fazer trazer à tona aquilo que nós ainda precisamos evoluir. Enxerguemos com amor essas dores da nossa alma e com certeza nós conseguiremos nos amar mais do jeitinho que nós somos, com as nossas imperfeições, com as nossas qualidades e com os nossos talentos. E amando mais, mais a nós mesmos, amaremos o próximo. Uma excelente noite a todos. Permaneçamos em silêncio, meus queridos irmãos, em expectativa de que todos os nossos anseios sejam vistos, sentidos e atendidos por todos os espíritos que aqui se encontram. E vamos nos preparar para a segunda parte do trabalho de hoje, o passe que nós receberemos, que nós já estamos recebendo enquanto estamos aqui em reflexão. Uma belíssima noite a todos. Que voltemos em paz para os nossos lares. Que assim seja. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,
tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente,
das, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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