Sinelza Oliveira | INTERROGAÇÃO DO MESTRE [GRUPO DE IRRADIAÇÃO FRANCISCO DE ASSIS]

Comunhão Espírita de Brasília 23/04/2025 (há 11 meses) 29:26 149 visualizações

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Transcrição

Olá, meus queridos irmãos. Um grandissíssimo boa tarde a todos. Sejam todos muitíssimos bem-vindos a esse canal maravilhoso da comunhão espírita de Brasília. Primeiro nós vamos logo nos desculpando e pedindo perdão pelo pequeno atraso, porque sempre quando é ao vivo acontec essas coisinhas, né? sempre falha alguma coisa, mas tudo bem, graças a Deus, que deu certo. Então, sejam todos muitíssimos bem-vindos aos canais mediáticos da Comunão Espírita de Brasília, ao grupo de irradiação harmonização Chico Xavier. Nós vamos dar continuidade no livro Segue-me e a lição tem por tema interrogação do mestre. Que papai do céu nos abençoe grandemente nesta hora. abençoe a cada um de vocês, estendendo aquela mão santa de luz na cabeça de cada um onde estiver, seja em casa, na rua, no trabalho, em qualquer lugar ou qualquer hora que for assistir essa harmonização. Sejam todos abençoados em nome de Deus, de Jesus, nosso anjo guardião Maria Santíssima e principalmente o mentor da hora que é Chico Xavier, o nosso queridíssimo, o mentor do grupo de harmonização. Então vamos lá. Emanuel dita a Chico essa belíssima mensagem que tem por título interrogação do Mestre. E ele vai partir da fala de Jesus que está em Lucas 9:25. Que aproveita o homem grangear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando a si mesmo? Em verdade, ele começa com a força associada à inteligência. O homem pode quase tudo. O homem terrestre pode revolver o solo planetário, pode sugar os benefícios da Terra, pode incentivar os interesses personalistas, pode ergueranha céus nas cidades maravilhosas, construir palácios para o ninho doméstico, elevar-se ao firmamento em máquinas porantes, consultar os abismos do mar, atravessar oceanos em navios velozes, estender utilidades no plano da civilização, criar paraísos de fantasias para os sentidos corporais, monopolizar os negócios do mundo. Sim, o homem pode. O homem pode abrir estradas ligando continentes e povos. pode conversar à distância de milhares e milhares de quilômetros. Pode dominar o dia que

, monopolizar os negócios do mundo. Sim, o homem pode. O homem pode abrir estradas ligando continentes e povos. pode conversar à distância de milhares e milhares de quilômetros. Pode dominar o dia que passa em carros de triunfo. Pode substituir os idosos, os ídolos, desculpa, os ídolos de barro no altar da ilusão. Pode formar exércitos poderosos, pode sim, mas consagrados à morte. Pode forjar espadas e canhões, pode citar duras leis aos mais fracos. Pode gritar a palavra de ódio em tribunais de ouro e pode exercer a vingança, oprimir, gozdar e alma amaldiçoar. Em verdade, meus irmãos, o homem pode quase tudo, porque ele é uso flutuário da terra, é depositário da confiança de Deus. E ele pode fazer tudo isso. Contudo, que se aproveitará a tamanha exaltação, se distraído de si mesmo, de nós mesmos, nos valermos das glórias das da inteligência, para precipitar-se nos despenhadeiros da treva e da morte. E Emanuel termina o texto assim, dizendo essa última questão. De que vale tudo isso? Se muitas vezes erramos e queremos permanecer no erro e aí nos precipitamos nos despenhadeiros da treva e da morte. E como podemos corrigir tudo isso? O que é que o benfeitor Emmanuel nos traz neste questionamento do mestre? Essa mensagem, meus irmãos, ela nos oferece uma reflexão profunda sobre as nossas conquistas humanas à luz da espiritualidade. E Emanuel, por meio desta indagação, ele questiona a verdadeira utilidade das das realizações materiais quando o homem negligencia a própria alma. é a busca pela matéria em detrimento do espírito. Porque mesmo com todo o avanço científico e tecnológico, todo ser humano pode perder-se nos valores efêmeros. Sim, pode, porque nós somos humanos e somos passíveis de enganos, de aflições. E às vezes caímos e não conseguimos levantar. Às vezes caímos e permanecemos ali caídos, praticando a mesma ilusão, tornando aquele círculo vicioso, sem saber que esses valores efêmeros nos faz perder e afundar cada vez mais no abismo. E aí nós vamos trocando a eternidade da vida

caídos, praticando a mesma ilusão, tornando aquele círculo vicioso, sem saber que esses valores efêmeros nos faz perder e afundar cada vez mais no abismo. E aí nós vamos trocando a eternidade da vida espiritual pelas ilusões temporárias desse mundo material. E é por isso que o autor Emanuel nos convida a essa introspecção, nos alertando para os perigos da vaidade, do egoísmo e da busca desenfreada pelo poder. Isso distancia-nos nós enquanto humanidade da essência divina, da nossa verdadeira essência, do nosso verdadeiro eu espiritual. Sim, porque nós somos um espírito, nós estamos encarnados no corpo de carne, mas nós somos um espírito. Essa mensagem ela diz especialmente, nos traz, ressoa resplandece desde quando foi escrito o livro, desde quando foi nos dado essa mensagem. E especialmente nesses tempos em que estamos no materialismo exacarado, quando muitos de nós sentimos aquele vazio interior, a apesar de termos todo o sucesso no exterior, isso é verdade. Muitas vezes nós buscamos aquele carro do ano, aquele carro maravilhoso que nos traz conforto e quando nós o temos já não nos serve mais. Queremos buscar outros e outros. Às vezes temos um sonho de ter uma casa maravilhosa, mas nos perdemos dentro dela e ali começamos a nos sentir esse vazio interior. Aquilo já não nos serve mais. E é sempre assim, é sempre essa busca do mais, do mais em ter, ente ter, esquecendo do nosso ser. Então, esse texto, essa mensagem nos inspira a buscar a nossa transformação interior. A conexão com Deus através da oração nos traz a prática de valores espirituais. Esta essa interação com o Pai nos alinha às conquistas da nossa inteligência com o amor e lógico, com a caridade, porque fora da caridade não há salvação. É a bandeira da doutrina dos espíritos. E Allan Kardec, com a sua sabedoria divina, ele vai questionar as entidades venerandas na questão 714 do livro dos espíritos. O que pensar do homem que procura nos excessos de toda a espécie um refinamento para os seus prazeres? E a espiritualidade

vai questionar as entidades venerandas na questão 714 do livro dos espíritos. O que pensar do homem que procura nos excessos de toda a espécie um refinamento para os seus prazeres? E a espiritualidade superior nos dá a seguinte resposta: Pobre infeliz, digno de lástima e não de inveja, está bem próximo da morte. Mas Allan Kardec, como bom entendedor, ele sabia que ele não tava falando da morte física e sim da morte moral, porque Kardec vai concluir em seguida. O homem que procura nos excessos de toda espécie, um requinte de prazeres coloca-se abaixo do animal, porque o animal sabe deter-se na satisfação de suas necessidades. E é verdade aquele animal que às vezes nós chamamos de ser não pensante, porque o ser pensante somos nós e achamos que somos os únicos do planeta, não é verdade? Mas aquele animalzinho ali que nós temos como irracional, muitas vezes em suas atitudes, ele se mostra muito mais racional do que nós humanos racionais, tidos como racionais. Ele só procura, ele só mata porque ele sente fome para comer. Porque na selva é a lei que que governa a dar sobrevivência. Ele exerce a sua natureza primitiva sobre a natureza espiritual. Então, as doenças, diz Kardec, a decadência para nós, os seres racionais, quando exageramos nos excessos, vem a doença, a decadência, a morte prematura decorrente desses abusos em que muitas vezes nos aflige, que procuramos diante das nossas decisões. Tudo isso é consequência da transgressão da lei divina. E Kardec vai dizer que a riqueza da pedra realmente nunca será rica. Então, desde tempos de outrora que a preocupação sobre o futuro, sobre as futuras facilidades ou dificuldades que poderiam advir aquilo que deveríamos enfrentar no futuro, sempre nos inquietou, sempre inquietou a humanidade. Por quê? Vejam, desde pequenos os filhos ouvem seus pais. Olha, meu filho, trate de estudar se quiser ter um bom emprego, para que você não tenha um emprego ruim. Como se nós e nós falamos como se a felicidade estivesse totalmente presa a

os ouvem seus pais. Olha, meu filho, trate de estudar se quiser ter um bom emprego, para que você não tenha um emprego ruim. Como se nós e nós falamos como se a felicidade estivesse totalmente presa a um bom emprego, a posse de materiais, de bens materiais e ao dinheiro. Quanto mais ganhamos, melhor nós somos vistos pela sociedade. Quanto mais temos, é melhor. Nós somos melhores. Eh, quanto mais temos, mostramos poder da aquisição, mais bem quistos nós somos. sem saber que aquilo ali tá gerando inveja, táando, tá gerando cargas negativas para cima eh da pessoa que ostenta, não é? Ah, se ele tem, eu não tenho, por quê? Não é? É preciso ter esse equilíbrio. Então, nós observamos na atualidade uma realidade que jamais se cogitou nesses tempos de outrora. São pessoas diplomadas, mas que se sentem longe de serem felizes. Deixam seus cargos, muitas vezes, posiç posição social para viver modestamente, mas de forma gratificante, que lhe faça feliz. E hoje em dia surge a cultura, né, da vivência do do mínimo, do minimalismo. Quanto menos eu tenho, mais eu sou feliz. E ao contrário disso, quanto mais nós temos, mais o vazio interior vai alargando dentro de nós. Outras pessoas sempre viveram nas cidades grandes, rodeado de de do do da vida fácil, não é? em em residências suntuosas e elas abandonam tudo e vão pro campo em busca da vida simples e saudável para si e para aqueles que se acercam de si, seus familiares. Alguns penduram seus diplomas e abandonam suas carreiras de destaque, dedicando-se a trabalhos filantrópicos, desejando se sentirem realmente úteis. E nós, desde outrora, nós temos tantos exemplos, não é? Francisco de Assis, um deles, Madre Teresa de Calcutá, esses eh avatares que da da sociedade que mostraram seu valor através da caridade e como eram felizes. Quantos outrora abandonaram o a sua riqueza, sua família para ir servir ao outro? Quanto desses se realizam junto à natureza, plantando, colhendo para o seu próprio sustento da família? Quantos desses fazem isso? Até

abandonaram o a sua riqueza, sua família para ir servir ao outro? Quanto desses se realizam junto à natureza, plantando, colhendo para o seu próprio sustento da família? Quantos desses fazem isso? Até na atualidade, né? Quantos e quantos existem assim? E assim nós vamos seguindo a vida, crescendo, nos transformando devagarzinho e sempre, né? Porque a a humanidade caminha a passos de formiguinha. quando se trata do desenvolvimento espiritual. No capítulo 9 do livro Caridade, escrito por espíritos diversos e psicografado por Chico Xavier, ele diz assim que cultivar a paz interior, o prazer pela vida, o amor pela natureza, a tranquilidade familiar, espalhando essa riqueza ao redor, pode nos proporcionar aquilo que intima almejamos. É a busca pela paz interior. E ademais, irmãos, nós devemos saber que pobreza e riqueza, em síntese, são valiosos convites para o crescimento espiritual. Tanto a riqueza quanto a pobreza, nós podemos alcançar o real objetivo de nossa caminhada na Terra. Na pobreza, nós temos a sagrada oportunidade de aprender a servir, de exercitar a nossa paciência e a resignação, a aceitação. E na riqueza nós temos a oportunidade de vivenciar a caridade e a abnegação. Em sendo ricos, nós podemos ajudar aquele que que mais necessita de viver para o outro. Nós temos aqui exemplo do Papa, não é Papa Francisco, mas da atualidade que até intitulado de O Papa dos pobres, né? Porque ele deixou toda aquela pompa, ele evitava aquela pompa que o papado lhe oferecia e dedicou-se a viver mais voltado para os menos necessitados, para os chamados diferentes, para uma sociedade mais justa. E nós temos as pessoas também comuns que trabalham, que fazem serviços filantrópicos. Eu não tenho dinheiro para ajudar, mas eu tenho minhas mãos, eu tenho minha boca, minha mente para fazer uma oração a aqueles que que mais precisa. Então, há muitas e muitas maneiras de se fazer a caridade. Como dizia Cora Coralina, ninguém sabe tanto que não queira se aprender um pouquinho com o outro, nem

oração a aqueles que que mais precisa. Então, há muitas e muitas maneiras de se fazer a caridade. Como dizia Cora Coralina, ninguém sabe tanto que não queira se aprender um pouquinho com o outro, nem ninguém sabe tão pouco que não tem algo para doar. É mais ou menos assim o trocadilho. Eu não sei se falei certo, mas é mais ou menos esse entendimento. Então todos nós podemos exercer a caridade e da mesma forma diante a riqueza, quando nós temos a riqueza, é preciso ser sensatos, é o mais importante disso, e saber usar aquele bem que nos foi proporcionado, porque esse bem não é nosso, ele é de Deus. Ele nos dá para que saibamos usar. É preciso saber usar a nossa riqueza. Então, em qualquer das situações, sendo rica ou pobre, ao longo de nossas vidas, nós vamos testar as nossas capacidades. São as provas. Nós vamos testar as nossas capacidades de como administrar isso em nós mesmos, tanto na na carência quanto na fortuna. Sempre vamos enfrentar desafios para o nosso crescimento e ao e é ao esforço da nossa sublimação, alcançando a luz, a luz do Cristo que está aí para todos que querem seguir os passos de Jesus. Tanto na pobreza quanto na riqueza, nós podemos nos enriquecer de bênçãos espirituais. Nós quando ricos materialmente devemos ter esse olhar, esse olhar clínico de olhar ao nosso redor e notar os menos felizes e saber utilizar também o nosso tempo e os nossos bens em seu benefício. E ao fazer isso, nós vamos nos transformando diariamente, porque nós estaremos seguindo as leis divinas. Vamos compreendendo e obtendo conhecimento, cultivando a luz, a paz, independentes se somos ricos ou pobre. Porque muitas vezes não é a riqueza material que define o homem, mas o seu lado moral e espiritual. E assim nós seremos criaturas valiosas e felizes. Importante conhecer as leis divinas e tê-las como o nosso roteiro. E a doutrina espírita nos tá nos oferece esse roteiro do crescimento material e espiritual. Isso nos permite direcionar os passos no sentido do bem maior, nos fazendo

as e tê-las como o nosso roteiro. E a doutrina espírita nos tá nos oferece esse roteiro do crescimento material e espiritual. Isso nos permite direcionar os passos no sentido do bem maior, nos fazendo verdadeiros, pobres de insensatez e autênticos ricos de solidariedade e de amor. Agora, isso eu citei doutrina espírita porque é a doutrina, a doutrina que estamos professando, mas nós sabemos que todas as ostrinas que seguem o roteiro do Cristo, que tem a a a como é que fala? O poder de transformar o homem para melhor. Essa é a melhor religião. Não existe a, B ou C melhor uma que a outra, porque religião boa é aquela que transforma o homem para melhor a cada dia. Então é, para finalizar o nosso tema de hoje, nós vamos ficar com a ideia da relevância desse texto de Emanuel, principalmente neste mundo marcado por crises, desafios, um mundo de tanta violência, de tanta insensatez. Essa mensagem, interrogação do mestre, ela continua até hoje com a sua importância. de ressaltar os valores como a solidariedade, o amor a nós mesmos e o amor ao próximo e a busca pela paz interior. é uma mensagem e um convite à reflexão sobre essa importância de viver uma vida de propósito em sintonia com os ensinamentos de Jesus e com a missão de servir à humanidade. Lembremos do que Jesus nos ensinou lá em João 15:16. Eu não vim para ser servido, eu vim para servir. Sigamos os passos do Mestre. Que a paz de Jesus permaneça conosco, com todos vós hoje, agora e sempre. E que possamos vivenciar esse amor de Jesus, dar dando continuidade após a semana da Páscoa em que comemora o renascimento. Que possamos renascer a cada dia, que cada dia pode possa ser uma nova Páscoa em nossa vida. Sigamos os passos do mestre. Muita paz e muita luz a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e

passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou.

o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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