Taciana Lima • Cuidados e acolhimento
SEMINÁRIO DE SAÚDE MENTAL 🎗️ Realização: Associação Médico-Espírita do Piauí (AME-PI).
cuidar quando se diz respeito ao suicídio mas antes eu vou convidar vocês a levantarem ficar de pé esticarem as mãos se alongarem que nós já estamos na parte da tarde no segundo momento hora que vocês se sentirem mais confortáveis aí vocês se sentam novamente para vocês ouvirem mais um pouco só um minuto alguém aqui já ouviu o termo pós venção gente não tá então é a algo muito importante eh da gente se interar quando nós falamos de prevenção ao suicídio Então pode como eu disse Então na verdade existem níveis de prevenção em saúde pública a gente falava de prevenção primária secundária e terciária então hoje seria a primeira prevenção a ser feito como nós ouvimos o dia todo estarmos trabalhando os cuidados em Saúde Mental que começam com a gente mesmo e com as pessoas à nossa volta na família nos alunos nos amigos e em segundo lugar seria cuidar das pessoas que já estão adoecidas em sofrimento mental e que num nível de Sofrimento tão grande pensam em tirar a vida pelo suicídio mas quando o suicídio infelizmente muitas vezes acontece se consuma o sofrimento e o problema não para aí porque existem as pessoas que ficam Existem os familiares das pessoas que estão em lutadas Existem os pais das pessoas os familiares os amigos os companheiros e companheiras das pessoas que tentaram e Mesmo não tendo morrido graças a Deus mas que vivem ameaçados com essa possibilidade de acontecer novamente Então a gente vai novamente trazer informações mas novamente pensando em refletirmos sobre isso então pós venção eu gosto muito dessa foto vocês estão vendo essa borboleta aqui a borboleta voa né mas essa borboleta aqui vai voar Não ela tá com a asa quebrada então o suicídio de um familiar o suicídio de alguém que a gente ama ele provoca reações muito grandes em nós provoca traumas muito Grand nas pessoas que ficaram então a gente também precisa cuidar das pessoas que ficam as pessoas que ficam tem o nome de Sobreviventes Sobreviventes não é a pessoa que tentou o suicido e não morreu
Grand nas pessoas que ficaram então a gente também precisa cuidar das pessoas que ficam as pessoas que ficam tem o nome de Sobreviventes Sobreviventes não é a pessoa que tentou o suicido e não morreu não Sobreviventes são todas as pessoas afetadas pelo suicídio de alguém os estudos dizem que de 5 a 10 pessoas ficam afetadas por o suicídio de uma pessoa ou seja tem um impacto na sua vida na sua saúde mental muito grande mas isso é muito relativo porque se for o suicídio de alguém que está na escola de um adolescente a escola inteira fica impactada se é um suicídio numa empresa a empresa inteira os colegas ficam impactados não só aqueles que convivem de perto então esse número de pessoas que ficam impactados é muito maior e o Sobreviventes podem serem lutos ou não podem ser pais amigos e familiares de pessoas que tentaram o suicídio Então os autores logo descobriram Porque como a a saúde mental das pessoas Ficava muito impactada schneidman em 1900 72 punh esse termo que é a pós venção então pós venção são todas as atividades é todo o trabalho que é feito mundialmente para acolher e cuidar das pessoas que são Sobreviventes do suicídio e ele tem duas frases que são muito impactantes ele diz que a pós venção tá escrito erado tá a pós venção do suicídio é a prevenção do suicídio para gerações futuras ou seja aquelas pessoas que ficaram tem um risco aumentado de também suicidarem pelo nível de Sofrimento que entra então é uma prevenção paraas populações futuras e Ele diz também que a morte de uma pessoa não é somente o fim é também o começo para os Sobreviventes então é desse cuidado que a gente vai estar falando agora então após venção a Organização Mundial de Saúde orienta a necessidade de termos ações para acolher essas pessoas para termos trabalhos de alívio ao sofrimento e a perda para podermos acompanhar como elas vão estar respondendo a questão do luto para poder diminuir a possibilidade de um novo suicídio pelo sofrimento que elas estão e nesse trabalho então ir trabalhando a
ara podermos acompanhar como elas vão estar respondendo a questão do luto para poder diminuir a possibilidade de um novo suicídio pelo sofrimento que elas estão e nesse trabalho então ir trabalhando a saúde mental e promover Então o que é chamado de resistência dos Sobreviventes Porque sem ajuda apropriada sozinhos as pessoas têm muita dificuldade em ludar com esse luto que grande parte das vezes é complicado principalmente para as crianças Então a gente vai tentar pensar o que que é sobreviver a um suicídio o que que é termos na nossa família alguém que a gente ama e que por um sofrimento tão atroz não conseguiu lidar com as dificuldades e tirou a vida então a gente precisa primeiro compreender como tudo paraa gente poder ajudar essas pessoas e aí eu penso que a gente precisa começar a entender o próprio processo de luto que também é uma área que há muito pouco tempo vem sendo estudada hoje no dsm 5 no CID 10 existem classificações do luto que pode ser um luto problemático ou um luto prolongado ou um luto com complicado Como era chamado antes mas primeiro a gente precisa entender o próprio processo de luto Então embora a única certeza que a gente tenha na vida é de que ninguém vai ficar aqui que todos nós temos um limite para essa atual Encarnação nós Ainda temos muita dificuldade em lidar com a morte em lidar com a nossa finitude as pessoas geralmente não conversam sobre isso isso não é um assunto que faz parte das reuniões familiares a gente tirou a morte da vida a gente pôs a morte de uma forma medicalizada e hoje se morre muito mais eh nas u e distante dos familiares bem diferente do que acontecia antigamente por todo uma aspecto desse momento da nossa sociedade que a gente vive que prega o prazer que prega a felicidade a todo custo e é como se a morte fosse algo que viesse estragar esse projeto aí então a gente vê que tem todo um despreparo para lidar com a morte agora com os cuidados paliativos crescendo um pouco mais já se começa a falar nesses cuidados do fim da vida e
tragar esse projeto aí então a gente vê que tem todo um despreparo para lidar com a morte agora com os cuidados paliativos crescendo um pouco mais já se começa a falar nesses cuidados do fim da vida e fim da vida não é quando tá morrendo fim da vida é quando eu tenho uma doença que não vai ter cura mas que ten um tratamento para que a pessoa tenha uma qualidade de vida nesse processo E aí as famílias começam a conversar sobre isso então então embora o luto seja um fenômeno natural ele vai passar por experiências que são únicas cada um vai viver o luto de uma forma geral com qualquer perda de uma forma diferente e o luto envolve muitas dimensões da vida humana A Gabriela celata é uma das pessoas que estuda o luto ela é uma psicóloga eh de São Paulo e nessa obra o resgate da empatia ela fala assim que o luto é uma reação normal e esperada pela perda daquilo que amamos e tem importância no nosso viver Então ela amplia o conceito de luto não só paraa morte física de alguém mas para qualquer situação de perda na nossa vida a perda de um pet eh a perda de um emprego a perda de um sonho e de um projeto então uma separação também traz um luto porque nós temos todo uma organização interna em torno de como a nossa vida está e se de repente a gente perde algo a gente precisa se reorganizar internamente a esse processo de reorganização a gente dá o nome de luto Então ela diz que é um processo de enfrentamento da perda e de uma reorganização do enlutado que implica numa transformação da relação que eu tinha com a pessoa perdida morta ou não e a possibilidade de continuar vivendo e não apenas sobrevivendo sem aquela pessoa ou sem aquela situação na minha vida então o luto como tudo ele é um fenômeno complexo E multidimensional então como eu disse eu vou viver o meu processo de luto a partir do meu repertório de vida dos meus valores das minhas experiências Então a maneira como eu vou passar pelo luto é minha mas ao mesmo tempo ela tá interligada com a cultura e com a sociedade na qual eu estou viver o luto
e vida dos meus valores das minhas experiências Então a maneira como eu vou passar pelo luto é minha mas ao mesmo tempo ela tá interligada com a cultura e com a sociedade na qual eu estou viver o luto numa cidade grande aqui no Brasil é diferente de viver o luto numa comunidade indígena aqui no Brasil é diferente de viver o luto na a na Ásia que tem uma outra abordagem em relação à vida e todo uma concepção reencarnacionista então a gente vê que até as nossas concepções eh a nível da espiritualidade fazem diferença para viver o luto se eu acho numa concepção materialista que morreu e acabou eu vou viver o luto de alguém que eu amo de uma forma muito mais sofrida do que se eu tenho uma concepção espiritualista e entendo que não existe a morte e que a vida continua então a gente vê quando os autores começaram a ver eh principalmente através do luto complicado eh várias tentativas de se explicar esse processo de luto mas nenh umaa teoria consegue dar conta do luto como um todo porque o luto é uma experiência única e uma experiência viva mas com certeza todos são unânimes em dizer que o Tabu Do Luto é uma camada Extra de dor ou seja as pessoas não poderem estarem lutadas provoca mais dor ainda porque a gente tem uma sociedade que pactua o silêncio então se eu perdi alguém eu posso estar triste por um período mas eu não posso ficar triste se eh já passaram algumas semanas as pessoas começam a cobrar que eu não posso mais falar que a minha vida tem que continuar e como eu disse a vida tem que continuar sim mas vai continuar de acordo com os recursos que eu tenho então a a gente precisa compreender melhor esse processo para poder dar as pessoas que estão em lutadas a possibilidade de viverem o seu luto porque a gente precisa viver o luto para não viver de luto então a gente precisa realmente conversar sobre a morte e até entre os espíritas existe eh todo um tabu em relação à questão de luto às vezes no consultório não sei se aqui Vocês recebem também as pessoas estão em
precisa realmente conversar sobre a morte e até entre os espíritas existe eh todo um tabu em relação à questão de luto às vezes no consultório não sei se aqui Vocês recebem também as pessoas estão em lutadas e sofrendo e muitas vezes é o momento que procuram as casas espíritas e chegam lá eh de uma visão equivocada é dito a elas que elas não podem chorar porque elas vão trazer sofrimento ao espírito que se foi e não é o choro que traz o sofrimento então a gente precisa entender dê isso um pouco melhor essa é uma fala do Pinga Fogo Espero que passe aqui será Vamos tentar não não rodou mas olha só eh no Pinga Fogo no YouTube vocês encontram É só colocar luto Chico Xavier e o que que Chico vai dizer porque o mamãe Diz que tinha perdido um filho há 2 anos e que ela ainda chorava muito se o choro dela atrapalhava a o espírito do filho que estava então no plano espiritual e o Chico diz que Emanuel diz a ele que o choro de maneira nenhuma vai ser um complicador para o espírito porque o choro de saudade vai elevar as emoções do que ela estava vivendo and o choro que traz problemas para o espírito é o choro de revolta é o choro de não aceitação daquela perda ter acontecido é muito diferente chorar de saudade do que chorar revoltado e não aceitando que aquela situação aconteceu então a gente precisa refletir tá tudo bem eh um pouco mais não não precisa passar eu já contei a história mas fica o convite para vocês verem no YouTube e aí a gente então precisa compreender como eu disse que vários fatores vão interferir no processo de luto então a idade que essa morte acontece se morre um idoso é totalmente diferente do que morrer uma criança se eu perco um pai e perco um filho pequeno é uma experiência totalmente diferente paraas pessoas concordam né a relação que eu tinha com a pessoa que morreu se era mais próximo mas se eu tinha uma relação amigável que eu tinha as coisas bem resolvidas com essa pessoa ou se eu tinha muitas pendências e coisas mal resolvidas que vai implicar numa possibilidade de culpa
próximo mas se eu tinha uma relação amigável que eu tinha as coisas bem resolvidas com essa pessoa ou se eu tinha muitas pendências e coisas mal resolvidas que vai implicar numa possibilidade de culpa posterior o tipo de morte que aconteceu mortes mais violentas ou mais traumáticas como o suicídio é por exemplo é muito mais impactante do que acompanharmos um idoso que vai adoecendo e a gente vai vendo que é um processo natural da vida a cultura na qual nós estamos eh o fato de ter uma rede de suporte social e as crenças religiosas vão estar interferindo na maneira como nós vamos vamos vivenciar o luto Então então como eu disse Todos Nós Diante de uma perda cada um vai viver ao seu modo mas a gente precisa reelaborar internamente esses espaços que ficaram para de fato continuarmos vivas e não nos empurrando pela vida vocês devem conhecer pessoas que estão em lutadas há anos que nunca conseguiram superar ou dar continuidade à Vida depois da perda de alguém pode ser um pai pode ser uma mãe pode ser um marido pode ser um filho então a gente vê que é um processo que o luto é um processo não é um único evento as os estudos dizem que a duração média de um luto isso vem diminuindo pelo último 10m 5 seria de um ano mas os estudos anteriores falavam de até do anos mas de novo a Gabriela caselato vem dizer que a gente não tem que ter pressa em dar formato à dor das pessoas e às vezes a gente tem atitudes querendo ajudar muito equivocadas por exemplo a gente eh acompanhou uma mãe que ela perdeu o filho eh assim que ele nasceu foi um na morto e o quarto estava todo arrumado tudo decorado era o primeiro filho e essa mãe esses pais estavam esperando esse filho eh com Muita ansiedade com muita expectativa E aí durante o velório desse filho uma prima muito bem intencionada foi lá na casa da pessoa dessa mãe e desmanchou todo o quarto dela porque ela não queria que ela visse o que ela tinha tinha feito os enfeites os móveis e nada porque achou que isso iria fazê-la sofrer mais mas ao
a da pessoa dessa mãe e desmanchou todo o quarto dela porque ela não queria que ela visse o que ela tinha tinha feito os enfeites os móveis e nada porque achou que isso iria fazê-la sofrer mais mas ao contrário quando ela chegou lá e tudo que ela queria era viver o luto naquele espaço que ela tinha construído para receber o seu filho e viu tudo vazio ela surtou ela entrou numa crise muito grande e aí foi que ela foi procurar ajuda eh especializada porque ela ficou muito mal com isso então a gente precisa ter muito cuidado em não querer apressar os processos das outras pessoas até porque a gente vem estudando esse livro é muito interessante o cérebro de luto da Mary Francis ocono que diz que a nível cerebral também nós temos sinapses e ligações que envolvem todas as nossas relações então que o nosso próprio cérebro precisa se reorganizar diante da perda de alguém quando a gente vivencia o luto então o luto Tem uma função a transformação interna de eu me reorganizar naquela dor para poder dar sentido àquela morte e continuar vivendo então caminhar no processo de elaboração Do Luto não é deixar de sentir a dor da perda não é deixar de sentir a saudade mas é transformar eh esse lugar dentro do meu mundo interno como a Gabriela caselato diz é deixar de ser a dor para ter a dor e isso é uma grande diferença então Todos nós temos algumas tarefas para fazer para elaborar o luto como aceitar a perda lidar com o impacto emocional da perda adaptarmos ao ambiente onde não tem mais aquela pessoa para poder continuar a nossa vida isso de uma forma geral então o luto ele não é uma doença mas se ele não é bem vivenciado ele pode desencadear doenças físicas e psíquicas então hoje a gente diferencia aqui que é um normal do que que é a depressão do que que é o luto complicado porque os processos normais que a pessoa vivencia estando em lutado são muito similares à depressão então às vezes chega o consultório uma pessoa com todo o cortejo de sintomas que é depressão e ela pode estar em lutada e
ormais que a pessoa vivencia estando em lutado são muito similares à depressão então às vezes chega o consultório uma pessoa com todo o cortejo de sintomas que é depressão e ela pode estar em lutada e luto não tem que ser medicalizado ela não está depressiva mas ela pode sim vira desenvolver um processo depressivo dependendo de como ela vai vivenciar Mas e o luto por suicídio gente o luto por suicídio Como eu disse é um evento traumático Então existem pesquisas que mostram que de uma forma geral eh de 7 a 10% das pessoas que perdem alguém podem desenvolver um luto complicado ou um luto prolongado como dsm hoje fala mas esse luto prolongado que dura muito tempo ele é mais comum entre as pessoas que perderam alguém por suicídio vai de 20 a 50% e entre as crianças a possibilidade desse luto ser um luto problemático também vai de 30 a 60% então a gente precisa cuidar de todas as pessoas que perderam alguém por suicídio porque o processo de luto é muito mais devastador é muito mais impactante pra vida daquela pessoa a começar pelo estigma que envolve ainda a questão do suicídio Então as pessoas que são tentantes Ou seja que tentaram suicídio tem muita vergonha de dizerem depois que tentar o suicídio porque são a de muito julgamento assim como os familiares também têm muita dificuldade em dizer então novamente é uma situação em que as pessoas são impedidas de vivenciar os seus sentimentos para que esses sentimentos possam ser elaborados internamente e a pessoa reestruture a sua vida então geralmente o luto por suicídio tem sido uma experiência muito mais traumática pelo que fica por todo o contexto que a gente vivencia E aí a gente vai ver algumas características como nós temos dificuldade em lidar com a questão do suicídio quando morre alguém geralmente os familiares se aproximam vão dar apoio fazem visita conversam não é assim que acontece mas quando morre alguém por suicídio é totalmente diferente os familiares não sabem o que falar não sabem o que fazer então eles se afastam
ão dar apoio fazem visita conversam não é assim que acontece mas quando morre alguém por suicídio é totalmente diferente os familiares não sabem o que falar não sabem o que fazer então eles se afastam e as famílias ficam muito mais sozinhas e isoladas na sua dor Então os estudos mostram diferenças muito significativas quando a morte de alguém o luto de alguém vem pelo suicídio na intensidade do luto na duração do luto no aumento dos sintomas depressivos e No Impacto no próprio sistema familiar das pessoas que são Sobreviventes do suicídio mesmo comparado a outras mortes violentas então algumas características que as pessoas em lutadas por suicídio geralmente tem é viverem processos de autoacusação muito grande ela se se culpabilizam por que que eu não percebi o que que eu podia ter feito para evitar aonde eu falhei o que que eu fiz de errado então existem autoacusações que aumentam o sofrimento muito grande elas se sentem rejeitadas pelas pessoas em torno que como eu disse se afastam então sentem um abandono muito grande sentem que não podem falar a peito ou tem vergonha de falarem a respeito se sentem muito constrangidas a pessoa que está em lutada por suicídio muitas vezes oscila entre a tristeza e a raiva ela fica com raiva por que o meu familiar fez isso comigo porque que ele foi fazer isso na vida dele então a raiva também é um sentimento que está presente no luto e como eu disse é total mente diferente dar sentido à morte de alguém que é parte do processo do luto quando essa pessoa tira a vida por suicídio Então quais reações são frequentes muitas vezes elas não falam paraas outras pessoas que teve alguém na família que suicidou-se elas muitas vezes se isolam tantos familiares não chegam quando as pessoas se isolam ou ou elas tentam se manter ocupadas o tempo todo eh algumas vezes a gente observa o início ou abuso do uso de substâncias como álcool e Outras Drogas eh nesse processo de culpabilização eu tento encontrar um culpado então começam a ter acusações
odo eh algumas vezes a gente observa o início ou abuso do uso de substâncias como álcool e Outras Drogas eh nesse processo de culpabilização eu tento encontrar um culpado então começam a ter acusações você que brigava você que tinha problemas a culpa é sua ou foi o médico que não cuidou o psiquiatra que não tratou é o psicólogo que não foi adequado Então se começa a tentar encontrar a culpa Por que essa pessoa fez isso porque existe uma busca incessante de um motivo que é uma pergunta na verdade a pergunta aqui não apareceu não mas é Por que essa pessoa fez isso e essa é uma pergunta que a gente não tem como responder Porque mesmo as pessoas que deixam carta ou bilhete de despedida a gente tem que lembrar que essa pessoa não estava bem que ela estava adoecida Então o que ela tá falando ali é só o momento final é só a última coisa que aconteceu então ali não dá para poder explicar o motivo então essa pergunta a resposta dela nós não vamos ter Por que a pessoa tirou a sua vida e é algo que Angustia muito os familiares que perderam eh alguém por suicídio então tem algumas atitudes que não ajudam em nada as pessoas em lutadas reprimir os sentimentos e as manifestações comparar Fulano já tá assim e você ainda tá chorando ainda tá sofrendo não ajuda nada dizer Olha já deu você tem que virar a página você tem que continuar a vida é um desrespeito muito grande a dor da pessoa e ao processo que ela está vivendo ou então a gente não conseguir falar o nome nem falar a respeito mesmo que a pessoa comece a falar e a trazer lembranças eu mudo de assunto porque aquilo fica desconfortável para mim de falar ou o contrário também querer que a pessoa fale o tempo inteiro impondo julgamentos então Morais eh e tentando eh se colocar como se fosse eu eu faria assim mas se fosse eu eu sou eu e o outro é a outra pessoa então se tem algo para nós fazermos para acolher as pessoas que estão em lut adas de uma forma geral por suicídio ou não quando eu relatei a história do bebê é respeitar o tempo da pessoa respeitar o
então se tem algo para nós fazermos para acolher as pessoas que estão em lut adas de uma forma geral por suicídio ou não quando eu relatei a história do bebê é respeitar o tempo da pessoa respeitar o processo da pessoa estar junto a ela e em vez de já pensarmos de fora o que que ajudaria perguntar à pessoa o que que eu posso fazer por você como eu posso te ajudar é totalmente diferente de eu dizer você tem que fazer uma viagem você tem que fazer um passeio para poder viver outras coisas Às vezes a pessoa não tá dando conta naquele momento depois Isso vai ser muito bom sim mas cada um tem um tempo para viver o seu processo o seu processo de elaboração então uma outra psicóloga Ela é professora da USP a Maria Helena Franco ela tem várias obras em relação à lup ídio Ela diz que não gosta de usar o verbo superar a morte nem superar o luto porque o o luto é um processo e não um obstáculo a ser saltado é uma experiência dolorosa mas que precisa ser vivida Então hoje os estudiosos em luto nós dizemos que o luto não acaba o luto não tem fim não quer dizer que eu vou continuar sofrendo Endo do mesmo jeito que no início mas vão ter momentos em que eu vou ficar triste sim no natal na data de aniversário da pessoa em algumas datas comemorativas em algumas lembranças que eu tenho então É nesse sentido que a gente fala que o luto não acaba porque aquela perda vai fazer parte da nossa vida e a gente vai lidando com ela e poder falar dessa dor realmente é uma grande libertação Então a gente vai ver as especificidades nos dois públicos idosos e crianças porque pós venção diz respeito a tentarmos ter ações mais voltad para as populações vulneráveis e a gente disse que são esses dois grupos etários que estão com maior risco ou maior incidência de suicídio então o luto nos idosos já é um processo extremamente complexo porque a o próprio envelhecer já traz um processo de perda e muitas vezes leva a muitas necessidades a nível interno porque a gente associa Como eu disse envelhecer com adoecer com incapacidade com
xo porque a o próprio envelhecer já traz um processo de perda e muitas vezes leva a muitas necessidades a nível interno porque a gente associa Como eu disse envelhecer com adoecer com incapacidade com deficiência Então se esse idoso tem um luto isso pode desencadear uma Crise existencial muito grande e um luto prolongado no idoso é fator de risco sim para a a questão da sua do seu risco de ter um suicídio né e a gente observa também o quanto e eu quero enfatizar isso novamente a espiritualidade é de proteção para as pessoas em relação ao risco do suicídio Então se a gente tem um idoso na nossa casa espírita na nossa família na nossa comunidade Que Perdeu alguém que está em lutado que a gente visite essa pessoa que a gente faça companhia que a gente vá até ela que a gente participe desse momento que ela está vivendo e se é um luto por suicídio é mais complexo ainda porque paraa maior parte dos idosos a família é a fonte central de vida e de significado e de sentido de vida então o suicídio de um familiar seja um filho ou seja um neto leva a um profundo Abalo no sentido existencial de vida daquele idoso ele vai se sentir também culpado como se ele tivesse falhado em algo como qualquer pai e ele como se ele não tivesse sido suficiente no seu papel de cuidador então o suicídio de alguém eh para um idoso tem um impacto muito grande e a gente precisa cuidar bastante do acolhimento a esse idoso aí para poder ajudá-lo a passar esse processo do mesma forma com as crianças o luto com as crianças vai ter características muito diferenciadas como a nossa neuropediatra falou a criança tem um sentimento diferente do que que é morte Então a primeira coisa é como vamos explicar a essa criança que ela teve a perda de alguém e a perda de alguém pelo suicídio porque a tentativa ainda é de afastar as crianças mas nesse afastar as crianças tentando protegê-las a gente a deixa cheia de dúvidas e cheia de questionamentos Porque como é Adriana né a neuropediatra tava dizendo a criança principalmente a pequena ainda é muito
star as crianças tentando protegê-las a gente a deixa cheia de dúvidas e cheia de questionamentos Porque como é Adriana né a neuropediatra tava dizendo a criança principalmente a pequena ainda é muito eg centrada Então se numa separação dos Pais ela tende a se culpabilizar ela é que fez alguma coisa pros pais ter serem separados imagina-se um pai suicida Então ela se sente muito mais culpada e a gente precisa acolher essa criança e trabalhar essa culpa que vai vi naturalmente trazendo conforto a ela e aí a gente fala ou não fala a respeito do suicídio de alguém a orientação é de que a gente converse Sim o mais breve que a gente conseguir porque primeiro a gente precisa estar pronto para essa conversa mas conversar de uma forma adequada à idade então crianças pequenas eh Elas têm Muita confusão em entender o que que é a morte eh essa história de virar a estrelinha já é um problema como um todo a gente tem crianças que ficam não querem dormir à noite porque querem ficar procurando a estrela no no céu que é o avô que virou estrelinha Então essa história eh essa metáfora que a gente vai usando pela nossa dificuldade em falar da morte a gente precisa ter cuidado em relação a isso e qual mensagem Nós vamos passar para as crianças pequenas porque elas vão ouvir em outros espaços que um familiar morreu por suicídio então é melhor ela saber por alguém da confiança dela por um familiar como eu vou falar aí cada um vai criar a sua maneira mas a mensagem que eu preciso transmitir é que a pessoa Estava muito doente doente por dentro e que infelizmente ela não conseguiu melhorar já as crianças um pouco maiores de sete a 12 anos a explicação pode ser mais honesta e mais parente então é explicar que a pessoa estava muito triste ou doente ela ainda não entende a concepção de doença mental e que essa doença fez com que ela quisesse parar de viver e a gente abre pra criança perguntar pra gente responder de acordo com aquilo que ela quer saber e não além também do que ela quer saber já os
e que essa doença fez com que ela quisesse parar de viver e a gente abre pra criança perguntar pra gente responder de acordo com aquilo que ela quer saber e não além também do que ela quer saber já os adolescentes a abordagem el é diferenciada pode ser uma abordagem mais honesta eh explicando a questão do adoecimento mental das doenças mentais da necessidade de buscar ajuda quando a gente está sofrendo quando a gente não está bem e que aquele familiar Tomou essa decisão trágica porque ele tava com uma dor tão grande que ele não encontrou outra saída e novamente estar aberto para responder perguntas e não ficar impaciente Mas você vai falar disso de novo não O adolescente vai precisar falar muitas vezes para ele ir se reorganizando internamente e entender o porquê que um familiar Ou um irmão ou um pai ou uma mãe ou um tio suicidou então a gente vê que o luto em crianças e adolescentes ele vai ser diferente pelo próprio momento do desenvolvimento emocional e cognitivo que a criança está então a gente precisa ter muito cuidado principalmente com as menores de trabalhar essa questão da culpa e de garantir que o que aconteceu não tem nada a ver com o que ela fez ou com a que ela deixou de fazer mas sim com a própria vida que ela estava vivenciando e para os adolescentes que TM todo um momento de saída pro mundo essa questão do estigma social e o medo do julgamento dos colegas de como os colegas vão encarar o fato de ter um pai ou um irmão que suicidou é algo que também pode gerar muitas complicações pelo medo do julgamento que leva os adolescentes Às vezes a se isolarem ou a desenvolver um processo de luto complicado então a gente precisa cuidar do luto de uma forma geral para as pessoas com suicídio que perderam alguém por suicídio mais ainda e com muito cuidado para a fase da vida que a pessoa está mas sem dúvida uma ferramenta que nós temos é a espiritualidade e novamente a espiritualidade se mostra em todos os artigos e aqui a gente tem um do jeancarlo luquet que é um um professor
pessoa está mas sem dúvida uma ferramenta que nós temos é a espiritualidade e novamente a espiritualidade se mostra em todos os artigos e aqui a gente tem um do jeancarlo luquet que é um um professor Espírita da Universidade de Juiz de Fora aonde ele diz assim a religião parece ter um papel marcante nos pacientes com luto o uso de crenças religiosas ou espirituais e o suporte social proveniente das Comunidades religiosas influenciam muito nas perdas sofridas e ajudam a um maior entendimento desse processo e nós em especial temos recursos maiores ainda com as concepções que nós temos aonde de fato a gente tem esse lugar de levar consolo de ser o consolador prometido que o Cristo prometeu às pessoas para as pessoas que estão em lutadas por suicídio porque como eu disse mais cedo uma das grandes causas de Sofrimento de alguém que está em lutado por suicídio é achar que o seu familiar Ou a pessoa que você ama não vai ter outra chance na vida e que está num lugar muito ruim seja um brau seja o inferno seja o purgatório então nós levarmos essa noção de que não existem penas eternas que o pai é um pai de amor é um pai de misericórdia é um pai de compaixão e que sempre nos dá novas oportunidades na vida então levarmos a noção da reencarnação esse olhar que vê além é extremamente confortador para as pessoas nós mesmos precisamos aprender a ver além por exemplo eu posso ler a obra Memórias de um suicida só me atendo às descrições do Vale dos Suicidas ou eu posso ler a obra e ver todo o trabalho da legião dos servos de Maria que é um trabalho de acolhimento de de resgate de amor de refazimento interno dessas pessoas Então qual o olhar eu venho tendo para essa experiência porque espiritualidade nos convida né com seus múltiplos exemplos a acolhermos as pessoas da forma mais amorosa possível então levarmos Aos familiares a noção do espírito da imortalidade da Alma que todos vamos poder ter novas oportunidades em outras encarnações levam a ela consolo e conforto de saberem que o seu ente querido continua
Aos familiares a noção do espírito da imortalidade da Alma que todos vamos poder ter novas oportunidades em outras encarnações levam a ela consolo e conforto de saberem que o seu ente querido continua vido Vivo que vai ter novas oportunidades de estar aqui no plano material e responder de uma outra maneira aos desafios os que a vida coloca então entender que todos temos uma nova oportunidade de recomeçar é fonte de alívio é fonte de diminuir angústia e os Sofrimentos das pessoas é como se fosse um clarão mesmo de luz que entra dentro desse cenário tão difícil que elas estão vivendo então nós temos a comunidade Espírita um papel muito importante junto às pessoas que estão em lutadas por suicídio de levar esse consolo de sermos consol levarmos a Consolação na vida dessas pessoas e levarmos o consola o consolo que a doutrina traz então novamente se nós temos recebido tanto como que é o nosso papel diante desse momento aí de apoiarmos essas pessoas de acolhermos essas pessoas de não julgarmos essas pessoas de realmente sermos um ombro amigo na vida de quem está em sofrimento porque como eu disse mais cedo dor compartilhada é dor amenizada então eu posso levar luz eu posso levar Esperança eu posso levar um ouvido amigo que vai auxiliar muito as pessoas a saírem dessas prisões mentais que muitas vezes elas vão ficar em consequência da experiência de terem vivido um suicídio na família então estarmos juntos sermos essa rede de suporte social que vocês me ouviram falar o dia todo é algo extremamente importante na saúde mental das pessoas então conv é que a gente seje auxiliares no tratamento das feridas das Almas uns dos outros para isso primeiro a gente precisa começar a cuidar das nossas porque se nós carregamos muitas feridas n na nossa alma nós não vamos conseguir cuidar dos outros então cuidar das nossas feridas para podermos cuidar da ferida das pessoas que estão à nossa volta e sermos essa rede de amor então então novamente a gente está sendo convidada a podermos auxiliar as outras pessoas A seguirem a
idas para podermos cuidar da ferida das pessoas que estão à nossa volta e sermos essa rede de amor então então novamente a gente está sendo convidada a podermos auxiliar as outras pessoas A seguirem a sua vida apesar das dificuldades apesar dos Desafios apesar da dor que é perder alguém por suicídio ISS é essa junção de apoios variados que vão ajudar as pessoas em lutadas a retomarem a sua vida e a sua vida de uma forma plena então uma outra proposta que a gente tem é o que a gente falava mais cedo que as casas espíritas talvez comecem a pensar em fazer grupos de apoio pros enlutados a gente tem várias ONGs no Brasil Esse é uma delas uma ONG de Salvador eh que fala o nome é essa mesmo vamos falar sobre o luto aonde as pessoas partilham as suas experiências uma outra rede de apoio ao ap é o apoio a perdas irreparáveis que a Gláucia Soares quando é uma mineira é uma psicóloga eh após a perda de uma filha por um acidente de carro ela e o marido para reelaborar esse luto construíram essa rede então tem online em vários lugares do Brasil chama apoio a perdas irreparáveis app vocês devem encontrar eu não sei se aqui no Nordeste tem mas também eh eu lanço o convite para que a ida aqui eh comece a pensar num grupo de apoio e de suporte aos enlutados e aos Sobreviventes porque eles também necessitam de muito apoio e a gente pode auxiliar bastante grupo de apoio são lugares em que as pessoas podem falar da sua dor sem medo de serem julgados e as pessoas que nós acolhemos falam exatamente isso que era a primeira vez que elas estavam falando do que elas estavam vivendo da perda de alguém ou de ter um filho que tentou o suicídio sem medo de serem julgadas E condenadas então estar entre pessoas iguais que estão vivendo a mesma experiência tem um efeito terapêutico muito grande e pode ser um ponto de partida para que as pessoas consigam começar a reencontrar e a construir caminhos de saída do trauma que é viver a perda de alguém pelo suicídio para ressignificar as suas perdas E logicamente nós vamos Não só
ara que as pessoas consigam começar a reencontrar e a construir caminhos de saída do trauma que é viver a perda de alguém pelo suicídio para ressignificar as suas perdas E logicamente nós vamos Não só possibilitar a expressão da experiências E aí não só não falar livremente mas usando dinâmicas como a mensagem do Evangelho ela sempre está presente nessas reuniões para podermos trazer o que o Cristo traz a respeito de como lidar com as dores na nossa existência então estar em luto é mais um momento de reconstrução interior mas é possível a as pessoas voltarem a escrever a sua história e escreverem de uma forma saudável passado algum tempo que elas tiveram condições de se reorganizar internamente e nós podemos ser essas mão que está estendida na direção das pessoas en lutadas para auxiliá-las nesse processo de sair desse momento tão desafiador que elas estão vivendo então a gente tá aqui trazendo informações porque a gente precisa como a a doutrina nos diz Nós temos duas mãos a razão e emoção então nós precisamos estudar a respeito dos temas para efetivamente auxiliarmos as pessoas de uma forma mais efetiva então é um convite que eu deixo para todos vocês de que a gente seja instrumentos de levar a espiritualidade para essas pessoas e auxiliá-las porque muitas ficam muito bravas com Deus e aí tem a sua conexão religiosa também nesse momento questionada auxiliá-las a se religar a essa fonte de todo amor como a música fala que a gente possa ser para elas o e que a gente tenha Esse Amor em formas de bandeira de luz porque a gente fala no mundo de regeneração mas o mundo de regeneração ele vai ser construído por todos nós dia a dia na construção dessa rede na construção desse novo mundo que a gente é convidado a viver tentando fazer desse mundo C aindo estamos um lugar melhor então eu vou trazer essa música para fechar a minha fala gente é a geração da nova era o coral de Monte Belo de crianças de Monte Belo é o convite que eu deixo para vocês para todos nós nos unirmos nesse trabalho de
azer essa música para fechar a minha fala gente é a geração da nova era o coral de Monte Belo de crianças de Monte Belo é o convite que eu deixo para vocês para todos nós nos unirmos nesse trabalho de de auxílio ao sofrimento de tantas pessoas e ajudarmos essas pessoas a a minorar as suas dores estando junto a elas muita paz e muita luz Nessa proposta agradecemos a Taciana Freitas Lima pela excelente palestra né pelos ensinamentos tão valiosas aqui com
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