Ruy Meireles | NA LUZ DA COMPAIXÃO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 10/04/2025 (há 12 meses) 38:06 341 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda Belém. Queridas irmãs, queridos irmãos, muita paz aos nossos corações. O meu nome é Rui Meirelles e eu recebi esta oportunidade de estar aqui com todos vocês presencial e virtualmente, a quem também cumprimentamos a todos virtualmente para fazermos um estudo e uma reflexão sobre uma virtude que deve nortear, deve acompanhar em toda a nossa jornada evolutiva, porque é uma virtude que deve estar inserida, se assim podemos dizer, no contexto cristão das nossas vidas. Nós vamos refletir hoje sobre a compaixão e vamos assim fazer com base numa mensagem ditada pelo espírito Emanuel a Chico Xavier. Está nesse livro aqui, Palavras de Vida Eterna. Essa mensagem, o espírito Emanuel deu o título nela de Nauz compaixão. É muito importante quando nós vamos refletir sobre um texto evangélico que vamos refletir sobre as palavras de Jesus, de nos aprofundarmos no significado, no sentido de cada palavra e de cada frase, para que nós possamos compreender com clareza e profundidade aquilo que Jesus e os espíritos da codificação quiseram nos dizer. Nós não podemos ficar na superficialidade daquilo que compreendemos de cada texto texto e de cada palavra, porque nós podemos perder muito do conteúdo espiritual, moral, que esses textos e essas palavras estão revestidos. E hoje é importante que nós compreendamos o significado da compaixão. Já no finalzinho nós vamos ler a mensagem do Espírito Emanuel. Mas para que nós possamos entender verdadeiramente o que o espírito Emanuel está querendo nos passar nessa mensagem, na luz da compaixão, nós temos que compreender compaixão. Muitas vezes uma pessoa nos procura com grandes dores, grandes sofrimentos, passando por uma situação muito difícil e nós temos um sentimento de dó para que ela desculpa aqui, não tô entendendo aqui porque o negócio ligou, porque não tá ligado. Acho que não tá dando para escutar não, né? Tá, o celular liga de uma hora para outra. Eh, e muitas vezes nós temos dó daquela pessoa. Dó é um sentimento

porque o negócio ligou, porque não tá ligado. Acho que não tá dando para escutar não, né? Tá, o celular liga de uma hora para outra. Eh, e muitas vezes nós temos dó daquela pessoa. Dó é um sentimento inferior. Quando nós temos dó de uma pessoa, nós estamos nos colocando acima daquela pessoa. A compaixão já é uma virtude diferente, porque a compaixão nos nivela com aquela pessoa a nível do seu sofrimento, da sua dor. O que eu quero dizer com isso? Que nós eh compreendemos aquela dor, compreendemos aquele momento, né? Talvez não estejamos passando por um momento como aquele, mas compreendemos. E aí nós temos uma história do Chico Xavier, queridíssimo Chico Xavier, quando ele foi buscado lá em Uberaba, no Centro Espírita por uma mãe que tinha perdido um filho. E a mãe estava muito sofrida, desesperada e foi conversar com Chico chorando copiosamente. E o Chico naquela sua bondade acolheu aquela mulher. em determinado momento, a abraçou e chorou junto com ela. E chorava também copiosamente. A mulher foi atendida, depois passou pelo passe. Quando os trabalhos terminaram, os companheiros do Chico chegaram e falam: "Chico, nós não te entendemos. A mulher chegou aqui desesperada, chorando copiosamente e você, ao invés de dar forças para ela, você chorou quase tanto quanto ela, ou senão mais. E ele virou para aqueles amigos e falou assim: "Se eu não sentisse a dor dela, como eu ia ajudá-la? Porque muitas vezes nós vamos ajudar alguém, temos até essa boa intenção de ajudar, mas não nos colocamos naquele momento. Nós não buscamos, claro que nós não vamos sentir a dor da pessoa, mas nós não buscamos a compreensão daquela dor. E quantas vezes nós falamos pra pessoa: "Não, não se preocupe, seu filho não morreu". numa descaridade imensa. Nós sabemos que não morreu. Aquela mãha talvez até saiba que não morreu, mas está doendo naquele momento. E nós temos que compreender isso. Então, a compaixão nos traz uma postura e espiritual bem diferente da dó, porque a dó a gente coloca a pessoa

é saiba que não morreu, mas está doendo naquele momento. E nós temos que compreender isso. Então, a compaixão nos traz uma postura e espiritual bem diferente da dó, porque a dó a gente coloca a pessoa para a pessoa para baixo, desanimando-a. Inclusive, a compaixão é muito diferente. Quando eu tenho compaixão por alguém, eu procuro participar daquela vida, daquela dor, daquele momento. não me envolvendo emocionalmente, mas me envolvendo espiritualmente naquele processo, né? Então, a dor é essa virtude que ela se desenvolve com a fraternidade, a solidariedade, a ética. É interessante que quando nós estudamos essas virtudes como a compaixão, eh, nós vamos verificando que elas não estão sozinhas. E vamos dizer daqui a pouco, eu não tenho como ter só compaixão. Eu tenho que ter também outras virtudes que elas se alimentam umas às outras. E aí nós, eh, estudando esse tema para compartilharmos aqui, vejam o que nós encontramos, evidentemente que muito rapidamente sobre compaixão. E aí, depois dessa mensagem, eu acredito que cada um de nós vamos nos autoavaliar, né, para vermos que nível nós estamos desse sentimento que é compaixão. Bem, a primeira observação que nós fazemos é que compaixão é uma virtude que se manifesta através da bondade e do perdão. Vejam que se associam a à compaixão, mas duas virtudes, né, que são a bondade e o perdão, levando-nos a refletir o seguinte: se eu não sou capaz de perdoar e ser bom, eu não tenho como ter compaixão pela pessoa. E continuamos. É uma emoção positiva que impulsiona a ajudar e aliviar a dor do outro. Quando nós falamos que não é uma questão eh eh psicológica, mental, emocional, mas que seja algo positivo, né? Aquela emoção que o Chico sentiu por aquela mãe foi uma emoção positiva, porque ele ajudou aquela mulher, porque muitas vezes nós temos essa moção, mas no polo negativo, onde nós acabamos ajudando aquela pessoa. Então, a a compaixão eh exige, entre aspas, de nós, essa emoção equilibrada, essa emoção eh positiva. Como nós relatamos na história

ão, mas no polo negativo, onde nós acabamos ajudando aquela pessoa. Então, a a compaixão eh exige, entre aspas, de nós, essa emoção equilibrada, essa emoção eh positiva. Como nós relatamos na história do Chico, ele chorou também copiosamente, mas não num processo desequilibrado, como talvez estivesse aquela mãe momentaneamente. Porque se ele emocionalmente ele desequilibra, que fosse uma emoção negativa, ele deixaria de ajudar. Até, pelo contrário, ele prejudicaria muito mais, não é? Compaixão é a virtude que mais nos aproxima dos anjos. É a irmã da caridade que nos conduz a Deus. Olha, a caridade associada à compaixão e a compaixão associada à caridade. Então, se nós não temos caridade, não há que se falar em compaixão nas nossas ações, nas nossas palavras, nos nossos pensamentos. Compaixão é olhar para o outro e ver o que ele precisa naquele momento. Isso é muito importante, meus queridos. Quando nós estamos diante de uma pessoa necessitada e seja ela quem for, nós olharmos e ver a pessoa, porque muitas vezes nós olhamos e não vemos a pessoa. Jesus já dizia: "Veja quem tem olhos para ver". Ora, é evidente que só vai ver quem tem ódios para ver. Mas Jesus não dizia nesse sentido. Não é o sentido de ver a pessoa como eu estou vendo vocês e vocês estão me vendo. É um olhar espiritual para aquele momento, para aquela pessoa. É olhar para aquela pessoa e vê-la como uma irmã. E que nós somos todos irmãos. Muitas vezes a gente fica assim sem entender como que nós nos tratamos mal uns aos outros. E quando eu falo nós, eu estou falando da criatura humana. Eu não estou falando de nós que estamos aqui, não. Como nós nos tratamos mal, porque a gente fala assim: "Não, mas eu não conheço essa pessoa". Quantos aqui me conhecem? Eu me apresentei agora. Quantos de vocês daqui não dá todo mundo assim para reconhecer, mas que talvez eu não sei de quem são, mas eu tenho uma certeza sobre vocês. São meus irmãos, minhas irmãs. Isso aí eu tenho certeza. Eu até um dia conversando com a

todo mundo assim para reconhecer, mas que talvez eu não sei de quem são, mas eu tenho uma certeza sobre vocês. São meus irmãos, minhas irmãs. Isso aí eu tenho certeza. Eu até um dia conversando com a um amigo, falei para ele assim: "Eu acho muito estranho as pessoas passarem pelas outras nas ruas, né? Lá na minha cidade, eu moro em Luziânia, é uma cidade do interior ainda, tem muita calçada, né? Aqui em Brasília também tem. A gente passa por uma pessoa na calçada e não cumprimenta. Eu fico sem entender porque que nós agimos dessa forma. Aí o amigo falou assim: "Não, mas é porque a gente não conhece a pessoa". Eu falei: "Como que não conhece? Aquela pessoa é nossa irmã ou a paternidade nossa não é uma só que é Deus. Eu fez diferente. Eu posso não saber o nome dela. Aí é diferente. Mas saber que ela é minha irmã, meu irmão, eu sei. Agora saber o nome é quase que irrelevante. Então nós temos que estar mais atento, enxergando mais. Por isso que a compaixão é esse olhar para o outro e ver o outro, enxergar o outro, enxergar como o ser humano, como espírito imortal, como nosso irmão, independentemente da situação que ele esteja, nós encontramos irmãos, irmãs nossas em todas as atitudes. todos os momentos. Então, quando nós temos essa compaixão e praticamos essa compaixão, todos são irmãos. E o dia que nós entendemos isso, o dia que a criatura manda entender isso, né? Nós depositamos as armas, todas as armas que nos fazem distantes e até diferentes, sendo que nós não podemos ficar distantes e não somos diferentes, né? A nossa origem, meus queridos, é uma só. Criaturas criadas por Deus. Agora, nós não podemos confundir o estágio de cada um de nós, mas não deixamos de ser irmãos. O espírito Ramed, ele no livro Os Prazeres da Alma, veja o que ele nos diz. Eh, compaixão é possuir um entendimento maior das fragilidades humanas. é quando nos tornamos mais realistas, menos exigentes e mais flexíveis com as dificuldades alheias. É, é interessante que nós somos eh muito exigentes com os outros e muito pouco

fragilidades humanas. é quando nos tornamos mais realistas, menos exigentes e mais flexíveis com as dificuldades alheias. É, é interessante que nós somos eh muito exigentes com os outros e muito pouco com nós. E nós deveríamos ser o contrário, bem exigentes conosco e mais acessíveis com o outro. E a compaixão nos leva a esse processo. Mas a criatura humana com relação à outra criatura humana é muito dura. Eu peço a meu favor todas as benéces, todas as compreensões, todos os perdões, mas não faço nada disso para com o outro. Eu eu evoco para mim a minha fragilidade moral, espiritual, mas não entendo isso com o outro. Não, mas eu fiz porque eu fui fraco. Tá tudo bem. você froca foi fraco. E o próximo também não pode ter sido fraco. Eh, é uma exigência exagerada nossa com relação à questão da perfeição do outro, da compreensão da dificuldade que o outro ainda se encontra. A compaixão nos faz entender que eu já compreendo aquele momento, mas o outro ainda não. Como ele às vezes compreende um determinado momento eu ainda não consigo compreender daquela forma. A questão que a gente fala de uma maneira geral, que não é a questão do erro, do acerto e do erro. Nós estamos, cada um de nós, numa jornada de evolução. Aqui nessa sala não tem ninguém espiritualmente igual. Cada um de nós estamos num ponto de evolução. E há que ser assim é natural, isso pode nos fazer diferentes, mas continuamos, irmãos. Então, quando Ramed disso aqui, a compreensão da fragilidade do outro é muito importante e só faz isso quem tem compaixão para com o outro. Aí nós vamos diminuir, diminuir até extinguir essa exigência descabida que nós temos em relação ao outro. Nós trabalhamos com dependência química e durante 15 anos eu estive toda quarta-feira aqui nessa comunhão no grupo de dependência química ajudando lá. E eu sempre achei muito interessante porque na programação de das dos estudos e reflexões tinha uma pergunta lá que nos chamava muita atenção. A pergunta dizia o seguinte: o que eu acho vendo alguém

. E eu sempre achei muito interessante porque na programação de das dos estudos e reflexões tinha uma pergunta lá que nos chamava muita atenção. A pergunta dizia o seguinte: o que eu acho vendo alguém fazer o que faço? Eu acho muito importante a gente fazer esse tipo de reflexão, independentemente de ser um processo de dependência química. Mas como que eu reagiria? Como eu analisaria? Como eu viria a pessoa fazendo algo que eu faço? É o espelho. É o espelho. Porque muitas vezes não adianta alguém falar para mim que o meu comportamento não está sendo adequado. Eu preciso ver se esse comportamento está ou não, porque eu não ainda tenho tanta consciência assim. E aí um dia, num grupo de dependência química, uma filha falou assim, um pai falou que era dependente do álcool e resolveu buscar ajuda, porque um dia a mulher falava, os filhos falavam, os parentes falavam, os amigos falavam, ele não acreditava como ele ficava nas festas de família quando embriagava. E aí a uma filha gravou para ele, gravou e mostrou para ele aqui, papai, esse é o senhor. No outro dia ele procurou ajuda porque ele não se reconheceu naquela pessoa. Ele não manejava nunca que eu fazia aquilo que ele fazia, não é? Então é muito importante nós que já superamos algo, já superamos determinada situação, nós compreendemos aqueles que não conseguiram ainda. Um dia eu falei para um amigo meu que tentava, prestem atenção, ele tentava me ensinar a mexer em algumas coisas no computador, porque nessa idade aqui é uma briga com o computador, porque a gente não entende nada. A gente não, eu não entendo. Eu sou de 1950. Não parece não, né? Mas sou de 1950. Então o computador para mim é um inimigo. E ele tentando me ensinar e ele falava assim: "Foi dois dias". Eu falou: "Rui, mas ontem eu te falei como fazer e hoje você já não sabe." Eu falei: "Pois é, porque você falou ontem. Problema é esse. Porque a gente não mexe diretamente com a coisa, né?" Aí eu disse para ele assim, falei: "Amigo, você sabe qual a diferença entre o sábio

" Eu falei: "Pois é, porque você falou ontem. Problema é esse. Porque a gente não mexe diretamente com a coisa, né?" Aí eu disse para ele assim, falei: "Amigo, você sabe qual a diferença entre o sábio e o ignorante?" Ele olhou para mim e falou: "Não, por que isso?" Eu falei: "É o seguinte, o sábio é sábio porque ele reconhece a ignorância do ignorante." Então, eu já tenho o conhecimento daquela mecânica toda, mas o outro não tem. Aí eu dou algumas explicações para ele e quero que ele saiba como eu sei que gastei muito tempo, às vezes ter uma faculdade para para mexer com aquilo. Então não exijamos do outro que nós ainda não temos condição de fazer e não exijamos do outro aquilo que nós não fazemos mais, porque nós passamos por essa estrada e de uma certa forma superamos aquele processo. Por isso pede aqui que nós sejamos realistas. Ser realista é entender que nós somos seres espirituais em evolução. Reencarnados aqui no planeta Terra, ainda somos espíritos imperfeitos. Agora, não é possível exigir do espírito imperfeito que ele seja, que ele faça coisas perfeitas, não é? E ele nos chama também a ser menos exigentes. Deixa, deixem a exigência só para nós mesmos, né? Eh, então, quando nós falamos aqui que eh que nós percebemos quando estudamos a virtude como a compaixão, que a ela estão associadas outras virtudes. Nós não devemos nos assustar com isso, porque senão quando eu falar aqui, nós vamos pensar: "Não vou chegar lá nunca. Vai, nunca." que é uma palavra que não existe. Nós vamos chegar lá um dia, porque nós vamos ser amanhã ou amanhã não quer dizer amanhã de dia, não, amanhã do tempo, nós vamos chegar a ser espíritos crísticos, como Jesus chegou a ser. Ele mesmo disse: "Vós sois deuses e poderão fazer o que eu fiz e muito mais, porque ele sabe da lei de progresso. Agora, com o nosso esforço, nós chegaremos mais rapidamente, mas seremos espíritos crísticos. Nós chegaremos um dia a não ter nenhuma nenhum tipo de imperfeição. Então, associam-se a compaixão essas virtudes

com o nosso esforço, nós chegaremos mais rapidamente, mas seremos espíritos crísticos. Nós chegaremos um dia a não ter nenhuma nenhum tipo de imperfeição. Então, associam-se a compaixão essas virtudes aqui, ó, a benevolência, o perdão, a bondade, a caridade, a fraternidade, solidariedade, a misericórdia. Porque uma virtude, ela não existe por si só, ela só existe porque ela vai sendo transmutada, não é? E há uma um grau, não vou dizer de importância, mas de momento para essa essa virtude aparecer. Mas quando eu uso a misericórdia para com alguém, eu estou usando todas essas outras virtudes, porque elas me chegam a levar eh a à compaixão. E acima delas todas nós vamos encontrar a humildade. Porque se eu não tiver humildade, eu nada serei. Por isso Jesus coloca a humildade como a bem, a primeira bem-aventurança. É a humildade, né? E porque sem ela nós não conquistaremos as outras bem-aventuranças. Sem ela nós não conquistaremos as virtudes, porque a humildade é a simplicidade. Por isso Jesus falou: "Eu não revelo isso aos doutos e prudentes, mas aos simples, aos humildes, porque a humildade nos leva a ouvir a todos com interesse, com dedicação, com ouvidos de ouvir, como ouvimos Jesus, né? Então, nós vimos aqui eh eh de tudo isso que nós falamos, nós vimos essas características da compaixão, né? É uma bondade amorosa a alguém que sofre. É uma virtude que não significa aprovar as razões do sofrimento dos outros, mas ajudar. Não tem nada não. Eu não aprovo o que a pessoa fez, então o problema é dela. Não é julgamento. A questão da compaixão é tirar a pessoa daquele estado de dor, de sofrimento, independentemente do que ela fez. Compaixão não está ligado nessa avaliação que nós fazemos das pessoas. Eh, é um estado de empoderamento que nos impulsiona a agir. Ela nos dá esse poder, essa força para fazermos algo, para nos movimentar. Não há ação sem movimento, é uma ação moral que que concretiza através da benevolência e do perdão. Vejam novamente a associação aqui. Então é uma ação moral, porque

azermos algo, para nos movimentar. Não há ação sem movimento, é uma ação moral que que concretiza através da benevolência e do perdão. Vejam novamente a associação aqui. Então é uma ação moral, porque jamais o espírito Emanuel ia nos trazer uma mensagem para falar da matéria. É um processo moral mesmo. É uma virtude que garante a felicidade na terra, fazendo reinar a concórdia. a paz e o amor. Então, nós vamos ver que essa paz, esse amor, essa felicidade que nós tanto almejamos eh está alicerçada, né? Tem o seu fundamento básico na compaixão para com os outros. Então, meus queridos, vamos com alguma noção, se já não tínhamos, já temos sobre a compaixão. O que é ter compaixão? Porque muitas vezes, antes de nós começarmos o a reflexão, a gente o que que é compaixão? Talvez nós não soubéssemos que compaixão representa tudo isso que nós falamos aqui, não é? Então o espírito Emanuel vai dizer na sua mensagem: "Deixa que a luz da compaixão te clarei a rota para que a sombra te não envolva. Sofres a presença dos que te pisam, as esperanças, compaixão para eles. Ouves a palavra dos que te ironizam, compaixão para eles. Desces o assalto moral dos que te perturbam, compaixão para eles. Recebes a farpa dos que te perseguem. Compaixão para eles. A crueldade e o sarcasmo, a demência e a vileza são chagas que o tempo cura. Rende graças a Deus por lhe suportares o assédio sem que partam de ti. No fundo, são males que surgem da ignorância, como a cegueira nasce das trevas. Não, não sanarás o desequilíbrio do louco, zurzindo-lhe, quer dizer, batendo-lhe na cabeça, nem expulsarás a criminalidade do malfetor, cortando-lhe os braços. Diante de todos os desajustamentos alheios, compadece-te e ampara sempre perante todos os disparates do próximo. Compadece-te e faz o melhor que possas. Todos somos alunos no educadário da vida e todos somos suscetíveis de queda moral no erro. Usa, pois, a misericórdia com os outros, e acharás nos outros a misericórdia para contigo. E aí nós percebemos que não é

alunos no educadário da vida e todos somos suscetíveis de queda moral no erro. Usa, pois, a misericórdia com os outros, e acharás nos outros a misericórdia para contigo. E aí nós percebemos que não é fácil, mas é necessário que façamos. Eu lembrei aqui do perdão. Um dia a pessoa falou assim: "Eu nunca vou perdoar o mal que essa pessoa me fez. Eu nunca vou perdoar o prejuízo que essa pessoa me causou, essa calúnia, essa ofensa que essa pessoa me fez. Eu falei: "Olha, tem algo errado, porque o perdão foi feito para quem erra. Perdão não foi feito para quem aceita. Uma pessoa, eu faço o bem para alguém ou alguém faz o bem para mim e nós vamos pedir perdão pelo bem que eu fiz. Alguém aqui já pediu perdão pelo bem que fez ao outro? Você me perdoa de eu ter feito bem para você? Não. O perdão é para quem erra. O perdão é para quem nos caluniam, nos ferem. Por isso Jesus recomendou: "Oremos pelos que nos calonam, nos perseguem, nos eh eh maltratam. O perdão é para essas pessoas. A quem não nos ofende, nós não temos que perdoar. Assim também a misericórdia". Vejam como o espírito Emanuel começa. Os que pisam nas suas esperanças, os que te ironizam, os que te perturbam, os que te perseguem. A a a compaixão é para essas pessoas, a compaixão é para esses irmãos. Queridas irmãs, queridos irmãos, muita paz ao coração de todos. Jesus nos abençoe, nos fortaleça. É uma grande caminhada, cheia de pedregulhos, de espinhos, mas nós temos Jesus como nosso guia modelo para nos acompanhar nessa jornada. Jesus abençoe a todos nós e permaneçamos nessa sintonia com o plano maior para os passos que vem a seguir. Muita paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

o os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim

omentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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