SARAU DE POESIAS | A POESIA ESPÍRITA E SUA ABRANGÊNCIA - MACES 2025

Comunhão Espírita de Brasília 08/09/2025 (há 8 meses) 43:00 215 visualizações

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Transcrição

de atingir a perfeição. que eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza de Brasília, presencialmente também pela TV Web e pelo YouTube. Sejam todos muito bem-vindos. E teremos agora uma apresentação, né, que corrobora com essa nossa ideia da divisão de arte e cultura, de trazer todas as linguagens. também a poesia. Então, teremos uma apresentação que é um misto de dramatização com recital, apresentada pela nossa querida Regina Borges e nosso querido Abílio Santos. Com vocês, a poesia espírita e sua abrangência. Espiritismo em Foco, um programa da TV Esperança que leva até você o manancial de conhecimento veiculado pela doutrina dos espíritos, sempre objetivando oferecer ferramentas para o aperfeiçoamento do espírito imortal. a todos a vocês que estão aqui conosco na nossa querida TV Esperança. Mais uma TV, mais um veículo para levar a nós aquilo que nós tantos precisamos e buscamos. nosso programa especial, Espiritismo em Foco. E vamos hoje trazer um assunto todo especial para falar sobre mais uma ferramenta que as casas espíritas têm para ajudar a todos aqueles que ali vem procurar, para ajudar a transformar as

smo em Foco. E vamos hoje trazer um assunto todo especial para falar sobre mais uma ferramenta que as casas espíritas têm para ajudar a todos aqueles que ali vem procurar, para ajudar a transformar as suas lágrimas de desesperança nas lágrimas de emoção, de esperança, de ir até o fundo do coração da pessoa que sofre e fazê-la entender que, por mais que seja um sofrimento, ele Ele é apenas um pequeno momento, porque a nossa vida é infinita. Então, coisas lindas e maravilhosas o nosso criador reserva para nós. Então, o tema de hoje é a poesia espírita e a sua abrangência. Nós vamos mostrar como esta poesia é usada como essa ferramenta de socorro. para falar de poesia. É lógico, eu não podia trazer aqui um médico, um contador, um advogado. Não, temos que trazer alguém que trabalhe com essa poesia. Então nós vamos trazer aqui hoje, convidamos e ela aceitou uma trabalhadora lá da comunhão espírita de tantas outras casas, a poetiza, nossa amiga e querida Regina Borges. Por favor, Regina, meu querido Abílio, meu irmão, que satisfação enorme. Abího, você sabe que eu sonhava comparecer aqui nesse seu nesse programa Espiritismo e Foco, está aqui em contato com essa plateia linda, maravilhosa e com as demais pessoas que nos acompanham, né, pelas mídias de comunicação aí, por esse mundão de meu Deus. Ah, mas como eu estou feliz. >> Vamos nos sentar um pouco, Regina, que eu acho que é o último momento que você vai se sentar. Depois ela vai ficar em pé. Vamos tirar o couro dela. Aguardem. >> Mas, Abío, eu estou realmente emocionada porque eu vou falar para vocês uma coisa. Se tem algo que alegra minha alma, é ser convidada para falar da doutrina eh do evangelho de Jesus, assim como da doutrina espírita. Essa doutrina que esclarece, que conforta, que ilumina. Ah, meu coração fica em festa quando eu recebo um convite desses. Olha, a alegria é toda nossa. Mas deixa eu chamar a atenção aqui de vocês. Esse programa já teve outros convidados, mas sentiram a diferença quando é alguém que

sta quando eu recebo um convite desses. Olha, a alegria é toda nossa. Mas deixa eu chamar a atenção aqui de vocês. Esse programa já teve outros convidados, mas sentiram a diferença quando é alguém que trabalha com essa ferramenta da poesia, até o agradecimento dela já é um encantar, já nos agrada, nos afaga. Olha, obrigado, Regina. Obrigado pela sua agenda, ter permitido esse tempo de estar aqui conosco, viu? Olha, eu sou alguém realmente apaixonada pela poesia, porque eu percebi que um instrumento que a poesia representa, eu chego a dizer que a poesia é bisturi que opera a nossa alma, que muda as nossas energias, que nos traz, nos faz refletir ai a poesia realmente me emociona, me encanta. >> Se estamos falando em poesia, imagine como foi que a nossa equipe técnica nas nossas reuniões de pauta sugeriu você. Nós sempre estamos falando, querendo trazer programas novos no Espiritismo em Foco do que vamos falar. E aí eu assisti uma das suas palestras lá que você fez na comunhão lá pelo YouTube. Não tive oportunidade de estar lá presencialmente e vi. E nessa palestra você falou sobre uma poesia que você trouxe que falava sobre espiritismo. Será que você se lembra dessa poesia, Regina, ou é muita pouca informação para você? >> Claro que eu me lembro. Inclusive, primeiro eu quero falar, Abío, como eu estou honrada por saber que você assiste as minhas palestras. >> Tô muito feliz. nós e todos aqui. >> E eu aproveito o momento muito bem lembrado por você que assistiu pelo YouTube. Eu lembro a todos os presentes que as palestras da comunhão espírita de Brasília todas ficam registradas no YouTube. São mais de 80 palestrantes, >> muita gente >> todos os dias em diferentes horários falando sobre os mais variados temas. é um manancial de luz, né? Oportunidade para nós refletirmos e trabalharmos a nossa reforma íntima. Mas eu me recordo esta palestra, o tema foi espiritismo e eu me lembro que declamei sim uma poesia que é da minha autoria, não é uma poesia mediúnica. Nana era psicografada, não.

nossa reforma íntima. Mas eu me recordo esta palestra, o tema foi espiritismo e eu me lembro que declamei sim uma poesia que é da minha autoria, não é uma poesia mediúnica. Nana era psicografada, não. >> Não é da minha autoria. Mas olha, Abího, >> tudo que eu consigo, que eu crio, que eu escrevo ligado ao evangelho de Jesus, a doutrina espírita, com certeza ao dedinho dos amigos espirituais que estão sempre ao meu lado, os artistas do plano maior. E você quer o poema, né? >> Eu acho que você tá enrolando porque ela não lembra. Gente, eu vou até sair para deixar o palco toda para ela. Regina, por favor. >> Allan Kardec, eu te saúdo com todo reconhecimento e gratidão pela coragem, ousadia e determinação, ao compilar a doutrina que sabiamente traduz as promessas registradas no Evangelho de Jesus. a quem descreia da atuação da espiritualidade, que confirma o advento do espírito da verdade. Como não admitir proceder do criador uma doutrina que prega a caridade, o perdão e o amor, o intercâmbio entre a vida terrena e o mundo espiritual. Confirma a trajetória do homem, ser divino e imortal, que vislumbra um horizonte de esperança, luz, fé, o teu encontro definitivo com Jesus de Nazaré. É preciso exterminar conflitos que perduram na humanidade. Muito se agride, se ofende em nome da religiosidade. Lembremos que Jesus, quando entre nós viveu e andou, ele ensinou valores cristãos, mas religião ele jamais difundiu ou criou. Cada um tem o direito de escolher o caminho que deseja trilhar. Respeito com quem necessita de dogmas, rituais para a fé vivenciar. Mas o espiritismo precisa ser compreendido na sua essência pura cristalina. A reencarnação é a prova concreta da incomensurável justiça divina. Espiritismo é fé lógica, condizente com um homem racional, inteligente, filho de um Deus onipotente e onipresente, que não nos daria apenas uma vida. sem chances de crescimento. Um enredo muitas vezes marcado por dores, perdas e tormentos. Vejamos quão soberano, bondoso, justo é o nosso Deus que não discrimina

te, que não nos daria apenas uma vida. sem chances de crescimento. Um enredo muitas vezes marcado por dores, perdas e tormentos. Vejamos quão soberano, bondoso, justo é o nosso Deus que não discrimina e nem privilegia nenhum dos filhos deus. Todos, todos t evolução, desde que vivencie o amor, a caridade e o perdão. Conhecendo as valiosas lições que o Evangelho nos deixou, naveguemos pela literatura espiritualista que Kardec registrou. E então nós encontraremos um mundo de paz, de equilíbrio, de serenidade, confirmando as orientações veiculadas pelo espírito da verdade. Ai, tem que tomar água. Regina, eu estava ouvindo, estava parece que foi a primeira vez que eu ouvi. Tão lindo falar da essência da nossa doutrina, usando essa poesia, essas rimas perfeitas a nos embalar. e falar de Kardec, o nosso embaixador, o nosso codificador. Que coisa linda. É uma lição, deveria ser escrita e entregue nas primeiras aulas lá da comunhão, sabia? No er, quando a gente fala de Kardec, sei lá, uma ideia, vamos propor. >> Porque o bacana é que é uma linguagem que ela transmite conhecimento, instrução, mas o mais importante, ela toca a nossa alma. A poesia toca a nossa alma, né? Daí ser essa expressão do belo. Bom, Regina, agora vamos parar de brincadeira e vamos fazer as coisas sérias, que agora era só brincadeira. Agora vai começar. Regina, você que fala sempre nas suas palestras que a gente quando assiste, você sempre tem terminado uma dessas, todas as suas palestras com uma poesia. >> E se vocês puderem prestar atenção, não é uma poesia qualquer e aleatória, são poesias que vêm versar justamente do tema que você discorreu na palestra. Como é que você escolheu essa metodologia? Como é que foi isso, Regina? >> Realmente você está certo. Todas as palestras minhas eu encerro com uma poesia. A poesia dentro do tema da palestra é como se fosse a consolidação do ensinamento. Agora, Abílio, quando eu comecei em 2012 a me enamorar da doutrina espírita, eu tinha o ideal. Eu queria ser divulgadora

oesia dentro do tema da palestra é como se fosse a consolidação do ensinamento. Agora, Abílio, quando eu comecei em 2012 a me enamorar da doutrina espírita, eu tinha o ideal. Eu queria ser divulgadora dessa doutrina e do evangelho de Jesus. Então, eu queria ser palestrante. E aí eu tive uma conversinha de pé de orelha com Jesus e eu lhe falei: "Senhor, tu me destes uma memória. Deste, não permitiste, porque ele não é de preferências ou de privilégios. Ele permitiu e a quem muito é dado, muito será pedido. E eu disse, Jesus, aguça mais ainda a minha memória, a minha criatividade, e eu falarei de ti. Eu falarei das bem-aventuranças através da poesia. E aí surgiu essa metodologia. Quem não assiste as palestras que eu faço, vá lá no YouTube, estão todas lá. Todas t poesia e é uma forma muito interessante que você usa falar desce todas essas belezas, porque primeiro você traz o tema e depois você nos atinge no coração com a poesia. Parabéns, Regina. É isso mesmo. Mas Regina, vamos dizer assim, uma outra questão para você. Quando a gente fala assim em poesia, a poesia alcança a alma. a poesia espírita. Não há como a gente se esquecer de uma grande obra, a primeira obra que foi recebida por Chico, o Parnazo do Alentumo. >> Parnaso de Alentumo. >> Tantos versos ali, poesias lindas de tantos assuntos, né, que o nosso querido Chico e foi o primeiro livro dele. >> Ele tinha 18 anos, né, quando se conversa >> 18 anos, né, essa. E você conhece a fundo essa obra? Olha, eu não diria que eu conheço a fundo. É uma obra, é uma antologia poética muito extensa. Mas uma coisa eu te afirmo, é um dos meus livros de cabeceira. >> É meu também. >> E todos os dias quando eu coloco o meu corpo para repousar, eu ofereço um mimo à minha alma. Quer ler um daqueles poemas? São mais de 200, são 259 poemas ditados a Chico Xavier por 56 espíritos de poetas brasileiros e portugueses. É uma preciosidade artística. >> Você acredita que, como eu disse aqui, também é meu livro de cabeceira. Inclusive, eu tenho dormido há pouco

vier por 56 espíritos de poetas brasileiros e portugueses. É uma preciosidade artística. >> Você acredita que, como eu disse aqui, também é meu livro de cabeceira. Inclusive, eu tenho dormido há pouco tempo, porque só na semana passada que eu fui lá na comunhã e comprei o livro, mas tudo bem. >> Vocês não ouviram isso, gente. >> Ué, gente, tem que ser uma >> espírita convito. >> Mas eu comprei. Ah, já comprei, já fiz a primeira parte. Mas Regina, na sua percepção assim pessoal, Chico recebeu vários e vários livros, obras de tantos autores, não é? Por que que você acredita que a espiritualidade escolheu essa forma poética na sua primeira obra? Ah, eu respondo isso segundo a minha percepção, mas com muita tranquilidade eu chego a afirmar que certamente a espiritualidade sabia a ferramenta de formação espiritual, intelectual, moral, ética que a poesia representa. Então, tiveram esse esse essa essa ideia, né, de que Chico iniciasse a sua jornada mediúnica, justamente começando com uma antologia poética, que é esta obra Parnaso de Alentún. E nesta obra, quais são os temas que mais são recorrentes lá nas poesias? É um tema único, como que é? Olha, é uma temática variadíssima. Você vai ter poemas que falam de perdão, eh, de caridade, de amor, de saudade, de tristeza, das mazelas humanas, de sofrimento, de angústia, de medo, de esperança, de fé. Então tem poema para todo gosto. >> Eu diria até que para todas as nossas necessidades, né? Ah, muito bem lembrado. Para todas as nossas necessidades. >> Sabe o que que eu acho interessante? Eu sou realmente uma pessoa muito feliz porque depois de toda essa propaganda vocês vão sair daqui e comprar o livro e ia faltar. E eu já comprei o meu a semana passada, porque aqui também tem gente que ainda não comprou, viu Regina? Não é só eu não. >> Ah, será? Eu acho que essa plateia aqui quase todo mundo tem parnag de além túmbulo. Se não tiverem, com certeza vão fazer igual você, vão adquirir. Mas Regina, realmente Barnaso fala de vários temas variados,

Eu acho que essa plateia aqui quase todo mundo tem parnag de além túmbulo. Se não tiverem, com certeza vão fazer igual você, vão adquirir. Mas Regina, realmente Barnaso fala de vários temas variados, como você mesmo disse, mas tem um tema que me é muito especial e acredito que seja especial a todos vocês. É o tema que fala do amor materno, daquele amor que chega até nós. E aí eu me lembro de quando eu era criança e fazia alguma arte, poucas, mas a minha mãe ia lá me acalentava e falava: "Filho, não faz mais com todo aquele amor e carinho que lembre a nossa mãe maior, nossa Maria, nossa santíssima mãe de Jesus. Será que tem? Deve ter. Mas será que você é capaz de se lembrar? e declamar para nós. Claro que eu me lembro. Lembro sim. Vou vou decar. Eh, é do poeta, do espírito do poeta Amaral Ornelas. Aliás, eu vou contar para você algo interessante. Quando eu falei pro meu esposo desse poema >> e li para ele, ele ficou tão feliz, ele tá ali, ó, meu esposo. Sabe por quê? Porque assina Ornelas. Ele achou que Amaral Ornelas. Ele botou na cabeça que Amaral Ornelas, o espírita Amaral Ornelas é parente dele. De repente até é, né? Porque ele também é uma alma sensível, né? Mas foi o poeta Amaral Ornelas que ditou para Chico este poema, eh, que diz o seguinte: Ave Maria, Senhora do amor que ampara e redime, ai do mundo se não fora a vossa missão sublime, cheia de graça e de bondade, é por vós que conhecemos a eterna revelação da vida em seus dons supremos. O Senhor sempre é convosco. Mensageira da ternura, providência dos que choram na sombra das desventuras. Bendita sois vós, ó rainha, estrela da humanidade, rosa mística da fé, lírio puro da bondade, entre as mulheres sois vós, a mãe das mães desvalidas, nossa porta de esperança, anjo bom de nossas vidas, bendito o fruto imortal da vossa missão de luz, desde A paz na manjedoura, as dores além da cruz. Que assim seja para sempre, ó divina soberana, refúgio dos que padecem nas dores da luta humana. Ave Maria, senhora do amor que ampara e

issão de luz, desde A paz na manjedoura, as dores além da cruz. Que assim seja para sempre, ó divina soberana, refúgio dos que padecem nas dores da luta humana. Ave Maria, senhora do amor que ampara e redime. Ai do mundo se não fora a vossa missão sublime. Garguda tá >> Regina não tá no nossas anotações aqui, mas eu me lembrei realmente a nossa Virgem Santíssima, né? É a nossa mãe de Jesus. Que coisa linda. Mas não é só você que nos traz surpresas, não. Eu também tenho uma surpresa para você. Olha só no nosso telão. Ah, mas que lindo, que coisa maravilhosa. Para quem não sabe, esse é o retrato falado de Maria, feito por Emanuel ditou a Chico, ditou ao artista as características e o artista pintou. Vejam vocês que é a arte, a linguagem da arte nos alcançando de outra forma. Olha este olhar meigo, doce, cristalino de Maria. Meu irmão, eu que me senti presenteada nessa tarde de poder observar mais uma vez a foto de Maria Santíssima. Chico a mostrou, não sei se você sabia, mas Chico mostrou essa foto a primeira vez no primeiro programa de televisão que ele compareceu. Ele mostrou e explicou que foi o retrato falado por Emanuel. >> Mas escuta, você está o tempo todo meando, né? É um desafio aqui constante. Você chamou a de Maria Santíssima. Agora eu vou testar seus conhecimentos. Você sabe quem deu a Maria esse tratamento de Santíssima? Chamou-a de Maria Santíssima. Regina, tomara que você não queira que eu saiba o nome, o CPF e o RG dele, mas com certeza deve ter sido algum dos nossos irmãos católicos que em suas preces sempre falam da Virgem Santíssima, não é? Pode falar. Acertei. Não acertei >> não. Para sua tristeza você errou. Eh, não foi esse adjetivo chamar Maria de Santíssima. foi dado a ela por um leproso. Conta-nos o espírito Humberto de Campos na sua obra boa nova, que Maria, após a crucificação de Jesus, o retorno de Jesus ao mundo espiritual, Maria foi conduzida a Éfeso junto com João, a quem Jesus a entregou para que cuidasse dela. E ali vivendo com João, a

, que Maria, após a crucificação de Jesus, o retorno de Jesus ao mundo espiritual, Maria foi conduzida a Éfeso junto com João, a quem Jesus a entregou para que cuidasse dela. E ali vivendo com João, a casa dela se tornou uma verdadeira romaria. As pessoas iam em busca de tratamento, de orações, e um dia chegou à porta de Maria, um homem muito humilde, muito simples, trazia o corpo coberto de feridas da lepra. E ali Maria, por vários dias, mais de mês, ela tratou aquelas feridas. Ela lavava, colocava medicação que ela pegava na natureza. falava de Jesus, orava, fazia preces na nos seus ferimentos. E quando ele ficou bom, com aquele olhar de quem reconhecia diante de quem ele estava, ele olha para ela e fala: "Tu és a mãe de Jesus, és, portanto, a nossa mãe santíssima". E daí ficou Maria Santíssima. Lindo, né? Que linda essa história. Me lembrei até de uma outra vez que nós fizemos, que você me ensinou a diferença de poesia e de um poema, né? Uma prosa usando a riqueza, um texto poético, mas não é um poema lindo, maravilhoso. Mas deixa eu te falar outra coisa. todos os temas que foi tratado no Parnazo. Será que você seria capaz de se lembrar para trazer a nossa plateia a todos esses que nos ouvem de distantes lugares? Algum poema que fale para nós da má do máximo amor que Jesus nos ensinou, da máxima emoção que nós devemos ter para com todos. que fale sobre a caridade. Eu acho que ela não vai saber. Será que você sabe algum que fale sobre a caridade? >> Claro que eu sei. >> Ela é vou pegá-la. Tem um poema lindo do poeta, do espírito do poeta, que eu sei que todos vocês já ouviram falar dele. Ele é um poeta brasileiro do parnasianismo. Você também deve ter estudado lá no segundo grau. >> Não aprendi, mas >> pode lembrar que sua memória não é muito boa, mas você estudou. Vocês devem ter ouvido Alberto de Oliveira e ele também está entre esses poetas que vieram trazer as suas criações para Chico Xavier. E ele tem um poema belo na obra Parnentumo que se chama Ajuda e Passa, que fala o seguinte:

berto de Oliveira e ele também está entre esses poetas que vieram trazer as suas criações para Chico Xavier. E ele tem um poema belo na obra Parnentumo que se chama Ajuda e Passa, que fala o seguinte: Estenda a mão fraterna ao que rio que chora, no palácio ou na chopana, no ninho ou na sepultura. Tudo que vibra espera a luz que resplendora na eterna lei de amor que consagra. A criatura planta a semente da paz como raios de aurora. Nas trevas do ladrão, na dor da alma perjura. Irradia o perdão e atende mundo afora, onde clama a revolta, onde exista a amargura. Ontem, hoje, amanhã. Compreende, ajuda que passa. Planta a esperança e consola na desgraça. Guarda o anseio do bem, que é lume peregrino. Não pagues o mal com o mal. Fuja a sombra e a vingança. Não te aflijas à miséria. Arrima-te a esperança e que seja a bênção do amor, a luz do teu destino. É um poema, né, Regina, que chama tanto a gente atenção. É mais do que um poema, é uma receita para todos nós quando estivermos diante das nossas dificuldades. Ajuda e passa, porque cada vez que nos dispomos a ajudar aquele que necessita, também somos ajudados, não é verdade? >> É a regra divina, né? Estenda a mão, para que quando a tua dor, quando a dor bater à tua porta, você terá mãos também que se estenderão em seu socorro. Você sabe, Abílio, que sempre que eu eh entro em contato novamente com esse poema, eu penso sempre na bandeira dessa doutrina que nós abraçamos paraa nossa vida como bússola guiar nossos passos nessa jornada evolutiva. A bandeira que é fora da caridade >> não há salvação. É verdade. Reginação >> vem confirmar tudo isso, né? As Regina, tantos poemas, falamos da caridade. Você trouxe o poema seu falando de Kardec, do Espiritismo, né? Falamos também da nossa querida Maria. Falamos de temas bons, felizes, mas tem um tema que é um um tabu para tantas pessoas e para nós, apesar de todo o nosso conhecimento na doutrina também é. Será que você poderia trazer de dentro lá pensar de dentro do Parnazo algum poema que fale sobre um momento

bu para tantas pessoas e para nós, apesar de todo o nosso conhecimento na doutrina também é. Será que você poderia trazer de dentro lá pensar de dentro do Parnazo algum poema que fale sobre um momento tão difícil que muitos de nós temos que enfrentar? Todos temos que é a morte. >> Sim, eu sei. Tem um poema que eu adoro que fala da morte. Meu filho, se você for ficar me testando, nós vamos ficar aqui a noite inteira. Eh, porque eu tenho muito repertório, graças à espiritualidade, como eu disse, eu tive a conversinha com Jesus, ele aguçou a minha memória. Então, tem um poema que é do espírito do poeta Valado Rosas. E diga-se de passagem, Valado Rosas foi um espírita convicto, um grande, irreverente, ousado, corajoso doutrinador. Ele desencarnou em 1930 e já naquela época era um que a que a doutrina espírita ainda era tão perseguida, ainda era um tabu. Ele foi um doutrinador corajoso, um estudioso da doutrina e um poeta brilhante. E ele vem depois que que parte, vem nos falar da morte pra gente que eu aposto que aqui a maioria que é espírita, a gente fala tanto do desencarne, da nossa do corpo oferecer, mas a gente ainda tem um certo receio, um medinho, às vezes a gente não assume, mas a gente tem, né? Então ele vem nos trazer esse poema que nos enche de esperança, de fé, de confiança nessa vida além da matéria. Chama-se Na Paz do Além, que diz o seguinte: "Dentro da noite grandiosa e calma, eu deixo minha alma falar aqui aos companheiros de luta e crença da graça imensa que eu recebi. Graça de haver pacientemente sofrido, de ser um vencido no mundo vão. Graça de haver sorvido tanto o amargo pranto da ingratidão na vida terrena, obscura, transitória. A nossa glória vive na dor, dor de quem sofre sonhando espera. Confé sincera no pai de amor. Eu subi o gólgota dos meus pesares, porque os avatares da redenção são todos feitos nas amarguras, nas desventuras da provação. Eu perdi na terra doces afetos, sonhos diletos de um sonhador, mas recebi na grande escola a doce esmola do meu Senhor. E a morte,

redenção são todos feitos nas amarguras, nas desventuras da provação. Eu perdi na terra doces afetos, sonhos diletos de um sonhador, mas recebi na grande escola a doce esmola do meu Senhor. E a morte, a morte trouxe-me a liberdade, a piedade, o amparo e a luz. Feliz quem pode na dor terrestre seguir o mestre com a tua cruz. Quanta emoção, quantos ensinamentos, quanta aprendizagem. E não há como a gente não elevar o nosso pensamento e agradecimento a esse espírito que estresse aqui, o nosso Chico. Viva Chico, o nosso carteiro do além que poôde nos proporcionar tantas obras e essas poesias lindas, né, que vieram pela sua mão. Vive esses espíritos que se lembraram da gente e que vieram trazer para nós através de rimas sonoras, perfeitas, né, através de tanta musicalidade, tanta beleza, eles trouxeram para cada um de nós um código ético e moral escrito em versos, que a gente possa se aproveitar desse manancial de luz. E aqui fica uma sugestão que cada um de vocês se presente com um livro Parnato de Alentuno. Esse é um mimo que a gente dá pra gente mesmo. E o nosso tempo já está terminando. >> Regina, eu ia falar uma coisa aqui que a sua poesia trazida, temos que agradecer a toda essa sua encenação, declamar essa emoção que você dedica. E a gente vê que a poesia, né, faz tantas coisas. Mas não faz parar o relógio. Nosso tempo tá terminando, mas eu não posso deixar de agradecer a você, Regina, por ter encontrado esse tempo, por ter estado aqui. agradecidos a todos vocês também que podem estar trocarmos essa energia linda, maravilhosa e ouvirmos essas lições de diversas formas, porque não são lições novas, mas são lições que muitas vezes nos faltam no nosso dia a dia de colocarmos em prática frente às nossas jornadas, aos nossos obstáculos, aos nossos enfrentamentos, não é? Pois é, eu que agradeço. Muito obrigada mais uma vez pela oportunidade e me coloco sempre à disposição se em algum outro momento eu puder contribuir com alguma coisa. Muito obrigada. Minha alma enternecida e feliz

e agradeço. Muito obrigada mais uma vez pela oportunidade e me coloco sempre à disposição se em algum outro momento eu puder contribuir com alguma coisa. Muito obrigada. Minha alma enternecida e feliz agradece. E eu sei que a TV Esperança, que o programa Espiritismo em Foco, vai est recebendo agora mesmo nesse momento, um convidado, uma pessoa que vem lá do Espírito Santo, que vem fazer também uma apresentação maravilhosa. Então, permaneçamos todos aí nos nossos lugares. Que coisa boa tá vindo aí. Muito obrigada a todos e principalmente também a nossa técnica especial TV Esperança. Continue com vocês. >> Boa noite. Vamos embora, amigo. Vamos lá.

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