RESUMO TEÓRICO DO SONAMBULISMO, DO ÊXTASE E DA DUPLA VISTA - QUESTÕES 455 [O LIVRO DOS ESPIRITOS]

Comunhão Espírita de Brasília 06/11/2025 (há 5 meses) 1:09:05 313 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. [música] Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, >> boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília e aqueles que nos assistem também pela internet. Meu nome é Jeferson Belomo, eu estarei responsável pela palestra da noite de hoje e como de hábito, a gente vai fazer uma pequena leitura, porque todos nós, né, viemos das nossas atividades, então para que a gente serene as nossas mentes, acalme os nossos sentimentos e a partir daí a nossa prece e posteriormente a gente entra na palestra. As quartas-feiras nós dedicamos ao estudo que é a base do Espiritismo, que é o livro dos espíritos de Allan Kardec, fazendo uma ordem sequencial. Hoje nós trataremos da emancipação da alma, falando um resumo dos três principais fenômenos que abordam esse tema, que é o sonambulismo, a dupla vista e o êxtase. Então vamos à nossa leitura e depois à nossa prece. do livro Biretes Fraternais, espíritos diversos, a mensagem do capítulo 21, aliás, desculpa, capítulo 20, a lição da caridade. O ensino espírita em torno da caridade sintetiza a mensagem evangélica sobre o mesmo assunto nos sentimentos da benevolência, da indulgência e do perdão. A caridade, caminho único da salvação espiritual, é, porém, muitas vezes entendida tão somente como movimento para fora de nós, expressando ação contínua em benefício do próximo. É necessário, entretanto, considerar a caridade também como movimento para dentro, assinalando ações interruptas em prol do equilíbrio interior e do bem-estar espiritual. Assim, quando refletires sobre o alcance da caridade libertadora, busca realizar dentro de ti ações constantes em favor do teu crescimento espiritual. Se benevolente contigo, ser benevolente contigo mesmo. Lembra-te, contudo, de que a

lcance da caridade libertadora, busca realizar dentro de ti ações constantes em favor do teu crescimento espiritual. Se benevolente contigo, ser benevolente contigo mesmo. Lembra-te, contudo, de que a benevolência não é complacência, a qual frequentemente nos mantém estagnados no erro. Benevolência é a busca de tudo que faz bem e impulsiona o progresso moral. Sendo indulgente com as próprias imperfeições, considere entretanto que a indulgência não é o acobertamento do erro, e sim, antes de tudo, a aceitação de nós mesmos, com o compromisso de envidar esforços para romper as barreiras do mal, cultivando os valores do bem eterno. Perdoa-te também. Recorda, no entanto, que o perdão não é somente esquecimento do mal, mas principalmente a concessão da oportunidade para repará-lo. Pratica desse modo a caridade consigo mesmo e estarás mais bem habilitado para exercitá-la em relação ao teu próximo. Mensagem do Espírito Rodrigo. Vamos à nossa prece. Então, convido a todos a fecharmos os nossos olhos, trazermos o nosso pensamento para cá, para este local, para este momento, sentindo a presença de tantas mentes, de tantos corações, no mesmo ideal de aqui encontrarmos paz, tranquilidade, renovação das nossas energias, para que possamos junto com os amigos espirituais que sempre estão conosco, apesar de nós não os percebermos, pelos nossos sentidos da matéria, sempre estão conosco, nos fazendo companhia, nos apoiando, nos intuindo, nos guiando, nos orientando a cada passo da nossa vida, sentindo-nos as sentindo essas bênçãos que caem sobre nós, sentindo a felicidade que é acreditar na nossa alma imortal e no destino de felicidade que nos aguarda. Pedimos a Deus e a todos esses companheiros da espiritualidade maior que nos iluminem, nos abençoem, nos tranquilizem para que possamos ter uma noite de muito aprendizado, de muita paz e de muito amor. Que assim seja, graças a Deus. Conforme eu falei, eh hoje nós trataremos, né, dando sequência ao estudo de O Livro dos Espíritos, nós

ter uma noite de muito aprendizado, de muita paz e de muito amor. Que assim seja, graças a Deus. Conforme eu falei, eh hoje nós trataremos, né, dando sequência ao estudo de O Livro dos Espíritos, nós falaremos de um de fenômenos que são muito comuns para nós encarnados, que são fenômenos de emancipação da alma. Mas antes de adentrar no fenômeno da emancipação propriamente dito, vamos entender algumas bases que o espiritismo nos dá sobre quem nós somos e como esses fenômenos espirituais se manifestam em nós. O que que o Espiritismo nos eh mostra mais do que afirma, mais do que crença? O que o Espiritismo nos demonstra? Nós somos almas em um corpo biológico. Nós não somos um corpo biológico que pensa, um corpo biológico que sente, um corpo biológico que sonha, que faz planos, que tem eh frustrações. Nós somos almas em um corpo de carne. Então, a nossa natureza não é uma natureza material. A nossa natureza não é uma natureza carnal, não obstante estarmos num corpo que se manifesta através de ossos, carne, nervos, músculos, sangue. Isso é um instrumento. Não somos nós. A nossa natureza é uma natureza espiritual e provisoriamente nós estamos ligados a um corpo. Essa ligação se dá quando o espermatozoide fecunda o óvulo. A partir daí nós nos ligamos ao corpo de carne e aí começa o nosso processo de reencarnação. Esse processo só termina com a consequente desencarnação ou morte do corpo físico. E é sempre interessante, né, a gente destacar que quem desencarna é o espírito. Quem morre é o corpo. O corpo morre, mas o espírito não morre. O Jeferson desencarna. O corpo do Jeferson vai para o cemitério. Então, se a gente entende que somos espíritos em ocupando provisoriamente um corpo de carne, nós entendemos que esse espírito, mesmo estando preso a um corpo físico, ele mantém as suas qualidades de espírito. Então, ele mantém as suas possibilidades, as suas potências. Então, o espírito é como se fosse a luz e o corpo é como se fosse uma lâmpada. A luz irradia da lâmpada. A luz ela não

lidades de espírito. Então, ele mantém as suas possibilidades, as suas potências. Então, o espírito é como se fosse a luz e o corpo é como se fosse uma lâmpada. A luz irradia da lâmpada. A luz ela não irradia do nada, ela não irradia no espaço, ela irradia de uma fonte. Então aqui nesse salão, por exemplo, nós temos diversas lâmpadas. O que ilumina esse salão é a luz que irradia da lâmpada, mas a luz não é a lâmpada. A lâmpada não tem como prender a luz, ela tem como dar suporte para que a luz se manifeste. O nosso corpo não nos prende, não obstante estarmos ligado ao nosso corpo, mas como espíritos nós irradiamos desse corpo. Então, as nossas faculdades, elas estão limitadas aos nossos cinco sentidos, como nós vemos pelos olhos. Se nós fecharmos os olhos, nós não vemos. Porque o órgão capacitado para ver a reflexão da luz nos objetos são os olhos. Se por acaso nós apagarmos a luz e ficarmos num breu, os olhos são incapazes de enxergar, porque eles não enxergam sem que haja a reflexão da luz nos objetos ou se o próprio objeto for uma fonte de luz, como é o caso de uma lâmpada, como é um caso de um anúncio em neon. Sem isso, nós não conseguimos. Nós somos incapazes de ouvirmos sem os tímpanos. Nós somos incapazes de termos sensibilidade se por acaso o nosso maior órgão do corpo, que é a nossa pele, tiver com essa faculdade embotada. Porque todas as percepções que chegam até nós no corpo, elas chegam através dos sentidos materiais. O espírito não é assim. O espírito ele não carece de luz para ver. O espírito ele vê mesmo nos lugares absolutamente mais escuros, porque a sua capacidade de visão independe da reflexão da luz nos objetos. A sua capacidade de audição independe do ar para que se manifestem as ondas, né? A vibração das ondas. Um som é provocado. Por exemplo, aqui eu falo no microfone, os ímãs nas caixas de som vibram, essa vibração repercute pelo ar e as pessoas que estão no salão podem me ouvir. espiritualmente você não precisa disso, porque espiritualmente

i eu falo no microfone, os ímãs nas caixas de som vibram, essa vibração repercute pelo ar e as pessoas que estão no salão podem me ouvir. espiritualmente você não precisa disso, porque espiritualmente nem o fato de eu falar, mas o fato de eu pensar torna o ambiente espiritual sujeito a essas vibrações. E o espírito não ouve pelos ouvidos, ele ouve por todo o seu corpo espiritual. Ele vê por todo o seu corpo espiritual, ele sente por todo o seu corpo espiritual. Ao contrário de nós que os sentidos eles são restritos a órgãos, o corpo espiritual não tem essa restrição. Claro que a gente está falando de espíritos muito equilibrados, espíritos materializados, espíritos que estão tão ligados à matéria, que quando desencarnam continuam pensando, sentindo e agindo como encarnados. Para esses espíritos, eles acreditam que estão vendo pelos olhos, que eles estão ouvindo pelos ouvidos. Mas não é o caso dos espíritos em equilíbrio, dos espíritos que já superaram essa atração que a matéria coloca. Quanto mais evoluído, menos materializado. Quanto mais materializado, mais preso às coisas terrenas, menos afeito às coisas espirituais. O corpo ele é fundamental para que nós nos manifestemos no mundo físico. Mas quando assumimos um corpo físico, naturalmente nós limitamos a capacidade do nosso espírito, porque ele não está livre, ele está ligado célula a célula do corpo pelo qual ele se manifesta naquela encarnação. Quando que nós temos encarnados alguma liberdade? Quando o corpo dorme. O corpo quando descansa, e é interessante porque ele descansa da atividade do espírito. Do ponto de vista material, não. Ele descansa das atividades físicas. Mas é só ver o que movimenta o nosso cérebro. A nossa capacidade de pensar é o nosso espírito. O cérebro, por si só, ele não pensa. O cérebro é como se fosse as teclas de um piano. Quem executa a música é o espírito. O espírito é que toca a música. O cérebro é o piano. Mas este piano no nosso corpo, ele durante o dia ele consome 25% de toda a energia que nós acumulamos.

m piano. Quem executa a música é o espírito. O espírito é que toca a música. O cérebro é o piano. Mas este piano no nosso corpo, ele durante o dia ele consome 25% de toda a energia que nós acumulamos. É o órgão que mais gasta energia é o nosso cérebro, porque nós estamos o tempo todo pensando. Por isso que se nós não dormirmos, se nós não descansarmos, o corpo entra em colapso, porque o espírito está ativo, a atividade do espírito é muito frenética e o corpo precisa de descanso. desencarnados, a partir de um certo grau evolutivo, não dormem. Espíritos atrasados sentem fome, sede, cansaço, necessidade de água, necessidade de comida, mas isso são porque são materializados. Espírito não precisa comer. Espírito não precisa beber. Espírito não precisa dormir porque é espírito. Claro que quando nós desencarnamos precisamos de um processo de adaptação. O mesmo processo que nós precisamos também quando encarnamos. Não é à toa que um bebê ele não começa comendo bife, né? Ele começa com o leite materno, depois com alimentos líquidos, depois com pequenos alimentos sólidos, até ele poder comer como uma pessoa eh de uma complexão física já completa faz. É um processo que o espírito está se adaptando à sua reencarnação. Na desencarnação funciona do mesmo jeito. Quanto mais evoluído, mais rápido esse processo. Bem evoluído, automático, porque a pessoa já vive na carne, como se vivesse em espírito. Ela já se espiritualiza aqui. Ela não precisa morrer para se espiritualizar. Então ela, esse, essa transição é muito mais rápida, muito mais tranquila, mas não é a maioria. A massa, a maioria é comedor de arroz e feijão, literalmente. Então, esse processo demora. Então, nós precisamos descansar para que o corpo possa recuperar as suas energias. Quando o corpo descansa, o espírito pode ou não permanecer em atividade. Essa atividade pode ser consciente ou inconsciente. E qual é a maneira que o espírito ele se desliga parcialmente do corpo físico? Quando nós dormimos, o sono e o sonho. Quando sonhamos, não é o corpo que

atividade pode ser consciente ou inconsciente. E qual é a maneira que o espírito ele se desliga parcialmente do corpo físico? Quando nós dormimos, o sono e o sonho. Quando sonhamos, não é o corpo que sonha, é o espírito. Esse sonho pode ser inconsciente. Eu tô preocupado com o trabalho que eu tenho que apresentar lá no meu setor, na minha gerência, na minha repartição. Então essa preocupação eu acumulo ela durante o dia. Quando eu durmo, essa preocupação é como se ela viesse à superfície. Durante o dia, ela tá ali fermentando. Quando o corpo dorme, o espírito ele entra no estado de uma eh inconsciência e esses pensamentos vão brotando. Por exemplo, a pessoa ela tá fazendo a reforma de uma casa e ela tá preocupada com o orçamento se vai dar ou não vai dar para fazer a reforma. E aí ela sonha, pode ter pesadelo ou pode ter eh sonhos totalmente desconexos que tem a ver com essa preocupação da semana inteira, que é a reforma da casa. Então isso é muito comum, são sonhos, mas que não tem absolutamente nenhum fenômeno espiritual nesses sonhos. Eles são oriundos das nossas preocupações. Eles são oriundos daquilo que nós temos em nós. Mas existem sonhos que eles são frutos da nossa experiência no mundo espiritual. Porque como somos espíritos, nós tendo um desligamento parcial do corpo, corpo tá dormindo, nós estamos parcialmente desligados. Nós vivemos no nosso habitar. A nossa natureza é espiritual. Então, o nosso habitar é o eh o mundo espiritual. E ali nós podemos agir. E aí são sonhos conscientes, onde eu procuro aquilo que me interessa, eu converso com quem eu quero, eu viajo, eu vou para os lugares que eu tenho interesse, eu estou consciente do que eu estou fazendo. E quando eu retorno para o corpo, lembrem-se, né? Memória é uma relação de sinapse dos neurônios do cérebro. O espírito ele estava em atividade, o corpo físico estava dormindo. Então o corpo físico no seu cérebro físico não teve essas sinapses, não teve esses caminhos de memória. O espírito teve, não corpo físico. Por

ele estava em atividade, o corpo físico estava dormindo. Então o corpo físico no seu cérebro físico não teve essas sinapses, não teve esses caminhos de memória. O espírito teve, não corpo físico. Por isso que muita gente fala: "Não lembro do que eu sonhei". Ou lembro, mas são fragmentos, são pedaços. Eu tive um sonho muito bom. Acordei, lembrei, logo depois esqueci. Um sonho muito ruim, que é o que acontece com a maioria de nós. Por que isso? Eu vou fazer uma ilustração facinho de entender. Imaginem que esse livro é o nosso cérebro espiritual, OK? Tudo que tá acontecendo quando nós estamos tendo um eh uma emancipação do nosso espírito enquanto o corpo tá dormindo, aqui tá rolando consciente. Nós estamos ali 8 horas de sono, 8 horas o espírito vivenciando. Imagine que essa palestra fosse dada no mundo espiritual. Imagine que os nossos corpos estivessem dormindo em casa e todos nós estivéssemos em espírito aqui. Aquilo que no espiritismo nós chamamos de desdobramento ou projeção astral, mas também podemos chamar de emancipação da alma. Então, só para ilustrar, faz de conta que todo mundo aqui tá em espírito e o corpo tá dormindo. O cérebro nosso tá captando tudo com essa capacidade aqui. Quando nós retornamos para o corpo físico, o corpo físico só tem capacidade de lembrar disso daqui. Isso daqui é o que a gente viveu no mundo espiritual. Isso daqui é que o cérebro físico é capaz de registrar. Então ele vai registrar o muito muito resumido, o principal que aconteceu desse calhamaço aqui. Por isso que a nossa memória é fragmentada, porque o cérebro espiritual é muito mais ativo. É, são muito, muitos terabytes para um computador dos anos 90. Não comporta. Então, o fenômeno mais comum de emancipação do nosso espírito é o sonho. E o sonho é uma via de regra. Todos nós já tivemos sonhos muito claros, muito eh muito vívidos, que a gente lembra até hoje, mas às vezes não cabe numa vida inteira nos dedos de uma mão só. A maioria dos nossos sonhos são sonhos que eu falei, preocupações,

s muito claros, muito eh muito vívidos, que a gente lembra até hoje, mas às vezes não cabe numa vida inteira nos dedos de uma mão só. A maioria dos nossos sonhos são sonhos que eu falei, preocupações, eh situações, a maioria das vezes a gente nem lembra, porque são sonhos inconscientes. tem um determinado tipo de mediunidade que a pessoa ela tem essa vivência espiritual enquanto o corpo dorme, que é aquilo que eu já comentei com vocês, o desdobramento, a projeção astral. A pessoa, ela olha para o corpo dormindo e ela está plenamente lúcida. E quando ela retorna para o corpo físico, esse corpo tem uma sensibilidade que a maioria de nós não vai ter no seu corpo biológico. Esse corpo biológico, ele já foi preparado para isso. Então, ele é sensível a essa vida no mundo espiritual. E aí quando nós quando essa esse tipo de pessoa que tem essa faculdade retorna, é capaz de lembrar de tudo aquilo que viu, de tudo aquilo que vivenciou, de tudo aquilo que eh experienciou. A maioria não vai ter isso. Então, é a mediunidade de desdobramento ou de projeção, mas é um fenômeno de emancipação da alma. Todos nós desdobramos, todos nós nos projetamos, mas raríssimos de nós quando volta lembra. E não é sempre que a gente faz. Eh, as pessoas têm uma ideia muito equivocada de que acha assim: "Ah, toda noite eu desdobro, toda noite eu tô fazendo algo consciente e todo dia quando eu retorno, eu não lembro. Não são todas as noites que a gente tem alguma atividade no mundo espiritual, porque a maioria de nós não tem nenhum interesse. E nem sempre essas atividades são boas. Muita gente no mundo espiritual se reúne para cometer crime, planejar crime. Muita gente no mundo espiritual dá vazão aos seus vícios, coisa que aqui como encarnado a pessoa não tem coragem de fazer. Por isso que até é bom não lembrar, porque nos perturbaria muito. Imagina uma pessoa se aumenta se tivesse consciência do seu sono. Imagina o marido começa a sair do corpo, já tá a mulher assim, ó. Você vai para onde? Vai ver quem? Ou o

porque nos perturbaria muito. Imagina uma pessoa se aumenta se tivesse consciência do seu sono. Imagina o marido começa a sair do corpo, já tá a mulher assim, ó. Você vai para onde? Vai ver quem? Ou o contrário, né? A mulher tá desdobrando e o marido tá lá. E aí, onde é que você tá indo? Então, não é nem bom ter essa consciência. para espíritos do padrão evolutivo do nosso planeta, provas e expiações, ou seja, todo mundo com a ficha criminal, que é uma maravilha. Então, para nós não é nem interessante isso. Aí, esse é o fenômeno comum. Vamos falar agora de diferenciações. Existem graus nesses fenômenos. Um, uma dessas vertentes se chama sonambolismo. Mas o sonambolismo, nós não estamos aqui nos referindo a um transtorno do sonho, não é uma um tipo de transtorno. Porque o que acontece com o sonâmbulo clássico que todos nós temos em mente, é uma pessoa que quando dorme a atividade motora não desliga. Por isso que essa pessoa anda, por isso que ela faz coisas, porque a atividade motora, ela ela tem algum tipo de neuroquímica no cérebro que quando nós dormimos a atividade motora, via de regra, desliga na sua maior parte. A gente troca de posição, tem pessoas que t pernas inquietas, tem gente que fala, balbucia, mas o sonâmbulo não. O sonâmbulo ele anda, ele corre, ele é capaz de subir no telhado, ele é capaz de mexer no fogão. Eh, tem casos, por exemplo, na revista espírita que fala de um, eh, tô falando de um sonambulismo que é um um transtorno do sono. E tem um caso na revista espírita de um sonâmbulo desse tipo de transtorno de sono que ele era farmacêutico. E hoje, né, a gente fala em farmacêutico, a gente imagina que entra numa rede dessas grandes farmácias e compra um remédio. No século XIX não era assim. No século XIX, o médico prescrevia o remédio dizendo quanto, quantas gotas, quantas gramas ia de cada elemento para compor o remédio. E o farmacêutico fazia o fármaco. Então, cada remédio era pessoal e ele botava num vidro escuro, exatamente para preservar os elementos

gotas, quantas gramas ia de cada elemento para compor o remédio. E o farmacêutico fazia o fármaco. Então, cada remédio era pessoal e ele botava num vidro escuro, exatamente para preservar os elementos da luminosidade e a pessoa comprava. Então, e essa eram as farmácias até relativamente, do ponto de vista histórico, até relativamente a bem pouco tempo, né? É claro que uma geração aí que tem seus 60 para cá, 60 anos para cá, não vivenciou isso, mas as gerações mais velhas viram isso. Então, esse farmacêutico, esse dono de botica, eh, tem um caso na revista espírita que fala de um farmacêutico desse que quando dormia ele ia para a farmácia, porque a casa dele, parte era farmácia, parte era residência, ele ia paraa farmácia e começava a elaborar todos os medicamentos. Ele pegava a receita de olhos fechados, dormindo e manipulava todos os remédios. e tem que acender o cadinho, né, que para fazer certos elementos no fogo, ele mexia em tudo, dormindo. E aí as pessoas eh os amigos que sabiam disso começaram a ver, cara, esse cara tá mentindo, não é possível isso. Então, enquanto ele tava manipulando, o pessoal colocava uma placa, uma cartolina na frente do rosto dele, entre o rosto e os elementos que ele tava mexendo. Ele continuava mexendo tranquilo. Isso é um transtorno do sono. E aí um amigo dele, médico, resolveu ver se a coisa, se ele realmente conseguia fazer isso de uma maneira eficaz. Ele prescreveu uma receita que a dose do dos elementos dessa receita seria capaz de matar um batalhão. E ele colocou aí o sujeito de olho fechado, mexendo nos alimentos, ele pegou a receita e falou: "Não, o Dr. fulano tá maluco, isso aqui eu não vou fazer, isso aqui tá errado, isso aqui é um, não é um remédio, isso aqui é um veneno." E deixou a receita de lado. Quando ele acordou, ele viu todos os, como era comum, ele via todos os elementos feitos. E aí ele olhou para aquela receita e falou: "Ué, por que que eu não fiz essa?" Aí ele bateu o olho, "Ué, que que tá acontecendo?" Aí foi

iu todos os, como era comum, ele via todos os elementos feitos. E aí ele olhou para aquela receita e falou: "Ué, por que que eu não fiz essa?" Aí ele bateu o olho, "Ué, que que tá acontecendo?" Aí foi falar com o médico. Ele não sabia que o médico tava testando a capacidade dele de conseguir fazer todas as boticas em estado sonambúlico. Mas isso é um transtorno do sono. O sonambulismo que o espiritismo faz referência, ele é um sonambulismo que vem de uma prática anterior ao espiritismo chamado magnetismo animal, criado pel um senhor, um médico austríaco chamado Franz Anton Mesmer. O Mesmer ele cria num fluído que envolvia tudo, inclusive as pessoas. É o chamado éter. ou o fluído cósmico ou fluído universal, que em muitos centros espíritas as pessoas falam assim: "Fluído cósmico universal". Mas é um pleonasmo porque se é cósmico é universal, se é universal é cósmico. Tanto que a NASA chama de astronauta. Na Rússia eles falam cosmonauta e os dois vão pro espaço. Então, fluído cósmico ou fluído universal, a gente tá falando da mesma coisa. E esse fluído ou éter uma substância que as pessoas daquela época acreditavam ser uma substância material. Então, por exemplo, o a luz chegava do sol através de ondas por essa substância. E as pessoas nessa época não descobriam, não tinham descoberto o fóton. A própria eletricidade, eles achavam que era um fluído que era uma especialidade dessa substância. Então eles tratavam como fluído elétrico e o Mesmer achava que esse fluído, já que ele envolve tudo e todos, a pessoa que estaria doente, ela estaria com baixa desse fluído vital no seu corpo e seria possível alguém que tem excesso desse fluído doar para quem está em falta. E assim começou o magnetismo animal, porque do mesmo jeito que tem aquele magnetismo mineral, essa atração e repulsão, eles achavam que os ímãs também eles se repeliam por fluídos ou se aproximavam por fluídos. Hoje a gente sabe que é um campo magnético, mas lembre-se que Mesmer viveu no século XVI, antes da Revolução Francesa, e aí eles achavam

bém eles se repeliam por fluídos ou se aproximavam por fluídos. Hoje a gente sabe que é um campo magnético, mas lembre-se que Mesmer viveu no século XVI, antes da Revolução Francesa, e aí eles achavam que era um fluído. Então o mesma lei de atração ou repulsão que tinha na Limalha de Ferro e o íã também haveria entre pessoas. Então, haveria alguém que doaria esse fluído chamado magnetizador e alguém que receberia chamado magnetizador. Só que tudo isso dentro de uma visão material. Nada disso era uma visão espiritual. Kardec foi magnetizador por mais de 25 anos antes dele começar a estudar o espiritismo. E aí ele se, quando ele estuda o espiritismo, inclusive ele acha que os fenômenos espíritas são fenômenos de de magnetizadores, fenômenos fluídicos, até ele concluir que não são almas de pessoas que já morreram que provocam esses fenômenos. E aí começa o espiritismo não como fenômeno, mas como estudo e doutrina. Por isso que a gente diz que espiritismo está, né, intimamente ligado com essa pesquisa de Allan Kardec. Daí porque Kardec é chamado codificador do espiritismo. Mas voltando a Mesmer, então Mesmer achava que era um fluído igual ao fluído elétrico, o fluído eh luminescente. Então tem o fluído animal entre os seres humanos. Animal não no sentido de cachorro e gato. Animal no sentido de ânima, de alma. Da a palavra eh animal vem de ânima, aquele que tem alma do latim, né, do ânima. Então, um discípulo dele chamado Marquês de Puseguê, ele começa a dar e são movimentos que se faz do magnetizador para o magnetizado. Qual era o idioma universal da do século XVI X? O francês. Não era nem um alemão, nem um inglês, né? muito menos o mandarim, era o francês. O ato, esse gesto de doar fluídos ou de retirar fluídos de um magnetizador para um magnetizado, essa passagem de mãos ficou com o nome de passê, da onde nós temos a palavra passe. Então, quando terminar a palestra, todo mundo vai tomar o passe. se originou daí, Franzonio Mesmer do magnetismo animal e chega no espiritismo

u com o nome de passê, da onde nós temos a palavra passe. Então, quando terminar a palestra, todo mundo vai tomar o passe. se originou daí, Franzonio Mesmer do magnetismo animal e chega no espiritismo porque Kardec era magnetizador. Boa parte dos magnetizadores da França e do Brasil viraram espíritas, né? Não todos, mas uma parte representativa. Por isso que no espiritismo nós damos passe, mas vai tendo uma abordagem diferente dessa abordagem, desse fluído material. Começamos a entender como um fluído etérico, um fluído espiritual, que nada tem a ver com luz, nada tem a ver com eletricidade, nada tem a ver com limal de ferro e íã. é um fluído entre espíritos que ele fica ali, né, na transição entre matéria e espírito. Por isso que é um fluído. Esse fluído espiritual também tem inúmeras gradações. O marquês de Poseguê, ele começa a dar passe num campio, num rapaz que trabalhava em fazenda chamado Vittor Rassê. E esse Víor Rassê, quando recebia esse passe, esse magnetismo, ele foi o primeiro caso constatado de alguém que recebia passe e entrava em estado alterado de consciência e aí entrava em trans. E em transe, um rapaz que era analfabeto, simplório, né? uma pessoa que a realidade dele era ordenhar vaca e colher milho. Ele conseguia ter palestras com a nobreza francesa com o mais alto estilo intelectual quando ele estava sobre influência da magnetização. O marquês de perseguir começou a chamar isso de sonambulismo magnético ou o sonambulismo provocado. Esse sonambolismo provocado é que mais tarde, final do século XIX, vai eh vai originar o hipnotismo que Freud vai usar bastante. O outro eh grande psiquiatra, né, ou das ciências mentais, que foi o Charcot. Eles usavam o hipnotismo, mas começa com o magnetismo. E aí percebeu-se que p algumas pessoas quando recebiam o passe, mas não é esse passe que a gente recebe numa cabine espírita, que é um passe para uma limpeza das nossas energias e, né, como se fosse um banho. energia que tá em desequilíbrio e entram energias

asse, mas não é esse passe que a gente recebe numa cabine espírita, que é um passe para uma limpeza das nossas energias e, né, como se fosse um banho. energia que tá em desequilíbrio e entram energias reequilibrantes. O passe magnético ele chegava a durar uma hora. O magnetizador, inclusive, muitos eram profissionais do magnetismo, eles davam magnetismo no nas pessoas e algumas pessoas entravam em trans. E essas pessoas em transe, elas tinham acesso a esse mundo espiritual com a sua consciência de espírito imortal. É como se a mente dessas pessoas se abrisse não para esta encarnação, mas o somatório de todas as vidas que essa pessoa já teve. Então, esse eh sonâmbulo magnético, ele era capaz de falar coisas que em estado de vigília, ou seja, acordado, ele não teria capacidade identificar doenças, porque ele via com os olhos da alma. Numa época que não tinha radiografia, numa época que não tinha ressonância magnética, não tinha tomografia, ele conseguia enxergar o corpo de uma pessoa como se fosse transparente e apontar onde é que estavam as doenças. Existe um livro de um autor, eh, pesquisador chamado Biratã Machado, chamando e chamado Os Intelectuais e o Espiritismo, que ele fala da chegada do Espiritismo no Brasil e ele fala dos anúncios dos classificados de jornais de da segunda metade do século XIX, já pro final do século XIX, 1870, 1880, onde tinha, né, classificados assim, fulano de tal magnetizador com a sua sonâmbula, atende na rua do ouvidor, no Rio de Janeiro, número tal, para dar consultas. E a preocupação deles quando chegou o espiritismo era não ser confundido com espíritas, porque no Brasil a mediunidade ela era praticada pelos africanos, né, os descendentes de africanos nos terreiros e pelos indígenas. e uma elite urbana. Tudo que eles não queriam ser confundidos nessa época era com práticas de feitiçaria. E a pecha dessas práticas mediúnicas era de feitiçaria. Então eles, olha, eu sou magnetizador, eu não sou espírita, tá? Eu não recebo espírito. Era a preocupação deles nessa

om práticas de feitiçaria. E a pecha dessas práticas mediúnicas era de feitiçaria. Então eles, olha, eu sou magnetizador, eu não sou espírita, tá? Eu não recebo espírito. Era a preocupação deles nessa época. A gente vê isso nos classificados que o Biratamachado coloca no livro dele. Então, esses são os sonâmbulos. O sonâmbulo, o corpo dele está eh perfeitamente, como é que eu diria, num estado de sono. Tá desligado. Ele espiritualmente ele tá encarnado, mas ele tem acesso a uma consciência que no corpo ele não tem, porque ele tem acesso à sua consciência plena, espiritual. E ele pode ter contato ou não com os espíritos desencarnados, os espíritos dos mortos. Inclusive, tem um caso muito interessante de um rapaz que no sonambulismo lá na Europa, ele era capaz de identificar as doenças e ele tinha um guia espiritual que era um médico e ele passava o receituário do médico. Aí certa vez ele tava sendo acompanhado por dois médicos da terra observando o trabalho dele e ele identificando as doenças. Aí os médicos perguntaram: "Mas e a receita? E a cura? Ele falou: "Não, aí eu não posso dar porque o meu guia que é médico não está presente." Ou seja, ele via com os olhos do espírito, mas como ele não era médico em nenhuma encarnação, ele não tinha conhecimento de medicina, ele era incapaz de dar qualquer tratamento a essas pessoas. Então, o estado de emancipação da alma. A pessoa tá encarnada, tá ligada ao corpo, corpo físico, corpo biológico, mas quando ela está no sonambulismo magnético, ela tem uma percepção muito maior. Imaginem como se é como se fosse uma pessoa que estivesse numa casa toda fechada. Cortina blackout, cortina normal, paredes pretas, janelas pintadas de preto, tudo fechado. Essa é a nossa realidade para o mundo espiritual. O sonâmbolo é como se nós abríssemos a janela e ele conseguisse olhar para a paisagem fora. Aí nós temos também um outro fenômeno, o êxtase. O êxtase ele não só enxerga como pela janela, como ele sai pela porta. A ligação do espírito com o corpo físico

conseguisse olhar para a paisagem fora. Aí nós temos também um outro fenômeno, o êxtase. O êxtase ele não só enxerga como pela janela, como ele sai pela porta. A ligação do espírito com o corpo físico no estado de êxtase, ela é o mínimo suficiente para manter o corpo biológico vivo. Porque se desligar o espírito do corpo biológico, o corpo biológico entra em estado de desagregação na hora. Ele morre. Não existe um corpo biológico vivo sem um espírito. Se tá vivo, tem espírito. Exceção, espíritos extremamente evoluídos. Pode acontecer dele desencarnar e o corpo ainda manter por alguns minutos, às vezes até um pouquinho mais, um estado vegetativo, mas o corpo logo depois morre. Não assim, não dura um dia, uma semana, um mês do espírito desencarnou e o corpo tá lá. Não, isso não acontece. Eh, existe como se fosse ainda, sabe, o, imagina um ventilador, você tira da tomada o ventilador, ainda as paz continuam girando pela inércia até pararem. Isso, mas isso para espírito evoluído. E tem também o contrário. O corpo morre, o espírito continua ligado. O corpo morreu, mas a pessoa não desencarnou. E diga-se de passagem, é a maioria. Por isso que o espírito Emanuel, por várias entrevistas dadas pelo Chico Xavier falando sobre cremação, ele aconselha que a cremação seja feita após 72 horas para que dê tempo da pessoa, né, desligar do corpo. Varia de pessoa para pessoa, não é? Eh, não, 72 horas é a média, né? Tem gente que vai demorar mais, tem gente que vai demorar muito menos. É por isso, gente, que é importante a gente se espiritualizar em vida. Não espera morrer para se espiritualizar, porque não funciona. É a mesma coisa do que uma pessoa achar que ela vai correr uma maratona e no dia da prova, sem ter treinado antes, já infarta logo nos primeiros 10 km, não dá conta. Então, nosso processo de vida espiritual, ele já começa conosco encarnado. A gente, se for esperar desencarnar para correr a maratona, ou seja, para viver o mundo dos espíritos, problema. Então, o êxtase é quando essa

esso de vida espiritual, ele já começa conosco encarnado. A gente, se for esperar desencarnar para correr a maratona, ou seja, para viver o mundo dos espíritos, problema. Então, o êxtase é quando essa alma tá ligada com a o possível para manter o corpo vivo. E aí essa alma tem a plena realidade do mundo espiritual. O apóstolo Paulo, na primeira carta aos Coríntios, ele fala essa experiência dizendo assim: "Eu fui arrebatado ao terceiro céu. Se em corpo ou em espírito, eu não sei, porque essa experiência foi tão forte e é uma experiência tão transcendente que a pessoa não sabe." São Francisco de Assis, no Monte Alverden, ele teve essa experiência de êxtase e ele narra essa experiência como ele tivesse fundido com todo o universo e ele havia pedido, né, para sentir as dores de Jesus. E quando ele volta dessa experiência, o seu corpo apresenta as chagas. Então, é aquelas chagas da crucificação, elas aparecem para ele depois dessa experiência. Santa Teresa Dávila, ela quando tinha essa experiência de êxtase, o corpo dela levitava. Imagina, ela ficava dura que nem uma tábua de passar roupa, o corpo levitando e o espírito dela tendo acesso ao mais alto plano espiritual. É bom a gente entender que o fato de uma pessoa ter essa experiência, como eu disse para vocês, cérebro material, cérebro espiritual. Então, a pessoa vai interpretar essa experiência com a sua cultura, com a sua cosmovisão. Você não vai ter um muçulmano que nessa experiência vai ter contato com a Virgem Maria, porque não faz parte da cosmovisão de mundo. Cosmovisão de mundo é meio pleonástico, mas vamos lá. Ele não faz parte dessa encarnação. Uma pessoa que nasce numa cultura muçulmana, ter contato, por exemplo, com um santo, né? Um santo desencarnado. Então ele mesmo que ele veja um espírito de luz, ele vai associar a algo da sua cultura e vai provavelmente contaminar essa visão com a sua experiência. Então, nenhum encarnado tem essa experiência plena, porque sempre essa experiência será contaminada mais ou menos com o cérebro dessa

a e vai provavelmente contaminar essa visão com a sua experiência. Então, nenhum encarnado tem essa experiência plena, porque sempre essa experiência será contaminada mais ou menos com o cérebro dessa pessoa, com o psiquismo dessa pessoa. E isso funciona também para a mediunidade. O médium, ele é um tradutor do mundo espiritual. Um tradutor coloca com as suas palavras aquilo que ele está traduzindo, que pode não ser as palavras de quem está se comunicando ipsiliteres. Tanto que tem um ditado em latim que fala tradutor, traidor. Porque é difícil de você traduzir o pensamento do autor. você vai traduzir com também as suas influências, o seu vocabulário. É até curioso, né, que, por exemplo, o, na tradução do Novo Testamento do Haroldo Dutra, ele diz que uma senhora chamou a atenção dele que em determinado momento ele falando, né, do exorcismo dos demônios, ele colocou lá a desobsessão dos espíritos, não é a tradução do Evangelho de Mateus, porque o Evangelho de o quem escreveu o Evangelho de Mateus nunca nunca pensou em espírito e desobsessão porque não fazia parte da realidade daquela região a 2000 anos. Então o tradutor ele tem essa dificuldade fora hoje, né? Imagina com politicamente correto você traduzir IPS líderes o que um autor de mais de 50 anos escreveu ou pensou. Aí que a coisa complica, porque fere a sensibilidade da geração atual. o médium e também essas pessoas em estado de emancipação da alma terão essa dificuldade. E por último, nós temos o estado de dupla vista. E muita gente boa no espiritismo acha que dupla vista é vida, não é? Vidência é uma capacidade, uma sensibilidade mediúnica de ver desencarnados ou de quadros que os desencarnados nos mostram. A dupla vista não é isso. A dupla vista é você num estado de emancipação da alma, você conseguir perder a noção de espaço e tempo. Lembrando que espaço e tempo é uma coisa só. Desde Einstein, nós sabemos que quanto mais rápido nós nos deslocamos no espaço, mais devagar passa o tempo. Não tem como você se acelerar no espaço

tempo. Lembrando que espaço e tempo é uma coisa só. Desde Einstein, nós sabemos que quanto mais rápido nós nos deslocamos no espaço, mais devagar passa o tempo. Não tem como você se acelerar no espaço sem diminuir o tempo. Por isso que o espírito no estado de emancipação, quando ele tem essa dupla vista, ele pode ver passado, presente e futuro como se estivesse enxergando uma foto. Porque passado, presente, futuro é uma única realidade quando a gente está nesse grau de emancipação. Por isso que o a pessoa com dupla vista, ela é capaz de enxergar o que está escrito numa carta dentro de um envelope selado. É capaz de enxergar o que está acontecendo em outra cidade naquela naquela mesmo tempo. Tem um caso muito interessante que é de um paranormal que era o Emanuel Suenborg. Sueco século X7. Ele está numa cidade chamado Gotemburgo, num jantar que estava eh que esse caso foi analisado por um filósofo chamado Emanuel Kant. Ele na cidade de Gotemburgo, 400 km de distância da capital sueca, ele vê a rua onde está a sua casa pegando fogo. No jantar ele entra em êxtase. Êxtase não, né? em estado alterado e ele é capaz de ver o que está acontecendo a 400 km de distância em Estocolmo. E aí ele narra para todos os comensais, olha, tá pegando fogo em várias casas da minha rua. Eu estou preocupado desse fogo chegar até a minha residência. Ele fica completamente assim fora do normal, porque ele tá em trans. Aí o transe passa e ele diz assim: "Graças a Deus, o fogo não chegou na minha casa". Uma época sem internet, sem telégrafo, onde as cartas vinham eh trazidas por pessoas eh montadas em cavalos ou em carruagens. Dois dias depois chega uma carta falando do incêndio em Estocolmo. Não tinha como ele saber. Isso é dupla vista. É diferente da vidência. Para encerrarmos, todos nós somos espíritos. Todos nós estamos num corpo encarnado. Todos esses fatos que foram mencionados não são privilégios dessas pessoas. Eles fazem parte da nossa natureza espiritual. Bom, então por que que todos nós não

. Todos nós estamos num corpo encarnado. Todos esses fatos que foram mencionados não são privilégios dessas pessoas. Eles fazem parte da nossa natureza espiritual. Bom, então por que que todos nós não vivenciamos essas experiências? Porque o nosso corpo é uma barreira natural enquanto ligados à carne para amortecer essa sensibilidade do espírito, porque senão nós não daríamos conta da nossa encarnação, porque nós estaríamos com pé em cada canoa. Um pé no mundo material, um pé no mundo espiritual. E a gente sabe que isso não dá certo. É importante que a gente esteja aqui e agora para fazer aquilo que nós viemos fazer nessa encarnação. Por isso que a massa de nós não tem essa sensibilidade espiritual, mas desencarnando, não tendo mais o corpo físico como um obstáculo, essa será a nossa natureza do dia a dia. Por isso que para encerrar fica a nossa sugestão. Vamos nos espiritualizando, gente. espiritualizar não é viver eh fazendo, cantando mantra, passar meditando numa montanha, evitar contato com pessoas que gostam de pagode. Isso não é espiritualização. Espiritualização é você respeitar sua natureza espiritual. Viva no mundo, mas viva no mundo como um passageiro, porque a vida é passageira. Quando a gente vai para um hotel, a gente não aproveita um para dormir, não aproveita para passear, não aproveita para conhecer a cidade, para trabalhar, mas sabendo que ali não é a nossa casa. Porque alguém vai pro hotel para destruir o travesseiro, para quebrar o armário, sai pela cidade pichando toda a cidade que tá visitando. Não faz isso. Viver espiritualmente no mundo é isso. Não é porque eu estou no mundo que eu tenho que comer tudo que aparece, fazer tudo que eu quero, não respeitar o meu semelhante, porque aqui é uma passagem. Eu vou ficar pouco tempo aqui. Ah, mas eu vou ver 90 anos. Que que é 90 anos? Perto de 1000 anos, 100.000 1 anos, 1 milhão de anos, a eternidade. Quanto mais a gente se espiritualiza, menos esse corpo biológico tem poder sobre nós. Nós temos poder sobre o nosso corpo.

90 anos? Perto de 1000 anos, 100.000 1 anos, 1 milhão de anos, a eternidade. Quanto mais a gente se espiritualiza, menos esse corpo biológico tem poder sobre nós. Nós temos poder sobre o nosso corpo. Daí, porque Jesus disse, né, eu tomo a minha vida e dou a minha vida. Porque ele tinha poder sobre a vida dele. Ninguém podia tirar isso dele, porque ele dominava a sua vida, não era dominado pelas eh pelos sentidos, pelas necessidades do corpo. Daí, porque também, né, se a gente ler todos os quatro Evangelhos, a prática de Jesus de jejum e oração, exatamente para poder o seu espírito ficar mais livre das necessidades da matéria, mostrando paraa matéria quem era dono de quem. Que tenhamos uma noite de paz, que possamos sonhar e termos uma vida espiritual saudável, mas nunca esquecer quem é que manda no nosso corpo. Uma ótima noite a todos, bons estudos e até a próxima. >> Obrigado. >> Agradecemos ao Jeffson as lições de hoje, os exemplos, os casos trazidos. Uma coisa que eu gostei, curioso, Jeffer, essa questão de quando você tá sobretudo estado estático, você vê as coisas que a tua cultura te faz entender, né? Então a gente vê que tem muito caso na história da humanidade, da história das religiões, de pessoas que tiveram contato com divindades, daí fundaram religiões. Então se tem muitas na tradições hindus, por exemplo, pessoas que até deu o êxtase dizem ter visto Cali, Durga, Chiva, Branco, que é o que eles entendem. Se fosse espírita diria que era Bezerra de Menezes, Memei, Sheila, eh, Fabiano de Cristo. >> Se é um católico que ele vai ver quem? Nossa Senhora. que tem muita aparição de Maria por aí, Nossa Senhora da Senhora, Nossa Senhora, Nossa Senhora, enfim, cada um traduz aqu gosto dessa imagem do cérebro, né? O cérebro material e o cérebro espiritual. a gente vai trazer aquilo que a gente consegue compreender. Então, a doutrina, eh, no estudo desses fatos que são naturais, vai elucidar muitas coisas que estão aí registradas na história. Eh, antes do encerramento, sim, nós

o que a gente consegue compreender. Então, a doutrina, eh, no estudo desses fatos que são naturais, vai elucidar muitas coisas que estão aí registradas na história. Eh, antes do encerramento, sim, nós vimos, esse capítulo se encerra hoje, que é a emancipação da alma do espírito encarnado. O capítulo anterior foi o retorno ao mundo material, né, a encarnação. Esse é como se fosse uma prévia da desencarnação. E na semana que vem a gente começa a falar da intervenção dos espíritos no mundo corpóreo. Nós aqui encarnados estamos ao nosso jeito à influência dos irmãos desencarnados, que é o que a gente vai abordar. Eh, lembrando que o ano já acabou, né? Feliz 2026 para todos vocês. Eh, Natal tá aí e a comunhão que antes cuidava de 200 famílias, agora tá com 300 famílias. E todo mês tem a distribuição de cestas básicas pelo DPS, departamento de promoção social, também conhecido com Mota de Souza, que é essa porta que fica aqui, tem uma entrada lateral, aquele todo, tal. E no final do ano a gente, a comunhão costuma colocar algo mais comemorativo nas cestas básicas. Então a gente pede quem puder colaborar, trazer até o final desse mês pra gente poder organizar as 300 cestas esses itens diferenciais ou de caras natalinas. Por exemplo, farofa. Aquelas pacotes de farofa são sempre itens não perecíveis para poder ficar armazenado até o dia da distribuição, tá? Batata palha, aqueles saquinhos de batata palha. Panetones enlatados. Enlatados, uma sugestão é sardinha, milho, ervilha, azeitona, eh geleias, pacotes de geleias, geleias em vidro, potes, sucos de frutas e embalagens longa vida, por favor, por causa do prazo de entrega. Chocolates doces em lata, bombons achocolatados e shark embalado a vácuo, que são bens não perecíveis. Isso aí se junta a cesta básica que tem os itens como arroz, feijão, açúcar, farinha, alguma coisa mais para dar um toque diferenciado no final de ano dessas 300 famílias que a comunhão assiste. Encerrando o trabalho de hoje, eh, como o Jeferson falou muito no sono,

o, açúcar, farinha, alguma coisa mais para dar um toque diferenciado no final de ano dessas 300 famílias que a comunhão assiste. Encerrando o trabalho de hoje, eh, como o Jeferson falou muito no sono, nós temos na parte final do Evangelho Segundo Espírito, o Espiritismo, as preces espíritas, sugestões de prece, tipo um modelo, né? Não é para se seguir a risca, é porque a prece é é uma coisa voluntária que você sente, que você pensa. Então, existe a prece na hora de dormir, que muita gente acha que só a criança que deve orar pro anjo da guarda, né? colocar a mãozinha assim e fazer aquelas preces tradicionais. Nós também que já somos mais maduros também devemos orar na hora de dormir, porque senão a gente pode visitar locais na Jefes que não são muito interessantes, como você também pode visitar locais que vale a pena ir. Então, há uma prece que eu gostaria de encerrar com ela, fazendo alusão ao fecho desse tema Emancipação da Alma, que diz assim, é uma sugestão que foi feita no Evangelho Segundo Espiritismo. Minha alma vai estar por alguns instantes com os outros espíritos. Venham os bons ajudar-me em seus conselhos. Faz meu anjo guardião. Kardec usa muito esse termo anjo guardião, mas não é o anjo com anzinha, com anazinhas. É o anjo sentido espírito protetor, espírito tutelar, que não é um, são vários. Paz, meu anjo guardião, que ao despertar eu conserve durável e salutar impressão desse convígio. Só essa essa prece de cinco linhas, né, Jeferson resume muitos aspectos do que nós estudamos em todo esse capítulo e com a conclusão que o nosso irmão nos trouxe hoje. Desejamos uma noite de paz, que todos durmam bem, que todos visitem as altas esferas, aprendam muito, tragam maravilhosas lembranças e as aplique na construção de um mundo melhor e na seu borilamento como ser humano. Até o nosso próximo encontro, até quarta-feira que vem. Quem desejar o passe, aguarde que será chamado. Boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de

o. Até o nosso próximo encontro, até quarta-feira que vem. Quem desejar o passe, aguarde que será chamado. Boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os [música] olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do [música] nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a

r [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. >> เ

Vídeos relacionados