TEMA LIVRE - Debora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
A comunhão. [música] Foi nessa casa que aprendi toda Belém. >> Amigos, amigas, rendamos graças a Jesus por permitir que nos encontremos mais uma vez reunidos em seu nome e sob as suas bênçãos e sua tutela. Hoje nós recebemos mais uma vez a nossa irmã Débora, que traz sempre reflexões muito profundas acerca do evangelho de Jesus e que transformam o nosso coração porque amplia cada vez mais a noção que nós temos ainda muito incipiente da grandeza da palavra do mestre. Como sempre fazemos, vamos ler a nossa mensagem para que possamos nos harmonizar. e fazer a nossa fazermos a nossa prece. Não desistas de ti é a nossa mensagem. Se recaíste no erro, não desistas de ti. Procura ser mais forte. Ninguém se renova intimamente sem sedimentar convicções. Resiste com mais empenho ao assédio da tentação. Pensa cotidianamente na transitoriedade das coisas à quais ainda te prendes. Todo prazer é fugaz. Por um minuto de ilusória aventura. Não vale a pena conviver com o remorço por tempo indefinido. Ore com mais empenho, pedindo maior suplemento de forças ao alto. Recomeça exaustivamente no propósito de acertar. Mesmo quando se trate de descondicionar-te do mal a que te habituaste, a lei divina não comete violência. A taça transbordante de vinho se transsubstanciará em fé aos teus lábios. Ninguém se opõe aos vitres da consciência sem que inevitavelmente se frustre. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, nos deixando envolver por suas dúzidas vibrações, pela sua paz, rogando ao Mestre que abençoe os nossos esforços, no nosso propósito de nos melhorarmos cada dia mais, pedindo a ele que nos inspire de diuturnamente para que não nos deixemos contaminar pelo pessimismo, pela desesperança, pela descrença, pedindo a Jesus que inspire a Débora para que o verbo dela seja o verbo de Jesus. E, acima de tudo, rogando ao terapeuta de nossas almas que cuide de todos nós com o zelo que ele nos dispensa todos os dias. que o mestre nos encontre. Boa tarde a todos. É sempre uma alegria estarmos aqui reunidos nessas
ando ao terapeuta de nossas almas que cuide de todos nós com o zelo que ele nos dispensa todos os dias. que o mestre nos encontre. Boa tarde a todos. É sempre uma alegria estarmos aqui reunidos nessas sextas-feiras à tarde em torno do Evangelho. É uma alegria e uma grande honra para cada um de nós podermos conversar acerca dos ensinamentos de Jesus. ensinamentos esses que são ensinamentos de vida eterna e que vem cruzando os anos, as eras e seguem conosco até hoje. E nós estamos aí nesse propósito abençoado de melhor compreender essas lições tão sábias. tão libertadoras que Jesus nos trouxe, as lições da boa nova. E eu gosto muito de lembrar que o evangelho é a boa notícia, assim como certa feita o Chico, ao ser indagado por um irmão nosso do movimento espírita acerca do que havia de novo, o Chico dá uma risadinha e responde: "De novo, meu irmão, é o evangelho. nos dizer que as lições do evangelho ainda não foram compreendidas por nós em sua totalidade e muito menos vivenciadas por nós. Nós falaremos hoje sobre honras vãs, trazendo o texto de número 37 da obra Caminho, verdade e vida. Aqueles que nos acompanham aqui há mais tempo tem conhecimento de que estamos estudando de forma sequencial esta obra. Caminho, verdade e vida. é de autoria espiritual de Emanuel pela lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. E hoje coube-nos a lição 37. Falaremos de honras, falaremos de adoração. As vãs, as pseudo honrarias e as verdadeiras. Mas antes de entrarmos no tema propriamente dito, no versículo que o benfeitor retira do Evangelho de Marcos, eu gostaria de abrir a nossa conversa hoje com um conto. estava estudando sobre o nosso tema aqui, Honras Vãs. E vocês imaginem que chegou até mim um conto desta obra, Contos e Apólogos do irmão X, um pseudônimo adotado por Humberto de Campos no mundo espiritual. E a lição 13, louvores recusados. Vocês vão ver que a história, o conto faz uma correlação muito interessante com o nosso tema de hoje, sobre as honras vãs. Então, conta-se no plano espiritual que
al. E a lição 13, louvores recusados. Vocês vão ver que a história, o conto faz uma correlação muito interessante com o nosso tema de hoje, sobre as honras vãs. Então, conta-se no plano espiritual que Vicente de Paulo oficiava num templo aristocrático da França em cerimônia de gala, à frente de ricos senhores coloniais. Capitães do mar, guerreiros condecorados, políticos ociosos e avarentos sórdidos, quando a certa altura da solenidade se verificou à frente do altar inesperado louvor público. Então, tava lá São Vicente Paulo oficiando, fazendo uma missa, né, numa região aristocrática com esse público. E de repente começou um verdadeiro louvor público à frente do altar. Velho corsário abeirou-se da sagrada mesa eucarística e bradou contrito. Senhor, agradeço-te os navios preciosos que colocaste em meu roteiro. Meus negócios estão prósperos. Graças a ti, Senhor, que me designaste boa presa. Não permita, Senhor, que teu servo fiel se perca de miséria. Dar-te, ei valiosos dízimos. Erguerei uma nova igreja em tua honra e tomo os presentes por testemunha do meu voto espontâneo. devoto adiantou-se e falou em voz alta: "Senhor, minha alma freme de júbilo pela herança que enviaste a minha casa pela morte do meu avô, que em outro tempo te serviu gloriosamente em campo de batalha. Agora podemos enfim descansar sob a tua proteção, mestre, esquecendo o trabalho e a fadiga. Seja louvado o teu nome para sempre. Um cavalheiro maduro, exibindo o rosto caprichosamente enrugado, agradeceu: "Mestre divino, trago-te a minha gratidão ardente pela vitória na demanda provincial. Eu sabia que a tua bondade não me desprezaria. Graças ao teu poder, minhas terras foram dilatadas. Construirei em tua honra um santuário para comemorar o triunfo que me conferiste por justiça. A senhora muito adornada tomou posição frente ao altar e exclamou: "Divino Salvador, meus campos da colônia distante, com teu auxílio, estão agora produzindo satisfatoriamente. Agradeço os negros sadios e submissos que me mandaste
posição frente ao altar e exclamou: "Divino Salvador, meus campos da colônia distante, com teu auxílio, estão agora produzindo satisfatoriamente. Agradeço os negros sadios e submissos que me mandaste e em sinal da minha sincera contrição, te honrarei, concedendo a tua igreja boa parte dos meus rendimentos. Um homem antigo, de uniforme agaloado, acercou-se do altar e clamou extentórico: "A ti, mestre da infinita bondade, o meu regozijo pelas gratificações com que fui aquinhoado. Os meus latifúndios procedem de tua bênção. É verdade que para preservá-los sustentei a luta e alguns miseráveis foram mortos. Mas quem senão tu mesmo colocaria força em minhas mãos para defesa indispensável? Doraavante, não precisarei me preocupar com o futuro. minha poltrona farei orações fervorosas, fugindo ao imundo intercâmbio com os pecadores do mundo, para retribuir-te e honrar-te, eterno redentor, farei edificar no burgo, na qual minha fortuna domina, um templo digno de tua invocação. recordando-te os sacrifícios na cruz. E os agradecimentos continuavam quando Vicente de Paulo assombrado, reparou que a imagem do Nazareno adquiria vida e se movimentava. Estático viu-se à frente do próprio Senhor, que desceu da cruz, desceu do altar florido em pranto. O abnegado sacerdote observou que Jesus se afastava a passos largos e rápidos. Contudo, sentindo-se junto dele, cobrou ânimo e perguntou-lhe igualmente em lágrimas: "Senhor, por que choras e por te afastas de nós?" O celeste amigo ergueu para o clérigo a face melancólica explicou: "Vicente, sinto-me envergonhado de receber o louvor dos poderosos que desprezam os fracos, dos homens fortes e válidos que não trabalham. dos felizes que abandonam os infortunados. O interlocutor sensível São Vicente Paulo, né, nada mais ouviu. Cérebro em turbilhão desmaiou ali mesmo diante da assembleia intrigada, sendo imediatamente substituído. Febril, delirou por vários dias, prisioneiro de visões que ninguém entendeu. Quando se levantou da incompreendida enfermidade,
li mesmo diante da assembleia intrigada, sendo imediatamente substituído. Febril, delirou por vários dias, prisioneiro de visões que ninguém entendeu. Quando se levantou da incompreendida enfermidade, vestiu-se com a túnica da pobreza, trabalhando incessantemente na caridade até o fim dos seus dias. Os adoradores do templo, entretanto, continuaram agradecendo os troféus de sangue, de ouro, de mentira, diante do mesmo altar e afirmaram que Vicente de Paulo houvera enlouquecido. Então, meus amigos, com essa interessante história, esse interessante conto de irmão X, nós podemos fazer uma análise, aproveitando o mote da história sobre o que viria a ser honras vãs. Então vejam, não é? ricos proprietários de terra, os marinheiros, os homens do mar, as senhoras latifundiárias, honravam, todos estavam ali numa cerimônia religiosa, se aproximaram, fizeram toda a ritualística, os gestos se arrumaram, né, se adornaram para aquela cerimônia. Mas que tipo de honrarias traziam até Jesus? Seriam essas honras reais, verdadeiras? Honrar poderia ser dado aqui como sinônimo de adorar. O que vem a ser adorar a Deus? O que vem a ser honrar a Deus, honrar ao Cristo? Será que é aquilo que vem do exterior e no exterior fica? as tradições, os rituais, os templos suntuosos, todo um processo de adoração exterior. Será que é exatamente isso que Jesus espera de nós? Jesus que durante o período que aqui esteve, tanto combateu a hipocrisia, tanto combateu a honraria vã, tando, tanto combateu a adoração, o culto exterior, que era tão presente naquela época. Quem nunca leu, não é, no Evangelho a fala do Cristo? Raça de víboras, até quando vos tolerarei? Vocês são túmulos caiados por fora, mas cheios de podridão por dentro. Não é aquele, não bastará dizer Senhor, Senhor para entrar no reino dos céus, mas somente entrará no reino dos céus aquele que fizer a vontade de Deus que está nos céus. A adoração exterior. Kardec irá questionar, ele faz essa questão no estudo lá no livro dos espíritos, quando estuda a lei de
ará no reino dos céus aquele que fizer a vontade de Deus que está nos céus. A adoração exterior. Kardec irá questionar, ele faz essa questão no estudo lá no livro dos espíritos, quando estuda a lei de adoração, uma das leis morais que abre inclusive o estudo das leis morais, a lei de adoração. Então ele pergunta se a adoração exterior ela é válida. E os espíritos dizem que sim, que a adoração exterior, né, os ritos, os rituais, as práticas são válidas desde que não sejam vãs. Eles usam o termo vão simulacro, ou seja, aquela prece que não passa do céu da boca, aquela atitude que não passa do ato exterior. Então, desde que não seja um vão simulacro, um teatro, um um uma apresentação, ela é válida porque serve de exemplo e porque muitas vezes representa o elemento, o caminho que cada um escolhe para conectar-se com o pai. Quando o elemento exterior atua como um vínculo, uma ponte, um elo, para que a real honra se dê, tá tudo certo. Agora, quando o ato exterior é falso, é vão, como o conto de Humberto de Campos nos trouxe de que valem os templos suntuosos que eles iriam oferecer a Jesus. Se dentro desses templos a caridade não habitar, de que valem as estátuas, as imagens, os cerimoniais tão agradáveis aos olhos na sua suntuosidade, se a caridade não tomar parte? A verdadeira honraria que podemos trazer a Jesus é quando nós nos transformamos num templo de Deus. Quando nos transformamos em templos vivos, onde a palavra de Deus, onde a mensagem e a lei de Deus se vivifica, se personaliza, se torna patente através da nossa transformação íntima, nos fazendo expressar no nosso nosso sentimento, no nosso pensamento e na nossa vivência, a lei de amor. Certa feita, Jesus se encontrava com uma moça ali pelas bandas da Samaria. começaram um diálogo muito interessante e lá pelas tantas ela tem um insite. Ela percebe que ela não estava de frente a alguém comum e ela diz, né? Vejo que és mestre, profeta. Eu acho que ela quis dizer: "Eu tô vendo que você é bem sabido. [risadas] Me diga uma coisa, mestre, onde
ercebe que ela não estava de frente a alguém comum e ela diz, né? Vejo que és mestre, profeta. Eu acho que ela quis dizer: "Eu tô vendo que você é bem sabido. [risadas] Me diga uma coisa, mestre, onde deveremos adorar, honrar o Senhor?" Era alguma coisa que lhe permeava um mundo íntimo e que lhe trazia um qu de inquietação? Porque ela pergunta para Jesus: "Onde verdadeiramente deveremos honrar o Senhor, adorar a Deus? Será que ela era uma samaritana? É um encontro de Jesus com a mulher samaritana. Ela, né? É aqui no Monte Garizim que os samaritanos haviam construído um um templo ali no Monte Garizim. Havia uma richa, né, entre judeus e samaritanos. Ou é lá em Jerusalém, no templo de Jerusalém, onde realmente Deus está com os judeus ou aqui conosco, samaritanos? Desde aquela época, viu, minha gente, já havia richa. Esse negócio de quem é o mais bonito, quem é o o o ú a última bolachinha do pacote, não é de agora não. [risadas] Espíritas, judeus, protestantes, quem são os mais lindinhos, né? Desde aquela época já tinha tá lá samaritana. E Jesus então, né, aquele verbo vivo trazendo a verdade, a mensagem de vida eterna. irá dizer a ela e a todos nós: "Em verdade, em verdade vos digo que Deus deverá ser honrado, adorado em espírito e verdade, nem lá, nem cá, mas no coração do homem." E como honrarmos a Deus no nosso coração? Como adorarmos a Deus em espírito e verdade? transformando-nos, transformando o nosso coração nesse altar de adoração, transformando-nos em criaturas, em verdadeiros templos vivos, expressando em nós a lei de Deus, a lei de amor. Essa é a verdadeira honra. Essa honra não é van. Ela não é aparente. Ela é verdadeira. Ela é sincera. Tempo virá em que não teremos mais necessidade dos rituais, das práticas religiosas, dos templos religiosos, porque a nossa vida será um constante cântico de louvor, um constante cântico de adoração ao Pai eterno, como na nossa vivência, na nossa convivência, na nossa prática, expressaremos o amor conosco, com o próximo.
a vida será um constante cântico de louvor, um constante cântico de adoração ao Pai eterno, como na nossa vivência, na nossa convivência, na nossa prática, expressaremos o amor conosco, com o próximo. Já que estamos falando de adoração, eu me lembro aqui de um outro diálogo muito interessante. O jovem chega perto de Jesus e diz assim: "Senhor, como fazer para angarear a vida eterna? Entrar no reino de Deus. Tenho seguido os mandamentos". Engraçado, né? Ele diz: "Tenho honrado, Senhor, tenho feito o ritual, mas eu percebo que a coisa não tá engatando, né?" Então ele vai lá perguntar para Jesus. Aí Jesus olha e fala assim: "O que está escrito na lei? Olha Jesus, minha gente, o que está escrito na lei aí? mocinho, igual quando a gente ia fazer prova oral, os mais jovens aqui não vão lembrar disso, né? A gente ia com uniforme, a meinha levantada, chamava, sorteava o ponto, ficava ali na ponta da língua. Assim foi o moço. Amarás o Senhor, teu Deus de todo teu coração, o teu próximo como a ti mesmo. Jesus olha para ele e diz assim: Como lês, meus amigos, Jesus é o mestre, é o nosso orientador maior. Às vezes a gente lê o evangelho assim meio de roldão, né? Não devíamos, mas às vezes a gente lê assim e a gente não presta atenção. Cada frase do Cristo, cada palavra de Jesus traz um significado profundo. Quando ele pergunta pro rapaz como lês, ele não tava querendo saber como é que ele pegava ali o o pergaminho e coisa e lia se ele usava uma lupa, se ele anotava alguma. Não, como seu coração decifra isso? Qual a profundidade que esse ensinamento atinge na sua alma? Porque depois Jesus olha para ele, depois que ele responde, né, e diz: "Faz isso e viverás". Que que Jesus tá dizendo? Meu amigo, até aqui você tá me honrando da boca para fora. Você tá honrando o mandamento só pelo lado exterior. Por isso que a coisa não tá chegando onde tem que chegar. Honre verdadeiramente, viva a mensagem. E depois disso ele pergunta: "Quem é o meu próximo?" Lembram do diálogo do moço com Jesus?
o exterior. Por isso que a coisa não tá chegando onde tem que chegar. Honre verdadeiramente, viva a mensagem. E depois disso ele pergunta: "Quem é o meu próximo?" Lembram do diálogo do moço com Jesus? Porque amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, ele fala o mandamento. Jesus diz: "Faz isso e viverás". E aí ele vem e fala: "Mas pera lá, quem é o meu próximo?" para vocês verem como o moço ainda estava na superficialidade do mandamento. E aí honrando vã, né? A a honraria dele era um vão simulacro. E aí Jesus conta a belíssima parábola do bom samaritano. Vocês pensam que o samaritano honrou a Deus na parábola que Jesus traz? Houve ali culto exterior, porque antes dele passar pela estrada, passou levita na intelectualidade. sacerdote na ritualística, em honras vãs, não tenhamos dúvida. O sacerdote estava em honras tão vãs que ele disse: "Não posso tocar nesse homem. Acabei de me lavar e purificar-me no templo. Como vou tocar no homem aqui que tava semimorto na frente dele?" E vem o samaritano. Hoje nós estamos falando muito samaritano, né? Vem o samaritano que vocês sabem que era odiado pelos judeus. Vocês acham que foi aleatório que Jesus trouxe o samaritano? Muito bem. E o samaritano, então, sem ritual, sem tradição, sem louvores espetaculosos, honra a Deus no templo da natureza, naquela estrada que é simbólica, não é? Descia de Jerusalém para Jericó. Vocês viram aqui no conto de irmão X, o moço dizendo, né, lá da minha varanda, da minha cama, farei orações lindíssimas, mas misturar-me com a imundícia do mundo, ave Maria, não quero nem saber disso. E o samaritano descia para o mundo, encontrou o rapaz que precisou dele. sem rituais, sem louvores vãos, atendeu, atendeu o homem, prestou-lhe assistência, honrou a Deus, fez do seu coração o altar da fraternidade, fez do seu coração o altar da caridade. E eu imagino que nesse momento cânticos de louvor foram entoados pelos anjos que habitam as esferas superiores da vida, porque uma honra verdadeira
raternidade, fez do seu coração o altar da caridade. E eu imagino que nesse momento cânticos de louvor foram entoados pelos anjos que habitam as esferas superiores da vida, porque uma honra verdadeira havia saído do mundo. Então, meus amigos, honras reais só aquelas que partem do coração. Honras verdadeiras é o amor que sai de nós em direção ao outro. Honras verdadeiras são aquelas que partem dos nossos templos íntimos dedicados aos esforços diários da nossa transformação moral e alcançam o nosso semelhante. Hoje eu lia pela manhã uma poesia de Alta de Souza e ela nos dizia que na linda estrada que a vida nos oferece, há sempre alguém que nos espera numa curva de caminho, num desvio. numa região pedregosa, num precipício, alguém que nos espera e espera o que de nós? Que honremos a Deus, honrando o irmão que se apresenta à minha frente, necessitado da ajuda que eu posso naquele momento oferecer. Então, meus amigos, que Deus, que Jesus nos fortaleça a fé para que sigamos, para que possamos realmente nos enquadrar na definição que Kardec dá do verdadeiro espírita, do verdadeiro cristão. é aquele que empreende esforços no sentido de sua transformação moral, no sentido de domar suas más inclinações, que possamos ter a força necessária para seguirmos nesse caminho de transformação íntima, de reforma moral, transformando-nos nós nos templos vivos do Senhor. O mundo já tem templos demais, já tem religiões demais, já tem rituais demais. Precisamos agora nos unir pelos vínculos do amor. Temos sido ao longo dos anos, das eras, das décadas dos séculos, cristãos sem Cristo. Será que Jesus não tem chorado ao nos? cultuando o ritual exterior cristão sem Cristo, porque Cristo é o amor que se personificou entre nós. Vejamos a sua trajetória. Quanto de ritual havia de tradição. O homem foi feito pro sábado e não sábado pro homem. Tá precisando agora. Ah, mas hoje é sábado. Não, mas hoje é o dia lá do centro, né, que a gente tem. Como é que eu vou parar aqui? A pessoa tudo bem que ela tá sangrando na minha
não sábado pro homem. Tá precisando agora. Ah, mas hoje é sábado. Não, mas hoje é o dia lá do centro, né, que a gente tem. Como é que eu vou parar aqui? A pessoa tudo bem que ela tá sangrando na minha frente, mas eu já aqui, olha, né? Tá saindo pra reunião mediúnica, aparece um amigo trazendo uma demanda íntima. dolorosíssima. Ó, meu amigo, tudo bem? Te encontrei aqui, mas você vai ficar aqui porque eu tenho a reunião. Compreendem, meus amigos? Tem horas que o ritual tem que parar para que o amor se apresente. Senhoras que às vezes a regra e com todo respeito às regras, mas elas têm que ficar às vezes em segundo plano para que o amor apareça, para que a fraternidade prevaleça, para que a honra real ao Senhor se faça. que possamos ser cristãos com Jesus. Lembrando do encontro que Eurípides Barçanufo e prometo que é minha última fala. teve com Jesus em desdobramento durante o sono. Eurípides é levado a uma região muito linda. E quando vai se aproximando, ao longe, ele vê uma imagem, vai tomando forma de alguém, um homem, ele olha e vê que é o Cristo, fica emocionado e se sente um pouco constrangido de se aproximar, mas ele vai indo passo a passo. Quando chega mais perto, percebe que Jesus chorava. Eurípides pergunta: "Senhor, por que choras?" Jesus não responde nada. Eu insiste. Senhor, choras por quê? Mais uma vez Jesus o olha e nada diz. Então, Eurípedes formula uma questão pouco mais específica. Senhor, chora por aqueles que não conhecem o teu evangelho e debandam, afastam-se de ti, promovem a iniquidade, o sofrimento. Então, Jesus levanta os olhos um pouco mais. olha profundamente para Eurípedes e diz: "Não, meu filho, choro por aqueles que conhecem o evangelho e não o cumprem." Então, meus amigos, que possamos ser aqueles que conhecem o evangelho, mas que se esforçam por vivê-lo no seu dia a dia, no seu cotidiano, honrando a Deus e ao Cristo no altar dos nossos corações. pela atenção de vocês. O meu muito obrigada. Amigos, honrar a Deus pressupõe uma profunda transformação interior,
dia a dia, no seu cotidiano, honrando a Deus e ao Cristo no altar dos nossos corações. pela atenção de vocês. O meu muito obrigada. Amigos, honrar a Deus pressupõe uma profunda transformação interior, porque pressupõe, acima de tudo, nós cuidarmos da semente divina que habita o nosso coração. E muitas vezes, ou na maioria das vezes, nos comportamos como crianças que se sentem envergonhadas quando fazem algo de errado. Todas as noites, quando eu vou fazer as minhas orações, eu converso com Jesus. Mas quando eu cometo um deslize muito grave, muito sério do ponto de vista moral, eu tento disfarçar, eu tento mudar de assunto com ele. Aí prevalece o ritual, não é? Eu converso com ele de uma maneira ritualística, só que não tem jeito, porque o nosso coração sente necessidade de se colocar de maneira totalmente clara para Jesus. E aí nós temos que passar por cima da vergonha e nos preparar para um novo dia. Então, que este reino de Deus que nos habita possa ser todos os dias transformado num altar da própria consciência, onde nos colocamos desnudos diante da divindade do Pai, mostrando que, apesar das nossas mazelas espirituais, reside em nós esta semente do Pai. e que mais cedo ou mais tarde irá florescer e dar frutos. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, esse ser maravilhoso que sempre tem uma palavra de esclarecimento, mas com docilidade, com ternura, pedindo a ele que renove em nosso íntimo a nossa disposição para nos tornarmos pessoas melhores, mas rogando a ele também que não nos deixe não nos deixes esquecer ser que sempre nos tornar melhores pressupõe eu servi-lo buscando o irmão que sofre. Que as nossas melhores possibilidades possam ser colocadas a serviço do mestre, endereçando o nosso olhar para o nosso irmão com o mesmo zelo, com a mesma confiança e com o mesmo amor que Jesus nos dispensa. que na próxima sexta-feira que estejamos novamente nutridos por este amor e renovados em nossas esperanças. Que o mestre divino possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e
us nos dispensa. que na próxima sexta-feira que estejamos novamente nutridos por este amor e renovados em nossas esperanças. Que o mestre divino possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que permaneça conosco hoje e sempre. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me [música] auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a
essário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
COMER E BEBER - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes
DIANTE DAS NUVENS - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes
SEMEADURA - Debora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes
PREGAÇÕES - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes
A MÁSCARA DA OBSESSÃO - Débora Moraes e Gilda Coqueiro - AMEDF [COMUNHÃO INSPIRA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes, Gilda Coqueiro
A TRANSFORMAÇÃO MORAL POR INTERMÉDIO DO SERVIÇO AOS VULNERÁVEIS - Débora Moraes [AUTA DE SOUZA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes, Auta de Souza
RECAPITULAÇÕES - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes
DIANTE DA HERESIA - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Débora Moraes