SACRIFÍCIOS VOLUNTÁRIOS - Wilter Coelho (GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER)
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Bom dia. Sempre um prazer participar desses projetos. E hoje, seguindo aquele livro Sol nas Almas do Valdo Vieira e André Luiz, o tema proposto é o sacrifícios voluntários. Mas antes da gente entrar no tema do texto, a gente vai se concentrar em uma prece. E nessa prece nós buscamos sempre a presença divina através das leis divinas que chegam até nós de todas as formas e circunstâncias. E que essa lei divina chegue ao nosso coração, ao nosso pensamento, com o auxílio também desses irmãos, sempre presentes nesses momentos onde existe a boa intenção. Que a nossa intenção, nesse instante seja de estudar, refletir, pensar e entender cada vez mais sobre essa lei divina que é a nossa grande missão. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Bem, sacrifícios voluntários, eh, os sacrifícios involuntários a gente não tem como, né, evitar, porque o nome já tá dizendo. Nós temos muitas provas, muitas expiações que de certa maneira são involuntárias. muitas são provocadas por nós mesmos no passado, em outro momento, mas ela pode ser considerada, elas podem ser consideradas de certa maneira involuntárias, mas aquela que eu vou voluntariamente, aquele sacrifício que eu vou voluntariamente eh em busca dele e mas não é pelo pelo pelo pelo sacrifício em si. Muitas vezes eu vou buscar um crescimento espiritual através desses sacrifícios voluntários. Isso foi uma tradição secular, milenar, né? O homem eh aprendeu isso de alguma maneira nos sacrifícios aos deuses, sacrifícios materiais. O homem sempre fez sacrifícios materiais para agradar aos deuses, mas deuses semelhantes a ele, né? E aí, à medida em que os deuses vão se resumindo no único Deus e que esse Deus vai sendo compreendido cada vez mais por nós, a gente vai mudando esses conceitos. E aí, mas fica na nossa tradição e no nosso exercício da religiosidade, é normal que fique, mas temos muitos ainda eh votos, promessas, jejuns, penitências, peregrinações. Nós fazemos isso, muita gente faz isso, eh, regularmente como uma forma de crescimento espiritual. E no texto
que fique, mas temos muitos ainda eh votos, promessas, jejuns, penitências, peregrinações. Nós fazemos isso, muita gente faz isso, eh, regularmente como uma forma de crescimento espiritual. E no texto mostra uma posição clara eh do do André Luiz com relação a esses sacrifícios voluntários. E a gente trouxe um socorro tanto do livro consolador quanto do próprio Evangelho Segundo o Espiritismo, que falam especificamente desse tema. E o André Luiz faz esse complemento nessa transição que a gente deve fazer eh eh do sacrifício material pro sacrifício do coração, que é esse sacrifício eh espiritual, que é o sacrifício sobre nós mesmos, que que representa aprendizado, que representa humildade, que representa aquisição de virtudes, que muitas vezes esses sacrifícios voluntários, materiais não trazem necessariamente eh virtudes novas pra gente, trazem sacrifícios, dores, sofrimentos e etc, mas o crescimento espiritual eh eh é uma busca diferente, é um sacrifício eh eh imaterial, é um sacrifício do coração, é um sacrifício da alma, né? E os textos falam bem sobre isso no no André Luiz, nesse nesse texto de hoje, ele começa dizendo, considerando e a nossa atividade religiosa, quer dizer, o exercício da nossa religiosidade como instituto de sublimação da alma, quer dizer, se a gente for considerar o nosso exercício de religiosidade como uma possibilidade de sublimação da alma, como instrumento de sublimação da alma, ele diz nós, o André André Luiz, refutamos juntamente com a doutrina espírita. Então, ele concorda com a doutrina espírita, é claro. Eh, eh, ele é um dos dos que trouxeram eh eh esses conceitos, né? Eh, refutamos juntamente com a doutrina espírita que esses sacrifícios voluntários eh podem ser interpretados logicamente. Olha, perderam a lógica. A fé raciocinada é uma fé com lógica. Então ele tá dizendo que esses sacrifícios voluntários como instrumento de sublimação da alma eh eh podem ser interpretados eh logicamente por diret não podem ser interpretados logicamente
com lógica. Então ele tá dizendo que esses sacrifícios voluntários como instrumento de sublimação da alma eh eh podem ser interpretados eh logicamente por diret não podem ser interpretados logicamente por diretrizes frutíferas da consciência. Não é uma diretriz que dá fruto na consciência, não amplia a minha consciência, não aumenta a minha consciência, pode aumentar o meu sofrimento, às vezes pode aumentar minhas dores, minha fome, eu posso andar quilômetros a pé. Quer dizer, mas a gente não vai entrar detalhadamente sobre isso, mas o próprio André André entra quando ele diz: "Nada cintos eriçados, de farpas, de tormento de para tormento físico desnecessário, nem de abstenções ilógicas, abstenções ilógicas eh suscetíveis de arruinar a saúde. Então, ele tá cobrando da da fé raciocinada do espiritismo uma lógica, né? aquilo que traz efeito na na aquisição de virtudes, aquilo que realmente me traz e me me adianta nesse processo evolutivo. Mas aí a gente vem no livro Consolador, na questão 311, que falam sobre isso também. perguntaram, né, pro pro no caso Emanuel, qual o sentido da afirmativa do texto evangélico quando Jesus diz, não tendo Deus querido sacrifício, nem oblata, eh, formou, lhe formou o corpo? E olha o que respondeu. O mundo não mais deveria persistir no velho costume de sacrificar nos altares materiais. Velho costume de sacrifício nos altares materiais. o mundo não deveria persistir nisso. Então, isso é um hábito, é uma tradição eh eh muito antiga que a gente traz e que ele tá esclarecendo aqui que a gente não deveria persistir nesse velho costume de sacrificar nos altares materiais em nome de Deus. Em nome de Deus. E aí diz, razão pela qual veio Jesus, razão pela qual eh enviou Cristo aos homens, né, a sua palavra, a fim de que a humanidade aprendesse a sacrificar no altar do coração. Então, as palavras do Cristo transferem esse sacrifício material pro sacrifício no altar do coração. O evangelho é todo de amor, é todo de aprendizado. Eh, humildade é um sacrifício do
tar do coração. Então, as palavras do Cristo transferem esse sacrifício material pro sacrifício no altar do coração. O evangelho é todo de amor, é todo de aprendizado. Eh, humildade é um sacrifício do coração. O nosso orgulho impede que a nossa reação seja forte. É preciso eh eh fazer esse sacrifício voluntário de freiar nosso ímpeto de valentia, de raiva, de ciúme, de orgulho, de egoísmo. Olha quanto ímpeto, quanta valentia que a gente tem, quanta coisa que a gente tem, que a gente precisa fazer esse sacrifício e a gente não faz. E e a gente quer fazer os sacrifícios materiais, voluntários materiais, né? Tá na hora da gente fazer essa transferência, né? Seguindo as orientações de Jesus e da própria doutrina espírita, especialmente de Jesus, quando pela sua palavra a gente faz essa transferência, né? Que a humanidade aprendesse a sacrificar no altar do coração na ascensão divina dos sentimentos. Então, é a ascensão dos sentimentos. O que é que traz essa ascensão dos sentimentos? Aperfeiçoar os meus sentimentos, adquirir novas virtudes, ampliar a minha consciência, né? São esses sacrifícios, sacrifícios que podem trazer tudo isso. E no no no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, item 26, fala das provas voluntárias do verdadeiro silício, né? Também uma pergunta no no numa mensagem. Haverá mérito em alguém buscar as aflições que lhe agravem as provas por meio de sofrimentos voluntários? Resposta: sim. A mérito, sim. Eh, quando os sofrimentos e as e as privações tem por fim o bem do próximo, quando tem por fim o meu próprio benefício, não passa de egoísmo. Então, esse sacrifício voluntário, quando o sacrifício voluntário eh tem a intenção de auxiliar o próximo, eu deixar eh eh de comer para que alguém se alimente, eu tô auxiliando ao próximo. Agora eu deixar de comer para passar mal uma privação pura e simples, né? O que que isso tá trazendo para mim como espírito, como evolução espiritual? É mais ou menos isso que tá dizendo. Eh, tem algum sentido? Tem algum mérito? Tem
ssar mal uma privação pura e simples, né? O que que isso tá trazendo para mim como espírito, como evolução espiritual? É mais ou menos isso que tá dizendo. Eh, tem algum sentido? Tem algum mérito? Tem sim. Se tem esse sacrifício voluntário, tem por fim ajudar o próximo. Mas não tem quando esses sofrimentos e privações, tem por objetivo o bem próprio, porque aí não passa de egoísmo e de fanatismo. E é um ponto que a gente se encontra muito nesse ponto do egoísmo e nesse ponto do fanatismo. Mesmo nós espíritas trazemos uma tradição muito antiga em nós e que muitas vezes a gente se encontra nesse lugar. Se continua o Evangelho segundo o Espiritismo. Se quereis um silício, aplicai-vos à vossas almas e não aos vossos corpos. O a nossa encarnação, esse corpo é um instrumento de aperfeiçoamento do espírito. Não é um instrumento, né? É preciso aperfeiçoar esse espírito usando esse instrumento, né? Aí ele diz, eh, mortificai o vosso espírito e não a carne. Fustigai o vosso orgulho. Recebei sem murmurar as humilhações. Olha quanto sacrifício. Afligi o vosso amor próprio. Olha quanta vitória sobre nós mesmos. É o verdadeiro eh sacrifício. Enrijecei-vos contra a dor da injúria e da calúnia. Olha, né? Porque essas virtudes, essas esses sacrifícios no campo do coração, no campo do sentimento, eles atestarão a vossa coragem e a vossa submissão à vontade de Deus. Atestarão a nossa coragem e a nossa submissão à vontade de Deus. E aí, voltando pro texto de hoje, o André Luiz fala, eh, vejamos alguns alguns dos atos que o Espiritismo compreende e patrocina. Então ele pega algumas dessas coisas tradicionais, os votos, as promessas, as oblações, jejuns, penitências, silícios, holocaustos, etc, etc, peregrinações. E coloca isso tirando do campo material e trazendo pro campo do coração. Olha como ele diz. Vejamos alguns atos que o espiritismo claramente compreende e patrocina, sem qualquer misticismo. Com relação aos votos, ele sugere que a gente relacione os votos com a com a extirpação dos hábitos
z. Vejamos alguns atos que o espiritismo claramente compreende e patrocina, sem qualquer misticismo. Com relação aos votos, ele sugere que a gente relacione os votos com a com a extirpação dos hábitos infelizes. Então, o voto para extirpar hábito infeliz eu trouxe pro altar do coração. Eu trouxe o sacrifício pro coração. Eh, com relação às promessas, ele disse, por que que a gente não estabelece promessas e compromissos de servir mais desinteressadamente com esquecimento dos interesses personalistas, né? Então, tudo bem, eu posso fazer uma promessa para mim mesmo de quê? de servir, de servir, mas desinteressadamente. Não é só servir com interesse, servir desinteressadamente, servir pelo outro, enxergando o outro, querendo o bem do outro, porque aí é a mudança do coração. Porque enquanto eu tô servindo querendo o meu bem, eu tô servindo egoísticamente, eu tô servindo sem a aquisição dessa virtude necessária, que é sair de mim mesmo e enxergar o outro. Então eu posso fazer esse compromisso, essa promessa comigo mesmo de aprender e aperfeiçoar esse desinteresse, esse servir com desinteresse e com esquecimento eh eh dos meus interesses pessoais, esquecimento do meu egoísmo. Então, eu vou fazer promessa para diminuir meu egoísmo. Oblações, ele fala: "Ofereçamos bênçãos, mas bênçãos de trabalho, bênçãos de compreensão e de socorro ao próximo." Olha só, trabalho, compreensão e socorro ao próximo. São essas as oblações que ele sugere, que o espiritismo eh eh compreende e patrocina, né, com relação a jejuns, que a gente conhece tanto essa prática, né? Eh, olha o que que ele diz. Realizemos aqueles jejuns que se referem à supressão da gula mental em torno de posses e prazeres. Que profundidade, né? Eh, eh, nós somos gulosos. Emanuel diz que no prazer nós somos incontos. Na dor nós somos covardes, mas no prazer nós somos incontos. Então, quer fazer jejum? Faça um jejum dessa gula mental de querer o quê? de querer muita posse, de ter posse, essa gula mental da posse e essa gula mental dos prazeres, que eu
zer nós somos incontos. Então, quer fazer jejum? Faça um jejum dessa gula mental de querer o quê? de querer muita posse, de ter posse, essa gula mental da posse e essa gula mental dos prazeres, que eu sou incontido no prazer, né? E nessa gula mental da posse, eu quero tudo. Eu quero ter, eu quero ter, eu quero ter e eu quero prazer. Eu quero ter e eu quero prazer. E se eu fizer um jejum disso, eu vou diminuir o ter e vou e vou controlar os prazeres. Eu não vou ser escravo da posse e não vou ser escravo dos prazeres. Eu não vou ser proprietário das posses, propriedade das posses. e nem vou ser propriedade dos prazeres. Porque se tudo que me vence me escraviza, se a posse me vencer, eu sou escravo da posse. Se os prazeres me vencerem, eu sou escravo dos prazeres. Como eu preciso me libertar disso, eu posso fazer esse jejum. Aí eu vou aprender a me libertar mais das posses e dos prazeres. E o André Luiz fala também das penitências. Com relação à penitência, olha o que recomenda o André Luiz recomendando em nome da doutrina espírita. Suportemos sem revolta. É uma penitência suportar. Só que ele não tá falando de silício, ele tá falando de suportar sem revolta. É o quê? sem revolta com resignação. É o coração aceitando. Então é sacrifício do coração. Se eu aceitar sem revolta, o coração tá resignado. Se o coração tá resignado, o coração compreendeu. E para ele compreender, ele teve que avançar, ele teve que evoluir. Então, suportemos sem revolta o imperativo. é o imperativo, eh, de aguentar fraternalmente as pedradas e as afrontas da senda cotidiana. Então, olha que grande penitência que ele sugeriu, suportar sem revolta, compreendendo com essa com esse sacrifício do coração, essas esse é é um imperativo que ele fala, né? eh essas pedradas e essas afrontas que o dia a dia traz para mim. O escândalo é necessário, mas ai daquele porque o escândalo vem. Então, quando eu suporto resignadamente, fraternalmente, compreensivamente, sem revolta essas pedradas e afrontas, sem julgamento, sem
O escândalo é necessário, mas ai daquele porque o escândalo vem. Então, quando eu suporto resignadamente, fraternalmente, compreensivamente, sem revolta essas pedradas e afrontas, sem julgamento, sem vingança, sem ressentimento, mas com compreensão, com perdão e etc., Eu tô trazendo uma grande penitência pro coração. Meu coração tá sendo resignado. Cons sentimento do coração, mas eu posso consentir pelo coração a partir de um consentimento também da razão, que aí é obediência. Então, eu tenho a obediência, eu tenho a resignação. Aí eu faço essa penitência que ele tá sugerindo aqui. Ele fala também dos silícios que a gente está acostumado a ver nos filmes, na história e e esse silício modifica. Aquele chicote com gilete foi modificado por outros outros tipos de silício, né? Tem gente que gosta de sofrer, né? Eh, apliquemo, apliquemo-nos as disciplinas que ele era tido como para disciplinar o corpo. E a gente não precisa disciplinar o corpo, tem que disciplinar a alma, que é quem comanda o corpo. A gente ficava punindo o corpo, mas o corpo obedecia a alma. Se a gente punia o corpo, a alma continuava como é. Então, esse silício que já puniu tanto o corpo, racionalmente ele não tem razão de existir, né? Apliquemo-nos a essa disciplina, mas a disciplina que que visa o nosso burilamento moral. Então, o silício é um silício moral que visa esse crescimento moral, cultivando, cultivando esse silício moral, é para que eu aprenda a cultivar. Aprenda o quê? A serenidade e paciência, a bondade e a tolerância. Olha que silício. Olha que silício. Tão mais frutífero do que ficar me dando chicotado ou me cortando e etc. Porque aí tem tem evolução do espírito. Aí ele fala de holocaustos, que é pra gente atender espontaneamente a extinção da vaidade de orgulho, que é um holocausto bom, né? O holocausto pra gente conseguir extinguir a vaidade, o orgulho, é um holocausto que todos nós queremos, né? transferiu o holocausto para esse lugar, que é o lugar do coração, do do orgulho, da vaidade. E ali que o é ali que o que
ir extinguir a vaidade, o orgulho, é um holocausto que todos nós queremos, né? transferiu o holocausto para esse lugar, que é o lugar do coração, do do orgulho, da vaidade. E ali que o é ali que o que o orgulho e a vaidade moram no coração. Se eu transferir pro coração e fizer esse holocausto, eu destruí esse orgulho, essa vaidade, eu tô fazendo um grande um grande sacrifício voluntário. E por último, ele fala das peregrinações. Adotemos o hábito de excursões, mas de fraternidade e beneficência. Então, olha que grande peregrinação. Ide pelo mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Olha se isso não é uma peregrinação. Ide pelo mundo. Mas ide pelo mundo fazendo o quê? Andando para lá e para cá, não pregando o evangelho. Como prega o evangelho? Em fraternidade e beneficência. É difícil fazer essa peregrinação, porque a gente vai pelo mundo pregando ódio, pregando ressentimento, pregando conflitos, pregando uma série de coisas. são as nossas marcas, não são as marcas de Jesus. Então essa transferência que que que o André Luiz propõe é perfeita a gente mudar de uma de uma de uma de um sacrifício voluntário material que não que traz menos eh eh eh benefícios paraa alma e trazer todo esse sacrifício paraa alma, que essa sim engrandece o espírito. O Senhor deseja misericórdia e não sacrifício, né? E essa misericórdia que a gente tem que tentar. Eh, que Deus nos abençoe, que a gente reflita sobre essa necessidade da gente continuar com esse bom ânimo nessa luta, nesses sacrifícios, nesses voluntários, porque aí é aceitar o bom combate, que seja feita a vossa vontade, que a gente aceite esse bom combate de coração aberto. Que Deus nos abençoe e a gente vai encerrar com uma prece, nos preparando para o passe. E mais uma vez, em nome de Deus, nos preparando para recebermos esse passe, esse socorro, esse fluido que lava a nossa alma das angústias, das das tristezas, desse nosso passado cheio de hábitos, que a gente possa ser inspirado, que novos entendimentos possam brotar em nossos corações e novos
e fluido que lava a nossa alma das angústias, das das tristezas, desse nosso passado cheio de hábitos, que a gente possa ser inspirado, que novos entendimentos possam brotar em nossos corações e novos ânimos possam brotar também em nossos corações, para que a gente aprenda a direcionar os nossos verdadeiros sacrifícios, o sacrifício da luta, do bom ânimo pro aperfeiçoamento espiritual. Que Deus abençoe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o
ontinue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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