RESULTADOS E ESPERANÇA - Andréa Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/12/2025 (há 4 meses) 1:01:41 255 visualizações

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Transcrição

O valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver doando amor, [música] vibrando luz. >> Queridos irmãos, sejam muito bem-vindos mais uma vez à nossa casa Comunhão Espírita de Brasília. Alegria imensa tê-los aqui, porque já estamos em dezembro. Viva! Chegamos até aqui há mais uma terça-feira e há tantos outros dias em que nos encontramos na nos mais diversos espaços nesta casa de luz, de paz, de refazimento a todos nós. Então, essa terça-feira é a última desse ano e já já começa o outro e aqui estaremos. Queridos, sintam-se acolhidos, abraçados, muito, muito bem-vindos à nossa casa Comunhão Espírita de Brasília. Aos irmãos que nos acompanham pelas redes sociais, pela TV Comunhão, também recebam o nosso carinho e o nosso abraço e o nosso respeito também sinceros para que possam continuar a fazer um bom uso do nosso espaço virtual, das transmissões, porque são mecanismos também de apoio a todos nós e que nos trazem momentos de reflexão e equilíbrio. Queridos, então nós vamos iniciar o nosso encontro de hoje, porque hoje é dia de pensarmos, refletirmos sobre resultados. Temos a possibilidade de olhar para este ano que tá se concluindo esse mês e refletirmos sobre os resultados que alcançamos. E muitos irmãos podem pensar, é, meus resultados não foram tão bons. Outros podem até se valer de uma perspectiva otimista e dizer: "Graças a Deus, os meus resultados foram positivos. Que bom! Queridos! O que trazemos aqui é a oportunidade de refletir sobre o valor de toda e qualquer experiência existencial. Então, seja qual for a cor que apareça no saldo do balanço de cada um, vermelho ou azul, positivo ou negativo, em tudo teremos oportunidade de observar o crescimento

qualquer experiência existencial. Então, seja qual for a cor que apareça no saldo do balanço de cada um, vermelho ou azul, positivo ou negativo, em tudo teremos oportunidade de observar o crescimento do nosso patrimônio existencial. E é esse patrimônio e é essa capacidade de percebermos valor em tudo que vivemos por meio do conhecimento das virtudes. É exatamente essa habilidade de olhar de forma cuidadosa, amorosa, respeitosa a nossa vida e as experiências que enfrentamos, que vai nos proporcionar esse saber novo, essa disposição renovada. A cada dia, queridos, os calendários vão transitar em nossas vidas, os anos vão se iniciar, vão se encerrar. E esses controles de tempo que nós, enquanto sociedade estabelecemos como mecanismos facilitadores de organização e controle, eles não são maiores do que os segundos que nós dedicarmos à atenção e à valorização de cada momento. nosso de vida. Tenha ele crachá de alegria, de realização, de construção ou não, ou crachá de problema, de decepção, de frustração. Vamos fazer o melhor uso possível de todas as vivências. E para nos apoiar no percurso de hoje desse nosso encontro, nós sugerimos desde já aos irmãos respostas da vida Chico e André Luiz. Uma obra sistematizada, documentada pelo nosso querido irmão Francisco Cândido Xavier, com mensagens ditadas pelo espírito André Luiz no conjunto das transcrições e dos ensinamentos que este irmão, querido, benfeitor espiritual nos trouxe. Foram 19 obras psicografadas por Chico, dentre elas, esse livrinho pequenininho, muito fácil de ler, muito valioso, que podemos consultar diariamente ou no tempo de cada um. E estava ali refletindo um pouco e rogando a espiritualidade que guiasse a mensagem. para que os irmãos pudessem então aproveitá-la. E aqui está a mensagem de número 12 de respostas da vida com o título conhecer-se. Ela nos diz o seguinte: "Não sepreze, eduque-se, não se marginalize, trabalhe. Não apenas administre, obedeça, não apenas mande, faça. Não condeno não reclame, desculpe.

vida com o título conhecer-se. Ela nos diz o seguinte: "Não sepreze, eduque-se, não se marginalize, trabalhe. Não apenas administre, obedeça, não apenas mande, faça. Não condeno não reclame, desculpe. Não desprimore, dignifique. Não ignore, estude, não desajuste, harmonize, não rebaixe, eleve. Não escravize, liberte. Não ensombre, ilumine. Não se lastime, avance. Não complique, simplifique. Não fuja, permaneça. Não dispute, conquiste. Não estacione, renove, não se exceda, domine-se, lembre-se, todos nós em tudo dependemos de Deus, mas os empresários de nosso êxito, em qualquer ocasião, seremos sempre nós mesmos. Queridos, é por isso que o nosso encontro de hoje nos permite falar, refletir sobre estas duas expressões que dão o título do nosso encontro de hoje, resultados e esperança. Todos nós que aqui nos encontramos, todos que estão na caminhada, nesta existência conosco, no nosso ambiente familiar, no nosso ambiente profissional de trabalho, na convivência, na vizinhança, na vida em sociedade. Todos nós temos resultados prósperos. Por mais que isso possa parecer muito ou até mesmo impossível, tudo depende do olhar que aplicaremos as vivências, as experiências que cada um de nós vivenciou até agora. Tudo depende da nossa capacidade de nos descobrirmos capazes de caminhar nesse conhecer, nesta percepção de que nós podemos transformar todas as atitudes que aqui foram listadas pelo benfeitor espiritual. Podemos nos transformar e transformar cada uma delas, cada uma das atitudes que via de regra em grande parte do nosso tempo. São atitudes que nos mantém retidos na vibração menor e temos dificuldade para subir um pouco na escala energética vibratória que nos compõe, que nos mantém neste momento existencial, neste planeta Terra, exatamente aonde onde estamos, na nossa cidade, no ambiente familiar que nos acolhe e para o qual servimos, sempre escapamos para atitudes que se repetem no dia a dia, muitas vezes abrindo mão da nossa capacidade de refletir sobre elas. Então, temos uma tendência muito natural

acolhe e para o qual servimos, sempre escapamos para atitudes que se repetem no dia a dia, muitas vezes abrindo mão da nossa capacidade de refletir sobre elas. Então, temos uma tendência muito natural à crítica, a queixa, a lamentação, a percepção de que nós somos injustiçados, punidos, sofridos, autoconsciência sobre o que somos, o que construímos, onde estamos e para onde podemos ir. Em dor e sofrimento ninguém quer ficar. Mas graças a esta inquietação é que nós vamos nos movimentar e chegar até aqui. Graças aos incômodos é que nós vamos nos movimentar para buscar um saber. Mas afinal, por que que eu sofro? Por que que acontece tanta coisa? que me desagrada, por tenho dificuldade para me movimentar, para realizar, para prosperar. Queridos, esta é uma pergunta que certamente todos nós, seres humanos encarnados já nos fizemos. Podemos identificar o irmão, os irmãos, a comunidade, o país, enfim, as autoridades ou os mais famosos do planeta, com as melhores ditas melhores condições existenciais, que absolutamente todos nós já devemos ter transitado por estas perguntas, porque não são as condições materiais existenciais que evitarão o encontro com os desconfortos. Todos nós estamos aqui para evoluir, primeiro e primariamente, evoluir pelas nossas atitudes, pela dimensão moral, espiritual, primeiro. E por que essa ênfase primeiro? Porque a sede da nossa capacidade realizadora, a sede da nossa inteligência é a mente e o coração. E a mente e o coração são mantidos por centros de força, hospedados no nosso ser, no nosso espírito, no ser inteligente da criação, que somos nós, espíritos temporariamente ocupantes dessa capa física e dessa experiência. atual. Então, se nós não reconhecermos a nossa natureza espiritual, se nós continuarmos insistindo ou apresentando resistência e ceticismo a esta nossa condição primeira de espíritos. Nós simplesmente não cuidaremos primeiro do que vem primeiro, porque é o espírito que comanda. O corpo é o espírito que comanda o nosso processo evolutivo.

a esta nossa condição primeira de espíritos. Nós simplesmente não cuidaremos primeiro do que vem primeiro, porque é o espírito que comanda. O corpo é o espírito que comanda o nosso processo evolutivo. Então nós usamos muito essa expressão. Primeiro o que vem primeiro o ser, a alma, o espírito encarnado. E isso, essa realidade nós vamos encontrar, grande parte de nós encontra esta constatação, via de regra, na maioria por meio de situações incômodas. a dor no estado de sofrimento. Porque como nos disse o espírito Joana de Angeles, né, a benfeitora espiritual Joana de Angângeles, pela psicografia do nosso irmão Divaldo Franco, a dor é inevitável no momento em que nós estamos no planeta Terra. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. Porque no momento em que a gente reconhece que a dor nos movimenta em direção a um saber, a um conhecimento e a uma mudança de atitude, de forma de pensar, de olhar, de analisar, ela passa a ser instrumento nosso. E aí nós passamos a valorizar esse momento de descobrir pela inquietação a chave das soluções que buscamos. Queridos. Por isso é que nós temos sim muitos resultados para contabilizar. E aqui nós queremos, claro, nos valer dos ensinos do Evangelho Segundo o Espiritismo, que são as máximas os ensinamentos morais de Jesus, com as explicações que a espiritualidade coordenada pelo Cristo nos ofereceu. E destacamos aqui para o nosso percurso de alguns minutos neste encontro de palestra, uma sequência. Capítulos 9, 10 e 11. Claro, vamos lá no 19. Claro que vamos lá sempre visitar, afinal o que é que a fé transporta. A gente vai chegar lá no capítulo 19. é essencial para nós, até porque o fortalecimento da fé, a consciência de uma fé que raciocina é também uma conquista, é também um resultado valiosíssimo para todos nós, mas a começar pela bem-aventurança, pela felicidade dos que são mansos e pacíficos. E olha aí, há 2025 anos, nós estamos falando em mansidão e em conduta pacífica. E não é que o noticiário só fala de guerra? Será que tem alguma coisa aí errada,

icidade dos que são mansos e pacíficos. E olha aí, há 2025 anos, nós estamos falando em mansidão e em conduta pacífica. E não é que o noticiário só fala de guerra? Será que tem alguma coisa aí errada, queridos? Já evoluím muito se observarmos o que éramos há 5000 anos atrás, há 2000 anos atrás, 2025 anos atrás, 2050 anos atrás, nós vamos sim nos encontrar racionalmente por dados históricos, científicos, uma evolução clara da sociedade. Só que em alguns momentos nós vamos ter uma percepção de saltos, de avanços que se consolidam no desenvolvimento humano como resultante da inteligência humana. E aí quando a inteligência humana avança muito, como ocorreu lá no século XIX, quando o Espiritismo começou como ciência e se consolidou como doutrina, onde nós tínhamos revoluções movimentando as transformações da sociedade, lei de destruição também é lei divina. A destruição necessária e a abusiva existe, mas na destruição necessária nós vamos nos encontrar com a necessidade da regeneração. E lá, há quase 200 anos atrás, nós nos encontrávamos com revoluções que afetaram o mundo inteiro. Vou citar duas principais, Revolução Francesa, Revolução Industrial, todas as descobertas e avanços do século das luzes e o que foi necessário promover também um avanço. Vou usar uma expressão atual, uma disrupção de alerta para a necessidade de evolução moral e espiritual. Porque foi nessa época de grandes avanços, frutos resultantes, de grandes sacrifícios e sofrimentos, porque revoluções sacrificam, movimentam, mas também realizam, transformam, que a humanidade se encontrou com manifestações das mais intensas para provar a existência da realidade espiritual. Porque não poderíamos evoluir só intelectualmente, não poderíamos evoluir só materialmente e continuarmos com um modelo de escravidão humana vinculada às máquinas. Precisávamos evoluir, evoluir moralmente, espiritualmente. E aí tivemos sob a luz e a permissão do Cristo, de Jesus, que é o governador do nosso planeta, um conjunto imenso de manifestações em

quinas. Precisávamos evoluir, evoluir moralmente, espiritualmente. E aí tivemos sob a luz e a permissão do Cristo, de Jesus, que é o governador do nosso planeta, um conjunto imenso de manifestações em todos os lugares do mundo, mas que no continente europeu guardou ali um número de investigadores discéticos que foram capazes de duvidar do que viam e, portanto, analisaram, observaram, compararam e provaram em diferentes cidades, por diferentes médiuns, com diferentes abordagens, realizando as mesmas perguntas. E há 200 anos atrás nós não tínhamos internet, nós estávamos descobrindo a máquina a vapor, a energia elétrica. Nós não tínhamos o WhatsApp naquela época, tão pouco telégrafos, né? Iniciando estas movimentações, nós tivemos as mesmas respostas para um conjunto investigativo de 119 perguntas. que depois veio a se chamar Livro dos Espíritos e nos foi revelado a presença, a força e o acolhimento da realidade espiritual em nossas vidas. Desde então nós tivemos o movimento da evolução intelectual, o movimento da evolução moral, para que pudéssemos então perceber que para além das descobertas nós precisávamos de resultados morais, fraternos. voltados ao bem comum. Porque de que adiantaria evoluirmos intelectualmente e continuarmos nos martirizando e nos desagregando enquanto sociedade para a conquista de poucos? Então, avançamos. Esta que já foi a terceira grande revelação, a primeira da era mosaica do que não fazer e até hoje a gente faz. Depois a revelação cristã, a vinda de um espírito de grande envergadura moral, a maior presente no nosso orb, no nosso planeta, Jesus. entre nós, nos dando as evidências, as provas do que nós somos capazes. Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais, ó homens de pouca fé. E25 anos se passaram. Chegamos então a 170, quase 200 anos atrás com o retirar o véu da verdade, né, o revelar com um conjunto riquíssimo e que prospera e que continua como objeto de estudo, de investigação, por adeptos ao espiritismo, por céticos. por cientistas,

com o retirar o véu da verdade, né, o revelar com um conjunto riquíssimo e que prospera e que continua como objeto de estudo, de investigação, por adeptos ao espiritismo, por céticos. por cientistas, por diversos campos do saber das sociedades humanas e continuamos nos encontrando com a necessidade de compreender cada vez mais a nossa natureza espiritual. Então, queridos, toda vez que nós abrimos espaço em nós mental fraterno, para ouvir, para conhecer, para saber, para fazer perguntas, para expressar nossas dúvidas e assim buscar novos saberes sobre a nossa natureza espiritual. Nós estamos avançando em resultados positivos, profíos para nós, porque queremos conquistar o mundo, queremos adquirir, ganhar, realizar. Queremos todos os benefícios que as diversidades materiais podem nos oferecer. Queremos mudar o mundo, mas não cuidamos primeiro do que vem primeiro, que somos nós mesmos. Queremos a paz no mundo, mas não a construímos dentro do nosso próprio lar, queridos. Então, essa reflexão e esse despertar para a avaliação. Poxa, bem-aventurados, felizes é o significado dessa expressão. Bem-aventurado, feliz, aqueles que são mansos e pacíficos. Bem-aventurados os que são misericordiosos, que são capazes de perdoar e aqueles que são capazes de amar ao próximo como ama a si mesmo. Queridos, quantos esforços nós já empreendemos para viver a mansidão e a paz no nosso dia a dia. Façamos essa reflexão com bondade para conosco, cada um consigo mesmo, com bondade. Quantos esforços, quantos momentos de mansidão e de paz, nós vamos nos lembrar no decorrer desse ano. Guardem para si. Se conseguimos rememorar aquele momento na porta de casa, aquele momento no domingo, no jantar, no almoço, no café, aquele momento em que eu fiquei, eu me segurei, eu administrei o momento e evitei uma discussão, aquele momento em que eu não passei recibo daquele olhar, daquela ofensa. daquela crítica. Eu deixei ir. Aquele momento em que ao invés de reagir, eu acabei fazendo uma prece. Aquele momento em que eu deixei a pessoa

m que eu não passei recibo daquele olhar, daquela ofensa. daquela crítica. Eu deixei ir. Aquele momento em que ao invés de reagir, eu acabei fazendo uma prece. Aquele momento em que eu deixei a pessoa passar na minha frente, na fila do ônibus, do metrô, do banco, enfim, aquele momento em que eu cedi a vez ou que eu esperei com paciência o momento de ser chamado, ser chamada. Queridos, permitam-se essa reflexão, porque aqueles que concluírem esta reflexão sobre mansidão e atitude pacífica, contando em muitas mãos estes momentos se fortalecem em si mesmos para continuar a prosperar. E se estamos naquele momento em que estamos com dificuldade de lembrar, se o que lembramos é mesmo o contrário do que tá sendo dito nessa palestra, sejam sempre bem-vindos ao momento da autoconsciência. Valorizem-se, porque já estamos aqui juntos. E a partir desse tipo de reflexão, tomara que de hoje, não perderemos mais nenhuma oportunidade de aplicar os nossos recursos na bolsa de valores do sempre. Então, para quem não realizou ainda as condutas de mansidão, as atitudes pacíficas de evitar, rejeitar ou neutralizar a ofensa, a discussão, a contenda, eh a crítica. Sejam mais uma vez bem-vindos e muito bem convidados a prosperar, porque a partir de mais uma vez esperamos que agora tenhamos esse despertar, este alerta ligado em nós, porque é desse resultado, é dessas pequenas atitudes silenciosas. mas que devem ser empreendidas com consciência e sinceridade. É a partir disto, queridos, que nós avançaremos para as conquistas maiores da saúde, da boa convivência e até mesmo de resultados próprios da existência atual, de conquistas intelectuais, profissionais, pessoais. Porque em tudo nós estaremos com não é o maior e nem o mais importante objetivo da nossa existência, é o único. Em tudo nós temos um único objetivo. Não é o maior e nem o mais importante, de novo, é o único. Fazer o bem. Não importa a posição que estejamos, não importa o tipo de atividade ou o grau de intelectualidade, não importa a ordem familiar,

ão é o maior e nem o mais importante, de novo, é o único. Fazer o bem. Não importa a posição que estejamos, não importa o tipo de atividade ou o grau de intelectualidade, não importa a ordem familiar, o endereço em todos os lugares e em todos os ambientes. O nosso primeiro objetivo é fazer o bem. Aí cada qual vai estabelecer a sua meta, que é a quantificação do objetivo, né? Então vai ser aumentar em tantos por, vai ser, né, reduzir determinadas condutas em tantos por ou fazer quantitativamente quanto e o que e como. Aí é de cada um. Mas não importa esse cálculo se nós estivermos em prontidão para ouvir, para servir, para agir com boa intenção, com uma intenção próspera. E esse caminho começa pelo conhecer-se da nossa leitura de hoje. Esse caminho começa, como dissemos aqui, ao longo desse ano, começa nas primeiras horas da manhã, no nosso despertar, porque com certeza todos nós temos desafios e às vezes uma dificuldade para levantar, né? Nossa, mais um dia, mais um desafio, mais um momento difícil. E aí nós sempre lembramos aqui de que, claro que nós vamos precisar de ajuda desde as primeiras horas da manhã. Então, Jesus em sua imensa sabedoria, conhecedor de nossa natureza, que às vezes é teimosa, é resistente para evoluir, já nos orientou. A orientação clara e transitada aqui nessa obra reveladora do Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 27, ó, vamos lá. Quem se lembra? Se tá difícil, se a gente encontra dificuldade, o que que a gente precisa? Pedir. Porque pedir ajuda sinal de força e não de fraqueza. Mas a gente precisa saber o que pedir. Não vamos pedir a Deus? Vamos. Podemos, devemos, precisamos pedir a Deus contar com o concurso, com a assistência da espiritualidade dos nossos anjos, guardiões, mentores, família espiritual e também a humana aqui está conosco nesse percurso. Mas o que a gente deve pedir e obter para obter é o pedir e obtereis. O que nós podemos, devemos pedir para obter? coragem, paciência e resignação. Essas três são claramente três virtudes.

e percurso. Mas o que a gente deve pedir e obter para obter é o pedir e obtereis. O que nós podemos, devemos pedir para obter? coragem, paciência e resignação. Essas três são claramente três virtudes. A coragem, a paciência e a resignação. Quem busca, quem pede coragem, paciência e resignação, conquista tudo que é essencial, fundamental e segue e realiza e se harmoniza. Mas não só essas três, elas são o nosso eh grande e portal luminoso para todas as demais virtudes e as também essenciais, a fé, a caridade e a esperança. Então, precisamos da caridade para manter a consistência da fé, que não deve ser contemplativa, deve ser ativa, raciocinada, que é aquela que é capaz de encarar frente à frente a razão, a realidade em que vivemos. A caridade não se sustenta sem a fé. E a fé com as instruções da espiritualidade também trazidas na no estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo, é a mãe da caridade e da esperança. cada movimento nosso de exercício da coragem, da paciência, da resignação, da sustentação da fé, da caridade, da esperança, se consolidam como conquistas, como resultados essenciais, fundamentais, para que a gente possa avançar em tudo. Só que a gente deixa para pensar nisso só lá na frente, porque parece que o assunto fé, caridade, coragem, resignação, paciência é o assunto do domingo da palestra ou da terça. Ou é o assunto do pastor da igreja ou lá do palestrante do centro espírita. Queridos, não, definitivamente não. Podemos ser céticos, podemos nos dizer ateus, podemos ter a convivência com qualquer filosofia, religião, doutrina, mas viver as virtudes e se afeiçoar, confiar na inteligência sublime, primeira, Deus ou o nome que queiram dar. É absolutamente essencial para nós tanto quanto respirar, tanto quanto nos hidratar, tanto quanto nos alimentar organicamente, não é? E não pode ser assunto de um determinado espaço de tempo. É parte do nosso sentido e da nossa necessidade existencial. compreendermos que precisamos viver as virtudes. Então, se pedirmos

mente, não é? E não pode ser assunto de um determinado espaço de tempo. É parte do nosso sentido e da nossa necessidade existencial. compreendermos que precisamos viver as virtudes. Então, se pedirmos virtudes, vamos ganhar condições para alcançar a vivência dessas virtudes. Queridos, e nos ensinos das bem-aventuranças que a mansidão e que a paz nos trazem, nós vamos nos encontrar com mais virtudes. Olha só, afabilidade, doçura. Opa, de novo, né? Eu sempre repito essa frase. Vou lá, vou vou contar com com a paciência e a compreensão dos irmãos. Fácil falar, difícil fazer. Afabilidade doçura. Hã, como assim? É possível. Cada um vai ter o seu grau, vai ter o seu tamanho, a sua intensidade, o perfil de ser afável e doce. Mas o espírito Lázaro em Paris em 1861, aqui no capítulo 9 nos instruiu que a benevolência para com os semelhantes, a benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade, a doçura, que são as formas de sua manifestação. Ou seja, aqui nós temos uma outra virtude que tá dentro do conceito de caridade. Bora lembrar como é que eu sei se eu tô sendo caridoso, se eu tô sendo caridosa? Professor Allan Kardec perguntou: "O que devemos entender por caridade? Como a idealizou? Como viveu Jesus?" Questão 886 do livro dos espíritos. E a resposta é: caridade é o bem para com todos. Indulgência para com as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. Esse é o conceito de caridade. Nós precisamos muito da atividade voluntária, da doação da cesta, da do quilo, do material não perecível. aqui na nossa DPS, em muitos outros espaços, a caridade material, claro, é uma bênção e é uma um instrumento de amor, de vivência do amor e do bem. Claro, irmã Rosália também nos instrui sobre caridade material e caridade moral. E ela nos diz que a caridade moral é a que nós mais precisamos praticar e é a que a gente menos faz. A caridade moral é a capacidade de nós nos suportarmos uns aos outros, nos ampararmos uns aos outros. E o suporte aí no sentido não de uma

que nós mais precisamos praticar e é a que a gente menos faz. A caridade moral é a capacidade de nós nos suportarmos uns aos outros, nos ampararmos uns aos outros. E o suporte aí no sentido não de uma tolerância ácida difícil, mas sim de uma capacidade de se amparar, de se compreender como um se comporta, o outro se comporta e ao invés de querer mudar o outro, eu mudo a mim mesmo, porque aí eu tenho gestão sobre mim. Eu aprendo a me administrar para conviver com o outro. Isso é amor ao próximo mais próximo, que é aquele com os quais aqueles com os quais a gente convive mais diariamente, mais diretamente. Então, vejam que nós percorremos um número importante aqui de expressões da mais alta qualidade e valor que podemos então retratar como virtudes ou forças de caráter. é um nome mais técnico. E estes são os principais resultados que nós vamos atingir. Estes são os resultados mais valiosos que nós devemos contabilizar na análise da conclusão do ano para fazer um bom uso do que passou, porque o que passou a gente não pode mudar, mas a gente pode fazer um novo fim. A gente pode ter novos fins, novos objetivos adiante, sendo o primeiro, melhor o único, fazer o bem onde quer que estejamos, no mais alto cargo, no mais simples, sem funções, sem crax no ambiente doméstico, na vida, em sociedade, na rua, na calçada, na quadra, na padaria, na farmácia ou no shopping. Não, mas a gente vai lá para fazer compra e ninguém tem condições de comprar e fica aqui a gente vai para fazer o bem. Às vezes fazer o bem é ficar em silêncio, é cooperar, é fazer contas, cuidar do recurso escasso ou fazer um bom uso e exercer sempre, sempre a gratidão, como aprendemos com muitos saberes, agradecer, que é uma das também funções da prece, né? Louvar, pedir e agradecer. Eu costumo inverter a ordem, né? No estudo da prece, que é lá no pedir e obtereis, no nosso querido capítulo 27 do Evangelho, nós vamos nos encontrar com o estudo da eficácia da prece e vamos compreender o que devemos desenvolver por meio da prece.

ece, que é lá no pedir e obtereis, no nosso querido capítulo 27 do Evangelho, nós vamos nos encontrar com o estudo da eficácia da prece e vamos compreender o que devemos desenvolver por meio da prece. São três verbos: agradecer, louvar, né, pedir. Então, queridos, toda vez que nos movimentamos nestas direções, conquistas, vitórias, resultados, estamos construindo o nosso, a nossa edificação existencial com alicerces muito seguros e muito sólidos que as traças não corróem e os ladrões não roubam. Não podemos inverter essa ordem porque já deu para entender e aprender um pouco. Quando a gente inverte a ordem, dói. E de que ordem nós estamos falando? Quando a gente coloca conquistas materiais e mundanas. Primeiro, não podemos. Devemos manter a ordem natural da nossa natureza espiritual, com pleno respeito e convivência harmoniosa com o natural, com a criação divina. Porque afinal ao olharmos para o verde, para o céu, para o sol, para a chuva, ao termos contato com os IPs, com as árvores, com os pets, com toda a criação natural, o que que acontece com a gente? Se olharmos com esta atenção e sensibilidade para receber, nós vamos nos nutrir de energia eletromagnética da melhor qualidade. Por isso é tão essencial ao mundo o respeito e a boa convivência com os recursos naturais. Queridos, mas que bom que chegamos ao término do nosso encontro já com uma visão próspera e positiva de resultados que alcançamos. E para aqueles que percebemos que ainda não chegamos lá, não conquistamos plenamente, que bom que agora podemos experimentar a vivência dessa virtude luminosa que é a da esperança. Porque uma fé robusta nos dá, nos concede, né, a paciência, a perteverança e a autoconfiança nos concede energia e recursos que precisamos para realizar as coisas e para vencer os obstáculos. Porque a fé robusta, raciocinada e sentida, sincera, vai transportar as montanhas das dificuldades, das resistências e da má vontade que se encontra entre os homens, dos preconceitos rotineiros, do interesse

a fé robusta, raciocinada e sentida, sincera, vai transportar as montanhas das dificuldades, das resistências e da má vontade que se encontra entre os homens, dos preconceitos rotineiros, do interesse material, do egoísmo, da cegueira do faratismo, das paixões orgulhosas. Uma fé robusta vai nos permitir vencer o egoísmo, neutralizando-o com a caridade, com o bem, a indulgência e o perdão. Porque o egoísmo é a base desagregadora da humanidade. Este é está, este ensinamento está posicionado em diversos códigos, né, em diversos livros, em diversas mensagens. E Jesus nos alerta a todo tempo quando nos convoca a amar ao próximo como a nós mesmos. Então, que possamos nos aceitar, nos valorizar e nos renovar a cada dia, porque sim, vai passar, somos capazes, vamos avançar e prosperar. Feliz Natal a todos. Alegria imensa estar com todos aqui mais uma vez. Gratidão pela atenção e vamos seguir aos trabalhos da noite do passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio

estre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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