SE ALGUÉM LHE BATER NUMA FACE, OFEREÇA-LHE TAMBÉM A OUTRA - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]
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os que estão assistindo nesse momento seus lares agora na hora do almoço ou dos seus trabalhos e também aqueles que nos assistirão depois em algum outro momento, quando essa palestra cair nas mãos de que daqueles que, se Deus quiser, estiverem precisando ouvir uma palavra de consolo, de uma palavra de fé e de esperança, que é o que a gente precisa nos nossos dias. Vamos nesse momento fazer uma prece, fechar os nossos olhos, nos conectarmos com esse Deus que está dentro de nós e antes de mais nada agradecer. Eu sempre começo as minhas preces agradecendo ao Pai Maior pela oportunidade de estar reencarnada, vivendo mais uma experiência nessa vida que nos propicia tantos aprendizados. aprendizados por meio das coisas que nós vivenciamos, que solicitamos e que muitas vezes chegam aos nossos às nossas mãos pela misericórdia divina. outras tantas vezes por situações que nós não gostaríamos de passar, não gostaríamos de viver, mas que nos ensinam também tanto. E todas as vezes que nós vivenciamos essas situações mais problemáticas, mais desafiadoras, com certeza quando tudo passa, porque tudo passa, nós entendemos que houve um grande aprendizado, que houve um propósito, que houve um fator que determinasse que aquela situação fosse exatamente como precisava ser. Então, Mestre Jesus, confiante de que nunca nada do que acontece é sem a sua permissão, nós te agradecemos por estar sempre ao nosso lado, enviando aqueles que nos auxiliam para que nós possamos ter forças e continuar a nossa jornada. permanece conosco por meio do nosso mentor espiritual, de todos os mentores, todos os nossos entes queridos e todos aqueles que torcem pelo nosso avanço moral, espiritual, que possamos estar sempre atentos a todas as oportunidades de crescimento. Que assim seja, meus queridos, hoje nós vamos conversar um pouquinho sobre o capítulo 12 do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo que se chama Amai vossos inimigos. E esse capítulo 12, nós escolhemos falar a partir do item sete. São dois itens,
nversar um pouquinho sobre o capítulo 12 do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo que se chama Amai vossos inimigos. E esse capítulo 12, nós escolhemos falar a partir do item sete. São dois itens, item sete, item oito, cujo título é: Se alguém vos bater na face direita, oferecei-lhe a outra face. Então, o título da nossa palestra de hoje é: Se alguém bater numa face, eh, oferece a outra. E esse é um ensinamento do Cristo, talvez um dos mais difíceis de realizar na prática. Porque todas as vezes que nós nos sentimos de alguma maneira feridos, atacados, atingidos por algo que nos ofende, algo que nos causa dano, é muito difícil que nós possamos ofertar a outra face. Então, esse ensinamento do capítulo 12 do Evangelho Segundo o Espiritismo, quando alguém bater numa face oferece a outra, muitas vezes nós interpretamos de maneiras diversas e não aquela maneira a qual Jesus nos propôs, que é não revidarmos o mal com o mal, é não oferecermos aquele que nos causa algum dano, seja ele material, moral, seja ele de qualquer que seja a espécie que nós Não reajamos da mesma forma, porque se assim o fizermos, não haverá evolução. A humanidade não teria evoluído nenhum pingo se todas as vezes que alguém fizer um mal, o outro revidar com um mal na mesma medida. Nós já não estamos mais na fase do olho por olho, o dente por dente. Felizmente, nós já não vivenciamos mais nas leis humanas, que ainda são leis eh que precisam de aperfeiçoamento, né? porque são eh correspondem uma determinada cultura, uma determinada época. Somente as leis divinas são atemporais e são perfeitas, mas as leis humanas elas vão se modificando e se aperfeiçoando. Mas nem mesmo as leis humanas corroboram mais com a ideia da lei de italião, olho por olho, dente por dente. Ou seja, nós já evoluímos de lá para cá e já sabemos que quando um mal nos é causado, nós não devemos, se não nos, se não foi agradável a nós sentir aquele mal, que não façamos o mesmo com o próximo. E à medida que nós compreendemos isso, não
já sabemos que quando um mal nos é causado, nós não devemos, se não nos, se não foi agradável a nós sentir aquele mal, que não façamos o mesmo com o próximo. E à medida que nós compreendemos isso, não só na teoria, mas que nós passamos a internalizar isso na prática, nas menores atitudes do que as pessoas fazem conosco, eu não vou fazer com o outro aquilo que eu não gostaria que fizesse comigo. Eu não agirei com a pessoa que me fez o mal da forma como ela agiu comigo, porque se eu não gostei, eu também não farei o mesmo a ela. À medida que a gente introjeta, internaliza isso nos nossos comportamentos, a gente vai como que desviando das situações difíceis de maneira mais serena, sem pegar pro pessoal, porque cada um oferta aquilo que tem condições de ofertar, cada um dá na medida do que tem condições para dar. Então, se aquela pessoa ainda eh tem, né, a alguma propensão a fazer o mal, a fazer eh cometer alguma injustiça, a cometer algum tipo de perseguição, de fofoca, de injúria, de difamação, isso é dela e ela em algum momento vai evoluir e vai perceber a mesma coisa, que o que a gente faz pro próximo sempre retornará para a gente, seja o bem seja o mal. Então, que façamos o bem se desejamos que o bem retorne para nós, que amemos se desejamos que o amor também faça parte da da nossa da nossa convivência com as pessoas, que semeemos a harmonia e a concórdia e não a desarmonia e a discórdia. Então aqui nesse item, item sete e no item oito também do capítulo 12 do Evangelho Segundo o Espiritismo, eh a começa dizendo assim: "Ouvistes o que foi dito? Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo, não resistais ao mal que se quer fazer-vos. Mas se alguém vos bater na face oferecei-lhe a outra. E se alguém quer entrar em letígio contra vós para tomar vossa veste, deixai-lhe também o vosso manto. E se alguém quer obrigar-vos a caminhar mil passos com ele, caminhai 2000. Dai a quem vos pede e não rejeiteis aquele que querem emprestar de vós. Isso está no Evangelho de Mateus, capítulo 5, versículos do 38
ém quer obrigar-vos a caminhar mil passos com ele, caminhai 2000. Dai a quem vos pede e não rejeiteis aquele que querem emprestar de vós. Isso está no Evangelho de Mateus, capítulo 5, versículos do 38 ao 42. Quando a gente lê num primeiro momento, a gente pensa: "Nossa, é demasiadamente pacífico para que a gente consiga fazer, né? Se alguém quer caminhar ao nosso lado 1000 passos, caminha com ele 2.000. Porque se alguém quer caminhar 1000 passos e Jesus nos ensina que caminhemos 2000, muitas vezes é porque não é alguém eh do nosso agrado ou algum afeto, porque senão não haveria essa recomendação. Essa recomendação é para aquele alguém que não é uma relação já construída de laços de amor e de laços afetuosos, porque com esses nós não hesitaríamos. Se a pessoa quer caminhar 1000, nós caminharíamos 10.000 ao lado dessa pessoa e seria muito fácil, prazeroso fazer isso. Esse, esses itens, não podemos esquecer que está no capítulo amemos os vossos inimigos. Amemos, amai vossos inimigos, né? O título desse capítulo 12. Ou seja, todas essas recomendações aqui são para aqueles que nós consideramos nossos desafetos, adversários, inimigos e aí nas gradações cada vez até piores. Ou seja, se essa pessoa te causa alguma dificuldade, algum dano, algum desconforto, é preciso olhar para si e ver em que medida é é possível melhorar nessa caminhada, não o outro, porque o outro vai se melhorar. se ele assim o desejar e se ele perceber que ele precisa se melhorar, mas cabe a nós mesmos enxergarmos aquilo que nós conseguimos melhorar em nós. Então, se alguém entrar em letígio contra vós para tomar a vossa veste, dai-lhe também o vosso manto. Em muitas situações, nós vemos aqui na terra ainda, e aqui Jesus fala de uma maneira figurativa, né? Se ele quer a sua veste, dá o manto também. Ou seja, não entra na contenda, no confronto, eh, por qualquer que seja razão, seja ela material, se a pessoa quer te usurpar algo que às vezes você acha que não é justo, mas lá na frente você vai enxergar que às vezes é uma
ntenda, no confronto, eh, por qualquer que seja razão, seja ela material, se a pessoa quer te usurpar algo que às vezes você acha que não é justo, mas lá na frente você vai enxergar que às vezes é uma devolutiva de algo que você em outra vida também usurpou dessa pessoa. Não existe o acaso. Muitas vezes as relações dificultosas que nós encontramos nessa existência, aqueles desafetos, adversários, inimigos, muitas vezes, na maioria das vezes, são reencontros na nossa caminhada. São muitas vezes aqueles cobradores de outrora que nós aqui muitas vezes nos sentimos as vítimas, nos sentimos injustiçados por aquela pessoa, sentimos que nessa ocasião essa pessoa é alguém que comete algo que é injusto, mas nós não temos a noção de vidas passadas e das relações que mantivemos com essas pessoas. Então, a recomendação de Jesus é que nós, nesse momento, consigamos desatar de alguma forma o nó da indiferença, o nó da raiva, o nó da mágoa, o nó do rancor, na medida daquilo que é possível, na medida das nossas forças, do nosso conhecimento, do nosso entendimento moral. Jesus nunca espera de nós além do que nós conseguimos dar. Ele espera que nós façamos o melhor dentro daquilo que nós conseguimos. Então, se nesse momento é possível apenas caminhar com essa pessoa sem julgá-la, caminhe. Se é possível nesse momento fazer uma prece, uma oração para que essa pessoa não te cause tanto desconforto quanto ela te causa, faça essa oração. Se nesse momento é possível propor uma reconciliação, mudar de postura, dialogar com essa pessoa, faça. Cada situação demanda um tipo de atitude diferente e só nós somos capazes de entender até onde vai a nossa condição de mediar aquele conflito. Às vezes as situações são tão graves, elas trazem eh memórias inconscientes de épocas muito difíceis em que essas almas se degladiaram verbalmente, fisicamente ou até atentaram contra a vida uma da outra. Isso tá num resquício, né, de eh memória que a gente aqui não lembra perfeitamente, mas a nossa energia sente
almas se degladiaram verbalmente, fisicamente ou até atentaram contra a vida uma da outra. Isso tá num resquício, né, de eh memória que a gente aqui não lembra perfeitamente, mas a nossa energia sente fluídicamente há uma repulsa muitas vezes na convivência com aquela pessoa. E não há como, como ele diz aqui, eh, eu, porém, vos digo, não resistais ao mal que se quer fazer-vos. Então, não adianta a gente ficar se debatendo contra esse mal. Muitas vezes a gente não vai conseguir lutar contra isso, mas aceitar as pessoas como elas são, conviver com elas dentro do possível, na medida do possível. E o mais importante de tudo, limpar, limpar o próprio coração de qualquer eh manutenção de sentimento negativo. Então, evitar que se mantenha dentro de si algum sentimento que já vem se carregando às vezes de vidas e vidas. Quanto mais a gente for limpando o balde de água suja, com um pouquinho de água limpa, a cada vida, a cada existência, a cada encontro com essas pessoas, melhor. Quanto mais nós desatamos os nós, quanto mais nós podamos esses espinhos que ainda fazem parte das nossas relações nessa existência atual, melhor será a nossa existência futura. Porque quando nos reencontrarmos com essas pessoas, porque nos reencontraremos, se ainda não foi resolvido nessa, é porque não foi resolvido na anterior. E se não foi resolvido nessa, vai ficar para alguma oportunidade posterior. E é por isso que Jesus nos recomendava: "Reconcilia-te com teu inimigo enquanto ainda estás na caminhada, porque com certeza nesse momento tudo conspirou para que nós nos encontrássemos e começássemos a tentar estabelecer uma relação de afeto dentro de alguma medida possível. Então, cada passo que a gente avança, cada passo que a gente dá em direção à conciliação, mesmo que a conciliação entre ambos dependa obviamente de ambos, às vezes essa conciliação ela acontece dentro do nosso coração. Não importa o que a pessoa pense de mim, não importa o que a pessoa tenha feito comigo, eu não vou carregar esse cemitério dentro de
os, às vezes essa conciliação ela acontece dentro do nosso coração. Não importa o que a pessoa pense de mim, não importa o que a pessoa tenha feito comigo, eu não vou carregar esse cemitério dentro de mim, essa quantidade de energia negativa na minha bagagem da vida. Eu deixo para trás o que ficou para trás e eu vou levar comigo só aquilo que me faça bem e aquilo que não me faz mais bem, aquilo que pode causar algum dano emocional, espiritual, mental, eu libero, eu deixo ir. E aí cada um fica com o que é seu, cada um fica com o que lhe cabe. Em momento oportuno, a pessoa também chegará a esse entendimento. E às vezes a gente tem que fazer isso não com uma pessoa, mas com algumas pessoas e alguns encontros e reencontros dessa encarnação. algumas que estão dentro da nossa casa desde que nós nascemos, no seio da nossa família, no núcleo familiar mais íntimo, outras vezes nos ambientes de trabalho, que são a nossa segunda casa, onde a gente passa 8 horas diárias ali convivendo com alguns colegas de trabalho e às vezes ali também nós encontramos desafetos, encontramos pessoas com as quais nós precisamos aprender de alguma forma lidar com elas. Então, a recomendação aqui é: preconceitos do mundo, aos quais se convencionou chamar questão de honra dão essa suscetibilidade sombria nascida do orgulho e da exaltação da personalidade que leva um homem a desenvolver injúria por injúria, ferida por ferida. Então, quando a gente quer devolver essa injúria com outra injúria, porque como eles disseram aqui, é questão de honra. Quando a gente fala isso, a gente tá deixando que o nosso ego fale mais alto, que o nosso orgulho fale mais alto. Todas as vezes que a gente realiza algo na nossa vida, é todo feito, todo pensamento, todo sentimento, é como um bumerangue. Você joga e ele em algum momento retorna para você. Então, se você acha que você tem que devolver o mal da mesma medida com que lhe foi feito, isso também vai voltar. E esse ciclo vicioso da injúria com a injúria, da fofoca com a fofoca, da mágoa com
. Então, se você acha que você tem que devolver o mal da mesma medida com que lhe foi feito, isso também vai voltar. E esse ciclo vicioso da injúria com a injúria, da fofoca com a fofoca, da mágoa com mágoa, do xingamento com xingamento, ele não tem fim. Porque a violência moral, mental, espiritual, psíquica, ela não tem fim, enquanto um dos dois não decide cortar com o elo que une essa essa relação de desafeto. Um dos dois em algum algum momento precisa amadurecer espiritualmente e dizer: "Eu não quero mais manter fluídicamente uma ligação com essa pessoa." Porque muitas vezes, meus queridos irmãos, a gente acha que a gente só mantém uma ligação fluídica com aqueles que nós amamos. E nem sempre é bem assim. a o mesmo elo inquebrantável que a gente tem com aqueles que nós amamos, que é um elo forte, sólido, um elo que vai nos manter ligados a eles, independente de estarmos reencarnados juntos, independente de um estar encarnado e o outro estar desencarnado. Quando nós amamos, nós estamos ligados essas pessoas eh de uma maneira muito forte quando nós pensarmos nelas. elas sentirão onde quer que estejam essa ligação quando ela é uma ligação de amor verdadeiro, incondicional. Mas nós também mantemos, porque o amor e o ódio são duas faces de uma mesma moeda. Então, nós também mantemos esse mesmo essa mesma força fluídica com aqueles que nós odiamos. Ou talvez essa palavra seja muito forte, mas aqueles que nós ainda estamos ligados por nós de desafeto, quando nós pensarmos neles, nós estaremos emanando a mesma energia que também vai alcançá-los, o mesmo fluido que também vai alcançá-los da mesma maneira que se fosse o amor. Então, nós temos que ter cuidado com aquilo que sentimos e também temos que ter cuidado em romper esses elos porque não conseguiremos mudar o que o outro sente por nós. Mas se nós eh cortarmos essa ligação e eh Simão Pedro, né, dizia que só o amor é capaz de cobrir uma multidão de pecados. Então se rebate o ódio, a ofensa, a desavença, não é com ódio,
sente por nós. Mas se nós eh cortarmos essa ligação e eh Simão Pedro, né, dizia que só o amor é capaz de cobrir uma multidão de pecados. Então se rebate o ódio, a ofensa, a desavença, não é com ódio, ofensa e desavença. É com amorosidade, é com perdão, é com fraternidade. Então, por isso que Jesus falava da outra face. A outra face é exatamente o oposto daquilo que te deram. Se te deram ingratidão, não devolve com a ingratidão. Se te deram eh injustiça, não devolve com injustiça. Porque se você devolver, você não está dando a outra face. Você está mantendo a mesma mesmo nível de contato com aquela pessoa, com aquele espírito, com aquela alma. Enquanto a gente tá aqui encarnado, ainda haverá tempo de resolver. Depois, um tá nesse plano, outro está no outro plano e muitas vezes são as relações eh eh obsessivas que acontecem por um não compreender aquela mágoa que ficou com relação ao outro. Então eles aconselham aqui e dizem que eh é por isso que a lei mosaica lá na época de Moisés, né, dizia olho por olho e dente por dente, lei em harmonia com o tempo em que Moisés vivia. O Cristo, né, veio depois e disse: "Devolvei o ao mal o bem". disse mais: "Não resistais ao mal que se quer fazer-vos. Se alguém vos bater a face direita, oferecei a outra". E aí eles complementam dizendo que ao orgulhoso essa máxima parece uma covardia, pois ele não compreende que há mais coragem em suportar um insulto do que em se vingar dele, devido ainda a esse motivo acima mencionado, que faz com que a vista não alcance além do presente. É preciso, entretanto, tomar esta máxima ao pé da letra? Não, assim como aquela que diz que se arrancar o olho, se ele é motivo de escândalo, levada às últimas consequências seria condenar toda a repressão mesmo legal e deixar o campo livre aos maus, dissipando todo o medo. Se não se opusesse um freio às suas agressões, logo todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da natureza, diz que não é preciso estender benevolentemente o
. Se não se opusesse um freio às suas agressões, logo todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da natureza, diz que não é preciso estender benevolentemente o pescoço ao assassino. Por essas palavras, portanto, Jesus não proibiu a defesa, mas condenou a vingança. Dizer que se ofereça uma face quando a outra foi ferida é dizer de uma forma, de uma outra forma, que não é preciso devolver o mal pelo mal, que o homem deve aceitar com humildade tudo que pode rebaixar o seu orgulho, que é mais glorioso para ele ser ferido que ferir, suportar pacientemente uma injustiça que cometer. ele próprio, uma outra injustiça que é melhor que ser enganado. É melhor ser enganado que enganar, ser arruinado que arruinar os outros. é também, ao mesmo tempo, a condenação do duelo, que não é outra coisa senão a manifestação do orgulho. Só a fé na vida futura e na justiça de Deus, que nunca deixa o mal impune, pode deixar, pode dar força para que se suportem pacientemente os golpes contra nossos interesses e nosso amor próprio. Por isso, dizemos, sem cessar, dirigi vossos olhares para a frente. Quanto mais vos elevardes pelo pensamento acima da vida material, menos sereis ofendidos pelas coisas da terra. Gente, essa passagem ela é muito valiosa pro nosso crescimento espiritual, porque ela está nos nos alertando que muitas vezes aquilo que a gente não quer aceitar de jeito nenhum não é nem o mal que nos fizeram, é muitas vezes não se colocar diante desse mal por achar que nós estaremos sendo humilhados. Quando, na verdade, aqueles que aqui se rebaixarem a eh e não eh estenderem o seu próprio orgulho diante do que foi feito, encontrarão mais adiante o resultado dessa ação, que, como eles dizem aqui, exige muito mais coragem do que revidar o mal. Não é aceitar pacificamente ou pacientemente, como eles dizem aqui. Uma coisa é a defesa, outra coisa é revidar o mal com o mal, outra coisa é fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fizessem. Isso em qualquer que seja a
ientemente, como eles dizem aqui. Uma coisa é a defesa, outra coisa é revidar o mal com o mal, outra coisa é fazer ao outro aquilo que nós não gostaríamos que nos fizessem. Isso em qualquer que seja a medida. Estamos falando aqui de um ponto extremo que seria esse duelo, duelar numa maldade extrema, mas estamos fazendo falando também daquele mal pequenininho, uma fofoca, uma discórdia, algo que alguém fez e que você leva pro pessoal, fica magoado, fica às vezes carregando aquilo uma vida inteira, sem conseguir libertar o próprio ser dessas situações que só fazem com que a gente baixe a nossa frequência, a nossa vibração. com que a gente guarde rancor, mágoa, com que a gente não perdoe e consequentemente com que o nosso corpo sinta essa canalização dessa energia negativa e de alguma forma adoeça também. Então, precisamos, se nós nos amamos, precisamos cuidar de nós mesmos e tentarmos na medida do possível, fizeram, deram numa face, não vamos revidar da mesma forma. Vamos tentar ofertar aquilo que nós temos, porque o que o outro fez conosco é responsabilidade do outro e o que nós fazemos com ele é responsabilidade nossa. já dizia Emanuel a Chico, alertando que ele se preocupasse mais com o que ele estava fazendo aos outros do que com os outros faziam a ele. Então, meus queridos irmãos, nesse momento vamos finalizar essa essa nossa palestra, esse nosso estudo de hoje, eh refletindo sobre nossas próprias ações e vamos fechar os olhos juntos, fazermos uma prece pedindo a Deus que aqueles a quem nós ainda consideramos algum tipo de desafeto, aqueles com quem nós ainda temos algum tipo de mágoa, de rancor, de chateação, que o nosso pensamento nesse momento vá até o nosso mentor espiritual e que nós peçamos ao nosso mentor que interceda por nós, primeiro nos ajudando a nos libertarmos desse sentimento que não nos faz bem, limpando o nosso coração, nosso chakra cardíaco, para que nós possamos levar uma vida mais leve, libertos de sentimentos negativos, que esses sentimentos de lugar sempre a
timento que não nos faz bem, limpando o nosso coração, nosso chakra cardíaco, para que nós possamos levar uma vida mais leve, libertos de sentimentos negativos, que esses sentimentos de lugar sempre a compreensão, a serenidade, a paz interior, a certeza de que estamos nos esforçando para sermos melhores, de que a cada dia nós queremos ser um um um ser ainda mais útil na seara do Cristo. E nós também pedimos aos nossos mentores espirituais que nos auxiliem em diálogo com os mentores espirituais dessas pessoas que em algum momento do passado nos fizeram mal, para que nos auxiliem tanto a eles como a nós a desfazermos esses nós da melhor forma possível. Que nos inspire a perdoar, que nos inspire a deixar no passado aquilo que não será mais apagado, mas que fique lá onde é o local. destinado àilo que já não podemos mais modificar, mas como nos ensinou o Chico, nós podemos todos os dias recomeçar e fazer um futuro diferente. E nós queremos, mestre Jesus, fazer diferente a partir de agora. Nós queremos caminhar mais leves. Nós queremos caminhar na sua direção. E caminhar na sua direção significa amar todos aqueles que estão ao nosso redor, inclusive aqueles que nos fizeram mal. Ensina-nos a orarmos por eles, a rezarmos por eles. Ensina-nos a sermos mais bondosos e caridosos, até mesmo com aqueles a quem nos fazem o mal ou nos ofendem. Certos de que nunca estamos sozinhos nessa caminhada, certo de que o nosso pedido nesse momento está sendo colocado nas tuas mãos, Mestre Jesus, e que será atendido dentro da medida possível. Nós estamos aqui dispostos a fazermos a nossa parte. Entregamos a ti tudo aquilo que nos aflige, tudo aquilo que não nos traz paz e que nós possamos sair daqui hoje mais leves do que chegamos. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, obrigada pela atenção. Uma excelente tarde para todos. Permanecemos em silêncio para o momento do passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade
atenção. Uma excelente tarde para todos. Permanecemos em silêncio para o momento do passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para
a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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