RESSURREIÇÃO E A VIDA - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 12/06/2025 (há 10 meses) 51:51 308 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Meus amigos, uma excelente tarde a todos. Sejam muito bem-vindos a esse nosso momento de reflexão. Eu vou ler para nós, para que a gente possa se ambientando, uma mensagem que a nossa amigueriana abriu ao acaso e que vai servir para todos nós e é do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes e nos diz assim: "É bom trabalhar, depende de você. Não pense que está ganhando pouco ou que está se esforçando mais do que deve. O seu trabalho torna-se penoso. O trabalho é o equilíbrio da sua vida. Sem ele, você enfraqueceria as forças, cairia no desânimo, estacionaria material e espiritualmente. Já ao começar do dia, agradeça a Deus pelo serviço a fazer. Lembre-se que Deus trabalha sempre. Não exagere, porém, tudo fora dos limites é prejudicial. Nós vivemos uns dos outros através do trabalho que Deus nos deu, meus amigos. Então, vamos fazer um trabalho de prece agora, né? A prece é também uma maneira da gente fazer uma espécie de atividade de trabalho, produz um efeito, depende da nossa vontade, depende da nossa intenção colocada. Então eu convido para que a gente possa fazer a nossa prece através dela trabalhar as energias que nos envolvem de maneira para que nos tornemos receptivos à bênçãos de luz que a espiritualidade maior prepara para todos nós. Mestre Jesus nos ajude para que possamos abrir o nosso coração ao entendimento, para que a nossa compreensão seja um pouquinho ampliada, que vejamos além das nossas necessidades imediatas, que vejamos além dos nossos conflitos, das nossas dores. possamos, mestre Jesus, enxergar tudo que viste em cada um de nós quando, com tanto carinho nos disseste: "Brilhai a vossa luz". nos ajuda, querido amigo, para que possamos abrir o nosso coração ao brilho dessa luz e nos esforçar através do nosso trabalho para as modificações que já podemos realizar no

e: "Brilhai a vossa luz". nos ajuda, querido amigo, para que possamos abrir o nosso coração ao brilho dessa luz e nos esforçar através do nosso trabalho para as modificações que já podemos realizar no nosso íntimo. Abençoa, Senhor, nesse nosso momento. Abençoa as nossas intenções felizes. nos dá a tua permissão e proteção para a nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Interessante, meus amigos, cair ao acaso essa mensagem do trabalho. Nosso tema de hoje é sobre ressurreição e vida do livro Em torno do Mestre do Espírito Vinícius. E eu achei interessante porque Vinícius começa nos falando de ilusões e uma das ilusões que a gente tem é que o trabalho é ruim, né? Trabalho, puxa, se não for um trabalho agradável, né? Quando eu li a mensagem, gente, eu falar para vocês, pensei logo numa pia cheia de louça, quando a gente acorda, tá aquela bagunça do dia seguinte você fala: "Meu Deus do céu, que trabalho é esse?" Que a gente nem recebe nada, né? Não é remunerado de nada. e que às vezes a gente tem aquela preguiça, vai fazer reclamando. E o tanto que essa nossa visão é ilusória, porque a gente aprende que através do trabalho físico, mental, trabalho espiritual, que nós vamos trabalhando as nossas energias, as nossas possibilidades, as nossas potencialidades, a gente vai se treinando através do trabalho. Então, achei interessante porque nos convida a olhar que ilusões que nós temos. E é esse o convite que o espírito Vinícius nos faz. Ele começa essa mensagem dizendo que a gente vive no mundo da ilusão, que a verdade ela não está tanto naquilo naquilo que nós vemos, mas está sobretudo naquilo que nós não vemos. Quantas vezes a gente se depara com alguém, a pessoa tem uma aparência que para nós é de alguma maneira desagradável, às vezes nem é tanto, né? Lembra algum conhecido com que a gente tem picoinha, pronto, acabou. A gente já tem aquele pé atrás com a pessoa. Então ele vem nos dizer, a verdade ela está muito mais no que não se vê do que no que se vê. nos convidando a dilatar

a gente tem picoinha, pronto, acabou. A gente já tem aquele pé atrás com a pessoa. Então ele vem nos dizer, a verdade ela está muito mais no que não se vê do que no que se vê. nos convidando a dilatar um pouquinho a nossa compreensão ou a tentar fazer esse trabalho, esse processo, para que a gente veja um pouquinho mais adiante. E ele vai nos dizer que além daquilo que a gente consegue perceber com os nossos olhos, com os nossos sentidos, está o que a gente só consegue perceber com as faculdades do espírito. E são essas faculdades que a gente procura trabalhar. Então, quando a gente faz a nossa prece e pede assim: "Jesus, me ajuda a compreender, me ajuda a saber como é que eu aplico isso tudo que eu venho estudando na minha vida. Alarga a minha compreensão, a minha percepção do mundo." Para quê? para que a gente possa avançar nesse desenvolvimento da nossa capacidade espiritual que a gente consegue através das experiências que nós vamos vivendo de acordo com o direcionamento da nossa vontade. Quero crescer, eu quero caminhar, eu quero encontrar respostas ou eu tô muito bem satisfeito do jeito que tá, tá tudo certo? Eu vou me deixar permanecer na ilusão do mundo, a ilusão da matéria. É uma escolha que nós fazemos. Então, Vinícius diz para nós assim que é através das faculdades, do espírito e não dos sentidos que a gente vai compreender a realidade das coisas. Por exemplo, ele fala assim: "Se eu disser para vocês que cores não existem, vocês vão me acusar, vão duvidar da minha integridade mental. Cores não existem. E se a gente vai estudar a física, a ótica, a gente vai estudar aqui o que o nosso cérebro registra como cor é o que ele percebe por conta da incidência, do cumprimento das ondas em determinado objeto que vai refletir algo que nós vamos perceber como a cor. Então, é essa capacidade do objeto de absorver e de refletir a luz em razão do comprimento diferente das ondas, né, luminosas, é que vai dar para nós a percepção, ah, é branco, é preto, é amarelo, mas a cor essencial, como

de do objeto de absorver e de refletir a luz em razão do comprimento diferente das ondas, né, luminosas, é que vai dar para nós a percepção, ah, é branco, é preto, é amarelo, mas a cor essencial, como algo concreto, ela não existe. E esse exemplo eu achei tão bom, porque nos fala como nós somos limitados, como os nossos sentidos nos nos limitam. nos impedem da gente ir mais além. Ele fala também, por exemplo, da miragem, né? A gente não tem aqui Brasília, né? Brasil também. Mas quem de nós não viu aquelas histórias do deserto, né, no Saara, que tem alguém procurando ali perdida, a pessoa tá com sede, com fome, aí ela vê uma miragem, é uma cidade, é um oasis. Não, não era nada, era uma miragem para que a gente veja como os nossos sentidos nos enganam. Então, partindo desse pressuposto que nós vivemos nesse mundo de ilusão, ele vem nos falar que nós somos enganados pelos nossos sentidos. E nós lembramos de Jesus quando ele falou lá no Evangelho de Mateus, falou para nós depois que ele fala eh da parábola do semeador, é o capítulo 13, ele conta lá a parábola do semeador e ele fala assim: "Porque eles vendo não vem e ouvindo não ouvem nem compreendem". E depois Jesus fala que em nós, naquela época se cumpriu a profecia de Isaías. que dizia que ouvindo não ouvireis. Ouvindo ouvireis. Desculpem, ouvindo ouvireis, mas não compreendereis. E vendo vereis, mas não percebereis. falando dessa nossa limitação. E quando Jesus fala para nós ouvidos de ouvir e olhos de ver, ele não se refere aos olhos da matéria, mas ele se refere à nossa possibilidade ou a nossa capacidade de apreensão das realidades espirituais, que são as que não são ilusórias. Então ele vai nos convidar a ter esses olhos de ver e esses ouvidos de ouvir. Mais adiante ele vai nos dizer que a gente compreenda lá no capítulo, no 13, ainda no versículo 15, que a gente compreenda com o coração, ou seja, com as nossas faculdades espirituais. as nossas faculdades materiais, ela elas muitas vezes nos iludem bastante. E o

ítulo, no 13, ainda no versículo 15, que a gente compreenda com o coração, ou seja, com as nossas faculdades espirituais. as nossas faculdades materiais, ela elas muitas vezes nos iludem bastante. E o espírito Vinícius vai dizer para nós que uma das maiores ilusões, ele vai dizer a maior, se eu não me engano, a maior e a mais séria das ilusões que nos cercam é a morte. A morte é uma grande ilusão. A morte vai funcionar para nós como um verdadeiro enganador dos nossos sentidos. Porque quando nós observamos um corpo já vida, a gente vê aquela deterioração e chama isso de morte. Mas a morte não existe. Existe a vida e existe a transformação. E ele vem nos convidar, então, meus amigos, a que a gente possa pensar sobre isso, dizendo que essa ilusão de que a morte existe, ela é corroborada pela ciência, que é a primeira a falar com todas as letras, o tanto que a morte existe. E a gente eh estuda isso, né, na ciência. E aí nós percebemos que a morte, ele vai nos dizer, no sentido em que ela é considerada, ela vem assim adquirindo um caráter de uma verdade que não dá para contestar, mas é a maior de todas as ilusões. E ele nos lembra de um ditado. Ele nos lembra assim, o espírito Vinícius já disse alguém com bastante justante da morte de um ser vivo qualquer, aquilo ali para nós parece realmente o fim. Vejam que nós somos tão equivocados que a gente ainda hoje, nós espíritas, eu me incluo quando nós vamos a alguma pessoa do nosso conhecimento, enfim, desencarna, como é que nós falamos? Eu vou no velório do fulano, eu vou no sepultamento do fulano. Gente, pelo amor de Deus, se vocês esverem por perto no meu desencarno, não digam que vai no sepultamento da massa, por favor. é o corpo da pessoa, porque nós não somos sepultados, nós não morremos, mas aparentemente a dissolução dos átomos da matéria, a deteriorização daquela matéria que sem o espírito não tem mais o fundamento para estar aglomerada e funcionando, parece para nós como fim, como o fim de tudo. Então, Vinícius nos fala, existe uma realidade

iorização daquela matéria que sem o espírito não tem mais o fundamento para estar aglomerada e funcionando, parece para nós como fim, como o fim de tudo. Então, Vinícius nos fala, existe uma realidade única, que é a vida. A vida é a única realidade. Essa é a realidade verdadeira. É ela que vence sempre. E a gente fala assim, né? Ah, procurar vencer a morte, a ciência, a medicina, lutar contra a morte. Mas a vida sempre vence em todos os momentos. Apenas a vida vence. a vida que se sobrepõe a todo tipo de metamorfose, a todo tipo de transformação, porque ela sempre se reorganiza de outra maneira. E ele vai nos lembrar que Santo Agostinho falando sobre a alma, ele dizia assim: "Basta, para que a gente queira saber o que é a alma, que a gente olhe um corpo sem ela. O corpo com todos os seus órgãos, o corpo intacto, completo e perfeito, não passa de um cadáver se se lhe escapa a alma. sede da vida, sem que lhe falte coisa alguma do que se vê, falta-lhe tudo, porque lhe falta a vida que não se vê. A vida é o que a gente não consegue perceber se olharmos apenas para a matéria. Por isso que o espírito Vinícius começou falando para nós no início dessa lição. Ele começou dizendo assim: "A verdade não está naquilo que vemos, mas precisamente naquilo que nós não vemos." E eu me lembrei lendo, estudando essas lições de uma situação em que Chico Xavier ele conta isso, né? Ele foi a um presídio em São Paulo, tava fazendo um trabalho lá, se reuniu com vários presos, né? E ele tava ali conversando e depois deu uma entrevista ao jornalista. E o jornalista, sabendo da vidência do Chico, perguntou para ele assim: "Chico, diz uma coisa, e como é que tá? Você viu muito obsessor porque presídio, né? Imagina, o jornalista imaginou e o Chico respondeu assim: "Não, não vi nenhum obsessor, ao contrário, e vi pais, amorosos, mentores cuidando daqueles que estavam lá, procurando favorecer o exame da consciência, procurando favorecer a renovação, a redenção. Obsessor, eu não vi por lá não." Então, vejam como é que

amorosos, mentores cuidando daqueles que estavam lá, procurando favorecer o exame da consciência, procurando favorecer a renovação, a redenção. Obsessor, eu não vi por lá não." Então, vejam como é que a gente se engana. Às vezes a gente fala assim: "Meu Deus, um ambiente tão pesado, nem vou lá". E mal sabemos que sempre a ação dos espíritos benfeitores é muito maior e é constante e sempre presente. Basta que exista um coração pedindo por socorro, uma alma se questionando a respeito dos rumos da sua própria existência. Será que e agora? Como é que eu vim parar aqui? Por quê? Por que que está acontecendo comigo? Não é assim com a gente quando a gente se questiona nos nossos momentos de conflito, de dor, de dúvida, essa esse pensamento, esse questionamento, essa abertura do nosso coração já é suficiente para que o nosso anjo da guarda se aproxime e e procure, vendo que existe ressonância no nosso coração, nos auxiliar através da intuição, das, desculpa, gente, das energias benéficas de restauração para que a gente possa fazer frente à situação difícil que nós experimentamos. Então, meus amigos, para falar disso, o espírito Vinícius vem nos lembrar do que aconteceu com Jesus. Jesus ressuscitou. Por isso, o tema do nosso do nosso estudo de hoje é ressurreição e vida. Jesus ressuscitou. Então, como ele ressuscitou? Nesse processo, ele nos mostrou o corpo ali perecendo, estava morto. Nós percebemos naquela época o que que era a morte de alguém, a morte de Jesus. E depois ele ressuscitou, nos mostrando quase que se ele dissesse assim, ele vinha explicando que a a morte não existe. Ele vinha explicando falando do reino dos céus, da verdadeira vida. E a gente ouvindo. E a gente ouvindo. E uma hora como se ele chegasse e falasse assim: "Olha, quer que eu desenho?" E aí ele desenhou com seu próprio corpo, com a sua própria vida, que a morte não existe, ressuscitando. E eu acho interessante que nós ainda hoje, não sei por questões nossas psicológicas, né? Mas muitos de nós t ainda quando pensamos no Cristo a imagem

ópria vida, que a morte não existe, ressuscitando. E eu acho interessante que nós ainda hoje, não sei por questões nossas psicológicas, né? Mas muitos de nós t ainda quando pensamos no Cristo a imagem de um homem morto pregado numa cruz. Mas como se ele nunca morreu? O corpo sim, mas ele não. Ele veio nos falar da vida. E como nós tendo presenciado como humanidade, né? Muitos de nós estávamos lá naquele tempo, presenciado tudo aquilo, ainda conseguimos acordar. levantar, ir pro nosso dia a dia agindo como se a vida fosse apenas a matéria. Como nós conseguimos fazer isso? O que que falta para nós para que tudo isso que nós aprendemos e que vivenciamos não seja apenas uma crença, mas seja uma vivência no nosso coração? O que que nos falta? Qual a percepção que nós precisamos desenvolver para ter essa percepção da realidade? E mais perce, porque não adianta nada a gente perceber a realidade, continuar tudo igual. Percebendo a realidade de que a morte é uma ilusão, isso muda alguma coisa para nós ou segue tudo igual, toca o barco, né? Segue a carruagem, tá tudo certo. Como? Como nós podemos agir? como se não fizesse diferença. Somos seres imortais temporariamente por graça divina, tendo a oportunidade de ocupar esse corpo de carne que é para nós um instrumento valioso para o nosso aprendizado. É uma ferramenta. É como se nós precisássemos escrever um poema muito lindo que é a nossa vida, mas a gente não tinha caneta e nem papel. E aí nos foi concedido a caneta e o papel, o nosso corpo e as experiências de relação com o outro. E aí nós podemos escrevendo o poema da nossa ressurreição ou da nossa redenção. Porque todos nós que processamos a fé cristã, a fé espírita, nós não temos mais. O direito a gente ainda até tem, né? A gente ia falar o direito, mas não temos mais assim a desculpa de ficarmos presos em uma visão de mundo materialista, em uma visão de mundo que nós sentimos o nosso chão desmoronar se as coisas não são como a gente quer. E quando nós experimentamos o

m a desculpa de ficarmos presos em uma visão de mundo materialista, em uma visão de mundo que nós sentimos o nosso chão desmoronar se as coisas não são como a gente quer. E quando nós experimentamos o aproximar-se e o afastar-se dos amores da nossa vida, porque eles fazem esse movimento, eles se aproximam, eles se afastam pelas circunstâncias da vida, pela própria desencarnação. Como nós nos portamos? como se nós não tivéssemos mais chão, como se o outro tivesse deixado de existir, como se nós temos essa compreensão. Então, precisamos fazer esse esse esforço para interiorizar essas noções e agir de acordo com elas. E fazendo esse esforço é interessante porque a gente vai contra a cultura. A nossa cultura nos ensina a temer a morte. A gente sem querer acaba dizendo assim pros filhos: "Olha, não faz isso, hein? Senão você vai cair. Se a gente quiser assustar bem, vai cair, vai machucar, vai morrer. A criança, meu Deus do céu, né?" Então, nós aprendemos a ver a morte não como uma mudança de nível, como o final de uma missão, mas como um castigo. E nós não queremos. E até hoje muitas famílias e muitas famílias, tenho certeza que ninguém aqui tá nessa situação, mas em muitas famílias é um assunto proibido, como se fosse assim um palavrão terrível. Não, não se fala nisso. Como se a gente falar do inevitável pudesse fazer com que aquele evento se aproximasse, atraísse alguma espécie de azar ou não sei. Olha o tamanho da nossa ignorância. ou utilizando a lição do espírito Vinícius, olha o tamanho da nossa ilusão. Quando Jesus ressuscitou nos dias Vinícius, ele veio nos trazer a esperança. Não era só algo que a gente precisava acreditar, foi algo que nós vimos com os nossos olhos. a esperança, a fé, o fato positivo e palpável da continuidade da vida além do túmulo. E também estudando essa lição, eu me lembrei de uma uma situação que aconteceu também com o Chico Xiro. Hoje acho que eu tô com saudade dele, porque pensei duas vezes em situações da vida desse amigo querido, né, dos nossos corações, que

lembrei de uma uma situação que aconteceu também com o Chico Xiro. Hoje acho que eu tô com saudade dele, porque pensei duas vezes em situações da vida desse amigo querido, né, dos nossos corações, que tanto nos ajudou. E eu lembrei de uma situação em que lá na década de 70, né, mais ou menos, eh, ele havia uma situação em que ele tava participando do pingafogo, né? Vocês lembram aquele programa? É lindo. A gente consegue ver no YouTube alguma coisa disso. E havia uma situação em que um rapaz tinha matado outro rapaz e o que havia sido o autor do fato estava preso, o outro tinha desencarnado. E aquela situação ali na justiça. E através do Chico Xavier veio uma carta rica em detalhes que as famílias reconheceram como é pertinentes, como verdadeiro aqueles fatos, né, contando detalhes, nomes, enfim, essas coisas pessoais, né, dizendo que aquela situação havia sido um acidente. A assinatura foi submetida a exames periciais e essa carta, como testemunho de um desencarnado, foi aceita no tribunal para inocentar aquele rapaz. Então nós temos provas assim até jurídicas, né, de que a morte não existe. E eu fico me perguntando por ainda assim a nossa vida muda pouco ou nada? Porque ainda assim a gente se desespera tanto quando nós nos defrontamos com situações graves de saúde, como se nós fôssemos nunca ter o nosso corpo físico abalado por nenhum tipo de doença. Como nós nos abalamos tanto quando temos situações de perturbação em razão da dos conflitos que temos nas nossas relações? Ué, mas a gente é imperfeito, como é que não vai ter conflito? Juntou gente, deu conflito. E o conflito é o que vai nos ensinar para que a gente possa evoluir. E eu tenho, meus amigos, tido assim uma uma ideia ultimamente, sabe? Ando pensando isso. Claro que é pra minha vida mesmo, né? Para eu poder me ajudar, utilizar esse conhecimento e meu próprio proveito. E eu tenho pensado muito ultimamente sobre quem são os nossos mestres. Jesus, nosso mestre maior. Você não tem dúvida. Mas será que a gente não tem aqui ou a colá

conhecimento e meu próprio proveito. E eu tenho pensado muito ultimamente sobre quem são os nossos mestres. Jesus, nosso mestre maior. Você não tem dúvida. Mas será que a gente não tem aqui ou a colá o outro mestre com Músculo? Não é aquela coisa, né? Aquela sumidade, mas que veio nos ensinar algo. E seguindo nessa nessas cismando, né, como a gente fala por aí, cismando aí nesse assunto, eu fiquei pensando na minha vida em quem são e quem foram os meus mestres. E cheguei à conclusão que os meus maiores mestres foram aqueles que eu tive na conta de inimigos. E aí quando eu faço as minhas orações, eu agradeço. São os mestres do perdão. Pessoa para te ensinar a perdoar, ela tem que ofender você para que você se coloque naquela posição. Eu perdoo ou eu não avanço ou não vou aprender a lição. Então os mestres do perdão, mestres da paciência, aquela aquela pessoa que convive com a gente, a gente fala assim: "Meu Deus do céu, tem até aquela piada, né? Eu peço paciência, não peço força, porque se me der força eu mato o outro, esgano o outro, né? Tem até aquela brincadeira que a gente faz. Mas são os mestres da paciência. Aquela pessoa que não tem jeito, tá ali e você tem que ter paciência porque aquela situação muitas vezes é incontornável. Então, já que nós estamos falando de ilusão, é outra ilusão que nós temos de que aquelas pessoas que estão ali sendo uma pedra no nosso sapato, são um impecílio para nós. Veio para me infernizar a vida, veio para me atrapalhar uma ilusão, veio para me ajudar a dar o passo que eu já consigo dar. os nossos mestres da paciência, da tolerância, os mestres da boa vontade. Você tem que ter boa vontade com aquela pessoa. E aí tantas outras coisas. Aquele que vem nos humilhar mestre da humildade. A gente se sentindo humilhado, que que aparece para nós ali? O orgulho. Aí a gente se assusta às vezes com o tamanho do bicho, né? Tá lá dentro da gente. Meu Deus do céu, doeu tanto. Será que esse orgulho tá tão grande assim? Tá. Então, esses que vêm às vezes nos humilhar são

gente se assusta às vezes com o tamanho do bicho, né? Tá lá dentro da gente. Meu Deus do céu, doeu tanto. Será que esse orgulho tá tão grande assim? Tá. Então, esses que vêm às vezes nos humilhar são os nossos mestres da humildade, porque eles nos convidam a vasculhar dentro de nós, a fazer uma faxina no nosso coração para que a gente encontre, meu Deus, tem um tiquinhozinho, pouquinho de humildade, que eu posso utilizar meu favor agora? Será que tem? nossos mestres da humildade. Então, meus amigos, eh precisamos sempre nos lembrar que quando Jesus fala para nós olhos de ver e ouvidos de ouvir, quando ele fala que ele ia nos falar, que nós íamos ouvir, mas não íamos ainda compreender, que nós íamos ver e não íamos ainda compreender, ele vem nos falar do nosso despertar espiritual. E não é à toa que o espírito Joana deângeles vem carinhosamente nos chamar de crianças espirituais. Vem nos falar que a nossa consciência, nós habitantes desse planeta lindo, azul, estamos ainda no nível, a grande maioria de consciência de sono. O que é isso? Nós não despertamos ainda. Estamos presos às ilusões da matéria, do poder, da satisfação do ego. Uma prisão. E nós vamos pouco a pouco no nos desprendendo dessa dessas amarras. Então, ela vem nos falar consciência de sono em oposição àquela consciência que nós começamos a querer conquistar, que é a consciência desperta. Essa consciência que já entendeu a nossa natureza, essa consciência que já começa hoje a entender o que que seria o justo, o que que é o belo, porque até ontem, outro dia ali na nossa história de humanidade, para nós o justo era não agiu como eu quero, eu passo a o fio da espada e tá tudo resolvido. Acabou a oposição, acabou a desavença, voltou a paz ao meu coração. Nós agíamos ainda assim. Então, estamos agora aprendendo diante das diferenças que nós temos que com as quais nós temos que conviver, o quanto é importante nós aceitarmos o outro como ele é. Ah, mas ele é contra mim, mas ele é. Deixa ele ser. é o direito dele. E

e das diferenças que nós temos que com as quais nós temos que conviver, o quanto é importante nós aceitarmos o outro como ele é. Ah, mas ele é contra mim, mas ele é. Deixa ele ser. é o direito dele. E nós vamos então amadurecendo a nossa consciência e nos livrando dessas ilusões. Por isso, meus amigos, o espírito Vinícius nos fala assim: "Hosanos a Jesus ressuscitado, imagem da vida eterna, testemunho vivo da imortalidade, símbolo da vitória. Nós vamos vencer a morte, sim, ela não existe. As nossas limitações, sim, nós somos seres destinados à perfeição relativa das criaturas, a vitória do espírito sobre as formas perecíveis. O espírito, a vida é o que realmente importa, é a única realidade. E nós ainda muitas vezes nos pegamos falando assim: "Ah, na minha outra vida, a outra uma vida passada, olha como é que isso é complicado. Nós tivemos outras existências na Terra, mas a vida é uma só. Nós não saímos dela nunca desde o momento da nossa criação que se perde lá naqueles naquele passado tão distante que para nós ainda é inacessível, mas que fica registrado no nosso inconsciente. A vida é uma só. Nós não de forma alguma escapamos dela. Quantas vezes nós nos pegamos ainda presos à ilusão de meu Deus do céu, a vida tá difícil. às vezes uma ideiação suicida ou às vezes a gente não tem aquela ideação, mas fala assim: "Ô, meu Deus, tá bom, não me leva, tá bom, né? Já, já deu." Como se houvesse a possibilidade da gente sair da vida e não há. Nós passamos pro lado de lá com todos os nossos conflitos que são muito mais difíceis de resolução do lado de lá, porque aqui a gente ainda tem um anteparo da matéria que meio que nos protege de ver certas coisas que a gente não daria conta de ver. Imagina você encontrando aquela pessoa que eh você gosta, mas tá tendo algum conflito e você percebendo tudo que ela pensa e sente: "Meu Deus do céu, a gente não ia dar conta. Ainda bem que aqui na matéria a gente consegue não falar, né? O outro pelo menos não tá percebendo, mas na espiritualidade não. Nós nos mostramos

a e sente: "Meu Deus do céu, a gente não ia dar conta. Ainda bem que aqui na matéria a gente consegue não falar, né? O outro pelo menos não tá percebendo, mas na espiritualidade não. Nós nos mostramos de acordo com a nossa o nossa, a nossa vibração espiritual. Então, meus amigos, precisamos aproveitar muito essa vida que nos é eterna, mas que é por nós valorizada a cada momento em que nós vamos despertando. E ele falando de Jesus, espírito Vinícius, vai nos dizer assim, se referindo a Jesus: "Tu és, como bem o disseste, a ressurreição e a vida. O que crê em ti, ainda que esteja morto, viverá. E todo o que vive crer em ti nunca morrerá. Crer na vida, crer nas nossas potencialidades, é abraçarmos a vida que nós trazemos dentro de nós. Nós às vezes estamos aqui no nosso dia a dia, materialmente vivos, mas espiritualmente mortos. Então essa crença em algo maior que nos move. Isso é abraçar a vida, saber que o que nos acontece de agradável ou de desagradável é temporário, são os nossos instrumentos de trabalho. E aí nós seguimos adiante. Então, procurando cada vez mais viver em abundância a vida que nós temos como criaturas divinas, como criaturas abençoadas. Meus amigos, eu agradeço a vocês esse momento e convido a todos para que a gente faça a nossa oração, encerrando esse momento para que depois a gente passe a segunda parte que é o passe. Então vamos agradecer ao nosso mestre Jesus. Amigo querido, muito obrigada, Senhor, por esta oportunidade de reflexão. Pedimos, mestre, o teu auxílio para que esses ensinamentos calem fundo em nosso coração, que possam ser eles instrumentos de que precisamos, as ferramentas para que possamos realizar as modificações na nossa maneira de ver o mundo, na nossa maneira de ver os nossos semelhantes, na nossa maneira de interagir no mundo de relações. Abençoa, Senhor, as nossas boas intenções. Abençoa a nossa vontade de crescer, de progredir. Abençoa o nosso entendimento para que possamos ver além da matéria, para que possamos ver com os olhos do coração.

, Senhor, as nossas boas intenções. Abençoa a nossa vontade de crescer, de progredir. Abençoa o nosso entendimento para que possamos ver além da matéria, para que possamos ver com os olhos do coração. Graças a Deus. Então, meus amigos, agora o Antônio nos direciona, né, para o passe. Uma boa tarde a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam

es, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. Er Er Er

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