TEMA LIVRE - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/08/2025 (há 8 meses) 30:51 234 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Boa tarde, minhas queridas que se encontram aqui presentes ali no fundinho do nosso auditório. Sejam bem-vindas. Se quiserem se aproximar um pouco mais, fiquem à vontade. E boa tarde a todos os que nos assistem de suas casas, seus trabalhos, de onde estiverem agora nesse horário de almoço. Hoje é uma sexta-feira, estamos aqui em Brasília num sol, um dia bem ensolarado. Bom, eh nós vamos conversar um pouquinho hoje sobre afetos e desafetos. Então, o título hoje é afetos e desafetos. E nós vamos dialogar um pouquinho sobre eh esse tema que muitas vezes encontramos na nossa família, encontramos os nossos ambientes de trabalho, encontramos entre os nossos os conhecidos, parentes e a gente vai dialogar um pouquinho sobre isso. Então, antes de mais nada, vamos fazer uma prece, vamos fechar os nossos olhos, se assim desejarem, e vamos sentir. Mais importante é toda vez que a gente faz uma prece, a gente fazer com sinceridade. Vamos sentir eh dentro de nós quais são os nossos maiores anseios e vamos conversar com Deus nesse momento sobre esses anseios, sobre esses pedidos mais íntimos que cada um de nós temos, endereçando os nossos pensamentos ao pai maior, endereçando os nossos pensamentos ao nosso querido, amado mestre Jesus, a espiritualidade amiga que prepara todas as vezes que nós chegamos aqui neste salão. uma atmosfera de muita paz para nos receber. Pedimos a sua proteção, o amparo nesse momento em que estamos aqui. Não ao acaso nesse horário de almoço, dispostos a ouvir, a falar, a refletir sobre a o evangelho do Cristo, como sempre fazemos, porque o Espiritismo é o evangelho redivo, é a terceira revelação, aquela que nos cortina o véu muitas vezes da ignorância, daquilo que era inexplicável, daquilo que era miraculoso, que nós possamos Amos, mestre Jesus, nos sentirmos mais próximos de ti, possamos verdadeiramente entregar tudo que nos angustia, tudo que nos eh irrita, tudo que nos preocupa nas tuas mãos e que durante alguns minutos nada disso vem à nossa mente, apenas as

róximos de ti, possamos verdadeiramente entregar tudo que nos angustia, tudo que nos eh irrita, tudo que nos preocupa nas tuas mãos e que durante alguns minutos nada disso vem à nossa mente, apenas as intuições das resoluções, das decisões que temos a tomar. E assim nós pedimos hoje e sempre ser conosco, mestre Jesus. Que assim seja, meus queridos. Então, como eu falei, nós vamos conversar um pouquinho sobre afetos e desafetos. E essa eh essa temática, ela foi escolhida a partir de um momento que eu tive aqui dando palestra aqui na casa, na comunhão espírita. Essa palestra a qual me refiro foi aqui na casa. E ao final de uma das palestras, que tinha uma outra temática, eh uma pessoa da plateia me procurou e conversou um pouquinho comigo e me relatou um caso, né, familiar, particular seu, sobre uma dificuldade de relação interpessoal que havia na família na qual ela estava agora, né, nessa encarnação. E nós conversamos alguns minutos sentadinhas aqui perto do palco, né? E ela eh me confidenciou algumas situações que obviamente não vou trazer aqui, né? A não vou expor, mas a o assim o eixo principal, né, daquele daquela dificuldade que ela estava vivenciando era uma pessoa que havia sido trazida à sua família, a convivência daquela família que já tinha pai, mãe, irmãos. E essa pessoa havia chegado depois, né? E aí eu não vou entrar nos detalhes até para não identificar, mas eh havia uma dificuldade muito grande de relação entre ela e essa pessoa. Ela não conseguia eh se entender com a pessoa e nem a pessoa se entender com ela. E ela veio muito preocupada porque nós havíamos falado aqui durante uma hora, né, sobre era outra temática, mas havíamos falado sobre a importância de nós nos curarmos para podermos lidar com algumas situações que muitas vezes despertam em nós algumas alguns gatilhos, algumas dores que nós carregamos pra vida inteira. Então, a importância do autoconhecimento para reconhecermos em nós como estamos, quem somos, como agimos, como reagimos a determinadas situações. E a importância

s que nós carregamos pra vida inteira. Então, a importância do autoconhecimento para reconhecermos em nós como estamos, quem somos, como agimos, como reagimos a determinadas situações. E a importância de nos eh autoamarmos e e também nos melhorarmos, porque não adianta nós estarmos em busca de muito conhecimento que a doutrina nos traz, né? Nós temos muitas oportunidades aí de aprender com a literatura que a doutrina nos traz, mas se nós só tivermos conhecimento, conhecimento, conhecimento, e na hora de aplicarmos esse conhecimento, na hora da prática, nós não conseguirmos agir como bons cristãos, de nada haverá adiantado tanto conhecimento. Então, será, como a gente fala, letra morta, né? O evangelho do Cristo é um evangelho vivo. Ele exemplificou tudo o que ele queria ensinar para nós. Se ele falou de amor, ele viveu o amor. Se ele falou do perdão, ele mostrou como é dar a outra face. Ele não só falou dessa outra face, mas ele mostrou como é fazer isso. Eh, para aquelas pessoas que o perseguiam, para aquelas pessoas que o caluniavam, que desconfiavam dele, que testavam a todo instante, né, quem ele era. Então, eh, ele exemplificou tudo que tá lá. Em cada passagem, em cada parábola que nos foi contada, Jesus exemplificou pra gente o que ele estava ensinando. Só a teoria não nos basta. Então, a gente conversou sobre um tempo aqui e eu recordava ela, o capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala sobre a relação corpórea, né, o parentesco corpóreo que nós temos aqui na Terra com os nossos familiares, né? Nós temos um pai, temos uma mãe, pode ser presente, pode não ser, pode ser imperfeito, pode não ser, né? perfeito, ninguém é, mas pode ser alguém mais evoluído ou menos evoluído, pode ser alguém delicado, pode ser alguém grosseiro, enfim, da forma como for, nós para estarmos aqui reencarnado, nós tivemos um espírito que nos aceitou como filho nessa encarnação, né? e outro espírito que em comum acordo com este também nos aceitou como filho nessa encarnação. Então, nós tivemos um

eencarnado, nós tivemos um espírito que nos aceitou como filho nessa encarnação, né? e outro espírito que em comum acordo com este também nos aceitou como filho nessa encarnação. Então, nós tivemos um pai e uma mãe, podemos ter irmãos ou não, mas a vida corpórea, ela é uma primeira escola pro nosso espírito aqui, né? O parentesco corpóreo, perdão, o parentesco corpóreo, ele é uma primeira escola para nós enquanto encarnados. É ali naquele núcleo familiar que você vai aprendendo coisas que muitas vezes o seu espírito anseia a muitas reencarnações pela oportunidade de melhorar e de evoluir naquele quesito. Então, às vezes você precisa trabalhar a sua falta de tolerância, às vezes você precisa trabalhar a sua falta de paciência, às vezes você precisa trabalhar a sua ingenuidade ou a sua desconfiança demasiada, ou o seu orgulho, o seu sentimento de superioridade, ou a sua o seu sentimento de inferioridade, de achar que os outros são melhores que você. Enfim, nós trazemos eh questões, nós trazemos eh características, nós trazemos eh adjetivos, né, que nós precisamos eh trabalhar em nós mesmos aqui nessa encarnação. E esse essa família, né, esse parentesco corpóreo, ele nos ensina demais. Então não é à toa que você vem filho. Já pensaram na no quebra-cabeça que é montar uma família para quem está do outro lado? O seu pai e a sua mãe, eles reencarnaram décadas antes de você, né? Anos antes de você e eh receberam como filhos dois, três, 4, 5, 10, né? quantos filhos forem, mas para cada um deles havia uma finalidade de serem filhos daquele pai e daquela mãe, havia um aprendizado. E não necessariamente só por ser sangue do mesmo sangue, haverá uma afinidade, haverá uma cooperação mútua, haverá um desejo de proximidade, de convivência mais próxima. Não necessariamente. Muitas vezes estão justamente na família corpórea aqueles com os quais nós mais temos que aprender a caminhar. Porque não haverá como dizer: "Esse aqui é meu ex-pai ou essa daqui é a minha ex-mãe ou esse aqui é o meu ex-irmão e a

na família corpórea aqueles com os quais nós mais temos que aprender a caminhar. Porque não haverá como dizer: "Esse aqui é meu ex-pai ou essa daqui é a minha ex-mãe ou esse aqui é o meu ex-irmão e a minha ex-irmã". Não haverá como deixar de ser. Nós podemos nos distanciarmos, nós podemos dizer que não fazemos parte daquela família quando acontece um caso de desavença ou quando as pessoas não se falam mais. Mas independente do que aconteça, independente da forma como se reaja sobre o que aconteceu, nós vamos carregar para sempre aqui nesta vida material essa identidade que nós temos dessa relação com a família corpórea. No entanto, ela é tudo para nós? Não, ela não é tudo. Nós temos aquela passagem do Cristo em que ele conversava com algumas pessoas, né? Ele estava ali com algumas pessoas e alguém sinaliza para ele: "Senhor, ali fora está a sua mãe e os teus irmãos, né? A tua mãe e os teus irmãos." E Jesus num desejo de nos ensinar sobre essa vida que não é só a vida material, que não é são não são só as relações materiais, desejos de que nós pudéssemos entender mesmo homens ignorantes ainda daquela época, os espíritos que ainda eram crianças do ponto de vista espiritual, que segundo Emanuel hoje já estão na maioridade espiritual, Mas ele conversando com aquelas pessoas pergunta: "Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?" Obviamente, pelo caráter e a natureza de Jesus, nós sabemos que ele não estava de forma alguma desprezando sua família ou menosprezando ou diminuindo a importância dessa família, mas pelo contrário, ele estava enaltecendo as relações espirituais que se mostram por trás dessas relações corpóreas. Então, quando Jesus fala, "Quem é a minha mãe? Quem são meus irmãos? É porque nesta encarnação eu tenho uma mãe, eu tenho um pai, mas essa mesma pessoa, este mesmo espírito em outras encarnações, encarnações passadas, teve outros papéis na minha vida. Eu posso ter sido mãe da minha mãe hoje em outras vidas. Eu posso ter sido mãe do meu pai, eu posso ter sido esposa, eu posso ter

s encarnações, encarnações passadas, teve outros papéis na minha vida. Eu posso ter sido mãe da minha mãe hoje em outras vidas. Eu posso ter sido mãe do meu pai, eu posso ter sido esposa, eu posso ter sido filho, eu posso ter sido tia, eu posso ter sido. Então, o que vale, o que mais importante é não é a relação corpórea que você tem hoje. Essa, esse parentesco corpóreo, ele tem uma finalidade pedagógica, uma finalidade de aprendizado. E a gente precisa tentar enxergar o quanto antes o que que essa relação vem nos ensinar. Às vezes são espíritos que já nutrem uma afinidade desde há muito tempo. E nessa encarnação, nesta encarnação, essa afinidade aflora. Porque claro, a gente reconhece as pessoas que a gente ama, a gente reconhece as pessoas queridas da nossa alma. O olhar, né, como dizem, é a janela da alma. Então, quando você olha no olho de alguém que você ama, você transmite a ela esse amor e você é capaz de captar dela também o amor que ela emana você. Ao passo que quando você olha nos olhos de alguém com quem você ainda não conseguiu construir esses laços de afeto, você também sente a carga energética, né, o magnetismo que é transmitido através daquela relação que às vezes ainda é de desafeto, que às vezes ainda é de enfrentamento de dificuldades, que às vezes ainda é cheia de desafios. Mas por que eu friso ainda? Porque nós teremos, assim como estamos tendo nesta encarnação, muitas outras encarnações que nos propiciarão, se não nos entendermos agora, nos entenderemos um dia com essas almas, porque não é à toa que eles chegam até nós. Porém, nós não sabemos em que circunstâncias reencontraremos essas pessoas em outras encarnações. aproveitar o tempo desta encarnação, aproveitar que nós estamos aqui reunidos, que houve toda uma montagem de um quebra-cabeça, que houve toda uma uma, eh uma uma atitude ou uma ação de planejar conosco é o mais eh adequado a se fazer. Ora, se houve todo um planejamento para que eu estivesse aqui, para que eu fosse filha do meu pai, filha da minha mãe,

uma uma atitude ou uma ação de planejar conosco é o mais eh adequado a se fazer. Ora, se houve todo um planejamento para que eu estivesse aqui, para que eu fosse filha do meu pai, filha da minha mãe, para que eu tivesse os irmãos que eu tenho, as noras que eu tenho, as pessoas que estão na minha vida, eu preciso olhar o que eu posso tirar de proveito dessas relações. Se os laços que estão construídos e postos já são laços de afeto, vamos estreitar ainda mais esse esses laços, vamos amar ainda mais, vamos aproveitar os tempos que temos juntos para inclusive verbalizar sobre esse amor. É tão bom quando alguém nos diz: "Eu amo você, eu te admiro" ou enaltece algo positivo em nós. Isso nos dá força para caminhar, né? Essa pedagogia do elogio, quando é verdadeira, quando é sincera, quando é amorosa, ela nos dá força, ela também nos alimenta. E com aqueles que nós ainda não podemos expressar esse amor de forma tão espontânea, tão natural, vamos tentar pouco a pouco construir esses laços. E o conselho que eu dei para essa pessoa que conversava comigo foi que ela imaginasse como se ela pudesse, né, eh, pensar num numa que nessa vida a relação que ela não consegue compreender. Por que que essa pessoa chegou na minha família, por que causou toda essa discórdia, por que eu não consigo me entender com ela, nem ela comigo, bota uns contra os outros. É oportunidade. As pessoas não chegam numa mesma família apenas através dos laços. materiais consanguíneos, elas chegam através também da criação desses laços espirituais que deu-se em vidas passadas. E quando ela chega, ela traz toda uma carga energética das situações que ocorreram no passado e que muitas vezes não estão vivas na nossa memória, mas o nosso espírito as conhece. Então, quando a gente chega, a nossa energia chega primeiro, chega antes. E é isso que ela sente. Ela ainda não conseguiu construir esses laços. Mas eu digo, disse a ela e repeti, assim como lá no Evangelho do Cristo, ele nos ensina a amarmos os nossos inimigos, você não vai

é isso que ela sente. Ela ainda não conseguiu construir esses laços. Mas eu digo, disse a ela e repeti, assim como lá no Evangelho do Cristo, ele nos ensina a amarmos os nossos inimigos, você não vai conseguir amar essa pessoa, talvez nesse primeiro momento, da mesma forma que você ama aquelas outras pessoas da sua família que também te amam. Mas você vai conseguir substituir, se você quiser, porque é uma escolha nossa, substituir cada pensamento de julgamento, cada pensamento de eh observação de algo equivocado que ela esteja fazendo ou cada pensamento de raiva, de mágoa que você sinta por ela, substitua por uma oração. Jesus nos ensinou primeiro a orar pelos nossos inimigos, a fazer preces por eles, depois a caminhar já tentando fazer o bem àqueles que nos perseguem e depois amar. Então é gradativo. Não se espera que você já ame o seu inimigo da forma como você ama um amigo. Isso é impossível. Que você confie em alguém que você desconfia o tempo inteiro. Isso é impossível. os laços vão se construindo aos poucos e às vezes demoram algumas encarnações. Então, mais importante nesse momento, meus queridos irmãos, é que nós consigamos desatar esses nós fluídicos, né? esses nós que nos ligam a essas pessoas que ainda nutrem um certo desafeto por nós ou nós por eles através nem que seja da oração. É um primeiro passo. Eu falei para ela, já pensou se essa palavra, essa pessoa um dia desencarna, olha para trás e vê que você era uma pessoa que endereçou muitas e muitas e muitas preces por ela? Talvez você tenha feito isso mais para alimentar a sua própria alma e limpar o seu coração do que você sente ainda de negativo como ser humano, que nós somos imperfeitos. Mas o efeito maior vai ser a consequência dessa oração que não fica sem resposta. Você vai ser amparada, você vai ser ajudada pela espiritualidade amiga, que vai perceber que há ali uma intenção verdadeira de reparação, uma intenção verdadeira de perdão, uma intenção verdadeira de modificação das atitudes. Então, é

r ajudada pela espiritualidade amiga, que vai perceber que há ali uma intenção verdadeira de reparação, uma intenção verdadeira de perdão, uma intenção verdadeira de modificação das atitudes. Então, é mudando as nossas atitudes que nós obtemos resultados diferentes. Não é mantendo as nossas atitudes que vamos ter resultados diferentes. Não dá para esperar que a pessoa mude para que a situação mude. Nós temos que mudar a nós mesmos. Então, o que eu a aconselhei é cada vez que ela fizer algo que te irrite, que te chatei, conversa com Deus, pede, né, toda a paciência que você precisa ter, a tolerância que você precisa ter e começa a fazer prece por você e por ela, pedindo o apoio dos mentores espirituais, que se aproximem e que cuidem, né, de de levar aquilo que seja necessário, que emana de você e que chegará até essa pessoa. E talvez no cofrinho, né, da contabilidade espiritual, a cada raiva, a cada situação que você passar, ao invés de você nutrir essa raiva, de você eh valorizar esse momento ruim que aconteceu, de você não esquecer e não perdoar isso, você vai est sendo substituindo por uma, digamos que um um bônus ali, né, dessa oração que você fez. E no final essa oração vai voltar para você no momento que você mais precisar, porque o que a gente lança na vida retorna pra gente na mesma proporção. Então, se eu estou me esforçando para ser melhor, para perdoar, para fazer o bem, no momento em que eu mais precisar, eu encontrarei também no meu caminho pessoas que pensam da mesma forma, que agem da mesma forma. E assim a gente vai construindo um elo fluídico, um elo de ligação com pessoas que estão na mesma sintonia, na mesma vibração. Nós não somos perfeitos e nem seremos, mas como a gente aprende lá no Evangelho e que também tá lá no céu e inferno, que também tá lá na Gênese, conhece-se um verdadeiro cristão pelo esforço que ele empenha em fazer o bem. Então, façamos a nossa parte, rezemos, oremos, façamos prece por aqueles, aquelas pessoas que ainda são nossos

na Gênese, conhece-se um verdadeiro cristão pelo esforço que ele empenha em fazer o bem. Então, façamos a nossa parte, rezemos, oremos, façamos prece por aqueles, aquelas pessoas que ainda são nossos desafetos de alguma maneira e tratemos de substituir cada sentimento negativo por uma oração, uma prece e um pedido de ajuda com relação a essa relação. Com um tempo a gente vai olhar para essa pessoa e vai perceber que já não nutrimos mais os mesmos sentimentos às vezes inferiores que nós tínhamos. Porque o importante não é o que ela sente por nós, é o que nós sentimos por elas. Se estamos nutrindo desamor, nós estamos plantando desamor. Se estamos nutrindo mágua, estamos plantando mágoa. Se começarmos a plantar perdão, se começarmos a plantar tolerância, eu perdoo você do que você fez por comigo e peço perdão pelo que eu fiz e eu posso não estar enxergando agora. Façamos um pensamento como esse já é uma prece. Uma prece não precisa ser algo muito elaborado, ela precisa ser sentida e precisa ser verdadeira. Então, o que tínhamos para conversar hoje era isso. Espero que tenha ajudado um pouquinho a quem nos ouve hoje, que não é o acaso, né? Sempre que nós estamos em algum lugar, os nossos ouvidos estão escutando aquilo que nós precisávamos ouvir de alguma forma. E que aquelas pessoas que nos assistem pelas mídias da comunhão também ou que nos assistirão um dia possam também sentir-se de alguma forma auxiliados nessa reflexão da importância de nós transformarmos a nós mesmos. Muitas das enfermidades físicas elas começam nos sentimentos mal resolvidos das nossas almas. curemos as nossas almas, estaremos também nos prevenindo de às vezes passar por desafios que não estavam no nosso planejamento reencarnatório, que acabamos passando por colheita das próprias atitudes desta encarnação. Então, convido a todos a fecharem os olhos mais uma vez e vamos juntos fazer uma oração agradecendo ao Pai por cada uma das pessoas que nos cercam, que nos ensinam a sermos melhores, quer seja nos amando, nos

onvido a todos a fecharem os olhos mais uma vez e vamos juntos fazer uma oração agradecendo ao Pai por cada uma das pessoas que nos cercam, que nos ensinam a sermos melhores, quer seja nos amando, nos auxiliando, quer seja nos ensinando que precisamos ter mais tolerância ou mais paciência ou mais amorosidade, ou mais calma, serenidade no coração, ou mais humildade, qualquer que seja o aprendizado. Cientes, mestre Jesus, que se hoje os nossos ouvidos, e eu me incluo nisso, escutaram essa reflexão, é porque há algo em nós que ainda precisa ser melhorado. Há alguma relação, algum nó que ainda precisa ser desatado. Ajuda-nos, Mestre Jesus, nas nossas intenções de desatar esses nós enquanto ainda estamos na caminhada com esses irmãos. Sabemos que essa caminhada ela parece longa, mas ela é muito mais breve do que possamos imaginar. Então, que nós possamos hoje eh começarmos hoje, não deixarmos para amanhã as preces que podemos endereçar aqueles cujo sentimento ainda não é de afeto por nós e nem nós por eles. E que assim, Mestre Jesus, nós sejamos blindados contra toda a má inclinação da nossa própria alma, de devolvermos as injustiças, de devolvermos as calúnias, de devolvermos as ofensas. Que nós sejamos a paz em meio ao caos, que nós sejamos o amor onde houver discórdia, que nós sejamos o perdão onde houver desarmonia. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos, vamos permanecer em silêncio para a segunda parte dos trabalhos de hoje, que é o passe virtual. Muito obrigada pela presença de todos e uma boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim

de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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