Sexta-Feira Literária | Nos Passos do Mestre | com Janete de Azambuja Correa

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 17/05/2025 (há 10 meses) 1:03:52 511 visualizações 68 curtidas

Uma viagem pelos caminhos trilhados por Jesus na Terra é a proposta do livro-tema da Sexta-Feira Literária de maio. No dia 16/05, às 22h, acompanhe um bate-papo especial sobre a obra Nos Passos do Mestre, com a presença da autora Janete de Azambuja Correa, que compartilhará suas inspirações e reflexões sobre essa jornada com o Cristo. Inspirado em passagens do livro Boa Nova, ditado pelo Espírito Humberto de Campos e psicografado por Chico Xavier, o título convida o leitor a aprofundar a educação do Espírito imortal em todas as fases da vida, iluminando o cotidiano com lições do Evangelho. Uma conversa enriquecedora sobre Espiritismo, Educação, Fé, Imortalidade e o exemplo de Jesus – o Mestre que continua a caminhar conosco. Assista ao programa pela FergsPlay, no Facebook da Fergs e pela Fergs Rádio em www.radio.fergs.org.br. Baixe gratuitamente o aplicativo nas lojas Apple Store e Play Store.

Transcrição

Nos Passos do Mestre de Janete de Azambuja Correia, pelo espírito irmã Júlia Biliar, convida você para uma viagem pelos caminhos que Jesus percorreu na terra a partir das narrativas do Espírito Humberto de Campos, contidas no livro livro Boa Nova. Uma leitura suave, mas profunda, que apresenta um conjunto de reflexões para a educação do espírito imortal em todas as fases da vida, destinado aos pais, educadores e a todos os que já despertaram para a urgente decisão de educar-se conforme os ensinos de Jesus. A educação ante o excesso de recursos, os limites necessários na infância, os desafios da adolescência e a nossa relação com Deus são alguns dos temas analisados no livro Nos Passos do Mestre. É mais um lançamento da Fergs Editora, que você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil. Boa noite. Estamos aqui para mais uma sexta-feira literária, esse programa da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, que ele está sendo transmitido pelas nossas redes e também pela FERGs Rádio. Eu me chamo Roseni Siqueira, sou multiplicadora da área do livro e hoje estou dividindo essa bancada com Aliamara Nascimento, nossa vice-presidente de da de relações institucionais e com a Janete a Zambuja, nossa convidada da noite, né? Sejam bem-vindas. Então, nós pedimos pros nossos amigos compartilharem esse link que é muito importante para que ele possa ir para muitos lugares pra gente distribuir, né, nas redes essa literatura tão bacana e essa nossa sexta literária que já está na sua quinta edição. Então, eu vou passar a palavra paraa nossa amiga Janete Azambuja. que vai fazer as suas considerações e depois paraa Lia Mara que também vai dar as suas saudações iniciais. E já vamos direto paraa primeira pergunta que eu sei que vocês estão esperando, né, ansiosos por essa sexta-feira literária. Boa noite, Roseni. Boa noite, Lia. Boa noite a todos os queridos amigos que nos assistem nesta noite, que estão conosco em coração, em presença e é uma alegria estar em mais esta sexta-feira

iterária. Boa noite, Roseni. Boa noite, Lia. Boa noite a todos os queridos amigos que nos assistem nesta noite, que estão conosco em coração, em presença e é uma alegria estar em mais esta sexta-feira literária. Gratidão imensa à nossa Fergs, a nossa editora Fergs e a todos esses irmãos que fazem da literatura espírita este farol para a humanidade. É uma imensa alegria estar aqui e podermos conversar sobre mais esta obra. Então, boa noite, queridas amigas, Janete, Rosini e todos que estão conosco neste momento. Sejam muito bem-vindos. É uma alegria estar com vocês dividindo esse momento tão especial nesta sexta-feira literária que sensibiliza nosso coração por nos remeter aos passos de Jesus quando esteve aqui na terra. E para darmos início à nossa conversa sobre o seu novo livro Nos Passos do Mestre, né? Só a beleza da capa já nos envolve em uma sintonia mais elevada, mas é uma obra psicografada e por isso a gente não pode deixar de perguntar quem é o espírito, irmã Júlia Bilhar, você já teve outros contatos? Já tinha tido outros contatos antes com esse espírito? Janete? Pois é, olhando para a capa, eu também me comovo com a imagem. Sou muito grata à equipe da federativa da editora, o Mike em especial pela confecção da capa, que é sempre confeccionada com muito carinho, mas esta capa nos toca o coração e nos remete muito à suavidade desse espírito. Quem é, irmã Júlia? Eu também não sabia, eu também não conhecia. Em 2020, início de 2020, eu tive a visita de um outro espírito, um outro espírito que se apresenta como alma feminina, que se apresentou de uma maneira muito sorridente, muito serena, me tomou pela mão e me levou para uma conversa e me convocou para uma tarefa que eu ainda não sabia qual era. E eu fiquei surpresa com a presença daquele espírito, mas eu procuro, desde o início do meu trabalho confiar na espiritualidade, porque na minha pequenez eu não enxergo muito longe, eu não tenho uma visão muito avançada. Então eu me entrego a Deus, eu rogo a Jesus e eu fico esperando que as

trabalho confiar na espiritualidade, porque na minha pequenez eu não enxergo muito longe, eu não tenho uma visão muito avançada. Então eu me entrego a Deus, eu rogo a Jesus e eu fico esperando que as coisas fluam no seu ritmo natural. Eu sempre peço assim que se for algo bom que possa se concretizar. Mais adiante esse espírito me convocou a escrita de algumas obras nacação e eu comecei aos do mestre sem qualquer pretensão. E eu confesso sempre que eu achei um livro muito simplinho, assim à primeira vista e eu fui escrevendo, bom, é mais um livrinho, mas eu tinha muitas dúvidas. Qual o nome que eu vou dar? Porque o espírito não me autorizava a divulgar o nome dele. E qual nome eu vou dar? Mas não importa. Eu vou escrever. Se for bom, eu vou ter um esclarecimento. E somente com o livro quase pronto, em 2024, este espírito veio novamente trazendo a irmã Júlia a minha presença e me apresenta a irmã Júlia, que apareceu para mim como uma menina com um rosto de uns 13, 14 anos, talvez um pouco mais, muito magrinha, um sorriso proeminente, muito sinensa. Então elas me disseram no teus teu livro e nos próximos, nesta seara educativa vai constar o nome da irmã Júlia. E eu não conhecia a irmã Júlia até então. Dado o seu nome, eu fui pesquisar quem era Júlia Billard. E pesquisando, eu me surpreendi com as fotos que eu encontrei, porque retratavam aquele rosto que se apresentou. E fui então conhecer a história dela, que eu não conhecia. Eu nunca tinha ouvido falar da irmã Júlia e fiquei assim fascinada com a história dela e fui me aproximando desse espírito. Então, terminei o livro, foi colocado o nome dela e eu apresentei para a federativa. E foi uma surpresa assim com a repercussão que o livro tem tido, com os ensinamentos que ele traz. E eu costumo brincar que eu peço perdão. Às vezes eu digo a Julinha, eu peço perdão à Julinha porque eu menosprezei a escrita dela. Eu não sabia que ele trazia tantos ensinamentos. Quando eu entreguei a federativa, que sempre há aquela análise profunda da obra, muito

, eu peço perdão à Julinha porque eu menosprezei a escrita dela. Eu não sabia que ele trazia tantos ensinamentos. Quando eu entreguei a federativa, que sempre há aquela análise profunda da obra, muito bem feita, que nos dá uma tranquilidade maior, eu pensei assim, é mais um livrinho, vou entregar, mas esse é um livro muito simplinho. E quando veio a análise do livro, quando foi aprovado, eu também não dei muita importância, mas quando ele chegou nas minhas mãos, pronto, encadernado, que eu li novamente, eu li com outros olhos. Aí eu li com os olhos de leitora. E nesse momento eu gostei, foi bem interessante porque eu li de uma maneira diferente e eu gostei muito do que eu vi e me surpreendi. Aí eu pedi perdão a ela porque eu percebi que ela trazia muitos ensinamentos com poucas palavras e com uma doçura imensa. É verdade. esse livro assim, olha, sempre quando a gente tem a oportunidade, chega os originais, a gente dá aquela olhada, mas quando ele está, né, já editado, eh, parece que é outro livro, né? tu olha, tu consegue ver eles nos nos capítulos com toda a diagramação. E e é muito interessante quando nós eh começamos a ler esse livro, nós já sentimos a delicadeza da obra, né? o o o estilo que ela fala é um estilo muito doce e ela fala de assuntos que a gente já conhece, já leu em outras obras, assistimos eh nas exposições, mas ela fala de uma outra maneira. Nós temos aqui no capítulo dois, quando ela fala do amor maternal, eh, nós fizemos um estudo na FERGs com a os nossos colaboradores da parte comercial e foi tão emocionante, tão emocionante o que eles, quando nós chegamos no capítulo dois, quando fala desse amor maternal que nós Nós chegamos a lágrimas, né? Então, Janete, eu quero que tu fale sobre esse capítulo que tá lindíssimo, que fala sobre essa questão dessas mães na transição. O que que tu tem para nos acrescentar mais nessa noite? Pois é, Júlia não foi mãe na sua existência, ela foi uma freirinha, ela foi uma menina muito pobre que ao ter notícias de

sas mães na transição. O que que tu tem para nos acrescentar mais nessa noite? Pois é, Júlia não foi mãe na sua existência, ela foi uma freirinha, ela foi uma menina muito pobre que ao ter notícias de Jesus, ainda com 7, 8 anos, ela se encantou por ele e em decorrência disso, ela passou a se alimentar apenas com a comunhão e o seu corpo ficou doente. Ela ficou a maior parte da existência paralítica, mas isso não impediu que ela criasse orfanatos, que ela criasse escolas para as crianças pobres. E ela nos traz agora esse texto falando de mãe. Então, que conhecimento ela tem? Ela tem esse conhecimento do amor mais puro de uma mãe que não concebeu, mas que foi ao encontro das crianças sofredoras como uma religiosa. E ela nos traz a definição de mãe como a mais sublime partilha com a obra do criador. Ela nos diz que mãe é o que mais representa a missão da divindade aqui na Terra. Apesar das imperfeições dessas almas femininas, nós temos então este presente de partilhar com Deus esta tarefa educativa dos nossos irmãos. E nesta era de regeneração, ela nos diz que as mães acompanham o choro daqueles ditos inocentes, ou seja, das crianças, mas que são espíritos imortais. As regalias que nos pedem os adolescentes, as suas intempéries, as suas revoltas, as suas incompreensões e mesmo os filhos ditos maduros, já adultos. Então, a mãe é aquela que acompanha desde a primeira infância e até a madureza da vida. Enquanto estiver junto a caminho, a mãe é esta representação divina, é aquela imagem forte, é aquele amparo que nós buscamos enquanto nós temos ao nosso lado, ao mesmo tempo com doçura e que nos leva para o caminho da educação do espírito. E num tempo de regeneração, Júlia nos fala então das dores dessas mães. Tem uma umas passagens muito bonitas que ela nos diz assim: "Silêncio, quando uma mãe chora, respeito quando uma mãe chora pelo filho que desencarnou antes dela, porque esta dor é excruciante para esse espírito, para a mãe que acompanha, que está fazendo este papel de representar o

mãe chora, respeito quando uma mãe chora pelo filho que desencarnou antes dela, porque esta dor é excruciante para esse espírito, para a mãe que acompanha, que está fazendo este papel de representar o cuidador maior que é Deus. Ela vê o filho partir antes, retornar. Então é aquele vazio do filho que voltou, que ela não pode ter mais sobre os seus olhos nesta existência, entre outras lutas diárias que todas as famílias passam nestes tempos de regeneração. E tudo isto buscando a formação do caráter do espírito. Então ela alerta muito quanto a mãe deve buscar a fundamentação no evangelho de Jesus, sempre seguindo os passos de Jesus. E aí eu me lembro muito das passagens do Boa Nova em que Maria conversa com Jesus. Tem uma passagem muito bonitinha, né, que Maria que se preocupa com a educação de Jesus e que Jesus disse que ela não se preocupe, que ele vai trabalhar como seu pai trabalha na carpintaria e começa a talhar uma madeirinha e vai trabalhar como seu pai trabalha no céu. Então é um paralelo que a Júlia traz entre esta obra tão bonita, né, que nos traz a infância de Jesus e a missão das mães de agora. Então, o sofrimento de Maria, o nosso sofrimento atual, quais são as lutas, quais são as dificuldades e paralelamente este papel tão doce, tão especial, mas que nos requer tanta fortaleza e Jesus caminhando ao nosso lado, tentando nos instruir. Então, um espírito imperfeito recebe missão da divindade de educar, de guiar, mas também de acalentar na sua doçura. É claro que existem as mães que falham, as mães imperfeitas, as mães que não cumprem o seu papel, mas haverá um tempo, um dia em que cada uma de nós vai cumprir, em que cada espírito vai cumprir aquilo que deixou para trás. E este vínculo de mãe e de filho, ele é imortal, ele é para sempre. Uma vez mãe é uma vinculação, como o Chico dizia, né, que a prece de mãe arromba as portas do céu. Ou seja, a prece de mãe é capaz de buscar a ajuda, a solução para aquele espírito sofredor. Quantas vezes nós acompanhamos

culação, como o Chico dizia, né, que a prece de mãe arromba as portas do céu. Ou seja, a prece de mãe é capaz de buscar a ajuda, a solução para aquele espírito sofredor. Quantas vezes nós acompanhamos nos recados que nós recebemos nas atividades mediúnicas das mãezinhas que vem socorrer os seus filhos que estão sofrendo após a desencarnação. Então é um elo permanente. A Júlia consegue de uma maneira muito poética, mas muito firme, muito evangélica, trazer este papel das mães aqui na terra. Eu espero assim, quando eu leio, eu tento olhar aquilo ali e tirar algo e me autoanalisar no meu papel de mãe, o que que eu estou provendo, o que que eu não estou conseguindo alcançar. Então eu espero que esta reflexão chegue a todas aquelas mãezinhas que leem e que também se sintam valorizadas, como ela nos diz, respeito pela mãe trabalhadora que vai para o trabalho, que deixa o filho na creche, que pega o coletivo, que faz a sua parte. e que cumpre tantos papéis nesta seara. E a par de tudo isso, não pode esquecer esta missão e buscar no evangelho de Jesus um caminho para este espírito, para que um dia os seus filhos sigam os passos do mestre. É um desafio enorme para todos nós que a Júlia certamente já aprendeu em outras existências e exercitou na existência enquanto irmã Júlia, deixando esse legado para inúmeras crianças que se encontravam na orfandade. Eh, isso que tu está falando, Janete, tem um pedacinho. O meu livro é todo marcadinho, tá? Mas eu eu separei aqui que eu acho tão lindo eh o que ela diz aqui, ó. Persistam as mães e o mundo encontrará a tão desejada evolução moral, transformando-se todos os homens em bons filhos de Deus, educados por mulheres de bem, leais ao criador e aos próprios deveres. Lindo, né? Então, eh nós mães, nesse momento, né, nessa oportunidade divina, nós estamos ajudando o criador, né? Ela ela traz esse viés assim para que a gente realmente reflita, né? Então é, é imensa responsabilidade. Exatamente. É, mas é muito lindo mesmo a gente a gente vê assim essa forma doce

o criador, né? Ela ela traz esse viés assim para que a gente realmente reflita, né? Então é, é imensa responsabilidade. Exatamente. É, mas é muito lindo mesmo a gente a gente vê assim essa forma doce dela falar, mas ao mesmo tempo nos trazendo a responsabilidade como mães, né, que recebemos essas almas para aproximá-las de Deus, né? Essa é a nossa eh principal missão, vamos dizer assim, né? aproximar essas almas do pai, do pai maior. E o teu livro, né, esse livro da da nossa irmã Júlia, ela realmente nos nos traz essa essa visão, não é? E assim, né, a gente eh a gente viu assim no quanto a autora espiritual, a nossa querida irmã Júlia, convida para essa aproximação com com Jesus através de um de um processo educativo profundo, transformador. Eh, ela nos fala da educação na escassez, nos fala do sofrimento como instrumento de aprendizado. fala também da educação das emoções, dos sentimentos, da moral. Isso são temas que está ao longo desse livro. Então, Janete, a luz do exemplo do Mestre Jesus, eh, como é que você poderia comentar sobre a importância e até mesmo a urgência dessa educação para cada um de nós em nossa caminhada evolutiva? Pois é, foi bem engraçado quando eu comecei a escrever que veio esse capítulo sobre a escassez, eu fiquei me perguntando: "Mas por que escassez? Eu nunca vi esse título antes, mas como sempre deixei fluir." E ela nos fala assim que nós vivemos uma antes nunca vista, pelo menos nos últimos tempos no nosso planeta. Há uma abundância de recursos materiais, há uma abundância de comunicações, há uma abundância em todos os sentidos. Mas o que que isso causa no espírito? Qual é a consequência de toda essa abundância no processo educativo de um espírito imortal imperfeito, que tem tantas coisas a vencer e que mergulha num processo reeducativo na reencarnação? O que que isso traz? Muitos espíritos equivocados pensam que educar é entregar tudo aos filhos. E aquele sentimento de culpa eu tenho que dar o máximo que eu puder, eu tenho que entregar tudo, eu tenho que dar o

sso traz? Muitos espíritos equivocados pensam que educar é entregar tudo aos filhos. E aquele sentimento de culpa eu tenho que dar o máximo que eu puder, eu tenho que entregar tudo, eu tenho que dar o melhor. Mas o que que nós estamos deixando de espaço para esses espíritos buscarem, para a criança, para o adolescente, para o jovem, até mesmo para o adulto buscar depois. E ela nos alerta que às vezes nós transformamos as crianças em pequeninos príncipes, entregando presente atrás de presente, mas falta a presença. Ela também nos alerta que há uma infinidade de profissionais que cuidam dos nossos filhos e que isso é saudável, é necessário em determinada medida, desde que não se entregue todo o processo educativo a eles, desde que não se entregue a esses profissionais e paralelamente se dê aos filhos todos os bens materiais possíveis, porque é preciso deixar algo para buscar. O espírito precisa ter o próprio mérito. Ele precisa vencer os seus desafios. Ele precisa conquistar. E falando nesse excesso de presentes, nessa abundância, ela nos fala que a escassez, dependendo da situação, educa muito mais. E aí nós podemos nos recordar de situações que nós já vivenciamos na nossa família. Quantas vezes a escassez já nos fortaleceu? Quantas vezes a escassez fortalece muito mais os vínculos, nos aproxima na hora da luta, na hora da busca, na hora da dificuldade, porque nos permite também exercitar os nossos méritos. Então, toda vez que nós exorbitarmos no materialismo, que nós quisermos ter a posse de todos os bens materiais e esquecermos de nós mesmos, da nossa essência, da nossa caminhada espiritual, essa abundância ela nos é prejudicial. Tem uma frase que ela nos diz assim que olhos verdadeiramente iluminados são daquelas crianças que recebem amor, que recebem carinho, não das crianças que recebem tudo. E nós que somos adultos, se nós recordarmos depois de uma certa fase o que que marcou na infância, o que que marcou na família, nós não vamos lembrar dos presentes. Nós vamos marcar

que recebem tudo. E nós que somos adultos, se nós recordarmos depois de uma certa fase o que que marcou na infância, o que que marcou na família, nós não vamos lembrar dos presentes. Nós vamos marcar daquele momento em que acreditaram em nós, em que nos deram força, em que nos deram energia. em que nós recebemos amor, em que confiaram na nossa capacidade, ou seja, aquilo que alavancou a nossa capacidade de autossuperação e não o excesso de mimos materiais. Então, meus irmãos, é preciso a educação também para escassez, porque nós vamos ter momentos de escassez em diferentes aspectos na nossa caminhada. E nós precisamos, então, estar aptos a lidarmos com a escassez, a controlarmos os nossos recursos. Ela nos fala, por exemplo, da imprevisão e nos diz que a imprevisão, ou seja, eu gasto tudo, eu exorbito dos meus bens materiais, eu exorbito da abundância, ela nos alerta que isto nos traz um desgaste emocional, porque depois eu vou ter que colocar toda a minha energia para buscar os bens materiais, para buscar novamente aquela abundância que eu desperdicei pela minha imprevidência. Isso nós observamos muito hoje em dia, porque há muita oferta, há muito chamamento nas redes sociais, em todo lugar é aquele compre, adquira. Esse produto vai te trazer a felicidade. Que felicidade? O que que um produto material acrescenta em mim? além de uma aparência passageira, de uma euforia momentânea que não é felicidade. Então, meu, esse conforto material com equilíbrio, com com limitação para não nos afastarmos do cumprimento das leis morais. E alerta que ninguém fogeado do descumprimento das leis morais. Então, nós vamos sofrer e depois vamos ter que buscar a cura. E onde está a cura? Não está no bem material. A cura, nos diz a Júlia, começa dentro de cada um. Essa reserva de de vitalidade que nós temos aqui dentro, de que a Júlia está presente em todos nós, que todos capazes de buscar e de recuperar initude emocional. E é esse legado então que nós temos que educar para que imprevidentes diante dos

s aqui dentro, de que a Júlia está presente em todos nós, que todos capazes de buscar e de recuperar initude emocional. E é esse legado então que nós temos que educar para que imprevidentes diante dos bens materiais para que usem tudo aquilo que possuírem para o bem-estar e euforia a felicidade que aquela consciência tranquila, cumprimento da lei moral, vivência, compartilhar com os mais necessitados, tudo valorizar a nossa. Olha, hum, a nossa amiga acho que caiu. Acho que caiu. Deixa eu só trazer aqui, Roseni, uma parte daquilo que ela estava falando, deste mesmo capítulo, que nos fala sobre a a educação na escassez. Tem uma parte muito interessante que diz assim: "É tempo de remodelar a educação das crianças neste planeta, entregando a elas mais carinho e presença física, que é o que a Janetinha estava nos trazendo, mais conversas e instruções saudáveis, mas também desde cedo a noção da responsabilidade." Então isso que ela estava nos falando, né, Roseni? eh, do quanto as crianças precisam dos pais darem amor a elas, né? Daremse, em vez de dar coisas, darem-se a elas é fundamental. Voltei. Não voltou aí, querida? Fam caio todos, mas fui eu. Alguma coisa aqui na minha internet. Não, mas tudo tudo certo. Ao vivo é assim mesmo. Ao vivo é assim mesmo. Gente, esse nosso chat tá bonito, hein? Ó o pessoal de longe aqui. Exato. Pessoal de longe. Tô vendo aqui, ó, o Cleto, a o José Eliamento, a Estela, a Carmir. Então, tem uma turma aqui muito bacana. Que bom, gente. Vamos, vamos colocando aí a cidade e vamos compartilhando esse link para mais e mais corações. Então, Janete, vamos mais um pouquinho no livro. Tem um capítulo que fala sobre a fé inabalável. Essa fé sem dogmas, é esse caminho que nos aproxima de Deus. Então, a gente sabe que muita gente lê sobre sobre fé, né? Mas esse livro ele nos fala de uma fé, de uma a Júlia nos nos mostra de uma maneira diferente, que tu fica pensando por de uma outra maneira. Eh, muitas coisas. Eu fiz várias anotações aqui, né? Então, ela é muito poética, né, né,

uma fé, de uma a Júlia nos nos mostra de uma maneira diferente, que tu fica pensando por de uma outra maneira. Eh, muitas coisas. Eu fiz várias anotações aqui, né? Então, ela é muito poética, né, né, nesse capítulo e ela fala que a fé torna o olhar radiante, a cabeça erguida, as mãos operosas e os pensamentos límpidos e determinados. Ah, então, e com esse, com essa, eh, esse pequena frase, quantas coisas ela nos passa? né? Então, a fé, quando tu tem fé, tu consegue outras coisas além da fé, né? Então, é essa forma de tu olhar diferente, ã, a tua postura diante da vida, a a as tuas mãos que trabalham em prol de outro, né? Então tudo isso vai te transformando, né, pela tua fé, por essa certeza que as coisas, né, são assim, vão melhorar nas situações difíceis. Então, coisa linda, né? E aí, e o meu pedido vai ser quando a a Janete voltar, que ela fale sobre esse capítulo que que é que é lindíssimo também, que é tão que é tão interessante, sabe, Rosini? Eu tava também, eu marquei esse. Ah, que bom rezando aqui. Que bom. Tá, nós queremos saber, Janete, desse capítulo que tu vai nos falar sobre a fé. Então, agora pois é, a Júlia fala de Deus de uma maneira muito bela. Ela diz que Deus é a água que acalma o espírito, o verbo que expressa amor e que Deus é uma centelha e é o todo. Então, nós estamos sempre conectados com Deus. E ela nos diz que embora esta conexão permanente, ele é perfeito, ele existe desde sempre e nós estamos nos conectando com ele no dia a dia. E no dia a dia nós vamos forjando essa relação com Deus. Mas nós, imperfeitos, às vezes nos equivocamos. Nós temos um problema, nos enfraquecemos e nós afirmamos assim: "Briguei com Deus, não rezo mais. A minha prece não está adiantando. Deus não ouve as minhas preces ou brigar com Deus. Isto acontece para alguns em determinadas fases da existência. Mas a Júlia diz assim: "Não adianta nós brigarmos com Deus porque não depende de nós, porque a relação é dele para conosco. Nós somos criados por Deus. Então essa relação não é possível

da existência. Mas a Júlia diz assim: "Não adianta nós brigarmos com Deus porque não depende de nós, porque a relação é dele para conosco. Nós somos criados por Deus. Então essa relação não é possível de ser rompida, não depende de nós. É uma conexão perene, porque ele nos ama em todas as situações, ele nos protege em todas as situações. Ele está sempre conosco. Então, nesta relação com Deus forjada no dia a dia, nós temos que ir desenvolvendo a nossa fé. E a verdadeira fé, ela nos diz, torna o olhar brilhante, torna o olhar radiante. Aquela pessoa que ainda não sabe como vai conseguir vencer o seu problema, mas acredita, tem fé, tem coragem e entrega a Deus. Eu vou. E a gente vê aquele brilho no olhar, aquele olhar que radia a luz, aquele exercício da fé com a coerência emocional de que a Julia nos fala. Porque se eu sou filho de Deus, se a minha relação com ele é permanente e ele é todo amor, ele é todo luz, ele é todo bondade, ele é toda evolução, então nesta caminhada, nesta filiação com Deus, eu vou alcançar tudo aquilo que eu desejo. Eu posso, eu vou conseguir. Então este é o exercício da fé, esta relação que nós vamos forjar no dia a dia. que é esse dia a dia nos nossos problemas, é nas nossas dificuldades, é nossos desafios de educação, porque quando nós reencarnamos aqui na Terra, nós já bem sabemos, não estamos a passeio. E se é um processo reeducativo, há provações, há ainda expiações. Então, essas provações são dificuldades. As expiações são dores, são sofrimentos. E é nesses momentos que nós vamos exercitar a nossa fé. É no momento da desencarnação do ente querido. É no momento da escassez do desemprego. É no momento da dificuldade de educar os nossos filhos. é no conflito dentro do lar, é no exercício do poder, aquele capítulo que ela também nos traz tão importante sobre uma nova proposta de poder, de convivência entre nós. Então, em todos esses momentos, nós vamos exercitar a nossa fé. E além disso, ela nos alerta que nós precisamos afastar dos nossos

mportante sobre uma nova proposta de poder, de convivência entre nós. Então, em todos esses momentos, nós vamos exercitar a nossa fé. E além disso, ela nos alerta que nós precisamos afastar dos nossos pensamentos as ideias perniciosas que vêm e se apresentam disfarçadas de solução. É muito interessante esta frase da Júlia. ideias perniciosas, disfarçadas de solução. Então, aquilo que parece muito fácil, que vem no momento da euforia, que quer nos afastar do caminho do bem, que não deixa a nossa consciência tranquila, que nos afasta da caminhada de Jesus, que não é a prática do evangelho, que nós sabemos que está errado, mas nós continuamos fazendo. Então, isto é a falta de fé, é o que nos afasta da prática do evangelho de Jesus. E aí a Júlia nos pede o olhar responsável, o olhar responsável para nós mesmos, para os nossos problemas, para as nossas dificuldades e para esta relação com Deus. Infelizmente há irmãos que se negam a falar a palavra Deus, há irmãos que se negam a acreditar em Deus. A notícia é que continuam sendo filhos de Deus, que continuam sendo amados por Deus, porque Deus não se importa se nós estamos afirmando que não acreditamos nele, se nós não o amamos. Ele continua nos amando, ele continua nos guiando, ele continua trazendo a espiritualidade de luz como instrumento para alavancar o nosso progresso. Mas em algum momento nos diz a Júlia, nós vamos ter aquela fé lúcida, aquela fé que se afasta dos dogmas antigos sem substituir esses dogmas por dogmas da atualidade. Ela também traz este alerta, porque às vezes nós falamos na tal da razão, no não vivenciar mais os dogmas, mas substituímos esses dogmas por outros, por falsas percepções deste momento, da atualidade que nós passamos a vivenciar e que se tornam dogmas, porque nós não conseguimos retirar da nossa existência. Então, a fé é afastar tudo isto do nosso cotidiano e nos conectarmos cada vez mais com Deus, nosso pai. Eu me empolgo, desculpem, meninas, tá excelente. Mas não tem como não se empolgar. Não tem como não se empolgar.

astar tudo isto do nosso cotidiano e nos conectarmos cada vez mais com Deus, nosso pai. Eu me empolgo, desculpem, meninas, tá excelente. Mas não tem como não se empolgar. Não tem como não se empolgar. E sabe, Janete, aqui falando ainda da fé, eu achei algo muito importante e eu destaco aqui que ela diz assim, ó. Quando nos abalamos com os problemas e desvanecemos nas lutas diárias, demonstramos falta de fé, desconectando-nos momentaneamente dos fluidos positivos ao nosso redor. Desse modo, é preciso curar, refazer o elo e recomeçar. Sempre a esperança, né? Vamos seguir. Vamos lá. Isso. Curar e vigiar, né? a cada momento, a importância de cada pensamento. É muito Uhum. Perfeito. E já no capítulo 10 intitulado Sofrimentos educativos, algo que nos chamou a atenção é a forma como a irmã Júlia conduz a reflexão, porque apesar de o tema centrar o seu sofrimento, nos chamou atenção a maneira profundamente bela que ela traz. Ao longo do capítulo, ela nos fala sobre a felicidade, sobre a importância de nos educarmos para essa busca. E a felicidade apresentada como uma plenitude das emoções. E mesmo entre as dores do mundo, né, há aqueles que encontram força para superar. E aí, né, o que que tu poderia comentar sobre esse capítulo? Por favor, Janete? Pois é, lembrando a própria existência da irmã Júlia, aparentemente ela teria tudo para ser uma sofredora, paralítica, por muitos anos, uma menina pobre, com inúmeras dificuldades, ficou sem poder falar por muitos anos também. E olha tudo que ela fez, tudo que ela produziu, tudo que ela, todos que ela cuidou, o legado que ela deixou, toda a congregação de Notredame que ela fundou, as escolas. Então, é um espírito que mesmo na dor ela produziu o tempo todo. E ela nos fala então numa passagem do livro dos dilemas humanos fundamentados no despreparo emocional, na imaturidade, no medo, na falta de fé. Então, a importância de no momento da dor a gente estar preparado emocionalmente. Sofrer, todos nós sofremos, ficar tristes, todos nós

no despreparo emocional, na imaturidade, no medo, na falta de fé. Então, a importância de no momento da dor a gente estar preparado emocionalmente. Sofrer, todos nós sofremos, ficar tristes, todos nós ficamos. Problemas todos têm, mas é preciso estar preparado emocionalmente para não entrar em desespero, para continuar a viver, para continuar a produzir algo bom para a humanidade. Porque se nós esperarmos um momento de plenitude, nós nunca vamos fazer nada neste mundo. Olha o exemplo de Divaldo que apartou, acabou de retornar para a pátria espiritual. as dificuldades que ele enfrentou e todo o trabalho que ele produziu, apesar das limitações, ele começa dando aula em cima de um caixote e hoje a mansão está lá gigantesca. Então, todos estes dilemas às vezes nos atrasam na caminhada, o medo, a falta de fé, as dores. E ela nos fala, por exemplo, das dores da carne. Ela nos diz que a dor da carne é uma da dor, uma das dores que mais nos traz sofrimento, sofrimento excruciante, porque nós estamos jungidos à matéria. Então, é preciso muita preparação emocional para suportar a dor da carne, para suportar a doença, para atravessarmos o período de doença com fé. Ela nos fala das lágrimas dos sofredores, mas ela nos alerta que em todas essas dores, na doença, nas lágrimas de toda sorte, na falta do alimento, muitas vezes falta a força da prece, a conexão da prece sincera. Enquanto a prece nos traz o socorro instantâneo por um instrumento. É um vizinho que bate a porta, é um amigo que reaparece na nossa existência do nada, é aquele desconhecido que nos alcança o recurso necessário. Então, a importância desta prece que nos conecta mentalmente às falanges do bem e que nos põe numa conexão tão positiva que nós alcançamos a solução para aquela dificuldade. É claro que a solução nem sempre é resolver tudo no mesmo momento, porque nós precisamos passar por aquele aprendizado, nós precisamos passar por aquela prova, nós precisamos às vezes das lágrimas para aprender a rezar, porque nós esquecemos nos momentos de

momento, porque nós precisamos passar por aquele aprendizado, nós precisamos passar por aquela prova, nós precisamos às vezes das lágrimas para aprender a rezar, porque nós esquecemos nos momentos de felicidade, nos momentos em que está tudo bem, nós esquecemos do criador, nós esquecemos dos necessitados, nós esquecemos da conexão pela prece. Quantas vezes nós rezamos ao deitar, ao acordar ou rezamos apenas quando nós necessitamos? Então, a importância desta conexão permanente. E aí ela nos fala então que é possível a felicidade, é possível ser feliz, apesar de todas as provações, de todos os problemas aqui na Terra e que essa felicidade é um estado de consciência, é aquele estado inabalável do espírito que sabe que tudo vai passar, que ele está passando por uma experimentação, que ele está vivenciando um desafio, que ele não está sozinho, que ele está acompanhado pela espiritualidade. que ele está amparado por Deus e que ele tem condições de superar as suas dificuldades. Então, vem aí a aceitação de que a Júlia nos fala tanto, aceitar problema, aceitar a limitação, aceitar que eu vou passar por aquele período e depois então a superação. Nós vamos superar naturalmente nesta conexão divina, nesta conexão de luz com os espíritos mais elevados, nós vamos reencontrando a vitalidade, principalmente a vitalidade emocional para vencermos as nossas dores e nos tornarmos mais fortes. Então, todo este sofrimento, todas estas lutas, ela nos fala desta maneira tão bela, de que é algo necessário, de que é algo passageiro, de que é algo que nós vamos superar e de que é algo que vai nos fortalecer. E quando eu vejo o sorriso da Júlia, meninas, irmãos queridos, o sorriso daquele espírito é tão leve, é de uma menina assim, que superou a dor e que traz estas mensagens como ensinamento, que continua trabalhando. E aí a gente compreende, meu Deus, é possível, é possível vencer a dor, a dificuldade e superar e fazer o bem, apesar das imperfeições. Então, cada um de nós tem também este papel, quem sabe

balhando. E aí a gente compreende, meu Deus, é possível, é possível vencer a dor, a dificuldade e superar e fazer o bem, apesar das imperfeições. Então, cada um de nós tem também este papel, quem sabe de imitar um pouquinho a Júlia na nossa pequenez, mas de imitar um pouquinho a sua caminhada e nas nossas dores continuar ajudando, continuar produzindo e buscando esta paz nas nossas emoções. Então, controlar as emoções para não entrar em desespero e vencer os nossos problemas. Deixa eu só assim, ó. Maravilhoso, gente, muito lindo. Eu queria destacar aqui também nesse mesmo capítulo, olha a doçura dela e e o quanto ela sempre traz esperança, né? Ela diz assim: "A dor nunca é um castigo divino. O pai não pune, ao contrário, alivia, atenua, socorre, mostra o caminho, acalenta, protege de condutas irreversíveis". Olha o a doçura dela, não é? Lembrei de uma outra frase, Lia, que ela diz assim, que às vezes nós julgamos que o sofredor é atrasado, mas que o sofredor não é atrasado. O sofredor é um espírito que já evoluiu um determinado ponto e que é capaz de vencer aquele sofrimento, porque Deus não nos dá um sofrimento que nós não estejamos apto a superar. Então, o sofredor nunca é um espírito atrasado, ao contrário, é um espírito que já tem uma determinada bagagem que o torna apto a passar pela aprovação atual. É, e ela traz um um outro viés nesse olhar da dor, né? É muito interessante. E assim, ó, voltando aqui ao nosso chat, tem um aqui que eu que eu vou ter que ler esse aqui, que ele tá dizendo aqui, o nosso amigo, o Vanderle, ele diz que ele está amando o livro e ele, eu dei deu um mergulho na sua infância com a leitura dessa obra. Lindo, né? E aqui tem mais, tem mais aqui, ó. O José Elianetinha desenvolveu novos nossos talentos. É um trabalho, desenvolver nossos talentos é um trabalho diário. Quando a família ajuda, tudo fica alegre, mais alegre. Mas muito trabalho no horizonte do espírito. Tem aqui a a Dilma que nos deu boa noite. Tem o o Luís Gustavo, quem é que que

é um trabalho diário. Quando a família ajuda, tudo fica alegre, mais alegre. Mas muito trabalho no horizonte do espírito. Tem aqui a a Dilma que nos deu boa noite. Tem o o Luís Gustavo, quem é que que conhece sua família? querido autor também, ele diz: "Se é para buscar um falso recomeço na existência, levando ao próprio sofrimento, é preferível que se estacione até que haja condições dignas de modificação, sem o atropelamento aos sentimentos". Está na página 107, eles nos traz também. O Cleto diz que também esclarece que somente sofre quem está em condições. Condições, né? Muito interessante. É a bondade de a bondade. Olha quantas reflexões, gente, que temos aqui. Muito sensível. A a Elane diz que tá é muito sensível à abordagem da nossa irmã e e os desapegos, pois viemos de mãos vazias e assim retornaremos. Ó, olha quantas reflexões a gente vai sentindo, né, em cada capítulo, quantas coisas que a gente vem. E continuamos aqui. Eu tenho mais uma pergunta para ti, Janete. Quando a Júlia nos fala da personalidade juvenil saudável, e tem um pedacinho ali, eu não sei se eu vou falar exatamente, mas que eu gostei muito, que ela diz assim que a infância é o primeiro broto da nossa existência, né, da importância dela de se cuidar essa criança para que ele possa ser um jovem melhor, um homem de bem, né? Então, eu gostaria que tu nos falasse sobre essa proposta da Júlia na educação de seguir os passos do mestre, né, nessa caminhada tão importante que é infância, juventude. Pois é, ela nos fala muito nesse processo educativo, desde a infância, adolescência, juventude. Ela traz alguns alertas, alguns se referem assim à responsabilização pelos seus atos desde os pequeninos. Ela nos fala que na medida do possível é preciso responsabilizar os nossos filhos pelos seus atos para que aprendam que tudo decorre de uma lei de causa e efeito. Então, é preciso ensinar que cada atitude tem um reflexo. dar a criança a responsabilidade na medida do possível, dar ao adolescente, ao jovem, a

prendam que tudo decorre de uma lei de causa e efeito. Então, é preciso ensinar que cada atitude tem um reflexo. dar a criança a responsabilidade na medida do possível, dar ao adolescente, ao jovem, a responsabilidade pelo efeito do seus atos, para que ele perceba o que que ele está produzindo, para que ele também participe do seu processo educativo, para que ele consiga rever as suas atitudes. Um outro aspecto que eu achei bem interessante que ela traz, ela nos fala assim que às vezes nós afastamos os adolescentes, os jovens, das decisões, das situações que estão acontecendo no grupo familiar. E ela nos alerta que, é claro, nós não podemos dar ao jovem, ao adolescente, a responsabilidade de resolver os problemas da família, mas que eles têm condições e precisam estar cientes e participar de todas as problemáticas na medida do seu entendimento, para que se sintam pertencentes à família. Então, a importância de formar este elo, porque às vezes nós pensamos que afastando os filhos dos problemas familiares, nós estaremos protegendo, mas neste viés nós estamos prejudicando a formação do caráter do futuro adulto, porque ele não participa do problema. Ele não sabe que o grupo familiar tem dificuldades. Ele não sabe que tem a limitação financeira. Ele não sabe que existe a doença. Então, além de não saber que existe o problema, de não aprender a lidar com os problemas, com as dificuldades, ele vai sentir que não pertence à aquele grupo, porque não há o pertencimento, não há confiança. Não confiam em mim para dividir a realidade do grupo familiar. Eu vou entender naquele processo em que a juventude está mais agitada, está buscando a sua personalidade, está relembrando personalidades do passado, vai se sentir não amado, não bem-vindo. Então, é um processo muito complexo em que é preciso dar desde cedo a responsabilidade de cada um para que os jovens também percebam que tem momentos de luta na família, que os pais estão lutando, que estão em dificuldade, que a avó passou por dificuldade, que o

cedo a responsabilidade de cada um para que os jovens também percebam que tem momentos de luta na família, que os pais estão lutando, que estão em dificuldade, que a avó passou por dificuldade, que o irmãozinho tem dificuldade para que haja uma divisão de responsabilidades e uma troca principalmente de afeto. Ou seja, no momento em que eu compartilho das dificuldades da família, eu posso ajudar ao menos com meu afeto. E neste compartilhamento eu sou pertencente a este grupo. Que bom, isso fortalece os nossos vínculos. Então, é uma compreensão diferente das lutas do dia a dia, das dores e que às vezes nós queremos afastar dos nossos filhos, retirar do processo educativo e nos equivocamos. Então, ao invés de proteger, nós estamos formando adultos enfraquecidos, adultos mais medrosos, adultos que não carregaram a sua fé nas lutas do dia a dia, que não se fortaleceram e que não pertencem àela família, que se sentem excluídos e que não procuram o evangelho porque não sabem que o evangelho tem uma solução. Então, é preciso resolver o problema em família, é preciso rezar juntos. É preciso abastecer a nossa fé juntos no evangelho de Jesus. E assim, então, nós vamos seguir os passos de Jesus, cumprindo as tarefas mais simples do dia a dia, sem hesitação, com fé, com coragem, com lucidez no grupo do familiar, seguindo esses passos que Jesus nos ensinou, os passos que Maria, que José nos ensinar enquanto grupo familiar, de estar juntos o quanto possível. do repartir a problemática, do aproximar a todos, ou seja, aqui nesta família cada um tem o seu lugar. Aqui todos são bem-vindos, inclusive para dividirmos as nossas dores, mas principalmente para fortalecermos a nossa fé, para descobrirmos juntos o evangelho, para apresentarmos Jesus aos pequeninos. Então, desde pequenos, apresentar as crianças a figura de Jesus. apresentar a divindade, quem é Deus, quem é o nosso pai, fazer disto uma constante dentro do nosso lar, a presença de Deus, a presença de Jesus, mas principalmente a vivência do amor

figura de Jesus. apresentar a divindade, quem é Deus, quem é o nosso pai, fazer disto uma constante dentro do nosso lar, a presença de Deus, a presença de Jesus, mas principalmente a vivência do amor que nos une inclusive na dor. Exato. Isso, isso, sabe que a gente fica pensando, né? Principalmente nós mães, ã, que às vezes a gente quer poupar tantos nossos filhos, não quer que eles sofram, a gente sabe, tenta aliviar um pouco algumas coisas e às vezes é necessário que passem determinadas situações, né? Claro que sempre nós seremos o o porto seguro, estaremos ali, mas é é um é uma maneira, eu me fez pensar muito quando eu estava lendo eh essa parte assim, sabe, sobre essa questão do filho, né, de nós mães, né, que a gente aperta muito, abraça muito, né, e às vezes quer viver muitas vezes a vida do filho, né, então tem tem que deixar, né? Muito bacana isso. Mas esse esse nosso relógio, né, tá passando muito rápido aqui as coisas. Eu vou Tu tem mais uma pergunta, não tem, Lia? Tem mais alguma? Oi. Oi. Agora consegui abrir. Pois é, a gente já tenta, estamos falando, né, sobre eh o quanto a irmã Júlia, né, nos apresenta essa obra tão linda, tão maravilhosa, né? E aí seguir os passos do mestre, você já falou antes, né, Janetinha? O que que a gente deve fazer para realmente seguir? Será que possível a gente seguir Jesus na hoje no na no nosso mundo que nós vivemos do jeito que está? É possível seguir Jesus? Que que a gente precisa fazer? Pois é, Lia, o nosso mundo está agitado. Nós somos agitados. Nós buscamos tantas coisas. E a Júlia começa o livro nos dizendo: "Os passos de Jesus são suaves, são doces, são tranquilos". Então, seguir os passos de Jesus, como assim? na nossa vida agitada, cumprindo as tarefas mais simples, é o que a Júlia nos diz, sem qualquer hesitação. E ela nos fala do bem, do bom lenhador, aquele que pega a madeira sem pressa, que faz o seu trabalho, que vai cortando cada pedacinho. Então, sem hesitação, sem pressa. Quem sou eu neste mundo? Qual é

E ela nos fala do bem, do bom lenhador, aquele que pega a madeira sem pressa, que faz o seu trabalho, que vai cortando cada pedacinho. Então, sem hesitação, sem pressa. Quem sou eu neste mundo? Qual é o meu papel? Qual é o meu papel no grupo familiar? Onde está Jesus dentro do meu lar? Em que momento do dia eu sigo os passos de Jesus? Nas minhas atitudes, nos meus pensamentos, eu estou seguindo os passos de Jesus? Toda vez que eu penso, eu posso seguir os passos de Jesus. No meu trabalho profissional, eu posso seguir os passos de Jesus. No trânsito, eu posso seguir os passos de Jesus. Eu posso me elevar em prece quando eu acordo, quando eu durmo, mas principalmente dentro do meu lar. É dentro do nosso lar que nós vamos seguir os passos de Jesus. É dentro dos nossos lares que ele está nos acompanhando, tentando nos suerger, tentando nos reeducar, nos pedindo, olha, te educa aqui. Aqui é a tua escola principal aqui. Enquanto é tempo, ama. Perdoa. Esteja presente aqui com esses irmãos. te faz presente, faz com que este lugar seja um lar, seja família efetivamente. Eduque estes espíritos com amor. É isto que a Juliana nos diz, educar com amor, curar as a todas essas almas que estão na nossa responsabilidade. E a Júlia nos fala, tem uma frase muito bonita que ela nos diz que na farmácia do obreiro de Deus tem fluidos vitais amorosos de todos os obreiros. Então, que o nosso lar seja essa farmácia de um obreiro de Deus, com fluidos amorosos entre todos os seres, com problemas, com dificuldades, mas que nós possamos de vez em quando acalmar o nosso passo, silenciando um pouquinho os pensamentos, acalmando a nossa voz, cumprindo com as nossas atividades, edificando esse mundinho ao nosso redor, trazendo algo de bom para os nossos irmã. irmãos, acreditando que é possível fazer o bem, alavancando a nossa fé, fazendo essa fé brilhar no nosso rosto, num sorriso, no brilho do olhar para aqueles que nós amamos, mas também para aqueles que nos trazem dificuldades, quebrando então essas barreiras de

a nossa fé, fazendo essa fé brilhar no nosso rosto, num sorriso, no brilho do olhar para aqueles que nós amamos, mas também para aqueles que nos trazem dificuldades, quebrando então essas barreiras de dificuldades, nos aproximando e dizendo: "Vamos conversar, eu estou aqui. Eu quero o seu bem. Nós não somos inimigos. Nós somos todos irmãos filhos de Deus. Então, os passos de Jesus são os passos do perdão, são os passos do amor, são os passos do trabalho, são os passos desta perene conexão com o criador que nos dá esta valiosa oportunidade de crescimento. E aí, maravilhoso, né? Maravilhoso. A gente poderia conversar muito mais tempo, mas o nosso tempo já tá, né? se esgotando, né, vamos para as nossas despedidas, então, Lia, então as tuas despedidas pro nosso pessoal, depois a Janete. Olha, certo. Eu só gostaria de agradecer assim do fundo do meu coração por esse momento, por essa conversa, por essas reflexões. Cada vez que a gente ouve essas palavras, né, da irmã Júlia, elas tocam profundamente o nosso coração e a gente realmente deseja seguir os passos de Jesus, que a gente consiga seguir os passos de Jesus no nosso dia a dia, na nossa vida, em todos os locais que nós estejamos. Gratidão por esses momentos. Gratidão, Janete, por nos trazer essa obra tão especial. A minha gratidão a irmã Júlia que me confiou essa tarefa, apesar das minhas desconfianças, dos meus medos, da minha pequenez, a minha gratidão à Federação Espírita do Rio Grande do Sul, a editora Ferges, a Rosenin especial que sempre me acolhe, e a todos os irmãos da federativa. Gratidão a todos que estão conosco hoje, mas gratidão acima de tudo a Jesus e a Deus nosso pai que nos dá essas valiosas oportunidades de servir. E que eu possa continuar sendo instrumento hábil as mensagens da irmã Júlia, de quantos espíritos necessitarem para levar alguma mensagem aos nossos irmãos, porque na minha pequenez é o que eu consigo oferecer neste momento. Muito obrigada. Muito bom estar com vocês. Eh, espero que muitos possam, né,

essitarem para levar alguma mensagem aos nossos irmãos, porque na minha pequenez é o que eu consigo oferecer neste momento. Muito obrigada. Muito bom estar com vocês. Eh, espero que muitos possam, né, ler esse livro, né, que ele é muito mais que uma leitura, né, ele é um um roteiro a seguir, né? Então, que a gente possa então cada vez mais divulgar, né, esse livro. Agradeço a vocês, agradeço ao Cris que está nos dando todo o suporte, agradeço aos nossos amigos que estão nos assistindo, né? E estamos no finalzinho, mas lembrando que no mês que vem nós temos mais sexta literária, né? e contamos com a presença de vocês. Um grande abraço a todos e uma boa noite. Nos Passos do Mestre de Janete de Azambuja Correia, pelo espírito Irmã Júlia Biliar, convida você para uma viagem pelos caminhos que Jesus percorreu na Terra a partir das narrativas do Espírito Humberto de Campos contidas no livro Boa Nova. Uma leitura suave, mas profunda, que apresenta um conjunto de reflexões para a educação do espírito imortal em todas as fases da vida, destinado aos pais, educadores e a todos os que já despertaram para a urgente decisão de educar-se conforme os ensinos de Jesus. A educação ante o excesso de recursos, os limites necessários na infância, os desafios da adolescência e a nossa relação com Deus são alguns dos temas analisados no livro Nos Passos do Mestre. É mais um lançamento da Fergs Editora, que você encontra nas principais livrarias espíritas do Brasil.

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