SEMEADURA - Debora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/12/2025 (há 3 meses) 47:35 293 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa. que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi. >> Amigos, amigas, rendamos graças a Jesus por estarmos aqui novamente. Parece que foi ontem, né? Já estamos aqui novamente, graças a Deus. Aproveitando esses instantes de alegria na presença de Jesus sobre a sua tutela, sempre buscando a nossa renovação interior a partir da revelação do Evangelho de Jesus. Vamos fazer a nossa preparação. Hoje a Débora está conosco novamente para nos trazer a reflexão e a nossa mensagem é perdas. Confesso que eu abri aleatoriamente, mas ajuntai tesouros no céu. Mateus, capítulo 6, versículo 20. Mesmo guardando prudência e moderação, você será convocada ao aprendizado do desapego. Na condição de uso frutuário passageiro das bênçãos que o felicitam, você não obterá certidão de posse definitiva sobre nenhum de seus bens ou vínculos afetivos. Não existem perdas reais no universo, porque nada pertence a ninguém. Quando a vida convidar você às necessárias renovações, ainda que sofra a dolorosa cirurgia do desprendimento, mantenha-se no controle de si mesmo. Hoje é o filho que muda, amanhã um vínculo que parte. Depois é bem surrupado, mais além o emprego é retirado. Guarda calma e equilíbrio para que entenda o recado de Deus endereçado a você nas alterações a que a existência o conclama por via da perda. As dores das perdas são preciosos receituários contra as ilusões que carregamos. São mudanças necessárias, visando ao caminho das conquistas que legitimamente pertencem a você no reino profundo e particular de sua alma. Elevemos o nosso pensamento até Jesus já sobre as sobre as energias da sua vinda até nós, do seu nascimento, né? Simbolicamente, comemoramos o Natal de 24 para 25, especificamente no dia 25. E neste mês nós sentimos

o pensamento até Jesus já sobre as sobre as energias da sua vinda até nós, do seu nascimento, né? Simbolicamente, comemoramos o Natal de 24 para 25, especificamente no dia 25. E neste mês nós sentimos especialmente a presença de Jesus junto a nós. Nos sentimos mais sensíveis, mais suscetíveis a as influências do bem. Então, aproveitemos que estaremos todos reunidos num dia, num horário para louvar aquele que veio aqui e que nos lembrou que ele era o caminho, a verdade e a vida, que não chegaríamos ao Pai senão por ele e que ele nos anteciparia para nos preparar o caminho de retorno à pátria espiritual. Então, que as bênçãos de Jesus possam nos alcançar, possam alcançar especialmente aqueles que sofrem, aqueles que não têm uma família, que não têm um lar, que não t o alimento de todos os dias. Todos aqueles que são chamados também a dar o seu testemunho na experiência da carne, que eles recebam as nossas melhores vibrações e que Jesus na noite de Natal possa se utilizar das nossas melhores possibilidades, levando consolo aqueles que se encontrarem sozinhos. Que Jesus possa também inspirar a Débora, a fim de que a lição que nos for hoje trazida encontre terreno fértil em nosso coração e possa dar frutos. Que assim seja. Graças a Deus. Boa tarde a todos. É sempre uma alegria estarmos aqui nessas tardes de sexta-feira em que temos a oportunidade de refletir sobre o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. E como a Juliana estava dizendo, estamos vivendo tempos de Natal, né? Então, mais um ano que se finda, mais um ciclo que termina esse ciclo de 365 dias, né, um ano. E como é comum, a gente faz nessa época reflexões, ou pelo menos deveríamos fazer a ferição do que fizemos nesses dias todos que nos foram concedidos por misericórdia de Deus. Então, fazermos uma análise, uma autorreflexão do que fizemos com todas as oportunidades que surgem ao longo de um ano. Natal comemoramos o nascimento de Jesus, independente da data ser ou não historicamente real, mas há um simbolismo muito grande,

o que fizemos com todas as oportunidades que surgem ao longo de um ano. Natal comemoramos o nascimento de Jesus, independente da data ser ou não historicamente real, mas há um simbolismo muito grande, o nascimento de Jesus. Jesus veio, né? Jesus trouxe a mensagem do bem, a mensagem do amor, a mensagem do perdão, a mensagem da fraternidade. E vindo para cá, hoje eu pensava nisso. Quanto de tudo isso eu já trago realmente internalizado no meu coração, no meu psiquismo. Vinha pensando, será que Jesus nasceu no meu coração? Será que essa mensagem tem sido compreendida? Nós sabemos que Jesus é o mestre maior de todos os espíritos que de alguma maneira se vinculam ao planeta Terra. Tanto que foi o título que ele aceitou de mestre. Então Jesus é o nosso mestre, é o nosso modelo, é o nosso guia. como a gente encontra lá na questão 625 de o livro dos espíritos, Jesus é o modelo e o guia da humanidade. E ele veio e trouxe a sua mensagem de amor para todos nós e segue desde então nos orientando, nos sustentando, nos encaminhando. Mas a pergunta que fica numa época como essa é o quanto de evangelho já trazemos em nós. Existe uma obra muito interessante de Emanuel Renúncia, que conta a história de Alcioni e há determinada parte do livro em que ela vai dizer que o evangelho precisa ser conhecido, meditado, sentido e vivenciado. Então são várias instâncias que começa sim com o conhecimento intelectual cognitivo das lições do evangelho, mas que vai indo numa gradação que permeia todas as outras até chegar na vivência. Então, nessa época de Natal, eu gostaria de deixar essa reflexão para todos nós que estamos aqui, encarnados e desencarnados. O que nos falta para que possamos viver o evangelho em toda a sua integralidade? O que nos falta ainda compreender e entender para que a mensagem do amor, do amai-vos uns aos outros que Jesus trouxe na vivência, realmente passe a ser para cada um de nós uma realidade. Então, meus amigos, aqueles que estão vindo aqui há mais tempo sabem que nessas terças, nessas

vos uns aos outros que Jesus trouxe na vivência, realmente passe a ser para cada um de nós uma realidade. Então, meus amigos, aqueles que estão vindo aqui há mais tempo sabem que nessas terças, nessas sextas-feiras, nós temos estudado a obra Caminho, verdade e vida, de autoria de Emanuel, pela lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. Nessa obra, o benfeitor pinça versículos do Evangelho e os comenta. E na tarde de hoje nós falaremos sobre o item 35, o texto 35 do caminho verdade e vida, que tem por título semeadura. Semeadura é um título comum. nas nossas conversas, nas palestras, nos grupos de estudo, falamos muito de semeadura, de colheita, de ceifa. Existe um axioma que é muito usado no meio espírita e também outros ambientes. Semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Temos o livre arbítrio para semear, mas das nossas semeaduras cabe-nos a responsabilidade individual de arcar com as consequências. Então, o símbolo do semear, da semeadura, ele é um símbolo muito presente, muito recorrente no Evangelho. E esse texto de hoje, o texto que estudaremos hoje, nos traz mais uma vez esse símbolo, semeadura. E é interessante porque Emmanuel vai trazer o versículo 32 do capítulo 4 do Evangelho de Marcos, em que Jesus, de maneira suscinta, em uma única frase nos traz a lei de causa e efeito, quando diz assim: "Mas Mas tendo sido semeado, cresce, mas tendo sido semeado, cresce. Olha que interessante como Jesus realmente era e é mestre. Tendo semeado, causa, tendo sido semeado, causa, cresce, efeito. Então, é uma lei. A semeadura é uma lei divina. Tendo sido semeado, cresce. é lei. E a pergunta que vem é: o que tem sido semeado nas nossas lavouras ao longo do tempo, ao longo das nossas existências, ao longo da nossa vida? Porque uma coisa é certa, uma vez tendo sido semeado, perce. É ou não é lei de causa e efeito? Semeie esforços e colheremos realização. Semeie disciplina e colheremos trabalho profico. Temei mansuetude e colheremos mansuetude. Semeemos amor e colheremos amor.

. É ou não é lei de causa e efeito? Semeie esforços e colheremos realização. Semeie disciplina e colheremos trabalho profico. Temei mansuetude e colheremos mansuetude. Semeemos amor e colheremos amor. Mas o inverso também é verdadeiro. Semeemos discórdia, o que crescerá? Semei desequilíbrio. O que será que crescerá? é uma lei. E por mais que queiramos nos fazer desconhecedores dela, nenhum de nós que aqui se encontra, nenhum espírito que está vinculado à Terra pode protetestar ignorância a respeito desta lei, a lei da semeadura. Sabemos por experiência própria, que todas as vezes que semeamos pimenteiras, colheremos pimenta. Todas as vezes que semeamos espinheiros, colheremos espinhos. É óbvio que quando falamos de justiça divina, de lei, de causa e efeito, nós também já estudamos em especial na codificação espírita, a codificação kardequiana, que a justiça de Deus não é pena de Talião que nós colheremos. aquilo que nos é devido, mas que Deus sempre se utiliza de misericórdia para as nossas colheitas. Mas então o benfeitor vai nos dizer: "É razoável que todos os homens procurem compreender a substância dos atos que praticam nas atividades diárias." Emanuel tem uns termos que são muito interessantes. Vejam o que ele tá dizendo. Substância dos atos. É razoável que todos os homens procurem compreender a substância dos atos nas atividades diárias. Que será que o benfeitor está querendo dizer com isso? que nós devemos estar atentos, observando, analisando a substância dos nossos atos, a intenção, o móvel, a essência dos nossos atos mais comezinhos, dos nossos atos do dia a dia, do cotidiano. Porque as experiências elas se nos apresentam, não são nos atos eventuais das nossas vidas, não. A experiência se dá no cadinho, no dia a dia, no cotidiano, desde os primeiros instantes em que abrimos os olhos. para um novo dia. A partir dali, o benfeitor nos alerta para que prestemos atenção na substância dos nossos atos, na intenção de tudo aquilo que fazemos. desde o bom dia que damos,

e abrimos os olhos. para um novo dia. A partir dali, o benfeitor nos alerta para que prestemos atenção na substância dos nossos atos, na intenção de tudo aquilo que fazemos. desde o bom dia que damos, desde o auxílio que oferecemos ou a irritação que demonstramos, substância dos atos, porque é preciso que estejamos sempre nos analisando para que possamos um dia realmente nos conhecer, mas aqueles de nós que caminhamos pela vida num movimento automático e muitas vezes apresentando máscaras que as convenções do mundo nos obrigam a ter, mas sem fazermos essa análise e íntima da substância dos atos do que realmente nos move aquele olhar atento, aquela coragem de quem caminha pela vida no movimento da autoobservação. Os que assim não procedem, muitas vezes vão passando de existência em existência, de corpos em corpos. mas não levam o despertar real, o entendimento e o conhecimento necessário. E Emanuel continua dizendo: "Ainda que estejam obedecendo a certos regulamentos do mundo que os compelem a determinadas atitudes, é imprescindível analisar a qualidade da sua contribuição pessoal no mecanismo das circunstâncias, porquanto é da lei de Deus. Que toda semeadura se desenvolva. Quanto de nós colocamos nas atitudes do dia a dia? Quanto de nós, eu costumo dizer que nas nossas áreas de atuação, nos nossos setores de atuação, ninguém pode fazer como a gente faz. Então, quando eu ouço alguém dizer: "Ninguém é insubstituível", eu penso claro que existem várias pessoas que poderão fazer determinada atividade, mas como eu faço só eu, como ela como ele, só ela, só ele. E aí vem Emanuel nos perguntando quanto de nós nós estamos colocando no nosso dia a dia. Em casa, podemos fazer um sanduíche para nós, para o filho, para o quem vive conosco. Isso é fácil, né? Ainda mais hoje com as misteiras elétricas. Mas quanto de mim eu coloco naquele sanduíche? É o meu jeitinho, é a maneira como eu corto. É a maneira como eu o apresento. Às vezes até com sorriso, querido, o seu sanduíche. E naquela voz, naquela frase,

anto de mim eu coloco naquele sanduíche? É o meu jeitinho, é a maneira como eu corto. É a maneira como eu o apresento. Às vezes até com sorriso, querido, o seu sanduíche. E naquela voz, naquela frase, vai impregnado o meu fluido de amor, de carinho. Quanto de mim eu coloco no bom dia que eu dou pro vizinho que compartilha a viagem de elevador. Bom dia, como está? Boa tarde. A chuva nos nos refrescou, não é mesmo? A pessoa assusta porque hoje ninguém tá acostumado, não é? Vivemos robotizados com os nossos celulares pelas ruas, pelos ambientes, pelos elevadores. Aquele bom dia só eu posso semear da forma como só eu sei semear. E no trabalho, ah, Débora, mas eu não estou sendo pago para ser gentil. Eu não estou sendo pago para sorrir. É verdade. Não somos pagos para sorrir, para cumprimentar, para orar mentalmente por alguém que chega no nosso ambiente de trabalho em claro e franco desequilíbrio, agredindo às vezes numa agitação íntima, uma prece silenciosa, envolvendo aquela criatura é semeadura, que só eu, da maneira como só eu sei fazer, posso semear. É a minha contribuição, é a minha parcela. de amor, de fraternidade. Às vezes caminhamos pela vida esperando que um momento glamuroso surja para que possamos então dar demonstração do quanto cristãos somos. Não precisa de glamor, não é? No cadinho, é no dia a dia, é ali onde transitamos, é com o companheiro difícil. Agora em época de Natal, a grande maioria de nós se reúne com as famílias, com os queridos e com os queridos. Então, minha gente, quanto de mim eu vou levar nessas reuniões? familiares, não é? É isso que o benfeitor tá dizendo, semear, porque aquilo que eu semeio, eu colho. A gente reclama tanto, não é verdade? Que as coisas estão ruins, que nada dá certo, que estamos sempre cansados, desesperançados. aborrecidos. Às vezes as pessoas nos cumprimentam, tudo bem, bom dia. A gente fala só se for para você, porque olha, o meu dia começou hoje. Aliás, esses últimos tempos e começamos a desfiar um rosário de problemas, de não estamos

as nos cumprimentam, tudo bem, bom dia. A gente fala só se for para você, porque olha, o meu dia começou hoje. Aliás, esses últimos tempos e começamos a desfiar um rosário de problemas, de não estamos dizendo que eles não sejam reais. Sim, estamos num orbe de provas e expiações. Temos problemas, temos desafios, enfrentamos testemunhos, uns mais servos, outros nem tanto, mas estamos todos na luta. Se semearmos um pouco do que nos vai no coração em forma de bondade, de gentileza, eu tenho certeza que nós semearemos rápido. São semeaduras em que a ceifa muitas vezes é imediata. E eu me lembro aqui de uma história do Chico certa feita, que reflete muito esse tipo de colheita imediata. Ele trabalhava na época na fazenda modelo. Ele era funcionário público do Ministério da Fazenda, se não me engano, ou da agricultura, um dos ministérios. Ele era escriturário e tinha um horário muito rígido. E Chico não tinha carro. Ele tomava um ônibus que tinha um horário fixo, perdendo aquele ônibus, o outro só uma hora depois. E nesse dia ele já estava meio atrasado. Ali o ônibus apontava lá na esquina quando ele ouve alguém chamando. Chico, Chico e ele olha para trás, uma senhora, ele falou: "Meu Deus, como eu vou fazer?" e já se preparava para dizer para ela: "Agora eu não posso atender a senhora". Quando Emanuel aparece e diz: "Chico, atenda, é preciso." Então, com a obediência, né, das grandes almas que já havia aprendido o nosso Chico, ele para, vê o ônibus passando, o olhinho vai comprido, né? imaginando o que teria que esperar até que o outro viesse novamente, mas ele atende a senhora e então conversam e ela traz as suas demandas, ele a consola, né, com aquele coração amoroso dele, ela vai embora, mas antes ela olha para ele e diz assim: "Ô Chico, Deus te abençoe! E vai. E Emanuel olha e diz assim: "Chico, olhe naquele instante, meus irmãos, uma onda bem fazeja de fluidos envolveu Chico revitalizando-lhe todas as células do seu corpo físico e perespiritual. E ele foi tomado de um bem-estar,

sim: "Chico, olhe naquele instante, meus irmãos, uma onda bem fazeja de fluidos envolveu Chico revitalizando-lhe todas as células do seu corpo físico e perespiritual. E ele foi tomado de um bem-estar, de uma alegria que o acompanhou por todo aquele dia e por toda a semana. Ele houvera semeado e colhido imediatamente. Quantas colheitas benzejas nós temos deixado de receber? Porque andamos muitas vezes apressados, irritados, orgulhosos, soberbos, vaidosos. Estamos deixando a vida passar, estamos deixando as oportunidades caminharem a largo, passando por nós, sem que semeemos. E cada dia se nos apresenta repleto de convites à semeaduras. Então, que a gente tenha esse olhar para saber o que de nós temos entregado à vida, quais têm sido as nossas semeaduras diárias, porque as nossas colheitas estarão diretamente ligadas a elas. E o benfeitor vai nos dizer: "Semeemos o bem. Porque somente o bem pode conferir o galardão da liberdade suprema, representando a única chave capaz de abrir as portas sagradas do infinito, a alma ansiosa. Nós não somos almas ansiosas e sofredoras. Somente o bem pode nos abrir as portas do reino da paz. Haja pois suficiente cuidado em nós a cada dia, porquanto o bem ou o mal, tendo sido semeados, crescerão junto de nós, de conformidade com as leis que regem a vida. Semeemos bem, para o bem, só no bem, e receberemos dos mananciais supremos da vida que expressam o bem infinito em todas as nossas instâncias. E eu me lembro de Jesus no seu encontro com públio lentolo, só para que terminemos, quando ele disse ao senador, está no teu querer seguir-me agora ou daqui a milênios. É como se ele dissesse: "Está no teu querer iniciar a semeadura do bem nas lições que eu já trouxe agora e começar agora a colheita também no bem ou daqui a milênios. que neste Natal possamos refletir sobre quais têm sido as nossas semeaduras. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada e um Natal de muita paz. >> Nosso muito obrigado a Débora pelas palavras. Enquanto a a Débora dizia ali

refletir sobre quais têm sido as nossas semeaduras. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada e um Natal de muita paz. >> Nosso muito obrigado a Débora pelas palavras. Enquanto a a Débora dizia ali da reflexão do Emanuel, qual observa a substância do seus atos. Tem um canal no Instagram muito engraçado que chama Amigos da Luz. É um canal espírita com humor. Então eles passam o a pessoa conversando com seu obsessor, tentando negociar. São várias as situações e mas a Débora colocou e me lembrei de uma que eu ri muito, que eram dois trabalhadores de uma casa espírita preparando uma sopa para ser distribuída para os necessitados. Enquanto eles manuseiavam a faca, as facas iam cortando os alimentos, eles falavam mal de todos os colegas do centro. [risadas] Então, qual é a substância dos nossos atos, né? que eu tô ali tudo bem, eu vim movido pelo desejo de servir, mas aquela faca ali é a minha língua, né? Vou ali partindo os alimentos e o que que eu tô colocando como substância dos meus atos na preparação daquele alimento? Então, que estejamos atentos aquilo que dá corpo ao que nós fazemos no nosso dia a dia, que é o nosso desejo, que é a nossa vontade materializada. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, que certamente era extremamente bem humorado, que deve ter ido inúmeras vezes de nós que lá estávamos ao seu lado, mas também inúmeras vezes endereçado a nós o seu amor, a sua misericórdia, a sua compaixão, porque sabia que teríamos o nosso tempo e que talvez aquele convite, assim como se deu com públio, não estiver tivesse amadurecido o suficiente da nossa parte para que nós pudéssemos aceitá-los, aceitá-lo como nosso mestre e o nosso guia. Mas hoje, depois de mais de 2000 anos, aqui estamos todas as sextas-feiras à tarde no matinê, dizendo a Jesus: "Olha, eu quero seguir com você. Eu quero estar com você. Eu quero ser um instrumento da sua paz. Eu quero ser um multiplicador das suas bênçãos. E rogando a ele, mestre, não desista de mim, por favor, porque eu estou cheio

com você. Eu quero estar com você. Eu quero ser um instrumento da sua paz. Eu quero ser um multiplicador das suas bênçãos. E rogando a ele, mestre, não desista de mim, por favor, porque eu estou cheio da vontade de servir e de ser digno da confiança que o Senhor me depositou. Então, não percamos tempo, estejamos atentos. Que Jesus neste Natal seja a pessoa mais importante do nosso encontro familiar. que ele seja reverenciado, que ele seja amado e, acima de tudo, que ele seja lembrado como um divulgador das palavras de Deus de uma maneira simples em todos os sentidos. Então, que a nossa ceia se transforme no alimento espiritual destinado à melhoria da humanidade e destinado também a todos aqueles que estão desesperançados. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares. Tenham um feliz Natal com toda a família, com, enfim, com todas as pessoas amadas e estejamos sempre a serviço do bem. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do

re [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como [música] no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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