T3:E3 • Grilhões Partidos • Prolusão: o obsessor, o obsidiado e o grupo familial

Mansão do Caminho 12/03/2023 (há 3 anos) 57:37 3,104 visualizações 385 curtidas

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 03: Grilhões Partidos (Philomeno de Miranda) • Episódio 03: Prolusão: o obsessor, o obsidiado e o grupo familial (prefácio) » Host: João Korngold Coordenadores: Jussara Korngold e Vitor Silvestre

Transcrição

Olá, amigos. Bem-vindos a mais um estudo do livro Grilhões Partidos, a nossa terceira reunião. Hoje com nossos companheiros coordenadores Jusara Cornigle de Víor Silvestre. Então, antes de começar, vamos fazer uma prece pedindo aos amigos espirituais que nos inspirem, que nos guiem, para que possamos todos juntos aprender e, acima de tudo, poder colocar em nosso dia a dia todas as lições que internalizamos hoje. Fazemos uma vibração especial a todos que estão sofrendo pelo mundo afora através de catástrofes naturais, catástrofes feitas pelos humanos, perseguições, discriminações, divisões, que possamos todos nos unir em prece junto ao nosso mestre Jesus, que nos guia, que nos ilumina. Agradecemos a nossa mentora Sueli pela inspiração, ao médium Divaldo e ao espírito Manuel Filomeno de Miranda por nos proporcionarem o material de estudo e a oportunidade de iluminarmos a nossa jornada e que possamos ter um estudo de muita luz e paz. Que assim seja. Então, hoje eh estamos com a última parte da produção e, eh, vamos começar com o nosso querido Vítor, que vai nos apresentar a primeira parte. Então, meu abraço ao João, a nossa querida Jusara e todos aqueles amigos e amigas que nos assistem nesse instante. O meu carinhoso abraço a todos. Então, conforme o João estava falando na prece, a gente vai continuar agora eh abordar eh o capítulo referente ao obsessor, ao obsidiado, ao bruco familiar, já que na semana passada, no final da prolusão, foi feito algumas abordagens a respeito da equipe de trabalho, dos médiuns, pré-requisitos e etc. foi estudado semana passada. Então, vamos fazer uma ligeira eh retrospecção aqui a respeito do que que consideramos obsessão, já que a gente vai falar sobre o obsessor, passar alguma coisa sobre esse assunto. E no livro dos médiuns, Allan Kardec, no capítulo 23 do item 237, ele vai apontar que a obsessão é um domínio que alguns espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. São sempre espíritos inferiores que procuram dominar, porque os bons

no capítulo 23 do item 237, ele vai apontar que a obsessão é um domínio que alguns espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. São sempre espíritos inferiores que procuram dominar, porque os bons espíritos não exercem nenhum constrangimento. Ao contrário, eles aconselham, combatem a influência dos maus e se estes não os escutam, eles se retiram. Os maus, pelo contrário, agarram-se à aqueles que se não conseguem prender e se chegarem a dominar alguém, vai se identificar com o espírito da vítima e vão conduzi-la como se faz uma criança. Então, há de se notar aí que a obsessão é alguns espíritos adquirindo o domínio sobre certas pessoas, porque se não for assim, a gente viveria numa eterna situação de obsessão. E esse processo da obsessão, ele tem um circuito, um círculo vicioso da vítima, que passa a ser ao góz, que passa a ser vítima, que se transforme em algé que haja uma situação eh de normalidade naquele enredo, porque o que começou, ele tem que ser ajustado ao longo de determinado período para que aquilo não prossiga, atingindo o patamar que é o da reparação, do reequilíbrio entre os contendores, porque isso faz parte da nossa vivência em sociedade. A gente sempre vai se atritar, vai ter problemas, vai ter dificuldades, arestas a serem aparadas. E nesse conjunto de situações, enquanto não tivermos as, vamos dizer, correspondentes, eh, capacidade de suização que o perdão oferece, que a ternura contempla, atitude de não julgamento, etc., E são aqueles escudos que nós vamos precisar para que essas arestas sejam ou atenuem qualquer processo de vingança, que é um dos apanagos da obsessão. Então, por isso o obsessor Manuel Filomeno de Miranda vai dizer que de forma geral é um espírito perseguidor que experimenta certas injunções que podem levá-lo a à vingança, ao revide. contra aqueles que ele julga terem sido os culpados das suas dores, aflições em precedentes existências. E diz ele a uma coisa interessante, que na maioria das vezes o obsessor, ele é vítima de si mesmo. Além

queles que ele julga terem sido os culpados das suas dores, aflições em precedentes existências. E diz ele a uma coisa interessante, que na maioria das vezes o obsessor, ele é vítima de si mesmo. Além dele est perseguindo alguém que ele jura ser vítima desse alguém que ele está perseguindo, ele é em si vítima de si mesmo, da sua própria invigilância, da sua própria impúria, porque ele transfere o resultado do seu insucesso para esse insucesso que ocorreu numa circunstância qualquer e que influenciou negativamente daquelas propostas que ele havia tido. Então, com isso, ele se sente na capacidade ou na legalidade ou na legitimidade, já que ele é vítima, ele vai através da vingança se considerar legalmente eh fadado a recuperar essa situação que ele foi bastante difícil através da vingança, não é? E isso é um erro medonho, que muitas vezes a gente se baseia nessas nossas conversas, naquele quem comqu com ferro fere com ferro será polido. É olho por olho, dente por dente, de 4000 e tantos anos atrás da época misaica. Então, eh, essas criaturas, elas têm mais a capacidade de encontrar a razão da sua dificuldade eh que ela experimenta. ao invés de perceber que ela também possa ter contribuído para que aquelas circunstâncias possam ter afetado a sua existência, mas ele prefere transferir que a maioria dos seus sofrimentos, suas dores, suas atribulações foram por causa de alguém, de um terceiro. É mais fácil culpar alguém externo do que admitir que nós temos também a nossa cota de responsabilidade perante as atitudes, né? Agora, como que é o modos operante de um processo obsessivo? Como que o obsessor ele age, né? Eh, nós já estudamos agora aqui, falamos há pouco tempo a respeito dessa, eh, todo o os espíritos podem ser obsessores, podem, mas tem que ter uma injunção que liga a outra, porque senão eh tem que haver uma conexão. E essa conexão é que o Manel Filomeno paraa nossa ilustração é que ele chama-se de processo de sintonia psíquica. essa e dá um processo de mantação. Essa

ra, porque senão eh tem que haver uma conexão. E essa conexão é que o Manel Filomeno paraa nossa ilustração é que ele chama-se de processo de sintonia psíquica. essa e dá um processo de mantação. Essa conexão vai se estabelecer eh entre aquele que traz a matriz da culpa, né? traz a matriz da culpa, que constituem os plugs. Eh, e essa matriz vai permitir que aquele que foi, eh, vamos dizer, desnaturado nas suas, eh, nas suas vivências possa ter como conectá-lo. Então, a pessoa que faz o mal, ela imprime em si mesmo uma área, eh, vamos dizer, mais propícia, eh, em função do da situação ruim que ela promoveu. E aquilo cria um campo de tensão que predispõe que é aquela pessoa que tá na mesma sintonia dela que vai achar, vai achar, assim como também o amor, as pessoas que se amam se encontram e as que se odeiam também, porque o fato da imandação, ela só difere na questão da qualidade da permuta psíquica. Então, por isso que eh essa sincronização entre a mente que está dilapidando eh com a consciência que lapidou, que foi a dilapidadora, que vai gerar vai gerar no caso essa que ele chama aqui o Manuel Filomeno, de psicopatia obsessiva, que cresce na direção de uma conjugação irreversível. Aí nós vamos observar como Kardec trabalhava, né, as obsessões simples, a obsessão por fascinação, subjulação, etc., conforme a constrição desse processo de sintonia e do agravamento dos fatos ocorridos entre o obsessor e o obsidiado, é que vão dar margem que essa constrição caia nessa qualificação. É um que Kardec trabalha. Então ele, o Manuel Filomeno, fala o seguinte: "Existem agressões, né, tão violentas, tão dominadoras, eh eh que pela mecânica psíquica em que o enfermo tomba assim, de uma forma inerme, sob a dominação mental do subjugador. já tá chamando aqui o o obsessor, não de obsessor, mas de subjulgador, porque ele subjulga a mente dele atua sobre a vontade do encarnado, né? Porque nós estamos falando aqui na obsessão, o estudo é de desencarnado para adul. Então, no sentido aqui, nós

s de subjulgador, porque ele subjulga a mente dele atua sobre a vontade do encarnado, né? Porque nós estamos falando aqui na obsessão, o estudo é de desencarnado para adul. Então, no sentido aqui, nós temos que lembrar que cada obsessor tem sua peculiaridade, inclusive no nível do conhecimento das técnicas hipnóticas, o aliciamento de outros espíritos para suas organizações. Tem uns que são mais versados em debates, sabe utilizar muito de sofismas, são muito cultos. Eh, eh, é assim, é diferente pensar pelo fato de ser obsessor ele não possa ser o culto ardiloso bastante sagaz, não. Ao contrário, a gente tem que perceber isso, não é? Uns querem vingar-se de seus desafetos ou grande maioria é nesse sentido, eles querem se vingar. Não basta saber que ele esteja sofrendo também, porque o obsessor, ele nunca vai achar que o sofrimento que o obsidiado está passando é suficiente para vencer as dores que ele sofreu, para reparar tudo aquilo que aconteceu com ele. Porque nós não temos com a mensuração das dores que sofremos e por natureza nossa, a dor sempre é é maior do que a dos outros. Ele nunca vai conseguir pagar, nunca vai sofrer o bastante. Então, e tem outros obsessores que se vinculam pelo fato de não terem capacidade de exercer o seu projeto de perseguição. Que que eles fazem? eles se eh aliciam, no caso, são aliciados por grupos mais inferiores, mas bastante inteligentes para fazerem parte dessa organização. Aí eles vão receber todo o amparo, vamos dizer assim, negativo, as técnicas, vão ter espíritos ali auxiliando. Ele ele eh sair da posição de sofredor para fazer o mal que ele gostaria de ter feito ali. Vamos lembrar o caso de Guilherme com Teofrasco, né? Guilherme, ele não conseguia se vingar do sogro, nem da Mariana, foi procurar o Teofrastos e lá ele recebe toda a ajuda e aí que desencadeia todo o livro que nós estudamos da dos tormentos, dos bastidores da obsessão. E tem mais obsessores não diretamente ligados aos obsidiados. Eles o fazem, vamos dizer, principalmente aqueles ligados ao clero

o livro que nós estudamos da dos tormentos, dos bastidores da obsessão. E tem mais obsessores não diretamente ligados aos obsidiados. Eles o fazem, vamos dizer, principalmente aqueles ligados ao clero organizado, as as mentes, né, que defendem a a sistematização do caos na Terra, que usam a palavra Jesus como bandeira, porque na realidade eles se chamam de anticristo, porque eles não querem mais aquela mensagem. Então eles eh auxiliam eh a outras entidades que se inistuam nos grupos espíritas com a função de disseminar o ódio, a fascinação entre os médiuns, os esclarecedores, os dirigentes em vigilantes, promovendo desarmonia e disensão, porque não é porque ele temha algo contra o médium tal, doutrinador tal, palestrante tal, não. É porque estes representam a divulgação de uma doutrina que é o espiritismo que eles não suportam, porque o espiritismo abre a, vamos dizer, um cenário que eles não querem que o povo saiba da continuidade da vida, da necessidade de seguirmos a Jesus, de eh entendermos que o reino do céu não é deste deste mundo, que a gente deve atentar para outras situações, Porque nós somos espíritos, temos outras vidas, etc e etc., né? Então, nem todo obsessor é porque tem eh tem ódio do outro, porque o outro fez mal, não é? porque ele quer impedir que o outro eh amplie, dinamize, divulgue, no caso, a situação que é do espiritismo. Então, nós vamos observar que dentre as tarefas que o o obsessor ele vai ser atendido são nas reuniões mediúnicas eh de desobsessão. E aqui, como se faz isso, né? às vezes é por um pedido intercessório, porque tem quem está obsidiado não sabe muitas vezes que aquele obsessor é um obsessor ferrenho de séculos. Então, às vezes é alguém que pede por uma prece, alguém que deixa um papelzinho com o nome anotado, é alguém que vai para um atendimento fraterno. E o caso que é relatado ao atendente eh exige que aquele nome seja levado a uma reunião tal. E nesse contexto é que essas entidades obsessoras vão ser atendidas, né, nesses trabalhos de desobsessão,

. E o caso que é relatado ao atendente eh exige que aquele nome seja levado a uma reunião tal. E nesse contexto é que essas entidades obsessoras vão ser atendidas, né, nesses trabalhos de desobsessão, conforme nos titula aqui o nosso querido Manuel Filomeno de Miranda, no intuito de quê? para que se lhe desperte a lucidez perturbada, a fim de concitá-lo ao avanço no rumo da felicidade que ele supõe perdido, porque o outro impou a vida dele tanto que a vida não tem mais sentido, né? Então, que que se faz nessas reuniões? convidando-os a entregarem aquilo que fizeram eh para promover tanto sofrimento à consciência universal. consciência essa de que ninguém vai ser evadido e tratando de reabilitá-los perante eles mesmos nas oportunidades futuras que eles vão necessariamente ter para que possam no fluir e refluir do tempo uma uma situação de reparação, de autodignificação e de auto perdão, né? É quando a pessoa se descobre que ela também fazia parte do processo, tá? Quantos o caso mesmo de Guilherme, que a gente acabou, tá mais fresco na minha cabeça, o Guilherme no passado na Holanda ele desposa a então ao Degundes e e ele viaja, mas fica muito tempo fora porque ele tava trabalhando e ela fica sozinha. Então começou o assédio de uma outra pessoa que era o o futuro pai dela, né? E que que acontece quando ele volta? Eh, ela tinha fugido e ele fica com a honra, entre aspas, de marido traído se mata. Então ele começa a perseguir a Mariana, aegundes da época, porque ela foi a causadora. E depois ele vai perceber que ele também deixou-a sozinha. Ele não se importou, ele não dava atenção, ele ele ele ele não cuidava da esposa dele e ela ficava a mercêeda. Ela tinha que se alimentar, ela tinha que se arrumar. Então ela aceita naturalmente a companhia de outro outra pessoa e foge com ele, né? Então ele percebe, então o o Guilherme percebe que ele também foi parte integrante da sua própria culpa, né? Além de que ele cai no processo do suicídio. Bom, no processo de atendimento aos obsessores nas reuniões

cebe, então o o Guilherme percebe que ele também foi parte integrante da sua própria culpa, né? Além de que ele cai no processo do suicídio. Bom, no processo de atendimento aos obsessores nas reuniões mediúnicas, tem o atendimento às a dilacerações espirituais. Eh, aqui na própria reunião vai ser atendida, porque a ideia muito fixa, ela dilacera os tecidos sutis do perespírito e que com isso compromete, não? ou também a a situação que lhe foi desferida pelo antigo contendor, que o maltrata, que ele é morto dessa tal situação e que perespiritualmente ele está desfigurado. Então, há que se tratar não só a questão da raiva, do ódio da pessoa, mas também a configuração anatômica, vamos dizer assim, do perespírito, até daqueles poucos ovoides que chegam, eles também são tratados, mas aí é é mais é mais difícil um pouco, né? Mas durante o trans psicofônico, eh, são realizadas assim, eh, um, um trabalho de reparação nesse corpo perespiritual. são nos centros que ele chama da entidade, né, que são trabalhados para recompor os centros lesados para que eles possam ter a sua atenção desperta para outras cogetações do que não só o sofrimento, né? Ou técnica para atendimento aos obsessores é regressão de memória, em que o próprio espírito se vê eh fazendo a aquilo que ele achava que era o outro que foi o causador, mas foi ele que começou o processo, ele que invadiu a terra, ele que rombou a cerca, ele que matou um gado, ele que fez isso, dilapidou. Então ele vai perceber que a regressão de memória e nós vamos ver agora agora mesmo como que se processa isso, eh mostra a legítima responsabilidade do próprio infrator no no acontecimento que ele julga ter sido a vítima, quando na realidade ele foi o iniciador do processo, né? E com isso ele vai complicando a sua situação espiritual para a necessidade do retorno e da ascensão, né? Até ele compreender isso, ele não vai deixar o ódio. Quando ele começa a perceber, vendo no processo regressivo que ele começou, diminui a fúria, diminui o ódio, diminuir a

retorno e da ascensão, né? Até ele compreender isso, ele não vai deixar o ódio. Quando ele começa a perceber, vendo no processo regressivo que ele começou, diminui a fúria, diminui o ódio, diminuir a necessidade vingança, aí já começa a amortecer isso. ele já se vê quando ele percebe que não era só eu, que era só o outro e também ele, ele já começa a ficar mais tranquilo e aí já começa o trabalho a render, o trabalho de eh dialogação, o trabalho de conscientização dele. Eh, tem um trecho aqui do livro Instruções Psicofônicas que eu gostaria de mencionar para vocês chamados arquitetos espirituais do Fgênio Sittor. Ele vai falar que em cada reunião espírita que é orientada com segurança, esses arquitetos são aqueles espíritos prestativos e operantes que manipulam a matéria mental necessária à formação de quadros educativos. Então ele fala que é o seguinte: em cada agremiação de pessoas que nós nos reunimos, existe na atmosfera ambiente um centro mental definido. Para onde esse centro são convergidos todos os pensamentos, não somente nossos, mas daqueles que nos comungam as tarefas gerais. E esse centro tem um vasto eh reservatório de plasmas sutilíssimo, que os trabalhadores espirituais, eh, principalmente esses, eh, arquitetos espirituais, se utilizam na extração de recursos imprescindíveis às criações de formas pensamentos. E é nesse gênero de colaboração que os arquitetos são trazidos, em que eles vão operar com muita antecipação, com muita precedência naquelas atividades que os benfeitores eles têm as tarefas também adreemente preparadas. Eles vão com eh eh consultar as reminiscências dos comunicantes que devam ser amparados, observando-lhes as vidas passadas, os labirintos psicológicos e constituindo entidades paisagens, telas e coisas semiinteligentes para a transformação dos companheiros que estejam nesse processo. Então, são criados painéis eh movimentados, vivos, capaz de eh conduzi-los à metamorfose mental. Então, formam-se jardins, templos, fontes, hospitais, escolas,

companheiros que estejam nesse processo. Então, são criados painéis eh movimentados, vivos, capaz de eh conduzi-los à metamorfose mental. Então, formam-se jardins, templos, fontes, hospitais, escolas, lares. Então, ele vem falando aqui tudo para que o desencarnado que está nesse processo se sinta como se estivesse tornando a realidade pregressa, através da qual ele vai se pôr mais facilmente em contato com as palavras do dialogador naquela hora. Então, vamos lembrar, quem tiver a oportunidade do livro Obreiros da Vida Eterna, quando André Luiz vai com os seus companheiros eh num determinado local e eles vão receber o o Asclépios, que era um espírito de elevada hierarquia. Então, o benfeitor lá pediu que que eles mentalizassem um quadro numa numa situação lá. E o André Luiz teve dificuldade, ele pensou nas graminhas lá do jardim da casa dele, o outro pensou na água, cada um deu. Então eles funcionaram como se fossem arquitetos espirituais para que o o Asclepos pudesse comunicar. Então, é só para fazer uma comparação. Então, os delitos, as dificuldades, problemas e tragédias que ficaram lá no ontem requisitam desses arquitetos espirituais uma ilustração, um trabalho muito bem revisionado. Lógico que eles não vão pedar lápis, papel, eles vão pedar aquela aquele plasma sutilíssimo, observar as situações pregressas e tabular aquilo como se fosse no espelho ectoplásico, né? E aí que ele vai falar. É assim que as forças mentoneuropsíquicas de nosso agrupamento são manipuladas por nossos desenhistas na organizações eh de fenômenos que possam revitalizar a visão, a memória, a audição e o tato dos espíritos, não é? espelhos ectoplásmicos, recursos diversos são também por eles improvisados, ajudando a mente dos nossos amigos encarnados que operam na frase assistencial, ou seja, os esclarecedores dentro do evangelho de Jesus, né? Então, eh, é um assunto assim vastíssimo. A gente tá trabalhando muito assim no aspecto mais, eh, direto, mais pragmático. Então, eh, as entidades, né,

esclarecedores dentro do evangelho de Jesus, né? Então, eh, é um assunto assim vastíssimo. A gente tá trabalhando muito assim no aspecto mais, eh, direto, mais pragmático. Então, eh, as entidades, né, que a gente percebe, os a obsessores, que fazem parte de situações igual do Gregório, eh, de trevas, os chamados dragões, em que o Gregório é um das dos meros coordenadores ali, porque os dragões mesmo eles nem aparecem, então são redutos de sombra, expiação e são muitos os obsessores ligados a eles, porque eles não têm capacidade de se vingar e são cooptados por essas organizações. Então, por isso que quando alguns deles eh têm dificuldade e e eles são comunicados que o caso não está andando bem, eles vêm pra reunião, mandam alguns, né, evidentemente mensageiros, eh, ameaçando a cada um de nós, porque a gente tá conseguindo isso, né? Enfim, o que é feito para os nossos irmãos obsessores é tratá-los no substrato da consciência de cada um, porque nós também já passamos por essa situação e ainda, muitas vezes, ainda vamos passar, porque o nosso passivo espiritual é muito grande. É muito grande. Então, a gente tá dando os passos. Eh, é por isso que é bom quando a gente frequenta a reunião mediúnica, a gente vai percebendo como que é o carinho, o desvelo dos benfeitores espirituais no tratamento dos nossos irmãos obsessores. E logo depois a própria Jusara deve falar alguma coisa sobre os obsidiados também, que todos nós somos irmãos, não é? Então eu acho que eu vou passar a palavra agora paraa nossa querida Jusara para ela dar andamento aos seus comentários. Agradeço a todos. Obrigado, Vittor. Eh, realmente muito esclarecedor. E agora então vamos passar a palavra a Jusara para continuar os aprofundamentos. Olá, queridos irmãos, queridas irmãs. Que alegria estar com todos vocês mais uma vez hoje. Pois é, né, Víor? Quando você tava falando, eu tava aqui pensando que às vezes, né, que queira nós sejamos encarnados ou desencarnados, muitas vezes a gente quer preencher os buracos

ais uma vez hoje. Pois é, né, Víor? Quando você tava falando, eu tava aqui pensando que às vezes, né, que queira nós sejamos encarnados ou desencarnados, muitas vezes a gente quer preencher os buracos da nossa alma com ah, né, de ódio, né, de vingança, né, impondo, como você disse no caso dos obsessores, das dores, aqueles que se foram, que foram suas vítimas. Ah, e só o amor mesmo vai cobrir esses buracos, né? [risadas] Nunca vai ser esses sentimentos, essas emoções desequilibradas. E para que a gente dê continuidade, né, nesse capítulo que nós estamos vendo sobre a prolusão, né, nós temos vários itens. O item eh dois foi o que o Víor acabou de falar. Nós vamos falar agora a respeito do item três e o item quatro. O item três ele fala de obsediados. Emanuel Filomino de Miranda, ele diz que só existem obsejados e obsessões porque existem aqueles indivíduo endividados espirituais que faz com que haja uma necessidade dessa reparação de dívida. Muitas vezes, quando nós vamos falar a respeito de reparação de dívida, nós nos reportamos aquela ideia ainda, né, da época mosaica, de que Deus pune, de que Deus exige que nós paguemos até o último sentil, mas na realidade o que ocorre não é que nós estamos assim nessa relação com esse Deus que nós temos a a ideia muito muitas vezes de ser o punitivo, mas da de dous amoroso, do Deus que tem misericórdia, do Deus que nos permite que a nossa consciência, né, o nosso espírito imortal que grava as nossas ações e que não nos deixa nos sentir verdadeiramente libertos e iluminados até que nós possamos de uma certa forma ressarcir ir perante nós mesmos e consequentemente a lei que que vigora no universo. Todas essas questões, todos esses processos, essas ações que nós realizamos, elas são decorrentes de de das de causas como a nossa falta de moralidade, a nossa consciência culpada. E aí nós estabelecemos uma relação entre devedor e cobrador, porque existe assim essa necessidade de reajustamento em relação às nossas ações. A imagem que

de moralidade, a nossa consciência culpada. E aí nós estabelecemos uma relação entre devedor e cobrador, porque existe assim essa necessidade de reajustamento em relação às nossas ações. A imagem que nós vemos agora, nós vemos o obsessor, né, que vem a, eh, de uma certa forma assim exigir do obseiado, né, aquilo que ele acha que ele é de direito. Mas quando nós nos colocamos em uma posição de prece, de proteção, ainda que tenhamos que passar por essas questões de reajustes, nós estaremos nos libertando das energias, dessas ideias de viciações que nos conecta. Agora, uma coisa que é muito interessante que Manuel Filomeno de Miranda esclarece, que não é condição única de que o defraudador seja sempre defrontado pelo fraudado que lhe aplicará o necessário corretivo. Que que o Manuel Filomeno tá dizendo? Ah, eu fiz mal. O A fez mal para B, então o B vai fazer mal pro A, que depois vai fazer mal pro B de novo, que depois vai fazer mal pro A de novo. Se nós pensarmos nisso, como diz aqui Manuel Filomeno de Miranda, inverter-seia a ordem natural e o círculo repetitivo, né, dessas injunções de dívida, cobrança, dívida e acabar nos levando ao eh desagregação de equilíbrio moral entre os espíritos. Então, como nós falamos, quando existe esse processo, não significa quando nós causamos, né, lançamos uma ação negativa no mundo, não significa que esta ação negativa que nós lançamos, vamos dizer, em relação a uma pessoa, tenha que essa pessoa, de repente, além de já ter passado o mal que nós passamos, ela tem que se transformar em nosso observ obs obser e vir lá ficar ligado, conectado a nós, conectado àquela ação que nós fizemos. Não, muitos desses espíritos eles superam essas questões, eles compreendem a inferioridade, né, da que nós nos encontramos ainda a nível de evolução espiritual e não vão querer, como o Vítor falou, eles o o o obsediado, ele acaba sendo vítima de si mesmo, porque ele impede assim o seu crescimento evolutivo. fica naquela ideia fixa daquele que o prejudicou. Então, imagine

rer, como o Vítor falou, eles o o o obsediado, ele acaba sendo vítima de si mesmo, porque ele impede assim o seu crescimento evolutivo. fica naquela ideia fixa daquele que o prejudicou. Então, imagine se fosse dessa forma. O que nós temos é que aprender a lição. Então, muitas vezes aqueles que se conectam a nós, né, nós vamos podemos ter sim aqueles obsessores que estão conectados realmente por uma questão de vingança, mas muitos, a lei permite que se conectam a nós, inclusive sem ter necessariamente um passado diretamente conosco. Sim ou não? Não sabemos, mas são são espíritos que vão trazer através dos seus comportamentos, das suas frustrações também, das suas dificuldades, as possibilidades para que nós possamos entrar nesse processo de reajuste. Então vejam que existe, como diz Manuel de Filomeno de Miranda, essas ligações recíprocas, muitas vezes trazendo junto, então aqueles que estão envolvido na trama das dívidas, voltam nas reencarnações para que de uma forma ou outra alcancem o perdão, o amor, refaçam aquela estrada interrompida e oferecendo um ao outro essa possibilidade de crescimento. Então, vamos pensar nisso, não vamos pensar só nesse círculo vicioso, porque assim nunca é o círculo vicioso, né? Não acabaria. É interessante que quando nós estamos falando a respeito desses processos de obsessão de danos que nós causamos no livro, o eh acho que agora os mensageiros, eu esqueci de citar que qual que é o livro, do caso do amigo de Manasses, né, Manassés, ele eh ele conta a história, né, de um de um espírito que precisa reencarnar e que ele havia cometido. uns um assassinato, né? Eh, ele tinha dado uma facada em um em uma pessoa e hoje ele já se encontrava no plano espiritual quase há 100 anos, já tinha passado pelas dificuldades, né, dessa da vivência nobral e agora trabalhava com afinco para se recuperar nos missionários da luz. muito obrigado de ter passado aqui. E essa esse comentário que Manuel Filomeno de Miranda, ele me me reportou esse caso que nós vamos

a trabalhava com afinco para se recuperar nos missionários da luz. muito obrigado de ter passado aqui. E essa esse comentário que Manuel Filomeno de Miranda, ele me me reportou esse caso que nós vamos falar um pouquinho depois, eh que foi é o seguinte, ele fala que quando o espírito é encaminhado à reencarnação, ele traz em forma de matrizes vigorosas no perespírito o de que necessita para a evolução. Imprimem-se então tais fulcros nos tecidos em formação de estrutura material de que se utilizará para as provações e expiações necessárias. Se se volta para o bem e adquire títulos de valor moral, desarticula os condicionamentos que lhe são impostos para o sofrimento e restabelece a harmonia nos centros psicossomáticos que passam então a gerar novas vibrações aglutinantes de equilíbrio a se fixarem no corpo, no corpo físico, em forma de saúde, de paz e de júbilo. Então, nesse caso, né, dos missionários da luz, esse amigo de Manassés, ele e é e por causa, né, dessa culpa, dessa ação que reverberona o seu perespírito, ele agora iria reencarnar, como nós podemos ver nessa região grástrica com uma propensão aqui nessa nessa área a úlceras, úlceras hemorrágicas, inclusive em relação até é ao próprio eh a própria forma como ele assassinou a a aquela aquela outra pessoa já mais de 100 anos. E aí nesse estudo, André Luiz conversando e e vendo lá como seriam as coisas e eh o os amigos espirituais explicam para André Luiz, ainda que ele vá nascer com essa propensão, com essa genética, vamos dizer assim, com essa debilidade, não necessariamente ela ela irá se apresentar ou se apresentará de forma grave a provocar úlcerações, úlceras hemorrágicas, etc., dependendo de como ele se comporte, ele utilize o seu tempo na matéria, porque nós sabemos que na reencarnação a gente, né, quando eles apresentam pra gente aquela ficha, né, que deve dar uma vergonha olhar aquela ficha, né, a gente olha aquela ficha e reloga, fala: "Não, não, eu vou dar um jeito de limpar essa ficha, tudo isso que eu fiz de errado". E nós

quela ficha, né, que deve dar uma vergonha olhar aquela ficha, né, a gente olha aquela ficha e reloga, fala: "Não, não, eu vou dar um jeito de limpar essa ficha, tudo isso que eu fiz de errado". E nós reencarnamos, né? fazemos os cursos necessários para ter todo o suporte, os espíritos que vão nos acompanhar e tudo mais. E a gente reencarna com a maior boa vontade. Chega aqui, esquece tudo, esquece tudo, esquece tudo e aí já viu como vai ser o nosso comportamento. Então, vejam que é exatamente o que Manuel Filomeno de Miranda tá falando neste caso, né, desse processo de como muitas vezes, apesar da gente ter cometido, né, esses erros, não necessariamente nós, numa condição de daquele que causou o mal, vamos ter que sofrer processos que sejam de desajustes do nosso organismo. físico e também de dos obsessores que vão se conectar conosco. Por outro lado, numa questão de sintonia psíquica, nós, à medida que nós vamos realizando a nossa queda, queda vibratória, vamos nos engajar em ambientes, em ações menos felizes, aí nós vamos dar o campo ao ah a que os espíritos, esses espíritos que são, vamos dizer assim, como eles seominam muitas vezes os justiceiros, né, já que eles não creem na justiça de Deus, na justiça da lei, e que querem tomar essa justiça com as suas próprias mãos. Agora, no que diz respeito ao problema das obsessões espirituais, o paciente é também o agente da própria cura. É interessante que Manuel Filomeno de Miranda explica aqui em relação ao obsediado, quando nós estamos falando em relação a obsessões espirituais. E finalmente, né, essa pessoa que aqui nós chamamos eh o Panoel Filomeno de Miranda chama de o paciente, é trazido há um um um local, vamos dizer, religioso, espiritual, no nosso caso, nos centros espíritas, eles, sem dúvida alguma, vão precisar, né, do concurso, como fala aqui Manuel Filomelo de Mirando, tão lindo, né, o concurso de um Cirineu da caridade. Então são aqueles que vão estar no centro espita a trazendo diretrizes de segurança, que são os encarregados dos

a aqui Manuel Filomelo de Mirando, tão lindo, né, o concurso de um Cirineu da caridade. Então são aqueles que vão estar no centro espita a trazendo diretrizes de segurança, que são os encarregados dos atendimentos fraternos, das exposições, dos passes, né? Eh, e, eh, agora quando nós vamos pensar isso tudo são direções. Por exemplo, se você estiver com sede, ã, eu posso te dizer onde está a cozinha, onde você pode pegar a água. Posso ir até lá, abrir a torneira lá do pegar do filtro a água para você encher o copo, dar o copo na sua mão, levar o copo até a sua boca, mas não posso beber para você. Então isso é o papel do centro espírita. O centro espírita faz tudo, ele dá toda direção. Ele te indica exatamente aonde você vai encontrar aquela água da fonte de água viva que vai saciar essa nossa sede. Mas na hora de beber só nós mesmos podemos fazer. É por isso, né, que Manuel Filomeno de Miranda fala isso da importância da nossa responsabilidade não simplesmente delegar. Agora, é interessante que ele disse isso também, que muitas vezes por causa de das condições desses pacientes, eles podem até inesperadamente e muito rapidamente receberem assim o que parece à primeira vista uma cura, um acréscimo de misericórdia verdadeiramente, mas ainda não foi o momento da total libertação e isso poderá voltar mais tarde. Quando se eles persistirem nessa contínua educação espiritual, esforço espiritual, poderá voltar, mas de forma menos agravada e também no caso eles já com muito mais condições de poderem lidar com essa situação. Ah, nós vemos então nessas situações de de vítimas também, um caso muito interessante no livro Domínios da Menogodi que é o caso de Libório, né, quando nos fala a respeito de um espírito que desencarnou e ele é recolhido na reunião mediúnica através da psicofonia. ele recebe o atendimento e ele está perseguindo, no caso aqui, ele, obsessor, perseguindo uma vítima que é uma das pacientes, uma dos obsediados que se chegaram nesse centro espírita. Agora, o que é interessante

o atendimento e ele está perseguindo, no caso aqui, ele, obsessor, perseguindo uma vítima que é uma das pacientes, uma dos obsediados que se chegaram nesse centro espírita. Agora, o que é interessante depois é que quando eles vão continuar o tratamento desses desse espírito, eles percebem esta que seria a a obsediada no momento, vamos dizer, a vítima desse obsessor, ela indo atormentá-lo. Então veja que se nós não refazermos assim as nossas sintonias, né, se continuarmos nessa nessas nessas mesmas vibrações, nessas mesmas frequências, nós não poderemos nos desligar, desligar, porque que nem eles afastaram o obsessor, mas ela vai atrás e pergunta: "Cadê você? Por que que você me deixou? Não me abandona, volta para casa." E eh André Luiz fica completamente pasmado com essa situação, porque diz, mas escuta, foi ela que veio procurar ajuda para se libertar do obsediado, mas não consegue. Então, por isso essa vigilância, por isso essa nossa, esse nosso empenho em eh esclarecermos a necessidade de nós nos ajudarmos. O grupo familiar, que é o familiar, que é o o quarto item desse prolusão, fala o seguinte, Manuel Filomeno de Miranda: "Vinculados os espíritos no agrupamento familiar pelas necessidades da evolução em reajustamentos recíprocos no problema da obsessão, os que acompanham o paciente estão fortemente ligados ao fator predisponente, caso não há hajam sido os responsáveis pelo insucesso do passado, agora convocados à cooperação no ajustamento das contas. Então vamos entender aqui que Manuel Filomena de Miranda está dizendo. Ele está dizendo que quando nós temos um grupo familiar onde um dos componentes está sofrendo um processo de obsessão, né, dessa perseguição e como nós já entendemos agora, não vamos mais olhar o obsessor como sendo o carrasco. Na maior parte das vezes eles ou pelo menos nessa circunstância eles são as vítimas e nós fomos aqueles que lhes causaram mal. O que não significa que por suas sua vez eles também já não tenham causado mal anteriormente, que os

es ou pelo menos nessa circunstância eles são as vítimas e nós fomos aqueles que lhes causaram mal. O que não significa que por suas sua vez eles também já não tenham causado mal anteriormente, que os deixou vulnerável para essas ações negativas que acabaram ocorrendo com eles através de nós. Então, no livro Domínio da Mediunidade, quando fala no capítulo Mediunidade atomentada, tem uma um caso muito interessante que eu gosto de falar sobre esse eh para que nós entendamos o que é essa responsabilidade do grupo familiar, como fala Manuel Filomeno de Miranda. chega esta senhora acompanhada pelo esposo, que vem sofrendo transtornos desde que era pequena, mas que acabou agravando-se quando ela se casou, quando se esperava que justamente o contrário fosse ocorrer. foram para diversas eh eh entidades médicas para procurar tratamentos diversos e nada estava funcionando até que eles acabaram sendo encaminhados para o centro espírita e receber o auxílio. Quando eles estão lá no centro espírita, ela tem ah assim um um desses ataques, né? O obsessor toma conta dela e começa a se manifestar e a explicar a situação que ocorreu. E a situação que ocorreu era o seguinte: Esse obsessor era o pai dela em uma encarnação, um pai adotivo numa encarnação já algumas encarnações, alguns séculos antes dessa atual encarnação. E ela a havia encontrado um namorado que o pai não aprovava, que o pai achava que não ia ser uma boa companhia para ela. E esse namorado acaba convencendo-a aos poucos, envenenar o pai, uma vez que o pai disse que iria desertá-la e ele tinha uma boa condição financeira. Então, graças, vamos dizer, ou com o auxílio desse namorado, ela começa esse processo de revenenamento. O desencarne do pai ocorre sem que, obviamente, as autoridades da terra possam pensar em qualquer tipo de eh de assassinato nesse caso. E ela se casa com esse namorado e o que tudo aquilo que o pai falou acabou acontecendo. Ele realmente era uma pessoa de uma fé, de uma vida. e deixou-a na miséria, na penúria

e assassinato nesse caso. E ela se casa com esse namorado e o que tudo aquilo que o pai falou acabou acontecendo. Ele realmente era uma pessoa de uma fé, de uma vida. e deixou-a na miséria, na penúria abandonada. E foi uma realmente uma tragédia. Esse namorado é o atual esposo dela. Então, muitas vezes a gente pensa numa situação dessa, né? Ah, o casal tá lá, a esposa com todo esse tormento, eh, e por esses processos de doença e essas coisas que, né, a turma fala que de repente até loucura interna numa numa numa clínica. eh, vai para um processo de divórcio, abandona, porque não dá para ficar casado com uma pessoa desse jeito, mas ele tem tanta culpa quanto ela. Ele está envolvido na trama e tem tanta responsabilidade quanto ela. Então, é isso que Manuel Manuel Filomeno de Miranda está dizendo aqui, para que nós não retrocedamos, para que nós não percamos a oportunidade e não deixemos que essa falta de entendimento, né, de compreender que se isso está ocorrendo com um dos membros da nossa família ou é porque nós participamos de toda essa tragédia, ou Porque se nós já estivermos numa condição de um espírito um pouco mais nobre, nós aceitamos receber aqueles espíritos para que nós possamos orientá-los para um outro caminho. Agora vemos que tem um outro caso também para nós já irmos pro encerramento, que é o caso Américo. Eh, na verdade, né, André Luiz fala que ele parece até um velho, mas ele ainda é jovem de idade, que vem desde pequeno sofrendo assim as agressões. Como nós podemos ver nessa imagem, existe um tipo um painel que não deixa que os obsessores que estão perseguindo entrem e interfiram no trabalho, inclusive quando ele está recebendo passe. E quando ele retorna a casa ainda, né, ainda perturbado, porque o caso dele é muito grave e ele vai se recolher ao leito, ele no desdobramento, no momento do sono, ele vai atrás do pai, pede ajuda do pai, pede assistência e quem vem socorrê-lo é uma de suas irmãs. E o caso que nós vamos comentar muito rapidamente, nós recomendamos que vocês

, no momento do sono, ele vai atrás do pai, pede ajuda do pai, pede assistência e quem vem socorrê-lo é uma de suas irmãs. E o caso que nós vamos comentar muito rapidamente, nós recomendamos que vocês leiam esse livro porque tem muito esclarecimento a respeito dessas questões que estamos falando hoje para podermos entender todo o processo obsessão, obsediado, atendimento através do centro espírita, as nossas próprias ações. Ele eh conta que esse pai encarnação ah encarnações anteriores, né, numa dessas encarnações, ele foi o chefe de um bando em que ele eh levou ah quatro espíritas, né, a à perdição, a roubarem, a matarem. E e agora nessa encarnação, ele com a esposa, que já se encontra numa numa condição evolutiva mais eh eh vamos dizer assim, mais esclarecida, aceitam receber esses quatro filhos para poder encaminhá-los agora para um outro direcionamento e somente uma filha que eles têm também são cinco filhos, sendo ela uma filha, essa filha que já se encontra em um uma um posicionamento espiritual melhor também e que inclusive é o que nós vemos aqui, vir ajudar o irmão também no momento do desdobramento do sono. Então, o que que vai ser da gente amanhã, né? [risadas] Depende do que nós fizermos hoje, né? Eh, eu acho que realmente com todos esses esclarecimentos que nós temos, com toda essa possibilidade que nós temos de conhecer, de termos assim a essa obra, né, todas essas obras do Manuel Filomeno de Miranda, todo esse trabalho tão dedicado de eh de Divaldo para receber esses esses eh esses ensinos que são tão esclare para nós vem justamente com essa ah com essa finalidade que nós aprendamos com os exemplos dos outros, com as experiências que eles passaram, que nós não possamos nós eh eh não nós mesmos nos engajarmos em comportamentos que vão comprometer ainda mais a nossa ascensão espiritual. É por isso que nós temos esse grupo tão lindo do grupo Espírita Suelical da Chug com todos esses nossos amigos, porque o nosso maior objetivo é trazer para todos nós, porque nós estamos aqui aprendendo

por isso que nós temos esse grupo tão lindo do grupo Espírita Suelical da Chug com todos esses nossos amigos, porque o nosso maior objetivo é trazer para todos nós, porque nós estamos aqui aprendendo um com os outros também nas suas disposições, essa eh essa imersão nessas obras para que a nossa mente se esclareça, mas que nós tenhamos firmeza para interiorizarmos todos esses ensinamentos, trazermos tudo isso aos nossos corações e transformemos as nossas ações em ações do bem e fiquemos preparados para essa encarnação e outras já não sofrermos mais do julgo daquilo que nós plantamos. Obrigado, Jusara, mais uma vez obrigado, Vittor. Ótimos esclarecimentos. E agora que nós concluímos eh a introdução do livro em três aulas, estamos prontos para começar. Então, semana que vem começamos o capítulo um. Aprendemos uma sobre a reunião de desobsessão, os integrantes da reunião, o a equipe de trabalho, os obsediados e obsessores, eh equipe familial. Então, todas todos preparados. Agradecemos e desejamos a todos uma semana de muita luz, muita paz e nos encontramos na próxima semana, então, para começarmos o estudo pelo capítulo um do livro Grilhões Partidos. Obrigado.

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