Sepé - O Guerreiro da Paz - Episódio 19

Conecta Espiritismo TV 08/08/2025 (há 7 meses) 1:43:08 46 visualizações 10 curtidas

Nesse episódio vamos relatar momentos de atividades mediúnicas conduzidas pela equipe espiritual de Sepé Tiaraju. Exemplos marcantes da atuação do Bem em trabalho Socorrista. *********************************** Mensagens de Sepé. Uma história que irá trazer fatos e exemplos que inspiram coragem e resiliência, baseados na obra "Sepé, o Guerreiro da Paz", psicografado por Maria Elisabeth Barbieri, ditado pelo Espírito Oscar Pithan. Uma história que irá trazer fatos e exemplos que inspiram coragem e resiliência, baseados na obra "Sepé, o Guerreiro da Paz", psicografado por Maria Elisabeth Barbieri, ditado pelo Espírito Oscar Pithan. Para o povo gaúcho, o herói guarani missioneiro. Para a história oficial, a liderança indígena que se opôs ao Tratado de Madrid de 1750, organizando a resistência em época colonial, contra a intenção espanhola e portuguesa de ocupar a região em que estavam localizadas as comunidades indígenas Guaranis pertencentes aos Sete Povos das Missões. #sepé #radioespiritadoparana #RaizesAudiovisual

Transcrição

Boa noite, meus amigos, minhas amigas, no ar mais um programa ao vivo, direto aqui de Curitiba para todo o Brasil e também aí para as conexões internacionais, né? Então vamos chamar nossa vinhetinha de abertura aqui antes de apresentar também quem é o nosso convidado aqui nos bastidores, tá bom? Agora sim, estamos aqui no ar, né, com mais uma mensagem de CPÉ, o episódio número 19, número 19, produzido aí pela equipe Raízes audiovisual, espiritismo, né? Então nós estamos agora em transmissão em rede com a Conecta TV, né, Espiritismo também nos transmitindo aqui, né, Rádio Espírita do Paraná e Conecta Espiritismo TV. Eh, vamos chamar aqui para dentro dessa live, antes da gente eh começar propriamente dito aqui o nosso programa, né? Hoje nós temos eh dois convidados, né? Quer dizer, dois convidados, não, um convidado, porque a CR já é de casa, né? já é o das produtoras. Então vamos chamar Cris Drux aqui para dentro da nossa live. Olá Cris, tudo bem? >> Tudo bom? >> Deu tempo de fazer tudo e mais um pouco >> no no limite, mas deu. Tô por aqui para auxiliar, pra gente conversar sobre esse episódio que tá empolgante. Nossa, como é bonita a tarefa de CPÉ. >> Não, com certeza. Eh, Cris, você que tá aí no Rio de Janeiro, eu estou aqui no Paraná, eh, eu sou de uma casa espírita em que a eu fiz uma apresentação na época ainda que a gente apresentava o CP naquela fase que ele estava encarnado, né? E eu fiz uma palestra e o professor que tava assistindo me chamou atenção que eu coloquei lá que havia lá uma relação muito bacana entre os jesuítas e e o e os indígenas. Dá, ele falou assim, ó, não tem parte nas na história que tem umas questões que não é bem assim. Eu assim, então tá bom, uma hora assim que tiver uma oportunidade gostaria de convidá-lo para participar da live, tá? professor Vandelieri de Siqueira. Então, ele também tá aqui com a gente, tá aqui na eh nos bastidores. E inclusive eu convidei ele também pelo seguinte, porque como ele também é da casa espírita e ele também trabalha na

i de Siqueira. Então, ele também tá aqui com a gente, tá aqui na eh nos bastidores. E inclusive eu convidei ele também pelo seguinte, porque como ele também é da casa espírita e ele também trabalha na reunião mediúnica, então vai ser bacana a gente trazer também um professor de história, né, e também a vivência que ele tem dentro da equipe de reunião mediúnica, né? Então, até mandei para ele em separado lá para ele ter acesso ao vídeo, né? Eh, que nós não vamos detalhar agora, só depois que a gente vai fazer os comentários, mas eu vou chamar ele aqui para dentro da live, tá? Para pessoal também conhecer ele, tá? Boa noite, Vanderlei. >> Boa noite. Boa noite, Cris. Prazer conhecê-la. Agradeço muito o convite. Sempre muito bom a gente discutir as questões da espiritualidade e aprender um pouco, né? Aprender com os nossos amigos, com os nossos irmãos. Tô muito feliz. Obrigado pelo convite. >> É isso aí. Eu a gente que agradece. Eh, a gente combinou aqui de última hora porque realmente a produção mesmo, né, Cris? foi eh no limite ali, então a gente não tinha certeza se a gente conseguiria colocar no ar, né? Mas deu tudo certo. É uma produção belíssima. Já posso adiantar, não sei se eu só vou adiantar que tá belíssima, tá? as informações são muito importantes e e é lógico, a nossa audiência vai poder acompanhar. Eu só vou mudar um pouquinho aqui a nossa nossa apresentação aqui, porque é um momento que a gente começa a mostrar aqui, Vanderlei, os comentários do pessoal antes da gente iniciar aqui a a nossa live propriamente dita com as apresentações, né? Então, a gente começa aqui com o pessoal que tá ali no chat trabalhando, pode mandar suas perguntas, suas participações ali, tranquilo, tá? Então nós temos aqui a Dolores Queiroz mandando boa noite amigos lá de Juiz de Fora, Minas Gerais. Semana que vem você vai est lá, né Cris? Em Juiz de Fora >> começa o congresso de Juiz de Fora de 15 a 17 de agosto. Estaremos lá. >> Aí, ó. Aí, Dolores. Tá pertinho aí. Quem mais aqui que chegou? Eh, a Irma

que vem você vai est lá, né Cris? Em Juiz de Fora >> começa o congresso de Juiz de Fora de 15 a 17 de agosto. Estaremos lá. >> Aí, ó. Aí, Dolores. Tá pertinho aí. Quem mais aqui que chegou? Eh, a Irma Rodrigues. Olá, boa noite. A Dra. Marlene Venâncio, né? puxar um pouquinho mais para cá aqui. Eh, boa noite, meus queridos amigos, companheiros de jornada. Estou em São José dos Pinhais, aqui no Paraná. Daqui a pouco a gente vai conhecer a nossa querida Ivone Pereira do Amaral. Quem mais é que a a Irma Rodrigues, é a primeira vez que vou assistir, então seja bem-vinda, tá? Irma, já que é a primeira vez, depois você procura no site, né, na no nosso canal ali que tem lá a playlist completa, tá? Os capítulos anteriores, os 18 episódios anteriores estão lá. Então, tem a fase que ele tá encarnado aqui na Terra, toda a sua história e depois quando ele começa as atividades no mundo espiritual, tá? Então hoje é posso, eu vou ficar quietinho porque eu não vou estragar a surpresa, tá? Então aqui eu tava dando boa noite para vocês aqui e avisando que a gente ia iniciar a live. Eh, que mais que a Irma colocou? A Dra. Marlene Venâncio, minha conterrânea. Então você é de São José dos Pinhais também, né, Irma? Que legal. A Cirlei mandando abraço aí pra mana Dodô. Então tá aí movimentando o chat, né, Cirlei, né? Que mais que colocou aqui? A Marlene, irmã, irmã, você vai amar, tá? Então, depois de acessar todos os outros episódios anteriores, né? Então, tá tudo certinho aqui, o pessoal que essa dica é boa, tá? A Maria das Graças Lazarini, boa noite, amigos. Sempre presente a nossa chefe lá do Terapias Divon, né? Estamos lá também participando, sempre mandando uma postagem muito bacana movimentação, pessoal contribuindo, inclusive eh com indicação de lives interessantes. É bem bacana a gente tá ali trocando essa ideia. A Cristiane Clementino da Silva, boa noite, abençoado para todos. Quem mais aqui? Saudações fraternas e assim a gente vai tendo aqui muitas participações. Tem o Francisco que tá

i trocando essa ideia. A Cristiane Clementino da Silva, boa noite, abençoado para todos. Quem mais aqui? Saudações fraternas e assim a gente vai tendo aqui muitas participações. Tem o Francisco que tá assistindo de Goiânia, Goiás, então tá bem pulviado aqui. Abraços fraternos da Cirleia aí pro pessoal do de Rio do Sul, Santa Santa Santa e Bela Catarina, né? Então nós estamos espalhados por tudo quanto é canto aqui do nosso país, tá? O Eziquiel Gonçalves, eh, boa noite, meu caro. E e claro, amigo, eu pensei que tava lendo errado aqui. Seu Ezequiel, grande abraço. Mora no nosso coração aqui, né? Vamos lá então aqui. Beleza? Bom, dado os recadinhos, a gente depois volta aqui numa segunda rodada para vocês eh acompanharem aqui essa essa apresentação dessa noite que vai ser muito bacana. Eh, eu gostaria de, primeiramente, eh, só antes da gente adentrar na questões, eh, se me permite, Cris, e também o Vanderlei, é que a gente ia usar um um só um pequeno tempo aqui da da apresentação de hoje, só para dar um feedback que do que foi uma live emergencial do SOS Malaui, que é do eh Fraternidade Sem Fronteiras. A gente falou inclusive, né, que a gente ia tirar do ar porque só era até dia 2 de agosto, aconteceu o evento, a gente ia tirar do ar. Porém, pessoas ligadas ao movimento do Fraternidade sem Fronteiras acharam tão interessante de deixar ainda a live no ar, porque muitas pessoas desconhecem o trabalho, né, com os refúgi refugiados do Malaw em que estão concentrado num local onde estão 60.000 1 pessoas eh em tendas brancas que apareceram, que a gente geralmente vê quando tem campos de refugiados da ONU, que é apenas uma lona bem bem bem fina, frágil e que não tem nada lá dentro, né? Não tem nenhuma esteira, não tem nada. Então, e e que inclusive quando há frio todos se juntam para poder se aquecerem e que a ONU ficou sem o recurso financeiro para continuar atendendo essas pessoas. E outras ONGs que recebiam por pessoas para atenderem também saíram do local. A única entidade que ficou

se aquecerem e que a ONU ficou sem o recurso financeiro para continuar atendendo essas pessoas. E outras ONGs que recebiam por pessoas para atenderem também saíram do local. A única entidade que ficou para atender localmente toda essa necessidade que acabou herdando da ONU e das outras instituições que estava sendo dividida as tarefas foi a fraternidade sem fronteiras, tá? Então, nesse sentido, eles pediram, Rodney, como eh a gente teve o evento eh depois da live da movimentação das redes sociais e de todas as pessoas que sentiram esse chamado pujante, eh, conseguiram vender em menos de 24 horas mais 140 ingressos, que é muito. Olha que eles estavam num período grande lá fazendo a divulgação e vendendo 210 em menos de 48 horas. diversos amigos de diversas ações. Não diga que foi só a live, foi uma movimentação coletiva, né, pessoas do grupo do WhatsApp. Então isso ainda continua reverberando, porque daí as pessoas acessam o site e fazem as doações na campanha pontual que tem lá. Eh, deixa eu até colocar aqui para vocês aqui embaixo que é justamente esse site agora que você acessa para continuar ajudando, que é uma campanha Irmão Ajuda Irmão. Então, Fraternidades Fronteirasunto.org.br/irmão. br/irmão. Você acessando esse site, você vai cair justamente nessa página específica do Malawui, porque uma fraternidade sem fronteiras tem diversas atividades no Congo, Madagascar e assim vai inclusive até no nosso país. Mas de todos os outros, o mais emergencial é este, porque foram abandonados por uma questão de falta de recursos da ONU e as outras instituições que atendiam dependiam da ONU para poder fazer isso. E o Fraternidade de Sem Fronteiras, ela é independente, ela só conta com a contribuição das pessoas, o que conseguiram se manter. Só que esse é um pedido de socorro, tá? Porque são 60.000. Então tem lá R$ 35, você adota uma pessoa, né, para ser mensalmente atendido ou R$ 250 que você adota uma família em que a mãe vai trabalhar no campo e aí se amplia os benefícios de

Porque são 60.000. Então tem lá R$ 35, você adota uma pessoa, né, para ser mensalmente atendido ou R$ 250 que você adota uma família em que a mãe vai trabalhar no campo e aí se amplia os benefícios de estarem lá, tá? Mas vejam aí no site, vocês vão poder eh verificar pontualmente lá cada situação, porque de repente você pode fazer uma contribuição pontual ou você pode adotar alguém e contribuir mensalmente, tá bom? Então, eu vou só pedir uma licencinha que eu só vou pegar aqui e passar rapidamente, deixa eu ver aqui, o vídeo que a Cris fez sobre isso, tá? É um apanhado só para vocês terem uma ideia de como esse trabalho é realmente assim significativo para que nós possamos de alguma forma contribuir, tá? Eu vou colocar aqui o vídeo rapidinho só para daí a gente começar aqui o CP porque é muito importante. Vamos lá. Ah. Ah Muito bem, Cris, tem alguma coisa para dizer? Você que tava no Rio de Janeiro e o evento aconteceu aí no Rio de Janeiro sobre isso? >> Sim. Eh, eu eu não pude estar presencialmente, foi no Hotel Sheriton aqui no Rio. Eu tava em plantão do trabalho, não consegui estar com os amigos do Fraternidade Sem Fronteiras. Mas a Sheila Falé, que é a nossa amiga comunicadora da Rádio Rio de Janeiro, esteve lá e disse que a psicosfera do evento foi algo avaçalador, foi lindo ver toda a mobilização, realmente a live deu um empuxo, né, nessa reta final e depois toda movimentação nas mídias e nas redes sociais, eles conseguiram, né, eh, mobilizar bastante em termos de ajuda financeira e durante o próprio evento evento, muitos se inscreveram, muitos adotaram, né, os programas que a Fraternidade Sem Fronteiras oferece, programas de auxílio. E foi um evento lindo, Rod, pelo que a Sheila me falou, né? Eh, foi um momento assim exitoso nesse sentido de auxiliar os nossos irmãos africanos. Eu acabei, acabei, acabei, menos de 3 minutos atrás, 5 minutos atrás, acabei de sair de uma outra live onde eu fazia um estudo eh sobre a obra A caminho da Luz e fazia especificamente também a trazia a

u acabei, acabei, acabei, menos de 3 minutos atrás, 5 minutos atrás, acabei de sair de uma outra live onde eu fazia um estudo eh sobre a obra A caminho da Luz e fazia especificamente também a trazia a culminância da obra, né, cujo capítulo traz o título O Evangelho e o futuro. e criando um link, criando uma ponte, né? E daqui a pouquinho a gente vai falar de Seté, que é outro espírito missionário no impulso da missão da terra brasileira, né? Enquanto missão de evangelizar o mundo, né? e de acolhimento de almas em redenção. Eh, esse último capítulo da obra Caminho da Luz traz o Evangelho e o futuro. Eu vou ler só um primeiro parágrafo para criar um gancho com os nossos irmãos em África. Emanuel diz assim: "Um modesto esforço da história, que é a própria obra Caminho da Luz, faz entrever, nos permite enxergar os laços. eternos que ligam todas as gerações nos surtos evolutivos do planeta, pegando esse pensamento de Emanuel e trazendo pra nossa realidade, trazendo pra nossa profunda conexão com a África, dada a nossa história, do Brasil imperial, do Brasil colonial, né? onde também encenou-se a trajetória evolutiva desses nossos irmãos, jesuítas e indígenas dos povos originários. Dada toda essa situação brasileira da nossa história, dos vínculos angareados pelo absurdo que foi a escravização dos nossos irmãos em África. Nós temos, e eu falo isso sem problemas, nós temos enquanto coletividade brasileira uma dívida com os nossos irmãos africanos. Então, quem puder ajudar, ajude, né? A fraternidade sem fronteiras tem inúmeras formas e e nos apresenta inúmeros caminhos para que possamos ajudar. Porque o esforço individual de um somado vai significar um grande esforço coletivo em favor dos nossos irmãos africanos. Às vezes nós passamos fome por indolência, mas esses nossos irmãos estão presos dentro de um campo de refugiados, sem a mínima condição de recursos, sem a mínima condição de trabalho, né? Não depende da vontade deles sair dessa situação. Porque muitos irmãos aqui no Brasil passam fome por

um campo de refugiados, sem a mínima condição de recursos, sem a mínima condição de trabalho, né? Não depende da vontade deles sair dessa situação. Porque muitos irmãos aqui no Brasil passam fome por indolência, porque não querem trabalhar, porque tem preguiça, né? Logicamente que a gente não vai resumir, né? Não vai fazer um extrato da dificuldade social brasileira. Muitos estão realmente em situação que precisam ser ajudados, mas muitos outros poderiam tentar se mobilizar para sair daquela situação. Essa chance os nossos irmãos em África não têm. Eles estão presos. em sua maioria são refugiados de guerra, cujas famílias se vêm subtraídas dos seus pais, do elemento masculino da família, porque esse morreu na guerra, na guerra civil que avaçala os diversos países africanos e as diversas etnias e tribos e etc e tal. E essas mães com essas crianças em maioria ficam confinadas nesse em isolamento, nessa situação dos campos de refugiados. E realmente com a subtração do apoio do governo americano, com a subtração do apoio da ONU, essas pessoas só contam com os nossos donativos. Então vamos nos mobilizar, né? Porque nós temos a nossa história espiritual do Brasil tem vínculos profundos, né, dentro desses surtos evolutivos do planeta, como nos lembra Emmanuel com os nossos irmãos africanos. Nós temos o dever moral de ajudar. >> Muito bem, professor Vanderlei. Pelo jeito você assina embaixo, né, conhecer história >> 10.000 mil vezes, né? Nós temos realmente uma dívida histórica, uma dívida moral, espiritual muito grande, muito grande, né? E tudo que a gente pode fazer, a gente deve fazer, né? Seja em relação às leis, as políticas afirmativas, todas as ações antiracismo, né? todas as leis que promoverem, né, os os descendentes. Tudo isso sempre será muito bem-vindo e e deve ser aplicado. E e muito me espanta pessoas que são contra, que são contra as cotas, que são contra as políticas afirmativas. Eh, é difícil, né, a gente entender essa postura, né? Muito difícil. Querido,

r aplicado. E e muito me espanta pessoas que são contra, que são contra as cotas, que são contra as políticas afirmativas. Eh, é difícil, né, a gente entender essa postura, né? Muito difícil. Querido, querido Rodney, eu preciso fazer uma pequena correçãozinha. Eu sou professor, mas de literatura. >> Ah, então me desculpe que eu te anunciei como professor de história. >> É, não, não tem problema. São áreas correlatas, né? Claro que a literatura faz toda a revisão histórica, né? Claro que por um outro viés, mas a gente acaba entrando >> bastante nos aspectos históricos, né? A minha formação é em literatura. Aham. Você me passou assim uma segurança naquilo que você falou para ó, tem essa tem essa vertente aí na história. >> Olha aí. Daí eu pensei, ah, eu fiz assim, ó, deve ser professor de história, eu não acabei não perguntando, mas tá aí correção, professor de literatura, mas tá dentro do contexto aqui. >> Tá tudo tudo certo. Tudo certo. >> Mas também tem a vivência da reunião mediúnica, então também tá dentro aqui do da questão. >> Olha, eu diria eu diria ao Vanderlei que nessa encarnação, viu Vanderlei, nessa encarnação você é professor de literatura, mas a história está na sua história. >> Ah, com certeza. na nossa história, né? Não estamos aqui por acaso, né? >> Verdade. Bom, gente, é assim, eu acho que Cris, a gente já pode apresentar o o vídeo porque ele tem bastante elementos pra gente estudar na sequência, né? E a gente vai aproveitar aqui o tempo. Nós não desperdiçamos até o presente momento porque esse chamamento que a gente colocou anteriormente aqui da questão era justamente uma resposta da live anterior que nós falaríamos nesse sentido de trazer aquilo que vocês se mobilizaram e deu de resultado. Então isso demonstra que nós unidos podemos promover grandes eh resultados, tá? Então, a gente tá muito feliz e é lógico que vocês se sintam felizes por terem feito esse trabalho de encaminhar a live lá e e dar esse destaque todo. Então, a gente vai fazer agora então a

tados, tá? Então, a gente tá muito feliz e é lógico que vocês se sintam felizes por terem feito esse trabalho de encaminhar a live lá e e dar esse destaque todo. Então, a gente vai fazer agora então a apresentação do vídeo pessoal para quem é a primeira vez quando aparecer lá fim, não é que acabou, tá? Acabou somente o vídeo, a gente vai continuar junto com vocês. Pessoal, eu até coloquei aqui, ó, quem quiser mandar pelo WhatsApp também, eu leio aqui a a sua pergunta. quem não quiser eh eh aparecer aqui durante a transmissão, né, mas tem o chat aqui que você pode mandar sua pergunta ou destacar aquilo que te chamou atenção nessa apresentação, porque agora é um trabalho no mundo espiritual e é justamente vamos analisar as ações do trabalho socorrista na espiritualidade. Isso eu posso falar agora todo mundo vai ver como que isso acontece. Quais são os contextos? que histórias estão interligadas na noite de hoje nesse vídeo muito bem produzido pela equipe Raizes audiovisual espiritismo. E nós vamos poder contar aqui com o Vanderlei, professor de literatura, né, e que tem uma história já começando no dia de hoje, porque vai entrar na vida dele esse momento em que ele participou, em que ele vai colaborar e também trazer ali os links que ele vai fazer com o trabalho mediúnico que ele tem num grupo espírita aqui em Curitiba, o pessoal do CPEC, tá bom? Então, eu vou já colocar aqui, Cris, a o vídeo, tá bom? Pessoal já tá preparado. Então vamos lá, gente. Deus nos abençoe no programa dessa noite. Vamos aproveitar que é muita coisa importante. Os emissários da providência não devem semear a luz sem proveito. Constituir noia falta grave e receber em vão a graça divina. Colocando-se ao nosso encontro, os mensageiros do Pai exercitam o sacrifício e a abnegação. Sofrem os choques vibratórios de nossos planos mais baixos. retomam a forma que abandonaram desde muito. Fazem-se humildes como nós e para que nos façamos tão elevados quanto eles, dignam-se ignorar-nos as fraquezas, a fim de que nos tornemos

anos mais baixos. retomam a forma que abandonaram desde muito. Fazem-se humildes como nós e para que nos façamos tão elevados quanto eles, dignam-se ignorar-nos as fraquezas, a fim de que nos tornemos partícipes de suas gloriosas experiências. Cornélio, instrutor da obra Obreiros da Vida Eterna, capítulo 3, editora FEB, obra ditada por André Luiz, psicografada por Francisco Cândido Xavier. Nesse episódio de mensagens de CPÉ, vamos relatar momentos de atividades mediúnicas conduzidas pela equipe espiritual de CET Araju, que nos entregam exemplos marcantes da atuação do bem em trabalho socorrista. As vivências narradas aconteceram no grupo Ivone Pereira, no Hospital Espírita de Porto Alegre. Esse tem sido um educandário onde pontificam luminares da espiritualidade a nos estimular a prática do bem. O relato de alguns atendimentos realizados durante as sessões mediúnicas são evidenciados pelo Dr. Oscar Pitã quando ditou a obra Cé, o guerreiro da paz, a médium Maria Elizabeth Barbieri, que compõe o serviço mediúnico. Dr. Pitã vem a ser uma das encarnações do jesuíta padre José. No episódio de hoje, ele vai nos relatar alguns trabalhos espirituais liderados pelo cacique da paz, Cepé de Araju. Cepé trouxe-nos, certa vez uma entidade desafiadora, um espírito com uma verve e ideias requintadas que eram apresentadas com uma lógica estudada. repetia as frases do evangelho e fazia a sua abordagem distorcida com uma eloquência impressionante. Sou Bet Barbieri e posso me lembrar que a entidade começava o discurso com moderação, querendo demover-nos da ideia de servir ao Cristo, alinhando considerações que, a seu ver demonstravam que abríamos mão de sermos felizes, de gozar a vida, de satisfazermos as nossas vontades. a troco de nada, porque fazíamos tudo que Jesus recomendava. Vocês estão sempre em sofrimento, com dificuldades familiares, financeiras, de saúde. Aconselho-vos a viver de maneira mais leve. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. já anotava o apóstolo João no capítulo 10 do seu

, com dificuldades familiares, financeiras, de saúde. Aconselho-vos a viver de maneira mais leve. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. já anotava o apóstolo João no capítulo 10 do seu evangelho. >> Logo percebemos que nos observava minuciosamente os passos e a vida dos integrantes de nosso grupo mediúnico. Cada vez que era levado à reunião mediúnica, veria, com orquestrada habilidade acontecimentos e dores que estavam afligindo algum ou alguns dos participantes daquela equipe. Os benfeitores amigos permitiram que experimentássemos a psicosfera que dele emanava. era composta por fluidos narcóticos que amolentavam o ânimo e somente com a força da oração podíamos nos subtrair a sua influência tóxica. A informação que tivemos era de que não lhe era dado aproximar-se de nós fora do ambiente da reunião, pelo seu auto teor nocividade às nossas energias vitais. dia quando nos preparávamos para um desdobramento em serviço de atendimento por orientação de CPÉ, visualizamos o espírito Oscar Pitã aproximando-se. No entanto, embora a sua aparência fosse a do venerando instrutor, a psicosfera daquela entidade causou-nos um profundo mal-estar. E de imediato intensificamos a prece mental e então ocorreu um fenômeno que nunca esquecerei. A imagem do querido Oscar Pitã era somente uma máscara bem urdida pelo espírito do hedonista e que dessa forma tentara mistificar-nos com a permissão das entidades que coordenam o grupo para exercitar a nossa capacidade de surpreender as enganações. e também a nossa fidelidade à tarefa, ao influxo das ondas mentais que surpreenderam o embuste. A máscara foi se esfacelando e ele enfimou tal como o conhecíamos. Cepé conduziu juntamente com a equipe espiritual coordenada por Jerônimo, o espírito que acompanha a Médium há mais de 30 anos. Há um lugar na espiritualidade plasmado pela mente do hedonista. Era um sítio extravagante, exageradamente colorido, com son e odores que provocavam lacidão e exaccerbação dos sentidos ao mesmo tempo, desde as construções que eram de

asmado pela mente do hedonista. Era um sítio extravagante, exageradamente colorido, com son e odores que provocavam lacidão e exaccerbação dos sentidos ao mesmo tempo, desde as construções que eram de uma arquitetura aberrante e de dimensões exageradas, até as fisionomias dos seus habitantes, cujas vestes bizar e aparência mesclavam frieza com dissimulação, provocando um misto de repulsa e compaixão. >> Irmãos, vamos cercar o local e nos concentrar. Chegou a hora da nossa ação. Mobilizemos os nossos centros de força cerebral. Todos unidos, desencarnados e médios encarnados presentes em desdobramento. Trabalhemos por Jesus. Fixei bem a cena para depois ser capaz de narrá-la. Os atendentes espirituais, em trabalho comum aos encarnados presentes, foram cercando o local na espiritualidade. Ao se concentrarem e recorrerem à oração, foram desprendendo-se faxos fluídicos que se ampliavam e saturavam aquela região. havia chegado ou ao fim o reino do hedonista. As edificações foram ruindo como se estivessem sob um processo de implos as entidades habitantes do infeliz lugar, algumas fugiam apavoradas e outras apresentavam-se vencidas, quase aliviadas, jogando-se ao solo e deixando-se resgatar pelos seareiros do bem. Me ajudem. O que é isso? Que ultrage? Estou preso numa rede. Me tirem daqui. >> O hedonista foi retido em uma malha fluídica e socorrido pela alma generosa de dona Ivone Pereira. para condução ao ergástolo da torre na colônia Maria de Nazaré. O trabalho da desobsessão é extremamente delicado, necessitando de médiuns especiais, de circunstâncias próprias. O estudo traz também um componente importante para a segurança mediúnica. O médium que não estuda, que não conhece a doutrina, pode se expor a diversos inconvenientes e mesmo perigos, além de prejudicar a própria doutrina. Nos serviços de resgate de almas em desalinho com a lei divina, se faz necessário o exercício do amor adunado com a segurança do conhecimento doutrinário. É um erro supor que bastarão a mediunidade,

. Nos serviços de resgate de almas em desalinho com a lei divina, se faz necessário o exercício do amor adunado com a segurança do conhecimento doutrinário. É um erro supor que bastarão a mediunidade, a fé e a assistência dos guias para suprirem as deficiências do médium. O espiritismo é uma ciência transcendente, uma filosofia celeste, a religião da moral e do amor que nos encaminham para Deus. E não é concebível que qualquer um de nós deixe de conhecê-lo o melhor possível. Há dois séculos acompanha aquele suicida homicida. aguardava um instante propício para a contenção, uma vez que ele não se decidiera a capitulação voluntária para a imprescindível reeducação. Beleza do trabalho mediúnico. Outra vivência merecedora de nota no grupo do hospital de Porto Alegre ocorreu na manhã de 13 de março de 2013. CEPEC marcava a presença desde a abertura da reunião com a leitura do Evangelho, aproxinou um dos fenômenos que habitualmente utiliza quando quer passar ao grupo algumas informações sobre fatos em andamento no mundo espiritual. Percebam na tela fluídica o interior da capela Cistina no Vaticano, onde a essa hora está reunido conclave para definir o sucessor do sumo Pontifice Bento 16. Em simultâneo, temos também acontecendo na espiritualidade uma reunião para inspirar os prelados católicos na escolha. Estão presentes a essa assembleia figuras ligadas à igreja, Madre Teresa de Calcutá e João Paulo I. A reunião espiritual e o conclave na terra são dirigidos por Francisco de Assis. Orem pela Santa Sé, porque essa instituição, apesar dos equívocos de alguns de seus dirigentes, prestou e ainda presta. Significativa contribuição à difusão do Evangelho de Jesus. Foi a Igreja Católica que levou a ideia e a presença do Cristo a todos os cantos da terra. O mundo ainda precisa dessa instituição veneranda até que o verdadeiro evangelho se implante nos corações. e arrematou, dizendo: "Através da psicofonia, por volta das 10 horas da manhã, um novo papa com novas posturas estará assumindo a liderança da igreja. Ele é

dadeiro evangelho se implante nos corações. e arrematou, dizendo: "Através da psicofonia, por volta das 10 horas da manhã, um novo papa com novas posturas estará assumindo a liderança da igreja. Ele é discípulo de Francisco de Assis. Às 3 da tarde daquele dia, a fumaça branca, saindo da chaminé, da secular capela do Vaticano, anunciava ao mundo novo sumo pontífice, Francisco I, o marcante Papa Francisco que se despediu do mundo nesse ano de 2025, deixando um grande legado, a busca por uma igreja mais próxima dos fiéis, engajada com as questões sociais e preocupada com o meio ambiente. Se destacou por sua simplicidade, humildade e pela defesa dos mais pobres e marginalizados. O Papa Francisco também promoveu reformas no Vaticano, buscou a descentralização do poder e incentivou a participação de leigos e mulheres na igreja. Em renovadas tarefas. que a providência divina nos oportunizava, pude acompanhar o trabalho de desdobramento mediúnico do grupo, uma caravana que se internava cada vez mais em uma região de trevas muito densas. O ar sufocante, a escuridão e o odor púrido das emanações denunciavam no muito sofrimento e perversidade. Mentes afundadas no crime, afastada por séculos das diretrizes da lei divina, ali estagiavam. chegaram a uma charneca horripilante, cercada de arbustos semelhantes a espinheiros enegrecidos, de onde espia espíritos com forma semelhante a rinocerontes, com vários chifres retorcidos espalhados pela cabeça imensa. de pé, avançou e estendeu a destra, projetando uma rede fluídica na direção de uma das entidades. A rede pareceu colar-se naquela estrutura perespiritual deformada, retirando-a para o centro da ravina e obscurecendo-lhe a consciência. De imediato, desmontou do cavalo e com a ponta da lança começou a abrir aquela couraça que dava à entidade tão repulsiva aparência. A cena era comovente. A carapaça ia se dissolvendo à medida em que o benfeitor realizava o procedimento de auxílio. Quando encerrou a delicada operação, a forma humana surgiu

tão repulsiva aparência. A cena era comovente. A carapaça ia se dissolvendo à medida em que o benfeitor realizava o procedimento de auxílio. Quando encerrou a delicada operação, a forma humana surgiu ainda com muitas lacerações e deformidades. Com as órbitas desmesuradas e injetadas de sangue, a criatura demonstrava o avançado estágio de demência em que se encontrava. Foi quando Cepé tomou nos braços com o cuidado e a delicadeza de quem segura e aconga um filho querido. De pronto, a nossa vista espiritual não divisou mais a zona funesta, mas sim a figura de cepé, atravessando a praça de São Pedro. encaminhando-se resolutamente para a basílica, depositou ali o espírito resgatado e de imediato a cena que visualizamos já foi a do nobre cacique cavalgando na campina iluminada pelo luar. Em momentos ímpares de aprendizado, entre Cepé e o grupo mediúnico puderam indagar aos espíritos integrantes da caravana socorrista, quem seria a entidade por quem CPÉ demonstrara tamanho amor e compaixão? A resposta revelou mais uma vez a misericórdia divina e a grandeza das almas que atendem com fidelidade aos convites do alto. Sepé resgatara o espírito que fora um sumo pontífice da igreja e engendraram tramas odiosas para a assinatura da extinção da companhia de Jesus. M. Quantas informações, Vanderley. Quantas informações nesse vídeo de 22 minutos. >> É muito bom o vídeo, né? Agora a gente vai até às 3 da manhã, pelo menos. Olha que o pessoal é capaz de ficar, viu? Porque o pessoal Mas eh >> E agora, qual que é o fio da meada que você quer que eu puxe primeiro? O, o que eu posso te dizer é o seguinte, eh, Vaderlei, eh, na parte doutrinária, bem no início ali, né, a a ali o texto traz ali a questão da necessidade, né, de nós termos realmente os médiuns a serviço do Cristo, né, mesmo sentindo as dores que organicamente eh eh quem tem a mediunidade acaba sofrendo, né, por reconhecer essas energias que foi muito bem narrada durante aqui essa apresentação. E só que assim, apesar de todo esse

as dores que organicamente eh eh quem tem a mediunidade acaba sofrendo, né, por reconhecer essas energias que foi muito bem narrada durante aqui essa apresentação. E só que assim, apesar de todo esse sofrimento, eu eu vou levar assim de um lado poético. Para mim, é lógico que muitos falam assim: "Ah, eh, quem é médium é comprometido que lá atrás fez um monte de barbaridade". Pode ser que tenha também essas questões aí. Mas eu digo assim, você que está agora com a questão da mediunidade e tá tentando fugir dela, lembre-se que você traz no coração um emblema que a gente não vê, que é o socorrista do mundo espiritual, tá? Você é identificado pela luz que você carrega em si, que fazem com que essas entidades te procurem pedindo socorro, assim como os sofredores, tá? Atender sofredores é uma coisa gostosa, porque é falta de entendimento, passou pro outro lado, tá perdido. Uma orientação muito bem feita pelo dialogador. E a energia amorosa que tem ali no grupo mediúnico, como a gente viu ali nas imagens, todo mundo entrelaçado em pensamento, em coração e energia, encaminha suavemente com a espiritualidade essa pessoa para um hospital, né? ser ser visitados por até os seus próprios parentes para ajudar nesse processo, né, de que está perdido. Esse é mais tranquilo, é um trabalho muito muito importante. Agora, os da obsessão, que é isso que a gente vai entrar aqui, tá, Vander? da os trabalhos de obsessão, >> que são poucas casas que assumem esse trabalho, >> a gente >> porque é perigoso, >> porque é perigoso e exige realmente estudo, preparo e principalmente harmonia entre o grupo, >> porque basta um está desregulado ali, >> expruminado, direito. Aham. >> Mas eu eu vou passar aqui pro Vanderlei comentar um pouco, né, dessas primeiras impressões aqui que a gente tem. Isso. Então, eh, eu, eu trabalho numa mesa de desobsessão. Eh, eu aqui em Curitiba, eu sou parte do Centro de Estudos Espíritas, né, de Curitiba, chama-se CEPEC. E nós trabalhamos com uma um uma uma linha, né, que é chamada

trabalho numa mesa de desobsessão. Eh, eu aqui em Curitiba, eu sou parte do Centro de Estudos Espíritas, né, de Curitiba, chama-se CEPEC. E nós trabalhamos com uma um uma uma linha, né, que é chamada de apometria, que a gente herdou da da da casa do jardim de Porto Alegre, né? eh, do Dr. Lacerda. E nós eh também fazemos aqui, ofertamos aqui o curso para quem deseja. A apometria, ela é uma forma de de investigação, né, do corpo astral, espiritual, de todas essas pessoas que procuram por ajuda em centros espíritas, com a finalidade de entender dos processos e ataques espirituais, né, que que a pessoa tá tá passando e a partir disso a gente conseguir ajudá-la. A, a, e a gente sempre fala assim, né, o a casa espírita não faz milagre, ela ela é a mão amiga, a mão que orienta e que vai te sustentar sempre, mas a mudança parte da pessoa, né? Eh, e então chama bastante minha atenção o início ali do espírito que se apresenta, né, como ali o Oscar Pitã. Eh, vale lembrar quepitan, ele é o fundador do Hospital Espírita, né, de Porto Alegre, de 1912. E e a Casa Espírita, né, é membro, logicamente ali do do hospital. Então veja que é um espírito extremamente ardiloso que se manifesta tentando convencer a todos que é alguém que ele que ele realmente não representa. Eh, e por isso a fala do Rodney como a mesa precisa estar preparada para esses ataques. Porque na verdade a espiritualidade a gente pergunta, mas por que a espiritualidade deixou essa manifestação, né? se é um espírito baixo, se ele tá querendo ali eh manipular, não foi o momento que a espiritualidade encontrou para ele receber ajuda, porque a mesa percebeu que ele estava jogando, né, todo mundo meio eh tonto ali, né, como diz o o o vídeo, né, por elementos narcotizantes ali. E e existe realmente isso, mas vem, né, a ajuda espiritual até do próprio CPÉ, né, que vai conduzir a mesa para um lugar, todos os médiuns, e eles vão entender, então, do que se trata, né, um suicida, homicida, né, que que conseguia ainda aprisionar

spiritual até do próprio CPÉ, né, que vai conduzir a mesa para um lugar, todos os médiuns, e eles vão entender, então, do que se trata, né, um suicida, homicida, né, que que conseguia ainda aprisionar mais pessoas, mas que nunca teve a chance de receber ajuda. Essa era a vez dele. Essa era a vez de receber ajuda. Então, eh eh um um grupo espírita, né, uma mesa espírita que esteja despreparada ali, pode cair nessa armadilha, né? A espiritualidade pode até tentar levar ali, mas de repente não não, né? Não, não vai, não vai conseguir. E e quanto mais o grupo se mantém unido, né, da mesa e um médium confia mais no outro, mais o trabalho passa aí ser efetivo. Tanto que na nas mesas aqui do do do CEPEC, como a gente dá os cursos desde a mediunidade básica até a desobsessão, né, que é a opometria, eh quando começam as mesas a trabalhar com trabalhadores novos, eh os os trabalhos que vêm são bem menos complexos e quanto mais os médiuns são mais experientes e mais unidos e que mais se conhecem e se confiam, esses trabalhos são bem mais complexos, né? Porque daí há manifestações, mas a própria um médio o outro começa a desconfiar, diz: "Não, opa, não, pera aí, não é bem assim". E daí a entidade se revela, né? Como a gente viu ali na primeira fase do vídeo, né? Eh, o o segundo texto também ali é é bem interessante, né? >> Ah, só só vou eu só vou pedir aqui um uma parte aqui, tá? Não, não. Tá tranquilo. Eh, meus amigos, é o seguinte, eu o CPEC é uma instituição eh diferente do que a grande maioria que está aqui conectado e nos canais espíritas também, eh, realizam de suas atividades meio únicas, né? Então assim, eh, como muito bem falado, Dr. Lacerda que lá atrás, lá atrás era amigão mesmo do Divaldo Franco, eles eram bem próximos e o próprio Divaldo mesmo já falou em lives, né, porque existe essa questão, né, ah, não é espiritismo, essas coisas. Eh, então, digamos assim, ele deixou bem claro que é uma técnica, né, que é uma técnica a apometria, que não cabe, eh, assim, nenhuma questão de

essa questão, né, ah, não é espiritismo, essas coisas. Eh, então, digamos assim, ele deixou bem claro que é uma técnica, né, que é uma técnica a apometria, que não cabe, eh, assim, nenhuma questão de julgamento, porque ele conheceu o Dr. Lacerda e sabe da seriedade do seu trabalho e quem continua tocando, tá? O que o que ele sempre colocou como alerta, esses cursinhos online que foram surgindo aí depois que isso apareceu, aí cada um vai lá, pega uma coisa e inventa umas histórias doida, tá? Então aí sim, aí esse é um risco muito grande que daí os lugares que atendem dessa técnica corretamente, às vezes tem que atender essas demandas dos malucos que anda por aí fazendo esses cursos online aí, aqueles cursos. Então, eh, só, só pontuando isso, tá? Mas assim, a grande maioria vai entender que nas suas casas espíritas, da forma que vocês eh fazem o atendimento da da desobcessão, do atendimento de obsessão, né? Então, ocorre dessa forma que muito bem tá trazendo aqui o Vanderlei e realmente precisa de estudo, de capacitação, de união de grupo, tá? Porque a primeira coisa, como diz o Dineu de eh de Paulo aqui, quando se forma um grupo mediúnico, a gente perde a nossa privacidade, porque eles vem e falam um monte de coisa. Mas a gente tem que tá >> a gente tem que tá >> tão, tão interligado amorosamente um com o outro na reunião mediúnica, porque se alguém falar mal de você, primeiro não dá para acreditar em tudo que falam, tá? E hoje em dia você é uma outra pessoa, você tá a serviço do Cristo, você tem esse emblema no coração. Sou socorrista de Jesus. Então não esquenta cabeça, bola pra frente. E aí vem a segunda, a segunda, o segundo trecho aí, tá, Vander? Vamos lá. Isso aí vem o segundo trecho, né, que vai fazer ali também a a abordagem do do da anuncia, vou usar uma palavra anunciação, né, do novo Papa, o Papa Francisco, né, e e que maneira tão bonita, né, e tão delicada, né, o o o CP faz essa essa essa indicação antes mesmo, né, de terminar o conclave, né, do do Abemos Papam, né,

, né, do novo Papa, o Papa Francisco, né, e e que maneira tão bonita, né, e tão delicada, né, o o o CP faz essa essa essa indicação antes mesmo, né, de terminar o conclave, né, do do Abemos Papam, né, né? Então, vejam como e de repente a gente se pergunta, né? Ah, mas mas por que essa essa eh essa essa referência, né? Porque na reunião anterior, né, como se colocava ali, vejam, né, Madre Teresa, o próprio Papa João Paulo, né, e sobre ade de São Francisco. E qual nome o Papa vai escolher? Papa Francisco, né? Então são são todas essas nuances interessantes paraa gente entender que quando a gente tá trabalhando aqui, né, também tem alguém trabalhando no outro plano. E por isso a gente não deve desanimar, porque muitas vezes a gente não conhece quais são os planos. Eh, e muitas vezes nós falamos isso nos diálogos fraternos, né? Eh, às vezes nós não estamos aceitando certas situações, certas eh limitações, certas doenças, mas que lá na frente a gente vai entender os motivos pelos quais a gente precisou, né, aprender de uma outra forma, né, mas sempre aprendizagem. E o terceiro ponto que daí a Cris vai vai me ajudar daqui a pouquinho, né, fala exatamente do >> É a a Cris teve que atender uma emergência, tá? Vand, ela saiu da transmissão, deixou um recadinho aqui, >> mas eu eu aproveito essa parte que você falou aí do da escolha do Papa Francisco, eh muito bem observado, trazendo aqui para todos nós, para você ver. Eh, inclusive nós temos uma live Vanderlei, que a gente colocou Flores de Evangelho eh, a Imperatriz Leopoldina, que vale a pena o pessoal entrar aqui no site e procurar lá. Eh, justamente isso que ele acabou de falar, os fatos que estão ocorrendo aqui na nossa terra, né, os fatos mais importantes, eh, tem também essa questão da espiritualidade interagindo, tá? Nós temos com cenários de guerra, não pense, a gente já teve aqui no no próprio programa eh de CPÉ, mensagem de CPÉ, momento em que a espiritualidade chamou os líderes para se reunirem espiritualmente e colocando lá que a

s de guerra, não pense, a gente já teve aqui no no próprio programa eh de CPÉ, mensagem de CPÉ, momento em que a espiritualidade chamou os líderes para se reunirem espiritualmente e colocando lá que a guerra ia causar problemas sérios, mas eles não desistiram dos seus ideais porque o orgulho, o egoísmo prevalece. Então assim, aí é lógico, estão sendo resgatados posteriormente, porque na história, né, Vanderley, a na história oficial você tem ali os vencedores, mas espiritualmente eles são os perdedores. >> É >> porque a gente tá vendo aí o que as pessoas, o o que que o guerreiro da paz sofreu, né? passou pro outro lado e ele tá trabalhando agora para resgatar esses que na época se acharam vencedores por causa do orgulho, >> né? E e não vamos esquecer que CP foi guerreiro, né? CP esteve no campo de batalha, >> teve em vidas passadas, principalmente fez a mesma coisa que o pessoal tava fazendo. >> Exatamente. Então, vejam como esses resgates todos são necessários para quem deseja evoluir, né? ou você vai parar, né, em em algum lugar, como foi descrito ali no segundo trecho, né, do vídeo, né, não tem jeito. E eh a terceira parte aqui que fala exatamente da da questão do CP tem muitas nuances agora, né, que a gente precisa entender um pouquinho até da missão, né, do do CPÉ, do índio CPÉ, eh, que faz parte dos nossos povos originários e tudo mais. Eh, tem uma uma escritora africana que se chama Shimamanda Adichié, né? E ela tem falas muito bonitas e muito sensíveis. E um dos textos dela fala sobre o perigo de se ter uma única visão sobre as coisas, principalmente sobre a história, uma única visão sobre a minha história, uma única visão sobre a história do meu país, uma única visão política, uma única visão eh eh enfim, né, de sobre todas as coisas. é aquela coisa que que é um fenômeno da da nossa era, né, do contemporâneo. Tanto que o dicionário Oxford, né, acrescentou uma nova palavra na na língua inglesa que se chama pósverdade, já traduzindo pro português, né, o que que é a pósverdade?

ossa era, né, do contemporâneo. Tanto que o dicionário Oxford, né, acrescentou uma nova palavra na na língua inglesa que se chama pósverdade, já traduzindo pro português, né, o que que é a pósverdade? Ou seja, eu só acredito naquela verdade que me convém, naquela verdade que que se coaduna com a minha ideologia e de, por mais que os fatos mostrem para mim, não, não, não, mas isso que você tá falando não é verdade. Olha aqui, tem vídeo, tem foto, tem texto. E aí eu vou dizer: "Não, isso aí é fake news, eu não vou acreditar", né? Então, esse fenômeno se chama pós-verdade. Eh, então, eh, eu, eu preciso falar com vocês sobre a questão dos jesuítas, porque o observe que, eh, o CEP viveu aqui no Brasil no século XVI, né, ali na na segunda metade, mais especificamente, ou seja, século XVI são os anos 1700, certo? E aí nós vamos entender já e eh fazendo uma conexão com o final ali do vídeo, vocês viram que que o CPÉ conduziu, né, ali também a libertação de um espírito já em forma animalesca de tanto sofrimento, certo? Né? Em que ele vai conduzir e precisar da ajuda dos médiuns, inclusive, né? que que vão energizar e doar todo o ectoplasma necessário para aquela libertação. E depois se soube que que esse espírito em sofrimento, né, tinha a ver exatamente com a a expulsão dos dos jesuítas aqui eh do Brasil, né? Olha quanto tempo os jesuítas foram expulsos do Brasil em 1759, né? bem ali na metadinha do século XVI, 1759. Por que que os jesuítas foram expulsos? E aí todo mundo vai pensar: "Não, mas foi uma coisa boa expulsar os jesuítas do Brasil. Depende de qual ponto de vista, por isso que eu falei, a gente não pode ter uma visão única de tudo. E, aliás, é um um ensinamento, né, até e eh espiritualista a respeito disso, né? O que que acontece, queridos? Ó, vamos vamos agora lembrar das nossas aulas de história lá lá atrás, né? 1750 foi assinado o tratado de Madrid. O Trado de Madrid era uma união entre Portugal e Espanha, eh, para refazer os limites aqui no extremo sul, certo? Ou seja, lá no sul

de história lá lá atrás, né? 1750 foi assinado o tratado de Madrid. O Trado de Madrid era uma união entre Portugal e Espanha, eh, para refazer os limites aqui no extremo sul, certo? Ou seja, lá no sul do Rio Grande do Sul tava tudo muito misturado, porque os missionários jesuítas, né, eles vinham não só de Portugal, tinha os missionários espanhóis. Lembrem-se que o primeiro tratado dividia o Brasil de Norte, a sua era o diutor de ilhas, lembram? Daí as terras a a a Oeste seriam de Espanha e a leste seriam de Portugal, certo? Mas com o passar dos tempos, aquela linha imaginária não servia para nada. E então, eh, na verdade, a coroa portuguesa estava com medo de perder aquelas terras lá no extremo sul, onde morávamos guaranis. né, e várias outras etnias, né, dos povos originários. Eh, e então, eh, a coroa portuguesa decidiu colocar um não mais uma linha imaginária, mas um uma linha física, o rio Uruguai, né? Então, vamos colocar aqui o rio Uruguai. Beleza, mas esa aí, eh, então, a para baixo seria da Espanha para cima de Portugal, né? Só que daí Portugal perdia muitas terras porque o os missionários portugueses jesuítas já estavam, né, eh, nas terras uruguaias que são hoje, né, do Uruguai. E e então resolveram fazer um preço em ouro, em dinheiro ali, né? A Espanha cobria a oferta com uma condição. Os portugueses tinham que retirar todas as colônias portuguesas lá daquele território que seria deixado paraa Espanha. E aí, eh, é como se você chegasse assim lá na na nas seis cidades, os sete povos das missões, como são conhecidos até hoje, e chegasse di dissesse assim: "Ah, o negócio é o seguinte, eu vendi essa terra aí que vocês moram, agora vocês vão saindo daí porque eu vou entregar paraa Espanha, né? Então vocês atravessem o Rio e vão pro Rio Grande do Sul, onde aliás estão agora, né, os povos originários que fundaram as São Gabriel, né, e todas as as cidades ali de fronteira e e os índios, né, que que eram católicos nesse momento pelo processo, né, de de catequização, não

ora, né, os povos originários que fundaram as São Gabriel, né, e todas as as cidades ali de fronteira e e os índios, né, que que eram católicos nesse momento pelo processo, né, de de catequização, não aceitaram. Pera aí, essa quem disse que vocês podiam vender essa terra? Essa terra, né, já é nossa muito antes de vocês chegarem aqui, né? E olha que eles chegaram em 1500, né? Mas na Bahia. E então começa todo esse processo, né, de retirada que são as guerras guaraníticas. Então, para vocês terem uma ideia, os índios foram muito, mesmo com pouco treinamento bélico, né? Eles foram muito guerreiros, eles foram muito eh eh inteligentes, eh os portugueses nunca conseguiram derrotá-los. Mas aí o que que acontece? Os portugueses vão pedir ajuda paraa Espanha e a Espanha vai mandar mais de cerca de 2.000 homens, né? e e armamento pesado, canhões e tudo mais. E o que vai acontecer é um massacre. É um verdadeiro massacre. E é nesse massacre que morre o cepé. O cepé tinha um amigo que também índio, era o cacambo, né? Eh, e os dois lideravam, digamos assim, os exércitos indígenas. A grande questão que se coloca é a atuação dos jesuítas no Brasil. Os jesuítas vieram eh da Europa para cá a partir de 1549. Então, os portugueses tomaram posse das terras brasileiras em 1500, né, com Cabral, obviamente, lá na Bahia, em Porto Seguro, e depois mandam os jesuítas em 1549. Qual que era a missão deles? Ensinar o cristianismo aos nativos. Eh, alguns historiadores dizem que isso é um processo de aculturação muito violento, porque você está eh impondo uma religião a povos que já tinham seus deuses, os espíritos da floresta, né? Eh, os espíritos de cura que os pajés recebiam, não é verdade, gente, né? eh e que vão impor eh eh comportamentos dos brancos, enfim, usar roupas, já não vai mais andar nu, né, e conhecer o cristianismo, né, e a cruz e todos os sacramentos e tudo mais. Então, por isso que a história é controversa nesse sentido, né, que a gente tava eh conversando. Eh, por outro lado, e aí vocês que estão

cristianismo, né, e a cruz e todos os sacramentos e tudo mais. Então, por isso que a história é controversa nesse sentido, né, que a gente tava eh conversando. Eh, por outro lado, e aí vocês que estão aqui ouvindo, podem podem me ajudar, eh, os jesuítas protegiam os índios contra a escravidão, porque os colonos eles queriam mão de obra, né? A coroa portuguesa queria mão de obra. eh, de preferência de graça, né, óbvio, escravizada. Os índios tinham um espírito tão livre que alguns preferiam cometer suicídio do que se submeter ao trabalho escravo. Eh, e os jesuítas, eh, tendo seus defeitos ou não, enfim, eh, eles protegiam os índios, por isso que eles passaram a ser um impecílio pra coroa portuguesa. E é por isso que eles foram expulsos do Brasil em 1759. Jesuitismo passou a ser crime no Brasil. Só que a gente tem que aprofundar um pouquinho mais. A gente não pode ficar na história única. Companhia de Jesus é o nome correto, certo? Eh, foi dado como companhia de Jesus. Aqui no Brasil é que ficou como jesuíta. A companhia de Jesus foi criada na Europa eh no período da contrarreforma. Vamos lembrar aí de novo. Por que contrreforma? contra a reforma protestante do Martim Lutero. A Igreja Católica perdia muitos fiéis na Europa. Então, a reação da igreja contra a igreja protestante foi criar a companhia de Jesus. A contrarreforma, portanto, era conservadora e contra a ciência, né, contra o Iluminismo, que, né, eh, já predominava na Europa. Então, os padres jesuítas eram de criação conservadora, entende onde é que a gente vai chegar em tudo isso? e eh e eles detinham aqui no nosso país, obviamente, o monopólio da educação. Todas as escolinhas que existiam eram escolas jesuítas. Então, observem de novo que o Brasil começa a surgir como nação, como civilização dentro de preceitos religiosos, católicos e conservadores, né? E a gente carrega essa herança até hoje. Brasileiro é o Brasil ainda é o maior país católico do mundo, né, em em quantidade, em números, né? O Brasil ainda é um país conservador

s e conservadores, né? E a gente carrega essa herança até hoje. Brasileiro é o Brasil ainda é o maior país católico do mundo, né, em em quantidade, em números, né? O Brasil ainda é um país conservador em sua maioria, apesar de muitas pessoas terem discursos liberais, mas comportamento conservador, né? E a gente guarda muita coisa ainda dos jesuítas, né, do dos ensinamentos eh jesuíticos. Muitas famílias, por exemplo, batizam na Igreja Católica muito mais por uma questão cultural do que por uma questão religiosa, né? Porque naquela época, quando o o os quando os jesuítas vieram aqui pro pro Brasil, o pensamento que eles traziam da Europa é era de precisamos salvar os nativos, dar a salvação. A salvação vinha pelo batismo. Porque a crença na Europa era assim: quem não é batizado quando morrer, humum, adivinha para onde que vai, né? Vai pro inferno. E agora vocês devem estar pensando, puxa, então os jesuítas eram pessoas más? Não, eles eram missionários. Eles tinham uma crença e mas era uma crença de época, né? Exatamente, né? A Maé ali escrevendo. Eh, mas era uma crença de época, né? Eh, nós, por exemplo, fomos criar, a maioria de nós talvez nasceu em berços católicos, né? Eh, e a gente traz ainda muito disso, né? Eh, então observar. Eu não sei se vocês, se um de nós aqui aceitaria a missão que os jesuítas aceitaram. Pensem vocês, você sai lá da Europa, você leva um mês e pouco para atravessar o Atlântico, embarco movido a vento. Você chega no litoral, você tem que subir a serra e eh no no nosso caso aqui no sul, a serra do mar em lombo de mula. fazendo picada. Você tem que chegar na na tribo, conquistar a confiança dos nativos, né? Aprender a língua deles. Isso se você não morreu já picado de de de cobra ou ou de ataque de bicho, né? ou de doença, conquistar consciência eh eh os nativos, aprender o tupi ou o guarani e ensinar o cristianismo para quem acredita no espírito da floresta. Quem que aceita essa missão, né? E e para chegar lá em Foz do Iguaçu, né? E e para chegar lá nas terras do

nder o tupi ou o guarani e ensinar o cristianismo para quem acredita no espírito da floresta. Quem que aceita essa missão, né? E e para chegar lá em Foz do Iguaçu, né? E e para chegar lá nas terras do Pampa do Uruguai, lá no nos sete povos das missões, gente do céu, olha o que esses jesuítas enfrentaram com a única, com o único ideal de levar a palavra de Cristo. Mas a gente tem que ter a a não apenas uma única visão, vamos tentar olhar pro outro lado. Muitos historiadores dizem assim: "Quem disse que os nativos precisavam ser salvos?" Salvos de quê? Como é que a gente desenvolve essa equação agora? Mas quem disse também que esses povos precisam viver como previtivos, primitivos para sempre? Aí eu tô colocando muitas questões para pra gente pensar, né? O que eh porque aqui no Brasil, não sei se vocês sabem, mas muitas tribos eram antropófagas. Antropofagia e canibalismo são conceitos diferentes, apesar de de ser o mesmo ato de comer carne humana. Mas a antropofagia ela é ritualística. Eu vou comer o meu inimigo porque eu venci a guerra. Muitas, os tupinambás aqui no Brasil eram sim, eram assim. Eles venciam a guerra, eles escolhiam os melhores guerreiros, os mais fortes, os mais corajosos, né? Eh, os mais ágeis, porque eles acreditavam que comendo a carne daquele guerreiro, eles assimilariam para si aquela força, aquela inteligência, né? aquela coragem daquele guerreiro que ele tá comendo. Então, quando chegam os os os jesuítas e dizem: "Não, não pode ser assim, não, não tá certo isso." E todo mundo sabe que alguns padres foram comidos também aqui pelas tribos, né? O o o sardinha, né? Que que que todo mundo vai lembrar, né? E isso é isso é contado, e foi contado na Europa, por exemplo, por um alemão chamado Hans Staden, que esteve aqui no Brasil e ficou preso numa tribo morrendo de medo, mas conseguiu escapar e de ser comido pelo pelos pelos nativos brasileiros. Eh, e o e os padres registraram o Tupi Guarani e os padres jesuítas. Olha, olha que coisa incrível. A primeira gramática

do, mas conseguiu escapar e de ser comido pelo pelos pelos nativos brasileiros. Eh, e o e os padres registraram o Tupi Guarani e os padres jesuítas. Olha, olha que coisa incrível. A primeira gramática do tupi foi escrita, adivinha, por quem? José de Ancheta. porque os nossos índios não escreviam, senão nem nisso a gente teria registro, né? Eh, então é é uma é uma questão que que a gente precisa pensar eh nos dois lados. Pode ser que os jesuítas tenham errado muito, é verdade, mas eles tinham uma missão. E daí eu vou fazer uma analogia para vocês hoje. Estamos no século XX e ainda existem missões, né? Existem missões no no nos países africanos, inclusivos em comunidade comunidades tribais. E aqui no Brasil existem umas umas duas ou três tribos que ainda são isoladas lá na Amazônia, que nunca tiveram contato com a nossa civilização. Foram descobertas por por fotos de satélite e alguns drones já captaram imagens. Vocês podem puxar no Google, né? É muito interessante pensar que no nosso país ainda tem índio isolado, gente do céu. E daí quem concorda fazer uma missão lá? Hoje, século XX, vamos chegar lá, vamos dizer: "Oi, ó, vou trouxe a palavra de Cristo, hein? Eh, percebam como as opiniões vão vão variar, não vão variar? Uns vão dizer: "Não, tudo bem, vamos lá, é o cristianismo". E, né? Outros não, deixa eles com a cultura deles, né? eh, deixa lá os africanos com a cultura deles. Por que que eu preciso lá levar a história de Cristo? Eh, percebem? Mas e aí eu trago o o primeiro trecho do vídeo, né? Eh, o quanto a espiritualidade também está trabalhando para a evolução espiritual de todos aqui no planeta, né? Será que também esses povos precisam viver sempre na eh como povo primitivo, né? Porque bem o mal, os jesuítas, os portugueses, com todos os erros eh que fizeram e um dos mais condenáveis, senão o mais condenável é a escravização, né? Mas o Brasil evoluiu na ciência, na medicina, né, na na urbanização, na tecnologia, né, é a evolução. E muitas vezes a evolução tem um preço.

condenáveis, senão o mais condenável é a escravização, né? Mas o Brasil evoluiu na ciência, na medicina, né, na na urbanização, na tecnologia, né, é a evolução. E muitas vezes a evolução tem um preço. E voltando à última parte do nosso vídeo ali, que a gente observa que eh aquele espírito já em estado animalesco que foi salvo pelo CPÉ, né, havia contribuído justamente pra expulsão dos jesuítas. Então, olha a volta que eu fiz, né, pra gente chegar no na conclusão do vídeo de hoje. >> Sim, Vanderleio, é correto fazer isso porque, digamos assim, você fez todo o contexto para justamente chegar no ponto principal. porque senão a gente tem só resposta ponto principal, mas a gente não tem o caminho para chegar até lá. Então, por isso que eu deixei você à vontade de falar. Pode continuar, >> né? E então, veja quem quem vai expulsar os os jesuítas aqui do Brasil é o marquês de Pombau, claro que com anuência do rei de Portugal. Nós estamos falando de uma época antes da independência, tá, pessoal? A gente tá falando de século XVI. a gente era só uma colônia portuguesa, uma colônia de exploração. E os jesuítas atuavam justamente na proteção dos índios para que eles não fossem explorados. Muitas tribos foram eh escravizadas, muitas tribos eh entraram em extinção, não existe. Os tupinambás, por exemplo, não existem mais, foram instintos, né? eh ou nas guerras ou pelas doenças, né, ou pela falta de de de humanidade mesmo, de auxílio, né, essas essas etnias desapareceram. Eh, então, quem vai expulsar os jesuítas? Os jesuítas voltam depois em 1841, tá, pessoal? Já no no Brasil império, né? No Dom Pedro, certo? que era um homem sábio, né? Eh, mas a expulsão é pelo marquês de Pombau, que era uma espécie de primeiro ministro português que queria modernizar a colônia, né, com anuência do do rei da época, Dom José, né? Então, se era um espírito, né, comprometido com a expulsão, eu penso, né, no no grande escalão. O general que comandava os exércitos na nas guerras guaraníticas, que que

do rei da época, Dom José, né? Então, se era um espírito, né, comprometido com a expulsão, eu penso, né, no no grande escalão. O general que comandava os exércitos na nas guerras guaraníticas, que que dizimaram os índios aqui no sul do país, era governador do Maranhão, era o general Gomes Freire de Andrade. E como muito bem disse o Rodney no início, né, todos esses grandes líderes eh de guerra que em vida foram exaltados e premiados, né, a própria espiritualidade conta e vários relatos até do Chico, né, e e em diversos livros que estão ainda em processo, né, de de expiação em virtude disso tudo, né? E e então, eh, aí de novo, os dois lados da história, acontece que quando os jesuítas são expulsos, né, eh, Portugal abre a educação aqui paraa educação laica, o o que abre a ideia, né, de de universalização do do dos estudos também. Depois vem o rei Dom João VI, que vem morar no Brasil e traz toda a família, né, fugindo de Napoleano, vamos lembrar. Mas ele vai fundar aqui a primeira escola de medicina, né? Ele vai fundar aqui os primeiros liceus e sem eh sendo escolas laicas, né? Laicas é que não são regidas logicamente por religião, né? Então, de que que eu quero dizer com isso? Que de um jeito ou de outro, né, nós temos a espiritualidade trabalhando pelo país também, né? Então, num certo momento a gente pode pensar: "Nossa, mas que coisa ruim! Por que que expulsaram os jesuítas daqui? Pode ter parecido uma coisa ruim lá, mas tem aspectos bons para cá, né? Eh, lá era porque eles atrapalhavam os interesses da coroa portuguesa, né? E vejam que as guerras guaraníticas são encerradas em 1756 com a batalha do caiboaté, que é o ano que morre o cepé. Eh, tem um padre, gente, que escreveu essa história num livro chamado O Uraguai, Padre Basílio da Gama. Basílio da Gama. Todo, né, todo mundo já ouviu falar esse nome. E o padre Basílio da Gama, ele escreveu um poema contando essa história. Só que o padre também tem um viés, porque o padre era jesuíta. E quando ele escreveu esse poema, ele

já ouviu falar esse nome. E o padre Basílio da Gama, ele escreveu um poema contando essa história. Só que o padre também tem um viés, porque o padre era jesuíta. E quando ele escreveu esse poema, ele tava sendo processado por jesuítismo em Portugal. Ele teve que ir para Portugal, hein? responder processo na Santa Inquisição que ainda existia, ainda existia. E daí para amenizar a situação dele com a coroa portuguesa, ele escreveu esse poema e dedicou, adivinhe para quem, gente? Ganha um prêmio. Marquês de Pombal. E daí nesse poema, ele ele engrandece a coroa portuguesa, apesar dele ser jesuíta. Olha o desespero do padre, né? que podia ter ser condenado até a forca, né? Mas mesmo assim, quando ele fala do cpé, ele fala da grandiosidade daquele guerreiro indígena, né? Ele não, ele ele engrandece o general português, né? O general Gomes, ele engrandece o rei, ele engrandece o ministro da guerra da época. Mas quando ele fala do índio, ele fala: "Não, pera aí, tem muita coragem aqui envolvida". E eu até separei uns trechos aqui do do poema quando ele fala do CPÉ, mas se vocês só quiserem, vamos fazer o seguinte. Você tem aí o trecho, né? >> Tem. >> Tá. Então vamos só pontuar umas coisas aqui, daí eu vou deixar antes da gente ir embora >> isso. >> Você falar esses trechos aí, tá? Eh, o que eu fiquei assim, eh, tudo aqui que foi apresentado trouxe seu encantamento, né? Eh, ficou bem rico aqui a apresentação e fiquei assim feliz, né, de verificar assim nos trechos em que cada situação aconteceu. primeiro bloco, né, de dele lá do hedonista, né, pegar a entidade principal para você ver, né, o poder da mente da pessoa, né, que é por isso que assim que às vezes o o ser muito inteligente que desvia a sua, o seu dom, né, da sua mentalidade para coisas erradas, vai lá, cria um próprio, como é que se diz assim, eh, o seu próprio cenário, né, imaginativo. e consegue também puxar outras pessoas que t a mesma sintonia para caírem lá e aí >> a mesma frequência. Exatamente. >> Aí se tornam lá seus servidores, aí eles

o seu próprio cenário, né, imaginativo. e consegue também puxar outras pessoas que t a mesma sintonia para caírem lá e aí >> a mesma frequência. Exatamente. >> Aí se tornam lá seus servidores, aí eles se mantém escravizado. >> Aí você vê lá no finalzinho essa outra questão de ficar animosidade, né? Ficar daquela forma ali por revolta, por revolta. E e e e gente era um servidor do Cristo, >> porque, né, mas a revolta foi tão grande que o ódio habitou, a cólera e isso vai pro outro lado também. E aí criam esses cenários terríveis, né? E aí, Vanderlei, eu tô vendo que assim, ó, os trabalhos de obsessão, eles estão dos últimos tempos para cá, que eu tô observando mais atentamente, o foco é são os líderes, porque viu lá que quando começou a destruir as coisas, quando pegou o o líder, todo mundo já foi resgatado rapidamente. Então assim, eu tô vendo que o trabalho e e é um trabalho pesado, porque você tá com o Jesus, olha só, gente, o amor de Deus, o trabalho de Jesus com todos os benfeitores da humanidade e os recursos que somos nós, os seres humanos, que estão com essa condição orgânica para estarem trabalhando na mediunidade, na reunião mediúnica, são principais agentes de fazer esses resgates em consonância com a espiritualidade. A reunião mediúnica é para isso, porque eles estão pegando os líderes. Então, o foco de amor de Deus, de Jesus e da espiritualidade e de cada um que se entrega nesses trabalhos é justamente o foco do olhar do amor para resgatar esses líderes. Porque daí, ó, quantos sofredores estão no entorno de um líder que controla pela sua mente brilhante, entre aspas, né, mas no seu propósito de escravizar as pessoas. Então, é nesse foco que a gente tá trazendo aqui, nesse vídeo que foi apresentado hoje, nessa apresentação, que inclusive quando eu fiquei aqui eh, Vanderlei, eh, gravando o trechos que a Elizabeth Barbieri tava, a Maria Elizabeth Barbieri estava narrando, então a gente gravou aqui, nem tá aqui, só que a gente não tava transmitindo, tava gravando online.

i, eh, gravando o trechos que a Elizabeth Barbieri tava, a Maria Elizabeth Barbieri estava narrando, então a gente gravou aqui, nem tá aqui, só que a gente não tava transmitindo, tava gravando online. O interessante que enquanto ela narrava, ela mentalmente já visualizava as situações que ela estava narrando. Tudo que passou aqui, que a gente construiu, né, com o apoio da crise e do Nilo, com inteligência artificial e outras imagens para enriquecer o entendimento, ela ia na fonte que acontecia os fatos, ela viajava para para aqueles cenários, né? Então, eh, eu, eu até dei os parabéns para ela, que como ela, ela gravou de primeira, eu não quis ler gravar de novo porque ela tava tendo esses acessos dos registros daqueles locais, daquelas daquelas entidades enquanto eu narrava, então eu não quis estender. Então, gravou em 8 minutos, tá ótimo. E ela gravou muito bem, tá? Então, só esse registro, tá >> bem legal. Lembrando que o o os hedonistas, né, são aqueles que se rendem a uma vida de prazer, né? É a máxima do carpedien, que é aquela expressão latina, né? Viver todos os prazeres possíveis. E é por isso que ele consegue arrebanhar tanto os sofredores dessa frequência, dessa larga. Exatamente. >> Então tá, eu vou só trazer aqui algumas participações, daí a gente parte para esse pedaço que você vai ler aí essas frases, depois a gente encerra e agradecer, tá? >> Tranquilo. >> Eh, aqui a Jusara tem que ter uma egrégora, tá? Acho que foi na hora que tava explicando lá. E a Mas éé, a live da Leopoldina é maravilhosa. O Sérgio, boa noite, povo de Deus. Eh, aane Garret atrasadíssima, mas cheguei. Mas depois você volta lá no início, tá? O pessoal pode assistir depois. A Marlene colocou aqui, ó, Vanderlei, quem falou que você não é professor de história? Que linda história e que eu amei, né? Ela colocou aqui. Então, obrigado, Marlene, me ajudou aqui. Eh, não se batista, morre pagão. E não e não se salva, que foi aquela questão que se trouxe aí. É >> ideia de época, né? Uhum.

eu amei, né? Ela colocou aqui. Então, obrigado, Marlene, me ajudou aqui. Eh, não se batista, morre pagão. E não e não se salva, que foi aquela questão que se trouxe aí. É >> ideia de época, né? Uhum. >> É, deixa eu ver que mais aqui que chegou. Eh, Airlei, sou de origem italiana. Meus avós paternos traziam muito isso. E também crianças que morriam com poucos dias era batizada. mesmo assim antes de sepultar, senão virava pagão. >> Exatamente. >> É aquelas questões que você trouxe, né, que é a concordância aqui. Eh, muito boa noite, meus irmãos. Muito obrigada. Agradecida pelo aprendizado de hoje a Dra. Marlene Venâncio, a Cristina Clementina, nós temos muito que beber água da reencarnação. Masé colocou aqui, a responsabilidade é muito grande, são muitas falanges, né? Então é isso aí, né? Então, a gente trouxe aqui o apanhado. Então, agora eu vou deixar você falar aqui, ô Vanderley, esse trecho aí que agora eu tô curioso, mas que foi muito bom a live de hoje, justamente pra gente eh falar sobre o mundo espiritual, a ação, né? Ah, só um pouquinho aqui antes disso. Eu coloquei o número do WhatsApp ali, gente, mas daí tem aqui o Aparecido que ele ele ele participou aqui, ó. Eh, meu nome é Aparecido, moro em São Paulo capital, sou bandista, sem problema nenhum, meu pode, tá? Ele falou assim que ele vai indicar a live de hoje, porque ele não sabia, né, que havia essa história do CPÉ, né, um guerreiro indígena. E paraas linhas que eles trabalham com os cabôclos. >> Uhum. É importantíssimo eles divulgarem no meio de um bandista essa história, porque vai eh que nem falou assim, ó, pelo vídeo clareou muito bem os nossos trabalhos, né, de que forma essas entidades atuam. E por isso que a gente considera que os trabalhos com os cabôclos são muito solicitados eh pela espiritualidade por justamente ter essa força vibracional. Então, Aparecido, muito obrigado, tá? Não tem problema. Se ser você é católico, evangélico ou bandista, seja lá a religião que professa ou ateu, mas que você se tá

stamente ter essa força vibracional. Então, Aparecido, muito obrigado, tá? Não tem problema. Se ser você é católico, evangélico ou bandista, seja lá a religião que professa ou ateu, mas que você se tá aqui na live e você tá aprendendo algo e compartilhando com os seus companheiros, ele falou que vai compartilhar com o pessoal que ia da Umbanda, sem problema nenhum, tá? A gente tá aqui construindo justamente uma nova consciência. Bora lá, meu amigo. >> Vamos lá, então. Então, lembrando que esse trecho aqui foi escrito pelo padre Basílio da Gama, né? O, eh, o a data do texto é de 1769, gente. Vá, vão alguns anos aí, né? Então, eu vou fazer aqui algumas citações. Primeiro, eh, ele cita aqui as falas do índio cepé, né, que ele diz assim que estas terras que pisas, o céu livres deu aos nossos avós, nós também livres as recebemos dos antepassados e livre hão de asdar os nossos filhos. né? Então veja, a a o Indio CP era acima de tudo, né? Um trabalhador pela liberdade, né? A liberdade aqui de um país que tava começando a surgir praticamente, né? Nós não éramos ainda na época do do Zepé, nós não éramos ainda nem independentes, né? Mera colônia de exploração, colônia portuguesa, né? Eh, quando os índios estavam negociando com os com os os portugueses, né, o CP entra no meio e diz assim: Cacambo é o amigo dele, que era eh quem quem tava conversando com os generais. E aí ele diz assim: "Cakambo fez mais do que devia e quer tentar negociar. E todos sabem que estas terras que pisas, o céu livres deu aos nossos avós e nós também livres as recebemos dos nossos antepassados. Desconhecemos, detestamos julgo, que não seja o do céu por mão dos padres. As frechas partirão nossas contendas dentro de pouco tempo, e o vosso mundo, se nele um resto houver de humanidade, julgará entre nós, se defendemos tu, a justiça, e nós, Deus, e a pátria. Olha aí o índio cpé. Depois vão dizer, né, precisa ter eh curso, precisa ser acadêmico, né, para ter esse viés intelectual. Todo mundo sabe que não, né? Isso nós já

a justiça, e nós, Deus, e a pátria. Olha aí o índio cpé. Depois vão dizer, né, precisa ter eh curso, precisa ser acadêmico, né, para ter esse viés intelectual. Todo mundo sabe que não, né? Isso nós já trazemos. E o trechinho que que aborda a morte do CPÉ. Eh, "Rende-te ou morre", grita o governador, que era o general. E o Tape altivo sem responder, encurva o arco e a seta despede e nela lhe prepara a morte. Enganou-se essa vez. A seta um pouco declina e açoita o rosto a leve pluma. Não quis deixar o vencimento incerto por mais tempo. O espanhol e arrebatado com a pistola. pistola lhe fez tiro ao peito. Era pequeno espaço e fez o tiro no corpo desarmado estrago rendo. Viam-se dentro pelas rotas costas palpitar as entranhas. Quis três vezes levantar-se do chão. caiu três vezes e os olhos já nadando em fria morte lhe cobriu sombra escura e férreo sono. Morto o grande cepé. Já não resistem as tímidas esquadras. Não conhece leis o temor. Debalde está adiante e anima os seus o rápido cacampo. Tinha se retirado da peleja. Caitutu mal ferido do seu corpo, deixa Tatuguaçu, por onde passa rios de sangue. Obrigado, Vanderlei. Obrigado a todos aí que acompanharam até agora 1:40 de live, né? tá dentro do do cronograma, porque a história realmente traz muitas informações complementares aqui para enriquecer o nosso conhecimento sobre CPET Araju, Guerreiro da Paz e todo o contexto histórico e espiritual. Então, um grande abraço a todos vocês e a gente vai agora, né, colocar a nossa vinheta de de encerramento. Vanderlei, um abraço. >> Um abraço. Obrigado pelo convite. Um abraço a todos que estão aqui nos ouvindo. Ficamos à disposição >> depois se houver alguma dúvida, alguma coisa assim. >> Sim, coloca nos comentários, compartilha, tá? A gente vai rodar aqui a vinheta e eu vou ficar aqui com mais um pouquinho aqui para se despedir nos bastidores com o Vanderlei, tá bom? Tá certo? >> Até a próxima quinta-feira com mais um programa aqui com qualidade do raiz e audiovisual espiritismo.

i com mais um pouquinho aqui para se despedir nos bastidores com o Vanderlei, tá bom? Tá certo? >> Até a próxima quinta-feira com mais um programa aqui com qualidade do raiz e audiovisual espiritismo. Ah. Ah. Ah. Ah. Ah

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