SOMOS LUZ OU SOMBRAS? - Luzardo Silva [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi. Boa tarde, meus irmãos. Sejam todos bem-vindos à Comunião Espírita de Brasília. Antes de iniciarmos a nossa exposição de hoje, gostaria de fazer uma prece de abertura para dar sustentação a esse nosso trabalho. Vamos fechar os olhos por alguns instantes e nos ligarmos, nos comunicarmos com a fonte existencial de todos nós, que é o nosso pai maior. agradecer essa oportunidade de estarmos aqui reunidos em torno dos ensinamentos de Jesus transcritos pela doutrina espírita, que com certeza irão nos trazer esclarecimento, luz e orientação para a nossa caminhada evolutiva. Pedimos apenas, ó Pai, que nos dê a coragem, a fé e a determinação para nos tornarmos progressivamente melhores a cada dia. para o nosso empenho, o nosso esforço, a nossa dedicação nesse processo de autoburilamento, de renovação moral dos valores que agora já conhecemos como da perdão, como da moral cristã. Graças ao Pai, graças a Jesus. Que assim seja. Bom, meus irmãos, o nosso tema de hoje, Somos luz ou somos sombras, vai conversar conosco, cada um individualmente, acerca do que de fato somos e como nós ainda nos vemos, nos percebemos. Vamos fazer uma reflexão para olhar dentro de nós mesmos com coragem e compaixão. Kardec nos ensinou n na codificação que devemos nos conhecer a nós, devemos conhecer a nós próprios. Esse é o primeiro passo para a verdadeira evolução espiritual. Mas como sabermos quem de fato somos? A nossa proposta de apresentação de hoje não é oferecer respostas prontas, tipo um receituário que você vai seguir a risca, mas despertarem cada um. questionamentos essenciais ao seu processo de autoconhecimento, do tipo que aspectos de nossa personalidade continuamos ainda preferimos manter na penumbra
vai seguir a risca, mas despertarem cada um. questionamentos essenciais ao seu processo de autoconhecimento, do tipo que aspectos de nossa personalidade continuamos ainda preferimos manter na penumbra oculto? E qual é a verdadeira luz que brilha em nosso íntimo? Que luz é essa que tanto se fala? Como nos lembra Emânel, a reforma íntima é trabalho que exige tempo, paciência, perseverança. Portanto, devemos iniciá-la o mais breve possível. Vamos considerar que esse o nosso encontro de hoje é o marco inicial desse processo de autoconhecimento. Vamos conversar um pouco a respeito do que vem a ser as sombras, a sombra dentro do conceito, dentro da perspectiva cardecista. A doutrina espírita, particularmente no livro dos espíritos, nós conseguimos aprender que carregamos imperfeições oriundas de existências anteriores. O psicólogo K. Jung denominor a sombra como aquilo que preferimos não ver em nós. É uma ocultação não por maldade, mas por mecanismo de autodefesa. Muitos preferem viver de maneira autôma, inconsciente, passar pelas situações da vida de maneira inconsciente. Esse processo é a tônica da maior parte de nós em termos de atividade. Normalmente temos uma rotina, acordar de manhã, escovar os dentes, tomar um banho, tomar um café, ir para o trabalho, seja ele qual for, lá por volta da do meio-dia, fazer um intervalo para almoço, depois retorno ao trabalho, por fim volto à casa para o jantar, para, né, me preparar já para dormir, ter algum contato com os familiares e no dia seguinte tudo se repete. é uma rotina repetitiva, embora necessária e sobre vários aspectos, no sentido principalmente da própria subsistência. É necessário, hã, que nós usemos da nossa capacidade para realizar trabalhos dos mais diversos e obter o ganho necessário para o sustento de si próprio e muitas vezes da família. E assim vivemos às vezes uma existência inteira apenas do ponto de vista físico, esquecendo a nossa verdadeira essência, que é a essência espiritual. A doutrina nos esclarece que somos
zes da família. E assim vivemos às vezes uma existência inteira apenas do ponto de vista físico, esquecendo a nossa verdadeira essência, que é a essência espiritual. A doutrina nos esclarece que somos espíritos estagiando na carne, espíritos que momentaneamente estão encarnados nesse plano denso, chamada terceira dimensão, para ter a oportunidade de se pôr à prova e evoluir. Evoluir em que sentido? se tornar pessoas mais conscientes de si próprio num primeiro momento para a partir daí começar o processo de transformação, particularmente da transformação moral. A visão espírita das nossas imperfeições morais, notadamente orgulho, inveja, medos. Muitos desses elementos que compõem a nossa personalidade jáem oculto no nosso inconsciente, onde nós agimos de uma maneira, como já disse, autôma, né, inconsciente. E dependendo da experiência que eu esteja vivenciando, poderá ocorrer um gatilho que irá despertar uma dessas sombras que habitam no meu inconsciente. Um exemplo, muitas vezes somos pessoas pacatas, tranquilas, pacíficas, ordeiras, disciplinadas, etc, etc. São muitas vezes aparências, um verniz social, como diria o psicólogo, né, Kung, máscaras que nós criamos para os nossos relacionamentos dentro do ambiente social que nós frequentamos, que nós vivemos. Nós temos muitas vezes uma máscara para a família, uma máscara para o ambiente de trabalho, uma máscara para o ambiente social, onde eu conheço pessoas e crio diversas facetas na minha personalidade. Sob certos aspectos, isso é necessário, porque se eu estou num ambiente que exige determinado comportamento, eu preciso absolver essas características da minha personalidade. Só que existem, eh, como já falamos no início, aspectos dessa personalidade que estão ocultos. E como é que eles aparecem? De que maneira eles surgem? Em situações de crise, em momentos de choque. E aí volto ao exemplo que eu estava dando, uma pessoa que é tranquila, pacata, etc. Sai daqui depois tomar o passe na comunhão, né? Tá super harmonizado,
Em situações de crise, em momentos de choque. E aí volto ao exemplo que eu estava dando, uma pessoa que é tranquila, pacata, etc. Sai daqui depois tomar o passe na comunhão, né? Tá super harmonizado, pega o seu carro e vai dirigir de volta para casa. E aí, dirigindo no trânsito de maneira tranquila, alguém de uma maneira inadvertida, desatento, lhe dá uma fechada no trânsito, que faz com que você tenha que frear o carro de maneira brusca, uma freada violenta que você se é jogado para a frente, quase batendo na no para-brisa do carro. E o que é que acontece naquele momento de susto, de choque, o nosso racional, o nosso consciente fica de lado momentaneamente, né? são uns 15 minutos, falo muito de São Paulo, não daqueles 15 minutos você, ou seja, se você perde a razão momentaneamente você está enlouquecido, fora de si, como se fala. E nesse contexto de falta de controle, brotam do seu íntimo outros aspectos da sua personalidade que você não reconhece a princípio, mas que lá existe. E nesse momento você deixa brotar, por exemplo, aquela parte do seu comportamento que é explosivo, tá lá recalcado, porque minha minha atitude normal é de ser uma pessoa tranquila, serena, não? Mas quando alguém pisa no meu calo, como aconteceu nesse exemplo, desperta em mim aquele elemento agressivo, violento, explosivo e nesse momento, tomado pelos impulsos, dominado pelos impulsos, está momentaneamente enlouquecido. E aí você poderá cometer os maiores erros do tipo pegar o carro, depois correr atrás daquele que lhe deu a fechada para tomar satisfação, querer fazer a mesma coisa, dar uma fechada nele, dar o troco, criar um conflito, uma confusão que pode ter um desdobramento extremamente grave, podendo inclusive haver uma gradição física e trazer para si, para a sua vida, dificuldades na esfera até criminal, por ter atacado alguém ou até mesmo tirado a vida de alguém numa atitude de plena insanidade. E por que que isso ocorre? Porque essa pessoa não conhece os seus próprios impulsos, não conhece a si mesmo.
r ter atacado alguém ou até mesmo tirado a vida de alguém numa atitude de plena insanidade. E por que que isso ocorre? Porque essa pessoa não conhece os seus próprios impulsos, não conhece a si mesmo. Esses sentimentos, poderão existir outros, estão camuflados, escondidos no nosso inconsciente, nosso íntimo, e que se não são conhecidos, não tem como serem educados. disciplinados. Quem faz isso? A nossa consciência, a nossa razão. Considere que essas sombras íntimas que carregamos são como crianças necessitando de educação, de orientação para se desenvolverem. do ponto de vista psicológico, é você integrar, tornar consciente, integrar, tornar consciente determinados sentimentos, emoções e impulsos que eu guardo dentro de mim, escondido no mais profundo do meu ser. Porque muitas vezes eu tenho vergonha de determinados pensamentos, sentimentos e atitudes. E, portanto, eu não reconheço isso em mim. Essa repressão, ela ocorre de diversos aspectos. Estamos falando aqui de impulsos negativos, mas também poderá haver impulsos e sentimentos, vamos chamar de positivos represados no nosso íntimo. É ainda comum que determinadas crianças, ao serem educadas, elas recebem uma série de restrições do tipo, ah, não fique chorando por qualquer coisa, não chore à toa, seja firme, seja forte. e tá dizendo, esconda suas emoções, não expresse, guarde dentro de si. E aí a pessoa submetido a esse tipo de educação vai refrear, vai impedir que demonstrações de afetividade, de emotividade possam surgir. Ele está ocultando isso. Então é o outro caso. aquele que por uma besteira, por um fato simples, pode fazer com que você se torna uma pessoa extremamente emotiva e por quase nada você já está ali chorando de rodão. É aquele caso de pessoas que muitas vezes vão a um velório de algum amigo e você chora mais do que a viúva. Você se emociona muito mais da do que aqueles que tiveram convívio direto com uma pessoa. Falta de autoconhecimento para saber regular, porque esse tipo de comportamento ele é excessivo.
que a viúva. Você se emociona muito mais da do que aqueles que tiveram convívio direto com uma pessoa. Falta de autoconhecimento para saber regular, porque esse tipo de comportamento ele é excessivo. Você pode e deve expressar os seus sentimentos, o seu pesar pela morte de algum ente querido. Sem dúvida. Não é isso que nós estamos falando, mas tudo com uma devida moderação para que não se torne um problema para mim mesmo. Às vezes a pessoa se deixa envolver de tal forma por aquela emoção que até passa mal. às vezes precisa até de um atendimento médico de urgência, porque não soube conter educar os seus sentimentos mais íntimos, falta de autoconhecimento. Outro aspecto é de nós usarmos os outros para nos conhecermos. De que maneira? O outro, dentro do ponto de vista da psicologia é o nosso espelho. Tanto nós projetamos coisas que não admitimos em nós, nos outros e que nos incomodam, como muitas vezes a forma de ser daquela pessoa nos incomoda. Por quê? Eu começo a criticar as pessoas orgulhosas, as pessoas egoístas, mas não percebo que eu sou uma pessoa orgulhosa, que eu sou uma pessoa egoísta. Tem uma passagem no Evangelho que diz o quê? Antes de tirar o argueiro, cisco do olho de alguém, primeiro tire a trave do seu olho. Hã? Esse é o sentimento que nós muitas vezes expressamos. Procure fazer uma autoavaliação de pessoas que, embora você não tenha nenhum conflito com ela do ponto de vista objetivo, mas que lhe deixam incomodado. Por que que aquela pessoa me incomoda tanto? Ela nunca me fez nada, nem de bom, nem de ruim. Mas a atitude dela, o comportamento dela me deixa profundamente incomodado. O porquê disso. Eu não tô falando de coisas erradas. Você ver alguém roubando e você achar que aquilo é uma coisa normal. Eu falo, por exemplo, de pessoas maledicentes, os fofoqueiros, né? Você percebe que uma pessoa gosta de divulgar mais notícias, de ser um agente da intriga, da difamação. Quantas pessoas agem dessa forma? E nós criticamos, condenamos, mas muitas vezes
ofoqueiros, né? Você percebe que uma pessoa gosta de divulgar mais notícias, de ser um agente da intriga, da difamação. Quantas pessoas agem dessa forma? E nós criticamos, condenamos, mas muitas vezes tendo a oportunidade de falar mal, eu o faço. Se não há nada de bom a ser dito sobre alguém, é melhor calar-se nesses casos, né? e evitar dificuldades maiores. E a luz do interior, essa centelha divina que é, na verdade, a nossa consciência. Segundo nós temos a informação da Bíblia, por exemplo, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus. imagem e semelhança, ou seja, somos conscientes. Deus é a consciência suprema, a inteligência máxima, fonte e origem de tudo que existe, criaturas e criação, o universo físico, o universo espiritual, criação dessa inteligência suprema. Perfeito. E o que é que acontece? Se somos criados à sua semelhança, somos portadores dessa luz. Por isso que se fala que somos portadores da centelha divina, uma luz interior. Esse é o atributo que o ser inteligente recebe do criador. Existe, portanto, uma porção do criador em nós. É como os filhos são portadores dos genes dos pais, não é verdade? É a partir do material genético dos pais que um corpo se forma. Então aquela pessoa tem semelhança com seus pais. Do ponto de vista espiritual, nós temos semelhanças com o nosso criador. Não somos iguais ao criador. Somos semelhantes. Somos criaturas, porém com capacidade de também ser um cocriador do universo, como o homem faz. O homem interage e muda a própria natureza. A natureza vem de Deus, vem do criador. O homem não criou a terra, não criou a vida sobre a terra, mas tem capacidade de transformá-la. Eu posso desviar o curso de rios. Eu posso até mesmo eliminar uma espécie e por aí vai. São ações de cocriação, papel que o homem desempenha. Ele é um dos agentes da providência divina. A ajuda que nós pedimos ao Pai por estar passando por determinada situação, por determinada dificuldade, ela surge em nossa vida através de outro. Portanto, todos nós,
s agentes da providência divina. A ajuda que nós pedimos ao Pai por estar passando por determinada situação, por determinada dificuldade, ela surge em nossa vida através de outro. Portanto, todos nós, desde que tenhamos boa vontade, somos agentes da providência divina, ou seja, somos agentes da luz. Em que momento você sente essa luz dentro de você? Aqui sugere-se assim: pense um momento, em um momento que você tenha vivido, né, em que se sentiu verdadeira, verdadeiramente em paz. Por exemplo, contemplando a natureza, né? Você faz uma viagem, você vai a mata e vê aquela beleza eh do bioma daquela região ou você vai à praia, observa o mar, o ambiente, isso lhe dá essa sensação muitas vezes de paz, de tranquilidade. Outra forma de obter a paz é praticando a caridade. Momento que eu passo a ocupar-me de auxiliar o próximo, eu estou envolvido em bons pensamentos, em boas vibrações que auxilia alguém. Estou sendo agente da providência divina. Quando faço a caridade, estou auxiliando alguém, mas sobretudo, mesmo que não seja o meu propósito, eu estou me ajudando, eu fico em paz. Aquela ação de caridade é a minha âncora nos momentos de tempestades, tá? uma tempestade violenta, o navio que está ancorado, ele, né, está preso através da âncora ao solo para não ser levado pelas ondas durante a tempestade. E para nós, o que é essa âncora? São os reforços que nós vamos criando dentro do nosso campo emocional. Através desses exercícios, dessas práticas de colaboração. Cada um pode contribuir de alguma forma. Alguns vão dizer: "Ah, mas eu tô desempregado, eu estou sem recurso, não posso doar nada". Pode ser que você não consiga por si só colaborar, mas você pode ser o intermediário para coletar recursos de quem tem. Você pode pedir para outro amigo, para um membro da família, para colegas de trabalho, a colaboração, uma doação de uma cesta básica e você vai lá, coleta e leva para quem precisa. Não precisei usar nenhum recurso monetário financeiro, porque eu não tenho. Mas se até estou
de trabalho, a colaboração, uma doação de uma cesta básica e você vai lá, coleta e leva para quem precisa. Não precisei usar nenhum recurso monetário financeiro, porque eu não tenho. Mas se até estou desempregado, eu ainda tenho tempo de poder fazer esse tipo de ação. Eu lembro de um amigo que viveu uma situação um pouco semelhante ao que eu acabo de falar. Ele estava desempregado. Isso foi lá em São Paulo. Ele estava desempregado e enquanto ele se preparava para as entrevistas, para os testes que ele fazia para se candidatar a emprego, isso gera uma certa ansiedade, né? Ele como um pai de família, responsável pelo sustento daquela família, ele se sentia pressionado para conseguir logo um emprego, dificuldades normais. E a forma que ele achou foi de que quando vez que ele saía, ele passava em empresas que revelam filmes, tá? Esse caso é antigo, já tem muitos e muitos anos lá em São Paulo. E ele passava nas lojas que vendiam e revelavam filmes para colher os potinhos que se colocava o filme antes. Os mais antigos devem saber o que eu tô falando. Para quê? Porque ele na época já frequentava uma instituição espírita e ele passou a colaborar. A casa era fraternidade de Jesus lá em São Paulo. E ele passou a colaborar com essa casa colhendo. Toda vez que ele saía e a rua, ele passava, ele via uma ótica, né, que fazia, ele ia lá para pedir esses copinhos e plásticos para ser usado na campanha de distribuição da pomada do vovô Pedro. Vocês observam que é um potinho até hoje. Originalmente aqueles potinhos eram de filmes que usava a máquina de bater. A origem daqueles potinhos a serem usados. Aí o irmão tá mostrando ali o potezinho, né? Pode mostrar mais uma vez aí. Isso. Essas perfeito. Então ele fazia isso e isso lhe dava um conforto íntimo extremamente valioso para que ele não entrasse em desespero, né, em perturbações. Ele ia mais tranquilo para fazer as entrevistas, fazer os exames. tinha paz, foi o que nós falamos aqui, paz interior a partir da caridade que ele executava.
ntrasse em desespero, né, em perturbações. Ele ia mais tranquilo para fazer as entrevistas, fazer os exames. tinha paz, foi o que nós falamos aqui, paz interior a partir da caridade que ele executava. Ele não fazia isso com essa intenção, né? Vou dar-lhe para ter paz. Não, não, você cortou o efeito. Ele fazia porque ele achava aquilo importante, relevante, fazia de boa vontade, fazia de coração e estava sendo coletando isso onde passava e colaborou com essa campanha. E alguns meses depois, não foi instantâneo, comecei, aí já resolvi. Não tem um período, não é, de preparação, de harmonização, até que a oportunidade surja, como surgiu para ele. Depois de mais de 5 se meses, ele conseguiu uma nova ocupação. são exemplos práticos pra gente entender o valor de determinadas ações. E à luz da doutrina dos espíritos, né, os espíritos superiores nos orientam que a evolução consiste justamente em permitir que essa luz, essa consciência se manifeste cada vez com maior clareza, dissipando gradualmente as névoas dos equívocos morais. Como nos disse Bezerra de Mendezases, quanto mais luz interior cultivamos, menos sombras conseguem nos perturbar. você não abre espaço para esse tipo de perturbação. Não é possível numa única encarnação, numa única existência tratar, educar e curar-se das sombras. São várias encarnações para que esse processo de integração, de conscientização ocorra. E, portanto, uma vez havendo consciência, há a superação, porque eu passo a trabalhar numa vibração diferente daquela e eu passo a neutralizar naturalmente, sem reprimir, mas reconheço, venho, mas eu não deixo manifestar e vou progressivamente educando e superando esse tipo de impulso. É um exercício. E para concluir o nosso bate-papo, vamos dizer assim, quase que monólogo mesmo, eu gostaria de sugerir aos irmãos uma prática, um exercício simples, que durante essa semana, ao final de cada dia, essa semana que já tá terminando, né, pode começar já a partir de domingo, quando você achar adequado, faça uma reflexão. sincera ao final do
io simples, que durante essa semana, ao final de cada dia, essa semana que já tá terminando, né, pode começar já a partir de domingo, quando você achar adequado, faça uma reflexão. sincera ao final do dia e considere as seguintes questões. Que aspecto de mim mesmo manifestei hoje? Sem julgamento. Só observa o que é que eu fiz hoje. Eu interagi com o fulano, eu recebi bem ou não recebi? Disse coisas agradáveis ou disse coisas desagradáveis. analise o seu dia. E como posso amanhã, quer dizer, no dia seguinte, permitir que mais luz brilhe através de mim? Como superar os erros que eu cometi? Em vez de deixar de fazer essa reflexão que é automática, quando nós desencarnamos, todo mundo fala que aqueles que tiveram perto da morte voltam, eles dizem que fica numa condição de ver a sua vida, os principais momentos, as principais situações, um filmezinho que passa na sua mente para que ele tome consciência do que fez. E muitas vezes isso é extremamente doloroso, porque como passou a vida inconsciente daquilo que fez, aquilo que produziu, há situações que provocaram diversas eh dificuldades para si e para outras pessoas e que você não conseguiu superá-las. Você vai saber disso na hora da partida, que já não permite mais nada. Você vai se depurar desses equívocos, tomar consciência e se trabalhar num plano espiritual para numa próxima encarnação você retomar o processo. Então é melhor fazer isso em doses homeopáticas, se possível diariamente, senão pelo menos uma vez por semana, como foi a minha semana, né? Estamos chegando no final da semana. Que ocorreu, que é que eu fiz, como eu reagi? Isso é conhecesse. Ah, isso não foi bom. Como é que eu posso fazer para melhorar e pensar nas próximas ações na semana seguinte? Fica aí esse convite, esse exercício de autoconhecimento, de autoobservação, para que então tenhamos condições de integrar as sombras. em nosso ponto de consciência, em nosso nível de consciência. Portanto, que possamos sair daqui hoje, não com a ideia e o peso do julgamento
, para que então tenhamos condições de integrar as sombras. em nosso ponto de consciência, em nosso nível de consciência. Portanto, que possamos sair daqui hoje, não com a ideia e o peso do julgamento sobre nossas imperfeições, mas com a alegria e a certeza de saber que carregamos dentro de nós uma luz, essa centelha divina. que jamais se apaga. Todos somos portadores dessa luz. É preciso cultivá-la, dar-lhe espaço. É como uma sementinha que precisa ser tratada, plantada, semeada, regada para que floresça, cresça e frutifique. Como nos lembra Jesus através da codificação espírita. Vós sois a luz do mundo. Nós somos a luz do mundo. Não nos esqueçamos disso. Portanto, é essa a mensagem que tínhamos a apresentar hoje. E que a paz do Cristo seja convosco. E a luz que brilha em cada um ilumine caminho de todos. Muito obrigado pela atenção de vocês. Que que o Pai nos abençoe hoje e sempre. Que assim seja. Vai fazer o convite agora para o passe? Se vai vir aqui falar. Então aguarde mais um momento que ela vai fazer a chamada para o passe. Obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que
ossamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. Er
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