RESISTE A TENTAÇÃO - Valéria Brüggemann [PAZ NA ALMA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/07/2025 (há 10 meses) 3:35 177 visualizações

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Transcrição

Resiste à tentação. Bem-aventurado o homem que sofre a tentação. Tiago, capítulo 1, versículo 12. Enquanto nosso barco espiritual navega nas águas da inferioridade, não podemos aguardar isenção de ásperos conflitos interiores. ente na esfera carnal, toda vez que empreendemos a melhoria da alma, utilizando os trabalhos e obstáculos do mundo, devemos esperar a multiplicação das dificuldades que se nos deparam em pleno caminho do conhecimento iluminativo. contra o nosso anseio de claridade. Temos milênios de sombra, antepondo-se nos a mais humilde aspiração de crescer no bem, vigoram os séculos em que nos comprazíamos no mal. É por isso que, de permeio com as bênçãos do alto, sobram na senda dos discípulos as tentações de todos os matizes. Por vezes, o aprendiz acredita-se preparado a vencer os dragões da animalidade que lhe rondam as portas. Todavia, quando menos espera, eis que as sugestões degradantes o espreitam de novo, compelindo a porfiada batalha. Claro, portanto, que nem mesmo a sepultura nos exonera dos atritos com as trevas, cujas raízes se nos alastram na própria organização espiritual. Sua morte da imperfeição em nós livra-nos a delas. Haja pois tolerância construtiva em derredor da caminhada humana, porque as insintuações malignas nos cercarão em toda parte enquanto nos demoramos na realização parcial do bem. Somente alcançaremos libertação quando atingirmos plena luz. Entendendo a transcendência do assunto, o apóstolo proclama bem-aventurado aquele que sofre a tentação. Impossível por agora, qualquer referência ao triunfo absoluto, porque vivemos ainda muito distantes da condição angélica. Entretanto, bem-aventurados seremos, se bem sofremos esse gênero de lutas, controlando os impulsos do sentimento menos aprimorado e aperfeiçoando-o pouco a pouco à custa do esforço próprio, a fim de que não nos entreguemos inermes à sugestões inferiores que procuram converter-nos em vivos instrumentos do mal. Emanu pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Pão nosso.

esforço próprio, a fim de que não nos entreguemos inermes à sugestões inferiores que procuram converter-nos em vivos instrumentos do mal. Emanu pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Pão nosso.

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