T10:E3 • Autores Espíritas Contemporâneos • Em torno do Cristo

Mansão do Caminho 06/04/2025 (há 11 meses) 1:32:20 734 visualizações 130 curtidas

Literatura Espírita: prazer em conhecer » Temporada 10 - Autores Espíritas Contemporâneos » Episódio 3 - Em torno do Cristo (livro) Apresentação: Denise Lino Convidado: Francisco Ferraz Batista (autor) Entrevistadora convidada: Marialva Gomes #literaturaespírita #autoresespíritas #espiritualidade #cristo

Transcrição

Olá, amigos. Muito prazer em encontrá-los. Eu sou Denise Lino e este é o Literatura Espírita. Prazer em Conhecer na sua 10ma temporada, o seu terceiro episódio, que hoje aborda o livro Emorno do Cristo, do nosso querido Francisco Ferraz Batista. Muito obrigada para quem está neste ao vivo conosco no dia 6 de abril de 2025. E quero cumprimentar os nossos parceiros de transmissão, a Web TV Mansão do Caminho, o Seridó Espírita, a Web TV da União Espírita de Vitória da Conquista, a Web Rádio Fraternidade e a RAI TV, que é a rede de amigos espíritas. Quero dizer para quem nos acompanha quais são os objetivos deste programa. Divulgar o espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler, interpretar e relacionar os textos mediúnicos ou não, e incentivar a aquisição de obras espíritas em editoras e livraria espíritas. Enfatizamos aqui que os livros espíritas têm uma cadeia de sustentabilidade de instituições espíritas e sobretudo de departamentos assistenciais dessas instituições. Então é decisivo, é muito importante que você que nos acompanha adquira os livros em editoras e livrarias espíritas. Neste 6 de abril, queremos dedicar esse novo, esse nosso programa ao livro Boa Nova, que em inglês está intitulado Good News e acaba de receber medalha de prata na categoria livro de espiritualidade do Illumination Books Awards 2025. Então é esse maravilhoso livro psicografado pelo médio Francisco Cândido Xavier, pelo irmão X Humberto de Campos. a nossa vibração, a nossa gratidão por Chico e Humberto de Campos, irmãos X, terem trazido para nós essa obra que agora recebe um reconhecimento internacional. E queremos também com o nosso programa desejar melhoras, recuperação ao nosso querido Divaldo Pereira Franco. Para começar, como sempre fazemos, nós vamos ler um trecho do livro que vamos apresentar hoje, esse portentoso livro de 589 páginas em torno de Cristo. E nós vamos ler do finalzinho do livro mesmo, das suas últimas páginas, palavras do

nós vamos ler um trecho do livro que vamos apresentar hoje, esse portentoso livro de 589 páginas em torno de Cristo. E nós vamos ler do finalzinho do livro mesmo, das suas últimas páginas, palavras do grande personagem que atravessa toda a obra e só ao final apresenta as suas palavras. Diz o texto: Amados irmãos, externo alegria por ver todos no trabalho imperecível do bem. Com efeito, a alma pura e singela não se distrai em razão das ocupações úteis, porque faz tudo para honra e glória de meu Pai e vosso Pai, sem buscar em coisa alguma o próprio interesse. Anunciei à terra o que o meu pai me pediu que anunciasse. Entretanto, ainda poucos resolveram ouvir. Outros descuidados sacrificaram os servos em campanhas da dor, negando-se aos negando-me, aliás, aos seus ouvidos. Compreendo ainda a fraqueza de muitos irmãos e, como disse um amado discípulo, esvaeceram-se em suas cogetações, porque preferiram ser grandes no equívoco do que humildes na verdade. Exulto com os vossos compromissos. Tenho recebido vossos testemunhos de fidelidade. Anelo que a união de propósitos em amar e servir, sem desejar qualquer espécie de retribuição, seja o móvel permanente de todos. Não vos esqueçais que nos momentos das lutas mais soes devereis buscar-me portas adentro de vossos corações. E eis que, como vos disse outrora, sempre estarei com todos até o final dos tempos. Ide adiante, irmãos do coração. As lutas exigem esforço em ingente do trabalhador da vinha. Deixa-vos por final a lembrança de minhas palavras, porque são, segundo o meu e vosso Pai, palavras de vida eterna. Espera no Senhor e faz boas obras. Habita na terra da tua redenção pelo bem e serás apacentado com as alegrias do reino de Yahvé. com o testemunho do meu perene amor por todos e vé nos abençoe. Com essas palavras, então, essa leitura das páginas finais de Entorno do Cristo, nós trazemos os nossos convidados à tela, o Francisco Ferraz Batista e a Marialva Gomes. Olá, Francisco, seja muito bem-vindo ao nosso programa. Bom dia, amiga Denise. Bom dia, amiga

ntorno do Cristo, nós trazemos os nossos convidados à tela, o Francisco Ferraz Batista e a Marialva Gomes. Olá, Francisco, seja muito bem-vindo ao nosso programa. Bom dia, amiga Denise. Bom dia, amiga Mariava. É uma alegria muito grande, uma satisfação muito grande. Olá, Maria Alva, seja bem-vinda ao nosso literatura espírita. Prazer em conhecer. Obrigada, Denise. Bom dia, Francisco. É uma honra estar aqui com vocês. Olá. Eu quero dizer pros internautas que nos acompanham que esse literatura espírita me permite realizar vários sonhos. Um deles é ter a minha editora de textos da revista Presença Espírita aqui na tela, que é a Mariva Gomes, que é a minha editora que fica me lembrando dos artigos e sempre que tem toda a paciência com os meus atrasos. Então, querida Mariva, é uma alegria tê-la conosco e só gratidão pela paciência que você tem comigo. E o Francisco Ferraz Batista, que era um amigo que eu não conhecia, mas que passei a conhecer através do livro, que li com muito carinho. E quero dizer que é uma honra, Francisco, tê-lo conosco nesse programa, nessa temporada que trata de autores espíritas contemporâneos. Seja muito bem-vindo, tá? Então, para que os internautas conheçam um pouco mais vocês, eu vou pedir que vocês se apresentem sinteticamente, informando aos internautas que atividade espírita vocês fazem, se isso se liga ou não à sua vida profissional, para que possamos conhecê-los melhor. Vou começar então pelo Francisco, pedindo que ele se apresente aos nossos internautas. Bom dia a todos os nossos irmãos internautas. E falar da gente é uma coisa muito complicada, né? Mas como a nossa amiga Denise nos pediu, nós somos trabalhadores do movimento espírita, né? Nos tornamos um espírita já aos 33 anos de idade, já éramos casados, tínhamos três filhos. junto com a esposa nos tornamos espíritas e aí começamos a nossa caminhada de aprendizado e a gente está sempre aprendendo. E tivemos a oportunidade de tornar dirigente de casa espírita. Entramos para um movimento

sposa nos tornamos espíritas e aí começamos a nossa caminhada de aprendizado e a gente está sempre aprendendo. E tivemos a oportunidade de tornar dirigente de casa espírita. Entramos para um movimento espírita, fomos presidente de uma regional espírita em Curitiba. Tivemos a oportunidade de presidir a Federação Espírita do Paraná por dois mandatos, não é? e colaborador da FEB. Somos o assessor jurídico da FEB para o Conselho Federativo Nacional e membro do Conselho Superior da FEB e da trabalhador, enfim, para todas as tarefas que surgirem. Que bom, Francisco. Muito obrigada por sua apresentação. Eu sei que tem muito mais eh trabalhos, atividades que você faz, mas ficamos felizes com a sua apresentação. E hoje ele está aqui como um autor espírita contemporâneo. Daqui a pouco nós vamos apresentar pros internautas as suas obras e focar neste romance em torno do Cristo. E você, Marialva, conte pros nossos internautas um pouco do que você faz como espírita, onde você atua. Basicamente, eh, quero cumprimentar a todos que estão nos assistindo e em relação ao meu trabalho, basicamente eu atuo no Centro Espírita Caminho da Redenção e na mansão do Caminho em Salvador. Como Denise falou, eu sou editora da revista Presença Espírita, mas eu realizo outras atividades como atendimento fraterno, evangelização de jovens, trabalho social. Então, foco o meu trabalho no movimento espírita mais nessa casa e vez em outra realizo uma palestra pardidade como essa aqui agora e é uma honra estar aqui com todos vocês. OK? Então, lembramos aos internautas que estão entrando no nosso chat agora que nos digam de onde nos assistem, se estão vinculados a uma instituição espírita. Coloquem também o nome da instituição. Daqui a pouco nós vamos apresentar essas cidades, essas instituições. Isso é muito importante paraa nossa equipe do Literatura espírita, saber com quem nós estamos interagindo eh ao longo do nosso programa. E sejam internautas muito bem-vindos a esse terceiro episódio da nossa 10ª temporada, Autores Espíritas

pe do Literatura espírita, saber com quem nós estamos interagindo eh ao longo do nosso programa. E sejam internautas muito bem-vindos a esse terceiro episódio da nossa 10ª temporada, Autores Espíritas Contemporâneos. Nós vamos então apresentar o livro de hoje, vamos pedir que os slides sejam colocados na tela e na sequência dos slides nós vamos passar então para a entrevista com Francisco, tendo a Marialva aqui nos auxiliando nesta manhã. Então esse é o livro desta feita, como disse, um portentoso romance, quase 600 páginas. Aí está o nosso convidado e também a nossa convidada especial. E aí, vamos então apresentar agora o trabalho do Francisco. Ele escreveu Os ângulos do cristianismo, admoestações de Jesus e os ângulos do Espiritismo. Um texto que está datado de 2015, em que ele faz análises de sentenças de Jesus, apresenta um pouco de história e faz correlações muito originais, muito interessantes com o espiritismo. E agora começa então a sua pentalogia, o seu conjunto de cinco livros que vai culminar com o entorno do Cristo, que é o livro que estamos abordando nessa manhã. Inicialmente o primeiro nos tempos de Paulo, um texto 2014, editado pela editora Bezerra de Menezes e que tem prefácio da nossa queridíssima Sueli Calda Schuber. Depois nós temos Testemunho do Cristo de 2016 também pela editora Bezerra de Menezes e que tem prefácio do Haroldo Dutra Dias. Em seguida, Testemunhos pela Verdade de 2016 pela Editora da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e que tem prefácio da nossa querida Sandra Borba, que já esteve aqui no Literatura Espírita conosco. Na sequência, o trajetórias para o Cristo de 2018, aí já pela editora Leal e que tem o prefácio também da nossa querida Sueli Calda Schubert. E esse último livro, Emorno do Cristo, 2024, também da editora Leal e com o prefácio do João Sérgio Bosquirobi. E agora sim, focando na obra que selecionamos para essa manhã, é um romance histórico, é o quinto livro de um conjunto de cinco livros todos ambientados no cristianismo primitivo,

o Sérgio Bosquirobi. E agora sim, focando na obra que selecionamos para essa manhã, é um romance histórico, é o quinto livro de um conjunto de cinco livros todos ambientados no cristianismo primitivo, ou seja, os três primeiros séculos da nossa era. o seu ano de publicação, 2024, pela editora Leal, é um livro com 52 capítulos. Colocamos essa imagem assim bem básica do sumário para que os internautas possam ter uma ideia do livro e o seu contexto histórico. Então, a obra está ambientada na expansão do cristianismo sobre a pressão do do Império Romano. Os conflitos giram em torno das ameaças de deturpação doutrinária e infiltração pagã no cristianismo. O livro acompanha o surgimento e a consolidação de centros teológicos em Roma, Cartagoa e Alexandria. E aparecem com muita repetição, no bom sentido da palavra repetição, as resistências que são e foram importantíssimas defensores da fé lutando pela preservação dos ensinamentos originais de Jesus. E aí nós temos um personagem muito importante que vive o que se chama a jornada do herói, que é o general Lúcios Vírios Lupos. Nós vamos acompanhá-lo no livro Mais ou menos dos seus 30 anos aos seus 53 anos. Ele vai passar por diversas províncias romanas importantíssimas para a consolidação da sua jornada de herói, como a Britânia, a pátria, a Roma, a própria sede do império e Alexandria. E a sua grande jornada é converter-se ao cristianismo. Nós temos outros três personagens centrais importantes para essa jornada do personagem Lúcio vírus, que são o Tertuliano de Cartago, teólogo latino, defendor da ortodoxia e combatedor de sincretismos, o Clemente de Alexandria, filósofo cristão que integrou o pensamento grego e conciliou fé e razão e origens profundo pensador que sistematizou interpretações bíblicas e preservou ensinamentos. Esses três personagens centrais, nós conseguimos recuperar sua biografia em pesquisas que estão disponíveis em inúmeros livros e na internet, mas o personagem Lúcios vírus somente aqui no entorno do Cristo,

três personagens centrais, nós conseguimos recuperar sua biografia em pesquisas que estão disponíveis em inúmeros livros e na internet, mas o personagem Lúcios vírus somente aqui no entorno do Cristo, nós vamos acompanhar. E por isso é muito importante ficar de olho nesse personagem e como ele se relaciona com esses outros três. Agora, a ambiência das jornadas que vai envolver aí o nosso personagem aqui destacado e os outros três que acabamos de citar. Primeiro precisamos compreender que vai aparecer uma ambientação na chamada cidade da fé, que é uma cidade espiritual que coordena os trabalhos de divulgação do cristianismo na Terra. A essa cidade está vinculada uma outra menor intitulada Nova Roma, que coordena os trabalhos do cristianismo em Roma. A cidade da fé também está ligada à cidade do amor, que é um núcleo de espíritos evoluídos, mas que não tem uma vinculação direta com o que ocorre em Nova Roma, auxilia subsidiariamente e aí a trama se desenvolve em Roma e suas províncias, conforme já citado, e as jornadas se cruzam. De um lado, Lúcios servindo a Roma nas suas várias províncias, sendo um general de grande ah relevo e importância pro Império Romano e um estrategista fundamental para o reinado de sétimo severos. Depois nós temos Lúcios envolvido com a constituição de sua família, sua primeira noiva e esposa Júlia. Depois a sequência, a viuvez, o segundo casamento, dois filhos que ele tem e a sua segunda esposa Nadir, ela tem uma vinculação direta com os núcleos em torno do qual Tertulianos ah circula, que são os núcleos cristãos do Oriente, a o núcleo de Cartago, de onde ele é originário, a vinculação afetiva e a colaboração que ele tem com o núcleo de Jerusalém, que vai ter o Epicospiaquim como um personagem central e depois o Tertulianos vai se encontrar em Alexandria com Demétrio e Clemente e é lá vai encontrar a sua jornada com a de Lúcios. E Tertuliano e esses outros personagens citados vão ainda se envolver com uma tentativa de unificação com os núcleos cristãos do ocidente e

Clemente e é lá vai encontrar a sua jornada com a de Lúcios. E Tertuliano e esses outros personagens citados vão ainda se envolver com uma tentativa de unificação com os núcleos cristãos do ocidente e liderados por Roma e pelo Epix popolo zeferino. E aí, só para ilustrar, porque nós temos muitos mapas nesse livro. Quem gosta de viagens, detalhes, vai consultar muitas vezes o mapa para verificar onde os seus personagens estão andando. E só para citar aí uma das viagens de Tertulianos, ele sai de Cartago onde vivia, vai a Alexandria encontrar com Clemente Demétrio, vai a Jerusalém. Depois, juntos, todos eles vão fazer uma longa viagem em direção a Roma, chegando pelo porto de Ha, não sem antes passar em Esmirna e É Efeso. E aí o romance nos traz vários temas doutrinários, como a mediunidade, a caridade e a reencarnação. É um tema muito presente nesse romance e ainda a fidelidade aos ensinamentos de Jesus. Se pensarmos em conexões trazidas pela obra, nós encontraremos conexões com a coragem, a fidelidade em tempos adversos, a preservação da mensagem original de Jesus, a universalidade da mensagem do Cristo, a integração, a harmonia entre a fé e a razão, a liderança, porque são exemplos morais muito inspiradores, tanto tertulianos quanto Lúcios Veros. E se pensarmos também em lições para os dias de hoje, nós vamos encontrar lições relacionadas à integridade doutrinária, a valorização dos fundamentos e aos ao estudo espírita, a prática constante da caridade, a integração que valoriza a vivência no núcleo espírita e a inspiração na perseverança. E quem quiser saber mais sobre o nosso autor entrevistado, aqui estão algumas palestras que encontramos no YouTube falando sobre o espiritismo, sobre a mediunidade especificamente e uma palestra que eu fiquei bastante curiosa para assistir. Não deu tempo assistir, mas tá aqui na lista quatro questões para alma. Então, feita essa apresentação, vamos voltar aqui paraa tela cheia do nosso estudo e vamos então começar aqui a nossa entrevista com

deu tempo assistir, mas tá aqui na lista quatro questões para alma. Então, feita essa apresentação, vamos voltar aqui paraa tela cheia do nosso estudo e vamos então começar aqui a nossa entrevista com Francisco. E eu tenho uma primeira pergunta para você, Francisco. Eh, antes de conversar com você sobre um autor espírita, um escritor, eu queria conversar com você sobre um leitor, o Francisco Ferraz, leitor. O que você gosta de ler? Eh, cada um tem uma preferência de leitura, né, própria do espírito. Talvez porque, eh, quando na minha adolescência, né, eu fui aluno de minha mãe. Minha mãe dava aula no ginásio, lembra? Tempo de ginásio, né? Então, ela dava duas matérias, chamava-se OSPB, que não existe mais no currículo, e história geral. Então, durante dois anos, eu fui aluno dela em história geral. Não que fosse minha mãe, né, mas ela era uma excelente professora e eu me apaixonei pela história, né? Diziam os meus colegas que eu tinha que estudar para tirar 10, porque eu era filho da professora, né? Mas é bem isso, né? E me apaixonei pela história. E depois com o tempo, pela própria profissão, não é propaganda, sou advogado, militante, né? jamais vou deixar de advogar. E então a gente afeta muitas leituras, mas a história geral, eu posso dizer que talvez eu seja uma autodidata em história geral. Eu eu parece que vivo dentro dos livros quando eu começo a ler. É uma coisa muito interessante e aquilo me traz uma sensação de alegria, de prazer, de satisfação eh pela história. Já li vários várias coleções. Tive a oportunidade de ler a coleção de Wildan sobre a história da humanidade e, enfim, a filosofia e a história são as minhas leituras mais preferidas. E claro, a as obras eh da codificação e a doutrina e as obras auxiliares da doutrina. OK, Francisco, vou passar para Mariva dar sequência aí com a nossa entrevista. E este livro Emorno do Cristo já é o quinto da sua é uma pentologia, né? Estamos nela. Como foi que surgiu esse trabalho de produção literária? Eu tinha

Mariva dar sequência aí com a nossa entrevista. E este livro Emorno do Cristo já é o quinto da sua é uma pentologia, né? Estamos nela. Como foi que surgiu esse trabalho de produção literária? Eu tinha deixado a direção da Federação Espírita do Paraná 2000 2012. Ainda fiquei mais do anos como vice-presidente, mas eu tinha uma vontade mesmo de de me dedicar mais era nas palestras, nos seminários. Eu não tinha na minha cabeça nenhuma nenhuma pretensão de ser escritor espírita, né? escrevi às vezes um artigo outro a pedido de alguém aqui a colar e claro tinha as minhas anotações particulares, todos nós temos, né? E o que me surgiu primeiro foi a vontade de escrever um um fazer na verdade um livro de pesquisas que é aquele primeiro a nossa irmã Denise mostrou eh os ângulos do cristianismo, as questações de Jesus e os ângulos do Espiritismo. Então a meio em meio à construção dessa obra, que a gente é muita pesquisa nela paraa eh me surgiu, né, através de um sonho. Eu me vi embaixo de uma grande árvore muito alta, muito alta, uma grama muito mais alta do que a comum e um livro em branco aberto, né, na grama. Não tem muita muita muita atenção naquilo, né? Um sonho. Todos nós sonhamos. E na semana seguinte o sonho repetiu-se, né? Achei curioso, comentei com a esposa, mas também não tomei assim nenhuma definição. Na terceira semana, o sonho se repetiu e, curiosamente, aquele tempo, eu iria a Maringá, no Paraná, para uma atividade Divaldo, o movimento você e a Paz. E eu então confidenciei a minha esposa, falou: "Olha, eu vou falar com o Di, se ele pode, né, me dizer alguma coisa". a gente é muito pretencioso, né? Acha que ele tá à disposição de tudo. Não é bem assim, né? Mas enfim, cheguei lá, ele estava autografando antes. Eu falei de eu queria falar contigo um pouquinho hoje. Ele falou: "Ó, no jantar, no restaurante, tá bom?" E aí eu estava com outro companheiro e ele saiu, foi na frente, estava junto com ele, uma uma uma palestrante espírita do Rio Grande do Sul, amiga nossa, Santa de

, no jantar, no restaurante, tá bom?" E aí eu estava com outro companheiro e ele saiu, foi na frente, estava junto com ele, uma uma uma palestrante espírita do Rio Grande do Sul, amiga nossa, Santa de Pola. E eu cheguei no restaurante atrasado, já tinha estado lá, mas é Divalda, falar de, desculpe, fala de Divaldo é uma coisa que as palavras faltam, né? Porque ele é muito gentil, né? Muito educado. E ele reservou uma cadeira do lado dele lá para mim. Aí estou conversando com ele. Sentei ali, do outro lado estava a Sandra e E aí a pouco eu esperei, né? Ele me deu a deixa diz: "Que é que você queria falar?" Aí eu, olha, tive um sonho assim e tal, tal, expliquei para ele. Eh, a pretensão da gente é demais, né? uma bobagem, mas tudo bem. E aí achei que ele ia me dar alguma. Ele olhou para mim e falou: "Escreva". Falei: "Escrever o quê? Que que eu vou escrever?", né? Claro, eu já tinha eh no Centro Espírita já há muitos anos, na mediunidade, médium psicográfico, psicofônico, né? Raramente tenho a vidência e já coordenando grupo de estudo da da mediunidade há muitos anos. mas não quis falar mais nada para ele. Continuamos a conversar e disse: "Olha, você tem escritório em casa?" Falei: "Tenho, então pegue lá um dia da dois, três dias da semana, não é? A partir das 22:30, quando o bulício externo diminui, né? Coloque lá uma música suave, faça uma prece e fica à disposição. Se é que tiver que vir alguma coisa, virá. Assim. Então eu procedi 60 dias fio não vinha nada, as ideias todas desencontradas, aquelas coisas comuns que acontecem conosco, né? E eu dizia e vinha uma ideia, falou: "Isso aqui não é não é assim aquela, a gente o médico tem que ser assim, né? Eu entendo, aprendi assim que a gente não pode ter nenhuma vírgula de autossuficiência, né? Que é muito perigoso, né? E eu já tava quase desistindo quando após os 60 dias começou a vir a inspiração para escrever o primeiro livro. De maneiras que esses cinco livros o primeiro, todos eles são inspirados, são a mão, né? A minha

tava quase desistindo quando após os 60 dias começou a vir a inspiração para escrever o primeiro livro. De maneiras que esses cinco livros o primeiro, todos eles são inspirados, são a mão, né? A minha esposa é que vai digitando depois, né? E então não tem assim uma uma informação espiritual, espírito acular, porque não tinha mesmo não tinha no começo eu não tinha nenhuma informação, né, como que poderia ter se dado essas inspirações, né, mediúnicas. E mais para frente é que eu tive a informação, né, que seria um grupo de espíritos que conviveram com Paulo, espíritos paulinos que estariam nos inspirando. E assim começamos o nosso trabalho pretencioso, né, pela base natural das coisas, doamos ambos os direitos autorais, porque não dependemos disso, nem é objetivo, né? objetivo é servir. E assim começou esse trabalho. Eh, a partir do primeiro livro, eh, retrata a segunda e a terceira viagem de Paulo. parar a escrever essa obra, eu fiquei tenho um conflito muito grande, muito grande, porque quem já leu o que eu reputo literariamente para meu meu gosto, a obra mais bela da literatura espírita que é Paulo e Estevão, né? Uhum. E eu fiquei muito preocupado porque como é que eu vou me candidatar a escrever sobre um personagem desse gigantismo, né? Mas aí fui me acalmando, falei: "Bom, as coisas têm que ser assim e eu não estou aqui pretendendo nada, nem projeção, nem nada. Eu eu vou trabalhar, né?" Aí tomei uma cautela de não abrir de jeito nenhum o livro, mas já tinha lido duas vezes lá para trás. Li, falei: "Não vou nem chegar perto do livro para não ter autosugestão qualquer". Então, retrata a segunda e a terceira viagem de Paulo, os personagens que se envolveram, essas obras t muitos personagens em paralelo, né? Isso. E fomos trabalhando. Aí quando terminou o livro, falei: "Bom, eu até não tinha não tinha como direcionar, né? E aconselho de dia, ele falou: "Ó, envie para Miguel, Miguel Sardano, né?" Aí enviei para Miguel, já tinha tido prefácio da nossa inesquecível, amiga do

eu até não tinha não tinha como direcionar, né? E aconselho de dia, ele falou: "Ó, envie para Miguel, Miguel Sardano, né?" Aí enviei para Miguel, já tinha tido prefácio da nossa inesquecível, amiga do coração, e mandando aí, mas aí me surgiu assim um um pensamento, o que será que aconteceu com o cristianismo primitivo depois de Paulo, né? enfim, as lutas, as dificuldades. E exatamente uns dois ou três meses depois me veio a inspiração de escrever sobre o personagem que teria, eu criei uma imagem para mim que Paulo pegou um achote do cristianismo, né? Criei na cabeça, né? Vai correndo com ele assim devagarzinho. Aí chega no fim da carreira, quando ele fala, né? completei a carreira, aí ele passa para outro e aí me veio então a inspiração de escrever sobre Inácio, né, Inácio de Antioquia, que foi adotado, né, por Maria quando ele tinha 8 anos com Cafarnaum, ela quis adotá-lo antes Jesus, que não era o momento, né? Quando ela está em Éfeso, que João leva ela para Éfeso, é que ela vai a Cesareia de Felipe, no porto de lá, eles vão até Cafarnaum e adotam o Inácio que ela criou até aos 21 anos de idade, né? E aí surge então a história de Inácio, as trajetórias dela, eh dele com ela, o aprendizado que ele tem, os passeios que faziam com a mãe de Jesus pela praia. perguntas, imaginemos quanto ensinamento, né? E nasce, então é esse personagem que vai pegar esse achote e vai levar para os porque a atual hoje é a Anatória que era Policárco. E resumindo, ele passa o achote para Policarpo, né? Policarpo vai ser esse personagem do terceiro livro, testemunído pela verdade, junto com Flávio Justino, o outro grande, né, líder da literatura primitiva cristã junto com Papáas. E aí vai surgir toda essa trajetória do terceiro livro. Mas tinha também um discípulo interessante, muito jovem, como Policabo era muito jovem, como Inácio era muito jovem, e era Irineu, né? Irineu Nicolas, que acabou sendo conhecido como Irineu de Leon. Não assumi quando lá foi sacrificado cristão, né? Pantena. E aí

Policabo era muito jovem, como Inácio era muito jovem, e era Irineu, né? Irineu Nicolas, que acabou sendo conhecido como Irineu de Leon. Não assumi quando lá foi sacrificado cristão, né? Pantena. E aí surgiu a história de trajetórias para o Cristo. Ele que pegou a chote, imagino eu, e levou frente, né? Depois, ao natural, já parece que as coisas se dividem, já não estão mais centradas num personagem só, né? Vão surgir então aqui nessa obra três personagens, Tetoriano de Cartago, Clemente de Alexandria e Origens, né? Eh, uma vez confidenciando com nosso irmão Di, ele teria dito que a gente estaria trabalhando sobre os chamados pais da igreja primitiva. É muita pretensão, talvez, mas eu tô colocando aquilo que ele teve a caridade de me dizer. Então, mais ou menos é isto nosso trabalho. OK. Muito bem, Francisco. Ficamos encantados com o seu trabalho, a sua dedicação e o que nos tocou, duas coisas, o que você disse nos tocou o coração. A primeira delas, começar a trabalhar nesses livros após as 22:30, então após um dia de labuta, de trabalho, né, quando para todos nós é aquele momento de descanso, o que caracteriza de fato o verdadeiro espírita, o verdadeiro cristão que aproveita todas as horas eh do seu dia e a inclusive e sobretudo as horas do seu descanso. E a outra coisa que eu gostaria de destacar aqui pros nossos internautas, vejam que o Francisco disse, direitos autorais doados. Então, por isso é muito importante que as obras sejam adquiridas em editoras e livrarias espíritas. E algumas pessoas me perguntam: "Mas por que você diz tanto isso nos vários programas?" Porque por vezes alguém chega para mim, eu quase todo mês eu encontro com alguém ou recebo alguém que diz: "Olha, eu digitalizei o livro X, tô te mandando em PDF". Isso pode parecer muito bom, muito interessante, mas se nós usarmos esse recurso, nós vamos cortar a cadeia dos direitos autorais que sustentam obras espíritas tão tão importantes. Então essa é a justificativa para adquirirmos os volumes, né, físicos ou ebook, desde

s esse recurso, nós vamos cortar a cadeia dos direitos autorais que sustentam obras espíritas tão tão importantes. Então essa é a justificativa para adquirirmos os volumes, né, físicos ou ebook, desde que em livrarias e editoras que os revendem. Antes de passar para Mariva dar continuidade aqui a à nossa entrevista, eh eu queria destacar cidades que nos acompanham nessa manhã. Nós estamos sendo acompanhados de Salvador, da cidade de Santa Luzia, na Paraíba, os nossos amigos do Centro Espírita Bezerra de Menezes, também estamos sendo acompanhados em Belém do Pará, em Campinas e São Paulo, amigos do Centro Espírita Allan Kardec. Eu parabenizo os amigos desse centro espírita. Frequentei essa instituição por 3 anos quando morei em Campinas. Também estamos sendo acompanhados de Vitória da Conquista na Bahia, os amigos do Centro Espírita Humberto de Campos, de Uberlândia em Minas Gerais, de Prumado, o Centro Espírita Viveiro de Luz e também os o Centro Espírita Coração de Maria. E estamos sendo acompanhados também pela Sociedade Mariense de Estudos Espíritas, os nossos amigos de Arachá em Minas Gerais, Campos de Goitacaes, no Rio de Janeiro, Centro Espírita João Batista em Vencesla Braz Paraná, Vitória no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Itapeva, São Paulo, Houston, nos Estados Unidos, as nossas amigas e amigas do Lar Frei Luiz em Houston, nos Estados Unidos. Um grande abraço para elas. nossos amigos de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Passo Fundo também no Rio Grande do Sul, os amigos da Sociedade Espírita Caminho da Luz, nossos amigos também de Miguel Calmon na Bahia, nossos amigos de Graz na Áustria. Um grande abraço para eles que nos acompanham nesse ao vivo. Cariranha na Bahia, Volta Redonda no Rio de Janeiro. Ah, Guachupé, Minas Gerais. Acredito que apresentei todos que estão no nosso chat aí dizendo de onde vem, onde nos acompanham nesse ao vivo. E quero aproveitar, deixar um abraço para quem não nos acompanhar nesse ao vivo, porque muita gente nos acompanha depois, quando

o nosso chat aí dizendo de onde vem, onde nos acompanham nesse ao vivo. E quero aproveitar, deixar um abraço para quem não nos acompanhar nesse ao vivo, porque muita gente nos acompanha depois, quando essa live já se tornou um programa no YouTube, que também receba o nosso abraço, o nosso carinho por nos acompanhar nessa manhã. E por fim, aqui fechando esses abraços nossos amigos de Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde estivemos há 15 dias atrás. Um grande abraço para os nossos amigos do Movimento Espírita. Lembro a todos os internautas que se quiserem fazer perguntas ao Francisco, deixem no chat que faremos isso no final aqui da nossa entrevista. Vou voltar aí com a Mariva para ela seguir com mais uma pergunta e na sequência retomamos. Antes de fazer a pergunta, eu gostaria de dizer como eu fiquei impressionada com o número de cidades, naturalmente de pessoas interessada na literatura espírita, né? Isso é maravilhoso. Uhum. Tá de parabéns, Deniseo, por essa iniciativa. Francisco, eu tenho uma curiosidade pessoal, mas antes do senhor me responder essa curiosidade, eu queria que o senhor fizesse assim uma análise de como é que tá sendo a recepção desta obra em torno do Cristo e da obra em geral. Senhor tem esse esse aspecto, já fez essa análise, Mariava? Eh, de fato eu não fiz essa análise, né? Porque primeiro as ocupações às vezes, né, não permite a gente ter tempo para isso. E e não me preocupo muito com isso, né? Porque a gente pensa que, como eu disse, ninguém é indispensável, né? É um trabalho a mais. E tem outros autores extraordinários, fabulosos, né? Eh, o nosso objetivo é servir só. Então, não fiz esse análise sem aqui. Mariel, você quer colocar sua curiosidade já ou quer segurar mais um pouquinho? Ah, fica seu critério. Dá para segurar? Dá para segurar? Então eu vou vou fazer um destaque e vou fazer uma pergunta. Esse livro é um romance para quem gosta de romance espírita. romance histórico, romance com muitos personagens, muitas viagens. À medida que eu fui lendo, eu fui publicando os

vou fazer uma pergunta. Esse livro é um romance para quem gosta de romance espírita. romance histórico, romance com muitos personagens, muitas viagens. À medida que eu fui lendo, eu fui publicando os mapas mentais que eu fui fazendo. Eu tô aqui com uma coleçãozinha de mapas, anotações, tive que construir um sistema de memorização com cores para me ajudar. Então, foi, acabou sendo uma jornada divertida. Eu disse pra nossa equipe, hoje eu quase vivi a jornada da heroína também, né? Mas assim, eh, o livro é o extraordinário, recomendo fortemente para todo, todos os leitores espíritas. Eh, Francisco, eu queria agora que a gente focasse um pouco no entorno do Cristo. E o que eu gostaria de saber, e acredito que é uma pergunta dos internautas que já leram o livro, é o seu o seu processo de produção da descrição como um todo. Você vê as cenas ou você vai construindo as cenas ou você ouve um ditado dessas cenas? Como é esse processo de construção do livro em si aa esse momento que você fica aí depois das 10:30 da noite escrevendo? Eh, eh, Delise, acontece todas essas situações aí que você colocou, né? Eh, os internautas que nos permitam essa confidência, não é? Eu ten muito cuidado, porque às vezes dá a impressão que a gente está se autopromovendo não é esse objetivo, né? Como a pergunta houve, eu vou responder o que acontece. Normalmente a maior parte do livro eh ele veio na mente fosse assimado e a gente vai, mas há muitas cenas que eu tenho tido a oportunidade, agradeço a Deus. está dentro da firma. Então, como eu estou aqui olhando para você e para Marive, então eu vocês estão conversando e eu estou então anotando o que vocês estão conversando, mas eu estou vendo, né, vocês conversarem. Eu sempre digo que por isso que eu fui ser advogado, né? Se eu fosse um desenhista, eu morria de fome, né? Porque eu não sei quentar, não sei desenhar nada, né? Mas se eu tivesse esse dom, por exemplo, no primeiro livro, eu poderia pintar um quadro como como Paulo era, né, fisicamente,

morria de fome, né? Porque eu não sei quentar, não sei desenhar nada, né? Mas se eu tivesse esse dom, por exemplo, no primeiro livro, eu poderia pintar um quadro como como Paulo era, né, fisicamente, fisiologicamente. E há muitas cenas nos livros, na trajetória, que não tem como segurar as lágrimas, né? E como é a caneta, às vezes pinga no papel, eu, né? tem que refazer ali aquele pedaço. E então eu escuto os personagens conversando, vejo as reuniões, às vezes que eles estão fazendo a reunião, né? né? Por exemplo, tem, se você me permite, Denise, no primeiro livro, que agora saiu a segunda edição, né, nos tempos de Paulo, eh, tem uma cena quando Paulo e Silas são libertados em Filipos, eles estão hospedados provisoriamente na casa de Lídia, né, uma comerciante de tecidos, de púrpas. E ali ela pede para ele ficar mais um dia. Ele, as autoridades disseram para ele ir embora. trazer mais nenhum problema. Então essa cena eu, como se fosse assim, estava dentro da sala, uma sala pequena, umas 25 pessoas mais ou menos. Ele está numa numa numa mesa comprida de madeira tosca, né, daquele tempo, um banco comprido, como se fosse um canto alemão, assim, não sei se o pessoal conhece. E encostado na parede estava Lucas, que ele tinha reencontrado em Trode. Lucas era um homem muito bonito. Ele era mais alto do que o normal, cabelo sobre os ombros, um rosto perfeito. É grego, né? Grego tem essa fisionomia mais bonita, né? E ao lado dele estava Timóteo, né? Também poderia escrever, mas não vai dar tempo ficar falando só nisso. Depois estava Siras e ele na ponta. todos machucados, inchados, os os rostos inchados, né, o hematomas pelo a túnica arregaçada, pelo braço, pelo cotovelo, né? E ali então Lídia dá a notícia a ele através de um personagem que eles estavam fundando. Eu eu chamo nas obras todas, eu não uso a palavra igreja para não misturar com a teologia, né? Eu uso núcleos cristãos. fizemos assim. Então ele ele tem a notícia que ele eh a Lídia vai fundar na casa dela ali um núcleo cristal. Então

o uso a palavra igreja para não misturar com a teologia, né? Eu uso núcleos cristãos. fizemos assim. Então ele ele tem a notícia que ele eh a Lídia vai fundar na casa dela ali um núcleo cristal. Então ele começa a chorar e talvez aí os ouvintes que me perdoem, não é nenhuma pretensão. Eu coloquei o que eu vejo, que eu vi e evidentemente que tem coisas que eu não coloco no livro porque, né, não tem como, né, acho assim. o cuidado que a gente tem que ter. Mas essa parte eu acho que eu coloquei lá. E ele começa a chorar convulsivalmente. Faço um silêncio. Ninguém interrompe, não vai interromper. E aí ele vê Jesus no centro da sala. Eu nunca vi mais Jesus de frente, né? De costas e de lado lá de frente não. E ele Jesus tá no centro da sala. Por isso que eu digo que na minha impressão é a segunda vez que ele vê. que a primeira foi em Damasco, né? Uhum. Então Jesus faz essa pergunta, eu tô anotando aí, não tem como não chorar, né? Eh, ele pergunta assim ainda naquela segunda viagem, ele já era, já era Paulo. Então ele fala: "Paulo, Paulo, por que chores?" Aí o diálogo é mental entre ele e o Cristo, mas eu estou como se fosse ouvindo, né? Então, resumindo, ele diz que o Cristo, a dificuldade que ele trazia, porque ele não esquecia da lapidação de ter, aquilo era uma um espinho na cara. Uhum. Então Jesus disse para ele assim, eu tô então ouvindo, ouvindo e anotando, Paulo, Paulo, um dia eu te disse, não recalcitos alguilões, né? e diz para ele, não me lembro agora pela emoção tudo que tá lá no trecho, mas resumidamente diz assim, eh, que ele fosse para a frente e se ele tivesse que chorar algum dia, chorasse pelos filhos do calvário, que não tem uma pedra de pura da cabeça. Estamos todos emocionados. Estamos todos emocionados. Francisco, acompanhamos a sua narrativa, essa chegada de Jesus na sala. Eu travei aqui um pouco porque eu acho que que eu não ia conseguir seguir a emoção, né? Da mesma forma assim que para mim foi extremamente emocionante o final do livro quando Jesus aparece de

na sala. Eu travei aqui um pouco porque eu acho que que eu não ia conseguir seguir a emoção, né? Da mesma forma assim que para mim foi extremamente emocionante o final do livro quando Jesus aparece de forma holográfica naquela reunião espiritual, né? Acho que a palavra mais próxima que nós temos é aparecer de forma holográfica. Sim, e por isso eu separei aquela prece pro início do nosso programa hoje. Mas o livro é todo assim, gente, é atravessado de emoções dos personagens, esses encontros e reencontros que são muito densos, muito profundos e que nos fazem pensar na nossa própria trajetória, como é que estamos vivendo em torno do Cristo, trajetórias em torno do Cristo, não é? testemunhos em torno do Cristo. Então, são livros para nos fazer colocar nessas emoções de conexão com Jesus. Então, vou voltar com a Marialva para ela seguir com com as suas perguntas e nos ajudar aqui caminhar com as emoções. Mas não tem problema. Nesse programa que tem livros, a gente também chora. Todos choramos. Eh, eu fic eu ficaria a manhã inteira aqui ouvindo as narrativas dele, o dia inteiro, horas aqui ouvindo suas narrativas sobre as percepções. Eh, além dessas percepções que o senhor tem, essas visões, eh quais são suas fontes de pesquisa, porque suas obras trazem muitas informações históricas. Onde o senhor vai buscar essas informações além da inspiração? Eh, Mariel, vai inspiração, vem, eu vou escrevendo, depois eu eu depois eu tomo um cuidado, né? Eu acho que necessário. Eu vou checar a informação se de fato, porque é muita responsabilidade colocar para o público fatos ocorridos naquele tempo, né? Então elas vêm, eu escrevo, daí eu vou checar a fonte, né? Tem vindo pela inspiração, né? E aí, ao checar a fonte, talvez ali eu coloque um acréscimo de uma frase ou outra ajustando o tema, a a grafia, mas não fujo da ideia daquilo que vem, né? É assim que funciona, né? E curiosamente, por exemplo, no primeiro livro surgiu um personagem, né, que é um um procônsul romano nos tempos de Paulo chamado Kneu

não fujo da ideia daquilo que vem, né? É assim que funciona, né? E curiosamente, por exemplo, no primeiro livro surgiu um personagem, né, que é um um procônsul romano nos tempos de Paulo chamado Kneu Domícius Córbulo, CNO, primeiro nome, Kineu Tomícius Córbulo. Eu achei curioso porque eh não é um nome, para mim não é um nome romano, né? E e seria um ele teria ali feito na em Antioquia da Psídia, né? teria ali uma intendência romana, onde ele tinha fundado ali um um consulado romano. Aí para checar eu não achei não achei na checagem não consegui localizar se tivesse um consulado romano em Antioquia da Psídia não achava de jeito nenhum. E eu fiquei muito preocupado porque eu achei consulados em Éfeso, eram províncias romanas, né? Eh, que era perto. Mas Antioquia da Psídia não não achava. Eu que que vou fazer, né? Tiro do livro. E aí resolvi fazer uma consulta na biblioteca do Senado americano, né? São os romanos, reencarnados América do Norte. E curiosamente achei que foi fundado provisoriamente naquia daí consilado e depois foi transferido paraa é achei personagem físicos pobres. Então são coisas assim que ao longo da da das escritas vão acontecendo. É assim que esses dados vão chegando. Eu, claro, quando se trata de dados históricos, essas coisas, eu chego depois. Uhum. E eu eh tive a oportunidade de aprender bastante sobre história romana nesse livro Emorno do Cristo. Por exemplo, minhas professoras, meus professores de história nunca haviam falado sobre a pártia. E eu fui checar sobre a pátria aonde o império romano chegou. Fui olhar mapas antigos, mapas atuais. E foi muito bom aprender sobre essa província romana que é tão importante para o entorno do Cristo. Mas falando nesse livro, Francisco, especificamente, eu queria te perguntar sobre o encadeamento da história, porque nós não vamos encontrar em torno do Cristo uma história linear dos personagens. Eh, o livro começa apresentando Tertulianos. Depois nós temos ah vários capítulos que trazem história de fundação dos núcleos

ão vamos encontrar em torno do Cristo uma história linear dos personagens. Eh, o livro começa apresentando Tertulianos. Depois nós temos ah vários capítulos que trazem história de fundação dos núcleos cristãos, depois história de Roma, lá pra frente aqui aparece o Lúcios Veros e a história vai assim, parece que se alternando ora um, ora outro personagem. E eu queria saber se é assim mesmo, fora de ordem que você vê as cenas, porque como leitora, ó, conforme eu disse, eu fui fazendo aqui, vou mostrar para você e pros internautas. Cada cor dessa, ó, o cor de rosa é o mesmo personagem. O amarelo é outro, azul é outro, o lilá é outro. Para eu ir colocando aqui a sequência do livro na ordem para mim, para eu ir entendendo as múltiplas relações entre os personagens. Então, queria te perguntar, é assim mesmo que você vai vendo essas cenas? Elas estão fora da ordem, entre aspas? Sim, Denise. A medida que vai surgindo no pensamento, eu vou fazendo, vou escrevendo, né? Eh, eu também percebi, não no primeiro livro, a partir do segundo, essa não chega a ser uma dia, né? Eh, mas curiosamente no final da obra tudo se encaixa, né? Isso. Você você acaba compreendendo tudo, né? Talvez seja aí uma literatura para as pessoas eh eh se elas querem entender tudo, tem que ler tudo para entender no final, né? Exatamente. Tem que montar o quebra-cabeça. É. Então, o primeiro livro, é, curiosamente tem um personagem nos tempos de Paulo que na primeira parte que ele ele ele é narrado na primeira pessoa, entendeu? Eh, e ele é que vai narrando. Depois tem uma observação que vem no livro que aí passa a ser na terceira pessoa a narrativa paraa frente. Então, eu fico curioso porque na medida que os capítulos vão chegando, eu vou escrevendo, né? E não faço esse juízo de valor, não, só quando termino a obra, que aí eu vou compreender no final porque lá atrás aconteceu tal fato, né, etc. É assim que tem acontecido. Uhum. Ok. Muito bem. E antes de passar paraa Mariva, eu quero fazer um destaque aqui que acabou de chegar de uma

ender no final porque lá atrás aconteceu tal fato, né, etc. É assim que tem acontecido. Uhum. Ok. Muito bem. E antes de passar paraa Mariva, eu quero fazer um destaque aqui que acabou de chegar de uma internauta que disse: "Este é o segundo programa do Literatura Espírita que me leva às lágrimas". O primeiro foi sobre o livro Paulo Estevão e já faz tempo, tem uns dois anos. Esse do Paulo Estevão foi no na comemoração dos 80 anos de psicografia. Então, para quem foi As Lágrimas com Paulo Estevão, recomendo, né, essa pentalogia e especificamente o livro que estamos discutindo nessa manhã em torno do Cristo. Então, são os internautas aí eh se envolvendo também com a emoção do programa. Aproveito e lembro aos internautas a importância de darem o seu like e quem não é inscrito no canal se inscrever. E por que isso? Porque por trás do YouTube há um algoritmo que quanto mais percebe que esse conteúdo é curtido positivamente, vai entregar esse conteúdo ao maior número de pessoas. Consequentemente nós divulgamos mais a literatura espírita e fazemos o espiritismo chegar à consolação de muito mais pessoas. E se você se inscreve no dos nossos canais parceiros, sempre que entra uma live do nosso programa e dos demais programas dos canais, você recebe uma notificação no seu e-mail. Então aproveita aí você internauta que está nos acompanhando nessa manhã. Aproveito também para dizer que a preparação do nosso programa vai sendo postada no Instagram que é o @literatura.espírita espírita e você nos acompanha durante o mês lá na nossa eh atividade de preparação desse programa do roteiro e da leitura. Volto agora, Mariva, com você para sua sua próxima questão. Nós temos em mãos em mãos literalmente eh um livro bastante grosso, né? Tem volumoso, são 590 páginas, onde o senhor traz três tríades de personagens que as histórias vão sendo contadas e elas acabam se entrelaçando. São os heróis de catargo, clemente de Alexandria e origem de Jerusalém e Cesarei. Aí vamos ter uma outra tríade

ríades de personagens que as histórias vão sendo contadas e elas acabam se entrelaçando. São os heróis de catargo, clemente de Alexandria e origem de Jerusalém e Cesarei. Aí vamos ter uma outra tríade que são os homenageados Inácio de Antioquia e a minha curiosidade é sobre eles. tempo que eu farei essa pergunta. Policarpo de Esmirna e Irineu de Lon. E ainda tem uma terceira tríade que é em torno da qual se desenvolve a ação. Lúcios vírus lucos, Lucíus Veros e Apollônio Aureus. Eh, existe uma simbologia nessa construção. Três triad de personagens. existe uma ligação, né? O que eh a surge nas obras eh a cidade da fé, que é essa cidade que coordena a divulgação do cristianismo primitivo, né, e do cristianismo, inclusive hoje creio na Terra e surge uma cidade, eh, claro, toda sobre a de autorização do Cristo, né, de Nova Roma, para onde vão os romanos que tinham um caráter bondoso. né, e que aqueles que se convertiam ao cristianismo, depois desencarnados, etc. Então, esse personagem do trajetórias para o Cristo vão surgir depois nessa obra em torno do Cristo em Nova Roma, que é o general, né, que coordena as atividades. General romano coordena as atividades de Nova Roma. um senador romano, né, Aur Arquisos, que havia se convertido ao cristianismo e que é martirizado depois em Roma. Então, esses personagens estão todos nessa trajetória, né? eles se misturam mais paraa frente. Eh, a na cidade de Nova Roma, eles imaginemos assim como se fosse uma espécie de nosso lar romano, né, onde recebe os romanos que vão desencarnando e que têm condição já convertidos trabalhando bem, etc. Então é muito curioso assim, eu fico até eu fico curioso, né, com essas questões, mas eu fazer, vou fazer uma confidência que a gente é apenas um um instrumento, né, mais nada. Eh, essa pentalogia que diz a Denise vai virar uma sextologia agora, né? Porque eu tô escrito eu estou já na parte final de mais uma obra. É, é curioso que o título vem sempre na frente pro primeiro, né? Então a próxima vai ser nas pegadas do

irar uma sextologia agora, né? Porque eu tô escrito eu estou já na parte final de mais uma obra. É, é curioso que o título vem sempre na frente pro primeiro, né? Então a próxima vai ser nas pegadas do Cristo. Olha aí, gente. Essa é a segunda vez que nós temos um furo de reportagem, viu, Marielva, aqui no Literatura Espírita de outra vez foi o anúncio do filme O nosso Lar do Os Mensageiros, né? o eh o amigo estava aqui, esqueci o nome dele agora, e ele anunciou que a FEB já tava em fase final de finalização da produção. E agora o Francisco Ferraz nos diz que a pentalogia vai virar uma cestalogia, né? Nós temos aí esse eh eh eu vou uma exalogia, vamos vai crescer aí, né? Esse trabalho. E agora nós teremos nas pegadas do Cristo. Que bom. É os personagens é Cipriano, né? é o nome de um personagem, um pouco a parte final e a desencarnação de origens no livro. Hum. E e elequim, outro personagem cristão da época lá, certo? OK. Muito bem. Então, falando em revelações, Francisco, teve uma nesse livro que me chamou muito atenção, que é a revelação de o Tertulianos, que é um personagem importante, ele tem em literatura aquilo se se chama saga de um herói. Ele passa pelas fases que o constituí um herói. Ele é apresentado ah no livro como uma das reencarnações de Gamaliel, o tutor de Saulo Paulo. a reencarnação seguinte, inclusive pela cronologia, pelo tempo, eu queria saber primeiro como foi a recepção dessa informação por você e se algum leitor seu já comentou sobre essa revelação, como tem sido essa recepção. Quando quando escrevendo esse trecho, eu me lembro bem e eu tomei um impacto, né? Porque eu até parei de escrever, eu lembro bem até hoje. Falei: "Mas será? Meu Deus, será que tem necessidade de colocar isto, né? Será que isso é a si mesmo, né? Mas e a gente tem que seguir a intuição e a intuição logo veio. Prossiga. Então, seguir, né? Não tenho assim mais detalhes para dizer: "É, não é, deixou de ser". até porque eh é uma coisa que penso assim de só menos importância, mas eh talvez tenha

ição logo veio. Prossiga. Então, seguir, né? Não tenho assim mais detalhes para dizer: "É, não é, deixou de ser". até porque eh é uma coisa que penso assim de só menos importância, mas eh talvez tenha aprofundando os estudos, a gente tenha uma uma sequência, né? Porque Gamaliel era um dos um dos membros da gelosia, que era o conselho superior do Sinedi. Ele e Nicodemos eram os mais cultos, os mais cultos, né? Eles conheciam toda a trajetória da literatura anterior a eles, dos hebreus, né? Eh, conheciam as escolas famosas, a escola de, a escola de Shamai, né? Eram os mais cultos. E se a gente vê a trajetória de Tetuliano de Cartago, é riquíssima a literatura dele. Ele era como se fosse um advogado, né, das causas do cristianismo. Depois editou muitas obras e eu já li algumas obras dele antigas que eu consegui e uma profundidade muito grande, né, sobre a própria trajetória do povo hebreu e do povo judeu. Talvez por aí a gente achea uma similitude, mas eu eu coloquei, não fiquei assim preocupado. Um leitor só me confidenciou comigo e curiosamente esse leitor é o que faz as revisões, né? Quando ele foi fazer a revisão, ele me ligou, né? Aliás, o João Sérgio Busquirodo, que fez o prefácio desta obra, ele é uma alma extraordinária. Ele é o revisor dos livros da Federação Espírita do Paraná, da Federação Espírita Brasileira agora e da Fát Raul Teixeira, né? Ele tem uma cultura espírita, uma cultura literária muito grande, fala vários idiomas, é uma alma boníssima, né? João Sérgio Busquirota e ele que me ligou, diz: "Olha, eu tô corrigindo aqui, examinando algumas coisas e você tem certeza que foi assim?" Essa foi a pergunta dele. Eu falei: "Ó, certeza eu não tenho, mas seram para me prosseguir, então eu não vou me preocupar com isso." E aí vou fazer uma confidência que é muito corajosa, né? Talvez as pessoas até parem de de ler o livro, né? Eh, porque quando a gente abre o livro, aí vai ter que ler, né? Quando a gente abre o livro Testemunhos pela verdade, que é o terceiro, né? Há uma confidência no

ssoas até parem de de ler o livro, né? Eh, porque quando a gente abre o livro, aí vai ter que ler, né? Quando a gente abre o livro Testemunhos pela verdade, que é o terceiro, né? Há uma confidência no livro ali muito corajosa, né? Eh, nessa confidência, no começo, Inácio de Antioquia está sendo homenageado, porque é curioso que os grandes trabalhadores são homenageados pelo trabalho que fizeram. Essa essa é uma questão que eu tenho apanhado nos livros, né? O reconhecimento pelo trabalho, né? Então ele está sendo homenageado e quem vem trazer a homenagem direta a ele e tem a cena dela chegando como se fosse a Denise disse nessa parte holográfica naquele naquela tela grande Maria, né? Vem trazer a homenagem a ele e ela faz ali uma confidência, uma revelação que eu não vou dizer aqui em público, né? Pr quero que para quem não leu o terceiro livro lê, né? É testemunhos pela verdade que é muito corajosa. É. E as pessoas essa me perguntaram várias vezes, né? Foi, né? Eu fui a uma fonte também, não tenho autorização para falar e a fonte me confirmou. Uhum. Eu confesso que quando eu li essa revelação do Tertulianos como Gamaliel, eu senti um impacto também. Eu dei uma parada na leitura, respirei, voltei pro primeiro capítulo em que o Tertulianos é apresentado na narrativa. Depois parei e fiquei pensando no livro Paulo Estevão na segunda parte, quando a Emanuel descreve a retirada de Gamaliel pro deserto. E aí eu fiquei, né, fazendo as várias correlações e vendo que tem proximidade. Eu tô pensando em termos de personagem. Então, enquanto personagens, muitas, muitas proximidades, sim. Mas eu fiquei eh impactada no sentido positivo, né? Há outras revelações que o livro traz, mas eu diria que essa foi aquela que me tocou o coração assim, eh, muito afetuosamente pelo livro, né? Vou passar, então, paraa Mariva novamente e depois eu faço o destaque dos internautas que estão começando a colocar aqui no chat, OK? Nós temos a informação de que as construções na Terra elas fazem assim um paralelo com o

aa Mariva novamente e depois eu faço o destaque dos internautas que estão começando a colocar aqui no chat, OK? Nós temos a informação de que as construções na Terra elas fazem assim um paralelo com o mundo espiritual, né? Uma são réplicas imperfeitas dentro das nossas possibilidades. Então a história traz a cidade de Roma e algumas das suas províncias e os e também duas cidades no mundo espiritual que é a cidade da fé e a nova Roma. Existe paralelo entre essas colônias e a Terra? Existe. Existe paralelo e existe além do paralelo muito melhor, né? Eh, normalmente, por exemplo, a cidade da fé, as torres são com anéis sobrepostos, né? Eh, não dá para ficar escrevendo isso nem o objetivo do livro, né? Tô falando da visão que eu tinha, né? Não está no livro. Alguma descrição existe, mas as construções que lá existem, lembra a tradição, por exemplo, jônica na Terra, a tradição romana, eh, várias, várias civilizações antigas, porque a gente sabe que aqui é uma cópia, né? A gente não, o homem não inventa, ele descobre as coisas, não. Então, isso está na memória espiritual às vezes para aquele que vai desenvolver determinada arquitetura. Então existe um certo paralelo. Sim. Agora, evidentemente que a visão que a gente tem é muito mais bela. OK, Francisco. Eu vou aqui fazer uns alguns destaques dos internautas porque até o momento nós não temos nenhuma pergunta, só comentários dos internautas e comentários muito entusiasmados, né? Um primeiro comentário da Silvana Machado, que ela disse que é uma alegria poder acompanhar todo primeiro domingo do mês essas reflexões profundas sobre as obras espíritas e ela agradece, nós que agradecemos, Silvana, a sua honrosa audiência aqui conosco. Depois a Maria Taranto de Indaiatuba diz que hoje estava pensando, preciso de um livro espírita para ler. Eis que a resposta chegou. E aí eu vou dizer paraa Maria que você tem não só um livro para ler, Maria, mas tem cinco, porque dá para perceber que nesse último livro há fios, como numa pentalogia, com os livros

resposta chegou. E aí eu vou dizer paraa Maria que você tem não só um livro para ler, Maria, mas tem cinco, porque dá para perceber que nesse último livro há fios, como numa pentalogia, com os livros anteriores, que se a gente não lêu os anteriores, fica sem compreender bem. Por exemplo, Francisco agora revelou algo que é recorrente nos livros, que é homenagem aos trabalhadores do Cristo, né? tem uma homenagem ao Irineu de Leon aqui no início. Se você não leu o livro anterior que trata dele, fica sem entender porque essa homenagem, o que é que tem a ver com a história atual. E a nossa queridíssima Santana Florindo, uma internauta que nos acompanha aqui de Campina Grande, nos diz o seguinte: "Muito curiosa sobre essa obra e a forma como foi repassada. Gostei muito e estou acompanhando a simplicidade do do autor, o que aumenta ainda mais a importância de trazer essas obras pro conhecimento espírita. Então, Francisco, a sua emoção e a sua simplicidade estão chegando aos nossos internautas. Tem outros comentários aqui que eu vou eh eh repassar aqui. Acho importante a gente dizer isso aqui. Agora a Maria Valentim diz: "Já li os livros do nosso querido amigo Francisco. Super recomendo todos. Livros maravilhosos, cheios de ensinamento. E também a Iria Livne, nossa querida amiga, diz: "Estou por aqui revisando a aula de evangelização e ouvindo vocês quanto aprendizado." Mas vamos seguindo aqui que nós temos mais perguntas a fazer. Francisco, porque essa oportunidade é rara e nós não podemos perder a oportunidade de entrevistá-lo. Francisco, algo que para mim também foi muito curioso no livro e que eu diria até a metade era um embate para mim como leitora. é o livro que traz muitas informações sobre Roma, sobre as suas províncias, aquele império extremamente opressor. E ali entre o século 2 e o 3 de nossa era, talvez nós tenhamos atingido o ápice da opressão romana, pelo menos até onde eu conheço. E eu queria te perguntar que novo olhar essa obra te trouxe sobre o império

ntre o século 2 e o 3 de nossa era, talvez nós tenhamos atingido o ápice da opressão romana, pelo menos até onde eu conheço. E eu queria te perguntar que novo olhar essa obra te trouxe sobre o império romano e um olhar que você queira deixar pro seu leitor. OK. E antes de responder, Denise, eu vou dizer aos ouvintes que muito, embora você falou muito bem a obra, as homenagens, a gente vai entendendo mais no outro livro. De fato, se puder ler na sequência é melhor, mas dá para ler integralmente uma só, dá para compreender, né? Uhum. Eh, de eh talvez talvez sei lá, nós todos tenhamos passado por lá, né, por Roma naquele tempo. Vai saber, né? Mas curiosamente se você vai, é uma é uma obra que eu recomendo a todos, que para mim é uma das minhas preferidas, que é Caminho da Luz, né, do espírito emuel nosso inesquecível Chico Xavier. No capítulo 11. Ele, Emanuel, vai dedicar esse capítulo a Roma, né? E ele fala muitas coisas ali sobre Roma. E ele ele chega a dizer muitos muitas coisas podíamos comentar sobre Roma, à margem da história, mas os fins são outros. E ele vai fazer ali uma analogia e até uma apologia sobre a família romana, né? As conquistas de Roma. Eh, embora fosse um império dominador, eh, ele utilizava dos povos conquistados, né, a cultura, por exemplo, por isso nós vamos ter depois a cultura grego-romana, né, invadiu a Grécia, eh, bebeu na fonte iniciativa do direito, por exemplo, na Grécia, na organização das polas, das cidades, né, o direito de família, o direito de sucessão. que vai aprimorar em Roma, né? Eu quando fiz a faculdade de direito, eu fiz duas dois semestres de direito romano para termos uma ideia do legado de Roma no campo do direito para e Roma tinha uma missão de unificação dos povos. É o próprio humano que diz isso. Claro, a missão foi deturpada pela sanha de imperadores que esqueceram talvez o compromisso, né, e passaram a ser conquistadores. Mas a gente não pode esquecer que Jesus vem à terra sob o domínio romano, né? Quando Júlio César

ada pela sanha de imperadores que esqueceram talvez o compromisso, né, e passaram a ser conquistadores. Mas a gente não pode esquecer que Jesus vem à terra sob o domínio romano, né? Quando Júlio César era Otaviano, o sobrinho neto de Júlio César era o imperador, né, Otávio ou Otaviano, n o reinado de Otaviano e que se se constituiu na nas fronteiras do império a paz, né, fosse temporária, a Pax romana famosa. Então é sob esse esse essa dominação romana que Jesus vem para a Terra. Então, Roma tem um legado e tinha um objetivo de organização dos povos, embora conquista, mas que foi evidentemente esquecido pela pela sanha, pelo orgulho, né, pelo egoísmo de imperadores que acabaram traindo talvez a sua própria destinação. Mas não se pode descartar. Quando eu estava escrevendo esses livros e e vendo muitas coisas de conquistas, de guerras, eu fiquei pensativo, meu Deus, o homem vem guerreando há muito tempo. E e aí eu fui à obra básica nossa, né, para ver de fato, a gente sempre lê, relê, relê, mas é muita coisa. E a questão 744 do livro dos espíritos mexeu comigo de volta, né? Por quê? Ela diz assim: "Que objetivou a providência eh tornando necessária a guerra." Que Alan Cadec, nos estudos que eu tenho feito, Denis, a gente tem que estudar a pergunta, sabe? para entender o objetivo claro que ele pretendia e vai engrandecer mais a resposta ainda. Então, quando ele pergunta que objetivou a previdência tornando necessária a guerra, eu fiquei pensando, mas a guerra ainda é necessária para nós. E a resposta dos reveladores é muito clássica, né? A liberdade e o progresso. É uma coisa, parece um paradoxo, né? E é que a gente entra em guerra para atingir a liberdade e progresso. Sim, mas se é uma opressão, para ser libertado da opressão é preciso então de alguma maneira fazer um movimento qualquer que a gente se diverte dele. E isso me levou então a uma a uma a uma analogia, Denise, assim, ó, se você vai, por exemplo, a na história de Roma, ah, o primeiro grande conquistador, ele vai

o qualquer que a gente se diverte dele. E isso me levou então a uma a uma a uma analogia, Denise, assim, ó, se você vai, por exemplo, a na história de Roma, ah, o primeiro grande conquistador, ele vai para as galhas, né? as galhas eh salpina, outro a outra galha central e as galhas nada mais nada menos são hoje que o território da França e aquela parte ali, né? Aí eu dei um pulo na história falando de Roma porque é muito opressora, mas deixou um legado extraordinário que é o direito, né? Eu dei um pulo na história para entender melhor isso e cheguei à Revolução Francesa nas próprias galhas, né? curiosa que curiosamente traz depois da revolução a figura de Napoleão, né? Napoleão Bonap e o próprio Emanuel dedica um capítulo também. Se você for a caminho da luz, é Napoleão Bonaparte. Vai dizer ali o objetivo era unificar a as as reorganizar o o estado francês, unificar que corria o risco de ser invadido e aí não teríamos a França. O ir não teríamos a França de Allan Kardec, né? Uhum. Se encadeia, é uma coisa muito curiosa. Se encadeia. Eh, não dá tempo de prosseguir na ideia que isso aí vai longe. Mas mais ou menos é isso que eu queria passar. OK. Eu quero aproveitar para destacar os internautas esse movimento de resposta aqui que o Francisco fez, eh, nos levando para uma releitura de A Caminho da Luz. Então, entre os nossos objetivos aqui do Literatura espírita está exatamente estimular a leitura e a interpretação correlacionando os diferentes livros. Então, vejamos aí o a caminho da luz agora aqui nos apoiando eh na compreensão do entorno do Cristo. Eh, antes de passar para você, Marielva, eu quero destacar aqui alguns comentários dos internautas. Estamos sendo assistidos da Suécia, não vou arriscar dizer o nome da cidade que eu não vou conseguir. É a Alda Hold Holdgren, não sei muito bem, Áldria, como pronunciar o seu nome, Alda, aliás, perdão, mas agradecemos a sua audiência. nessa manhã direto da Suécia. E temos aqui também eh o Réges Pacheco, que envia os parabéns para o nosso querido

dria, como pronunciar o seu nome, Alda, aliás, perdão, mas agradecemos a sua audiência. nessa manhã direto da Suécia. E temos aqui também eh o Réges Pacheco, que envia os parabéns para o nosso querido Francisco Ferraz, diz que todos os cinco livros são maravilhosos e que o Francisco está sendo esperado na centro espírita Ismael de Canoas. Então, na próxima semana estará lá no Rio Grande do Sul. E aí nós mandamos o nosso abraço pros nossos amigos gaúchos que nos acompanham de diferentes lugares do Rio Grande do Sul. Sempre temos o retorno dos amigos lá do Rio Grande do Sul. E aí seguimos com você, Marialva. Sim. Quem leu a obra Paulo e Estevão sabe ou Paulo e Estevão, isso mesmo. Sabe que Estevão tem assim uma grande envergadura espiritual, moral, né? uma grande elevação. E nós imaginamos que para essas almas são reservadas tarefas grandiosas. Entretanto, no nosso livro de estudo, ele é apresentado, ele que é o primeiro maranismo, como aquele que tem uma tarefa aparentemente simples, que é transportar os encarnados para reuniões no mundo espiritual de esclarecimento. Tertulianos, vírus, lupos e Júlia são algumas dessas personagens. Senhor, acredita que essa atividade ela é muito lória para um espírito de tanta envergadura moral? ou ela está adequada a essa tua característica? O personagem Estevon, ele está em todos os livros, né? E o trabalho dele, embora haja essa possibilidade de trazer as pessoas e levar paraa cidade da fé e retornar, etc. Se a gente vai na própria, no próprio entorno do Cristo, tem uma parte ali com na mesa central, ele está sentado lá. junto com governador, etc. Eh, ele é o trabalho talvez mais importante em todos os livros é o dele, né? Não é só isso, porque ele interage principalmente no primeiro livro muito, né, Paulo, e ele tá interagindo em todos os livros de uma maneira extraordinária, né? Não é tão simples assim. Então, é, e e é um personagem riquíssimo, né? quando eu escrevia e sobre ele e quando ele aparece nos trechos, eu sinto assim

odos os livros de uma maneira extraordinária, né? Não é tão simples assim. Então, é, e e é um personagem riquíssimo, né? quando eu escrevia e sobre ele e quando ele aparece nos trechos, eu sinto assim como se fosse um uma alegria muito grande, né, uma euforia, né? São coisas ininarráveis, né? Então ele tem a importância em tudo isso aqui. Eh, talvez se não existisse ele não existiais nada disso. Tá bom? Eu queria aproveitar e dizer à nossa irmã Denise que a nossa irmã Alda da Suécia estivemos com ela em em Murique, né, numa atividade lá na montanha e fizemos junto com Artur Valadares. Foi em 2000 e 2018 por aí, né? Uma grande amiga e o Ré Pacheco lá do Rio Grande do Sul estaremos juntos lá. Vamos dia 9 até dia 13 de abril estaremos ali nas cidades ali próximas. E a Mara Valentina, você falou Maria, mas é é que você não leu direitinho ali. A Mara Valentina de Uber é uma grande amiga. Um abraço para ela e os outros que eu não li aqui, não deu muito tempo. OK. E é esse é o literatura espírita conectando amigos. Então essa esse trechinho nessa manhã, quero aproveitar também para fazer outros destaques um do Edson Barreto, Francisco, que diz o seguinte, que você tem uma mediunidade fantástica e que lembra Chico Xavier. Então aqui o destaque do Francisco, aliás o destaque do Edson para o Francisco. E aí, deixa só um só um pouquinho, eu vou eu vou interromper. Se se Chico Xavier dizia que ele era um cisco, então eu sou muito menos que um cisco. Acho, acho que estamos todos para átomos do cisco, né? Uma partícula subatômica. É. E aqui temos um po não pode dizer não, não pode. Prosseguir então um destaque do livro Emorno do Cristo, página 229, feito pela nossa colaboradora da equipe, a Rosana Brumado, e ela destaca o que está escrito no texto que diz assim: "Precisamos meditar sobre a vida do mestre e veremos que seus ensinamentos excedem todos os demais ensinamentos que a Terra já recebeu." Realmente essa é uma frase síntese do entorno do Cristo. A Rosana nos lembrou aqui eh nos

a vida do mestre e veremos que seus ensinamentos excedem todos os demais ensinamentos que a Terra já recebeu." Realmente essa é uma frase síntese do entorno do Cristo. A Rosana nos lembrou aqui eh nos bastidores e foi uma excelente lembrança, Rosana, para todos nós. E agora respondendo a Dirana Ferreira, que é uma internauta que nos acompanha e por conta do literatura espírita, nós já conhecemos pessoalmente, o nosso encontro se deu aqui nos programas, mas já tivemos a oportunidade de nos encontrar pessoalmente. Ela pergunta sobre uma sequência para ler esses livros. Então, a pentalogia dirana começa com nos tempos de Paulo, depois vai para testemunho pelo Cristo, depois testemunhos pela verdade. Na sequência vem trajetórias para o Cristo, o último ainda é em torno do Cristo. que o Francisco anunciou aqui que em breve teremos um sexto livro dessa coleção aqui maravilhosa que estamos apresentando nessa manhã com foco no livro Emorno do Cristo, né? Agora, Francisco, nós estamos chegando no final do nosso programa e essa é a nossa última pergunta para você, porque depois vamos para as nossas despedidas e deixamos essa pergunta pro final porque ela tem uma conexão com a literatura espírita e nos toca o coração. Considerando os dois personagens que consideramos os preferidos, aqueles em torno do qual as ações se desenvolvem, o Tertulianos e o Lúcios vírus, como a transformação moral deles é uma inspiração para a nossa transformação hoje. Como é que você pensa essa questão? Eles sendo os nossos inspiradores? Eu penso que tudo na vida a gente tem que seguir os bons exemplos, né? Todos os personagens que me têm vindo desde o primeiro livro, sem tocar nos personagens já conhecidos, que são insuspeitos, né? Eles têm, muitos deles têm um aprendizado muito grande, né? Determinado momento da sua vida. Por exemplo, nos tempos de Paulo, tem personagem Abiel, que pensa em se suicidar, inclusive, e ele reconstrói a vida e passa a seguir a caravana de de Paulo. Então, os ensinamentos

omento da sua vida. Por exemplo, nos tempos de Paulo, tem personagem Abiel, que pensa em se suicidar, inclusive, e ele reconstrói a vida e passa a seguir a caravana de de Paulo. Então, os ensinamentos daqueles trabalhadores da primeira hora, a vida, a vivência deles, por si só, são exemplos extraordinários que nos impede automaticamente a repensar a nossa vida, inclusive nosso dia a dia, as necessidades que todos temos de cada dia melhorar mais, né? Ainda temos alguns traços de imperfeição, é claro, mas nós estamos buscando o caminho para a luta, né? É preciso muito esforço. Então eu entendo assim, a mim me serviu muito, né? Muito, muito me serve. E eu tenho a impressão que o objetivo de qualquer literatura séria não é só esses livros, qualquer outro. Há outros extraordinários que muito superiores a esses livros. Eh, nós precisamos eh retirar eh entender eh o espírito da letra, né? Ou seja, o que é que vem na mensagem? Assim que eu penso que é essa palavra, o espírito da letra é o que vem na mensagem. Qual o ensinamento que você pode tirar, né? Então eu, por isso que eu digo às vezes na abertura, na nota do autor, que uma pessoa só que lê esses livros e já sirva para melhorar a sua vida, já o objetivo já foi atingido, né? Então é isso mesmo. E eu queria aproveitar porque como os direitos autorais todos foram doados, não é propaganda. Então os irmãos e as irmãs quiserem adquirir podem procurar, né, na na boa na boa nova, que agora tem parceria com a com a Lealros, ou na Amazon ou na estante virtual, né, pode conseguir auxilia então as instituições que a gente doou, os direitos autorais. Então é isso, Denise. Ali tem todos os livros bons, sérios, trazem lições, né? Entender nesse espírito da letra e colocar na nossa dia, na nossa vida. Vou passar então pra Mariva e aí vai ser sua última pergunta mesmo, Mariva, porque o tempo assim foi rápido aqui pra gente. Posso fazer a minha da curiosidade? É o seguinte, existem algumas informações do movimento espírita de que Inácio de Antioquia seria aquela criança

iva, porque o tempo assim foi rápido aqui pra gente. Posso fazer a minha da curiosidade? É o seguinte, existem algumas informações do movimento espírita de que Inácio de Antioquia seria aquela criança que Jesus colocou no colo e disse: "Vinde a mim as criancinhas, porque dela é o reino de Deus". Então, existe alguma informação que o senhor tem acesso que confirma essa eh revelação? Sim. o nosso segundo livro, Testemunho pelo Cristo, confirma essa informação e me permito aqui um um pouquinho da cena, né? E ele ficou off aos 4 anos de idade, né? E ele passou a ser adotado por várias casas, moradores de Cafarna. Uma hora dormia na casa de um, na casa de outro, como se fosse um menino que fosse buscar a sacola ali na venda aquelas coisas, né? E ele era muito amado até pela população. Ele ele foi adotado por um por um pescador, né? Não tinha muitos pescadores, não lembremos que eh Simão e André eram pescadores, né? Chamir, tá na obra e ele vai e Xhamir cuida dele em casa e ensina ele tirar leite de cabra. Mas Shamir vai mar dentro fazer pesca, né? Tá na obra. E aí chega de tarde, dois ou um dia de tarde ou dois dias, ele sempre ia lá esperar Chamir chegar, né? E já e acontece a cena de Jesus na praia do Cafá, não foi essa cena, tá no livro, né? Deixa vir minhas criancinhas está lá retratada. Mas daí Jesus e a sua comitiva sai e ele vai esperar Chamir e Shamir não chega, né? Foi no dia seguinte, não chegou na obra. E aí ele criança, né? Se joga na areia de bruça e começa a chorar. E aí ele sente uma mão afagando as costas dele e ele olha para trás, é Jesus tá afagando as costas dele. Jesus senta ele com a túnica de Jesus limpa o rosto dele de areia e aí vai dizer para ele que cham ia voltar, né? Se ele conhecia Alfeu, né? Ele disse que conhecia que ele fosse pra casa de Alfeu, né? É, não vou contar mais, não dá tempo. Então, Alf, adota ele de volta. É quando passa-se o tempo, houve a crucificação, aquela coisa. Maria retirada de, ela ficou 3 anos aí em Jerusalém. E João então leva Maria para

tar mais, não dá tempo. Então, Alf, adota ele de volta. É quando passa-se o tempo, houve a crucificação, aquela coisa. Maria retirada de, ela ficou 3 anos aí em Jerusalém. E João então leva Maria para Éfeson, onde adquire uma casinha. A família de João tinha então pouco de posse e é lá então que ela vai ter eh um dia ela amanhece diz a a João aqui, ó, vamos buscar Inácio, meu filho agora concordou. E aí eles vão buscar Inácio, aí começa o livro e quem quiser comprar, tem que comprar o livro para entender o resto. E a nossa emoção, né, vai alcançando aqui o ápice, né, Marialva? Com certeza. vai alcançando o muito obrigada por compartilhar conosco. Mas no no livro no livro nesse livro Testemunho pelo Cristo, há várias lições, né? Porque ela morava numa, curiosamente no livro apareceu o nome Colina do Rushinol, era uma colina. Eu não tempos para agora há pouco tempo é que eu fui ver esse nome, né? Eh, retratando numa reportagem de televisão a reconstrução que fizeram da casa de Maria lá que apareceu o nome Rinol. Imaginas então jovem descia com Maria para caminhar pela praia e aí ele ia perguntando as coisas para ela e tem um dia que ela pergunta sobre Judas Iscariotes. A lição que Maria dá ali é impagável, então não dá tempo de contar. Quem sabe um próximo programa, né? Quem sabe, né? Quem sabe? Então vamos, eu vou devolver a palavra para Mariva fazer suas despedidas. Mariva, eh, eu quero agradecer mais uma vez a honra da do convite, parabenizá-la, parabenizar seu Francisco pela obra e me comprometer que eu vou ler a obra toda. Já estou lendo uma outra obra do senhor, mas eh quero desejar um bom domingo para todos e que todos nós fiquemos em paz. Gente, antes de eu passar a palavra pro Francisco, eu quero dizer que eu convidei a Marialva essa semana para substituir uma amiga que viria e não pôde. Ela não tinha lido o livro, começou a ler o livro, que é uma saga e ainda está com o pé quebrado, tá sentada, apoiada na casa da irmã. Então veja, testemunhos pelo Cristo aqui em

que viria e não pôde. Ela não tinha lido o livro, começou a ler o livro, que é uma saga e ainda está com o pé quebrado, tá sentada, apoiada na casa da irmã. Então veja, testemunhos pelo Cristo aqui em torno de Cristo, sacrifício da Marialva para esse programa e nós lhe agradecemos muito, querida amiga. E passamos para você, Francisco, paraas suas despedidas. Eu quero agradecer, Denise, né, falar do prazer de conhecê-la, pelo menos pelo vídeo. Já te conheci as suas palestras, né? Uma alegria muito grande conhecer. Você é da Paraíba, né? Sim. Então, encontrando Zé Raimundo, deu um grande abraço nele, é um grande amigo, né? e Marco Leite também um grande amigo da gente. Agradecer o convite, foi uma honra muito grande pedir que os bons espíritos ajudem eh se tiver os médicos ortopedistas espirituais que ajudem nossa irmã Mariava, né, a melhorar logo do acidente dele. E estou à disposição. Foi uma grande alegria, um prazer muito grande e desejo que Jesus abençoe todos. Olha, e eu desejaria hoje que nós eh pudéssemos nos abraçar pessoalmente ou que nós pudéssemos, como no livro, né, ter a sua imagem holográfica aqui onde eu estou ou a nossa onde você está para que pudéssemos lhe abraçar pela emoção que você nos facultou de ler o seu livro e a emoção desta manhã. Quero ainda destacar o que diz aqui a nossa internauta Jô, que mora em Porto de Galinha, que é uma amiga e que acompanha o Literatura espírita e diz que foi simplesmente fantástico, emocionante e que também vai em busca desse livro. Então, é o literatura espírita prazer em conhecer, alcançando o objetivo de divulgar a literatura espírita. Pois não, Francisco. Eu queria, estou vendo no chat aqui, mandar um abraço paraa nossa irmã dos Estados Unidos, Jusara Cornou, né, que está no chat ali, é uma grande amiga. Deus abençoe. Grande amiga, já esteve aqui conosco também. Bom destaque, boa lembrança, Francisco. E para os internautas que nos seguem, não é? Eu quero lembrar que estaremos de volta no primeiro domingo do mês de

Grande amiga, já esteve aqui conosco também. Bom destaque, boa lembrança, Francisco. E para os internautas que nos seguem, não é? Eu quero lembrar que estaremos de volta no primeiro domingo do mês de maio, que será exatamente o dia 4 de maio. E na oportunidade nós vamos discutir esse livro aqui que acabou de ser lançado pela Intervidas Cultivice de César Saí e Silvia Saíd e na ocasião a entrevistada será a Silvia Saíde. O César já esteve aqui conosco e foi daqueles programas também que a emoção foi ao ápice. Então, para maio teremos o cultivo até lá, queridos internautas, dá tempo vocês lerem o entorno do Cristo. Quem não leu, quem já leu, leu o Cultive-se para acompanhar conosco. E siga-nos no Instagram @literatura.espesespírita, que nós vamos divulgando o nosso trabalho, a preparação aqui dos bastidores do Literatura, Prazer em Conhecer. Muito grata a todos. Boa manhã de domingo. Bom almoço em família. E até a próxima vez.

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