SE CAÍSTE, NÃO TE ACOMODES NO CHÃO - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/08/2025 (há 7 meses) 46:11 270 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, queridos irmãos. Queridas irmãs, que a paz do meigo Rab Galileia, o amorável Jesus, seja sempre em nossos corações. Muita paz, que sejam todos bem-vindos. aqueles que também nos vê e nos ouvem através da rádio TV Comunão Espírita de Brasília. Vamos buscar nas lições primorosas do Mestre Jesus aquele reconforto que estamos buscando morente num planeta de provas e expiações em que vivemos. Quando analisados os acontecimentos numa panorâmica eh que passa pelo crio das nossas observações, nós constatamos muitos sofrimentos, muitas pessoas se lamentam, pessoas que entram em processos ansiosos e depressivos, enfim, a o planeta Terra, a humanidade que nela habita é um hospital em céu aberto. Portanto, nós precisamos ter cuidado, esmero, para que não nos comprometamos ainda mais além do que da carga eh sentimental, emocional, espiritual que carregamos no bojo das nossas vivências reencarnatórias. Paraa tarde de hoje, nós trouxemos um tema muito interessante. Se caíste, não te acomodes no chão. Mormente nós caímos, maiormente nós nos sentimos determinado momento da vida que parece que a derrocada é iminente e que nós vamos sofrer muito. No entanto, como devemos encarar os processos conflituosos, né, os os processos existenciais da vida humana? São desafios. Nunca percamos de vista que nós transitamos na jornada terrena numa escola. Planeta Terra, evidentemente, é uma escola. Que escola é essa? Escola de provas e expiações, escola duríssima para almas de espírito, também duros, que não se envergam simplesmente ao sabor de uma exortação, como se fizera há mais de 20 séculos pelo mestre Jesus. Ele nos convidara a uma reflexão mais profunda. Trouxera elementos ah dentro de uma simbologia, dentro de uma figuração, uma vez que não pudera dizer a verdade. Ah, na sua essência há espíritos ainda imaturam

convidara a uma reflexão mais profunda. Trouxera elementos ah dentro de uma simbologia, dentro de uma figuração, uma vez que não pudera dizer a verdade. Ah, na sua essência há espíritos ainda imaturam ainda dos processos do conhecimento espiritual. Mas eu quero eh exortá-los através de um pensamento muito eh interessante de um irmão que se identifica, irmão José, lá na obra Vigiai e Orai. E ele diz assim: "Não te lamentes e nem permaneças na expectativa de que te levantem. Olha só, reúna as forças que te sobram e de novo retoma a caminhada. Somente quem caiu pode advertir os encaltos quanto aos perigos a que se encontram expostos. Não raro, Deus te consente à queda para que aprendas humildemente. Ora, vamos pincelar rapidamente essa sentença. O que vale as nossas queixas? Nós acreditamos que se queixar, nós levantamos a piedade do plano espiritual. Quando nos cabe de pronto levantar diante de um obstáculo, o obstáculo, na realidade não se trata evidentemente de punição, trata-se de experiência. Experienciar uma determinada situação que nos levará a um processo de alforria espiritual. Então, nós precisamos lidar com as nossas dificuldades, com os nossos conflitos existenciais, que todo dia nós nos defrontamos. Eles são inerentes à alma humana. Portanto, não nos desesperemos. E ante o primeiro passos para nos defrontarmos com as nossas deficiência, não vamos desistir. Entender que a dor é o aguilhão, é o processo que nos faz retornar aos processos de reflexões mais profundas, nos entender por nós sofremos. Essa é uma questão que deve ser respondida na intimidade da alma de cada um. Então ele reúna as forças, não se lamente, não reclame, não é? Retoma a caminhada, ou seja, ao primeiro impacto nós medramos, nos colocamos de uma forma frágil diante da vida. Como vencer obstáculos se nos fragilizamos aos primeiros impactos? da vida, dos processos que nos desafiam ou dizer: "Eu sou forte, que me vale dizer eu sou espírita." que se na hora da prova das experiências que são eh importantes, que nos graduam

rimeiros impactos? da vida, dos processos que nos desafiam ou dizer: "Eu sou forte, que me vale dizer eu sou espírita." que se na hora da prova das experiências que são eh importantes, que nos graduam ao processo do equilíbrio e da paz interna, eu quedo frágil que ao primeiros ventos eu me quedo, ao invés eu quebro igual um galho, um galho seco ao ao a ventania quebra, mas o o galho que está às vezes ele se curva, mas não quebra. Ele entende, se curva diante das dificuldades, mas segue adiante. Então nós vamos aprendendo, vamos ampliando a nossa consciência. Então, será que Deus é um punidor? É um sensor? Não, nós elegemos situações que responderemos a priori imediatamente para que aprendamos. Ah, eu quero aprender, mas se nós queremos aprender, temos que ser submetidos à prova. Caso contrário, eu não posso dizer que eu sou uma pessoa liberta, graduada nos processos amorosos da vida. A frase se caíste, não permaneça no chão dentro do enfoque da doutrina espírita, dizendo assim: "Supera as dificuldades, vamos superar as dificuldades e os erros. E aprendendo, que é o mais importante. Superar significa aprender com seus próprios erros e seguir o caminho. Nós não podemos parar e começar a chorar, a lamentar, a solicitar as bené do plano espiritual morente ao Pai, que ele afaste os nossos problemas. Isso não acontecerá, porque nós precisamos aprender. Somos alunos, aprendizes do evangelho de Jesus. Portanto, o alerta é para nós não nos acomodarmos nessa jornada de libertação. Então, a Terra é uma escola, aqui é um aprendizado e os espíritos enfrentam provas e expiações, provas que elegemos, que estamos agora experienciando. As expiações são aquelas situações que se agravam e nós falamos assim: "Mas eu não mereço, eu não criei esses problemas, mas os problemas existem. Da onde eles são? Qual é a origem? Qual é a gênese desse sofrimento? está no nosso passado. Se não podemos responder com presente as dores que somam-se as aquelas que estamos vivenciando agora, é porque elas

eles são? Qual é a origem? Qual é a gênese desse sofrimento? está no nosso passado. Se não podemos responder com presente as dores que somam-se as aquelas que estamos vivenciando agora, é porque elas estão lá no passado. Como nós não temos acesso nos arquivos do passado agora como encarnados, as teremos a posterior, após o nosso desencarno, nós temos acesso claro a essas informações. Mas uma coisa nós não podemos esquecer, queridos irmãos e irmãs, estamos todos submetidos à lei do progresso. Essa lei diz que ninguém escapa a ela, o que é muito bom. Alguém diria mais, e aquele que se nega a seguir os processos, né, os preceitos que libertam o espírito, ele pode demandar no sentido de postergar esse processo. É verdade. É verdade. Porque a espiritualidade não impõe ao espírito imperfeito que somos dizer, determinar você faça isso ou faça aquilo. Nós temos uma coisa chamado livre arbítrio, a livre escolha. Portanto, não estamos submetidos a uma tirania da espiritualidade. Temos a liberdade de fazer o que bem entendemos, mas essa liberdade dita consequências. E essas consequências nós temos que arcar. Se fazemos o bem, o bem retorna. A sua origem, evidentemente, não é diferente em relação ao mal. Uma vez feito, ele retorna à sua origem. Isso está sustentado numa lei que se chama lei de causa e efeito, que se traduz nas palavras de Jesus quando ele diz assim: "Semeadura livre, colheita obrigatória". Ou seja, não tem como fugir. Deus não é um sensor. Jesus disse isso com muita propriedade, mas disse para aqueles que o seguiam e nós o seguimos até hoje, tem que seguir os preceitos da lei divina. Ame a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Ora, não há como fugir ao imperativo do amor. Então, estamos submetidos à lei do progresso. Então, uma perguntinha que se impõe agora. Consideremos esse roteiro da perfeição que nós estamos submetidos? Evidentemente eu estou falando da perfeição relativa, porque a perfeição absoluta só Deus a detém. Mas a espiritualidade informa dizendo o

deremos esse roteiro da perfeição que nós estamos submetidos? Evidentemente eu estou falando da perfeição relativa, porque a perfeição absoluta só Deus a detém. Mas a espiritualidade informa dizendo o seguinte: "Podemos ser felizes?" Sim, a felicidade relativa dentro do nosso processo de graduação. Então, a felicidade não é uma felicidade sem mescla. Nós queremos ser felizes, mas não queremos sofrer. Nós queremos ser felizes, mas ninguém, todo mundo tem que me respeitar, não pode me desrespeitar. Mas como? Qual onde está o exercício do nosso amor e do nosso entendimento? Ah, eu sou espírita. Então, prove que você é espírita, porque não basta apenas afirmar, você tem que comprovar na prática. Ora, a nossa trajetória é uma trajetória que vez outras nós cairemos. Isso podemos chamar de queda espiritual. Nós vamos quedar. Mas isso deve ser entendido como castigo, não? Um processo natural que está limitado ao nosso processo de evolução espiritual. Então, erros, dificuldades, equívocos, aceitemos assim, são oportunidades. Estamos tendo oportunidades preciosas de crescimento espiritual. Portanto, a doutrina espírita não considera a queda como algo definitivo. E não é mesmo, mas sim o momento fugaz, transitório, que faz parte da nossa jornada rumo às comieiras da perfeição que buscamos. Isso demanda muito tempo, muito tempo. E esse tempo que estamos usufruindo agora não pode ser eh descurado, colocado de uma forma desleixada, mas devemos buscar esse nosso tempo, presente como algo precioso que se projeta para o futuro. Quando imaginamos um castigo que vem do passado, foi nossa falha, tá lá no passado, que respinga na atual existência, mas nós podemos agora fazer cessar essa ação nefasta, deletéria, fazendo com que o espírito aspire momentos melhores. E nós somos esse arquiteto, somos nós que vamos construir. Portanto, vamos sem perca de tempo, a alimentar esse esses processos preciosos do tempo, porque perdemos muito. Então, mas isso exige uma coisa que vocês já ouviram falar, o

s nós que vamos construir. Portanto, vamos sem perca de tempo, a alimentar esse esses processos preciosos do tempo, porque perdemos muito. Então, mas isso exige uma coisa que vocês já ouviram falar, o mérito, não é? Quando Kardec, o codificador, traz a lume a lei de causa e efeito e suas consequências, eles diz: escolhas façam as escolhas corretas, as escolhas boa, porque senão teremos que corrigir, reparar par e passo todo esse processo. De que forma fazemos? através das reencarnações. Nós estamos todos os dias eh procurando entender isso, mas eu estou vivenciando essa vida e as outras. Eu não lembro, meu Deus, será que eu tive vidas pregressas mesmo? A chamada pluralidade de existências nos estudos postulados da doutrina? Sim, claro que nós tivemos. Portanto, tenhamos cuidado com o presente, ele é especial. O passado ele tem importância porque ele explica o nosso presente, mas a ele não devemos nos imantar, porque quem se apega no passado sofre, deixa de viver o presente. E o presente é importante para que nós nos projetemos para um futuro de felicidade e de e de paz. Portanto, o mal liciona os espíritos. Lá na questão 871 do livro dos espírito, eles diz assim: "Podendo o homem escolher entre o bem e o mal, a prova tem por fim colocá-lo ante a tentação do mal, deixando-lhe todo o mérito da resistência". Ora, tá dizendo o seguinte: nós não passaremos incóles ao processo da tentação, das escolhas, porque o planeta Terra é um planeta dual e todas as vezes no cotidiano temos que eleger entre a situação em realizar o bem e o mal. O nosso sofrimento ou a nossa felicidade, ela decorre justamente de elegermos as situações corretas. O que traz sofrimento é porque transitamos em processos desidiosos, equivocados, que nos trazem muito sofrimento. Então, nada a censurar, nada a dizer em contrário, porque quem elege o bem em detrimento do mal conquista a virtude através dos tempos, do esforço seu pessoal. E isso não é um caminho fácil de se seguir. Bom, devemos fazer quando a dor vier e bater

o, porque quem elege o bem em detrimento do mal conquista a virtude através dos tempos, do esforço seu pessoal. E isso não é um caminho fácil de se seguir. Bom, devemos fazer quando a dor vier e bater fortemente ah sobre os nossos espíritos em experiências difíceis, né? Muito difícis. Ninguém transita no planeta Terra como se fosse um jardim de flores maravilhoso, porque isso não existe. Então, o vamos entender um pouquinho esse processo da dor que nos incomoda tanto. Eu vou dizer uma frase para vocês. Espero que cada um busque dentro de si a resposta que vamos dar e entender a essa diferença quando nós falamos em dor e falamos em sofrimento. Olham só, a dor é inevitável, o sofrimento é opcional. Poxa, que frase interessante. A dor inevitável, mas o sofrimento é um conceito frequente que a doutrina aborda. Vejam, refere-se à ideia de que as dificuldades e desafios da vida, a dor, nós estamos falando da dor, são parte do processo de aprendizagem e evolução do espírito. Agora, advertência, a exção. Porém, o sofrimento, que é uma reação emocional a essa dor, pode ser gerenciado e evitado em muitos casos ou até minimizado através da compreensão e aceitação do reencarnante. O que é que nós estamos dizendo? algo extremamente importante. Ah, eu sofro. Sofro é a consequência da dor. É uma reação, como eu disse, uma reação ah emocional que muitos não sabem lidar com a dor, então sofre. Porque se nós entendermos que a dor não é castigo, não é punição, mas é algo pedagógico para ensinar o espírito faltoso que ele precisa se conduzir de forma harmoniosa. Uma vez que não o faz, sofre as consequências. É o sofrimento que desgasta emocionalmente o espírito. Porque o sofrimento advém do remorcio. Você fica com culpas, traz na bagagem muitas situações emocionais, sentimentais. Como o espírito não é amadurecido psicologicamente o suficiente, ele encara o sofrimento e a dor como algo que está massacrando, está deixando ele numa posição incômoda. Então, a Joana, a mentora do do nosso falecido

não é amadurecido psicologicamente o suficiente, ele encara o sofrimento e a dor como algo que está massacrando, está deixando ele numa posição incômoda. Então, a Joana, a mentora do do nosso falecido Divaldo Pereira Franco dizia: "Nós precisamos amadurecer psicologicamente para não agir como uma criança birrenta que diante de algo que não lhe é concedido, ela reclama, bate os pés, não é verdade?" Nós agimos assim, não batendo os pezinhos, nem nos jogando no chão, mas resmugando, nos queixando. Isso mostra as sobejas a nossa imaturidade psicológica. Então, a espiritualidade sugere que nós busquemos a compreensão da dor para superá-la. Precisamos entender o porqu da dor. E isso se faz por meio da fé raciocinada, do trabalho perseverante na prática do do bem. Então, a dor, para que ela seja compreendida, absorvida, entendida, nós só encontraremos a cura deste desta dor quando promovermos a nossa reforma moral. Porque quando se fala espancar a dor, os vícios, a os processos atávicos, animais que existe na intimidade da alma e elas existem. Mas alguém diria: "Ah, mas eu tenho esse sentimento". Sim, ela tá quietinha, ela dormita na psiquê, na nossa alma. Mas no momento em que nós somos atropelados pelos acontecimentos, eis que nós viramos uma fera. E aí essa fera emerge como forma de sentimentos desarmoniosos, desequilibrados. Mas Jesus vem em nosso socorro e informa como devemos lidar com a dor, diz ele, com resignação, amor, confiança na justiça divina, confiança no pai daquele, porque temos a paternidade divina. Então, nós estamos, temos a rubrica, a chancela em nossas almas da ação maravilhosa do Pai Criador. Nós somos que suas criaturas. Então, a nossa gênese lá no início da criação tem a chancela do Pai sobre nós, mas precisamos conquistar essaurria, essa beleza que nós precisamos atingir. A dor, lembrem-se, queridos irmãos, queridas irmãs, faz parte da vida. Vejam, não há como evitá-la. O sofrimento não, o sofrimento pode ser diminuído e até evitado. O sofrimento, sendo mais

s atingir. A dor, lembrem-se, queridos irmãos, queridas irmãs, faz parte da vida. Vejam, não há como evitá-la. O sofrimento não, o sofrimento pode ser diminuído e até evitado. O sofrimento, sendo mais vasto, né, tem um horizonte muito maior, inclui dimensões psíquicas, psicológicas, sociais, espirituais. é um conceito mais abrangente do que o conceito da dor. Então, o sofrimento, ele é inerente ao estado de imperfeição do espírito, da alma. Ele ainda sofre. sofre porque não entende porque a dor o acolhe, que traz para um raciocínio de um entendimento maior. E a consciência que vem lá dos primórdios da criação humana vem se ampliando. Esse sentimento do divino demanda muitas vidas para entender que nós somos esses seres especiais, seres divinos. E como seres divinos devemos nos entender e nos colocarmos nesse roteiro libertador. Allan Kardec, o codificador, lá no capítulo sexto de O Evangelho Segundo o Espiritismo, diz o seguinte: "Todos os sofrimentos, miséria, decepções, dores físicas, perda de entes queridos, encontro sua consolação na fé no futuro, na confiança, na justiça de Deus que o Cristo veio ensinar aos homens. É verdade. Quem não tem fé, quem não acredita que esta não é uma única vida, que tivemos muitas e que teremos à frente outras centenas de reencarnações, ele não teme. Ele sabe que tudo isso é um processo transitório fugaz. O espírito André Luiz diz o seguinte: "Faça o melhor que puder em qualquer situação, com o tamanho devotamento à felicidade alheia, que não sofra arrependimento remorço em tempos de crise. O que a lição espelha senão ditames da lei maior preconizada pelo mestre Jesus? O o grande problema é que nós nos consumimos diante da nossa incompetência de amar, de entender o outro. E avoluma-se em nós os processos depressivos, ansiosos, porque não aprendemos ainda a amar. Porque o amar nosso, ele é todo eleito por nós. Ah, eu amo meu filho, eu amo a minha filha, eu amo meu esposo, a minha esposa. Mas Jesus não falou em amor eleito por nós. Ele falou um amor

nda a amar. Porque o amar nosso, ele é todo eleito por nós. Ah, eu amo meu filho, eu amo a minha filha, eu amo meu esposo, a minha esposa. Mas Jesus não falou em amor eleito por nós. Ele falou um amor incondicional a todas as criaturas. O que significa que precisamos aprender a amar além dos estreitos, né? eh eh liames da parentela e ir além disso, muito além. Lembre-se daquela passagem em que Jesus fazia suas prédicas e alguém lá dentre a multidão diz: "Senhor, eis que se aproxima agora sua mãe, seus irmãos, enfim, a parentela de Jesus estava chegando aquele momento e Jesus com extrema lucidez, olhando para aquele que dá dera notícia, diz: "Mas quem é a minha família? Quem são meus irmãos? Quem essas pessoas? Então nós num arroubo, sem pensar e acreditaríamos que que Jesus teria agido de forma impensada, né? Menoscabado a sua família, a sua parentela carnal. Não, ele dissera: "Ora, ame a todos, é assim que eu quero. Ame aquelas que pessoas que se distratam. As bem-aventuranças mostram as sobejas, a beleza do amar incondicionalmente. Bem-aventurados que sofrem. bem-aventurança que sofre sede de justiça. Bemvent é a bem-aventurança. São oito preceitos da bem-aventurança que nos convoca a amar, a entender o outro, a querer mais um pouco, a diluir esses processos raivosos, mentirosos, hipócritas, que ainda habitam na intimidade. Jesus espancou aqueles que ele chamou de sepulcro caiados. mentirosos porque ele não admitiam, porque eles conheciam, mas não praticavam. Colocava o dízimo, colocava lá as moedinha no gasofilácio, fazia um estandarte, fazia um uma alvoraça, alvorassava se ao colocar aquelas moedas para que todos pudessem ver o que estavam fazendo. E no entanto, Jesus aponta a viúva, a pobre viúva e diga: "Veja como ela agobre viúa viúva coloca algumas moedas que ela mal podia ter, porque ela era uma indigente e coloca na sua humildade ali o seu óbvulo. Pois bem, nós somos essas criaturas. O que estamos fazendo neste planeta Terra? Ora, é preciso confiança. O nosso desafio é confiança, aceitar a

a indigente e coloca na sua humildade ali o seu óbvulo. Pois bem, nós somos essas criaturas. O que estamos fazendo neste planeta Terra? Ora, é preciso confiança. O nosso desafio é confiança, aceitar a sabedoria divina. E quando as dificuldades inerentes, repito, ao processo evolutivo se avolumam, nós medramos. Então, o que fazer diante da fé abalada em busca do autoconhecimento? Kardec fala com clareza meridiana, transformação moral, mais podar as suas más inclinações. Isso é igual equação, reforma íntima como roteiro seguro. A questão é fácil de ser resolvida? Ah, não é não. Não vamos nos enganar. E nós não somos mais criaturas como criancinha que se tira uma bala e começa a espernear. Nós não podemos mais nos espernear. Nós precisamos entender. Senão o sofrimento não se afasta. Porque nós não atendemos aos proclamos do entendimento maior que devemos assomar nesse instante. Somos espírito de muitas vivências, de séculos de de trânsito neste planeta Terra. Sofremos e reclamamos como se nós fôssemos vítimas desse processo. No entanto, não somos. Somos arquitetos, criaturas que criaram todas essas situações. Semeadura alívio colheita obrigatória. Não há como fugir a esse imperativo. O imperativo é um chamamento da espiritualidade. Qual é esse chamamento? é um convite, a superação, tornar-se melhor e envolve um processo contínuo de reforma íntima, que não se faz numa vida, mas muitas existências eem que vamos buscando aprimorar a nossa moralidade e nos conhecermos. Sócrates sabia disso? Conhece-te a ti mesmo, grande filósofo da antiga Grécia. Conhece ti mesmo. Ora, olhe-se no espelho e veja-se como você é, como somos. Não vamos mentir. Vamos olhar pro espelho e dizer: "Eu sou essa pessoa e eu preciso melhorar". Agora é inadiável esse processo libertador. Nós, como aprendizes, devemos conhecer as nossas próprias fraquezas. Nós sabemos quais são, aonde são os nossos pontos vulneráveis. É preciso, portanto, dominá-los, né? Lutar contra os maus hábitos, inclinações negativas, porque isso nós atingiremos a

óprias fraquezas. Nós sabemos quais são, aonde são os nossos pontos vulneráveis. É preciso, portanto, dominá-los, né? Lutar contra os maus hábitos, inclinações negativas, porque isso nós atingiremos a uma transformação moral. Mas que a doutrina diz que não há soluções mágicas. Ah, eu quero resolver. Senhor, por favor, me ajude, senhor. É o seguinte, eu tô sem emprego. Me dá um emprego, senhor. Eu em casa não tenho comida. Me dê comida, Senhor. Eu não tenho onde morar. Me dê uma morada. É assim que funciona? E o meu esforço? Onde fica o meu mérito? Onde fica meu trabalho no cotidiano? Eu preciso buscar isso. Ora, então não tem soluções mágicas. mormente quando estamos submetidos a problemas de longo curso. Tudo isso que nós estamos passando é um somatório, é um somatório de experiência de muitas vidas. Isso se chama patrimônio espiritual. Nós vemos na bagagem, isso é a nossa bagagem. Nós estamos somando essa vida, somando as outras que estão atrás e outras que virão. Então nós precisamos eh nos conscientizar. A doutrina não oferece atalhos para a solução dos conflitos, mas ela diz: "Você quer sair desses processos? Entenda as leis divinas que regem a existência. é um convite, é um convite à transformação moral do indivíduo. Portanto, diferentemente das práticas religiosas que prometem soluções rápidas, miraculosas, o espiritismo enfatiza a importância do esforço pessoal e da reforma íntima para a evolução espiritual do aprendiz, porque nós somos aprendizes. Então, a os postulados da doutrina se contrapõem a chamadas soluções mágicas. Então, as nossas ações geram consequências. Quando estivermos agora no presente escolhendo situações, nós vamos pensar 1000 vezes agora e vamos pensar, será que vale a pena seguir esse roteiro? Então, só através do esforço pessoal, do estudo sistemático e da prática reiterada caridade em relação ao próximo, é que alcançamos soluções para os nossos problemas existenciais. E assim temos um instrumento extraordinário, tá, que nós já conhecemos, chama-se mediunidade.

reiterada caridade em relação ao próximo, é que alcançamos soluções para os nossos problemas existenciais. E assim temos um instrumento extraordinário, tá, que nós já conhecemos, chama-se mediunidade. Todos nós somos médiuns em maior potência, com maior relevância, que ressoa aos olhos. Outros que não vem esse esse processo se manifestar tão ostensivamente, diz: "Eu não tenho mediunidade". Todos nós temos mediunidade. Uns se expressam de forma mais eh clara aos nossos olhos. Então vamos usar a nossa meodidade, porque os desafios, dizem a diz a espiritualidade, são inerentes à vida de relação e se manifestam através de conflitos, doenças, perdas e até mesmo convívio num mundo de expiação e prova do qual nós estamos submetidos. A doutrina espírita ensina a superá-los, leciona que são oportunidades de aprendizado e crescimento espiritual do espírito. Então, nós estamos aprendendo a desenvolver virtudes e espancar naturalmente os vícios seculares que reiteradamente nos convoca a um processo para superá-los. Muito obrigado por me ouvirem com atenção e ao retornarem aos seus lares, o façam de maneira tranquila. Levem aqueles que vocês deixaram a retaguarda essa mensagem de amor. Nós precisamos aprender a amar mais um pouco. A Joana diz isso com rara beleza numa síntese tão clara. Ela diz o sofrimento. Então eu vou dizer para vocês porque existe o sofrimento. É porque vocês não amam. ainda não aprenderam a amar o suficiente. Que a paz do meio rabiile, o amor Jesus os acompanhe hoje e sempre. Esperamos revê-los, tá? Que nós sentimos saudade de vocês, então esperamos revê-los na próxima segunda-feira. Bom, agora vocês estarão na companhia do nosso irmão Hilário, tá lá atrás, aquele rapaz lá elegante, bonito lá de vestido de azul. Ele vai, ele vai chamá-los para a aplicação do passe. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de

uidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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