#Reprise Divaldo Franco, Mário Sérgio e Alberto Almeida • Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 25/12/2025 (há 3 meses) 1:26:29 10,068 visualizações 1,482 curtidas

📺 Conversando Sobre Espiritismo – Reprise Especial de Natal Nesta data marcada pelo espírito de renovação e fraternidade, a TV Mansão do Caminho apresenta a reprise do programa Conversando Sobre Espiritismo, exibido originalmente em 15 de junho de 2023, reunindo Divaldo Franco, Mário Sérgio e Alberto Almeida. Nesta noite de Natal, quando os corações se voltam naturalmente para a mensagem do Cristo, o programa convida à introspecção, ao fortalecimento da fé raciocinada e ao compromisso com o bem, à luz dos ensinamentos espíritas. 📅 Reprise: 25 de dezembro de 2025 🎙️ Participações: Divaldo Franco | Mário Sérgio | Alberto Almeida ✨ Um encontro oportuno para refletir, aprender e renovar propósitos, preservando a essência dos valores espirituais que atravessam o tempo. #ConversandoSobreEspiritismo #DivaldoFranco #Espiritismo #Natal #MensagemDoCristo #MansãoDoCaminho #Evangelho #FéRaciocinada

Transcrição

Para que vivas em harmonia com os outros e esses contigo, necessitas manter um programa pessoal, mínimo que seja, indispensável aos resultados [música] felizes. pessoa que vive bem com as demais, conseguiu desenvolver um espírito de cooperação, grande naturalidade em dar, como em receber. Pequenos e simples atos de consideração constituem a primeira regra para um bom relacionamento humano e social. Se desejas realmente viver em harmonia, tenta ser paciente. Aprece inimiga da amizade, gerando pressão em relação aos outros e descontrole em quem a cultiva. Desse modo, organiza todos os teus momentos de forma que não necessite de viver em agitação ou ansiedade, levando insegurança aos demais. Relaxe-te. e confia que chegará o teu momento no instante apropriado. Sei caridoso, todos necessitam de ajuda. Usa a tua palavra para levantar os ânimos debilitados, estimular as novas lutas. Não critiques, nem leves ao ridículo a ninguém, nem mesmo quando em tom de brincadeira. Reparte gentilezas de acordo com as necessidades de cada [música] criatura. Um coração caridoso é uma ilha onde a felicidade reside. Se amoroso. O teu amor deve alargar-se e não restringir-se, diminuindo o campo de ação. No mundo carente, toda a baga raio de luz, dissipando a treva e apontando rumo. Rompe os teus bloqueios, teus receios e limites e deixa que o amor te conduza, fluindo de ti para os demais. Cooperando e confiando no bem, tens a diretriz para a tua harmonia em relação a ti próprio e a todos os demais. >> Estamos dando início ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Convidamos a professora Sonixas para proferir a prece de abertura. Muito boa noite a todos. Hoje o nosso Conversando sobre o Espiritismo, como costumeiramente está dividindo em duas partes e nós invertemos. Primeiro será as perguntas do público aqui presente, daqueles que nos assistem remotamente, o Divaldo e o Dr. Alberto Almeida irão responder as perguntas que nos foram questionados. A nossa equipe de apoio já está aqui presente, papel, caneta na mão. Aqueles

les que nos assistem remotamente, o Divaldo e o Dr. Alberto Almeida irão responder as perguntas que nos foram questionados. A nossa equipe de apoio já está aqui presente, papel, caneta na mão. Aqueles que quiserem interesse e fazer uma pergunta a respeito dos aspectos da doutrina espírita, fiquem à vontade. O nosso convidado de hoje é o Dr. Alberto Almeida, a quem eu passo a palavra nesse momento para que ele possa fazer a sua apresentação a todos nós. Queridos amigos, é com imensa alegria que podemos hoje nesta noite compartilhar e desfrutar da possibilidade de podermos fazer algumas reflexões em torno da nossa admirável doutrina espírita na companhia do nosso muito caro Divaldo Franco e do nosso Mário Sérgio, que compõe hoje esse essa linha de frente. Muita ternura a todos e um abraço aos braanos, especialmente aqueles que estão no pau da Lima aí na mansão do caminha do caminho presencialmente. >> Obrigado, Dr. Alberto. Nós então vamos começar as perguntas já imediatamente e eu formularia a primeira pergunta para que pudesse ser respondido pelo nosso amigo. O Rafael nos pergunta o seguinte: como suicidas são recebidos no mundo espiritual? A misericórdia divina não tem limites e o suicídio nas suas diversas gradações estabelecido por motivações variadas, desde aquelas em que o paciente, por exemplo, num processo delirante, acha que vai voar e pula de um prédio sem qualquer intencionalidade, mas destrói o corpo. até aquele que dramaticamente é programado e fria e calculadamente executado. Todos aqueles que desencarnam em situações nas seus variados semblantes, encontram em Deus a possibilidade sempre da sua misericórdia. Não há o fim para a vida. Há uma terminalidade para o corpo que pode ser precipitada no ato do suicídio. Porém, a afirmativa do espiritismo é profundamente clarificadora àqueles que desconhecem a espiritualidade, não a morte. Nós viveremos é perenemente. E a segunda de que quem se suicida, por pior que seja a motivação, não encontrará o inferno perene eterno, porque não há

es que desconhecem a espiritualidade, não a morte. Nós viveremos é perenemente. E a segunda de que quem se suicida, por pior que seja a motivação, não encontrará o inferno perene eterno, porque não há nenhum sofrimento que não encontre o objetivo, mesmo aqueles provocados conscientemente de aprendizado, de crescimento. dor do suicídio, portanto, não nos conduzirá a um inferno eterno, mas sim a dores inevitáveis, a consequências inerentes à intencionalidade do cometimento do ato e encontrará a oportunidade no tempo certo para que esse aprendizado possa ir sendo aos poucos integrando naquele indivíduo que desprezou o corpo, seu templo divino, achando que mataria a dor matando o corpo, para que ele a partir de então possa erguer-se no mundo espiritual e recomeçar a sua trajetória, fazendo o caminho de volta, naturalmente colhendo as consequências do suicídio ao lado daqueles que foram os coautores do suicídio. Portanto, a divindade não fecha a porta a ninguém e aqueles que estamos no caminho, sejamos aqueles que valoremos o corpo, validemos a vida no seu sentido integral, mas fazendo do corpo esse espaço sagrado que o corpo habita, que a alma habita para empreender o seu processo evolutivo. E aí estaremos cultivando a prevenção ao suicídio. E sem nenhuma crítica àqueles que já se suicidaram e aos familiares que vivem essa pjente dor. O Espiritismo vem consoladoramente e traz os esclarecimentos para que possamos todos juntos, orando por aqueles que abreviaram a vida corpórea, encontre o lenitivo através dos benfeitores espirituais que acolhem os sofrimentos desse tipo, que são enormes, dependendo naturalmente das motivos causais e da intencionalidade, mas que encontrarão termo, fim, e se converterão em experiências que vão ser assimilada como lições, a fim de que o ser possa valorizar a vida. Muito obrigado, Dr. Roberto Divaldo. Eh, uma pergunta que chega de Marco. Em uma pré-eleção, você falou sobre um tratamento espiritual mencionado pela benfeitura Joana de Angeles para doenças

a vida. Muito obrigado, Dr. Roberto Divaldo. Eh, uma pergunta que chega de Marco. Em uma pré-eleção, você falou sobre um tratamento espiritual mencionado pela benfeitura Joana de Angeles para doenças como câncer. Você poderia falar um pouco mais sobre esse assunto? Senhoras e senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV, nossos votos de muita paz. Desejo lembrar e informar que o Dr. Alberto Almeida, que estamos entrevistando hoje, é eminente médico de Belém do Pará, orador internacional, mantém obra nessa referida cidade que é chamada Jardim de Oliveiras. é escritor emérito, já publicou várias obras com imenso respeito e aceitação do público. A razão desse detalhe é para podermos considerar que os nossos convidados para este programa são todos eméritos trabalhadores do espiritismo, portadores de muita cultura doutinária, para nos aclararem as dificuldades que encontramos nessa filosofia nova para uns, já antiga para outros, mas que sempre tem interrogações necessárias de credibilidade. Conhecemos Dr. Alberto Almeida, embora ele seja muito jovem, há mais de 50 anos, quando então éramos ambos bastante jovens. Daí é um prazer muito grande periodicamente entrevistarmos Dr. Alberto e toda quinta-feira nós temos aqui alguém com uma folha de serviços muito grande, porque às vezes ouvimos a resposta e subestimamos de quem se trata. Será que é um profundo conhecedor do Espiritismo? Sem dúvida. Nós selecionamos com um critério de rigor para que os ensinamentos estejam dentro da pauta da codificação do espiritismo. Essa pergunta vem de uma temporada aos 30 anos, quando Joana de Angeles nos ensinou a terapia da meditação, não a meditação transcendental esotérica, mas a meditação da análise dos fenômenos que ocorrem em nossa vida. Naquela época foram publicados alguns CDs sobre epígrafe saúde. E entre essas exposições, ela elucidou a velha tese de Hipócrates, o pai da medicina. Asseverava o insigne pai da medicina,

nossa vida. Naquela época foram publicados alguns CDs sobre epígrafe saúde. E entre essas exposições, ela elucidou a velha tese de Hipócrates, o pai da medicina. Asseverava o insigne pai da medicina, 400 anos antes de Jesus, que não existem doenças, existem doentes. É óbvio que ele não era espírita. A tese espírita é exatamente essa: a doença, o transtorno, o distúrbio, a aparente infelicidade, o desconcerto perante a vida. Tudo aquilo que consideramos negativo é resultado do nosso comportamento ao largo das jornadas reencarnacionistas. É que vale dizer que somos os autores da nossa vida. O que fazemos? Inscreve-se no mais profundo do superconsciente ou do inconsciente profundo. As boas ações que são a bênção de Deus projetam-nos, mas não apenas no reino dos céus amanhã, na plenitude dos céus hoje, através do bem-estar, da alegria de viver e não somente por meio da saúde orgânica, do distúrbio emocional, do transtorno psiquiátrico, porque há pessoas portadoras de doenças e profundamente felizes, e outros de corpos saudáveis, de emoções ainda por desenvolver, já assinalados pelas amarguras do egoísmo, das frustrações, dos desejos não realizados. Então, a proposta de Jona, de Angeles, é um mergulho no ser que somos. Nós somos um espírito energia pura, um envoltório perespiritual com uma arga massa de energia específica e o corpo orgânico. Tudo aquilo que o espírito experimenta, ele transfere para o perespírito, que por sua vez transfere para o corpo. Uma emoção é emotiva do ponto de vista psicológico, é parafísica. De imediato transfere-se para o espírito e manifesta-se no organismo uma contrariedade e de imediato um distúrbio gástrico, um problema hepático, a boca amarga, aceleração da nossa adrenalina. As glândulas suprarrenais derramam muita adrenalina, a palidez, o resfriamento. Portanto, há um intercâmbio entre esses três elementos muito grande. Quando isso se repete com a invasão de microrganismos, de bactérias, de fungos ou de outros do gênero microscópico,

o resfriamento. Portanto, há um intercâmbio entre esses três elementos muito grande. Quando isso se repete com a invasão de microrganismos, de bactérias, de fungos ou de outros do gênero microscópico, transformam-se naquilo que chamamos doençã. Porque esses elementos estranhos, o bacino de coque, o bacino de rança, a tuberculose, a lepra, o câncer, a sín gripe, esses elementos destróem a célula e ela perde a sua função. Então, advém o equilíbrio geral. Qual era a proposta dela? Viajar a nossa mente em direção daquilo que somos. O espírito imortal, como acabou de explicar o Alberto, nós somos indestrutíveis. A consciência, o espírito em si, o pensamento, o psiquismo, como queiram dizer, são de natureza perpétua, desde que criados não desagregam, não desaparecem, nunca, tem um caráter agora de imortalidade. Então, vamos dizer que eu tenho um câncer e este câncer pode ter hereditariedade. Está provado que a hereditariedade produz cânceres de distúrbios emocionais, de conflitos infantvenis, de pancadas e simplesmente de processos degenerativos. Então, surge o desequilíbrio da célula. A célula se multiplica cada 28 dias. Entre 28 e 32 dias, uma célula passa pela divisão e então se transforma em duas. Aquela que era sadia emite a construção de uma deficitária. Morre. Esta adoentada vai transmitir as outras. com a desvantagem, enquanto a sadia continua num período de equilíbrio, aquela acelera e é por isso que nasce o tumor. E esse tumor pode ter um valor destrutivo imediato e pode ter apenas um caráter degenerativo de uma tumoração denominada benigna. Como nós somos essa energia, a meditação terapêutica, que é o nome, é fazer uma análise. Afinal, eu sou doente ou estou doente? Temos aí dois verbos. Quem é doente não tem jeito, porque a pessoa reconhece que não tem possibilidade de cura. É, mas aquele que está verbo transitivo, portanto transitório, eu estou hoje aqui, daqui a meia hora já não estarei. Estou pensando tal coisa dentro de um minuto, estou pensando noutra. Então, o

cura. É, mas aquele que está verbo transitivo, portanto transitório, eu estou hoje aqui, daqui a meia hora já não estarei. Estou pensando tal coisa dentro de um minuto, estou pensando noutra. Então, o estar é manipulável pelo nosso pensamento. O ser é aceito pelo pensamento. Ah, eu sou canceroso. Então, se é canceroso, é canceroso. Não tem jeito. Mas eu estou com câncer. Amanhã eu estou com a saúde regularizada. Parece ser uma coisa aparente, mas aí vamos entrar na área da psicologia. Cada um é o que pensa que é. Eu sou otimista e realmente eu sou muito otimista. Quando eu quero uma coisa, eu penso que já consegui e já começo a trabalhar no plano. Tem pessoas que nasce, vive e morre. Ah, eu não sei o que é que eu vou fazer. Depois de morto, não tem jeito, já morreu. Então tem que pensar agora, acabar com o vitimismo. Ai, quem sou eu? Eu sou um pobre, mas um pobre com dois olhos, que são as duas lentes mais perfeitas que o mundo jamais contemplou. Então não é tão infeliz assim. Ah, mas eu tenho uma problemática de voz, mas eu consigo me comunicar. Eu tenho ossos duros. Faz tempos aí dois anos, eu fui vítima de uma queda. Eu me dei uma queda, como se diz classicamente, ao invés de quebrar a cabeça, eu quebrei a tábua. Isso aqui é uma cabeça. A tábua que me parou quebrou. Eu disse assim: "Vá de metro, Satanás, que coisa! Porque eu não sou doente. Eu tive um momento de desequilíbrio porque estava com uma problemática de saúde e ao perder o equilíbrio, eu fiquei no ar e mesmo assim com a ocência que me é peculiar, eu procurei um ponto de apoio, não vi. Eu disse assim: "Vou cair". E me adaptei a cair o mais confortavelmente possível. Imagine que tem um abismo e ali tem um colchão. A pessoa que tá, eu vou cair mesmo no abismo. Deus não pode fazer nada. É isso que as pessoas não entendem. Ah, Deus não me ajudou. Ajudou. Ele estabeleceu o colchão e estabeleceu também os espinhos. Agora a gente é que escolhe. às vezes já está escolhido e a gente não tem tempo. E então quando eu

entendem. Ah, Deus não me ajudou. Ajudou. Ele estabeleceu o colchão e estabeleceu também os espinhos. Agora a gente é que escolhe. às vezes já está escolhido e a gente não tem tempo. E então quando eu tive alguns sinais de câncer masculino desde o ano de 2007, quando o médico urologista me fez oito biópsias com dor, porque a minha a o meu plano chamava-se SUS. E era um susto. A gente fazia o toque, o exame na marra e ficava sentado na cadeira para tirar crise. Embrulhava num cobertor dorme bem e tinha crise na cadeira. Eu tive oito vezes e o meu médico diz: "Mas você não tem plano?" Eu digo, não tenho. O plano é mais caro do que meu salário. Se eu fizer o plano, eu não morro de doença, eu morro de fome. Então eu optei, mais tarde eu fiz. Muito bem. Então o meu médico disse: "Você tem câncer, Divaldo." Eu digo: "O senhor disse: "O que é que eu tenho que fazer? Uma pequena cirurgia e tirar da cabeça que tem câncer. Se você é canceroso, vai morrer. Se não é, vai viver. Foi no mês de fevereiro de 2007. A minha vida é muito curiosa. Eu disse: "Então vamos fazer?" Ele disse: "Quando?" Eu disse: "Agora, amanhã, como é que é?" "Ah, não, tem que ver se tem vaga no hospital, porque é muito fácil, né? Internar é fácil para quem tem dinheiro." Não tinha vaga. E como o médico era muito meu amigo, ele conseguiu eu ir para o apartamento do governador. Veja como é bom ser pobre. Quando me levaram para o apartamento, na manhã seguinte, eu disse: "Minha filha, eu sou de enfermagem". Eu disse: "Não, senhor, está aqui o apartamento." E eu disse: "Mas eu não sou nada, eu moro no Pau da Lima. Se tiver algum engano, corrige." Eu fui, entrei, me beneficiei, vivi a alegria de ser governador de mentirinha, fiz a cirurgia. 3 horas depois eu estava viajando a São Paulo para proferir uma conferência de aniversário da doutrina espírita na cidade de São Paulo, no maior auditório de São Paulo. Estava fragilizado, estava ainda sob ação do medicamento e o médico me disse: "Você não vai aguentar vou". Quem disse? É só eu querer. Eu

írita na cidade de São Paulo, no maior auditório de São Paulo. Estava fragilizado, estava ainda sob ação do medicamento e o médico me disse: "Você não vai aguentar vou". Quem disse? É só eu querer. Eu tenho duas opções. Me deitar e ficar lamentando e simplesmente ficar andando. Não é a máquina para movimentar. É. Eu digo, então já vamos começar. Fui. Estou aqui até hoje e o médico já está no reino dos céus. [risadas] Pelo menos eu oro para que Deus o proteja que ele merece. Ele me ajudou a vida atender esses paradoxos. E então Joana de Angeles me ensinou, as células é que estão doentes, não é o senhor. O senhor é o conjunto. As cédulas são peças. O carro fura o pneu, o senhor não joga fora, troca o pneu. Faltou gasolina, bota nova gasolina e assim por diante. É um automóvel, cuide do automóvel. Nessa viagem a gente faz uma autoanálise da mente. Por as minhas células adoeceram, por karma, porque eu sou devedor. Mas eu tendo saúde, eu posso fazer muito mais para o meu bem. vai fazendo uma autoanálise e vai direcionando o pensamento ao órgão doente. Eu sabia qual era o meu órgão doente. Eu imaginei, olhei fotografias, olhei mapas e então consegui psiquicamente ver. E ainda me lembro que eu disse assim: "Aí, hein, cara, quer dizer que é você que quer me derrubar, hein? Que que há? Vou entrar em você." Entrei no organograma e vi as células. Nós somos 300 bilhões de células. Olha que máquina. 300 bilhões de máquin de cédulas todas independentes. Cada uma deputada, cada uma faz o que quer dentro de um circuito de harmonia. Manter essa harmonia é que é o desafio. Agora, uma pessoa que se irrita por tudo, que fala mal de todo mundo, que só prejudica, que somente pensa em perturbar, que não tem a alegria de servir, quando a pessoa me diz assim, mas de volta tinha tanta curiosidade para lhe conhecer, eu digo assim, felizmente eu tenho duas patas e não quatro. E a pessoa tá com curiosidade, depois da curiosidade, diz assim: "Pois é, até que gostei. Deus sabe a força que eu fiz pra pessoa gostar. Enquanto ela

sim, felizmente eu tenho duas patas e não quatro. E a pessoa tá com curiosidade, depois da curiosidade, diz assim: "Pois é, até que gostei. Deus sabe a força que eu fiz pra pessoa gostar. Enquanto ela me olhava, pai, nossa, santificado pra pessoa gostar, deixa no teu caminho uma luz acesa, porque um dia tu voltarás e ele pode estar de luz apagada ou de luz acesa. Portanto, o bem é bom para que é bom?" E então Joana de Angel me ensinou a falar com as células. Elas são fontes de vibrações, elas são campos de energia. E eu então vi aquela pasta como se fossem feitas de pequenos grãos bem delicados e que se movimentavam. Eu entanto assim, pessoal, cheguei. Por que que vocês estão de mal comigo? É tão fácil, eu sou de bom temperamento. Aí eu caprichei, não é? Eu disse tudo que eu não era, eu disse que era. Elas não sabiam. Pois meus amigos, foi no dia 7 de fevereiro de 2017. Aqui estou eu, ótimo, com um PSA 0,3 de bebê que ainda vai renascer. Porque eu disse para Deus, com tanta gente aí querendo câncer, senhor vai arranjar para mim negativo. Atenda quem quer, eu não quero, eu procedo bem, eu penso bem no Senhor. Então, fiz a minha parte com Deus. Então, em síntese é: descubra que você é mortal. Agora que eu vou morrer é indubitável, porque o problema é que ninguém quer morrer, mas também ninguém quer ficar velho. Eu fiz hoje um artigo no jornal à tarde, cada quinta-feira, 15 dias eu faço sobre a velice. Claro que eu não me considero velho, eu me considero idoso. Idoso é uma pessoa que tem muitos anos. velho é aquela coisa, é aquele prato quebrado, é aquele copo rachado, é aquele prato que quebrou a ponta da torneira, ele é velho, é acabado. Mas idoso até tem um pouquinho de fogo, de animação. Ah, ele é idoso, não diga, tá na cara, mas a gente finge. E então, alegria de viver. Viva cada momento. Teve uma grande de contrariedade. Fique com raiva, mas não desejo o mal. Porque eu ficar com raiva é uma desarmonia orgânica. O corpo não tem culpa da contrariedade. Então não maltrate o corpo. Fique com

e uma grande de contrariedade. Fique com raiva, mas não desejo o mal. Porque eu ficar com raiva é uma desarmonia orgânica. O corpo não tem culpa da contrariedade. Então não maltrate o corpo. Fique com raiva, mas amanhã deixa a raiva para mal a doce. Há que interessar. Aí existe o CD Saúde, é uma coleção de quatro CDs. Nós já não temos mais porque mudou. O progresso é cruel porque vai melhorando, mas anulando o passado. E então vai ver que em síntese é um autoconhecimento. Quando eu contei isso a Chico Xavier, ele me contou uma outra que eu vou aproveitar porque é muito útil. Como é que você pode manter-se um homem casto, um homem cáro, um homem equilibrado aos 40 anos, solteiro, trabalhador do bem, instrumento dos espíritos mais iluminados que desceram a terra. Ele então me contou, eu já contei aqui a história, mas ele contou um detalhe, que ele aprendeu ir ao aparelho genésico mentalmente e viu as células que faziam lembrar grãos de ervilha. E o Chico era muito jovial. Então ele disse assim: "Meninas, por que que estão com raiva de mim? Vocês precisam de mim, mas eu também preciso de vocês. O seu problema é que vocês necessitam graças à sua constituição de se transformar em hormônios. Então, tem que ser seres. E eu necessito de descarregar esses hormônios. É a lei da vida. Vocês têm um mecanismo, eu não me posso comprometer com esse mecanismo, mas eu tenho outro. Então, já que vocês querem chegar ao êxtase, eu necessito de forças para psicografar. E ele disse, eu comecei a sentir aquele subir de energia e dizia, até o meu cérebro. Chico psicografou até os 92 anos. Ele não enxergava o papel, escrevia às vezes na toalha, mas que mensagens eram as suas energias. E aí, Divaldo, toda vez que as célas diz assim: "Chico Xavier, nós estamos com necessidade, subam, subam pra cabeça." Eu então dizia para as minhas, subam para a garganta. Eu tenho que falar muito. Eu faço, faço seminário o dia inteiro, 5 horas e ainda uma palestra à noite transcende a capacidade vocal. Então, até hoje. Daí

o dizia para as minhas, subam para a garganta. Eu tenho que falar muito. Eu faço, faço seminário o dia inteiro, 5 horas e ainda uma palestra à noite transcende a capacidade vocal. Então, até hoje. Daí não sejam doentes, experimentem a doença, como a gente às vezes se alimenta demais, eu abusei. O que é que faz? Toma um digestivo e espera e amanhã tem um pouco de paciência. Não se alimente mais porque vai ter um problema gástrico. Espera esse alimento no tr e amanhã ter uma vida normal, porque é fácil ter uma vida saudável. Daí o confrade que deve ter ouvido uma palestra antiga, porque eu falei são 30 anos esta série, faça uma viagem ao seu interior. Conheça-se a si mesmo. A velha frase atribuída a Sócrates e peça a seu corpo que lhe ajude e ele ajuda. Eu confesso a vocês com experiência. Não discuta com a pessoa de 96 anos porque perde mesmo. Porque velho não cede nunca. É uma característica. Ah, p deixa, ele é velho, não adianta. Emil assim, deixa, ele é idoso. Quer dizer, já passei por isso. Aos 96 já pulei corda, já pulei isso, já pulei agora. Mas se alguém me der uma corda para pular, eu ainda pulo. Bota a corda no chão, aí eu pulo. Pulei corda. Daí a vida é o amor que nosso Senhor Jesus Cristo nos predicou. Muito >> bem. Eh, Dr. Alberto, uma pergunta de do Artur. O senhor poderia explicar a respeito dos na mortos? Os nate mortos? apresentam uma realidade que envolve a família, notadamente a mãe e o pai. Há espíritos que renascem e que trazem o comprometimento de tal monta que não logram experimentar uma vida muito longa. experimenta um tempo suficiente para atender as suas necessidades e desencarna. Às vezes conseguem nascer, todavia, alguns outros morrem no nascimento ou outros conseguem nascer e viver alguns dias e desencarnam. Essas situações envolve a combinação de experiências e destinos, programas espirituais que se entrecruzam. Uma mãe que guarda a necessidade de valorizar a maternidade junto com seu parceiro, em que outrora menosprezou o lar, a família

ão de experiências e destinos, programas espirituais que se entrecruzam. Uma mãe que guarda a necessidade de valorizar a maternidade junto com seu parceiro, em que outrora menosprezou o lar, a família e os filhos, às vezes perpetrando atitudes que foram disfuncionais em relação à própria procriação, como aborto, agora renasce com a ânsia de ser mãe. O desejo ardente de ser mãe fala, impulsiona para que ela possa mobilizar o seu centro genésico, o seu corpo perespiritual, a fim de que ele possa se recompor e numa possível gestação, que às vezes não acontece, às vezes acontece a meio turno, no sentido de que a gestação se dá, mas o feto não logra viver ali naquele momento em função de uma disfuncionalidade da mãe, por exemplo, que tem um útero numa incontinência do colon do útero. O colo do útero é como se fosse o bico do balão. Às vezes, aquele bico que deveria conter toda o feto e toda a cavidade com a sua, o seu líquido aminhótico não dá conta. Ele se abre e o conteúdo do balão, o conteúdo do útero sai antes do tempo. E medicina chama-se incontinência ístimo cervical. Ela precisa fazer uma cerclagem, precisa fazer numa gestação posterior, por ter perdido um, às vezes dois bebês, precisa fazer uma costura e ela faz essa cerclagem no colo do útero para assegurar uma nova gestação. Ou seja, é uma mulher que com seu companheiro experimentam grandes dificuldades para lograr estabelecer o nascimento do seu bebê. às vezes conseguem, como esse caso citado, às vezes não. Às vezes guardam uma grande ânsia por ser mãe. Ainda hoje mesmo, uma jovem mãe me dizia: "Eu aspiro desde criança. A minha desejo de ser mãe vem desde criança. E o meu pai assim comentava acerca de mim que eu deveria ser mãe, que era como que a minha profissão. E de fato a história dela longa, com várias dificuldades na maternidade, conseguiu lograr, pela fertilização em vitro um bebê. Todavia, o bebê não conseguiu nascer, viajou e quarto mês faleceu. e ela compartilhava sua experiência comigo e nós conversávamos espiriticamente sobre o

iu lograr, pela fertilização em vitro um bebê. Todavia, o bebê não conseguiu nascer, viajou e quarto mês faleceu. e ela compartilhava sua experiência comigo e nós conversávamos espiriticamente sobre o fato, esse entrecruzamento de programas, a ânsia de alguém ser mãe que colocava a maternidade inclusa acima da própria conjugalidade, dizendo ela ao parceiro que se candidatava, dizendo: "Ou você vai ser meu parceiro para criarmos e termos um filho" ou então nós nem começamos aqui no início do namoro. Veja a ânsia da maternidade na tentativa, portanto, de ser mãe. Uma maternidade, por certo, que traz outrora alguns comprometimentos e que não logrou vencer de modo a experimentar uma grande frustração quando a gestação em curso experimentou isso que nós acabamos de dizer, a inviabilidade do feto. Aquele que renasce ou que tenta renascer, mas não logra estabelecer uma vida extrauterina, é um espírito que traz um comprometimento. E desta forma ele quando no útero experimenta de um, 2, 3 meses em regime de urgência, como se houvesse uma UTI para o atendimento, é às vezes um ex-suicida que renasce numa condição dramática, mas que não consegue organizar o corpo, modela uma patologia, uma síndrome, ou simplesmente não consegue modelar um corpo saudável a ponto dele se constituir e poder nascer. Ele vai se recompondo numa vivência muito curta, intrauterina, ou nasce e morre. E a mãe, que muitas vezes não o conhece do ponto de vista espiritual, mas trazendo um karma correspondente a uma maternidade violada do passado, agora se refaz mesmo diante da frustração, valorizando o ato de ser mãe. Esses dois planejamento que André Luiz analisa no livro Ação e reação, servem ao grupo que juntam-se mediante a lei de causa e efeito e cada um é atendido do seu jeito. Mas há também ocorrências de que se estabelece quando o espírito no início da gestação, especialmente até a oitava semana, que é o chamado período embrionário, a partir da nona se constitui feto, deixa de ser embrião, ele desiste nascimento em

ece quando o espírito no início da gestação, especialmente até a oitava semana, que é o chamado período embrionário, a partir da nona se constitui feto, deixa de ser embrião, ele desiste nascimento em função da aversão que tem pela mãe, da inimizade que tem pelo pai, do medo da caminhada que deverá empreender, das provas que ele traz às vezes no próprio corpo. corpo e ele desiste e abandona o corpo por uma decisão própria. Isso está dentro de um programa. A mãe sabe que vai receber aquele espírito, mas ele tem a possibilidade de vir ou não vir, porque o livre arbítrio ainda assim permanece, tanto para a mãe quanto para o pai quanto para o bebê. De tal modo que não há nenhuma circunstância que não se aproveite para se poder tornar espiritualmente um ser melhor. A mãe que perde um bebê, por exemplo, que viveu com ela até 8 meses ou até a próprio parto e morre, ela foi mãe. Se ela teve a criança por três meses dentro do útero, disse-me uma: "Doutor, eu não consegui levar a gestação à termo. Sempre desejou ser mãe. Com três meses ela perdeu. E eu, tentando ser solidária a ela, me fiz um pouco assim solidário no sentido da consolação e me mostrei pesaroso porque ela perdeu e ela me corrigiu e disse: "Não, doutor, eu agora sei o que é ser mãe. Aquilo me marcou profundamente, porque mesmo perdendo o bebê que sempre desejava ter e o tendo por três meses não conseguindo seguir a gestação a termo, ela conseguiu ressignificar o evento e conseguiu emprestar a uma situação frustrante um significado positivo, dizendo que ela agora sabia o que é ser mãe. Porque ser mãe não é simplesmente botar uma criança para fora, porque há muitas que têm o bebê e abandonam. Há outras que não logam estabelecer nenhum cuidado com seus filhos. E há outras que podem estabelecer uma maternidade responsável, ainda que seja por alguns meses. Desse modo, o espiritismo vai clareando, porque cada situação é uma situação e tem a sua história, para nos dizer que em qualquer circunstância a maternidade nesses dias

nda que seja por alguns meses. Desse modo, o espiritismo vai clareando, porque cada situação é uma situação e tem a sua história, para nos dizer que em qualquer circunstância a maternidade nesses dias tão tormentosos, ela é bem-vinda. Mesma que seja uma criança que traga uma anaencefalia, uma ausência de um pedaço do encéfalo e que está marcado pela sua deformidade, que deverá ter alguns dias após o nascimento. A mãe jamais poderá dizer como dizem as materialistas, ou como a filosofia materialista tenta ensuflar esse olhar. Eu carrego uma criança como se fosse um caixão, porque ela não vai sobreviver. Não, a luz do pensamento espírita, essa mãe, ela logra conduzir como uma grande enfermeira, um paciente grave, conduzindo a cura. E essa cura serão 9 meses de vida, mais alguns dias, às vezes algumas semanas, porque os anencéfalos às vezes vivem até mais de ano, anos, dependendo da tamanho da deformidade, em qualquer circunstância. A maternidade e a paternidade são abençoadas. E ainda que o morto desafie o pai e a mãe com relação às explicações no que tange a decepção e a desilusão no campo de uma filiação não consolidada, o espiritismo nos traz esse lugar de olhar cada situação que acolhe a dor, mas tira da dor o amor capaz, pela ressignificação de não desistirmos. da maternidade novamente, de não brigarmos com o divino, achando que ele não olhou para mim, de podermos encontrar de qualquer forma um culpado para aquela ocorrência, porque em qualquer circunstância Deus vela e tudo que se nos acontece é como Jesus dizia, é de conformidade cada um, com as suas obras. Obrigado, Dr. Alberto Divaldo, o Gustavo pergunta o seguinte: "Como explicar os índices cada vez maiores de depressão em todo o mundo apesar de estarmos num momento de maior evolução espiritual? >> Como esta reunião é útil! Porque são pequenas palestras, cada questão é uma base para a nossa convicção espírita. Nós não ficamos ignorando, procuramos saber, porque o objetivo do espiritismo, como se vê logo nos livros, perguntas e

são pequenas palestras, cada questão é uma base para a nossa convicção espírita. Nós não ficamos ignorando, procuramos saber, porque o objetivo do espiritismo, como se vê logo nos livros, perguntas e respostas, é para iluminar a consciência. Eu li a hoje algo que não me surpreendeu, porque para me surpreender é necessário ser muito grande, em que um dos países mais prósperos do mundo está fazendo eutanásia, mas uma eutanásia para matar quem tem fome. Não é para matar a fome, mas para matar quem tem fome. Até então, a eutanásia era para libertar as pessoas de sofrimentos, de naturezas doentes, seja físico, emocional, seja psicológico ou psiquiátrico. Mas hoje era um tipo de eutanásia curiosa. Canadá, país fantástico, hoje 70% materialista, absolutamente materialista, tem uma organização desde o século passado que permite ao indivíduo viver ou não viver. O estado apoia essa organização daqueles que perderam a oportunidade de viver por falta de recursos materiais, por solidão, por dramas de qualquer natureza. e sintetiza o artigo em seguinte fato. Um jovem iraniano, por ocasião da época de Comeí no Irã, ele vivia uma infância profundamente feliz, até que a família conseguiu fugir para Paris. E a primeira noite que ele dormiu em Paris foi caracterizada pela alegria de saber que não ia morrer naquela noite, que não era assassinado pelos revolucionários. Quando ele despertou também a alegria continuou, porque ele estava num país em que a pena de morte é proibida, então ele não ia ser assassinado. Então dentro desse caldo de cultura, de liberdade, de respeito à vida, ele cresceu, fez o seu desenvolvimento e foi residir no Canadá. A princípio ele prosperou e teve uma vida compatível com as leis e as tradições canadenses. Mas depois os negócios começaram a perder o brilho, a polição social desapareceu, vieram as dificuldades, ele recorreu ajuda ao governo. O governo dá uma grande proteção à aqueles que vão residir lá, mas ele tinha um certo nível social que exigia uma importância mais

l desapareceu, vieram as dificuldades, ele recorreu ajuda ao governo. O governo dá uma grande proteção à aqueles que vão residir lá, mas ele tinha um certo nível social que exigia uma importância mais alta que o governo não podia dar. Então podia oferecer uma casa, porém uma casa dentro de um nível que estava muito abaixo dele. Ele não aceitou na época e a situação foi piorando quando ele resolveu ser posto para fora da casa que morava. E ao ser posto para fora, não tendo para onde ir, ele foi dormir na rua e logo se inscreveu para ter direito à casa. A estatística demonstrou que para ele conseguir a casa teria que esperar no mínimo 7 anos. A fila dos que estão na rua e que aguardam a ajuda específica do governo demoraria 7 anos para chegar até ele. Então ele recorreu a outros auxílios e tendo vivido de uma maneira nobre, ele perdeu o sentido da vida. Porque tudo quanto fazia dava errado, não conseguiu emprego, descambou naturalmente para os transtornos de uma vida abandono, ganhou uma barraca para dormir na rua. E nesse inter ele tomou conhecimento da organização que praticava a eutanásia com aquele que não queria viver. Ele foi à capital, inscreveu-se e começou a preparar documentação. Primeiro que estava muito bem das suas faculdades mentais, que não tinha nenhuma doença infecto contagiosa, era somente miséria, miséria econômica e sociológica. E então ficou determinada a data em que ele deve matar-se. Ele estará no dia tal, vai ao hospital, recebe a primeira dose da medicação, adormece e daí às 6 horas toma a medicação fatal. E então o Canadá espera com isso diminuir a população e consequentemente diminuir a miséria. É terrivelmente alarmante. Mas vamos recuar um pouco. Quando determinados comportamentos sexuais estavam em grande efusão no fim do século passado, surgiu uma teoria de que o sexo entre parceiros da mesma morfologia era um bem porque não procriava. A pessoa podia atender as suas necessidades sexuais sem o perigo de aumentar a população, porque a população aumenta na razão

sexo entre parceiros da mesma morfologia era um bem porque não procriava. A pessoa podia atender as suas necessidades sexuais sem o perigo de aumentar a população, porque a população aumenta na razão direta da procriação. No fim do século passado éramos 6 bilhões, já somos 7 bilhões. Por volta de 1800 éramos 2 bilhões. Então, em menos de 200 anos, aumentamos 6 bilhões de pessoas. E então com este acelerar, nós aqui fizemos o parto de uma menina de 12 anos. 12 anos é que vale dizer que ela engravidou com 11. É um verdadeiro fenômeno fisiológico, mas engravidou e é mãe. Agora a avó é que toma conta, porque daqui a pouco ela vai ter outro e a avó é que toma conta. e outro e outro, porque a sociedade perdeu o sentido da vida. Qual era o sentido da vida? O que é que nos ensinam? Nos ensinam o hedonismo, gozar, viver, desfrutar. Então o resultado, as estatísticas são alarmantes. Por exemplo, alguns estados dos Estados Unidos são vergonhosos, estados quer modelares. A população de rua chega quase ao limite de 1/3 da população que tem moradia. E assim no mundo inteiro, a cracolândia em São Paulo está devorando vários bairros e a sociedade está cada vez mais despedaçada. Então este é o panorama sociológico de uma sociedade cultural. Não negamos o avanço tecnológico maravilhoso, mas será que o avanço moral corresponde a este avanço de natureza tecnológica? pegarmos aqui o telefone, ligar para a pessoa, falar com a pessoa, ver, sentir as emoções e daí por diante, nas áreas mais técnicas, coisas incomparáveis, mas moralmente nós não fomos preparados para essa evolução tecnológica. A maioria daquilo que nós vemos nas redes sociais é sexo, violência e droga adição, fora naqueles sites que são proibidos e que tem chaves especiais e autorizações especiais. Então é uma tragédia. Um amigo meu me escrevia que ele foi responder por crime cibernético, porque casualmente ele abriu um site proibido, não sabe como é que abriu, abriu e curiosamente foi ler, foi chamado pela Polícia Federal para

u me escrevia que ele foi responder por crime cibernético, porque casualmente ele abriu um site proibido, não sabe como é que abriu, abriu e curiosamente foi ler, foi chamado pela Polícia Federal para poder justificar. Quer dizer, é o horror que se estabeleceu no nosso comportamento. Não confiamos em nossos melhores amigos. Porque eles estão criando para nós os piores embaraços. Estamos vivendo uma sociedade volumosa de solitários. Notem na família quanta gente solitária morando sozinha, ninguém quer. E esse sabe que morreu por causa da decomposição cadavérica nos Estados Unidos, na Europa, é comum e aqui no Brasil, que sempre segue esses exemplos também tem sido lamentável. Ora, por que que aumentou a depressão? Porque os criminosos, esses que arranjam situações de embaraçosas, morreram e estão voltando, voltando com a culpa, porque eles não conseguem apagar a culpa. A gente não consegue tirar o mal que fez. Ele tem um percurso. Uma pedra que se atira no ar, ela tem um percurso até a sua queda. E enquanto ela está no ar, ela está produzindo efeitos. Então nós vemos a ansiedade é uma das síndromes piores. Aqui nesta sala deve ter no mínimo os 200 ansiosos, tecnicamente ansiosos. Não é ansioso não. Aquela pessoa está ansiosa que eu acabe logo. Não vou acabar logo. Pode ficar em paz. Então para que para nada a pessoa não tem culpa. É um transtorno de natureza psicológica e outros transtornos. Se nós lermos em qualquer obra básica a respeito dessas síndromes, eu conheci algumas de nome, mas agora elas são tão populares que estão dentro da minha, da sua, da casa. O autismo. Quantas pessoas aqui conheciam o autismo há 20 anos, há 10, no ano passado e agora? Então, quando eu vejo que há um ano, em cada 100 partos, nascia um autista e hoje em cada 100 partos nascem 38 autistas, a diversidade é muito grande. Daqui a pouco vai inverter, vão nascer mais doentes. Aliás, o autismo não é uma doença, é um transtorno da personalidade. nasce uma pessoa problematizada do que uma pessoa aparentemente saudável. E o

Daqui a pouco vai inverter, vão nascer mais doentes. Aliás, o autismo não é uma doença, é um transtorno da personalidade. nasce uma pessoa problematizada do que uma pessoa aparentemente saudável. E o que é que nós vamos fazer? Quantos saudáveis vão cuidar de quantos doentes? Então esse número, a depressão, a falta de objetivo, as tentativas de suicídio diretos, indiretos e angustiantes, os lares desajustados, profundamente desajustados, porque nós perdemos o endereço de Deus. A razão é esta: as desencarnações estão rápidas e as reencarnações imediatas. No passado, no Tibete, a técnica era a reencarnação em cada 300 anos. A população da terra, mas hoje com esta população ainda nem desencarnou direito, já está reencarnando por causa também dos abusos da sexualidade. Como é que uma menina de 11 anos pode conceber dentro de uma casa e a família, se é que tem, não nota engravidar, crescer o ventre, fazer os exames, parir com 12 anos de idade. Nós todos aqui já tivemos 12 anos de idade. O que é que a gente pensava quando tinha 12 anos? Alguns aqui ainda pensavam na boneca, outros ainda pensavam na bola de futebol, que era clássico. A gente pensava, tinha os ideais. Agora já de criança, eu vejo as respostas que as crianças dão aos pais na internet com 5 anos. O avanço do intelecto, as ideias, as respostas, os gestos. Há poucos dias estava vendo uma uma cena japonesa e a de 4 anos e ela fez um gesto aqueles que dialogavam tomaram susto. Eu não tomei o susto porque eu não sabia o que era. Este veterano da guerra do Paraguai não sabia. E ela com 4 anos já sabia o sentido e deu a resposta. Eu fui saber o que era a resposta exata para uma pergunta exata. como eram nossas crianças de uma ingenuidade incrível. Eu acreditei que as crianças eram levadas da minha terra não pela cegonha, porque não tinha cegonha, mas pelos urubus, os repolhos de cabeça. Vi uma criança dentro. Pergunte hoje ao menino de 2 meses, ele não saberá falar, mas ele vai dizer como é, porque nós avançamos muito nos

ue não tinha cegonha, mas pelos urubus, os repolhos de cabeça. Vi uma criança dentro. Pergunte hoje ao menino de 2 meses, ele não saberá falar, mas ele vai dizer como é, porque nós avançamos muito nos problemas intelectivos, não nos emotivos. Allan Kardec criou duas palavras para fazer uma frase. Eram os problemas de natureza intelecto morais, a inteligência e o sentimento. Então eu também olho o acréscimo. batendo muita gente, uma média de 80 a 120 por dia. E posso dizer que mais de 60 apresentam transtornos de ansiedade sobre vários aspectos. Hoje me disse uma senhora que eu peço licença para narrar o fato sem a identificar. Ela me disse de Valdo, estudou numa situação crucial. Eu sou casada há 25 anos, mas não aguento mais este homem. Eu vou deixá-lo. O que é que o senhor acha? Eu nunca digo a ninguém o que fazer, porque a escolha tem que ser da pessoa. E não posso interferir no karma de ninguém. Mas minha irmã, a senhora já perdeu 25 anos da sua vida os melhores com este sujeito. Este restinho a senhora leva de lambada porque ele vai borrejar. Porque a senhora separa. Eu estou de acordo que a senhora pretenda ser feliz. E o que é que senhor vai fazer de sua vida? A senhora até já acostumou apanhar, estar de mal, já acostumou 25 anos. A gente acostuma com qualquer coisa. A senhora vai querer namorar porque tá na moda. E a senhora já imaginou achar um pior, porque os melhores já foram pegados. O que resta por aí é que ninguém quis, nem Deus quis. Então, deixa aí por conta do destino. O que é que a senhora vai fazer? Aguente. Aguente um pouco mais. Quando ele trata mal, diga assim: "Que bom, meu bem, aproveita, falta pouco". E não contei a ela e vou contar agora para todos, porque essa é a parte que eu sempre reservo algumas palavras. Uma moça trabalhava numa grande empresa nos Estados Unidos, mas o patrão era uma peste. Desses indivíduos recalcados, com conflitos, que têm prazer em demitir os outros para criarem problema. E então faziam de tudo para demitir-la, mas era

nos Estados Unidos, mas o patrão era uma peste. Desses indivíduos recalcados, com conflitos, que têm prazer em demitir os outros para criarem problema. E então faziam de tudo para demitir-la, mas era ela nota 500. Ela ficava até mais tarde e ao invés dele elogiar, ele dizia assim: "Tapeiando o patrão". É, chegava mais cedo, ah, tá querendo me pegar, hein? Mas tô de olho. Ele fazia memorando, mandava ela datilografar na época e então ele mendava de propósito. Assim, passe a limpo. Ela ia e passava e passe limpo. E ela diz assim: "Esse miserável me paga". e passava limpo. Chegou um dia, 10 anos, que era 19: "Vou ficar neurótica. Ou ele me mata ou eu mato ele, porque eu odeio este homem." E o cinismo dele, ele dava aquele riso assim, ó, de quem sabe que é poderoso. Poder na terra é tudo fantasia. A gente é que cria imagem do poder, mas ninguém vale nada. Basta uma dor de barriga para o poder da pessoa, fazem a pessoa ficar fraca de mim. Muito bem. Então um dia ela resolveu, amanhã eu vou perder o emprego. Eu necessito emprego. Eu tenho um pai doente para cuidar. E mas eu vou dizer a este homem e mais do que isso, eu vou dar uma bofetada na cara, porque nunca mais ele vai tirar a minha mão da cara dele. E se preparou até rio de alegre. Eita! Amanhã quando eu dei a bofetada nele e tal, mas quando ela foi saindo do escritório, ela viu no cinema a propaganda. Se você tem algum inimigo, vem aprender a perdoar. Ela disse: "Era só que faltava perdoá-lo nem na outra reencarnação." Mas aí dizia assim: "A taxa de entrada é pequena, são 2 horas, se você não gostar, você vai embora". Ela foi naquela dúvida e o patrão na cabeça, mas é amanhã que eu vou me ver livre dele. Mas vamos ver. Ah, ela foi. E a oradora era uma psicóloga trabalhista fantástica, escreveu vários livros e ela foi, ouviu, achou tudo lugar comum. Tudo isso que ela falou, eu sei. O negócio é que eu não perdoo. Ele me perseguia pelo prazer de me perseguir. Ele é um psicopata. Aí eu vou dizer a ele. Então, e quando ela ia saindo, ela encontrou a

Tudo isso que ela falou, eu sei. O negócio é que eu não perdoo. Ele me perseguia pelo prazer de me perseguir. Ele é um psicopata. Aí eu vou dizer a ele. Então, e quando ela ia saindo, ela encontrou a terapeuta no corredor e então virou para terapeuta e disse assim: "Olha, meus parabéns, mas não resolveu meu problema. E qual é seu problema? É que eu sou tal, etc. Trabalho para uma firma e ele faz de tudo para me botar para fora, mas tem que me indenizar e ele não quer me indenizar. Eu vou pedir para sair. Ele nãoa, mas eu vou dar uma bofetada na cara dele que ele vai ter que fazer tratamento dentário e vai ser o preço da indenização e tal. Aí a terapeuta disse: "Não é possível. Você vai sair amanhã porque ele lhe persegue. É, mas é um idiota. É exatamente o que ele quer. Se fosse eu, eu ficava até no enterro dele, mas ele ia sofrer comigo. Mas quer? Eu não aguento. Eu sou neurótica. Ah, não mude posição. Eu vou lhe ensinar uma técnica muito boba. Amanhã, quando você chegar, arraste o pé para provocar, né? Quando quer provocar outro, a gente dá aquela arrastadazinha. Não arraste o pé. Aí aqui a gente arrasta. Você entre e provoque, porque ele vai fazer o escandaliz. Ah, eu já imagino. Pois bem, quando ele fizer o drama, volte-se para ele sorrindo bem alegre. Diga assim: "Patrão, calma. Que é isso, patrão? O senhor parece um tio que eu tinha. Meu tio era ele se aborrecia por tudo. E quando foi um dia, ele morreu porque ele ficava irritado e morreu. E disse doutor que ele ia morrer porque ele ficava muito pálido. Não fique pálido assim. O senhor já está ficando pálido. Ele sai daqui louca. Sei o quê? Calma, fique bem calma. Bom, quando ela chegou, eu vou ser demitida de qualquer forma, vou pirraçar, vou pegar bem o ponto vá vendo, vou chegar com os documentos e jogar em cima da mesa. Enlouqueceu, você enlouqueceu, você não me respeita, patrão. Momentinho. Eu tinha um tio que era assim como se e ele sempre se irritava. Contudo, eu noto que o senhor está piorando. O senhor está ficando

ouqueceu, você enlouqueceu, você não me respeita, patrão. Momentinho. Eu tinha um tio que era assim como se e ele sempre se irritava. Contudo, eu noto que o senhor está piorando. O senhor está ficando pálido como o meu tio agora mesmo. Você está muito cala a boca louca. Tô pado coisa nenhuma. Ela abriu a bolsa. O que mostrar que o senhor tá padre? Deixa aqui e vai embora. Cuidado, cuidado. E ele ficou porque ideia ruim a gente agasalha logo, né? E ele ficou serado. Bom, mas daí a pouco ela fez dar qualquer coisa, ele foi à mesa dela e disse assim: "Que maluqueça é essa?" Nossa, como o senhor está pálido. Que você me arranjou isso, essa loucura e tal. Ela disse: "Eu não estou respondendo nada. O senhor é que está se matando. Eu que quero tanto bem, não queria o seu enterro de jeito nenhum. Eu sei que no terceiro dia ele teve o atrito e ela, patrão, vá olhar no espelho. Ele levantou, foi à toalete. Nada, eu estou é vermelho. Ela disse: "É a fase pior, porque é a fase do derrame cerebral. E o senhor se imagine com a boca torta. Você está louca? Olha, agora tá pitando. Deixa eu pegar o espelho. Ele deixa moça. Bota essa mulher daqui para fora. Bota para fora. Mas depois que ela saiu, ele foi com queria nada ao espelho e notou que estava um pouquinho diferente. Ao terceiro dia, ela disse: "Eu não quero ser testemunha do seu óbito. O senhor vai morrer hoje porque o senhor está na última luna. Eu não sei como sua mulher aguenta. Ele falou bem. Porque eu não sei como é que eu aguento aquela mulher. Você não faz ideia do que eu sofro com ela. Em todo mal tem uma causa escondidinha. Eu então descarregue você que é mulher, porque tudo que é mulher é a mesma coisa. Ela tá assim: "Hum, quer dizer que o senhor não se completa com sua mulher e vem para cá, conversa comigo? Mas eu sou sua amiga. Poderíamos até um dia me convide para tomar um café com o senhor, descarregue seu conflito. E você viria, mas é lógico, eu pago o café. Não, eu não necessito de miséria de ninguém. Naquele dia ele foi tomar

amos até um dia me convide para tomar um café com o senhor, descarregue seu conflito. E você viria, mas é lógico, eu pago o café. Não, eu não necessito de miséria de ninguém. Naquele dia ele foi tomar café com ela e ela com a bolsa e o espelho bem fácil. Pois é. Ele aí contou a vida que tinha. Era uma vida de cão. Teve uma família horrorosa, pais briguentos, o pai era alcólata, a mãe não dava importância à família. Ele casou para fugir e pegou uma garota bastante pior. E aquilo? E aí ele chorou, ela confortou, tornaram-se amigos e ele disse: "Se eu me divorciar da minha mulher, você se casa comigo?" Eu não. Eu não quero ir ao seu enterro, mas o senhor vá ao enterro da sua mulher e conteábula. Pois fato real, é narrativa real. Ficou ótimo. E a doutora conta isso no dos livros dela que eu li há muito tempo, mostrando que o outro, aquele que é perverso, que dá aquela risadinha, tá com a raiva lá dentro porque é infeliz e tem prazer. Seu prazer é ver alguém infeliz como ele. Já que você tem coração e quer matá-lo, ria para ele. Não dê o prazer de ele rir de você. O evangelho manda rir para Deus e ter compaixão. Então, há uma alternativa na vida, infelizmente ou felizmente amar. Amar aos próprios inimigos. Então, olhemos para esses que nos infelicitam e não deixemos que eles nos infelicitem. Muita gente me diz: "Ai, agora eu estou vingado, agora eu consegui o que eu queria". Eu digo daqui a um ano, venha me dizer o fruto do que você conseguiu, o fruto podre do que você conseguiu, porque é lei. A lei da gravidade é lei, não tem jeito. A lei do destino é lei. Então, para que lutar contra, lute, vá pela correnteza e sem contar obstáculo, contorne. É isso que os espíritos bons nos dizem numa vida longa como a minha. Imaginem quanto problema eu tive desde jovenzinho do tempo de bullying tomar bofetada porque era espírita, ser empurrado, ser criticado e todos eles já morreram, graças a Deus. E eu estou aqui firme, alegre, feliz. Daí eu desejo para todos que com essas perguntas e respostas que nos iluminam,

era espírita, ser empurrado, ser criticado e todos eles já morreram, graças a Deus. E eu estou aqui firme, alegre, feliz. Daí eu desejo para todos que com essas perguntas e respostas que nos iluminam, descobramos no espiritismo a doutrina da imortalidade da alma. Ainda ontem, altas horas da noite, a mentora espiritual da nossa casa me apareceu. Ela é um espírito iluminado, mas é muito difícil explicar o que é iluminado. Não é cheia de lâmpada, não. Sabedoria, aquela sabedoria profunda. E eu lhe perguntei assim: "Minha irmã, como é que está a nossa casa? Notem que eu oro pela nossa casa, porque o mal tem inveja de nós. O mau vizinho não pode haver nada pior do que o mau vizinho, um mau companheiro masculino ou feminino, uma pessoa pessimista. Eu conheço pessoas que o sol vai nascer, mas vai chover. Eu digo, deixa o pobrezinho nascer primeiro. A pessoa tá sempre do outro lado, armada, infeliz. nem a perspectiva de que vai mudar. Então, somos todos necessitados de compaixão. E ela me apareceu altas horas da madrugada. Dá a impressão daquelas fadas de Walt Disney, aqueles vestidos de mangas bufantes, de golas altas, escocesas com aqueles coisas, a cabeça olada por uma peregrina luz sulferina. É um tom muito difícil, né? As mulheres bem sabem, o tomferino, ele não é violeta, ele não é prata, é uma mescla que é faísca. E então eu perguntei assim: "Minha irmã, a senhora que pediu a Deus 100 anos para cuidar de seus filhos, que somos nós aqui da nossa casa nesses dias tumultuosos, como é que a senhora vê?" "Tudo bem, meu filho, porque todos estamos perseverando no bem". Eu digo, mas todos, porque eu tinha uma indireta para perguntar ela, mas aí eu fui devagarzinho, eu disse, todos do bem. Ela dis assim, porque o mal de hoje é bem de amanhã. Não se preocupe, faça você o bem, porque cada um responde por si. Diga aos nossos filhos que Jesus está no lem. Eu quase saltei da cama para ir telefonar, para acordar todo mundo. Eu digo, eu estou acordado, vocês também vão ficar acordados.

cada um responde por si. Diga aos nossos filhos que Jesus está no lem. Eu quase saltei da cama para ir telefonar, para acordar todo mundo. Eu digo, eu estou acordado, vocês também vão ficar acordados. Estamos no leme com Jesus. Estamos aprendendo a amar, a servir. E quando eu me lembrei das milhares de vidas físicas, mais de 3.000 alunos que não comiam chocolate, que não comiam pão, alguns deles virem para as aulas aqui e cair da cadeira. E a gente não sabia o que era fome. Fome. Não comeram ontem, não tomaram café ontem, não tomaram café hoje. Então nós curamos a doença dando café na hora da chegada. Todo dia abrimos. Já dávamos o almoço, já dávamos a merenda. Só falta agora fazer o barracão e botar dentro de casa. Há muita dor esperando por nós, pela nossa migalha, por menor que seja, pela nossa prece, pela nossa compaixão. Então eu deixarei para vocês meditarem, não deixem que o mal lhes faça mal. Não deixe, não deixe que ninguém lhes tire a alegria de viver. Todos nós adoramos pessoas que riem. O evangelho significa boa nova. A palavra evangelion em grego. E Jesus disse: "Eu vos trago evangelion de alegria, as boas novas de alegria. Meditemos, aceitemos e sejamos felizes nas pequenas coisas. Quando chegar em casa, pega aquele sanduíche mofado da geladeira, bote lá no quente frio, comam. Eles dizem quem come muito essas comidas de forno vai ter câncer. A gente vai ter de qualquer forma, então tem câncer comido [risadas] do que ter câncer porque não comeu. E digam a Deus assim: "Muito obrigado pelo menos eu ri, pelo menos eu vi que tem coisa bela. as nossas idosas, 500 famílias que há muito tempo não comiam, resgatavam aqui no lixo, no lixão aqui adiante e que hoje tem garantido pão, tem garantido medicamento, tem garantido carinho. pessoas como vocês que acariciam alguns idosos que choram e a gente nem sabe porque é, é porque gostaria que os filhos fizessem isso e eles não fazem. Mas será que há diferença entre o filho ingrato deste? Como escreveu Madre Teresa de Calcotá,

os que choram e a gente nem sabe porque é, é porque gostaria que os filhos fizessem isso e eles não fazem. Mas será que há diferença entre o filho ingrato deste? Como escreveu Madre Teresa de Calcotá, que ela passou por um monte de lixo e ouviu gemido, ela veio, tirou e dentro daquele monte de tinha uma mulher morrendo chorando. E a mulher falava, mas falava um dialeto que ela não entendia. Então parou uma enfermeira e disse: "Ah, ela fala o dialeto da minha aldeia e trans que ela está dizendo?" Ela está dizendo o seguinte, que não se importa de morrer, mas ela se importa que foi o filho dela que a botou aqui para ela morrer logo a fim de ficar com a casa. Entenderam? Não é? Então, Maria Teresa assim, coitadinha, pegou, limpou e disse: "Você não teve este filho? Deus colocou junto de você um algóis, mas agora mandou uma filha para tomar conta de você. Você não vai ter uma casa, você vai ter uma área enorme, vai ter amigos, vai lá para nossa casa e eu, você, sua filha cuidando de você. Então a mulher olhou e disse: "É assim, já posso morrer". E morreu nos braços de Madre Teresa de Calcotá. que nós tenhamos a honra de dar vida a muita vida. Levem para casa essa mensagem de otimismo, de alegria. E lembrando que tem muita gente sofrendo, oremos por eles. E agora vamos orar por nós próprios através dos passes que nós iremos receber. Pedimos aos médiuns, aos companheiros, para que tomem os seus lugares, a fim de nos fortalecermos para o bem, com energias saudáveis de pessoas que estão lutando para serem cada dia melhores. Então, digamos: "Meu Deus, eu te suplico que abençoes os trabalhadores da caridade, todos, mas especialmente os irmãos em nossa casa que nos irão aplicar pazes. Tem misericórdia de nós, deles, ajudando-os nos seus problemas, porque também eles sofrem." E por falar de sofrimento, nós te pedimos por nós, por cada um de nós, pela nossa família. Nós te pedimos, tem compaixão de nós, Jesus. Abençoa o meu lar, meus familiares, aqueles a quem eu amo. Mas abençoa também

e sofrimento, nós te pedimos por nós, por cada um de nós, pela nossa família. Nós te pedimos, tem compaixão de nós, Jesus. Abençoa o meu lar, meus familiares, aqueles a quem eu amo. Mas abençoa também aqueles que não gostam de mim. Eles são tão infelizes, não se deram conta como tu disseste enquanto eles te crucificavam e sorriam, tu dizias chorando: "Perdoa-os, meu pai. Eles não sabem o que fazem. Assim também os maus que nos querem ver no sofrimento não sabem, realmente não sabem o que estão fazendo. Abençoa os suicidas, aqueles que perderam o controle e se atiraram no abismo. da luz. Abençoa a nossa casa, nosso santuário de amor. Abençoa para que chegando em nosso lar, tenhamos as mãos ricas de joias, a paz, a alegria, a esperança, a certeza do bem. Também te pedimos pela tua clientela que vem à nossa casa na certeza de ser amparada e ajuda nossos diretores a seulcificarem e fazerem muito mais, conforme pretendem muito mais. Em teu nome. É assim que nós reagiremos ao mal. fazendo bem, crescendo sempre. Ah, Senhor, abençoa os obsidiados, os portadores de doenças irreversíveis, dá-lhes ânimo para cumprirem suas provas e se refazerem perante o bem. Pedimos-te por fim paz. Paz. A paz na terra, em nosso país, em nossas autoridades, a paz no mundo. E agora só nos cabe agradecer, agradecer ao Pai Celestial, a Mãe Santíssima, a ti e a esses espíritos angélicos que renunciam ao crescimento para nos ajudarem, para estarem ao nosso lado. permite que em nome de vós todos encerremos a nossa reunião, formulando votos de harmonia e de tranquilidade para todos nós. Tá encerrada a nossa reunião. Ja.

Mais do canal