SIMPLESMENTE FELIZ - Miriam dos Anjos [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Olá, seja bem-vindo, seja bem-vinda ao grupo de harmonização Chico Xavier da Comunão Espírita de Brasília. Hoje a nossa harmonização permanece no livro A Busca do melhor, eh, do espírito ramed, psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto. Hoje vamos conversar, juntamente com as reflexões de Ramed sobre o item chamado simplesmente feliz. Então, antes de começarmos a reflexão que Ramed nos traz para amanhã, para essa nossa manhã, elevemos os nossos pensamentos, agradecendo a Deus a oportunidade de estarmos aqui, a oportunidade de termos essa doutrina que nos traz dos espíritos ensinamentos tão importantes para que a gente possa levar a nossa vida de forma mais leve, mais consciente e cada vez mais feliz. Assim seja. Bem, nesse item simplesmente feliz, Ramed traz para sua reflexão o versículo 35 do capítulo 20 de Atos dos Apóstolos. É uma parte do discurso de Paulo aos presbíteros da igreja de Éfesos em Mileto, no qual ele faz a sua despedida. Então, eh, nesse trecho, nesse versículo, está escrito assim: "Tenho-vos mostrado em tudo que trabalhando assim é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: "Mas bem-aventurada coisa é dar do que receber". Antes que iniciemos a leitura e vamos refletindo juntos sobre o que nos traz Ramed, é interessante esse pequeno versículo, mas que com muita sabedoria que Paulo nos traz. E três partes me chamaram bastante atenção. Uma, quando ele diz: "Tenho-vos mostrado em tudo". Eh, me fazendo lembrar dos seus exemplos, do legado que ele deixou. Então, que em tudo que ele fez, ele aqui reforça. É necessário o trabalho. Embora trabalho seja uma lei, uma lei divina, nós devemos exercitar essa lei, cumprir essa lei, tanto a nível da nossa materialidade quanto a nível da espiritualidade, visto que é uma lei divina. Então, para tudo que façamos, será necessário que trabalhemos. Trabalhemos com a nosso melhor que tenhamos naquele momento. Trabalhemos de uma forma em que ao entregar esse melhor nós não tenhamos segundas intenções.
que façamos, será necessário que trabalhemos. Trabalhemos com a nosso melhor que tenhamos naquele momento. Trabalhemos de uma forma em que ao entregar esse melhor nós não tenhamos segundas intenções. E ele fala uma outra coisa, que embora trabalhássemos muito nessa nossa reforma íntima, nesse nosso processo de sermos melhores, mais cristãos, mais humanos, é também necessário não deixarmos de ver a importância de auxiliar os enfermos. que ele disse, mas possamos pensar de auxiliar todos aqueles que necessitam do auxílio, auxiliar o próximo, estar presente no próximo e aqui estar presente na forma em que Jesus nos deixou como grande desafio, porque significa que vamos sair de nós, dos nossos interesses, dos nossos desejos, deixar de pensar primeiro em nós para pensar no outro. Esse auxílio ao próximo nos remete a esse desafio de Jesus que ele nos disse que deveríamos fazer ao outro todo bem que gostaremos que fizessem por nós em todas as circunstâncias. E por fim nos traz a mensagem importante do nosso mestre Jesus, quando ele diz que é mais feliz aquele que dá do que recebe, porque no nosso processo de dar, de servir em qualquer tema da nossa vida, inclusive também eh dar a nós a o olhar da compaixão, o olhar da fé, o olhar da esperança para prosseguirmos, mesmo quando o caminho se torne difícil, É um feliz quem assim entende que é preferível dar do que receber. E quando recebermos, porque muitas vezes nós estamos na posição daquele que necessita do olhar do outro, da ajuda do outro, da palavra do outro, para que a gente se errerga durante os nossos desafios e consigamos nos nossos passos. Então, é preciso na hora que nós recebermos sermos gratos, nos permitirmos receber, sermos cuidados. Movimento esse que às vezes nos, o egoísmo nos torna tão difícil de podermos nos deixar sermos cuidados pelos outros. Bom, então Ramédia vai trazer esse esse versículo de Paulo num outra num outra perspectiva, na perspectiva de que ele também fala de um movimento de trabalho, de exemplo, de legado, de dar mais do
os. Bom, então Ramédia vai trazer esse esse versículo de Paulo num outra num outra perspectiva, na perspectiva de que ele também fala de um movimento de trabalho, de exemplo, de legado, de dar mais do que receber, no sentido de que do movimento interno, no movimento de uma reforma íntima. E então ele começa na sua reflexão a respeito desse versículo, nos chamando atenção que estarmos voltados egoicamente para nós mesmos distorce a naturalidade das situações que acontecem em nosso derredor. Muita atenção centralizada em nós altera e desfigura os fatos e acontecimentos. Então veja, quando nós estamos pensando, agindo e interpretando a vida todas as circunstâncias que nos chegam, as pessoas também que vão fazendo parte da nossa vida, que ficam, que partem, se nós utilizarmos apenas o filtro dos nossos próprios interesses, dos nossos desejos, das nossas necessidades, principalmente quando levarmos isso para esse filtro para um viés, né, numa segunda camada, eh, um viés da materialidade, nós vamos ficando aprisionados em tentar corresponder às expectativas e os padrões de sucesso que o mundo material da nossa época, da época em que vivemos, estabelece. é um padrão no qual nós às vezes nos afogamos, nos aprisionamos tanto na necessidade de ter e colocamos em detrimento o que é mais importante, é sermos humanos, sermos mais compassivos. E quando nós estamos nessa nesse movimento na vida de ter mais do que receber, embora a busca do ter seja lícito, desde que nós reconheçamos que nesse movimento de ter, nós também agora podemos, tendo mais, podemos auxiliar aqueles que têm menos, que todo o nosso eh cabedal de conhecimento, de aprendizado nesse percurso também pode ser compartilhado com outro. compartilhamento é importante em qualquer intenção que nós tenhamos na vida. Então, muitas vezes quando nós desconhecemos e só achamos que é necessário ter para mim e para os meus e às vezes muita eh muito voltados pela a indiferença do prejuízo que se possa causar a outro. os desafios naturais que aqui nos diz
onhecemos e só achamos que é necessário ter para mim e para os meus e às vezes muita eh muito voltados pela a indiferença do prejuízo que se possa causar a outro. os desafios naturais que aqui nos diz Ramed, porque também Jesus nos disse que no mundo nós teríamos aflições no sentido de que nós ainda precisamos dessas aflições, desses desafios naturais, para que a gente extraia aprendizados importantes que vão nos tornando amadurecidos perante as dificuldades, perante a vida, nos tornando mais consciente da importância de quem somos. E qual é a nossa grande tarefa, né? Uma vez que nós agora como seres humanos, onde nós devemos chegar, né? Então, quando nós estamos nesse viés da de atender o termo em detrimento do ser, talvez a escassez ou uma falta de entendimento sobre a nossa própria transcendência, no movimento da não aceitação, da compreensão dos nossos frustrados desejos e interesses ou necessidades, aquele desafio natural que poderia ser um instrumento de crescimento torna-se um sofrimento e como a esse que está nesse movimento afastado da do conhecimento, do entendimento da nossa própria transcendência e ver o mundo sobre a sua própria perspectiva, ou seja, sobre o seu próprio interesse, aquilo que ele o beneficia sempre primeiro lugar, a causa do sofrimento em que tá passando é sempre atribuída a terceiros, a alguém, a circunstâncias e nunca a si mesmo. Então, Ramédio vai nos nos levando a lembrarmos que encontramos no dia a dia inúmeras oportunidades de repetir velhos hábitos, bloqueando desta forma a mente para outras tantas coisas que acontecem à nossa volta. Todos nós temos um histórico de inúmeras experiências reencarnatórias, de inúmeras experiências que fomos adquirindo nas vidas passadas, nessa vida presente, enquanto estávamos no plano espiritual. E essas experiências nós vamos selecionando aquelas no qual julgamos serem eh de sucesso, ou seja, eh atenderem ao que nós achávamos como necessidade ou como interesse nosso, vão se tornando hábitos, porque ora, se deu
as nós vamos selecionando aquelas no qual julgamos serem eh de sucesso, ou seja, eh atenderem ao que nós achávamos como necessidade ou como interesse nosso, vão se tornando hábitos, porque ora, se deu certo, vou repetir. E a gente não faz isso muitas vezes, aquilo que dá, aquela hábito, aquela maneira de lidar com determinadas coisas, sem uma reflexão mais amadurecida, a nossa tendência é repetir, repetir até que se torne um hábito. E tornando-se um hábito, nós vamos eh diante de situações conhecidas, ou seja, aquelas que nós tem de identificar e que nós eh desafio, né? Nós vamos reagir da mesma forma agora sem pensar. E se nós estamos conscientes de que estamos submetidos a esse mecanismo dos velhos hábitos que surgem de uma forma automática, conscientes, nós vamos perceber as suas consequências depois que fazemos. um incômodo, um ligeiro desconforto, aquele sentimento de arrependimento na fala de não queria ter dito, não queria ter feito aquilo ou às vezes até na repreensão de outro sobre poxa, você sempre faz assim, você sempre reage assim, você sempre fala diante desse acontecimento. Mas se nós estamos inconscientes, nós vamos repetindo esse ciclo de agirmos de forma automatizada. E à medida que a gente vai reagindo de forma automática, nós não vamos permitindo espaço mental, né? Na porque durante as nossas reflexões, pelo incômodo, pelo arrependimento, nós vamos encontrando brechas de entendimento para que realizemos as mudanças que são necessárias. Mas quando nós estamos bloqueados, então nós não vamos ter esse espaço mental e assim não vamos ter a mudança na qual nós necessitávamos. E a Ramed nos diz de uma forma bastante clara, oportuno lembrar, que é alienação, continuar fazendo exatamente a mesma coisa, repetindo-a várias vezes e esperar resultados diferentes. Somos tentados muitas vezes e em geral nas nossas situações, desafios, a esperar resultados melhores aquela circunstância, a tudo que acontece ao nosso derretor. Estamos simples esperançosos de que um resultado
ados muitas vezes e em geral nas nossas situações, desafios, a esperar resultados melhores aquela circunstância, a tudo que acontece ao nosso derretor. Estamos simples esperançosos de que um resultado diferente, melhor surja. Mas nós às vezes não estamos percebendo que queremos resultados novos, agindo sempre da mesma maneira, tendo sempre a mesmas atitudes. E é imperioso também lembrarmos nesse sentido que estando nós ainda no nível evolutivo de provas e expiações, certamente as nossas atitudes automatizadas, geradas pelos nossos hábitos, repetimos, repetimos, repetimos determinadas atitudes. Então, nesse hábito que se tornou nossas atitudes automatizadas estarão muito mais eh, na sua essência com caráter instintivo do que uma atitude mais espiritualizada. Embora todos nós tenhamos o livre arbítrio de escolher termos cada vez mais consciência para que a gente possa criar novos hábitos e esses hábitos sejam mais espiritualizados do que instintivos. Por isso é importante lembrarmos em que nível evolutivo estamos e que esforço e aonde está esse esforço para que a gente possa implementar. Continua Ramed dizendo-nos que vale a pena fazer coisas supostamente pequenas, mas que muito nos enriquecem a nós e aos outros. Então, lembrando que no nosso processo evolutivo, como não há saltos, ninguém evolui aos saltos, são passo a passo pequenos passos, pequenas mudanças que se transformam em grandes momentos, né, em uma grande transformação nas nossas vidas. Então, cada vez que nós estamos consciente desses processos, em especial desse processo automatizado de nó de responder pelos nossos velhos hábitos, em sua maioria, numa essência ainda muito instintiva de defesa, não é? Eh, nós vamos, cada vez mais conscientes desse mecanismo, nós vamos poder identificar esses velhos hábitos, então desvelá-los. superá-los e ao contrário do que pareça ser, porque isso é um processo que exige tempo, dedicação, persistência. Então, embora isso que estou aqui a pensar junto com a reflexão de Ramed aparecer algo muito
á-los e ao contrário do que pareça ser, porque isso é um processo que exige tempo, dedicação, persistência. Então, embora isso que estou aqui a pensar junto com a reflexão de Ramed aparecer algo muito pequeno, um passo insignificativo, é, na verdade uma pequeno passo, porém com resultados e consequências enormes que enriquecem não apenas a nós mesmos, porque vamos nos tornando mais humanos, mais virtuosos, mas também enriquece a o ambiente no qual nós vivemos, né? E nos diz Ramed que não precisamos fazer muito. Por isso ele nos lembrou pequenas coisas que enriqueçam a nós e aos outros. Então, não precisamos fazer muita coisa. Pequenos gestos e olhares mudos tocam mais o coração do que palavras ou sem sentido. Então, para que a gente seje melhor no sentido de sermos mais humanos, que nós possamos cada vez mais trilhando, ainda que em Passinho de Formiga, termos a disposição, a escolha e a decisão de fazer pelo outro no nossa prática de servir. Tudo bem que gostaríamos que fizesse por nós ou tudo bem que eu já sou capaz de fazer sem segundas intenções. Nós não precisamos esperar sermos perfeitos, não precisamos fazer grandes feitos. É preciso sim que a gente esteja atento às boas escolhas que fazemos, a decisão a favor dessas escolhas, a boa vontade que nos leva à persistência de sempre realizarmos pequenos gestos e olhares mudos, como nos disse eh Ramed, que transformam não apenas a nossa vida, mas transformam principalmente a vida daqueles que conosco convivem, o ambi aqueles que estão no ambiente no qual nós estamos frequentando. Não procure na exterioridade, na exterioridade o que está enraizado em pormenores, em atos singelos. Então, novos hábitos não se sustentam em aparências. Então, se eu quero adquirir novos hábitos, não adianta ter o comportamento de parecer agora que eu entendi ser uma pessoa melhor, porque esses novos hábitos eles não vão se sustentar somente na aparência, porque superar velhos hábitos significa estar ciente, ter tomado a decisão de iniciar um processo, de identificar
soa melhor, porque esses novos hábitos eles não vão se sustentar somente na aparência, porque superar velhos hábitos significa estar ciente, ter tomado a decisão de iniciar um processo, de identificar qual é um novo hábito que eu devo adquirir para que supere aquele mal, aquele velho hábito, né, que me prejudica que prejudique aqueles que estão comigo, que estão enraizados no nos meus instintos e eu tô me querendo me tornar alguém que tem atitudes mais humanas. Esse processo é o processo de repetir esses atos singelos, amorosos, esses atos que nos tornam mais virtuosos tantas vezes até que estes esses atos singelos se tornem um hábito. Eu faço e nem percebo ainda, né? tô fazendo já não já não estou mais vigilante da minha reação a responder automaticamente pelo meus velhos hábitos, mas de superá-lo. Agora eu vou responder diferente nessa determinada situação com essa pessoa, por exemplo. E há tantas vezes vou repetir esse ato de ser melhor, de responder o mal com o bem, até que essa atitude desse ato singelo se torne uma atitude automatizada. Fizemos isso com nossos velhos hábitos, assim o criamos, assim ele se automatizaram. Se fomos capazes de criá-los, somos eternamente capazes de mudá-los para novos hábitos, porque o processo nós já conhecemos. Agora, só precisamos eh tomar uma nova direção, né, para esse processo. A maioria a maioria das criaturas não ouve com a intenção de entender, mas sim com a intenção de rebater, que é alerta importante, nos traz ramed, né? Às vezes queremos, é tão bom quando a gente tem esse conhecimento cuja prática vai nos mostrando que estamos no caminho mais certo dessa leveza de viver, dessa compreensão de quem somos, qual é a nossa tarefa que a gente quer que todo mundo saiba, que a gente gostaria, desejaria muito, que todo mundo tivesse esse mesmo oportunidade dessa leveza, dessa compreensão. Mas nos lembra Ramed que às vezes nós estamos falando com pessoas que não estão preparadas para ouvir e quantas vezes às vezes nós não estamos querendo ouvir determinados
sa leveza, dessa compreensão. Mas nos lembra Ramed que às vezes nós estamos falando com pessoas que não estão preparadas para ouvir e quantas vezes às vezes nós não estamos querendo ouvir determinados argumentos que é o ponto de vista do outro queremos rebatê-lo. Então, que nós no sentido da da espiritualidade, né, nesse sentido do exemplo, nesse sentido de olharmos a essência da doutrina, levá-lo ao outro, é importante sabermos e identificarmos quanto o outro tem interesse de, no mínimo, refletir sobre o que nós estamos dizendo, porque em qualquer circunstâncias, nos lembra Ramed, que as ações e o comportamento nosso, nosso exemplo, quando ele é mais e quando ele é consistente, coerente com aquilo que falamos da maneira como agimos, eles inspiram muito mais do que as palavras que possamos dizer. Simples atitudes ou certas iniciativas nos permitem uma existência feliz, diz-nos Ramed. E eu vou ler já encerrando essa nossa harmonização. Ele nos lembra: "Faça as pazes com o passado para que ele não cause danos ao presente. Quando estiver em dúvida, aja cautelosamente. A vida terrena é de duração limitada. Por isso, não perca tempo odiando alguém. Verta lágrimas com um amigo é mais curativo do que chorar sozinho. O tempo cura quase tudo. Ele é o melhor conselheiro. O que as pessoas fazem e falam não é da sua conta. Nunca se compare com ninguém. Não temos noção de como é a vida alheia. Sempre opte por um novo tempo. O melhor está por vir. O que realmente importa é se de fato existiu ou existe amor. O sagrado templo da alma é adornado por pequenos gestos quase imperceptíveis, mas cheios de significados para o divino que reside em nossa intimidade. E assim eu eh vem uma frase que eu penso que resume tudo isso na qual deveríamos ter, né, escrito em todos os lugares para que a gente nunca esqueça. Ele nos recomenda seja simplesmente feliz do jeito que você é, pois nada é definitivo. Hoje somos assim imperfeitos, ainda impelido, né, ainda agindo muito por nossos instintos, mas
nte nunca esqueça. Ele nos recomenda seja simplesmente feliz do jeito que você é, pois nada é definitivo. Hoje somos assim imperfeitos, ainda impelido, né, ainda agindo muito por nossos instintos, mas com uma força e um esforço enorme para que possamos sermos melhores, um esforço de criarmos novos hábitos. Nós somos assim hoje, porque amanhã, como nada é definitivo, certamente seremos ainda melhor. Portanto, naquilo que sou hoje, que eu seja efetivamente feliz. Entenda a esterilidade da vaidade, a petulância das fichas, a imbecilidade da cobiça e o despropósito dos rancores e ressentimentos. Todos nós podemos ser melhores. Precisamos de decisão. Precisamos de boas escolhas, boa vontade para resistirmos aos nossos velhos hábitos, para resistirmos ao convite de uma cultura que nos leva a exacerbar o egoísmo, a vaidade e o orgulho. atentos, vigilantes, conscientes e orando para que nós não caiamos nessas velhas tentações. Nós vamos conseguir o que Ramed nos aconselha. Seja simplesmente feliz do jeito que você é, pois nada é definitivo. A espiritualidade amiga nos conforte, nos incentive e nos ampare nesse nosso processo de sermos um pouquinho, cada dia melhores do que fomos ontem. Que a paz do Cristo esteja com cada um de vocês. Nos que as energias amorosas do Pai nos fortaleça nas nossas necessidades para que possamos enfrentá-las com bom ânimo. E sigam em paz no passe virtual. Assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à
sica] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. >> Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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