Roda de Conversa | Emergência Climática: Desafios e soluções à luz do Espiritismo | Saber Ambiental
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) declarou que o mundo está em estado de emergência climática. No Brasil, o Ministério da Saúde alerta que eventos extremos como ondas de calor, inundações, secas e tempestades afetam diretamente a saúde humana, agravando doenças respiratórias e cardiovasculares, aumentando casos de doenças transmitidas por vetores e comprometendo a segurança alimentar e hídrica. Diante deste cenário, cresce a necessidade de respostas coletivas para enfrentar os impactos das mudanças climáticas. Para discutir o tema, o Saber Ambiental da Fergs promove a live "Emergência Climática: Desafios e soluções à luz do Espiritismo". O evento acontece no dia 11 de outubro, das 18h às 19h, com a participação do Presidente e do Vice-Presidente Doutrinário da Fergs, Antonio Nascimento e Vinicius Lousada. A transmissão será realizada pela Fergs Play, no YouTube, no Facebook da Fergs e pela Fergs Rádio (fergs.radio.org.br).
Boa tarde, amigos e amigas. Sejam todos bem-vindos à roda de conversa emergência climática, desafios e soluções à luz do do espiritismo, promovida pelo saber ambiental Ferges. Nesta roda de conversa de hoje, teremos dois ilustres convidados que vamos introduzi-los logo em seguida, né? O nosso presidente Antônio Nascimento, o nosso vice-presidente da área doutrinária Vinícius Lousada. Eu saúdo também a presença da interérprete Denise e da nossa vice-coordenadora de saber ambiental, Tatiane Bernardo. Até eu convido a fazer sua saudação também. >> Então, boa tarde, queridos irmãos e irmãs, né? É uma alegria estarmos aqui reunidos para refletir um pouco sobre a emergência climática. A gente sabe que é um tema que afeta todos nós, né? Mas que estamos aqui hoje é porque acreditamos na força do diálogo e na transformação coletiva. Sejam todos muito bem-vindos. Então, amigos, agora nós vamos fazer uma leitura breve para irmos nos harmonizando e logo em seguida eu devolvo a Tatiane para fazer nossa prece de abertura. Escolhemos uma obra especial que nos toca, que nos sensibiliza, Cartilha da Natureza, do espírito Casemiro Cunha, pelo médium Chico Xavier. onde escolhemos o capítulo chamado água. Água santa, bênção pura, das bênçãos celestiais. Que o Senhor te multiplique os doces manciais. Água que lavas o corpo de todas as criaturas, és a fonte de bondade que demana das alturas. Sangue vivo do planeta, na forma que aperfeiçoa nos campos do mundo inteiro, toda a terra te abençoa. O teu impulso amoroso é vida, perfume e essência. És em todos os recantos mães das forças da existência. Por ti, a por mares fartos, doçuras no lar que abriga, vento frescos no deserto, orvalho na noite amiga, água tranquila e bondosa que acarecia o sedento, lava manchas, lava sombras, desde o solo ao firmamento. Hlaras imensidade na borrasca, no escarcel circulas em toda a terra depois de voltar ao céu. Água santa, irmã da paz, da abundância da limpeza, garantes o dom da vida nas luzes da natureza.
irmamento. Hlaras imensidade na borrasca, no escarcel circulas em toda a terra depois de voltar ao céu. Água santa, irmã da paz, da abundância da limpeza, garantes o dom da vida nas luzes da natureza. Doce bem da divindade, que envolve os lares e os ninhos, és a eterna mensageira do amor de Deus nos caminhos. Em todo lugar do mundo, haja paz, haja discórdia, és a bênção partenal da eterna misericórdia. Obrigada Alexandre pela leitura. Então, convido a todos nesse momento que possamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai de amor e bondade, agradecendo, pai, por essa oportunidade de estarmos aqui neste momento, refletindo questões tão importantes acerca do meio ambiente, da natureza, da criação. que possamos, Pai, fazer bom uso desse desse espaço, trazendo reflexões pertinentes e tão importantes. Que possamos, Senhor, estar na companhia dos nossos benfeitores, sendo inspirados a fazer sempre melhor pelos nossos irmãos, por todos que compartilham a existência deste planeta. possamos, Pai, trabalhar e agir no bem de forma coletiva. Obrigada mais uma vez, Senhor. Que possamos nesse momento estar envolvido pela tua energia de paz e amor. Que assim seja. Obrigado, minha amiga. Então, antes de introduzirmos nossos convidados, vamos falar um pouquinho, né, porque desta data especial nesta semana, onde a ABS RS, né, Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental, Acessando do Rio Grande do Sul, neste período, promove a 32ª Semana Interamericana da Água e a 25ª Semana Estadual da Água do Rio Grande do Sul, né, nesse período de 6 a 18 de outubro de 2025, onde, né, a ABS reúne diversos setores es para debater soluções, fortalecer a conscientização e a sensibilização em torno da sustentabilidade. E dentro desses setores, a FERGs faz parte de um conselho, né, que reúne diversas entidades e é representada pelo saber ambiental, onde a nossa multiplicadora Naros, né, a ex-coordenadora do ambiental nos representa, tem acento e representatividade neste conselho. E o tema deste ano é
idades e é representada pelo saber ambiental, onde a nossa multiplicadora Naros, né, a ex-coordenadora do ambiental nos representa, tem acento e representatividade neste conselho. E o tema deste ano é água, resiliência e e sustentabilidade. Como construir caminhos, soluções conjuntas para o futuro. Pois a água é essencial para a vida, mas enfrenta diversos desafios cada vez mais devido às crises climáticas, as crises ambientais, as mudanças que tm ocorrido no nosso planeta. E por isso hoje nós promovemos esta roda de conversa que trata exatamente desse tema emergência climática, desafios e soluções à luz do espiritismo. Agora eu convido a Tatiane a introduzir no nossos convidados. Então, nós temos hoje aqui conosco o Antônio Augusto Chaves do Nascimento, nosso presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, trabalhador da Sociedade Espírita Caridade e Fé da UD Fo da Areia Creum, também expositora espírita. Seja bem-vindo, Antônio. >> Obrigado, Tatiana Alexandre, nosso abraço a Vinícius, a Denise e a você que nos acompanha nesse momento especial, né, em que o Rio Grande do Sul está envolvido em tão boas vibrações, né, porque dentro de uma semana nós estaremos vivenciando, né, o nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Então, nós estamos respirando espiritismo e e o congresso, né, como nós vamos conversar, né, Alexandre, Tatiane, né, tem uma conexão muito grande e um compromisso com uma sustentabilidade, né, do meio ambiente como um todo, né, e a água como um elemento vital para a vida. É uma alegria estarmos aqui pra gente trocar algumas ideias. >> Obrigada. Também nós temos conosco Vinícius Lima Lousada, vice-presidente doutrinário da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, trabalhador do Centro Espírita Leão Denis da UD Navegantes CREM e também escritor expositor espírita. Seja bem-vindo, Vinícius. >> Muito obrigado, Tatiane. Uma boa tarde aos nossos queridos amigos aqui nesta tela compartilhada e também aos que acompanham a programação da FERGs TV.
expositor espírita. Seja bem-vindo, Vinícius. >> Muito obrigado, Tatiane. Uma boa tarde aos nossos queridos amigos aqui nesta tela compartilhada e também aos que acompanham a programação da FERGs TV. Espero que tenhamos um momento de reflexão muito pertinente para a vida de todos nós. >> Obrigado, Vinícius. Obrigado, Antônio. Então agora convidamos, primeiramente o Vinícius para fazer a sua exposição e logo seguindo o nosso presidente Antônio. >> Muito bem, amigos. O nosso tema reza sobre a emergência climática e o nosso querido amigo Cris, que está no backstage já colocou pra gente a nossa apresentação. É muito importante que nós percebamos que alguns conceitos são novos neste campo da ecologia, nesses dias de transição que todos vivemos, mas são importantes, ainda que às vezes alguns deles estejam em disputa ou não bem consensuados na comunidade científica, não bem definidos, um deles é antropoceno. Nós vivemos um período, segundo boa parte da comunidade científica que se debruça sobre o tema, que é do antropoceno. É um período que, segundo os estudiosos, nós vivemos uma época geológica assim nomeada, porque ela recebe a marca daquilo que nós, enquanto homo saápiens, temos produzido no nosso ambiente planetário. É como nós marcamos a era geológica do presente momento. Toda a nossa ação, ela se reflete no ambiente e numa visão sistêmica se reflete sobre nós mesmos. Nós precisamos partir desse ponto para perceber que se, segundo o espiritismo, nós estamos no período de transição planetária, de um tempo que se encaminha para a regeneração da humanidade, nós precisaremos revisar conceitos, paradigmas do ponto de vista moral, do ponto de vista das condutas individuais e coletivas, inclusive para regenerarmos não somente o nosso campo íntimo, mas também as condições materiais, biológicas do nosso planeta, pois que os nossos impactos, os mais variados, pelo progresso, pelo desejo do bem-estar, pela aprendizagem a ser feita ainda quanto ao limite dos processos ecológicos, vai demandar de todos nós o
eta, pois que os nossos impactos, os mais variados, pelo progresso, pelo desejo do bem-estar, pela aprendizagem a ser feita ainda quanto ao limite dos processos ecológicos, vai demandar de todos nós o uso da inteligência da nossa moralidade, para criarmos processos que atendam o nosso bem-estar, mas que vá dirimindo, diminuindo o impacto negativo sobre a natureza, até que um dia nós possamos viver em maior harmonia com os demais seres da vida natural, assim como os nossos irmãos animais, que não podem ser descartados dessa equação. Quando nós nos voltamos a esse tema e que extraímos o conceito breve da revista ciência hoje, uma revista de divulgação científica, onde nós podemos entender que o antropoceno é essa era de impacto da ação humana sobre a nossa terra, nós somos convidados a observar características desses períodos e é claro que nós vamos beber naquilo que os nossos irmãos ecologistas, pesquisadores da biologia, dos ecossistemas, vamos alertar e que é muito pertinente que tomemos conhecimento para que possamos repensar atitudes do ponto de vista dos indivíduos, das nações e trazermos a baila das nossas reflexões a importância da ética cristã, da ética da doutrina espírita para reorientar o nosso modo de ser está na Terra. Então, entre as características estão as mudanças climáticas com aumento acentuado de gases e de efeito estufa, a assinatura geológica global, nós temos materiais depositados, plásticos, concreto, alumínio radioativos nos solos, encendimentos, extinções em massa, mais do que a taxa de extinção natural, nós lidamos com uma mudança vertiginosa de ciclos naturais por conta da nossa influência nos ciclos nitrogênio, fósforo, água, em função da forma com que muitas vezes empregamos a agricultura, nada obstante, hoje há todo um olhar voltado para a sustentabilidade, para a regeneração e também a forma com que nos organizamos nas cidades, produzindo mudanças geradas pelo manejo que fazemos na Terra. Então, de maneira sintética, a gente percebe que essas
abilidade, para a regeneração e também a forma com que nos organizamos nas cidades, produzindo mudanças geradas pelo manejo que fazemos na Terra. Então, de maneira sintética, a gente percebe que essas características revelam que a nossa presença no nosso planeta, singrando assim uma caminhada evolutiva, também tem impactos quanto a forma com que a nossa casa planetária funciona, se organiza. Daí nós somos levados a observar que a emergência climática é um momento em que as mudanças climáticas nos pedem novas medidas. Uma outra forma de agirmos considerando o aquecimento global, considerando a ameaça à vida humana, a vida animal não humana, a vida em todas as suas características. E somos convocados a encontrarmos caminhos a fim de que possamos reduzir o nosso impacto negativo na vida do planeta, regenerar ecossistemas, regenerar processos ecológicos e nos habituarmos a uma forma de convivência com a natureza cada vez mais respeitosa. A gente lembra aqui, sem trazer necessariamente a referência, uma reflexão que o espírito Manuel Filomeno de Miranda traz no livro Entre dois Mundos, e que no início em que ele narra um momento de reflexão, observando da colônia espiritual que reside o nosso planeta, ele faz o alerta quanto a nossa terra mãe abençoada que nos acolhe para as nossas diversas aprendizagens evolutivas, muitas vezes vem sendo maltratada um certo descuido da nossa parte relacionado à falta de conhecimento, relacionado à ausência de uma compreensão mais profunda de que nós, como um dia ensinou o representante dos povos indígenas, nós não tecemos a teia da vida. Nós somos apenas um dos seus fios e aquilo que fizermos a atia da vida repercutirá sobre todos nós. Esse é um conhecimento que a gente recolhe à luz da ciência, mas que dialoga muito bem com o espiritismo, que também é ciência, sem deixar de ser filosofia, sem deixar de ser religião. E quando nós nos voltamos à reflexão sobre essas circunstâncias, as mais variadas, nós precisamos pensar que ao lado de uma
e também é ciência, sem deixar de ser filosofia, sem deixar de ser religião. E quando nós nos voltamos à reflexão sobre essas circunstâncias, as mais variadas, nós precisamos pensar que ao lado de uma crise ecológica, onde a nossa casa comum é abalada pela nossa atuação, nós vivemos também uma crise moral. a que se refere Leon no pequeno opúsculo publicado provavelmente após a sua desencarnação em que ele faz uma análise sobre a educação ou o ensino e a vida futura. Muito pertinente lembrarmos disso quando a obra o céu e o Inferno que nos descerra a realidade da vida espiritual celebra seus 160 anos. Leonelin, nessa obra faz uma reflexão muito pertinente ao quanto o materialismo foi sendo disseminado através da cultura acadêmica, sem desconsiderar o valor da ciência, mas o nosso druida de Lorena, como diriam os seus admiradores com muito carinho, ele chama a atenção que no ambiente acadêmico, a partir do século passado, ali entre os anos 10, 20, nós passamos a ter de maneira mais bem estruturada uma posição em relação ao conhecimento que faz com que o tema da espiritualidade ou da alma bata em retirada do ambiente acadêmico. para Leudeni. Esse é um grave problema, porque trouxe por consequência uma ética, se é que podemos chamar de ética nilista, utilitarista, em que o ser humano perde vista a responsabilidade universal diante das leis morais da vida. E aí, Leoneni vai dizer o seguinte: "Em todos os lugares, tanto internamente quanto externamente, é um estado de crise preocupante. Sob a superfície brilhante de uma civilização refinada, esconde-se um profundo desconforto." Freud falava no mal-estar da civilização, não é? A irritação aumenta nas fileiras sociais. Os conflitos de interesses à luta pela vida tornam-se cada vez mais acirrados. Os sentimentos do dever, o sentimento do dever enfraqueceu na consciência popular, a ponto de muitos homens não saberem mais onde está o dever. é uma análise grave, séria, como uma das consequências do materialismo, essa crise moral que está desde há muito em
na consciência popular, a ponto de muitos homens não saberem mais onde está o dever. é uma análise grave, séria, como uma das consequências do materialismo, essa crise moral que está desde há muito em vários contextos em que nos encontramos e que revela, veja, né, Alexandre, hoje se fala em ansiedade climática. Nós vivemos picos de ansiedade equivalente a uma epidemia. Nós temos desafios a sermos quanto a capacidade de convivermos voltados para o bem comum, onde muitas vezes os indivíduos imaginam que no convívio social estão em luta quando deveriam voltar-se ao aprendizado possível nesse mesmo convívio. E há criaturas que por perderem noções mais profundas de espiritualidade ou não tiveram acesso a uma percepção sobre o sentido existencial, elas tendem a abrir mão do dever da responsabilidade. A crise climática, a emergência climática, nos chamam a uma responsabilidade universal, onde cada qual deve pensar, afinal de contas, o que que nós poderíamos fazer para a mudança desse quadro, para uma vida feliz para todos nós, para todas as espécies, onde possamos coparticipar dessa jornada evolutiva nessa nave comum, nesse lar planetário que é a Terra. E voltamos ao sábio Leudeni, quando vai refletir sobre o tema da educação em o livro Depois da Morte, um clássico. E no item nove desse item, ele apresenta pistas para que nós nos voltemos a esse valor profundo da alma, que é o culto ou cultivo do dever. Porque a educação da alma é o objetivo das nossas existências. Nós não estamos aqui para gozar, para fluir, para virar a natureza. Nós precisamos aprender, assim como muitas vezes os povos originários nos ensinam, a sermos guardiões da vida planetária. Então, nós podemos encontrar um caminho para essa autoeducação que nos permita lidar com as questões do tempo presente, da emergência climática, da crise ecológica, dando a nossa cota de colaboração em prol de um quadro melhor. Primeiro, ele sugere comprimir necessidades grosseiras dos apetites materiais. Os nossos irmãos ecologistas,
imática, da crise ecológica, dando a nossa cota de colaboração em prol de um quadro melhor. Primeiro, ele sugere comprimir necessidades grosseiras dos apetites materiais. Os nossos irmãos ecologistas, de modo geral, lembram da necessidade do consumo responsável. Então, diminuir esse anseio de consumo, esse excesso em tudo, essa desconsideração quanto à necessidade de limitarmos nossos apetites materiais, seja do ponto de vista do indivíduo, seja do ponto de vista da coletividade, procurar aumentar tudo o que for intelectual e elevado, ou seja, exercitarmos a nossa inteligência, encararmos por exemplo, a crise ecológica como um problema de todos nós que pede solução e colocarmos a nossa inteligência, a ciência, a tecnologia, como mais adiante o nosso querido Antônio vai abordar, a serviço da vida e da regeneração do nosso planeta, porque regenerando o planeta, regeneramos a nós mesmos. Então, procurar aquilo que eleva a alma, o hábito saudável, a prática da compaixão, o exercício do bem, a elevação das palavras, os sentimentos, dos atos. Mas também Leondeni recomenda lutar, combater, sofrer pelo bem dos homens e dos mundos. quer dizer, assumirmos um compromisso moral pelo bem-estar, pela evolução da coletividade, por tudo aquilo que colabora com o avanço espiritual consciente da grande família humana, que não se resume ao nosso larário. Leondini lembra essa cosmovisão do espiritismo. Ar os semelhantes nos esplendores do verdadeiro e do belo. Aí vemos a importância da verdade, do conhecimento e do conhecimento que transcende os painéis da vida visível para os páramos da realidade espiritual. a necessidade de trazermos a arte espiritualizada, os valores da cultura mais nobre que agigantam a criatura humana, afastando-nos daqueles elementos mais grosseiros que nós trouxemos no íntimo, cultivados nos excessos das paixões. a verdade, a benevolência, diz o grande filósofo, tal é o segredo da felicidade no futuro, tal é o dever. Amar a verdade quer dizer informar corretamente,
íntimo, cultivados nos excessos das paixões. a verdade, a benevolência, diz o grande filósofo, tal é o segredo da felicidade no futuro, tal é o dever. Amar a verdade quer dizer informar corretamente, não mentir, falar retamente, disseminar o conhecimento. Muita gente sofre de fome intelectual. Então nós espíritas cristãos, nas nossas áreas de conhecimento, na própria doutrina, temos materiais que nós podemos compartilhar, instruir as coletividades, servir instruindo, agir com benevolência a partir de um pressuposto de que todos merecem o bem, até os que se equivocam. E aí nós estaremos agindo na construção de um futuro sustentável do ponto de vista material e espiritual, do ponto de vista da alma, do ponto de vista da grande família universal, conquistando assim alguma felicidade que se traduzirá em paz, em possibilidade de convívio, constituindo no circuito das nossas relações, nos nossos ambientes de trabalho, nos núcleos religiosos, na família, na esfera da vida pública, verdadeiros oases de fraternidade, em que vão sendo gestadas as condições da criatura humana para que ela avance na cena evolutiva, instituindo na Terra este período de regeneração que está no programa do Cristo paraa humanidade inteira. Vejamos, meus queridos amigos, meus queridos irmãos, que nessa breve reflexão nós temos muito material de estudo e de ação, de compreensão e de atitude, cabendo a cada um de nós tomarmos da charrua e assumirmos o nosso compromisso de regenerar a terra, regenerando a nós mesmos as nossas condutas, a forma de ver a vida e iluminando a consciência. com amor por todos, com amor pela natureza. >> Gratidão, meu amigo. Muito obrigado pelas belas palavras, pelos belos ensinamentos que nos tocam, nos sensibilizam, que nos promovem a consciência, que nos fazem realmente, né, refletir e repensar nossos hábitos para que possamos ter, né, uma educação mais voltada para a sustentabilidade do planeta. Muito mais, mais uma vez obrigado, meu amigo Vinícius. Então agora convidamos o
letir e repensar nossos hábitos para que possamos ter, né, uma educação mais voltada para a sustentabilidade do planeta. Muito mais, mais uma vez obrigado, meu amigo Vinícius. Então agora convidamos o Antônio, né, não, presidente da nossa federativa fazer a sua exposição. Contigo, meu amigo. >> Obrigado, Alexandre. Antes a gente precisa destacar, né, a importância e a função dos professores que têm essa capacidade organizada, de apresentar de uma forma pedagógica, didática, né, que mesmo nos assuntos complexos, né, conseguem ficar muitos claros para nós e num tempo muito curto, né, o manancial de informações que o Vinícius trouxe conectados com a doutrina espírita, que é o nosso mote, essa a tarefa da gestão do saber ambiental, porque não é uma simples ação ambiental, mas é uma consciência espírita permanente, né? Conscientização ecológica e uma ação do espírita no dia a dia, né? Não abrindo mão da nossa fé, mas exatamente porque temos uma fé, temos uma certeza da imortalidade da alma, das reencarnações, é que nós temos esse compromisso maior. Muito bom, né? E a federativa, né? O Alexandre e a e a Tatiane sabe bem, muitos de vocês também. Ela já praticamente 15 anos, 2010, se não me falha a memória, né, Alexandre, que nós iniciamos a gestão do a gestão do saber ambiental aqui, né? E eu lembro muito bem quando houve a primeira provocação, eu estava num conselho federativo estadual ali na antiga desembargadora André da Rocha, quando o nosso irmão a Apolinário lá de Santa Cruz, né, a época conversou com a Helena, que era a nossa diretora do do departamento doutrinário da FERGs, né? e conversando com ela em particular, ela percebeu a a importância da temática, porque ela diz assim: "Eu vejo outras segmentos da sociedade se mobilizando pelos cuidados do meio ambiente." Nós não tínhamos, né, os influenceres, os jornalistas especializados na questão do do saber da da do cuidado ambiental ainda. Você falava muito pouco, tinha muito pouco espaço na mídia ainda desse diálogo, né? Eles e os espíritas, nós
res, os jornalistas especializados na questão do do saber da da do cuidado ambiental ainda. Você falava muito pouco, tinha muito pouco espaço na mídia ainda desse diálogo, né? Eles e os espíritas, nós temos um compromisso. O que nós vamos fazer a partir dali? né, o pessoal certamente a gestão federativas das nossas lideranças há épocas, né, foram encontrando os caminhos. Daí, né, a equipe lá do do Bezerra com a Marta Neves, já citada aqui, que iniciou a primeira coordenação do saber ambiental, estruturou, né, e o saber é algo que e ele ele permeia, né, todas as nossas atividades, né, ela ela é transversal, né, porque faz parte da nossa vida e é fundamental. Kardec nos fala da importância, né, de nós, como espíritas acompanharmos exatamente esse progresso da ciência. os espíritos nos alertam sobre isso e fazer então com que esse conhecimento e essa responsabilidade para que a gente possa construir esse mundo melhor, ele seja feito, né, em ações práticas, ações que são necessárias no momento. Hoje a gente vive essa emergência climática que bateu as nossas portas, né, até por uma dificuldade de nós darmos a atenção, né? Ainda temos eh eh eh eh vozes que negam tudo isso, né? que tem defesa diferente, que eh acham que eh eh é incompatível, né, você fazer ações de sustentabilidade ambiental e continuar atendendo o progresso material também necessário, né, para equilibrar a a sustentabilidade eh eh alimentícia, a sustentabilidade econômica, né, da da sociedade. Então, a federativa, ela entra com muita força nesse nessa nessa discussão e nessa conscientização. E a partir dali, né, todas as nossas ações federativas gradativamente elas estão sendo cada vez mais incorporadas, né, eh, da de ações de sustentabilidade efetiva, né, primeiro quase que não conta gotas, né, onde a primeira ação foi praticamente a gente cuidar da do dos copinhos, né, que era muito comum a gente utilizar um copinho de plástico aí eh eh que você usa em poucos segundos, né, usando às vezes vários copos durante
o foi praticamente a gente cuidar da do dos copinhos, né, que era muito comum a gente utilizar um copinho de plástico aí eh eh que você usa em poucos segundos, né, usando às vezes vários copos durante o evento, que além de ter um custo econômico, né? Não era sustentável economicamente a campanha para que as pessoas levassem sua caneca, seu, a sua garrafa, a sua, que procurasse ou pelo menos utilizar aquele copo durante todo o dia, né, para descartar só o final, né, copos e hoje com materiais, né, de de papel que se consegue ter uma reciclagem mais rapidamente, né, e nesse sentido, né, a as as ações e especialmente os nossos congressos, né, que são ações que são eventos que reúnem um grande número de público, né, que tem um impacto ambiental maior e também uma grande oportunidade desse essa vitrine de ações de sustentabilidade. Então, o saber ambiental vem ocupando então espaços com instantes, com ações que vem se somando, né? Eh, no primeiro momento mais de conscientização, mais teórica, mais conceitual e gradativamente a gente observou ao longo desses anos ações mais práticas, né? Mas não é uma ação prática qualquer descolada. Ela é a semelhança com a recomendação lá que Santo Agostinho dá a pergunta do do do método prático eficaz, né, eh, que acessível a todos, né, do autoconhecimento. O que que o espírita pode fazer para mudar, né, essas ações dos copias. Inclusive, eu vou fazer um spoiler aqui porque a coordenação me permitiu, né, no nosso congresso, né, vocês podem trazer sua a sua garrafa, a sua caneca, como estão acostumado, não percam o hábito, né? Porque o hábito ele é difícil da gente adquirir e depois eu tenho que fazer um determinado esforço até que ele se incorpore naturalmente. Então aqueles que ainda não já não incorporaram completamente, mas que estão se esforçando, continue fazendo, né? Mas para incentivar, nós vamos distribuir para todos, né? Esse copinho, um copinho de silicone, tá? Ó, verifica. Nós não vamos ter copos plásticos no nosso congresso. E ele é montado, né? Na hora
né? Mas para incentivar, nós vamos distribuir para todos, né? Esse copinho, um copinho de silicone, tá? Ó, verifica. Nós não vamos ter copos plásticos no nosso congresso. E ele é montado, né? Na hora você monta, ele pode ser utilizado para líquidos quentes ou frios, tá? E até o final a gente higieniza naturalmente ali e fecha. E ele cabe na bolsa e no bolso, né? Até os homens conseguem carregar, eu já testei, dá para carregar no bolso da calça, no bolso da camisa. Aqueles que ainda usam camisa com bolso, né? Eu sou da época que as camisas tinham bolso, que tava botar caneta e tudo mais. Então ele vai ser muito útil e despertou tanto interesse, então vai estar na sacola do congressista, né? É lógico, a sacola que já é em material petadas eag, né, que as empresas já têm utilizado como material de marketing, material de de difusão da da marca e de compromisso com a sustentabilidade, né? Ou então a gente consegue encontrar às vezes a gente esqueceu dos mercados, a gente tem que pode adquirir ali e ela substitui várias sacolinhas plásticas que a gente sabe assim, as garrafinhas elas entopem os boeiros, elas vão pros rios, elas vão pros oceanos, né? os exemplos a gente já está, digamos assim, todo mundo consciente do impacto de um material que em média, né, esses materiais plásticos, 400 anos de para que eles eh possa ser eh totalmente dissolvidos, né? A minha dúvida, eu não sei como é que o pessoal chegou a esse a essa esse esse dado, né? Porque não sei quem já viveu os 400 anos, né? Mas são testes de laboratório acelerados e que eles conseguem fazer, são testes científicos, lógico, né? que consegue identificar o prazo estimado dos materiais para a a esta reincorporação deles à natureza, né? Então, de qualquer forma, 400 anos é algo que a gente não pode aceitar de tal forma. Então, quem vai vir no congresso vai ganhar esse copio. E os que estiverem no congresso, a gente tá inclusive assim como canecas, camisetas, que normalmente a gente tem materiais lá, nós teremos uma quantidade
em vai vir no congresso vai ganhar esse copio. E os que estiverem no congresso, a gente tá inclusive assim como canecas, camisetas, que normalmente a gente tem materiais lá, nós teremos uma quantidade também para que vocês possam adquirir, né? As Ecobeg também elas são importantes, né? porque ele também ela essa essa essas esse material vai evitar o desperdício, né? Porque ela ela promove a reutilização de um plástico que já foi utilizado, né? Porque ela é utilizada de materiais reciclados, vai reduzir a demanda por novos materiais poluentes, né? E você consegue reciclar isso fazendo com que o estilo de vida nosso seja mais consciente, mais alinhado com a preservação ambiental, né? também eh eh desde o último congresso lá em 2023, né, meus amigos, acho que vocês já conseguiram acompanhar, a gente fez a posterior o nosso congresso, né, quando a gente se deu conta do impacto, né, eh ambiental na cadeia de carbono, né, e a gente conseguiu, através de uma de uma empresa que estabelecemos uma parceria, né, Agroforest, ela calculou, né, conforme a a distância, a cidade, o deslocamento dos participantes do último congresso identificou que para nós compensarmos o os carbonos, nós precisaríamos plantar 244 árvores, né? E com muita alegria a gente já pode eh eh dizer que essas árvores estão plantadas, estão georreferenciadas e entrando lá no saber, a gente tem eh na na no congresso ali o QR Code, é onde a gente vai conseguir localizar e visualizar, né, pelo GP eh pela satélites, né, cada árvore, a espécie, a localização. E essas árvores, vejam só, meus amigos, elas foram plantadas no município de Jaguari, né? Lembremos que esse ano, né, quando nós tivemos novamente uma eh chuvas torrenciais que pegaram a região central do estado, Jaguari foi o município mais atingido, né? Então lá na Agropecuária Nova Onda, onde ele foi plantada, né, que são agricultores familiares, né, com a eco a agricultura familiar, aonde você faz uma integração do cultivo, da criação de animais, né, numa numa espécie de de
ova Onda, onde ele foi plantada, né, que são agricultores familiares, né, com a eco a agricultura familiar, aonde você faz uma integração do cultivo, da criação de animais, né, numa numa espécie de de reprodução de uma mini floresta. podemos dizer assim, né, nessa espaço aonde tu não tem uma monocultura, né, porque também tem proposta às vezes de compensar carbono com grandes plantações que são monoculturas, aonde ela não atinge todos os critérios porque ela acaba esterilizando algumas espécies de vida, né, ou limitando muito a vida, né? Um outro aspecto que eu posso dizer que a gente vai fazer e esse é não é só acompanhar a tecnologia que a a gente faz, mas essa sensibilização e lembrar daqueles daqueles conhecimentos antigos, né? Eu não sei como é que foi o Vinícius aqui, que é o é o meu parceiro mais antigo, mas eu quando criança, né, a gente se lavava com aquelas bucha, né, aquelas buchas vegetais, né, algumas era áspera para passar nas costas, mas ela tem uma utilidade muito boa, porque elas eram recicláveis e eram extremamente acessíveis, né? Então, muitas vezes eu pegava, a gente ia coletar realmente lá na, porque ela dava uma espécie derramada, né, aquelas buchas grandes, tirava, cortava, limpava, ela tirava a semente para plantar, cortava em pedaços e e na propriedade familiar tu tinha então para várias utilizações aquela bucha, né? E a Tatiane recuperou isso para nós, né, Tatiane, nesse congresso também, né, todos aqueles que quiserem buscar essa sabedoria da natureza e que muitas civilizações, muitas culturas e principalmente aqueles que estão conectados, porque tu consegue inclusive comprar as buchas, né, até algumas customizadas, esses dias eu vi que tem custos até bem bem elevados, mais caros inclusive até do que às vezes as buchas industriais logicamente que tem uma essas esponjas industriais, né? Mas elas são muito boas, né? são tem várias vantagens e nós vamos distribuir sementes então para que você possa fazê-lo, né, no seu quintal, no seu, no vasinho, no apartamento. E aí é um
ustriais, né? Mas elas são muito boas, né? são tem várias vantagens e nós vamos distribuir sementes então para que você possa fazê-lo, né, no seu quintal, no seu, no vasinho, no apartamento. E aí é um esforço que a gente precisa fazer, porque realmente é uma mudança cultural que a gente precisa fazer, né? Quem esteve lá na nossa FERGs, né, já na na sede nova, quem não teve, vale a pena. Estamos, estamos convidando, vai ser uma alegria receber todos vocês. Vocês verificam que nós estamos dando um espaço para o verde, né? Temos um jardim vertical. ali na entrada, né, com espaço, né, com a uma instagramável ali para que o pessoal tire foto, um espaço para sentar lá, dialogar muito, tá sendo muito elogiado, né? E também é lembrar que tu precisa trazer para o meio da pedra, do concreto, que são as os prédios, que são as casas, que faz parte da civilização, tu pode trazer a natureza e conviver com a natureza. E tem vários benefícios, né? a gente sabe, né, que eventualmente às vezes um uma árvore ali, há uma uma cidade, uma rua arborizada, ela diminui vários graus a temperatura ali ao redor, né? E aonde tu tem então eh eh qualquer presença vegetal, ele não torna só mais bonito, mas ele tem um pequeno impacto naquilo que a gente chama de um microclima, né? Ele tem um efeito ali e ele ajuda, né? Então, buscando a ciência, que é o que o Vine nos traz ali, todo esse conhecimento que tem conexão muito direta com o espiritismo, nós certamente vamos avançar e a gente continua vivendo no mundo, né, com os conceitos de espiritualidade, sabendo que nós estamos aqui de passagem, mas que ou poderemos ou precisaremos voltar, né, ou teremos até a oportunidade de voltar. mas também esse mundo, né, que tá num num num momento de progressão não só espiritual do mundo, de transformação ecológica, né, de transformação nas fases geológicas, como Vinícius nos coloca, e o ser humano, né, principalmente aquele que que busca eh eh ter consciência da trajetória, da viagem que ele está, de onde ele está, ele precisa deixar a sua
es geológicas, como Vinícius nos coloca, e o ser humano, né, principalmente aquele que que busca eh eh ter consciência da trajetória, da viagem que ele está, de onde ele está, ele precisa deixar a sua marca, né? E a sua marca é efetivamente nós fazermos o melhor para integrarmos, convivermos em harmonia, né, com a natureza, com o espaço que eu tenho nesse momento, atendendo as necessidades, acompanhando a ciência, mas não esterilizando, né, não nos afastando completamente, porque foi aquele movimento pendular que você fez, a sociedade fez e sofremos hoje, então, algumas consequências nesse grito da terra, nesse alerta, que são esse desequilíbrio. aí que eh a gente teve um impacto e nós aqui do Rio Grande do Sul somos testemunhas, né, eh sobreviventes, né, eh eh de desse desses efeitos, né, e mais do que nunca nós temos uma responsabilidade, um compromisso, uma necessidade quase que uma urgência até de sobrevivência, de buscarmos fazer esforços redobrados para eh eh eh equilibrar e tentar compensar ou reverter enquanto estivermos a caminho nesta encarnação. Então, a federativa tem trabalhado par e passo, né? E essa informação da gestão do saber ambiental, ela permeia por todas as nossas áreas, as áreas e eh da unificação, as nossas lideranças, as nossas oficinas, nós trabalhamos, os nossos eventos, não só da da da diretoria executiva aqui da gestão FERGs aqui em Porto Alegre, mas por todo o estado, ela e incentiva, apoia, cria todas as condições para que a gente gradativamente vá fazendo avanços nessa questão de de tornar os eventos sustentáveis do ponto de vista ambiental. Temos também, meus amigos, uma grande eh eh linha de ação na medida em que essa conscientização ela permeia os os nossos NTS, as nossas formações, seja na área do estudo, seja na área de infância e juventude, seja através da arte, seja através do livro, porque a editora também busca incentivar e publicar algumas obras que possam eh difundir esta conscientização, esses esclarecimentos, essas essas evidências,
ja através da arte, seja através do livro, porque a editora também busca incentivar e publicar algumas obras que possam eh difundir esta conscientização, esses esclarecimentos, essas essas evidências, né? E aí todas as áreas elas trabalham, eles têm esse compromisso de a medida em que nós identificamos e verificamos que podemos avançar mais, nós fazermos isso conjuntamente, tá? Então é esse o compromisso federativo basicamente, né? Que para que a gente possa enfrentar a federação, você sabe, né? Nós fomos inundados, né? durante o o período ali de 4 de de maio até praticamente 20 e poucos, 2 de maio ali, na verdade, a gente já não conseguia eh eh eh chegar na federação, tivemos que reconstruir, tivemos mais de 30 centros espíritas que foram atingidos, praticamente todos hoje reconstruídos, né, inclusive centros que precisaram mudar de lugar, né, então essa questão ah climática, né, e e as e as ações para que a gente possa fazer ela está arraigada dentro da nossa da nossa da nossa experiência, da nossa trajetória e da nossa atualidade eh eh de gestão e atualidade do nosso movimento espírita no momento. >> Obrigado, Antônio. Obrigado, meu amigo. Agradecemos, né? Lembrando que semana que vem acontece o 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, né, entre os dia 17 a 19 de outubro no salão de atos da PUC, onde o Antônio já trouxe interessantíssimos spoilers, né, que de do que o pessoal vai receber nas sacolinhas ali, né, que vão são ações sustentáveis, pensadas nesse compromisso que a Federativa tem, como o Antônio muito bem colocou. em nome do saber ambiental, eu agradeço aqui hoje representado pelo Antônio e o Vinícius, né, a diretoria executiva que abraçou a ideia, o projeto, né, principalmente a questão da compensação de carbono do congresso passado, deste congresso que vai acontecer, que a gente sabe que também envolve custos, né, é um investimento pesado, mas que reforça ainda mais o compromisso da federativa com a sustentabilidade. Então amigos, agora a Tatiane, a nossa
ontecer, que a gente sabe que também envolve custos, né, é um investimento pesado, mas que reforça ainda mais o compromisso da federativa com a sustentabilidade. Então amigos, agora a Tatiane, a nossa vice coordenadora, vai fazer algumas perguntas, a o Antônio e Vinícius perguntas essas que foram elaboradas pelos nossos multiplicadores do saber ambiental. >> Então vamos lá. Suas perguntas foram enviadas, provavelmente todos estão aqui conosco hoje, nos assistindo, nos acompanhando. Então, a primeira vai pro Vinícius. Eh, Vinícius, considerando a gravidade da crise climática que estamos enfrentando de forma coletiva, como os princípios e valores da doutrina espírita podem orientar práticas e mudanças comportamentais e novos hábitos que contribuam para a mitigação dos impactos ambientais e, consequentemente a crise climática. Repetido. >> Muito bem. Quando nós pensamos sobre a situação que nós estamos vivendo de transição, que nos pede mudança de paradigma, né, uma amplitude de visão agregada a um olhar espiritual sobre a vida e que o espiritismo tem muito a contribuir. Nós podemos comparar a nossa jornada no cosmos dentro ou vinculados ao planeta Terra como uma embarcação, enfrentando um período de tempestade. Mas uma tempestade ela não é um processo permanente, ela é um estágio, é um momento. E vamos imaginar que nessa tempestade, na embarcação em alto mar e o mar agitado em função da tempestade, estejamos nós, os tripulantes, dessa que aprendemos a amar e chamamos de terra. Mas nos foquemos na metáfora. Em uma em uma embarcação, em um mar tempestuoso, os tripulantes podem optar ou para prestar atenção no que está ocorrendo e serem solícitos com o capitão e com os demais companheiros da tripulação. Eles podem passar a desesperar-se, a gritar, a brigar, a lançar-se ao mar ou jogar os outros ao mar ou produzir conflitos os mais variados. Num momento como esse de crise, é preciso que alguém na embarcação seja maduro do ponto de vista da inteligência espiritual, contenha os impulsos negativos e
ar ou produzir conflitos os mais variados. Num momento como esse de crise, é preciso que alguém na embarcação seja maduro do ponto de vista da inteligência espiritual, contenha os impulsos negativos e encontre formas de auxiliar. Nós devemos ser essas criaturas que pacificam, que buscam soluções diante dos desafios e não complicam a vida dos outros em um momento tão exigente como se vive em uma tempestade em alto mar, quanto em um planeta em transição. Nesse momento, nós precisamos ser, brincando um pouco com as expressões, o adulto das relações humanas. Nós precisamos amadurecer espiritualmente e assumir um dever de procurar produzir o bem e a paz. Aonde a vida nos situou, como um dia ensinou a benfeitora Joana de Angeles, nós vemos a florescer onde fomos plantados por Deus. Então, o conhecimento espírita nos chama a contenção dos impulsos, ao consumo, como dissemos, responsável, a um olhar atento a partir das aprendizagens da lei de sociedade, por exemplo, quanto ao ao que é para o bem comum, aquilo que acrescenta a coletividade, que diz respeito a direitos e deveres. Nós somos convocados ao bom senso. Nós, os espíritas precisamos auxiliar na reversão da crise ecológica, sim, através dos métodos pacíficos, das atitudes engajadas no bem, da nobreza da alma e nos desapegarmos da quantidade de coisas que às vezes acumulamos enquanto indivíduos e coletividades que são excessivas e que poderiam estar, por exemplo, beneficiando outras. e gerando uma lógica de consumo que obedeça um pouco mais a harmonia, o equilíbrio dos processos ecológicos. Nós podemos nos habituar a colocarmos um pouco menos de egoísmo e orgulho na nossa relação com o planeta e um pouco mais de gratidão, compaixão, humildade para que nessa relação natureza, animais, porque nós também somos parte da natureza, possamos lidar com os bichos e com os demais seres, considerando sempre as consequências das nossas ações. Nunca foi tão verdade o ensinamento de Jesus Cristo, verdade tão presente em nossa mente quanto nos
os lidar com os bichos e com os demais seres, considerando sempre as consequências das nossas ações. Nunca foi tão verdade o ensinamento de Jesus Cristo, verdade tão presente em nossa mente quanto nos momentos que vivemos, quando o mestre ensinou que a cada um é dado conforme as suas obras. Conforme obramos, recolheremos nesta existência, no mundo espiritual e quando voltarmos à Terra. Então, o espiritismo nos conscientiza, sensibiliza o coração, porque nós estamos preparando o planeta, que nós mesmos seremos herdeiros logo mais em algumas encarnações à frente, que planeta estamos deixando para nós mesmos. Me parece assim, de maneira simples, que é como o espiritismo contribui com esse tema, dialogando com a ciência, mas nos chamando a uma ética da responsabilidade a partir da consciência que ele nos confere. >> Certo, Vinícius? Muito obrigada. Eh, a próxima pergunta, então, vou fazer para o Antônio. Antônio, quais soluções tecnológicas podem ajudar a reduzir o desperdício de recursos naturais? nas atividades e eventos espíritas. >> Eu acho que a gente tem várias soluções, né? A ciência todo dia tá nos apresentando, né? A gente já mostrou a solução tecnológica simples, né? Que foi o copo retrátilagora, né? Temos outros materiais, né? Essa essa oportunidade da gente utilizar, fazer camisetas com malha pet, sacolas, né? várias situações, mas nós temos um outro exemplo que tá muito muito corrente agora e necessário, que são as placas fotovoltaicas, né, que você consegue utilizar energia solar minimizando, né, o uso ou de hidrelétricas que têm um impacto também por construir lagos e tudo mais, né, ou então eventualmente acionar, né, o que é pior, as usinas as usinas termoelétricas, né, que que precisa usar combustível fóssil, né, seja diesel ou carvão, e que isso é sempre extremamente poluento. né um impacto muito sério, né? Só se usa em último caso e às vezes há essa necessidade, né? Então, se você minimizar o uso, né, o ou racionalizar o uso da energia elétrica, mas também
amente poluento. né um impacto muito sério, né? Só se usa em último caso e às vezes há essa necessidade, né? Então, se você minimizar o uso, né, o ou racionalizar o uso da energia elétrica, mas também atendendo, né, você verifica, por exemplo, lá na na Fergs, né, agora na nossa na nós temos um setor lá que tem as obras raras, né, a nossa AGPMs, obras de praticamente 100 anos de edição. Vocês imaginam um livro de 100 anos, né? Ele já tá com a folha um pouco mais amarelada, ele já foi feito numa outra época. 100 anos um papel. Se você tem uma foto em casa, você tem ainda uma cartinha, eu tenho cartas dentro da época do namoro, viu? De 40 anos atrás e estamos lá bem amarelinha, né? Já fica mais fina, tu pega com cuidado lá porque senão ela pode se romper. Quem eventualmente acha lá um um dinheiro esquecido de um avô lá numa carteira antiga, uma notinha lá de do acho que n de de 1000 reis, eu cheguei a encontrar lá, ele ele ele tá muito fininho porque ele sofre a ação do tempo. Então, para conservar esses materiais, tu precisa estar com eles num ambiente eh digamos assim eh eh com a temperatura, digamos assim, a umidade mínima, né? Daí tem que tirar e, por exemplo, um condicionador de ar, ele tira a umidade de dentro, joga para fora. E é uma temperatura estável, né? normalmente ali na faixa de 21º, se não me falha a memória, se o vinho tiver a informação que seja mais adequada, mas é por ali, em torno de 21º, só que se tem um impacto, você imagina um condicionador de ar ou mais de um, como nós temos ali na GPM ligado sempre, ele tem um custo financeiro também com as placas fotovoltaicas, né? A gente consegue na federação hoje tem um uma diminuição ou deixar de pagar, a gente paga a taxa básica, né, de aproximadamente 7.000, 7 a R$ 8.000 eh mês, né? Isso impacta, esses recursos que tu deixa de pagar, você consegue investir em outras ações que inclusive auxilia o próprio Centro Espírita, a produção de uma obra, por exemplo, que vá conscientizar lá a criança através da contação de história, que vá subsidiar
segue investir em outras ações que inclusive auxilia o próprio Centro Espírita, a produção de uma obra, por exemplo, que vá conscientizar lá a criança através da contação de história, que vá subsidiar os evangelizadores, né, para a questão eh uma história ecológica, por exemplo, de de de respeito a a ao meio ambiente, né? Temos também a, por exemplo, o nosso estoque da nossa livraria editora, né? Quem tem livros escassa sabe do desafio que volta e meia chega lá aquivular um pouco de pó em cima, né? É natural. Então na nossa própria, pra gente resolver isso, a solução técnica foi, por exemplo, a área do nosso estoque, ela não tem janelas externas para diminuir o o acesso de poeira, de pó natural. Só que para isso tem que prever a circulação de área, além de manter equilibrado lá, porque é uma questão comercial, uma obra que que a gente edita, que tem um cuidado e que não pode ser depreciado para quem vai comprar de novo. Então você usou, né, todo uma uma equipamentos, né, que faz uma uma filtragem e uma recirculação desse ar, mantendo a temperatura. Para isso gasta energia. Se tu consegue captar pela placa, placa fotovoltaica da do sol, tu é uma energia que tá todo dia, né? A divindade nos brinda aqui com acima do que a gente consegue utilizar, que sustenta a vida, na verdade, né? Se não tivéssemos o sol, não teríamos a vida, a quantidade de energia, algo assim incomensurável, né? Então, a gente precisa canalizar. Muitos centros espíritas estão fazendo isso, utilizando placa fotovoltais, principalmente aqueles centros maiores. Hoje, né, a gente se acostumou até pelo aumento da temperatura eh diária, a média da temperatura, né, os nossos verões têm sido insuportáveis. É, é praticamente insalubre você reunir um grupo de crianças para evangelizar numa sala num sábado à tarde, quando a temperatura tá 40º, se tu não puder eh minimizar esse essa temperatura, que às vezes tu não resolve, né, com o ventilador que vai dar só um bafo de ar quente na na gurizada lá, né? Agora tu
, quando a temperatura tá 40º, se tu não puder eh minimizar esse essa temperatura, que às vezes tu não resolve, né, com o ventilador que vai dar só um bafo de ar quente na na gurizada lá, né? Agora tu vai precisar um condicionador, um um um climatizador de ar. E isso daí, logicamente a placa fotovoltaica vai ajudar na nessa sustentabilidade como um todo para que as casas que tiveram acesso a financiamentos, conseguiram eh projetos, eles estão sendo eh eh tão fazendo isso. aquelas que não t, nós temos um recurso à disposição que é o fundo de de apoio emergencial Centro Espírita em que a gente empresta esse recurso para que a casa faça o investimento e depois até possa pagar a utilizando a economia na conta de luz em parcelas suaves lá sem juro, né? Então ele consegue, hoje nós temos os a praticamente a solução, temos a tecnologia e temos o o a a oportunidade de oferecer ao centro espírita, as lideranças que queiram, né? eh eh o recurso para que ele possa fazer esse investimento, essa melhoria no centro espírito. Algum deles assim que a gente poderia citar e não vamos nos alongar aqui porque o Vini também tem que falar se der tempo, né? >> Obrigada. Na verdade a gente já, né, vai passar deixar essas duas perguntas, né? as outras vai ficar com um gostinho, vai ter que ter uma próxima roda, não deixar elas por um outro momento. Mas agradeço muito, né, a participação do Vinícius, do Antônia, a resposta de vocês, ao pessoal que tá em casa nos acompanhando, enfim, e que possamos, né, compartilhar essa essa conversa, roda de conversa com os nossos amigos, né, que esse encontro então possa fortalecer a nossa consciência, nosso compromisso com o meio ambiente. E passo a palavra pro Alexandre. Obrigada, Tatiane. Então, mais uma vez, né, queria agradecer a presença dos nossos convidados que gentilmente disponibilizaram, se disponibilizaram estar aqui conosco, né, para ter essa roda de conversa. aqueles que têm são super aterefados, né, nas suas demandas pessoais da federativa e
dados que gentilmente disponibilizaram, se disponibilizaram estar aqui conosco, né, para ter essa roda de conversa. aqueles que têm são super aterefados, né, nas suas demandas pessoais da federativa e disponibilizaram um tempo para conversar, dialogar conosco. Agradecemos também a Denise que tá aqui conosco, nossa inérprete de Libras, nos auxiliando, o Cris que está nos bastidores na área da TI, aos telespectadores, telespectadores que estão nos acompanhando. Então, a gente convida o Vinícius e o Antônio para fazerem suas considerações finais. De nossa parte, manifestamos aos amigos da equipe das relações, da vice-presidência das relações institucionais e, portanto, saber ambiental a nossa gratidão, oportunidade, essa equipe federativa valiosa que hoje conta com um grande instrumento que também é a campanha de conscientização ecológica da nossa FEB, do Conselho Federativo Nacional. Agradeço aos amigos que nos acompanharam a nossa mais profunda gratidão e confiança em Deus sempre. Obrigado. Da nossa parte, meus amigos, só nós gostaríos de lembrar, né, que nós somos chamados a novos comportamentos, novos hábitos para nossa caminhada evolutiva rundo, rumo a esse mundo de regeneração que nós ansiamos e que precisamos construir. Então, a palavra sempre é repensar. repensar hábitos alimentares, repensar o uso dos copos plásticos, repensar descartáveis, repensar o consumo excessivo, repensar novos comportamentos que ajudem a nossa casa planetária, a nossa casa espírita, a nossa instituição, a nossa empresa, o nosso trabalho, aonde todos nós somos encarnados, né? E lembrando que nós não temos espaço onde a gente jogue nada fora, né? Tudo precisa ser reciclado, né? Por isso, a gente precisa repensar o uso de materiais que eventualmente não tenham essa possibilidade de reciclar, porque eles vão necessariamente chegar até as nossas águas, que é o mote da campanha da da semana de hoje, como disse o Alexandre, a a a materiais que vão também dar impacto nas enchentes, nas inundações com entuprimentos de
iamente chegar até as nossas águas, que é o mote da campanha da da semana de hoje, como disse o Alexandre, a a a materiais que vão também dar impacto nas enchentes, nas inundações com entuprimentos de poeiros e se tivermos que utilizar, termos o cuidado e a responsabilidade de encaminharmos corretamente esses resíduos, né, e buscarmos também é cuidar dos materiais que possam de alguma forma contaminar o nosso solo, os nossos mananciais e por extensão voltarem, como tá já sendo muito claro em pesquisa, até oo nosso alimento, a nosso alimento e ao nosso corpo, como são os microplásticos e entre outras substâncias. Obrigado, Antônio. Então, amigos, para darmos eh encerramento, o nosso encontro de hoje, vou fazer a nossa prece, onde nos harmonizamos, tranquilizamos e elevamos nossos pensamentos a Deus, a Jesus Cristo, a espiritualidade amiga, agradecendo por este momento de aprendizado, reflexão, em que os nossos corações, nossas mentes puderam se unir neste encontro que nos proporcionou grandes aprendizados, além do convívio fraterno, das luzes da doutrina espírita se fixem em nossas consciências, nos auxiliando a viver de forma mais fraterna, justa e comprometida com o bem e também com cuidado com o nosso planeta. que possamos levar para nossos lares e para nossos espaços de convivência as sementes que aqui foram plantadas para que se transformem em atitudes de caridade, de sustentabilidade, de compreensão e de responsabilidade diante de todas as formas de vida. Encerramos este encontro com a certeza que estamos sempre amparados pelo amor infinito e bondoso e presença amiga dos benfeitores espirituais que nos sustentam e guiam os nossos caminhos no nosso progresso moral e espiritual. Que assim seja.
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