RESILIÊNCIA E OTIMISMO -Geraldo Campetti (FEB) [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 22/03/2026 (há 1 semana) 1:08:42 1,947 visualizações

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Transcrição

Doando [música] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. [música] Senhor, mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde, boa noite a todos que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e a todos vocês encarnados e muitos desencarnados que comparecem ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. É nessa vibração proporcionada pelo nosso querido Luiz Gonzaga, que nós iremos dar a continuidade aos trabalhos e agradecer muito a você, Luiz, que não apenas toca o teclado e o violão, mas toca as vibrações do seu coração. Nós sabemos disso. Muito obrigado, meus queridos irmãos. Eh, os trabalhos aos domingos, como todos sabemos, ele é dedicado à aqueles nossos irmãos que no momento de desespero resolveram se retirar desta vida. A eles dedicamos o dia de hoje, o momento presente, onde vamos unir o nosso coração em prece para cada um deles e também para todos os nossos irmãos que ainda nessa vida se mantém na ideação do suicídio. Eles vão sentir as nossas vibrações para cada um deles. Quem nos dirigirá à palavra e conduzirá nossa reflexão é o nosso querido irmão Geraldo Campete, vice-presidente da FEB. que nos falará hoje a respeito do tema resiliência e otimismo. Mas já estamos em vibração e harmonia e selecionamos uma uma mensagem pequena do livro Para Sentir Deus, de autoria de irmã Seif na psicografia de Vanderle Oliveira. É a mensagem 34 que tem o título Quanto vale o bom sorriso? E ela cita um trecho de Mateus 5, versículo 9, que fala: "Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus". E irmã Sidif reflete. Na esfera das permutas da vida, o bom sorriso tem preço elevado. É bem cotado em quaisquer ensejos. Para os tristes, é moeda de esperança e alento. Para os irritados é investimento calmante. Para

ete. Na esfera das permutas da vida, o bom sorriso tem preço elevado. É bem cotado em quaisquer ensejos. Para os tristes, é moeda de esperança e alento. Para os irritados é investimento calmante. Para os revanchistas é convite à pacificação. Para os invejosos, é dissolvente dos maus sentimentos. Para os tiranos é senha de libertação. Para os amargurados é estímulo à melhora. Para os familiares é declaração de afeto. Para os estranhos é atestado de aceitação. Para os excluídos é acolhimento fraternal. Para o irmão de ideal é mensagem viva do evangelho em nós. Para os doentes, é canção de otimismo na recuperação. Sorrir faz bem. O movimento da musculatura facial tem benefícios comprovados para a saúde corporal, além de excelente preventivo para o humor na vida mental. Sua ausência tem estimulado mal entendidos, malquerência, pessimismo, afastamento e indisposições que honeram as relações com ampliada dose de dúvidas e desconfiança sobre os sentimentos que carregamos. Sorrido é exercício feliz para paz na convivência e mensagem de luz irradiando no coração. O bom sorriso é um ato de cordialidade que transmite o que mil palavras não conseguem dizer, recolhendo da vida as vibrações elevadas que são extensa fonte de paz e felicidade em favor de nós mesmos. Queridos irmãos, queridas irmãs, convido a todos para a nossa prece inicial. Aqueles que se sentirem confortados, fechem os seus olhos e elevemos o nosso o nosso pensamento. Pai criador, inteligência suprema e causa primária de todas as coisas, rogamos pela tua misericórdia em favor dos nossos irmãos suicidas, que desconhecendo tuas imutáveis leis, abreviaram a permanência nesse mundo. Permita, pai amado, que os espíritos de luz aqui presentes e Maria, mãe de Jesus, possam encaminhar esses nossos queridos irmãos às esferas, onde possam reconhecer o passo que deram e terem força para retornarem ao nosso mundo, recomeçando a sua jornada. Pai amado, visite a nossa tela mental também. Visite a nossa tela e conheça aquilo que

onde possam reconhecer o passo que deram e terem força para retornarem ao nosso mundo, recomeçando a sua jornada. Pai amado, visite a nossa tela mental também. Visite a nossa tela e conheça aquilo que se passa nela, as dores que carregamos. Senhor, ajude-nos, tenha misericórdia de cada um de nós. Abençoe também o nosso querido irmão Geraldo Campete nas reflexões que fará nesse instante. Graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos e irmãos, muito boa noite a todos, amigas e irmãs queridas e queridos. Boa noite a todos. Pessoal tá chegando depois de tomar o passe, não é isso? Muito importante estarmos juntos. Vocês estão me ouvindo bem? Perfeitamente? OK. A nossa gratidão ao pessoal também que está nos acompanhando aí pela internet, né, pela TV Comunhão. Sejam todos bem-vindos pra gente tratar do tema desta tarde. Não há dúvida alguma de que estamos enfrentando momentos difíceis na nossa vida. problemas, desafios, crises, situações complicadas, provas desafiadoras, expiações dolorosas, problemas não faltam. De fato, a gente tá num momento bastante agitado, digamos, e por que não dizer até mesmo de perturbação em vários aspectos. Quando nós procuramos talvez uma satisfação momentânea das nossas necessidades e esquecemos de olhar aquele que sempre está do nosso lado, mas que nem sempre a gente observa, que é o outro. O outro que é nosso amigo, é nosso irmão, é nosso companheiro, é aquele que está sempre, de certa maneira, numa relação direta ou indireta. E nem sempre a gente lembra da existência dele. E quando nos lembramos, talvez a gente não esteja dando a devida atenção a ele pelo aliamento, pela indiferença ou mesmo pelo preconceito, porque ele tem opiniões diferentes ou ele é diferente de nós. Esse olhar inclusivo, ele se faz necessário, sobretudo nos momentos que nós estamos vivendo, porque sermos diferentes denota a criatividade divina em não ter feito sequer uma cópia, porque todos somos originais. Mas aos olhos deste que é o nosso criador, nós todos somos iguais,

tamos vivendo, porque sermos diferentes denota a criatividade divina em não ter feito sequer uma cópia, porque todos somos originais. Mas aos olhos deste que é o nosso criador, nós todos somos iguais, porque ele é pai. Um pai olha para os seus filhos com um olhar de amor para com todos eles, não fazendo distinção entre um e outro, não privilegiando um e condenando o outro. Para Deus todos somos iguais. A diferença entre nós encontra-se na nossa própria disposição, no nosso interesse, na nossa vontade de realizar, no uso da nossa liberdade quando empregada para o aprendizado e crescimento, ou às vezes num desvio, em cometer equívocos, nos afastando de Deus, nosso criador e aí gerando o sofrimento que a gente vai enfrentando ao longo do tempo na nossa trajetória evolutiva. Hoje, pela manhã, estávamos com os nossos queridos, né, dirigente, nosso querido Wagner, estávamos na FEDEF num curso de oratória, de palestrante, de expositores, 100 pessoas. Veja como o trabalho é sério, né? trabalho é de dedicação e estávamos lá com esses nossos amigos e irmãos muito queridos. Me tratam tão bem de um jeito que eu não mereço. É impressionante assim. E conversávamos sobre essa questão da dor e do sofrimento. A gente aprende no espiritismo que a dor faz parte do processo evolutivo. E isso não é ser masoquista. que ah, mas o espírito é masoquista porque ele fica cultuando, cultivando, adorando a dor. Não, ninguém. Quem é que gosta de sentir dor aqui? Ninguém, né? [risadas] Ninguém gosta, né? E o pessoal que tá na internet também não. Mas a dor, ela faz parte de uma espécie de acrisolamento, né, Andreia? assim de burilamento, de aparar as arestas quando a gente precisa de fato ser curado internamente, espiritualmente. uma doença, uma enfermidade acaba se manifestando no veículo físico ou um enfrentamento que a gente tenha no sentido psíquico ou emocional, para além do orgânico, fisiologicamente falando, a gente pode certamente enfrentar um desafio, uma prova que carrega sua lição, como nos ensina Emanuel, e que

e tenha no sentido psíquico ou emocional, para além do orgânico, fisiologicamente falando, a gente pode certamente enfrentar um desafio, uma prova que carrega sua lição, como nos ensina Emanuel, e que certamente, se bem suportada, vai nos trazer uma espécie de saúde espiritual, que é quando a gente começa a sentir um bem-estar, mesmo a gente passando pela dor. A diferença que existe para com o sofrimento é de que o sofrimento é uma escolha, é opcional, é uma vontade que a gente então estabelece de continuar sentindo dor deliberadamente. Aí é sofrimento, porque a dor ela é sob medida. Ela vem da necessidade justa. Não é nem mais nem menos, nem maior, nem menor, nem mais forte, nem mais fraca. Ela é exatamente na dose certa para a nossa necessidade de aprendizado e evolução espiritual. Já o sofrimento acaba sendo um exagero por conta própria. A gente prolonga a dor e aí sofre de várias maneiras. E a gente acaba provocando também, de certa forma o sofrimento diante ou perante aqueles com quem a gente convive. Muitas vezes, a nossa postura no ambiente em que nos inserimos pode causar um mal-estar, pode causar até um ambiente pesado. A mensagem que foi lida sobre o sorriso, não é? É tão importante e faz parte da temática que a gente vai tratar. A nossa postura altruísta, a nossa postura de enxergar o próximo, que é isso, é alteridade, enxergar que o outro existe, vai nos fazer bem. Nós não vamos nos sentir bem quando nós vemos o outro como irmão, fazendo parte de uma mesma família e temos o dever de nos amar. É um processo que a gente atravessa, nem sempre tão fácil, porque nós temos as dificuldades de relacionamento também. E aí existem os conflitos e confrontos gerados pelo egoísmo, pelo orgulho, que são as bases de todos os demais vícios que a gente pode alimentar. O mal ele é originado exatamente do egoísmo e do orgulho, da vaidade, da prepotência, do narcisismo. E a gente acaba se iludindo neste momento em que a gente atravessa tantas coisas, tantos desafios na jornada da

originado exatamente do egoísmo e do orgulho, da vaidade, da prepotência, do narcisismo. E a gente acaba se iludindo neste momento em que a gente atravessa tantas coisas, tantos desafios na jornada da presente encarnação. Nos confundir, nos atrapalhar, talvez até nos afligir e desesperar. poderá ser muito fácil, porque essa porta que se abre, ela é bem larga, ela é extensa, porque são muitas as ofertas que acabam nos atraindo. E aí, se a gente não tiver um processo de prudência, de cuidado, de vigilância, a tendência é que a gente se deixe abater ou que a gente se deixe iludir pelo que vai acontecendo cotidianamente nas nossas existências. Vocês estão entendendo alguma coisa do que eu tô falando? Tá tudo claro? Então, nós temos um artigo que está aqui em Reformador, que é a revista periódica mensal da Federação Espírita Brasileira, que já está no seu ano 144, publicada desde 1883. ininterruptamente, historicamente, houve ali uma pausa de uns 3 meses por conta de algumas dificuldades, porque o espiritismo era perseguido. Na primeira metade do século XX, teve um momento que no Brasil o Espiritismo foi perseguido. As portas da Federação Espírita Brasileira foram fechadas pela polícia e depois abertas, né? Então, nós tivemos eh preconceitos que aconteceram, mas o reformador permaneceu sendo publicado, começou de maneira quinzenal, hoje é mensal, depois da década de 30 já mensal, continua sendo publicado eletrônica e impressa, tá disponível. Podem fazer assinatura, né? Podem fazer a leitura. É um periódico muito bom. E tem um artigo nesse mês de fevereiro aqui que passou, né, próximo passado, que é de um doutor, ele é da área de saúde, Marcelo de Abreu Faria, e ele é trabalhador aqui do SEAI. Vocês conhecem a SEAI no Cruzeiro Novo, já ouviram falar? é uma casa espírita e ele é um dos trabalhadores lá, escreveu esse artigo falando de choque nervoso e equilíbrio emocional, físico e espiritual. Então ele vai trazer para nós aqui uma abordagem mais científica, interessante, que há situações adversas

á, escreveu esse artigo falando de choque nervoso e equilíbrio emocional, físico e espiritual. Então ele vai trazer para nós aqui uma abordagem mais científica, interessante, que há situações adversas que a gente enfrenta, que a depender de como a gente lida com elas, há um choque nervoso que acaba acontecendo diante daquilo que a gente tá enfrentando. Por exemplo, um problema é uma situação complicada, não é? Um desafio que surge, uma prova. E esse choque nervoso pode levar, inclusive a um traumatismo moral. fazer um choque tão grande a ponto da gente se abalar moralmente. E essa é a sequência de como eventos externos desencadeiam uma resposta emocional imediata, que é um choque nervoso. A depender de como a gente recebe o que vem de fora, a gente pode ter esse choque, potencialmente levando a crises de valores ou crenças, que é um traumatismo moral. Muitos diante de provas difíceis acabam desacreditando. Muitos se tornam inclusive eh, como é que fala quando não acredita em Deus mesmo? Ateus, por conta, por exemplo, de uma perda de um ente querido. Acontece. Às vezes a pessoa vem, atravessa, né, uma prova difícil, né, pode ter até uma prova vinculada a um passado de faltas, talvez através de uma doença terminal. Pode, como pode não ser. No espiritismo não há generalização. A lei de causa efeito, ela é submedida no ponto certo paraa necessidade, o merecimento de cada um pela misericórdia divina. Às vezes a pessoa vem e coloca: "Se você matou alguém, você vai morrer na próxima encarnação porque você matou alguém". Isso não existe na lei de Deus. Mas também ninguém deve matar ninguém, porque ninguém nasce para isso. Ninguém nasce para fazer o mal. O mal é uma escolha nossa temporária, porque o mal só existe enquanto a gente alimenta. O bem é o contrário, existe porque vem de Deus. Sempre existiu e sempre existirá. Se a gente se une ao bem, a gente se dá bem. Se a gente se une ao mal, a gente se dá bem. Só lá na frente, depois de provavelmente passar por processos doridos, dolorosos, pela necessidade de

xistirá. Se a gente se une ao bem, a gente se dá bem. Se a gente se une ao mal, a gente se dá bem. Só lá na frente, depois de provavelmente passar por processos doridos, dolorosos, pela necessidade de aprendizado. OK? Mas Deus não condena, não pune. Então a lei de causa efeito é uma lei de amor, é uma lei de justiça, sim, mas é de misericórdia, porque Deus é pai. Então Deus quer o nosso bem. Deus nos quer sorrindo. A próxima vez você canta essa música, não sei se você cantou, né? Talvez tenha cantado, que é tão bonita, né? Interpretada pelo padre Marcelo, mas é de um autor, né? Que fala do das noites traiçoeiras, né? Então é muito bonito. A gente Deus nos quer sorrir, não nos quer ver sofrendo. E aí Marcelo, Dr. Marcelo, ele vai continuando aqui dizendo, né? Eh, então, potencialmente levando a crise de valores ou crenças, que são esses traumatismos morais, a depender da resiliência pessoal e do contexto, não é? E essa sequência, intensidade podem variar. OK? Quando ele conclui o artigo, a gente vai falar sobre a resiliência. Nas considerações finais, ele vai trazer aqui dois exemplos pelo menos das obras de Emanuel, porque é um artigo espírita, embora tenha esse contexto científico, e é importante que o espiritismo também é ciência, ele traz aqui casos, situações concretas apresentadas por Emanu nos romances históricos, não é? Há 2000 anos. Ele traz um dos casos aqui e depois cita também um outro livro, né, que tem a ver também com esses romances. E aí ele vai dizer na conclusão o seguinte: choques nervosos podem transcender reações psicológicas, afetando a saúde psicoemocional, física e espiritual, evidenciando a ligação entre experiências perturbadoras e desequilíbrios internos. Às vezes nós nos desequilibramos internamente por questões de experiências perturbadoras. essas experiências acabam nos perturbando e a gente não entra num processo de desequilíbrio. Se na perspectiva psicológica importante é desenvolver a resiliência, e a gente vai verificar o que é resiliência, na perspectiva espírita, o

urbando e a gente não entra num processo de desequilíbrio. Se na perspectiva psicológica importante é desenvolver a resiliência, e a gente vai verificar o que é resiliência, na perspectiva espírita, o sofrimento é uma oportunidade pra gente corrigir desequilíbrios, não é? E na correção encontra-se a força da superação. À luz da doutrina espírita, tudo tem um sentido, uma razão de ser. Só não há justificativa para o mal deliberado, porque é uma escolha nossa. Você pode até explicar, mas não tem como justificar. E não dá para colocar na conta divina o mal que a gente pratica por vontade própria. Mas Deus é tão bom que do mal ele tira o bem para o nosso crescimento. Isso muitas vezes a gente verifica na experiência. pessoal tá sofrendo, tá passando por momentos difíceis, sofre mais ainda, mas aí aprende as lições diante das experiências doridas, difíceis, aquela aprovação, às vezes o contato com uma pessoa, né, que não é um ente tão querido assim, às vezes eh não é tão amada, né, desamada, não é tanto assim um par nosso, pode ser um ímpar assim nesse sentido da expressão, não é tão simpática, pode ser antipática e a gente não consegue ficar livre da pessoa. Já aconteceu com vocês? Tem algum caso concreto? Tem, não tem? Ah, já tá até pensando, a pessoa tá até rindo ali. Olha só, a gente não dá conta. Por mais que queira fugir, não é o caso de fugir, é questão de aprender se relacionar. Agora, precisa ver se a pessoa não pensa o mesmo de nós, viu? Que às vezes a gente pensa que é o outro e na verdade esse outro somos nós mesmos. Por isso que a gente tem que ter essa paciência, essa resiliência de saber suportar e com perseverança seguir em frente, né, Maria Clara? No seu caso não tem nada disso, né, neném? Jovenzinha já. Maria Clara tinha 4 anos. Eu tava fazendo uma palestra aqui, ela brincando aqui, correndo na frente aqui, viu, amigo querido? Hoje ela já está com 13, não é? Tá vendo? Já praticamente há 10 anos, né? Então, Dr. Marcelo, continua dizendo para nós aqui que eh a

, ela brincando aqui, correndo na frente aqui, viu, amigo querido? Hoje ela já está com 13, não é? Tá vendo? Já praticamente há 10 anos, né? Então, Dr. Marcelo, continua dizendo para nós aqui que eh a visão espírita, então, do sofrimento, não é? Ao integrar ensinamentos espirituais que enfatizam a justiça divina e a imortalidade da alma são princípios fundamentais, podemos reforçar a nossa fé, força que move as mudanças para transformar a dor em aprendizado e evolução. Aí que tá a oportunidade, né? A dor não pode ser o motivo de reclamação. Não é que a gente seja masoquista, mas nós precisamos ser o quê? pacientes e também obedientes e resignados. A aceitação do coração faz toda a diferença para o enfrentamento dos momentos de dores. Assim, a compreensão dos impactos, dos choques nervosos não apenas potencializa o crescimento individual, mas reforça a nossa capacidade de compromisso com a evolução do espírito. Aqui está essa temática trazida no artigo da revista Reformador, não é? que é esse daqui é de fevereiro, tá? Falando sobre Deus na matéria de capa. Depois eu vou deixar essa revista com alguém. Quem gostaria de receber o reformador? Muito bem, umas 15 pessoas, né? Mas tá bom, nós vamos passar para aquela autoridade lá que é um senhor já tá de cabelinho branco, branquinho, lindo, né? Tá bom. Mas eu tenho mais dois livros aqui. Um vai ser para André, porque ela trouxe um presente pra mamãe e a mamãe já tá mandando um presentinho para ela também, não é? E tem um outro que vai ficar também com alguém quiser. Eu acho que tem que ser uma mulher porque alguém chorou por mim, vai para você, tá? É romance. Aí vai ler, vai chorar mesmo e tudo. Eu, esses romances assim, eu leio, eu choro escondido, porque o homem não tem que chorar, não é? Claro que não, né? O homem pode chorar e deve chorar quando é necessário também, porque isso faz parte do desenvolvimento da sensibilidade, né? A gente que é muito cabra macho aqui, né? machucado e tudo, a gente fica sofrendo, demonstra o

e deve chorar quando é necessário também, porque isso faz parte do desenvolvimento da sensibilidade, né? A gente que é muito cabra macho aqui, né? machucado e tudo, a gente fica sofrendo, demonstra o sentimento. Isso faz parte do aprendizado. E aí, então o nosso tema desta tarde noite é resiliência e otimismo. O que é resiliência? Essa é uma palavra tão bonita, né? A gente ouve falar resiliência, tem falado muito sobre isso. Mas o que é? Alguém tem ideia do que significa resiliência? Muito bem. É isso que vocês estão pensando, não é? Olha só, se você pegar um objeto e esses dois objetos se chocarem, se você pegar um travesseiro e abraçar o travesseiro bem forte, que que acontece com o travesseiro? Amassa. Depois que você solta o travesseiro, o que acontece com ele? volta ao normal, volta à posição anterior, se ele tiver qualidade, né? Se o travesseiro não tiver lá uma mínima qualidade, você abraça, ele fica amassado, né? Então, a resiliência é essa capacidade que um objeto tem ou até um ser de retornar a uma posição anterior após um impacto. Eu costumo dar o exemplo eh da vara de bambu. Eu venho do interior. Quem é do interior aqui? Muito bem. 5% só. Ué, o pessoal tudo é de cidade grande. É. Ah, do interior, não é? Então, aí eu vim lá de do interior de São Paulo, fui registrado a 16 km cidade chamada Votuporanga. Outro dia uma colega me liga, né, e eu falei: "Onde é que você está?" E ela mora na Itália. Aí ela falou: "Eu tô numa cidade que você não faz nem mínima ideia de onde seja". Eu falei: "Mas onde é que é?" Ela fala no interior de São Paulo, uma cidade muito quente. Eu falei: "O interior de São Paulo quente, mas tá ficando assim quente realmente, né?" Aí eu falei: "Mas qual é o nome da cidade?" Ela falou: "Voto pororanga". Aí eu falei: "Nossa, eu nasci numa vila e foi registrado no município. A vila se chama Boa Vista dos Andradas, o município se chama Álvares Florense e fica a 16 km de Voto Poranga. Então tinha nascido ali bem perto de onde ela estava. boa parte da família da mamãe,

ípio. A vila se chama Boa Vista dos Andradas, o município se chama Álvares Florense e fica a 16 km de Voto Poranga. Então tinha nascido ali bem perto de onde ela estava. boa parte da família da mamãe, né? Por parte de mamãe, os justos estão lá em Votporanga, né? E volta e meia a gente vai para lá. Todo ano a gente tá passando por lá, né? É uma coisa muito interessante. Eu morei, então, 15 anos em Urânia, né? Que é uma cidadezinha mais perto da divisa de Minas com Mato Grosso, 60 km de Votuporanga, 150 km de São José do Rio Preto. Ficou fácil localizar? Localizado que isso faz toda a diferença no que eu vou dizer, não é? Então tá bom. Aí lá tinha os bambus, os bambus verdes, aquela vara de bambu, você pega e você faz o movimento, né? Você pega, vai até assim, joga lá num canto. Quando você solta, o que que ela faz? Faz esse movimento e volta à posição. Isso é resiliência. A resiliência é essa capacidade. Então, depois você ter um choque, não é? um movimento desse brusco, você retoma aquela posição anterior. No comportamento humano, Víctor Franco tinha que ser alguém vinculado à saúde, não é? Ele que escreveu o sentido da vida, passou por campos de concentração, né? Em Vits, por exemplo, na Polônia. Ele que sobreviveu por essa esperança do verbo esperançar, por se ter um motivo, uma razão, uma finalidade na existência. Isso é fundamental. Todos nós temos uma razão para existir. Essa razão é a nossa missão. A missão é a razão de existir. E qual é essa missão? Essa razão de existir? Evoluir. Estamos aqui para evoluir, para melhorar. Como é que a gente evolui? Como é que a gente melhora? Hã? Fazendo o bem. Todos estamos aqui para sermos úteis. úteis a nós mesmos, úteis aos outros. Então ele vai dizer o seguinte: "A vida precisa ter um propósito. Quando eu descubro qual é o meu propósito, eu tenho sentido na minha existência. Diante da perturbação, do conflito, às vezes da aflição, eu me perco porque eu não consigo identificar qual o meu propósito. Eu acho que eu não valho nada, eu acho que eu não tenho

a minha existência. Diante da perturbação, do conflito, às vezes da aflição, eu me perco porque eu não consigo identificar qual o meu propósito. Eu acho que eu não valho nada, eu acho que eu não tenho importância, eu não tenho propósito, então a vida perde o sentido." Mas ele vai dizer: "É preciso saber qual o seu propósito de viver." No espiritismo a gente aprende. Nosso propósito é a evolução. Todos estamos aqui para evoluir. E a gente evolui fazendo o bem. E fazer o bem é ser útil. Que é como o livro dos espíritos nos explica, o trabalho é toda ocupação útil, não é qualquer ocupação. Porque muitas vezes a gente vive ocupado e não faz nada de útil. Então tem que ser ocupação útil. Isso é o trabalho. E a gente vai aprendendo. Porque quando a gente se sente útil, não somos inútil. ou inúteis, a gente vai e tem sentido na vida. E Víctor Franco vai dizer, então, no sentido humano, a resiliência é a capacidade da gente se adaptar, a gente saber aceitar as mudanças externas, ou seja, aquelas que vêm de fora, que não temos um controle sobre elas porque são variáveis incontroláveis. que, portanto, independem de nossa vontade, elas chegam na nossa vida muitas vezes de maneira inusitada, inesperada, de sopetão. Não estávamos aguardando. E aí de repente a gente tá vivendo aquela espécie de um caos. Aconteceu já na sua vida, querida? Não, né? Então, a gente é pego de surpresa. E aí, que que vai acontecer? O como é que nós vamos agir ou reagir? Victor Franco o explica, o criador da logoterapia, não é isso? Ele vai trazer para nós no sentido de que como a gente age ou reage diante dessa circunstância, aprendendo a receber algo que acontece, internalizar aquele impacto e saber lidar processando de uma forma adequada. Quando é uma dor, você trabalhar com resignação, que é saber aceitar. Quando é um desafio, você desenvolver a força para o enfrentamento. Quando é um problema difícil você trabalhar estrategicamente para a sua também solução. Tudo isso é resiliência. Então, a resiliência

uando é um desafio, você desenvolver a força para o enfrentamento. Quando é um problema difícil você trabalhar estrategicamente para a sua também solução. Tudo isso é resiliência. Então, a resiliência é como se fosse uma capacidade de adaptação, mas não é só isso. A resiliência, ela traz uma força que é aquilo que nos dá resistência. Eu me sinto forte, eu me sinto capaz, eu com a minha fé eu dou conta, mas não é só a fé que eu tenho em mim. Eu também tenho a fé no sentido de acreditar. de confiar e de saber que não estou sozinho, porque também espero o amparo dos familiares, dos amigos. Que que tá escrito aí na sua camisa, amigo? Amizade. Amigo é coisa para se guardar debaixo de sete chaves dentro do coração. Assim falava a canção que na América ouvi, não é? o poeta musicista Milton Nascimento. E a gente vê como é importante então nós contarmos com uma rede de apoio na nossa vida, porque nós não estamos sós. E a resiliência, então é isso. A gente adquire força, nós nos tornamos resistentes. Nós somos fortes e resistentes, mas não podemos ser tão forte e resistente a ponto de vir um impacto e de repente a gente se, eu vou fazer o gesto, vocês falam a palavra, tá bom? Vem um impacto tão forte que de repente a gente se muito bem, obrigada. Ótimo. Isso mesmo. Tinha que ser uma criança para dar a luz aí pra gente, né? Ó, que lindo. A gente se quebra. E quando a gente quebra, a gente fica meio assim. Não é? Tem o quê? Tem medo, fica inseguro, não é? Fica ali meio, né, perdendo a esperança e a gente vai ter todo um processamento necessário que a gente precisa empreender. Então, essa resiliência não é só a resistência, porque eu posso ser muito forte, mas se eu sou forte no sentido de duro, eu vou me quebrar. Assim acontece quando a gente não tem a mente e o coração abertos diante das situações da vida. Quem se acha uma pessoa aqui mais fechada, mais resistente à mudança? Muito bem. Quem quem se acha que tem ainda preconceito aqui? Os outros não, né? Só uns três ou quatro

iante das situações da vida. Quem se acha uma pessoa aqui mais fechada, mais resistente à mudança? Muito bem. Quem quem se acha que tem ainda preconceito aqui? Os outros não, né? Só uns três ou quatro que levantaram a mão. Quem se acha um espírito de luz? Então, a gente ainda tem dificuldades, aquelas mazelas, aquelas inclinações más que o Evangelho Segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos nos colocam, não é? Na questão 90 e 919 a de o livro dos espíritos, a gente tem essa abordagem. 90. Será que nós, seres humanos, já temos condições de superar, de enfrentar e vencer as nossas más inclinações? A resposta é sim. Nós já temos. O que nos falta geralmente é a O que nos falta geralmente é a a fé, mas é acompanhada da vontade, né, queridinho? Falta vontade. Se a gente tiver vontade, a gente pode fazer muita coisa e para isso a gente precisa se esforçar. E na questão 919 é aquela questão de como a gente faz o nosso autoconhecimento. E aí, exatamente, pra gente superar essas tendências negativas, né? Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem nesta vida de superar as suas más inclinações? Um sábio da antiguidade já evoluço. Mas aí vem a questão 900 19. Porque Kardec não fica satisfeito e ele pergunta: "Mas isso todos nós sabemos? Só queremos saber como fazer isso." Ué, por que que não perguntou como? Então, Kardec, você perguntou qual? A resposta é o autoconhecimento. Agora, como aí Santo Agostinho dá um roteiro para nós passar em revista o que a gente fez todo dia de noitinha, o que aconteceu durante o dia, o que eu fiz, o que eu deixei de fazer, o que eu pensei, o que eu não pensei, o que eu falei, o que eu não falei. Aí ele pega tudo que é bom, reforça no dia seguinte. O que não é bom, ele vai procurar melhorar. É assim que ele tem que fazer, passo a passo, dia a dia, fazendo perguntas paraa nossa consciência. Quando a gente se pergunta, a gente tá buscando o conhecimento, tá buscando se conhecer. fazer aquela investigação interna, isso é fundamental, perscrutar, né? Investigar intimamente

ossa consciência. Quando a gente se pergunta, a gente tá buscando o conhecimento, tá buscando se conhecer. fazer aquela investigação interna, isso é fundamental, perscrutar, né? Investigar intimamente pra gente se conhecer. E aquele que se autoconhece, ele é humilde porque ele tem os pés no chão, a cabeça erguida e ele nem se superestima nem se subestima. Nós, quando nos autoconhecemos, a gente sabe exatamente das nossas fragilidades ainda, mas também reconhecemos as nossas forças. A gente sabe que ainda não é perfeito, mas temos a certeza de que somos perfectíveis. Então, a gente vai seguindo em frente. Ser resiliente é buscar esse autoconhecimento para eu saber exatamente quem eu sou e diante de um enfrentamento, eu agir de maneira construtiva, positiva, empreendedora, para que o processo evolutivo se efetue. É claro que é um desafio, claro que não é fácil, mas é o nosso dia a dia. A resiliência, ela implica numa questão fundamental que poucos de nós nos lembramos. Não basta eu ter a capacidade de me adaptar que até biologicamente os seres que se assim sobreviveram ao longo do tempo em bilhões e bilhões de anos, eles estão assistindo uma série na Netflix que é a vida no planeta Terra, né? A vida no nosso planeta, né? No nosso planeta Terra. É muito interessante. Antes eu tinha assistido os dinossauros. Recomendo a vocês. São quatro episódios, acho que em cada um. Mas vale a pena. É muito bonito. A gente vê a grandiosidade de Deus e de Jesus como cocriador do planeta Terra, não é? Com Deus há 4 bilhões 500 milhões de anos, já preparando esse ambiente para se chegar ao estágio de receber o ser humano. Mas nós estamos aqui há alguns milhões de anos. Mas há seres que existem há bilhões de anos. Os dinossauros viveram cerca de 160 bilhões de anos, alguma coisa assim. 160 milhões de anos. Aliás, é muito tempo, não é? E aí depois teve todo um processo, quem surge primeiro são as árvores. Olha, interessante. Primeiro a questão mineral, né, das rochas, dos ambientes, depois as árvores, depois vem os animais

o, não é? E aí depois teve todo um processo, quem surge primeiro são as árvores. Olha, interessante. Primeiro a questão mineral, né, das rochas, dos ambientes, depois as árvores, depois vem os animais mais simples e vai chegando ao ponto até onde nós estamos e a gente ainda está evoluindo. Mas a Terra é um grande laboratório incandescente e gelado, congelado a depender do tempo. Uma coisa impressionante. Então, tinha-se a vida, depois extinguia-se a vida, a vida ressurgia, renascia em processos todos de um laboratório espiritual que estava ali em exercício, em testes e tudo mais para chegar nesse ponto que nós chegamos. Então, a natureza é um exemplo de resiliência. É impressionante. Há seres, por exemplo, que sobreviveram desde aquela época. Nós temos alguns répteis que surgiram antes dos dinossauros até que eles existem até hoje. Os descendentes dos dinossauros que nós temos hoje na atualidade, sabe quem são? Os pássaros. Tem alguns pássaros que já existiam inclusive naquela época que até hoje existem. Existe até hoje do mesmo jeitinho. É uma coisa impressionante. Então, os seres existem há milhões e milhões de anos, não é? Eh, e assim é impressionante. Alguns até a bilhões, né? Porque é uma coisa interessante. Bom, para eu não fazer nenhuma gafa aqui biológica, né? Porque não é a minha área, mas é um assunto empolgante pra gente poder estudar e aprender. E a gente vai vendo como estes seres, até aí vem a explicação de Darvin, não é? Eh, que tiveram a capacidade de se adaptar, foram aqueles que sobreviveram. A girafa, por exemplo, alguns seres, inclusive antes, que tinham pescoços extremamente longos, como alguns dinossauros, e eles eram vegetarianos. Aqueles seres que pesavam milhares de toneladas eram vegetarianos, comiam um tanto de árvores diariamente e tinha que comiam as árvores que estavam lá, alto, porque elas tinham assim. Depois, olha só que interessante, depois foi diminuindo e estes seres inclusive não continuaram, não sobreviveram. E também a extinção total se deu foi por causa de

lá, alto, porque elas tinham assim. Depois, olha só que interessante, depois foi diminuindo e estes seres inclusive não continuaram, não sobreviveram. E também a extinção total se deu foi por causa de um elemento externo, não é? Que veio de fora, um meteorito. Imagina, casualmente estava numa direção, há um choque, ele vem direção à Terra. Nada é casual, né? Tudo tem o seu sentido. E a gente vê a resiliência dessa dessa capacidade de adaptação para que a vida prosperasse. Tô vendo um capítulo agora que é tão lindo. Os plantons que deram origem à vida depois inclusive, né, das árvores, de outros animais e tudo, eles ao mesmo tempo que deram a vida, eles também foram motivo para uma outra extinção, porque a gente já teve várias extinções ao longo do tempo. E por isso que a gente tem que tomar o cuidado com a natureza, que nós somos natureza também. Mas há um processo de resiliência, de capacidade de adaptação muito grande e que conta para além da resistência da força com algo que é extremamente inteligente, que é uma estratégia que não só reage, mas que age, que sabe esperar o momento certo para que as coisas se adaptem, se conformem e se transformem no processo de mudança evolutiva que se chama flexibilidade. A resiliência é um conceito que traz a resistência à força, à segurança, a fé, a confiança, mas a necessidade de se ter a flexibilidade, porque senão não sou resiliente. O resiliente ele sofre um impacto, ele não quebra. Por quê? Porque essa adaptação, essa transformação tem a ver com uma capacidade de assimilação e de processo íntimo de renovação constante. Deus já nos concede isso naturalmente no nosso veículo somático, no nosso corpo orgânico, porque nós temos bilhões de células em nosso corpo e estas células elas estão se renovando constantemente. É uma coisa impressionante. O nosso corpo é algo tão genial, tão maravilhoso, que quando ele perde a vitalidade, porque o fluido vital esgota-se num processo natural, quando a extinção da chamada vida orgânica, então

essionante. O nosso corpo é algo tão genial, tão maravilhoso, que quando ele perde a vitalidade, porque o fluido vital esgota-se num processo natural, quando a extinção da chamada vida orgânica, então a morte que o espírito então vai se desprende, este corpo que já não tem mais a vida, aqueles seres vivos que nós vamos alimentando ao longo da nossa existência, se encarregam de fazer a higienização do nosso próprio corpo. É muito interessante isso. A gente pensa, mas é uma cena horrorosa aquela coisa toda. É sublime se nós olharmos sobre esse aspecto. Quando a gente vai estudar tanantologia, não é isso? quem é o pessoal da área aí, não é, da psicologia e tudo. A gente vê inclusive no curso, e eu não fiz, mas a a Elane Cap me passou essa informação que é muito interessante, que ela tá tá fazendo uma pós-graduação em tanatologia. O que que é isso? É exatamente a questão do Vocês sabem o que é, gente? Quando alguém desencarna, a gente perde um ente querido, a gente passa pelo luto. E é preciso passar pelo luto. E esse curso coloca para nós, para quem tá fazendo o curso, as abordagens das distintas religiões sobre como é o entendimento da morte. Por exemplo, o velório espírita é diferente de um velório católico, não é? Interessante? E eles colocam isso no curso. O entendimento que o espírita tem de uma forma numa visão mais serena, mais resiliente nesse ponto de se adaptar, de aceitar, como coloca Dr. Marcelo aqui, a imortalidade da alma. Nós temos essa convicção e mais que isso, nós sabemos que tudo tem uma razão de ser. Então, a resiliência é essa capacidade de adaptação, de transformação com flexibilidade. Eu garanto uma resistência e uma força, mas com flexibilidade para que eu saiba absorver o que está acontecendo. Então, gente, a pergunta, como é que eu tenho agido ou reagido diante destas situações que no início a gente narrou aqui de problemas, dificuldades, desafios, crises, provas, expiações que a gente vem enfrentando? Como é que tem sido o meu processamento

u reagido diante destas situações que no início a gente narrou aqui de problemas, dificuldades, desafios, crises, provas, expiações que a gente vem enfrentando? Como é que tem sido o meu processamento íntimo diante disso? Alguém chegou a ficar aflito, desesperado, nervoso. Acontece. Certamente cada um de nós aqui está atravessando um momento difícil na sua vida. Se a gente chegar numa pessoa, a pessoa dizer assim: "Olha, eu não tô com problema nenhum, não tenho prova alguma. Olha aí, você pode perguntar a pessoa, será que você tá encarnado mesmo? Porque se a gente está encarnado aqui, né, nas vicissitudes provacionais terrenas, que assim, né, nós espíritas falamos, é natural, é compreensível que a gente vai enfrentar alguns percalços nesta caminhada. Se tudo estiver muito bem, muito sereno, muito tranquilo, alguma coisa vai dar errada. Então, a gente ainda passa por prova. Não é ruim a prova não, gente. Por isso tem que ter resiliência, resistência com flexibilidade para poder seguir em frente com perseverança. E aí vem a outra palavrinha aqui que diz respeito ao nosso tema de hoje, que é o tal do otimismo. Na minha adolescência, quando eu era jovem há menos tempo, eu li um livro, morava lá em Urânia. A gente assim não tinha muita noção, mas gostava de livro já desde aquela época. E eu profissionalmente eu trabalho com um livro e voluntariamente também, né? E é uma coisa assim que a gente tem essa satisfação de aliar um conhecimento técnico com conhecimento doutrinário, o trabalho voluntário, né? E eu me lembro que eu li um livro na minha adolescência, chamava Otimismo em Gotas. Alguém é dessa época? Ah, você é também. Nós somos jovens, né? Jovens aí é há menos tempo, né? ou há mais tempo, no nosso caso, no meu caso, a senhora não. E e aí esse livro era assim, otimismo em gotas. Era exatamente, era um livro meio que de bolso, mas ele trazia pérolas, né, trechinhos, né, extraídos, assim, era uma pessoa ligada a questão já de autoajuda, de beneficiar a vida do outro

o em gotas. Era exatamente, era um livro meio que de bolso, mas ele trazia pérolas, né, trechinhos, né, extraídos, assim, era uma pessoa ligada a questão já de autoajuda, de beneficiar a vida do outro e colocava em frases sempre de otimismo. A literatura espírita é muito rica nesse sentido, não necessariamente da autoajuda, mas assim de nos tocar profundamente por um processo efetivo de transformação. muitas mensagens. Então, a gente aprende no espiritismo, por exemplo, que nós somos espíritos imortais. Pelo fato da gente ser espírito imortal, a nossa perspectiva de vida transcende a presente existência. Não é só aqui ou agora. Porque se a gente só vivesse esta existência, não tivéssemos perspectiva da imortalidade e também não tivéssemos perspectiva da reencarnação, ou seja, que nós vamos também ter outras existências físicas, embora a vida seja uma só, que é a vida do espírito, que é a vida imortal, desde que Deus nos criou, ele nos deu o legado também da imortalidade. Ou seja, a gente nunca vai morrer. Essa é uma notícia, né? Bem-vindo aí a quem não sabia disso ainda. Então, a gente nunca vai morrer, somos imortais. E além disso, a gente vai viver várias existências físicas, porque é pra gente poder evoluir, aprender, crescer, se desenvolver. Ótimo. E para isso a gente enfrenta as tais provas. A gente tá aí com a gravação, tá circulando pela FEB, o trabalho em equipe sobre prova e expiação. Afinal de contas, o que é está o mundo, né, de inspiração e provas. Alguém já viu esse vídeo, né, algumas pessoas. Acessem aí a FEB, os canais, as redes virtuais, tá tudo aí paraa gente poder acompanhar. E a gente vê como é interessante quando nós temos essa perspectiva da transcendência, ou seja, que a vida continua, que nós somos imortais, que a gente não vai ter o foco apenas no presente, nós vamos projetar para o futuro, para o amanhã também, mas nós vamos viver o presente porque nós estamos encarnados aqui. Quem está desencarnado tá vivo também do outro lado e tá vivendo esse

esente, nós vamos projetar para o futuro, para o amanhã também, mas nós vamos viver o presente porque nós estamos encarnados aqui. Quem está desencarnado tá vivo também do outro lado e tá vivendo esse momento. Então não dá para antecipar o futuro porque ele não chegou ainda, nem ficar reclamando do passado que já passou, que não há o que fazer com relação a ele. O momento é agora, é o presente. Essa vida no presente, com a perspectiva futura, nos traz esperança, nos traz otimismo, que é viver com alegria. Eu tenho uma visão positiva, eu tenho uma visão que é alegre, eu tenho um olhar sobre tudo que tá acontecendo no sentido de que olha, isso que hoje eu atravesso é o que eu preciso passar. E eu me sinto bem com isso, porque o que nos diferencia uns dos outros é a maneira pela qual eu enfrento a prova que me chega. Como Emanuel fala, toda a prova carrega a lição. Se eu souber enxergar essa lição, eu vou conseguir evoluir. Se eu me sentir fragilizado por uma série de razões, eu posso pedir e devo pedir ajuda. A casa espírita tem um atendimento fraterno, tem um atendimento espiritual, tem a palestra que esclarece e consola, tem o passe que balsimiza, tem a água fluidificada que faz parte do da chamada fluidoterapia, que é um trabalho de cura, não é? Água é tão bom, não é, gente? Depois vocês tomam água também, tá? Ah, hoje parece que é dia, sei se é dia mundial da água, não é? Olha aí. Muito bem, Maria Clara, minha filha do coração. Tomando água é importante a gente vê aí as cenas, né? Quando a gente toma água, dinamiza todo o nosso corpo. É uma maravilha, faz muito bem para nós. A água é vida, né? 70% do nosso corpo é revestido de água, 70% do nosso planeta é água. É interessante, embora a gente se chame Terra, não é? É isso. E aí o otimismo é que vai fazer com que a gente tenha essa visão positiva, uma visão esperançosa, uma visão que dinamiza todo esse momento para eu não me sentir derrotado, não me sentir triste, eu não me sentir pequeno. Quando a gente tiver assim, se sentindo

visão positiva, uma visão esperançosa, uma visão que dinamiza todo esse momento para eu não me sentir derrotado, não me sentir triste, eu não me sentir pequeno. Quando a gente tiver assim, se sentindo derrotado, triste, pequeno, a gente pode pedir ajuda. Pedir ajuda bom. Eu digo isso, queridos e queridas, porque nós que somos espíritas ou simpatizantes, estamos aprendendo, né, o evangelho de Jesus à luz do Espiritismo, às vezes a gente tá sempre assim pronto para ajudar o outro na necessidade que ele tem. Ó, nós estamos aqui, somos, né, P para toda a obra, não é isso? A gente vai e faz tudo, tá ali. Agora, quando a gente tá com alguma coisa, a gente evita de comentar. não mostra pro outro. Por quê? Nós somos também seres em evolução. Ninguém é aqui um superherói. Ninguém é mulher maravilha ou superhomem. Nós todos somos seres que estamos crescendo. E quando a gente caminha juntos fica mais fácil, porque a gente estende mão a mão, ombro a ombro. Quando uma prova é difícil e a gente atravessa momentos difíceis, que pode ser até que nesse momento as minhas provas estejam bem mais leves. Eu acho que sim, do que a maioria de vocês. Então, nesse momento, a gente estende as mãos para ajudar. Amanhã pode ser eu que vou estar precisando dessas mãos estendidas para me auxiliar, porque a vida é feita assim. E aí a gente conta com os amigos verdadeiros, conta com os familiares, conta com a casa espírita, utiliza-se dos recursos necessários, fazendo com inteligência o que é necessário fazer. Se eu estou com algum problema de saúde, eu preciso buscar atendimento médico. Eu preciso fazer periodicamente, seja uma vez ao ano ou depender até mais, aqueles exames comuns. Utilizo inclusive o sistema de saúde público. Quem não tiver um plano de saúde, a gente tem recursos. E é de boa qualidade. É um sistema de boa qualidade, reconhecido no mundo inteiro. Então a gente tem possibilidade e a gente precisa usar dessas possibilidades. E diferente, vai conversar com alguém, não guarde para si. Converse com a

de boa qualidade, reconhecido no mundo inteiro. Então a gente tem possibilidade e a gente precisa usar dessas possibilidades. E diferente, vai conversar com alguém, não guarde para si. Converse com a companheira, com companheiro, conversa com um amigo, com amiga. Coloque a sua dificuldade, o seu problema. Isso faz parte. Não deixe crescer algo que pode ser resolvido no seu nascedouro. A gente não fala quando você identifica, por exemplo, diagnostica, não é, uma doença no início, a o tratamento é mais fácil e a possibilidade de cura é muito maior que quando a gente já pega num estágio mais avançado. Então, esse cuidados, esses paliativos, essa terapêutica, nós podemos fazer porque somos os maiores médicos de nós mesmos. Isso também é resiliência, é disposição, é esforço, é vontade e é otimismo. Porque diante dos enfrentamentos, eu tô enxergando a melhor possibilidade. E como eu não estou sozinho, eu vou ter um amparo sempre para encontrar os melhores caminhos na minha existência. E eu queria colocar aqui para vocês como a gente começou que ontem no palavras de luz, que é um momento diário. A comunhão tem momentos de atendimento aqui praticamente todos os dias, né, da semana, vários horários que a gente pode receber e deve. A Federação Espírita Brasileira tem um número que atende no Brasil inteiro. São mais de 300 voluntários. Talvez dentre aqui vocês possa até ter voluntário que vai ouvir a fala de alguém em necessidade. Isso no Brasil inteiro e funciona todos os dias. Existe o momento, né, nós já estamos encerrando aqui, querido. Existe o momento, né, da palavras de luz, por exemplo, e do Vamos orar todos os dias de segunda a domingo. Vamos orar às 7 horas da manhã, 12 minutinhos. E o Palavras de Luz de segunda a domingo, segundas, quartas e sextas às 18 horas, terças, quintas, sábado e domingo às 20:30. Hoje é 20:30, tá lá. A nossa escala é sábado e domingo quando a gente tá aqui em Brasília. Então são 20 minutinhos para poder conversar, dialogar, trazer um tema interessante do

do e domingo às 20:30. Hoje é 20:30, tá lá. A nossa escala é sábado e domingo quando a gente tá aqui em Brasília. Então são 20 minutinhos para poder conversar, dialogar, trazer um tema interessante do livro mesmo, uma mensagem que se não deixam de ser gotas de otimismo, né? E a gente vê como é importante nós nos prepararmos para enfrentarmos os momentos mais difíceis. Então eu queria encerrar trazendo aqui um poema que foi apresentado ontem no Palavras de Luz, que tem a ver com tudo isso que nós falamos. é de Mar da Rich, o nome dele da Rich-se Pense nos Outros. Ele diz assim: "Enquanto você prepara o seu café da manhã, pense nos outros. Não se esqueça de alimentar os pombos. Enquanto você trava suas guerras, pense nos outros. Não se esqueça daqueles que pedem a paz. Ao pagar a sua conta de água, pense nos outros, que busc um sustento nas nuvens, não em uma torneira. Enquanto você volta para a casa, para a sua casa, pense nos outros, como aqueles que vivem, em tendas. Enquanto você dorme contando planetas, pense nos outros. Quem não consegue encontrar um lugar para dormir? Enquanto você se liberta das metáforas sofisticadas, pense nos outros que perderam o direito de falar. E enquanto você pensa nos outros distantes, pense em você e diga quem dera que eu fosse uma vela na escuridão. Muito obrigado, meus amigos, meus irmãos. Obrigado, meu irmão. A Comh Espírita de Brasília agradece essa reflexão tão amorosa que o nosso irmão Geraldo Campete preparou para cada um de nós. Eu acho que ele falou pro coração de cada um de nós. Nós te agradecemos imensamente, viu, amigo? E convidamos para a nossa prece final. Aqueles que desejarem fechar os seus olhos, fiquem à vontade. E fechando os nossos olhos físicos e abrindo o nosso coração para o plano espiritual, tendo na nossa tela mental a figura doce e meiga de Jesus, aquele que teve a absoluta resiliência e amorosidade para com todos nós. amigo querido Cristo Jesus, abençoe-nos, Senhor. Dê as mãos, as suas mãos, as suas doces mãos. pegue nas

doce e meiga de Jesus, aquele que teve a absoluta resiliência e amorosidade para com todos nós. amigo querido Cristo Jesus, abençoe-nos, Senhor. Dê as mãos, as suas mãos, as suas doces mãos. pegue nas nossas e nos auxilie nesse caminhar, Senhor. Que em momento algum nós possamos desistir dessa jornada, que estejamos sempre resilientes e amorosos, porque a vida nos chama a luta, nos chama a evolução. Abençoe-nos a cada um de nós, abençoe os nossos familiares, nossos amigos, nossos locais de trabalho. Abençoe essa casa de luz que nos auxilia em todos os momentos da vida. Abençoe a cada um de nós. Graças a Deus e graças a Jesus. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

a necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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