TEMA LIVRE - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/03/2026 (há 3 semanas) 1:06:56 271 visualizações

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Transcrição

E [música] eu entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Sim. Boa noite. Ai, que bom. Essa vez não vou precisar pedir para vocês repetirem um boa noite. Vocês estão alegres, felizes, sauditantes hoje. Que maravilha, que energia boa. Boa noite também aos que nos assistem nos seus lares, nas suas casas, seus trabalhos, onde estiverem ou aqueles também que nos assistirão, né, pelas mídias aí algum dia, né? Essa palestra fica gravada no YouTube da Comunhão Espírita de Brasília. Então, a gente sabe que na hora certa as coisas sempre chegam aos nossos ouvidos e por isso em momento oportuno alguém pode nos assistir lá na frente. Mas hoje nós estamos aqui para falar de um tema muito legal, um texto eh do capítulo 91 do livro Fonte Viva, que se chama Problemas do Amor, tá? hoje não é mãe Patrícia, traga o seu amor em três dias, não é nada disso, mas vamos falar desses problemas do amor. E antes de começarmos a estudar um pouquinho essa essa carta de Paulo aos Filipenses, né, que esse capítulo tá baseado nessa carta de Paulo, a gente vai fazer a nossa prece como sempre, tá bom? Então, para iniciar, vamos manter essa nossa conexão que já se inicia desde o momento que a gente coloca o pé aqui dentro desse salão da comunhão espírita, desde o momento que a gente se conecta mesmo de casa com essa energia preparada tão amorosamente pela espiritualidade para receber cada um de nós aqui nessa noite de hoje. Vamos fechar nossos olhos, os que desejarem. Vamos respirar calmamente, acalmar nossos corações, nos distanciarmos um pouquinho da agitação do dia a dia, da agitação dos nossos pensamentos, dos nossos anseios e vamos sentir a nossa respiração se acalmando e como se nós pudéssemos perceber que nesse momento estamos sendo envolvidos por fluidos muito amorosos, sutis, que nos elevam essa vibração e os nossos pensamentos. Vamos aos poucos nos

se acalmando e como se nós pudéssemos perceber que nesse momento estamos sendo envolvidos por fluidos muito amorosos, sutis, que nos elevam essa vibração e os nossos pensamentos. Vamos aos poucos nos permitindo essa conexão com o Pai Maior, nos permitindo essa conexão com nosso amado Rabid Galileia, nosso amado e querido mestre Jesus e também com o nosso querido mentor espiritual, que sempre se alegra quando nós estamos em busca de conhecimento, de autoconhecimento e em busca de nos conectarmos. com o evangelho do Cristo, que é sempre luz a guiar os nossos passos. E assim, mestre Jesus, mestre amado, mestre amigo, mentor espiritual querido que nos assiste individualmente e também os mentores dessa casa. A nossa palavra nesse momento é gratidão por nos receberem, por nos intuírem, nos acolherem sempre em todos os momentos da nossa vida. E que nós possamos nessa noite de hoje vibrarmos na alegria do Cristo, sentindo a sua presença entre nós, porque quando estamos reunidos em seu nome, com certeza ele se faz presente de alguma forma. E que nós possamos não só estarmos aqui de corpos, mas de mentes, almas, corações, uníssonos e conectados com o evangelho do Cristo. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, não tem como a gente falar de amor, não falar do Cristo. Não tem como a gente falar de amor e não não falar que o maior mandamento, maior ensinamento, a maior eh convicção que o Cristo nos deixa é que sem o amor não tem caminho, que o amor é o caminho, o amor é a salvação, né? E isso ficou muito claro, muito presente nos ensinamentos do Cristo a todo instante. A cada decisão que ele tomava, a cada parábola que ele contava, em cada ensinamento dele, em cada atitude, a gente viu o amor em todos os instantes, em todas as circunstâncias em que o Cristo esteve aqui entre nós. Ele é o nosso modelo de amor maior. E a gente fica pensando, será que nós, meus queridos irmãos, fomos criados por Deus eh conhecendo profundamente esse amor? Que que vocês acham? Será que nós já

nós. Ele é o nosso modelo de amor maior. E a gente fica pensando, será que nós, meus queridos irmãos, fomos criados por Deus eh conhecendo profundamente esse amor? Que que vocês acham? Será que nós já nascemos sabendo amar plenamente como Jesus amava? Sim ou não? Vocês estão balançando a cabecinha aí? E com certeza a resposta é essa. Nós fomos e é inerente a nós eh saber que um dia nós chegaremos a esse patamar de amor do que do qual Crristo falava. É uma certeza que as nossas consciências têm que um dia a gente vai evoluir a tal ponto de compreender exatamente o que Jesus sentia do amor que ele falava, né? Mas nós fomos criados simples e ignorantes, propensos a esse amor, com certeza, mas ainda sem saber amar plenamente. Quando a gente fala a palavra amor, muitas vezes vem a nossa mente, ainda uma mente agarrada a essa matéria, vem à nossa mente as relações que nós permeamos através do amor, as relações que nós estabelecemos com as pessoas, melhor dizendo, através do amor. Então, quando você fala amor, com certeza para você individualmente vai vir alguém, vai vir uma relação com alguém que você tenha, talvez venha uma lembrança, um pensamento de um amor que é eh homem e mulher, um amor que é entre pessoas, né? Eh, ou vai vir um amor que é filial ou um amor que é paternal, vai vir sempre uma relação de alguém para alguém nesse pensamento. Mas Emanuel, nesse capítulo 91 do livro Fonte Viva, como eu disse, através da psicografia de Chico, ele vai muito além do que a gente entende, percebe sobre esse amor. Ele fala sobre esses problemas do amor e ele retoma as cartas aos filipenses escrita por Paulo. Paulo de Tarso, maior divulgador do evangelho do Cristo. Mas era aquele mesmo que também foi o maior perseguidor dos cristãos, dos cristãos primitivos. Esse que por amor virou uma chave e resolveu eh seguir o Cristo a partir do encontro, né, na estrada de Damasco com Cristo, resolve segui-lo. E não só segui-lo, mas divulgar, viveu para divulgar o resto do seu tempo de vida

uma chave e resolveu eh seguir o Cristo a partir do encontro, né, na estrada de Damasco com Cristo, resolve segui-lo. E não só segui-lo, mas divulgar, viveu para divulgar o resto do seu tempo de vida naquela vida material, apenas o amor e o evangelho do Cristo. E essa carta ela é escrita aos filipenses. Filipos é ao que se sabe parece que foi a segunda cidade a qual Paulo visitou, né? Ele saiu pregando o evangelho do Cristo em várias cidades. Imaginem naquela época, né, que ninguém pegava um Uber para ir pregar o evangelho do Cristo ali na cidade vizinha, né? Então imagina as dificuldades que era. Primeiro tomar essa decisão, segundo correr os riscos que se corria, porque estamos falando de uma época de muitas perseguições por parte do governo da época, o Império Romano. Então, havia muitas perseguições e as pessoas que se dedicavam a seguir o Cristo ou a viver aquele evangelho de amor que o Cristo ensinava, sabiam que corriam sérios riscos. Então, e além disso, eh, também Paulo tinha todas as dificuldades financeiras que a gente possa imaginar à época. Ele chega, Filipos, a essa cidade com nesse contexto de dificuldade financeira, todas as dificuldades possíveis em termos materiais, todos os eh todas as perseguições possíveis que os cristãos sofriam à época. E ele é muito bem recebido pelo povo de Filipos. Ele é muito bem acolhido e essas pessoas cuidam dele, lhe dão do material que era necessário paraa sobrevivência dele e ele se sente então muito grato. E Paulo quando é preso em nessas andanças, né, pregando o evangelho do Cristo, ele resolve escrever uma carta de agradecimento aos filipenses, ou seja, ao povo de Filipos. E essa carta, como todas as cartas de Paulo são belíssimas, né? Essa carta, ela diz que um um do das das dos destaques que Emanuel faz dessa carta é que o vosso amor cresça cada vez mais no pleno conhecimento e em todo discernimento. Então Paulo está associando o amor ao conhecimento e está associando o amor ao discernimento. interessante, não é? Porque quando nós

cresça cada vez mais no pleno conhecimento e em todo discernimento. Então Paulo está associando o amor ao conhecimento e está associando o amor ao discernimento. interessante, não é? Porque quando nós pensamos, como eu disse, quando nós pensamos em amor, nós trazemos logo para as questões do coração. É como se amar fosse simplesmente sentir. Mas Paulo eleva essa discussão e essa percepção e essa reflexão para outro patamar. Amar não é só sentir, amar é conhecer e amar é discernir. Então, hoje a gente vai falar um pouquinho sobre essa compreensão de Paulo trazida por Emanuel nesse livro e a gente vai a partir da carta aos Filipenses fazer esses comentários, né? Então ele começa a carta dizendo, o amor é a força divina do universo. Paulo dizendo isso aos Filipenses. E é óbvio que a gente sabe por tudo que Jesus nos ensinou, né, que foi um dos primeiros homens que de fato veio falar do amor na concepção máxima desse discernimento e desse conhecimento. Porque Jesus foi quem falou do amor ágape, do amor ao próximo. Antes de Jesus, alguns filósofos que reencarnaram aqui na Terra com a missão de ir pavimentando. A gente sabe que, por exemplo, quando a gente fala da doutrina espírita, nós estamos falando de uma doutrina que tem bases na filosofia, na ciência e na religião. Então, é óbvio que antes do Cristo chegar até aqui, houve espíritos que reencarnaram e trouxeram que foram trazendo essas gotas de discernimento através dos questionamentos filosóficos. Então, Platão, Sócrates, todos os filósofos que vieram antes, né, 500 anos antes de Cristo, 300 anos antes de Cristo, eles vieram já com alguns questionamentos. E um desses questionamentos, né? Então, Platão falava, por exemplo, de um amor dessa perspectiva do querer, do eu quero, eu desejo e mais de um querer sobre o que eu não tenho. Então, eu olho algo e a partir do momento que eu não tenho, eu desejo. É esse amor platônico que a gente fala até hoje, né, que é o amor de Platão. A versão de Platão, o amor, aquele olhar sempre para algo que

olho algo e a partir do momento que eu não tenho, eu desejo. É esse amor platônico que a gente fala até hoje, né, que é o amor de Platão. A versão de Platão, o amor, aquele olhar sempre para algo que está fora e que eu anseio ter e não tenho. Então é um amor sempre platônico. a gente tem vai evoluindo nesses sentimentos até chegar em Jesus falando de um amor que não é esse amor por algo ou amor por para a por querer por desejar muito, por cobiçar muito alguma coisa, mas ele fala de um amor que não espera nada, um amor que tudo aceita na medida de que aceita eh o outro do jeito que ele é. aceita a vida do jeito que ela é. É um amor que é calmo, que é de eh natureza muito profunda, muito evoluída. Então esse amor que Jesus vem nos falar, ele era um avanço daquelas gotinhas de amor que foram sendo trazidas à humanidade através desses eh desses ensaios filosóficos. E ele fala de um amor nessa complexidade, de um amor divino. Se Deus é pura justiça, pura sabedoria, puro amor, então ele é o ponto máximo, ele é o ápice do amor. E se a força desse universo é o amor, então o amor está em tudo. O amor está em nós. Nós somos criados para sentirmos esse amor, para caminharmos em direção a esse discernimento e a esse conhecimento que nos levaram um dia a sentir esse ponto máximo desse sentimento que é o amor. Mas ele diz que é imprescindível, porém muita vigilância para que não a desviemos na justiça, na justa aplicação. Então, olha que interessante. Se o amor é a força divina, essa força tá em nós, está em tudo, está no universo. Porém, para que eu sinta essa força divina um dia, para que eu consiga amar no ápice, né, maior dessa palavra, eu preciso ter cuidado para não desviar, né, na aplicação desse amor, porque nós ainda somos imperfeitos, porque nós ainda trazemos muitas mazelas em nós. e ele vai sinalizando pra gente do que que ele tá falando. Então, Emanuel começa a a detalhar o que quais seriam, digamos que os prejuízos que esse amor, vou eu vou chamar aqui de um pouco desviado ou

e ele vai sinalizando pra gente do que que ele tá falando. Então, Emanuel começa a a detalhar o que quais seriam, digamos que os prejuízos que esse amor, vou eu vou chamar aqui de um pouco desviado ou um pouco sem esse discernimento, poderia nos trazer. E ele fala assim: "Quando um homem se devota de maneira absoluta aos seus cofres perecíveis, essa energia no coração dele denomina-se avareza, ou seja, o amor no sentido lá de Platão, do que eu quero, eu desejo muito, eu anseio muito." Se for por questões materiais que são perecíveis, que um dia vão passar, eh elas pode ser traduzida num sentimento ainda muito inferior, que é o da avareza. Ele fala quando se atormenta de modo exclusivo pela defesa daquilo que ele possui, julgando-se o centro da vida no lugar em que se encontra, essa mesma força converte-se no egoísmo. Então, se para além daquilo que eu quero, eu desejo e eu cobiço, eu gastar toda a minha energia, eu colocar toda a minha paixão, a minha ênfase, né, a minha, a minha energia mesmo naquilo que é meu, de minha defesa pessoal, os meus bens, as minhas coisas, as pessoas que eu amo. Se eu guardo esse sentimento apenas nessas circunstâncias, aí nós estamos falando de eh ele traz aqui que é um amor baseado, né, desviado, digamos assim, mas baseado no egoísmo. E quando só vê motivos para louvar o que representa, o que sente, o que faz, com manifesto desrespeito pelos valores alheios, aí o sentimento que predomina em sua órbita é o da inveja. Gente, é muito interessante porque dificilmente a gente vai associar a palavra amor e pensar que eh esse amor ele é uma face de uma moeda, mas se eu não souber cultivar, se eu não aprender a discernir que esse amor ele precisa vir realmente com conhecimento e com discernimento, eu posso errar a mão e aí esse amor pode se transformar em muita avareza, em muito egoísmo. Então, Emanuel, nesse texto ele traz a ele problematiza, digamos assim, os desvios desse amor. E ele fala que esse amor, né, esse, essa força maior do universo, se ela for

a avareza, em muito egoísmo. Então, Emanuel, nesse texto ele traz a ele problematiza, digamos assim, os desvios desse amor. E ele fala que esse amor, né, esse, essa força maior do universo, se ela for desviada, quando ela não é guiada pela sabedoria, quando ela não é guiada por sentimentos mais nobres, ela acaba sendo guiada por sentimentos ainda inferiores e negativos que existem em nós. E que é difícil a gente assumir que existe em nós. É difícil a gente assumir que existe em nós orgulho, que existe em nós vaidade, que existe em nós ainda é avareza. É difícil a gente pensar no amor, um sentimento tão grandioso, mas numa perspectiva desviada. Só que se nós ainda não somos perfeitos, é óbvio que o que a gente sente ainda não é no nível da perfeição. E é por isso que Emanuel tá chamando a atenção da gente nesse capítulo, para que a gente observe os nossos sentimentos. Então, um amor que é um amor que ainda está eh desviado ou envenenado, ele é um amor, por exemplo, que pode eh se transformar em ódio. Vocês já imaginaram que não existe ódio se você não houve antes nessa relação, se anteriormente não houve uma relação de afeto, de expectativas, de carinho, que em algum momento foi frustrada. E esse excesso desse amor desviado, desse amor envenenado, desse amor desequilibrado, vai se transformar em ódio. Lembra que eu falei das faces da mesma moeda? É como se de um lado fosse esse amor. Quem ninguém ama. Ah, eu eu não nem conheço a pessoa no meio da rua, mas eu odeio. Você não ama quem você não conhece, quem você não conviveu, quem você não estabeleceu nenhum laço, quem você não criou nenhum tipo de expectativa naquela relação. Geralmente o amor e o ódio, ele nasce desse amor desviado, desse amor adoecido, desse amor envenenado, assim como ciúmes, que seria um amor cheio de espinhos. Eu amo, mas eu ainda amo num sentido de posse. É meu. Então, como eu entendo que é meu, eu vou sentir muitos ciúmes se eu perder, se eu sentir que eu não tenho controle sobre aquilo. E eu não tenho. Então, esse amor sobre

amo num sentido de posse. É meu. Então, como eu entendo que é meu, eu vou sentir muitos ciúmes se eu perder, se eu sentir que eu não tenho controle sobre aquilo. E eu não tenho. Então, esse amor sobre esse aspecto mais desviado, né? Um amor que espinhoso, ele pode se transformar em ciúmes. Um amor, por exemplo, eh, desvairado, que acha que pode controlar, dominar, ele pode se virar num amor soberbo de alguém que acha que sabe que o que é melhor para o outro. Isso pode ser numa relação entre conjugal, né, entre duas pessoas, ou pode ser inclusive numa relação hierárquica. ou numa relação de mãe e filho, então eu passo a controlar e você tem que eu eu projeto em você tudo aquilo que eu espero que você seja. E aí é um amor soberbo, porque só eu sei o que é melhor para você. Como assim você não sabe? Por isso que eu tenho que ficar aqui te certeando, mesmo que isso seja numa máscara de proteção, de cuidado, mas eu fico ali eh tratando aquela pessoa ou aquele cuidando daquele sentimento de uma forma muito eh possessiva. Então, meus queridos, vejam que eu estou destacando, porque Emanuel traz isso na primeira parte desse capítulo. Eu estou destacando, estou problematizando aqui esses sentimentos que acabam se tornando negativos quando eles não são eh azeitados pelo discernimento e pelo conhecimento. Eu não começa dizendo essas duas palavras pra gente na primeira frase: "O amor é a força divina do universo. É imprescindível, porém, muita vigilância para que não desviemos na justa aplicação. esse mesmo amor, como eu acabei de dizer aqui, nessa aplicação que não seja justa, que não seja adequada, que não seja correta, que não seja na medida, ela pode se tornar um amor desviado, né, com esses desvios, esse amor que eh não espelha o amor divino, a grandeza do amor divino, né? Então aqui a gente já começa a entender nessas primeiras, nessas primeiras frases, a gente começa a entender a necessidade do discernimento. Pra gente amar ao outro, a gente precisa ter essa capacidade do discernimento.

já começa a entender nessas primeiras, nessas primeiras frases, a gente começa a entender a necessidade do discernimento. Pra gente amar ao outro, a gente precisa ter essa capacidade do discernimento. Discernimento no sentido de que amar, como eu falei, não é apenas sentir, né? Ah, eu amo, amo profundamente, amo eh, né? É como como a música lá do Casusa, exagerado, jogado aos teus pés. Eu sou mesmo exagerado. Então eu amo sem raciocinar, sem refletir, sem transmitir esse amor, não na medida daquilo que eu projeto que o outro seja para mim ou que o outro retribua para mim, mas o amor que dá se dá sem esperar nada em troca. O amor que ama por amar. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei e amai ao próximo como a si mesmo. Então um amor que não espera nada em troco, né? E essa necessidade do discernimento, ela é uma tomada de consciência. Eu não sinto desenfreiadamente, loucamente o amor. Eu tomo a consciência de que eu quero amar. Eu quero amar o próximo porque eu tomo a consciência de que se eu quiser ser amada, eu preciso amar. que nesse mundo em que nós estamos encarnados, nessa escola da vida, nós estamos aqui para aprender justamente a refinar, a burilar esse sentimento do amor. E a gente só vai fazer isso se a gente tiver, como Emmanuel tá falando aqui, o conhecimento, o discernimento. Então ele tá falando de conhecimento no sentido da gente eh conhecer, buscar conhecer, por exemplo, as leis divinas. Porque se o amor ele é eh um um ele é uma uma força maior do universo e ele é divino, então eu preciso conhecer as leis divinas. Aí a primeira pergunta que vocês devem se fazer. Eu conheço as leis divinas? Eu sou espírita. Eu estou aqui na comunhão, eu estudo, mas eu conheço, por exemplo, as leis divinas que estão lá no Evangelho Segundo o Espiritismo. Na terceira parte são 11 capítulos, cada um deles falando sobre uma lei natural. Então ele fala da lei do progresso, fala da lei da destruição, fala de todas as leis, de todas as leis não, porque a lei divina, mas fala de todas as partes

ada um deles falando sobre uma lei natural. Então ele fala da lei do progresso, fala da lei da destruição, fala de todas as leis, de todas as leis não, porque a lei divina, mas fala de todas as partes dessa lei. E aí quando Emanuel nos traz essa necessidade de nós termos esse esse discernimento, eu pergunto: "Eu conheço as leis divinas? Eu conheço o evangelho do Cristo não só do que eu ouço, do que eu repito, das frases que ficaram gravadas no meu coração, né, no meu ouvido, mas eu verdadeiramente implemento nas emprego nas minhas decisões, nas minhas ações essa lei divina ou não? São perguntas que eu eu tô fazendo para vocês irem se autoerguntando, né? Então, o conhecimento do qual ele tá falando é esse conhecer essas leis, porque se elas estão grafadas na minha consciência, eu sou capaz de sentir esse amor, mas sentir esse amor de uma forma consciente, tomar a decisão de amar. Amar por onde eu for, amar quem estiver ao meu redor, amar indiscriminadamente, não é essa palavra que o Cristo usava? Indiscriminadamente, ou seja, sem fazer exceções ou grupos, né? Esses aqui é o grupo. Eu amo esse grupo porque esse grupo são os meus patriotas, são as pessoas que falam a mesma língua que eu, nasceram no mesmo país que eu, tem a mesma cultura que eu, ou da minha cidade ou da minha família, mas os outros que estão lá do outro lado do planeta, eu nem lembro que são filhos do mesmo pai, mas eles esverem passando por algum perrengue lá do outro lado, uma uma guerra, uma mazela qualquer de alguma alguma uma situação, por exemplo, natural que tem acontecido, eu tô com a minha vida normal, não lembro nem de fazer uma oração, porque afinal de contas nem lembro que eles são filhos do mesmo pai. Percebem que a cada instante que a gente vai eh conscientemente aqui provocando em vocês essa necessidade de nós entendermos que esse amor é uma decisão. Ele é uma decisão. Posso amar meu irmão que eu nem conheço, que tá lá do outro lado do planeta, que nesse momento perdeu família, perdeu mãe, perdeu pai,

e nós entendermos que esse amor é uma decisão. Ele é uma decisão. Posso amar meu irmão que eu nem conheço, que tá lá do outro lado do planeta, que nesse momento perdeu família, perdeu mãe, perdeu pai, perdeu alguém, ou por alguma situação, né, de da natureza, fenômeno da natureza, como eu falei, ou por ataques do próprio homem, por invertidas do próprio homem. Então, saber distinguir eh esse crescimento, né, isso faz parte do crescimento do espírito, saber distinguir esse sentimento inconsciente, mas às vezes também desviado ou fora da medida que a gente citou lá no início, de um sentimento consciente da tomada de decisão de amar, amar o próximo, porque foi esse o ensinamento maior, porque foi esse o que Cristo nos ensinou, né? E aí a gente vai, se a gente toma consciência desse sentimento, a gente vai evitando sentir um sentimento que se assemelhe posse, a ciúme, como a gente falou lá atrás, né? Eh, então é essencial que nós comecemos a monitorar esses sentimentos que a gente tem, eh, especialmente pelas pessoas mais próximas, o que não é fácil. Se eu começo a monitorar, por exemplo, o que eu sinto, quem é, quem é pai e mãe aqui? Levanta a mão. Se eu fosse eh, por exemplo, refletir e monitorar o que eu sinto pelo meu filho, pela minha filha, será que tá? Se a gente fosse dividir numa escala assim, ó, 50% tá mais para cima para esse amor mais nobre que ama, que confia, que não espera nada em troca, ou será que tá numa escala ali da de baixo do 50% abaixo da regra, da régua de um amor que ainda projeta muitas coisas, de um amor que ainda tem posse, de um amor que ainda espera, se não for do meu jeito, eu não aceito. Então esse discernimento, essa falta de discernimento, melhor dizendo, é muitas vezes o que ocasiona os problemas que nós temos no campo afetivo com as pessoas. Então, quando eu não consigo ter a consciência desse tipo, desse eh nível de amor que eu já estou sentindo e que não tem problema, esse monitoramento é para ter consciência e se melhorar, não é para ter consciência e se julgar.

o ter a consciência desse tipo, desse eh nível de amor que eu já estou sentindo e que não tem problema, esse monitoramento é para ter consciência e se melhorar, não é para ter consciência e se julgar. é para ter consciência se e se melhorar. Então, se eu consigo observar esse amor e ver em que nível ele está e eu consigo eh investir na melhoria desse amor, eu estou ganhando. Quem eu amo está ganhando, todos estão ganhando, né? Então assim, você pode perguntar: "Tá bom, Patrícia, mas então me fala um pouquinho dessas assim de sugestões, de aplicações práticas, né, de como fazer. E aí vem eh um amor com responsabilidade. Quando a gente ama alguém, a gente entende que o desenvolvimento desse amor leva inevitavelmente ao aumento da nossa responsabilidade perante a vida. Lembra lá da frase do Pequeno Príncipe, né? Tu és responsável por tudo aquilo que cativas. Então, se eu amo e eu tenho responsabilidade por esse amor que eu sinto, eu entendo que quanto mais eu me desenvolvo, quanto eu mais eu evoluo, quanto eu mais eu monitoro esse grau de de sentimento, eu estou também eh diante da vida assumindo uma responsabilidade com esse próximo. ele agora nesse momento encarnado, esteja ele no papel de filho, de mãe, de pai, de amigo, de companheiro, de cônjuge. Outra forma também de trazer esse essa concretude para esse amor, né, além da responsabilidade, seria praticar ações no bem. Então, transformar esse sentimento de amor que a gente tem dentro da gente, que é inato, em algo que seja praticado, né, pela compreensão, eh, para o bem. Então, eu posso trazer isso através de uma ação voluntária. Eu posso trazer isso através do perdão, que é uma ação e um desejo de também praticar o bem com relação ao próximo. A gente não pratica o bem só com quem nos fez o bem. A gente pratica o bem também com quem por vezes não pôde, não soube como nos fazer o bem. Perdoar é praticar esse bem. para quem muitas vezes nos fez o mal. Então, eh trazer essa necessidade, por exemplo, de aplicar esse amor através eh da

or vezes não pôde, não soube como nos fazer o bem. Perdoar é praticar esse bem. para quem muitas vezes nos fez o mal. Então, eh trazer essa necessidade, por exemplo, de aplicar esse amor através eh da responsabilidade, da ação no bem, é seguir o modelo que Jesus nos ensinou. Então é seguir o modelo de Jesus que amou totalmente. Jesus amou com lucidez, não amou de uma forma incoerente. Ele foi lúcido. Ele se entregou plenamente em tudo que ele foi fazer, né? Em todas em todas as aos exemplos que ele quis nos dar, né? Então, a gente aqui eh problematizou esse desvio desse amor, falou de algumas formas práticas pra gente desenvolver esse amor em nós. E aí, se a gente vai lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, daqui a pouco eu volto aqui no Fonte Viva, mas se a gente vai lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 15 e a o capítulo intitulado: "Fora caridade não há salvação, eh, tem a primeira parte diz assim: "O que precisa o Espírito para ser salvo?" Que que vocês acham que o Espírito precisa para ser salvo? Quem lembra desse capítulo? Alguma ideia? Ele traz aqui, né, os espíritos trazem aqui como resposta o que que precisa para um homem ser salvo. Ele traz a parábola do bom samaritano como exemplo disso, que diz: "Ora, quando o filho do homem vier em sua majestade, acompanhado de todos os anjos, sentar-se ao trono da sua glória, reunidas diante dele todas as nações, separará uns dos outros, como o pastor separa dos bodes as ovelhas, e colocará as ovelhas à direita e os bodes à sua esquerda. Então dirá o rei aos que estiverem à sua direita: "Vinde, benditos do meu Pai, tomai posse do reino que vos foi preparado desde o princípio do mundo, porquanto tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber. Careci de teto e me hospedastes. Estive nu e me vestistes. Achei-me doente e me visitastes. Estive preso e me fostes ver. Então responder-lheão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer ou te com sede e te demos de beber? Quando foi

ei-me doente e me visitastes. Estive preso e me fostes ver. Então responder-lheão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer ou te com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos sem teto e te hospedamos? Ou despido e te vestimos? E quando foi que tu soubestes doente ou preso e fomos visitar-te? O rei lhes respondeu: "Em verdade eu vos digo, todas as vezes que isso fizestes a um destes mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes." Dirá em seguida aos que estiverem à sua esquerda: "Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno que foi preparado para o para o diabo e seus anjos. Porquanto tive fome e não me destes de comer. Tive sede e não me destes beber. Precisei de teto e não me agasalhastes. Estive sem roupa e não me vestistes. Estive doente no cárcere e não me visitastes. Também eles replicarão: "Senhor, quando foi que te vimos com fome? Não te demos de comer? Com sede não te demos de beber? Sem teto ou sem roupa? Doente ou preso? e não te assistimos. Ele então lhes responderá: "Em verdade eu vos digo, todas as vezes que faltastes com assistência a um destes pequenos, deixastes de tê-la para comigo mesmo. E esses irão para o suplício eterno e os justos para a vida eterna". Está lá no Evangelho de Mateus, capítulo 25, versículos de 31 a 46, né? Então, quando a gente pensa, eh, o que que precisa para um espírito ser salvo? E Jesus vem com essa parábola, né, com essa historinha de um rei que colocou uns de um lado, outros dos outros, do os que e eh souberam amar, os que souberam praticar o bem, os que souberam servir e ser caridos de um lado e os que, por outro lado, agiram com egoísmo, provavelmente pensando só em si. com avareza, pensando só nos seus bens. Aí, lembra do que Emanuel fala lá no início do capítulo sobre esse amor que é desviado? Então Jesus nessa parábola do samaritano coloca esse amor desviado, esse amor que coloca toda energia, toda atenção em coisas que vão passar, coisas que são perecíveis

sobre esse amor que é desviado? Então Jesus nessa parábola do samaritano coloca esse amor desviado, esse amor que coloca toda energia, toda atenção em coisas que vão passar, coisas que são perecíveis e que um dia, quando a gente chegar do outro lado, é como se a gente estivesse exatamente vivenciando a parábola do bom samaritano. Só que essa pergunta não vai vir para nós de forma inquisitória, porque não nós não acreditamos num Deus que pune num dia do juízo final. Mas essa pergunta vai vir para nós de forma dilacerante nas nossas consciências. Quantas oportunidades eu tive para amar do jeito que Jesus ensinou, com a tomada de consciência, com o conhecimento que eu tinha de que o amor é o único caminho. E quantas vezes eu lancei mão desse conhecimento para agir com amor para aqueles que me ofendem, que me tratam mal. que me fizeram mal. Quantas vezes eu agi como esses a quem Jesus disse: "Vocês fizeram, vocês deram de comer, vocês deram de beber, vocês ampararam, vocês cuidaram e foi a mim que vocês fizeram isso. E vocês que negaram fazer tudo isso também de alguma forma. Jesus está ensinando através dessa parábola que não existe colheita sem plantil. que não haverá uma punição, julgamento, mas que haverá uma colheita a cada um segundo suas obras. Eu vou colher na medida daquilo que eu plantei. Ora, se eu espero ser amada, compreendida, se eu espero viver com pessoas que sejam pacificadoras, mediadoras, tranquilas, gentis, dóceis, de que lado dessa parábola eu devo estar? Porque o que eu lanço no universo vai voltar para mim. E eu não posso criar uma expectativa para com os outros que me cercam de que todos façam a sua parte, me amem, me perdoem, me aceitem do jeito que eu sou, mas do lado de cá não faço esforço para fazer o mesmo. Então essa parábola, ela tem tudo a ver com esse ensinamento de Emmanuel sobre os problemas do amor. Porque quando eu tomo consciência, quando eu tenho discernimento desse amor no sentido amplo, no sentido do amor a todas as pessoas, eu começo a monitorar,

ento de Emmanuel sobre os problemas do amor. Porque quando eu tomo consciência, quando eu tenho discernimento desse amor no sentido amplo, no sentido do amor a todas as pessoas, eu começo a monitorar, e aí eu repito esse verbo, monitorar os sentimentos que eu estou tendo, cultivando para cada pessoa que está ao meu lado, pela mãe que me botou no mundo, pelo pai que me que me aceitou como filha. Esses dois espíritos me aceitaram em algum momento da sua jornada, me receberam, me ensinaram os primeiros passos, me ensinaram a falar, a andar. Só por isso já merecem a nossa gratidão. Ah, Patrícia, mas há muitas histórias, há muitas situações que aconteceram. Então, a gente precisa ter esse discernimento de que se a gente nutre esse amor desviado, esse amor do outra do outro lado da moeda, né, que é um amor que ainda cultiva mágoa, cultiva dores, cultiva sofrimentos, isso só vai fazer mal a nós mesmos, a nossa própria caminhada. Então, nessa parábola ainda, né, do bom samaritano, os espíritos comentam o seguinte, eh eles eles trazem, né, depois de de outra passagem do Evangelho de Lucas, eles trazem a seguinte reflexão: toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes que são contrárias ao egoísmo e ao amor, a ao egoísmo e ao orgulho. Então, o amor ele não se vincula nem ao egoísmo, nem ao orgulho. Isso é uma faceta, uma face desviada desse amor. Um amor que ainda está voltado para os meus bens, para os meus interesses, para aquilo que eu quero. ainda é um amor infantil, um amor platônico, mas com o amadurecimento da alma, do espírito, ele vai se tornando uma um amor que não deseja mais nada, que não projeta mais, que não sufoca mais, que não reprime mais, que não condena mais. vai se tornando um amor que apenas ama, que apenas segue, que apenas sente gratidão, porque é um amor consciência, é um amor eh de discernimento. Eu preciso amar o meu próximo, ainda que ele seja um inimigo meu. Não tá no Evangelho do Cristo? Amai os vossos inimigos. Eu preciso amar o meu próximo,

mor consciência, é um amor eh de discernimento. Eu preciso amar o meu próximo, ainda que ele seja um inimigo meu. Não tá no Evangelho do Cristo? Amai os vossos inimigos. Eu preciso amar o meu próximo, ainda que ele seja um inimigo meu. Isso é consciência, isso é discernimento, isso também é trabalho moral. Um dos pilares da doutrina espírita é a reforma íntima. A gente não sabe fazer isso ainda de forma plena, precisa, a gente ainda não sabe. Mas é por isso que a gente tá aqui. A gente tá aqui para aprender, aprender na hora que dói a optar por um lado que não é o lado do amor desviado, porque o lado do egoísmo, da mágoa, do rancor, a gente vai ter que um dia trilhar outro caminho para poder enxergar esse outro lado. E é por isso que a gente vem inúmeras, inúmeras reencarnações com essas pessoas que nos cercam. São as mesmas muitas vezes. O pai, a mãe, os irmãos, os tios, os parentes. São grupamentos familiares de famílias espirituais que se reencontram. ora pelos laços do amor, ora para aprender a amar-se. E nós que estamos aqui buscando evoluir, que já trazemos essa consciência, esse entendimento, precisamos despertar para fazer isso mais rápido, né? Como ele diz aqui, eh, em todos os seus ensinos, Jesus aponta essas duas virtudes, né? a humildade e a caridade. Essas duas virtudes, como as conduzem, como as que conduzem à eterna felicidade. Jesus diz: "Bem-aventurados os pobres de espírito, isto é, os humildes, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que têm puro o coração. Bem-aventurados os que são brandos e pacíficos. Bem-aventurados os que são misericordiosos. Amai o vosso próximo como a vós mesmos. Fazei aos outros o que quereris que vos fizessem. Amai os vossos inimigos. Perdoai as ofensas, se quiserdes ser perdoados. Praticai o bem sem ostentação. Julgai-vos a vós mesmos antes de julgardes os outros. Humildade e caridade. Eis o que não cessa de recomendar e o e o de que dá ele próprio, Jesus, o exemplo. Orgulho e egoísmo. Eis o que não cansa de combater

s a vós mesmos antes de julgardes os outros. Humildade e caridade. Eis o que não cessa de recomendar e o e o de que dá ele próprio, Jesus, o exemplo. Orgulho e egoísmo. Eis o que não cansa de combater e não se limita a recomendar a caridade, põe-na claramente em termos explícitos como condição absoluta da felicidade futura. E aí a máxima do Espiritismo, fora da caridade não há salvação. E não estamos nos referindo apenas a caridade material, aquela que auxilia quem tem fome, quem tem sede, como Jesus propunha, mas sobretudo que vem acompanhada da caridade moral, a aquela caridade que perdoa, que ouve, que silencia. que tolera, que entende que o outro está no caminho evolutivo, assim como nós também estamos num caminho evolutivo. Nós não somos perfeitos, nós não sabemos amar ainda da forma como nós gostaríamos de ser amados. Então, por que cobramos isso das pessoas na mesma força? E aí, eh, nesse mesmo capítulo, que é o fora da caridade, não há salvação, eh, fala que no quadro que traçou o juízo final, deve-se, como em muitas outras coisas, separar o que apenas figura alegoria, né? Aos a homens como os que a quem ele falava, ele ainda ainda eram incapaz de compreender as questões puramente espirituais. Então, ele tinha que apresentar imagens materiais chocantes, né? né? Por isso que ele fala ali que os que não deram de comer, não deram de beber, esses vão ficar lá derretidos, né? Mas isso eram alegorias para impressionar, né? Para que eles melhor compreendessem. Mas no fundo o que ele queria mesmo era que nós entendêssemos eh que tirando essas alegorias, esses acessórios, essas figuras aí de linguagem que não tem salvação se a gente não discernir por amar e amar através de praticar o bem, amar através da caridade, né? a gente começou falando sobre isso ali, sobre os, digamos que as ações práticas que a gente poderia ter para desenvolver esse amor. Então, nessas ações práticas é responsabilizar-se pelo que você sente pelo outro. Se for um sentimento maravilhoso, nobre, de um

e as ações práticas que a gente poderia ter para desenvolver esse amor. Então, nessas ações práticas é responsabilizar-se pelo que você sente pelo outro. Se for um sentimento maravilhoso, nobre, de um amor puro, é sua responsabilidade. Você já evoluiu a ponto de conseguir sentir esse amor por alguém. Mas se for um sentimento menos nobre, um sentimento ainda repleto de ciúmes, de orgulho, de avareza, responsabilize-se por ele também. Monitore esse sentimento e faça um pacto com você mesmo de tentar mudar, melhorar, né, com pequenas ações, com reflexão, porque se a base, uma das bases dessa doutrina é o conhecimento filosófico, eu tenho que me questionar por eu convivo com esta pessoa? O que esta pessoa representa representa no meu caminho de evolução? Se é uma pessoa que me eh que desperta em mim o melhor, o amor, a tolerância, a paciência, por que essa pessoa está caminhando junto comigo? Quais laços nós construímos e cultivamos em outras vidas para nos reencontrarmos e termos essa manutenção desses laços? E se for o contrário, se for pessoa ainda difícil, pessoa que ainda não, eu não consigo me sentir eh sentir o melhor de mim ou o amor que eu sinto pelo próximo, o que que essa pessoa também está fazendo na minha caminhada? Qual o propósito dessa de caminhar lado ao lado a a essa pessoa? E o que que eu posso fazer para evoluir junto dessa pessoa? Então, todas as vezes que a gente traz para consciência, a gente tira de um sentimento meramente instintivo, né? Eh, um sentimento obsecado, um sentimento irracional. E a gente coloca discernimento, que é a palavra que ele disse lá no início, né? E aí, pessoal, ele eh também, né, a gente a gente acaba sendo convidado aqui por essa leitura de Emanuel, quando ele diz, quando ele diz: "Instruamo-nos, pois para conhecer, eduquem-nos, pois, para discernir." Então, se eu não conheço as leis divinas, se eu não conheço o que Jesus pregou e essa doutrina, se eu não conheço o evangelho do Cristo, eu preciso conhecê-lo, eu preciso me

os, pois, para discernir." Então, se eu não conheço as leis divinas, se eu não conheço o que Jesus pregou e essa doutrina, se eu não conheço o evangelho do Cristo, eu preciso conhecê-lo, eu preciso me instruir. E se eu já o conheço, eu preciso de discernir nas minhas ações se eu estou me baseando no que ele ensinou ou não, porque senão é muito bonito. Eu vou paraa minha igreja, pro meu templo religioso, para qualquer que seja a minha a minha crença religiosa. E lá eu consigo sentir amor, lá eu sinto paz, harmonia, tranquilidade. Mas quando eu tô fora desse ambiente que por si só me eleva, né, qualquer pessoa que entrar aqui na comunhão espírita, você coloca o pé, você já sente uma a frequência muda, você já sente que o relógio, o ritmo do relógio bate diferente, seu coração desacelera, é pura paz. Então aqui dentro é fácil vivenciar esse amor dos espíritos por nós, a gratidão que a gente sente por estar aqui, por estar vivo, mas as provas elas estão lá fora, não aqui dentro. As provas da vida são quando eu me deparo com situações em que esse meu sentimento de amor ainda não tá pleno, ainda está desviado, ainda está canalizado para aquilo que eu quero, que eu desejo. Então ele termina dizendo cultura intelectual e aprimoramento moral, né? Então, inteligência, desenvolvimento dessa inteligência, dessa cultura intelectual e o aprimoramento moral são imperativos da vida, possibilitando-nos a manifestação do amor. Olha, ele termina do jeito que ele começou, falando que não tem como você aprender a amar plenamente como os espíritos mais evoluídos amam. se você não desenvolver esse lado do conhecimento, do discernimento, da responsabilidade e também consequentemente o lado moral. E ele termina esse capítulo dizendo: "Atendamos ao conselho apostólico e cresçamos em valores espirituais para a eternidade, porque muitas vezes o nosso amor é simplesmente querer e tão somente o querer." É mais possível desfigurar, desviar, que foi a palavra que eu usei, né? quando a gente eh ama impensadamente

eternidade, porque muitas vezes o nosso amor é simplesmente querer e tão somente o querer." É mais possível desfigurar, desviar, que foi a palavra que eu usei, né? quando a gente eh ama impensadamente ou ama por aquilo que a gente projeta, por aqu, é preciso amar esse quadro que a gente pintou, que a gente projetou, esse cenário que a gente projetou nas pessoas no próximo. É preciso amar o quadro do jeito que ele é, com as imperfeições, com as cores que ele tem, a forma como ele foi pintado. Isso é amar com discernimento, amar do jeito que a gente gostaria de ser amado, amar por quem nós somos. Jesus não discriminou a ninguém, muito pelo contrário, uniu alguém estava sendo discriminado. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra nesta mulher adúltera. Então ele chamou a responsabilidade desse amor. Eu só posso fazer para o próximo aquilo que eu gostaria que fizessem comigo. Esse é o amor, esse é o poder do amor no seu ápice de sentimento. Então, que nós possamos nessa noite de hoje, meus queridos, termos entendido um pouquinho mais desse mandamento maior que é o amor do Cristo, mas de uma forma mais consciente, usando o discernimento e a coragem de mudar em nós aquilo que ainda precisa ser modificado, usando a coragem de monitorar em nós como nós estamos amando, de que forma nós estamos projetando o amor no outro. nas pessoas, naquilo que queremos. E se nós partirmos daqui em breve, se nós partirmos amanhã ou em qualquer dia, o que nós levaremos são justamente essas construções desses amores que nós conseguimos fortalecer ou daqueles que nós nem conseguimos começar a tentar fortalecer. Esse conjunto é o que a gente vai levar. Então, que nós reflitamos nessa noite, nessa semana, e eu desejo que essa palestra fique aí reverberando nos ouvidinhos de vocês sobre como eu estou amando, como eu estou me amando, como eu estou projetando esse amor no mundo e o que eu estou esperando para comigo. E que nós possamos mais do que nunca amarmos sem esperarmos nada em troca,

eu estou amando, como eu estou me amando, como eu estou projetando esse amor no mundo e o que eu estou esperando para comigo. E que nós possamos mais do que nunca amarmos sem esperarmos nada em troca, porque amando mais que nós seremos também mais amados do jeito que nós queremos. E todo mundo que tá aqui só quer ser amado nessa vida. A gente só quer ser amado pelo que a gente é. E os conflitos que a gente acaba estabelecendo no mundo é porque a gente se sente incompreendido nesse amor. Então, vamos compreender mais para que sejamos compreendidos. Vamos amar mais para que sejamos amados. Vamos praticar mais o bem e a caridade para que nós possamos também sermos atendidos nas nossas necessidades com amor e com a mesma caridade. Então, vamos fechar os nossos olhos materiais para fazermos uma prece final, agradecendo ao Pai Maior por essa noite de hoje, por essa leitura, por essa intuição de falar sobre eh esse esse amor sublime, divino, esse amor repleto de consciência, de vontade de ser mais evoluído, que permita, mestre Jesus, que nós, quem sabe nessa noite de hoje possamos estabelecer diálogos com os nossos mentores espirituais, possamos receber conselhos, orientações sobre aquilo que ainda precisamos fazer, sobre os compromissos que nós assumimos com pessoas a quem nós nos comprometemos do outro lado da vida a retornarmos e junto com elas crescermos. Ensina-nos, Mestre Jesus, a perdoar, a respeitar, a tolerar, a caminhar com o próximo Mestre Jesus, com menos julgamento, com mais amor, com mais tolerância, com mais paz. Que o nosso mundo interior seja tomado pela tua paz nesse momento, pela certeza de que nada tem mais importância do que o teu amor para conosco e do que o nosso amor para com o próximo. E que nós possamos, mestre Jesus, no exercício profundo de alcançarmos esse amor, termos a cada dia a oportunidade de sermos um pouquinho melhor. Nem que seja um aprendizado a contagotas, mas que nós possamos ser um pouquinho mais gentis, um pouquinho mais tolerantes, um

esse amor, termos a cada dia a oportunidade de sermos um pouquinho melhor. Nem que seja um aprendizado a contagotas, mas que nós possamos ser um pouquinho mais gentis, um pouquinho mais tolerantes, um pouquinho mais pacientes, um pouquinho mais generosos e um pouquinho mais amorosos, com todo e qualquer ser que cruza o nosso caminho ao longo de cada dia, de cada semana, de cada mês e de cada ano da nossa vida. Certos de que os teus ensinamentos guiarão os nossos passos, nós finalizamos essa noite de hoje te agradecendo e dizendo: "Sos hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Uma boa noite a todos, meus queridos irmãos. Vamos paraa segunda parte dos trabalhos de hoje, para o passe. Então, quem for ficar para o passe, que permaneça em silêncio, em oração, em reflexão e aqueles que estiverem indo para os seus lares, que possam ir em paz. Um abraço a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso

música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais [música] de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus,

tornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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