Sérgio da Fonseca | A ARMADILHA DO EGO: A CRÍTICA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 29/04/2025 (há 11 meses) 44:40 292 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Que a paz do meigo Rabi da Galileia, o amorável Jesus, seja sempre em nossos corações. Saudamos aqueles que nos vem, nos ouvem através da TV Rádio Comunão Espírita de Brasília, bem como aqueles aqui presentes, pelos quais nós agradecemos e pedimos Jesus que os protejam e os ampare nesta jornada terrena. Hoje nós elegemos para o estudo da tarde de hoje, um tema bastante interessante que fala sobre as nossas cautelas a respeito da crítica que viemos sofrer. Chama-se o tema da tarde, a armadilha do ego, a crítica. Então, sofremos críticas, especulações insensatas e isso nós poderíamos responder como positivo, porque vivemos num mundo eh em que o respeito à pessoa humana cada vez mais está distante de um objetivo superior. Olhando a panorâmica do mundo que nos envolve, nós olhamos e percebemos o quanto de desamor existe nas relações humanas. Nós estamos numa casa espírita e a casa espírita nos leva a concretizar processos de ambiente positivo. Quando adentramos um templo religioso, nós sentimos a harmonia deste ambiente. é diferente no centro espírita, né, onde o amor deve nortear a conduta, né, do cristão, do espírita. Portanto, o espírita deve substituir a crítica pelo apoio fraterno. Esta é a finalidade no trabalho ao qual estamos envolvido, que é um trabalho coletivo de fraternidade, portanto, um ambiente que exija quando convocados ao serviço do bem, da fraternidade, de o executar e para fazê-lo com a devida justiça, com o devido e do amor, devemos nos colocar no lugar do companheiro passível de reprimenda, portanto, de crítica para que a nossa palavra perca a propriedade de ferir. Então, nós temos objetivo, claro, na trajetória espírita, servir sem ferir a quem quer, quem quem quem quer que seja. Então, devemos evitar críticas no meio espírita. Não tenhamos dúvida que esse é o norte, é um primeiro passo que devemos ter. Mas essa ideia é absoluta, que não devemos fazer uma observação mais dura em relação a um determinado comportamento. Claro, portanto, que devemos evitar a crítica, mas nós não

o passo que devemos ter. Mas essa ideia é absoluta, que não devemos fazer uma observação mais dura em relação a um determinado comportamento. Claro, portanto, que devemos evitar a crítica, mas nós não devemos levar isso em termos absolutos. Uma vez se essas críticas forem seguras e construtivas, né, que elevam a feição de lições e advertências preciosas, segundo a visão, a ótica da doutrina espírita. Quando a crítica, portanto, ela é sincera e conduz a práticas amorosas e seguras. da vigilância. Nós estamos aí usando o crio da razão e do bom senso que tanto recomendou o codificador da doutrina, nosso insigne eh mestre Allan Kardec. Então, nós estamos falando na crítica positiva, na crítica agregadora, que não nos abdica de pensar com a razão, com o bom senso, porque isso é um direito nosso universal supremo, é dever intocável atribuído à raça humana. falando a respeito desse tema eh que nos traz profundas reflexões, o espírito Emmanuel, o instrutor já e do espírito já falecido do nosso Chico Xavier, por meio da psicografia do do nosso Chico, sugere que toda vez que tivermos eh estiver tivermos tentados a fazer uma crítica, que nós sejamos guiados pela misericórdia. Então ele diz, seja misericordioso, como afirmou Jesus nas bem-aventuranças. Então, o que quer dizer, o que emerge do pensamento é que nós não devemos nos postar através de acusações indevidas, acusações surdas que nascem do nosso orgulho, né, e não as críticas positivas que brotam espontâneas. do julgamento imparcial que fazemos em relação ao irmão. Portanto, é uma observação fraterna que objetiva sempre corrigir e ajudar. Então, o que permeia entre aquela coisa de julgar, de não julgar, é justamente valorizarmos o o esforço alheio. E e isso não implica necessariamente que vamos abdicar de observar os erros do próximo, mas o reconhecimento dos seus esforços. empreendidos a favor de uma causa comum, por exemplo, de um bem que podemos praticar. Portanto, o que sinaliza o instrutor Emanuel é justamente no sentido de

o, mas o reconhecimento dos seus esforços. empreendidos a favor de uma causa comum, por exemplo, de um bem que podemos praticar. Portanto, o que sinaliza o instrutor Emanuel é justamente no sentido de valorizarmos o o valor, o esforço alheio, aqueles que se conduzem na direção de haver conquistado um processo de amor em relação a seu próximo. As críticas elas brotam no cotidiano, no dia a dia. Nós não podemos negar que elas existem. E essas críticas são muito mais volumosas e brotam com muita intensidade, muito mais do que nós imaginamos. As críticas existem e todos todas as vezes que conversamos com alguém, nós somos convocados a fazer uma análise em relação ao nosso semelhante. Invariavelmente nós nos direcionamos para as críticas acerbas. Infelizmente, nós não olhamos com o devido aprumo, com o devido carinho, com o devido amor e nos vemos nesse sentido da intolerância, da impaciência, né? Olhamos que o irmão está no mesmo processo de sacrifício, de trabalho, como todos nós. Todos nós estamos neste mesmo diapazão. Então, estamos no planeta Terra para edificarmos uma tarefa. Precisamos construir para o bem e não destruir, que é muito fácil, eh, eliminar as pretensões de alguém, né, minar a os seus objetivos. Nós fazemos isso, infelizmente, a miúde. Não respeitamos, respeitamos o esforço alheio na direção do bem. Então nós criticamos a crítica, ela está sempre ali presente nos nossos átomos, né? É um processo de intolerância, é semelhante como se fosse, nós já ouvimos falar na sala, na soda cáustica. Imagine essa soda cáustica sobre uma ferida aberta. A ferida aberta a qual me refiro é a ferida das mazelas morais. Então, ao invés de perdoarmos, de entendermos, de sermos tolerante, nós acusamos. Nós acusamos e censuramos e o fazemos com uma crítica feroz, tenaz em relação ao nosso irmão. E isso prolifera na nossa sociedade contemporânea a mãos cheias. Vamos nos afastar de censurar a quem quer que seja, aquele irmão que trabalha submetendo-se a processos duros. Às

lação ao nosso irmão. E isso prolifera na nossa sociedade contemporânea a mãos cheias. Vamos nos afastar de censurar a quem quer que seja, aquele irmão que trabalha submetendo-se a processos duros. Às vezes nós estamos trabalhando, mas atrás de nós a nossa vida traz componente muito triste de trabalhos, de enfrentamentos que nós não conseguimos perceber. e avaliar. Então, o que fazemos? Nós criticamos, nós usamos o veneno da crítica. Nós, e eu digo espíritas aqui na maioria presente, precisamos aprender a lidar com a crítica e a divergência, porque nem todos vão aceitar o que falamos, o que somos, o que queremos, não é? Então, sempre haverá crítica e, por consequência divergência. Todos nós pensaremos de forma diferente. Então, ao invés de ficarmos chateados, vamos encarar a conduta do outro de maneira desassombrada, ou seja, sem cobranças excessivas e com menos milindre. Nós nos melindramos muito, nós nos queixamos muito da conduta do outro, sem perceber que essa conduta a quem nós cobramos poderia ser cobrada de nós mesmos. Portanto, devemos permear essas relações com um sentimento fraterno, de tolerância, de amor em relação ao outro. Portanto, devemos considerar perfeitamente natural quando nós assumimos um papel de destaque. Isso incomoda os outros. Quando nós temos na sociedade ou dentro de um tempo religioso em que nós assumimos uma posição de destaque, isso cria um processo de inveja em relação àquela pessoa. Então nós assoberbados pelo processo do orgulho, começamos a criticar. Isso é muito mais um processo de inveja em relação ao nosso irmão. Então, nós temos ideias, temos posturas e essas posturas podem acorrer que pode eh ensejar que espíritos amigos, espíritos que estão afinados com as nossas ideias concordem com elas. Mas existiam outros movidos pelo orgulhos, orgulho pela inveja que vão discordar. E então o que vai acontecer nesse processo? Ou nós aceitamos ou não aceitamos aqueles irmãos. São possibilidades que se abrem dentro de um processo de aprendizado ao qual estamos

ja que vão discordar. E então o que vai acontecer nesse processo? Ou nós aceitamos ou não aceitamos aqueles irmãos. São possibilidades que se abrem dentro de um processo de aprendizado ao qual estamos submetidos. Nós precisamos amadurecer psicologicamente para entender que há outras outros irmãos diferentes que têm ideias completamente opostas às nossas. Portanto, respeitá-las é um dever nosso, como espíritas, de entender que nem todos estão dentro desse mesmo diapazão. Então, discordar o criticar determinada ideia, por exemplo, de um escritor, de um palestrante ou de um médium, não significa necessariamente que estamos querendo destituí-los da oposição que ocupa, mas a maioria entende assim, quando você faz uma observação e essa observação não é acolhida, né? É que o porque o outro está entendendo que você quer minimizar, quer diminuir a sua personalidade, a sua figura. Então, nós devemos ter um cuidado de, ao fazer uma disensão, sermos contrário a um pensamento, uma ideia, devemos fazê-lo com bastante cuidado para que isso não aconteça, que nós não sintamos a ferocidade do outro em relação à nossa pessoa. Então, nós estamos, veja, praticando nenhuma violência contra a pessoa apenas porque pensamos diferente dela, sentimos de forma completamente também diferente e queremos de modo também diferente. de fato, perfeitamente natural e humano e necessário ao nosso aprendizado evolutivo. É, é possível discordarmos de alguém e mantermos saudável a convivência, não é verdade? Nós nós podemos dizer: "Eu não concordo com a sua ideia, com a sua forma de sentir, da sua forma de se conduzir na vida, na forma de pensar". Mas eu não creio nenhum anátema, nenhum antagonismo em relação aquela pessoa, ao meu irmão, enfim, a um adversário. Enfim, nós não precisamos alimentar uma disensão. Podemos manter, portanto, saudável uma convivência. É possível discordarmos e conservar respeito. Nós podemos dissentir e alimentar carinho e concordar em outras tantas coisas com essa mesma pessoa.

. Podemos manter, portanto, saudável uma convivência. É possível discordarmos e conservar respeito. Nós podemos dissentir e alimentar carinho e concordar em outras tantas coisas com essa mesma pessoa. Discordamos muitas coisas, mas podemos concordar com outras. Então, o que determina de verdade aos olhos da espiritualidade é que devemos buscar as qualidades opostas aos efeitos que criticamos, né, no nosso semelhante. Então, se nós criticamos alguém chamando de intolerante, né, de caluniador, de pessoa que não aceita a opinião dos outros, nós vamos mostrar a ele que estamos numa situação completamente diferente. E aí, buscando os estudos da doutrina, constatamos lá no artigo, na questão 93 do livro dos espíritos, a a o seguinte entendimento: "Tratai, pois de possuir as qualidades opostas aos defeitos que criticais no vosso semelhante, esse meio de vos tornardes superiores a ele." Ora, se queremos, ao invés de criticarmos, diz os amigos, vai procurar as qualidades opostas aos defeitos daquele irmão que te critica. Se ele diz que é intolerante, vamos mostrar que somos tolerantes, que somos pouco amorosos, vamos nos qualificar no processo do amor. Então, se lhe censuraris, tá aqui a explicação dos espíritos, ser avaro, sede generosos. Se ser o ser orgulhoso, sedes humildes e modestos. E se a o ser áspero, sede brandos. Se o proceder com pequenez, sede grande em todas as vossas ações. Numa palavra, fazei por maneira que se não vos possam aplicar esta palavra de Jesus. Vede o argueiro no olho do seu vizinho e não vedes a trave no seu próprio olho. Ora, esta é uma realidade. Nós estamos sempre censurando a conduta do outro, mas esquecemos de olhar, de olhar perconscientemente para dentro de nós mesmos, de nos conhecermos, de nos entendermos. Será que o defeito que eu aponto, que eu sinalizo, em relação ao outro, não é o mesmo defeito que eu tenho? Não é? Então, se é isso, nós precisamos nos aprimorar neste processo em que Jesus vem claramente e define essa conduta de uma forma clara. Vede o

relação ao outro, não é o mesmo defeito que eu tenho? Não é? Então, se é isso, nós precisamos nos aprimorar neste processo em que Jesus vem claramente e define essa conduta de uma forma clara. Vede o argueiro no olho do seu vizinho. O que é um argueiro? É uma trave, é um pedaço de pau grande, né? que tamparem o olho do seu vizinho, do seu adversário, e não vedes a trave no seu, não, não vede a o argueiro no olho do seu vizinho e não vedes a trave no seu próprio olho, ou seja, a trave aqui que é a que é a madeira grande no olho e não vemos o ciscozinho, né, que é uma coisa pequena no olho do nosso irmão, do nosso adversário. Então, é notável como conseguimos perceber todos os dias, a todos os instantes, os defeitos do próximo. Dificilmente encontraremos alguém que não se mostre propenso a apontar erro dos outros. Olha que coisa triste, tá? Diz assim: "Dificilmente encontraremos alguém, são os espíritos que que falam, eh, propenso a apontar os erros dos outros". Estamos julgando quase sempre. Estamos julgando quase sempre. No entanto, a crítica só é válida, só serve para demonstrar erros graves que possam causar prejuízo para os outros. Bom, se a crítica ela tem como objetivo mostrar que o prejuízo atinge a grande maioria das pessoas, não é, ou quando serve para auxiliar aquele a quem criticamos. Portanto, a crítica só vale quando ela atinge a universo de pessoa, é muito grande e ou vai auxiliar alguém em especial. Portanto, é preciso, evidentemente, diante de tudo o que falamos até agora, resistirmos ao impulso da crítica, ou seja, as falhas do outro, ressaltando o que eles tenham de positivo. Portanto, ao invés de ficarmos pensando os defeitos dos outros, vamos pensar as virtudes desse mes dessa mesma criatura. Será que alguém só possui defeitos? Evidentemente que isso não é uma realidade. Portanto, vamos resistir, né? Porque alguém sempre terá algo de positivo. Então, vemos um argueiro no olho do vizinho e não vedes a trave no seu próprio olho? O argueiro é o cisco.

ão é uma realidade. Portanto, vamos resistir, né? Porque alguém sempre terá algo de positivo. Então, vemos um argueiro no olho do vizinho e não vedes a trave no seu próprio olho? O argueiro é o cisco. Nós nunca vemos o cisco no olho do outro, né? Eh, nós vemos sempre eh de forma desmesurada. Nós estamos sempre avaliando de forma desproporcional. O argueiro, para quem não sabe, volto a repetir, é um cisco. Aquele cisco que cai no olho da gente incomoda bastante, fazendo com que pisquemos sem cessar para expulsá-lo. Portanto, o ensinamento de Jesus é destinado aos que quem tem trave somos nós, aquele que julga. aquele que observa, aquele que critica de uma forma feroz tenaz o seu irmão. Este tem a trave, né? Ele tem uma trave imensa e não consegue enxergar, né? ah, em contrapartida, a as coisas boas que tem o seu irmão de caminhada, o argueiro, portanto, que Jesus aludiu são as imperfeições morais que facilmente nós percebemos, porque nós estamos neste planeta Terra buscando a nossa moralização. Estamos nos moralizando paulatinamente ao tempo em que nós espancamos os nossos vícios seculares, portanto, as traves, as imperfeições, as sombras, como afirma de forma assertiva a instrutora Joana de Angele. Embora, não obstante a singeleza da lição de Jesus, é que nossa alma ainda é portadora de grandes deformidades morais, a nos impedir, evidentemente, o crescimento espiritual. Então isso significa dizer que não estamos autorizados a julgar a conduta de quem quer que seja. Vamos aprofundar mais sobre vede o arqueiro no olho do do seu vizinho e não vej a trave no seu próprio olho. Ora, aprofundando essa lição extraordinária, Jesus leciona da seguinte forma, de forma severa. Hipócrita, tira primeiro a trave do seu olho. Tá dizendo para nós, tira a trave do seu olho. madeira grande que está no seu olho. Então verás, diz, como hás de tirar a aresta do olho do teu irmão, ou seja, o cisco do olho do teu irmão. Isto significa, volto a repetir, que antes de nos arvorar em críticos e juízes dos

o seu olho. Então verás, diz, como hás de tirar a aresta do olho do teu irmão, ou seja, o cisco do olho do teu irmão. Isto significa, volto a repetir, que antes de nos arvorar em críticos e juízes dos outros, é imprescindível conhecer e corrigir os próprios defeitos. Quem o disse de maneira muito apropriada foi o nosso irmão Sócrates lá na antiga Grécia, numa frase estampada no templo de Delfos, onde as pitonisas se manifestavam: "Conhece-te a ti mesmo, portanto, é preciso se conhecer para não nos arvorarmos em juízes que não podemos ser dos outros. mas juízes de nós mesmos. Ao nos conhecer, nós espancamos a ideia errada, equivocada, de querer olhar para o outro e julgá-los. Jesus numa passagem belíssima disse lá no capítulo 8 versículo 3 a 3 a 11: "Vocês lembram da mensagem da mulher adúltera que estava preste a ser apedrejada, dilapidada, portanto, até a morte, segundo as leis mosaicas?" E Jesus foi interpelado pelos escribas e fariseus acerca do cumprimento dessa lei. Naturalmente o fizeram para tentá-lo, para pegá-lo num deslize e acusá-lo. Assim o faziam. Mas o mestre Jesus leciona o seguinte: que dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra. Portanto, nós não podemos atirar a primeira pedra em quem quer que seja. A mulher adúltera era uma pecadora diante das leis mosaicas, mas Jesus não a julgou, não acusou. Disse apenas: "Ah, quando ele se dirige à multidão de calentre vós que não tiver que tiver sem pecado, que atire a primeira pedra". E nós sabemos na na narrativa evangélica que as pedras caíram ao chão e todos se dispersaram, todos foram embora sem que sequer um apontasse na sua direção. Então o mestre perguntou: "Aonde que estão os teus detratores, aqueles que o acusavam? Ninguém te condenou?" E diz ele, ela diz ela: "Não, Senhor", respondeu: "Também eu não te condenarei. Vai de futuro, não tornes a pecar". Aí nós precisamos entender isso, porque quando Jesus diz, eu não te condenarei ele diz, até aquele momento ela tinha perpetrado violações a a leis

ão te condenarei. Vai de futuro, não tornes a pecar". Aí nós precisamos entender isso, porque quando Jesus diz, eu não te condenarei ele diz, até aquele momento ela tinha perpetrado violações a a leis superiores da vida. Responderia pelos seus atos. Evidentemente as respondeu pelos atos praticados. Quando ele diz, "Eu não te condenarei". Vai de futuro, não tornes a pecar, está dizendo: "A partir de agora que tu conheces, não podes mais pecar". Então, a censura, a advertência, perdoe-me, a advertência no sentido de dizer: "Não peques mais". Então vem Kardec, o codificador em nós socorro e diz assim: "A autoridade para censurar está na razão direta da autoridade moral daquele que censura o próximo. Será que nós temos uma moral tão acima? Evidentemente a nossos, o grandejão da humanidade é só a questão da moralidade, tá? Nós não, nós estamos em processo de moralização. Então, vivemos no mundo de provas de expiações a caminho de um mundo de regeneração. E o principal objetivo é moralizar, portanto, precisamos moralizar. Então, esse é um compromisso assumido por todos nós no plano espiritual. E Jesus diz com clareza: "Faça ao outro aquilo que deseja ser feito a você. Ame o próximo como a si mesmo. Não julgueis para não serdes julgados." Ora, tudo isso converge para um esforço bastante claro, né? Mas nós não somos náufragos. A deriva nesse na azul, nessa azul, nessa embarcação desse mundo lindo, maravilhoso, que é o planeta Terra. Tudo que aparenta eh desorganização planetária traz no seu bojo oportunidade de exercitarmos nossas virtudes que estão dentro de nós. O perdão, não é? A união, a fraternidade, a confiança, a fé, o amor que promove a reconciliação com os nossos adversários e desafetos. Fazendo isso, estamos a caminho do processo evolutivo. Mas agora eu quero contar uma historinha para vocês, para encerrarmos a nossa palestra e vem do espírito Hilário Silva, que narra em seu livro Almas em desfile, uma história que vem ilustrar a nossa palestra. Ele se chama Senr. Zenóbio de Carvalho,

cês, para encerrarmos a nossa palestra e vem do espírito Hilário Silva, que narra em seu livro Almas em desfile, uma história que vem ilustrar a nossa palestra. Ele se chama Senr. Zenóbio de Carvalho, um comerciante muito admirado, fazia uma viagem de turismo num transatlântico para os Estados Unidos, acompanhado de sua filhinha de 4 anos. Todas as manhãs e todas as tardes se dirigia ao tombadilho, onde compulsava alguns livros espíritas. Era cavalheiro dos mais simpáticos, prestativo, cordial, sempre com sorriso nos lábios, distribuindo tolerância, coragem. Outro personagem aparece o professor Marques Botelho, um dos passageiros sentia-se incomodado com a atitude do negociante, ou seja, senor Zenóbio. acompanhava Zenóbio lendo Ernest Eminar Awe, perdão, corrigindo, Ernest Emwi, escritor americano. O educador Botelo esclareceu seu incômodo falando para o Zenóbio: "Centogeriza, especial por tudo quanto se relacione com o espiritismo." Zenób falou: "Ora, mas por quê?" Indagou humilde. E o professor explicou que havia 22 anos. fazia um curso de especialização na Argentina quando foi roubado um precioso anel de brilhantes. Lembrança de sua mãe, um amigo viu o vulto do ladrão que desapareceu numa construção próxima onde se praticava sessões espíritas. Tudo dedução. O negociante Zenób ruborizou-se. Olha que coisa. Os negociantes Zenob ruborizou-se e respondeu: "Sinto-me realmente numa hora de testemunho. Prestem muita atenção que é lindo esse final. Devo confessar que em minha mocidade fui ladrão, mas há 20 anos, após um roubo por mim praticado, alguém se compadeceu da minha juventude viciada e colocou-me nas mãos uma obra de Allan Kardec. Reformei-me. Compreendi que a vontade cria o destino e sou hoje outro homem. Todos ficaram perplexos ao ouvir o seu pronunciamento. Senor Zenóbio aparteou o catedrático, né, o aquele que tinha o Geriza do Espiritismo, o Marques Botelho, né? Não tive a intenção de ofendê-lo. Não tenho simpatia pelo Espiritismo, mas não creio que o Senhor tenha errado alguma vez.

ático, né, o aquele que tinha o Geriza do Espiritismo, o Marques Botelho, né? Não tive a intenção de ofendê-lo. Não tenho simpatia pelo Espiritismo, mas não creio que o Senhor tenha errado alguma vez. Perdoe-me. Ora, como era o Zenóbio, criava aquele impacto, né? Zenóbio, agora sorrindo, sereno, enfiou a mão no bolso interno do palitó e arrancou de lá um anel e entregou ao educador, exclamando: "Fui eu que lhe furtei a joia em Buenos Aires há 20 anos. A joia trago no bolso para devolvê-la ao legítimo dono. Num rasgo de imenso valor moral, fitou circunstante e acentuou. Creiam que hoje é um dos mais belos dias da minha vida e terminou ante o emocionado silêncio de todos. Graças a Deus. Muita paz. Que o Mestre Jesus acompanhe a todos e que vocês levem essa emoção, esse sentimento de amor, de fraternidade. Joguem fora as críticas, por favor. Iluminem-se, amem, juntem-se. Vamos nos unir em torno de Jesus. Muita paz. E agora vamos para a segunda parte que é a aplicação do passe. Muito obrigado por tê-los aqui. Esperamos revê-los na próxima segunda-feira, se Deus assim quiser e ele o quer. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os

aneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados