RENOVO - Patrícia Mendes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Boa tarde, queridas amigas, amigos, a todos que se encontram aqui encarnados e desencarnados no salão Bezerra de Menezes. Sejam todos muito bem-vindos também quem nos acompanha pelas redes sociais, pela Rádio TV Comunhão. Estamos hoje aqui com a nossa querida Patrícia Mendes, mais uma palestra que lembrando, né, meus queridos, que hoje é o dia, o primeiro sábado do mês, nós temos a palestra da Maíse às 19 e essa palestra aqui, ela prepara, faz toda uma preparação importante para essa palestra da Mais. Hoje vamos, antes de fazer a nossa oração, ler o tema Ilumina onde estejas. É o capítulo 60 desse livrinho aqui, muito bom. Ceifa de luz, uma psicografia de Chico Xavier por espírito humano. serve em torno de ti a noite da culpa, as trevas da delinquência, as sombras da obsessão, o labirinto das provas, as furnas da indiferença, os cárceres do egoísmo, as tocas da ignorância, o nevoeiro da angústia, as nuvens do sofrimento, a neblina das lágrimas, relaciona os recintos da vida, onde as necessidades da alma nos obscurecem os caminhos e estende auxílio e compreensão, paz e esperança onde estiveres. Disse-nos o Cristo: "Sois a luz do mundo e toda criatura é uma fonte de luz, por ser em si fonte de amor." Com essa belíssima missão de Amân, vamos acalmar os nossos corações, elevar o nosso pensamento ao nosso Cristo amado, a esse Jesus divino que abre os braços para nos acolher sempre, para entender as nossas dores, os nossos processos de sofrimento. Jesus querido, esteja conosco nesta tarde, trazendo o equilíbrio, as bênçãos que aqui vemos buscar. Envolve, Senhor, a todos que se encontram aqui, principalmente os mais necessitados, seja física, seja espiritual, seja psicologicamente, que o teu amor banheir daqui mais renovados, esperançosos, cheios de esperança e amor em nossos corações, lembrando que somos a luz do mundo. E em teu santo nome, Jesus, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, gratos por esse momento divino, te pedimos
que somos a luz do mundo. E em teu santo nome, Jesus, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, dirigente espiritual da comunhão espírita de Brasília, gratos por esse momento divino, te pedimos permissão para abrirmos a palestra da tarde de hoje, dizendo: "Graças a Deus e graças a Jesus". Nossa querida Patrícia falará sobre o tema renovo. É isso? Vamos entender o que que é esse termo. Boa, boa palestra, minha querida. Boa tarde, comunhão. Tema da nossa reflexão de hoje nos foi passado pelo nosso amigo, um dos nossos amigos espirituais que coordenam esses trabalhos. E quando a Claudinha chegou, a Claudinha é uma grande amiga de muitas vidas, um amigo espiritual nos falou porque a gente tem uma profunda sintonia na palestra. Ele falou: "São duas almas que você conhece há muito tempo". Enfim, encontraram no caminho do trabalho a própria renovação juntas, tá? Minha querida amiga que tá aqui do meu lado. E eu falei para ela, Claudinha, a palestra renovo e ela como eu falei: "Pois é, a Flávio que coordena as palestras me perguntou essa semana qual seria o tema da palestra. E eu falei: "Flávio, eu estou meditando acerca disso". E aí em casa, um amigo espiritual aproximou-se de mim e falou: "A palestra se chama renovo". Aí eu renovo, ele não renovo. Pessoal, sou professora de língua portuguesa, mas eu desconheci essa palavra. E aí eu falei: "Renovo". Ele vai, vai achar a palavra que você vai encontrar a palestra a partir dela que eu vou te ajudar. Eu escuto os espíritos com muita frequência. E aí procurei e fiquei encantada. Renovo significa pequeno broto que tá crescendo, pequenina plantinha que tá germinando na direção da luz. Falei: "Somos nós!" Coisa linda! Somos todos nós. O Renovo é um brotinho, é um conceito da botânica, tá bom? O Renovo é um brotinho que tá germinando, tá passando pela dor, que a dor da semente é o parto da vida para crescer na direção da luz. Diga aí você se não somos nós nesse momento difícil da terra. Ainda no Velho Testamento, nos meus estudos, conduzida pelo amigo
, que a dor da semente é o parto da vida para crescer na direção da luz. Diga aí você se não somos nós nesse momento difícil da terra. Ainda no Velho Testamento, nos meus estudos, conduzida pelo amigo espiritual, encontrei uma profecia linda do profeta profeta Jeremias. séculos, né, antes de Jesus, falando que viria pelo ramo de Jessé. Jessé, pouco falado, é o pai de Davi, pai de Salomão, grandes profetas, né, do Velho Testamento. E Jessé fala para que não chorássemos mais, para que secasse as nossas lágrimas, porque viria um renovo e esse renovo renovaria a face da terra inteira. E ele falava de Jesus. E eu compreendi na orientação do amigo espiritual que a nossa renovação se dá pelos caminhos do Cristo. Com o Cristo, sempre com ele. Não é possível renovarmos os nossos caminhos. Não há outra forma de nos renovarmos que não seja consubstanciando aquilo que estamos vivendo e aprendendo com aquilo que a 2011 desceu das mais altas esferas para nós. Por ele que se intitula o próprio caminho. Pois que ele fala: "Eu sou o caminho". e a verdade e a vida para que nos venha a vida em abundância. Caminho com Jesus é um caminho de renovação. Guiamos-nos, portanto, em nossa palestra sobre o nosso renovo, nosso crescer na direção da luz em Emanuel, o pessoal nessa obra fantástica que data a primeira edição de 1964 de setembro de 64. Quem tiver palavras de vida eterna, recomendo que leia. A lição 90 se chama inconstante renovação. E aí, irmã nessa lição nos convida essa renovação com Jesus, né? Ele resgata Paulo. Ninguém estudou tanto Paulo de Tarso quanto Emmanuel na face da terra. Resgata Paulo numa epístola aos Efésios, convidando-nos à renovação a partir da renovação da nossa mente. Que a mente, pessoal, é a sede da consciência, né? A nossa consciência espelhada no corpo material está na nossa mente. Ele pede que renovemos-nos, Paulo, a partir da renovação da nossa mente, ou seja, do nosso olhar, para que percebamos o quão bom é Deus para conosco. Na lição Eman nos fala, talvez
stá na nossa mente. Ele pede que renovemos-nos, Paulo, a partir da renovação da nossa mente, ou seja, do nosso olhar, para que percebamos o quão bom é Deus para conosco. Na lição Eman nos fala, talvez se declare no nosso processo, no seu processo de renovação, cansado, cansado, adoecido, triste, que só deprimido, para pensar em algum tipo de renovação. No entanto, amigo, Emanuel nos convida, pare um pouco e observe a escola da natureza, que é a escola de Deus natural para nós. Pois que comunhão as leis divinas são leis naturais, tá? As leis naturais que aprendemos em a natureza são as leis divinas. Eu nos convida, observe a renovação dos dias. Passam-se os dias, a árvore decepada, quem sabe ressequida no frio do inverno, deita vergonta e as novas. Vergonte é um sinônimo de renovo. Deita brotinhos novos na direção da luz. Renova-se os dias à sua volta. Seu próprio corpo se renova com processos naturais e, portanto, divinais. Porque as leis divinas são leis naturais. Aprendemos com os espíritos e com Kardec. Renova-se seu corpo nos processos respiratórios, nos processos digestórios naturais e em alguns anos a sua estrutura celular já não é mais a mesma. Algumas células se renovam em alguns dias, outras levam um tempo maior, de forma que em uma década a nossa estrutura corporal não é mais a mesma. Passa-se a vida em plena renovação. Dessa forma, convida-nos Emanuel, inspirado pela escola natural, que a escola de Deus renove também com quanto lhe doa seus sentimentos, suas emoções. Convite de Emmanuel para nós é o convite que aceitemos, um convite do mestre há muito tempo, quando ele nos diz que eis que ele traria fogo à terra, né? E que era necessário que pegasse esse fogo na face da terra. Jesus não falava de violento, Jesus amoroso, né? E o príncipe da paz, como eh o o chamamos, Jesus falava da renovação das nossas emoções, que muitas vezes necessitará do terreno transmutado, que não é quando a gente vê uma terra ressequida aqui no serrado, muito comum, né, no inverno, e
mos, Jesus falava da renovação das nossas emoções, que muitas vezes necessitará do terreno transmutado, que não é quando a gente vê uma terra ressequida aqui no serrado, muito comum, né, no inverno, e de repente brotam brotam renovos e daqui a pouco novas plantas viçosas surgem. necessário, nos convida a nossa própria renovação nesses tempos difíceis. Eu sei, tá bem complicado às vezes de pensarmos renovação quando vezes estamos imobilizados em tantas dores. Preciso fazer o esforço. Ele conclui a lição falando a pequena renovação que conseguires fazer em tua emoção, em teu sentimento, não tenha dúvida. Outra encarnação chamará num outro momento, e essa conquista erá sorriso novo na sua estrada que perdura e que não acaba. Renovemo-nos olhando para nós comunhão como espíritos que somos, que é isso o que somos. Ocupando os locos terrenos que quisermos, onde estiveres, não te esqueças jamais. Tu és um espírito. Nos ensinam os espíritos amigos. E assim enxergando-nos, conseguiremos impor a nós mesmos um processo de renovação amoroso e tranquilo no nosso ritmo, não do outro. E as encarnações sucessivas que abrirão para nós sempre novas oportunidades, nos trarão novas lições. Remã nos ensina convidando-nos para a renovação constante de nós mesmos, até que um dia alcancemos o lugar para onde fomos destinados, que é o lugar da perfeição que nos cabe e, portanto, da felicidade augusta que buscamos, né, como criaturas que somos. É isso que desejamos, tá? Toda criatura deseja ser feliz, mas precisamos para ser feliz renovar os nossos propósitos. Nesse sentido, uma terra em transição, um orb em transe como esse em que transitamos tem nos convidado por meio da dor, professora eminentemente andragógica a nossa própria renovação interior. A terra transmutada fora, que queremos regenerada fora, só virá a comunhão a partir da renovação íntima. Nossa! E a dor tem sido essa professora, né? Por isso que a gente aprende lá no evangelho que a dor é uma bênção que Deus envia seus eleitos. Temos muita dificuldade de
o a partir da renovação íntima. Nossa! E a dor tem sido essa professora, né? Por isso que a gente aprende lá no evangelho que a dor é uma bênção que Deus envia seus eleitos. Temos muita dificuldade de compreender essa frase porque em verdade não a queríamos. E eleitos para quê, né? Eleitos para um processo de transformação que urge para nós. Aceitemos emanos convid na lição, a lição com quanto seja dolorosa, para que a superemos. E essa lição aí não vem mais para nós. O aprendizado concluído e argamaçado no sentimento, no coração, é lição imortal para o espírito. E outras liçãos, lições virão no caderno da vida, no espcar de outras experiências, mas essa superada não volta mais. Renovemo-nos. Renovemo-nos, especialmente a nós que estamos encarnados. A oportunidade de estarmos na matéria nesse momento de transição dolorosa é uma oportunidade valiosíssima, com quanto difícil. com quanto nos doa, é uma chance de renovarmos os nossos caminhos, algo que postergamos por muitas vidas. Vamos lá no no Velho Testamento e encontramos de maneira também andragógica o Velho Testamento, pessoal, é um livro todinho de mitos, tá? Ao lerem o Velho Testamento, abram a mente para conseguir ler para além da letra com o espírito. Vamos entender a mitologia toda do Velho Testamento que nos prepara para a chegada do Messias grandioso, o renovo da terra inteira, né? Encontramos lá no Velho Testamento, eh, no livro dos Reis, a alegoria do capitão Namã. Namã tinha um adoecimento físico grave, grave. E aí na profecia ele encontraria a cura quando mergulhasse em águas profundas sete vezes. Por que que aparece esse número sete no Velho Testamento? Porque pra cultura hebraica, o número sete era um número completo. Não é que ele tinha que mergulhar sete vezes. É que o número completo significa que para aquela viciação ele se daquela viciação ele libertaria. Entenderam? Usando uma linguagem alegórica, figurada da época. A profecia que chega para ele, eh, é de que ele deveria mergulhar em Águas Profundas, no rio Jordão, sete vezes até
iação ele libertaria. Entenderam? Usando uma linguagem alegórica, figurada da época. A profecia que chega para ele, eh, é de que ele deveria mergulhar em Águas Profundas, no rio Jordão, sete vezes até que ele estivesse purificado da enfermidade. Aí é, quando você lê na letra da lei, pensa que ele tava que a o profeta falava para ele da enfermidade que ele apresentava. E a gente compreende que o mergulho profundo em águas profundas significaria reencarnação até que ele se libertasse daquela dificuldade moral que reverberava no corpo físico dele naquele momento. Talvez reverberasse em outra encarnação de outra forma. Naquela encarnação reberava daquela forma. Entenderam? Importa saber que as dores que nos alcançam no nosso físico estão sinalizando, estão sinalizando dores na nossa alma. Tá bom? As dores, Em nos ensina na matéria, estão sempre significando dores na alma, né? Por isso que a EMAN nos ensina que existem os pacientes dos das enfermidades físicas. Cuide de você, tá? Cuide de você. Use a medicina terrena para tratar de todas as formas possíveis, daqueles adoecimentos que surgirem, como a Cláudia falou na prece, físico, emocional, psico. Use, use da ciência terrena, da medicina terrena, da psicologia terrena, mas cuide você, acolha você, a sua dor, tá bom? Para que essa dor, da forma que ela tá latejando, se expressando na matéria, não venha mais para você. Dessa forma, nunca mais. Cure-se. Vamos curar o nosso corpo com os recursos da medicina que está na Terra, porque Deus permite. Mas vamos lembrar que nós somos espíritos. Espíritos é o que somos. Vamos buscar curar nossa alma, tá? Naquilo que lateja. Esteja atento para você. Olhe para você. Não é possível fazermos um processo de transmutação, de mudança, se nós tivermos atentos a nós, tá bom? Não ao outro, ao processo do outro. É difícil, né? Porque às vezes a gente olha pro outro e muitas vezes Joana deângela nos ensina na série psicológica, o outro tá sendo no nosso espelho. Aquilo que lateja no outro é
processo do outro. É difícil, né? Porque às vezes a gente olha pro outro e muitas vezes Joana deângela nos ensina na série psicológica, o outro tá sendo no nosso espelho. Aquilo que lateja no outro é porque existe em mim ainda. Eu tenho aquela viciação, eu tenho aquela dificuldade, eu tenho aquela dor e eu localizo no outro. Luto em você. Muitas vezes aprendemos com os espíritos. O outro tá apenas nos ensinando como não devemos ser. Tá bom? Deixa o outro no processo dele. Cuide de você. Acolha a sua dor, acolha a sua dificuldade, ame-se. Não se esqueça jamais do mandamento do Cristo que se divide em duas diretrizes, né? É só esse que ele deixa. Tudo mais invenciona, né? E aí ele nos diz para amarmos a Deus, amand amar o próximo da forma como nos amamos, né? Amar o próximo como a ti mesmo. Não esquece o ti, tá? Oblío: "Ame você, tenha paciência com você, acolha-se na sua dor e trabalhe no seu processo, tá bom? O nosso processo de transformação não será possível, viu? Aprendemos com Divaldo Franco a partir das lições reiteradas que Joana de Anângas tem nos ensinad enviado em sua série psicológica que não é possível comunhão. Fazemos processo de transformação necessário para nós, como diz Bezerra, mentor dessa casa. Não é só dado, mas urgente em cada um de nós. Não é possível fazer esse processo sem o exercício cotidiano de turnurno do perdão, tá bom? Porque muitas vezes a enfermidade, relembrando o capitão Namã lá no livro dos Reis, que se manifesta na terra, tem é será curada a partir da cura da alma, de mergulhos profundos. Muitas vezes não ser necessário sete vidas, mas mergulhos profundos na sua própria alma, tá bom? para você olhar onde é que ela esteja, onde é que dói. E faça como Joana ensina o exercício de turno, transformador, inalienável, porque é seu, porque lhe pertence. Ninguém pode fazer do perdão. Perdoe. Perdoe aquele que virou as costas para você, tá bom? Quando você não merecia, quando você tinha certeza que não merecia. Perceba e sinta que esse também é um irmão em luta
ode fazer do perdão. Perdoe. Perdoe aquele que virou as costas para você, tá bom? Quando você não merecia, quando você tinha certeza que não merecia. Perceba e sinta que esse também é um irmão em luta e que ninguém vira as costas pro outro, abandona o outro se não tá sentindo muita dor dentro do coração. Considere que o outro tá sentindo dor. Perdoa aquele que quis que você fosse, quem você não era, quem você não tem condições de ser. Talvez ele até te amasse e quisesse que você fosse algo que você não é. Perdoe aquele que te feriu, que te magoou, tá bom? Aquele que te abandonou. Perdoe também. Compreenda que aqueles que palmilham conosco a estrada também estão em suas próprias lutas. André Luiz nos ensina que aquele que te feriu, a mais das vezes, talvez não quisesse te ferir, mas ele também está machucado. E aí num mundo atrasado como o nosso expiatório, né, Allan Kardec nos ensina a escala dos mundos como eu. E vejam que a gente tá aqui na no segundo nível, mal saídos do mundo do mundo primitivo. Poderíamos ter uma escala eh estar numa escala superior, comportando a estrutura física que é densa da Terra, pelo menos regenerados. né? E não estamos porque não conseguimos. Então, quem habita um órbe assim é uma alma que sofre, é uma alma com dor, também não tem ilusões sobre as pessoas que habitam a terra, tá? Somos todos pessoas em luta, fazendo mercer de Deus o esforço para viver daquilo que falamos. Seja assim conosco, tá? Os cristãos rede vivos, os cristãos da nova da nova era, aqueles que se intitulam espíritas, perdoa a ignorância. Lei André Luiz fala que esse que te feriu, mas das vezes nem queria te ferir não. Ele tá machucado. Ele tá machucado, tá doído, não sabe como proceder de onde da docente e fere. Sai nos ferindo. Perdoe nosso processo de perdão, de transmutação. Joana nos ensina, só será possível com exercício reiterado de o turno do perdão. Na certeza Joana ensina que perdoar, pessoal, não é apagar a falta do outro, tá? Todos viveremos. E essa é a beleza, uma das belezas.
na, só será possível com exercício reiterado de o turno do perdão. Na certeza Joana ensina que perdoar, pessoal, não é apagar a falta do outro, tá? Todos viveremos. E essa é a beleza, uma das belezas. que o inenarráveis, né? Não temos como transmitir, apenas sentir que os espíritos nos trazem. Cada um de nós vai viver em permanente e colheita. E aquele que te feriu, que errou, que te machucou, ele responderá no transcurso dos erros. Porque é que agiu assim? E terá oportunidades novas, talvez com você, talvez não. Liberte da cena. Perdoar não é apagar a falta de ninguém, tá bom? Perdoar é você se libertar. Liberte-se. Liberte da situação. Liberte-se dessa pessoa que não te amou. Como você sabe, tem certeza que merece ser amado por ser quem você é. E ame-se. Joana ensina. Ame-se também, tá? Dê para você o valor que você sabe que tem. Ninguém vai te dar o valor que você não der. Ame-se. Ame-se, cuide-se, respeite-se, proteja-se, tá bom? E assim começa o seu processo de transformação, sentindo-se pequena. É verdade. Habitamos, né? Um orb atrasado, como eu dizia, na escala dos mundos que Alan Kardec ensina no livro dos espíritos, na codificação cardequeana, a escala nem é exaustiva, pessoal. Não significa que tem só aqueles planetas. Kardec iminente andragogo, pegadagogo de adultos, ele apenas nos mostra que os órbes evoluem, porque as criaturas que os habitam evoluem também. Nós estamos aqui no mundo expiatório. Por isso, cuide-se para você fazer a sua transformação íntima, tá? a que lhe pertence. Vamos eh nesse momento difícil, terreno, eh vivenciando cada um o seu processo transformador e doloroso, eh como ainda resgatando a mitologia lá do Velho Testamento, como Daniel na Copa dos Leões. Daniel era um profeta. Tinha uma conduta no reinado pessoal do de Nabuco Donossor correta, retilínea, reta como tem que ser consubstanciada numa consciência reta, tá? Esse é o locus para onde vamos com felicidade. É quando a gente se assenta num lugar de consciência tranquila. E o perdão que a
ilínea, reta como tem que ser consubstanciada numa consciência reta, tá? Esse é o locus para onde vamos com felicidade. É quando a gente se assenta num lugar de consciência tranquila. E o perdão que a gente vai oferecer para nós mesmos não é pelo outro, tá? Será sempre com base na nossa consciência, tá? Eu tenho feito o meu melhor. Então, assente a sua consciência na o melhor ser que você já pode ser e desse a chance de se transmutar, de se transformar e deixa o outro ser quem ele é. Daniel tinha uma conduta exemplar, mas gerou naqueles que humilhavam com ele aquele momento muita inveja. Acontece, acontece, acontece hoje? Sim. Muitas vezes incomodaremos apenas por estar querendo acertar, tá bom? Apenas por estar sendo quem somos. Nós não, nós que nos colocamos agora como aprendizes, né? Esse que que o espiritismo é apenas um cristianismo redivo, trazido pelas luzes dos espíritos. Esse que nos colocamos como como aqueles que querem vivenciar o que dizem, muitas vezes incomodaremos, né? Permaneça com a sua consciência tranquila, tá bom? Muitas vezes esses serão alvos, né? Emanu fala aqui na lição da renovação de calúnias, de desprezo, de desconsideração, não importa. Siga em paz com a sua consciência, tá? Inclusive Bezerra de Menezes, essa alma linda que nos guia a todos aqui na comunhão espírito de Brasília na condição de mentor, nos fala, já a gente volta em Daniel, não tá esquecido não, nos fala, nos convida a conquistar o nosso próprio céu, tá bom? Ele diz assim pra gente conquistar esse lugar, faça o bem, labore no bem, exerça o bem diurnamente. Não importa o outro, né? Você, em verdade, você não vai encontrar um outro céu, nem na terra, nem fora dela, que não seja um céu chamado consciência tranquila. Tá bom? Esse é o céu que nós vamos buscar. Daniel tava tranquilo, mas incomodou devido a conduta dele reta. Ele nem fazia proselitismo acerca da do monoteísmo que ele professora espiritismo em sua vertente religiosa proselitista. Tá bom pessoal? Não temos a intenção de converter
devido a conduta dele reta. Ele nem fazia proselitismo acerca da do monoteísmo que ele professora espiritismo em sua vertente religiosa proselitista. Tá bom pessoal? Não temos a intenção de converter ninguém, de tirar ninguém do seu lugar tranquilo, de incomodar ninguém, tá? Aprendemos que a verdadeira evangelização e, portanto, divulgação, a verdadeira comunicação espírita se dá a partir da vivência, tá? Eu posso chegar aqui, posso falar durante o nosso tempo que escoua com velocidade impressionante nossa riqueza. Mas a verdadeira divulgação do espiritismo, Emanuel fala, é a vivência. Por isso, Emmanuel fala: "Seja espírita o nome do seu nome." Você poderia estar em qualquer lugar fazendo qualquer coisa da sua vida, em qualquer filosofia, assumir o espiritismo, seja espírita, a sua vivência, a sua conduta, em consonância aquilo que você prega. Não saia desse lugar para você, como desbezerro, conquistar o seu céu, que é seu, que é seu, tá? O seu céu será seu e você vai encontrá-lo onde você estiver, na terra e fora dele. Chamado consciência tranquila. Daniel tava tranquilo e aí incomodou. Incomodou pelo exercício. Exercício de turno, de ser bom, de ser melhor. É de ser santo, gente. Não, não é. Não é. Encontramos inclusive no colégio apostólico do Cristo, trabalhadores no esforço de serem gigantes moralmente. Mas Jesus não vai buscar em outra galáxia. O colégio apostólico dele traz espíritos de scol que eles sabiam que seriam capazes de se levantar deles mesmos naqueles momentos difíceis e nós sejamos também. A gente não é Pedro, não é Paulo, não consegue ser João, mas a gente consegue ser uma criatura melhor, transformada, um renovo na direção do céu, viu? Lembra de Pedro? Pra gente, já que a pouco a gente volta Daniel, lembra de Pedro? Pedro ali com Jesus respirando do mestre. Jesus vai ser capturado. O que ele faz? Bahia, espada e sepa a orelha do soldado Michel. Michael Jesus pega a orelha e fala: "Não, filho, não é assim não. Não é isso não. Se feres com espada, com espada
sus vai ser capturado. O que ele faz? Bahia, espada e sepa a orelha do soldado Michel. Michael Jesus pega a orelha e fala: "Não, filho, não é assim não. Não é isso não. Se feres com espada, com espada serás ferido, Pedro. E recoloca a orelha do soldado, tá bom? Para daqui a pouco Pedro levantar. Gigante. Gigante. Jesus olha para eles e sabe que eles seriam gigantes moralmente. Olha para você e sabe que você também com é capaz de levantar desse momento difícil, doloroso que tem sido para todos nós. Não tá sendo difícil só para você, não tá batendo só na sua casa o desafio não tá chegando só na sua casa psíquica, tá bom? Tá todo mundo, todo mundo laborando para se transformar. Há de ser assim. ou se não é assim, tá adormecido, tá dormótico. Uma expressão de PRVile, grande filósofo já desencarnado, que fundou a cidade da paz aqui no DF, tá adormecido. O normal é a gente falar normal, né? Aí arrivar falava que a pessoa que não tá percebendo o que tá acontecendo tá normótica. Não sejamos esses. Tá bom. Daniel tava lá tranquilo, incomodou, incomodou muito. E aí, por intriga, por calúnia, manos chama aqui atenção. Muitas vezes iremos, né, iremos ser alvo de críticas muitas imerecidas, tá bom? Seremos alvo de abandono, de exclusão, seremos alvo silêncio incompreensível do outro, né? Quando você não sabe o que é que foi que aconteceu, porque é que eu estou sendo vista e recebida, tratada dessa forma, né? Essas dores alcança, não tem problema. Siga no seu céu. Tá bom? E aí ele foi jogado então na cova dos leões uma por uma injúria urdida ali junto ao rei. Ele é jogado na cova dos leões. E é simbólico, tá? Quando estiverem lendo, lendo o Velho Testamento, lembra que nos provérbios aprendemos que a letra mata e o espírito vivifica. Leia como um livro que é para ser lido com a alma, tá bom? Como um livro mitológico. E aí ele é colocado na caverna dos leões, na toca dos leões e me diz se não somos nós nesses dias difíceis, convivendo com pessoas difíceis, convivendo com situações que a
m? Como um livro mitológico. E aí ele é colocado na caverna dos leões, na toca dos leões e me diz se não somos nós nesses dias difíceis, convivendo com pessoas difíceis, convivendo com situações que a gente prior e fala: "Não vou dar conta". Em dias tormentosos, em dias de tormenta, Daniel atravessa a noite, no dia seguinte é retirado da cova dos leões com tranquilidade, com a consciência tranquila. Houvera sentido medo, certamente houvera sentido eh ansiedade, possivelmente te tubearam na fé ao ser colocado naquele lugar. Ouso crer que sim. E, no entanto atravessa aquela noite escura, rodeado de feras, e chega o dia seguinte, quando a aurora nova, aurora boa, se deslumbra para se perlustra para ele e ele consegue sair da caverna retomando uma vida muito diferente naquele reinado. Essa é a mitologia. Serve pra gente, serve. Dias difíceis na terra. Jesus nos ensina, vinde a mim todos vós. Nosso mestre nos ensina, né, que estais aflitos e eu vos aliviarei. O mestre não disse que vai tirar da gente o desafio que nos pertence. Tá bom? Não creiamos que isso vai acontecer, mas ele nos ensina que não vai nos dar um alívio pra gente conseguir com ele que o fardo dele é leve, superar as dificuldades todos os dias, a noite escura que tem adensado não só a psiquiaterrena, mas também a nossa própria intimidade pra gente conseguir atravessar esses dias. e abrir aurora nova, aurora boa para todos nós, para cantier pra gente não esquecer, cada dia que se abre na pauta terrena é um dia novo que se abre para você, tá bom? E pode ser comunhão, o melhor dia das nossas vidas até aqui, tá bom? Temos esperado um dia em que o dia que acontecer tal coisa, um dia em que for assim, mas esquecemos às vezes que para subir um monte de fúgio nos diz os budistas é necessário que a gente dê um passo e um outro e mais um. E a caminhada é que é o processo, porque ninguém viaja. E alguém me diz aí se a gente não tá encarnado, se não tá mergulhado em águas profundas, como capitão Navan, capitão Namã lá no Velho
e mais um. E a caminhada é que é o processo, porque ninguém viaja. E alguém me diz aí se a gente não tá encarnado, se não tá mergulhado em águas profundas, como capitão Navan, capitão Namã lá no Velho Testamento teve que mergulhar várias vezes para se curar. A gente não tá mergulhado em águas profundas. num processo encarnatório falando só para os encarnados e se isso não é também uma viagem, se a gente não está aqui, não é para chegar, tá bom? É para viver o processo. O processo importa. Cada dia é importante, comunhão. Cada hora é importante, tá? Cada dia que se abre pode ser um dia fundante no seu processo de transformação, no renovo que você já pode ser na direção da luz. Porque ao caminharmos no nosso fotoperiodismo humano, desculpa aí usar uma expressão que é da botânica, mas na hora que a gente direciona pra luz, que a luz é Jesus, por natural, vamos descobrindo que a luz habita em nós também, aprendendo com Jesus, que é o caminho, vamos descobrindo que a luz está em nós. Foi ele que disse na fala da Cláudia que nos lembrou, né? Quando ele falou: "Brilhe a vossa luz". Permita-se transformar-se para você ser luz na terra, tá bom? nesses dias difíceis, densos da terra, seja luz. Eu sei, é um páido fósforo, mas seja luz. É pelo outro, não é por você. Tá bom, comunhão. Nesse processo de transformação, encontramos o relato maravilhoso, inspirador de Federico Figner. Federico Figner, que assume na obra Voltei o codinome de irmão Jacó, ele foi um grande diretor da Federação Espírita Brasileira, mas o cargo que ocupa não importa. O posto que ocupa não tem relevância. O que faz não é tão importante assim. O que faz do que falou na própria vida, o que faz como labor, tá? Agora, o que faz da na vida daquilo que falou profundamente relevante, tá bom? Se se é espírita, o nome do seu nome, se você vive incongruência entre aquilo que você tá falando, tá dizendo que sabe, tá aprendendo e tá se esforçando para viver. Observe que é isso que diz. Estamos caminhando na direção de um homem de bem. Federico
incongruência entre aquilo que você tá falando, tá dizendo que sabe, tá aprendendo e tá se esforçando para viver. Observe que é isso que diz. Estamos caminhando na direção de um homem de bem. Federico Figner como diretor tinha um cargo, mas para além do cargo exercer uma vida honesta, proba, leal, ética, digna, sempre congruente, tá? Com aquilo que ele ensinava. Havia tido vidas em em que ter de pessoa acerca do bem, mas não conseguiu. Nessa vida ele se esforçou. É de esforço, tá, caminhão? Que falamos no processo nosso de transformação, tá? Os espíritos não estão esperando que a gente se transforme numa vida em espírito de luz. Não é possível. Não é possível. A nossa trajetória é de é de muit é de muitos equívocos acumulados, mas os esperam que a gente faça o esforço, tá bom? Esforço da transmutação, da renovação. Quando ele desencarnou, ele relata no livro uma cena bastante curiosa em que ele desencarnado vê-se fora do corpo e ele vê uma luzinha que brilha nele, tá bom? E aí um espírito obsessor tenta até se aproximar no que é bloqueado pelas falangas de luz que o abençoavam, pela vida que ele tinha se esforçado em viver. O você só se aproxima e tenta rir dele e fala: "Cadê Federico sua luz?" E ele olha e tem uma luzinha pequenininha, um pádo fósforo. Não importa, é dele, pertence a ele. Porque durante muitas vidas alguém acendeu um archote de luz para ele enxergar na noite escura a claridade, as clareiras, o caminho que ele deveria pelustrar. A partir daquele momento, não, ele tinha luz própria, era dele e ele iluminar o próprio caminho. Que dia feliz é esse? Quando a gente com esforço é com suor mesmo, tá? Chico Xavier dizia que a gente só consegue evoluir na terra de dois jeitos. Escolhe aí, Comunhã. Ou é chorando ou é suando. Tá bom? A lágrima virar. Sim, a lágrima virá. A lágrima na terra é a professora, tá? não tem como fugir dela. Mas quando a gente decide viver de maneira congruente com aquilo que a gente fala, é o esforço, é o suor na testa e vem a evolução e acende a luzinha e dia a dia
ofessora, tá? não tem como fugir dela. Mas quando a gente decide viver de maneira congruente com aquilo que a gente fala, é o esforço, é o suor na testa e vem a evolução e acende a luzinha e dia a dia em sete vidas, usando um número aqui cabalístico que é apenas no Velho Testamento mitológico. Não anotem isso, quem tá na internet não vai dizer, mas após algumas vidas, eis que brilha a nossa luz. Coisa linda. É um processo. É um processo. Ninguém vai acender a luz que a gente não decidiu acender por nós. Tá bom? Faça o seu processo de transformação. Aceite-se como você está. Não tem problema. Não tem problema ter errado, ter caído ontem, ter se equivocado agora mesmo de manhã, não tem nenhum problema, tá? Quando a gente aprende o caminho, a gente fica com medo. Ah, eu fiz isso. Não tem importa. Você e todo mundo, todo mundo que é na terra, porque a terra é atrasada. Todo mundo errou. Qual é o problema? É quando a gente fica cristalizado no erro, tá bom? Conversamos com espíritos salas mediúnicas que estão há séculos paralisados naquele erro e muitas vezes falam: "Filho, você percebeu que a vida a sua volta mudou? Filho, você percebeu que essa pessoa nem lembra mais de você? Segue, segue, segue em frente com a sua vida e o espírito desperta. Não vamos esperar chegar do outro lado, tá bom? Pra gente se soltar do erro. Refaça sua rota, seu destino, seu prumo. Você é o protagonista da sua vida. Segura firme as regras da sua vida e faça suas escolhas e assuma suas escolhas e levante a cabeça dos erros porque todo mundo erra a comunhão. Mas também abrace seus acertos porque há alguns alguns momentos em que a gente acerta. E assim a gente vai construindo um pequeno archote. No começo é uma palha da luz, como Federico Figueira, né? Quando o espírito perguntou, ele olhou e tinha uma luzinha, ele é minha, me pertence. E a gente vai começando a construir a nossa luz que vai brilhar e um dia atenderemos ao convite morredouro de Jesus. Um convite que não passa. Brilhe a vossa luz. Faça brilhar a vossa luz.
e pertence. E a gente vai começando a construir a nossa luz que vai brilhar e um dia atenderemos ao convite morredouro de Jesus. Um convite que não passa. Brilhe a vossa luz. Faça brilhar a vossa luz. Vós sois deuses. Porque Jesus fala isso? Porque carregamos um DNA que é divinal, porque somos filhos de Deus. Deus é nosso pai. Nosso verdadeiro pai é Deus, né? Amamos, respeitamos os pais terrenos, mas Deus nos criou um dia para a perfeição que nos cabe. Como criaturas que somos saímos das mãos de Deus simples, na simplicidade linda, como Leonardo da Vince nos ensina, que ele fala que o superassumo da beleza é a simplicidade. Saímos das mãos de Deus lindas para uma caminhada de aquisição de conhecimento, simples e ignorantes. Por isso, porque toda a coisa para nós era ignara, desconhecíamos, íamos acumulando conhecimento. Para quê? para pegar o conhecimento, transmutar em ações, em atos, porque só saber não nos transforma, mas saber para melhor fazer e melhor fazer para melhor viver e melhor viver para melhor sentir e fazemos assim brilhar a nossa luz. Façamos, atravessemos esses dias difíceis, dias de dor, dias de luta na terra, comunhão. Na certeza que o melhor espera por nós, que vamos construindo com nossos erros, com as nossas quedas. um caminho de mais luz, de mais paz, de mais amor. Aceite que você é o protagonista da sua história e refaça o seu caminho, tá bom? uma história linda contada na revista Seleções de um aprendiz de bombeiro que ele enfrentou um primeiro grande temporal ao lado de um capitão da corporação dele. E quando ele tava na frente das nuvens plúmbias, aquele temporal sendo derramado sobre a terra, não enxergava nada, não sabia o que fazer. Eles já tinham feito o socorro, mas estava no meio do temporal da no olho da tempestade ou numa linguagem geegórica, no olho do furacão. Ele não sabia o que fazer. O capitão da corporação fala para ele: "Siga ele: "Como?" "Siga, siga, siga". Ele: "Não tô enxergando. Siga, siga, não fica parado. Movimente-se, movimente-se." E ele
racão. Ele não sabia o que fazer. O capitão da corporação fala para ele: "Siga ele: "Como?" "Siga, siga, siga". Ele: "Não tô enxergando. Siga, siga, não fica parado. Movimente-se, movimente-se." E ele atendendo ao comando daquele que lhe era superior hierárquico, segue no meio do tumulto, da tempestade, da escuridão. Parece com a gente? Parece. Confie. e siga vivendo um dia de cada vez, tá bom? Não compare o seu processo com o outro, não existe de você. Não coloque para você metas irreais, tá bom? Também não aceite que o outro diga qual é o seu parâmetro, quem você deve ser, como você deve agir, como você deveria agir. Talvez o outro até te ame e até gostaria que você fosse diferente, mas você é o artífice do seu processo, tá bom? Coloca-se no centro, sem achar, sem nos acharmos, né, que somos num perspectiva egóicas melhores que ninguém, mas nós precisamos cuidar de nós mesmos, tá bom? Ame-se. E aí siga, siga da forma como você conseguir. Movimente-se, busque saber mais, aprender mais, pois que o conheça, conhecimento é profundamente libertador. Tá bom? Divaldo Franco fala que quando você se ama, lembra, você não sente do seu processo, você se cuida. Olha que lindo, você se protege, proteja-se e você se instrui. Isso foi profundamente libertador para mim quando eu ouvi isso. Como assim? Quando eu me ama me instruo? Porque quanto mais soubermos, mais teremos instrumento. Não é que o conhecimento nos não nos coloca em condição de superioridade, não. Mas o conhecimento nos dá instrumental para fazermos melhores escolhas e a partir de melhores escolhas sermos mais felizes. Tá bom? Invista em você. Estude, aprenda, reflita, medite. Nos convide também na lição. Soldado permaneceu em movimento. Apesar temporal da noite escura. Parece a gente nos dias de hoje? Muito, muito, muito. Mas lembra que você é um pequeno renovo numa terra em transe crescendo para a luz. Não esqueça disso, tá bom? O soldado seguiu, seguiu adiante. Uma hora ele chegou num céu de brigadeiro, a tempestade tinha passado e o superior
equeno renovo numa terra em transe crescendo para a luz. Não esqueça disso, tá bom? O soldado seguiu, seguiu adiante. Uma hora ele chegou num céu de brigadeiro, a tempestade tinha passado e o superior dele falou: "É assim que acontece. Tudo passa comunhão na terra. Tá bom? Dias felizes a gente nem queria, mas eles passam. E os dias infelizes passam também. Todo sofrimento na terra, comunhão, todo sofrimento na terra tem data para acabar. Tá bom? Caminhe nessa direção, porque nós não nascemos para sofrer. Essa não é a nossa destinação. A dor tem sido apenas para nós instrumento andragógico de nos fazer avançar. Avance, avance. A dor vai ficando para trás, tá bom? Aprendemos com Leon Deni, filósofo maravilhoso dos primórdios do Espiritismo, do nosso cristianismo Rede Vivo, que a dor comunhão compõe para nós na Terra um acróstico. Sabe o que é um acróstico? Poema. Quando tem a primeira letrinha, assim, poema tem as os versinhos, né, na horizontal. Quando a primeira letrinha aqui na vertical vai compondo uma palavra, sabe? a gente chama aquilo de acrótico. E Leandenin nos ensina que a dor na Terra, no nosso processo moralizante, transformador, compõe um acróstico também. Ele diz assim, ó, problema do ser destino da dor, o nome do livro, tá? Ele diz que o d de dor nos dias de direção, tá? Se os nossos passos estão nos guiando para caminhos que não são de Deus para nós, que não são nossos, que não nos pertencem, que na verdade não nos fazem felizes, como é que eu sei se um caminho é de Deus para mim, gente? Quando ele fere alguém, machuca alguém, passa por cima de alguém, ignora o outro, mago o outro, não é de Deus. Não é de Deus. Tá bom? Lembra da diretriz, do mandamento de Jesus. Amar a Deus que é seu pai e o próximo como a ti mesmo. Ame-se, cuide-se e respeite o outro. Aprendendo a amá-lo quando você não ama, que tem o mesmo direito de ser feliz que você. Tá bom? Se os nossos passos estão nos guiando para um locus que não é de autoamor, que não é de amor ao próximo,
Aprendendo a amá-lo quando você não ama, que tem o mesmo direito de ser feliz que você. Tá bom? Se os nossos passos estão nos guiando para um locus que não é de autoamor, que não é de amor ao próximo, que não é de respeito à criação divina, porque Deus se expressa em todas as suas criaturas, humanas e não humanas, animadas e inanimadas, se o meu passo se me encaminha para esse lugar, é a dor, a dor me trazendo de volta. Volta, filho, volta, que isso não é o lugar para você. E a dor tem o ó, né? D ó. A dor tem o ódio de organização, sabe com meus sentimentos estão desorganizados, tão eh confusos e eu estou um ser confuso amando coisas e usando pessoas para conquistar coisas. O pior cenário, olha o ódio de dor me trazendo de volta pro meu lugar, porque as coisas são para ser usadas, porque tudo aqui na terra é impermanente, chega como instrumento paraa sua transformação. E as pessoas são para serem amadas. Não se confunda nunca mais, tá bom? O seu objetivo aqui não é chegar em lugar nenhum, não é conquistar tantos cifrões, não é vender não sei quanto. O seu objetivo não é passar em tal concurso, nem chegar em tal lugar. O objetivo de toda criatura encarnada na terra, todo criança que chega na terra é um só. Ser um ser melhor, transformar-se para o bem, tá? Como educadores e também como filhos, como pais. Pensemos nisso. Todo ser que reencarna chega com um só objetivo. Ah, não é ganhar do outro, não é vencer do outro, não. Toda criatura que chega na terra comunhão chega com um só objetivo de ser melhor, de vencer a si mesmo. E um dia repetir Jesus, vencer o mundo de dificuldades que está posto na terra, numa terra em trânsito, que é um mundo expiatório, mas mercado regenerado por todos nós. Olha o sentimento desorganizado. Olha eu tô colocando minha atenção, aquilo que é o melhor de mim, obter coisas. Parou. Parou. A dor virar. A dor virá. Tô colocando minha melhor parte naquilo que é material, na atenção ao que tá fora, em conquistar alguma coisa, em aparecer pro outro, em aparecer na rede social e
arou. Parou. A dor virar. A dor virá. Tô colocando minha melhor parte naquilo que é material, na atenção ao que tá fora, em conquistar alguma coisa, em aparecer pro outro, em aparecer na rede social e ter seguidor e ter alguém que gosta de mim, me dê um like para olha o ódio, a organização chegando e nos trazendo de volta, tá bom? Tô colocando minha melhor parte naquilo que tá fora. Esquecido que o que importa é o que tá dentro. Espírito é o que você é. Não esquece disso nunca mais. Tá bom, comunhão? Você é um espírito pros encarnados investido numa veste densa de um mundo expiatório, mas é uma veste transitória que não é você, é apenas um escafandro físico e que vai passar 100 anos na matéria. André Luiz ensina é um segundo na caminhada multimilenária do espírito. Não se perca de você nunca mais, tá bom? Você é um espírito, se confundiu, trocou os valores, olha o ódio, dor chegando. E por fim, Leand nos ensina que a dor tem o R, né, pessoal? Tem um R de reeducação. Se eu estou deseducado moralmente, e educação é educação virtuosa do espírito, não é instrução, tá? Não é se encher a cabeça de conhecimento, é absorver o conhecimento disponível na Terra por todas as fontes que podem ser bibliográficas, mas que estão na escola da natureza, que tá no outro. que tá na vida na qual eu medito e percebo, quando eu apreendo todas as fontes de conhecimento e trago para mim e faço o quê com tudo isso? Transformo meu ato, meu agir, meu pensar, meu sentir. Eu estou me educando moralmente, tá bom? uma instrução, é uma parcela que não chega rica, valorosa para contribuir para eu me educar moralmente. Se eu estiver deseducado moralmente com atos cujos tentando usar o fim para justificar o meio, por exemplo, olha, eu me deseducando, escorregando na terra e a chance de escorregar na terra é muito grande. Tá bom? Presta atenção. Se isso acontecer, não tenha dúvida. Virá para nós ou para quem quer que seja o R da dor trazendo de volta. É Deus que nos pune? Não, nós mesmos é que buscamos a correção, muitas
bom? Presta atenção. Se isso acontecer, não tenha dúvida. Virá para nós ou para quem quer que seja o R da dor trazendo de volta. É Deus que nos pune? Não, nós mesmos é que buscamos a correção, muitas vezes dolorosa. Para quê? Paraa gente reencontrar o nosso caminho que é de beleza e de perfeição, que nos aguardam, para os quais fomos criados. Tá bom? Dias difíceis, comunhão, dias de luta, não descreia de você, da chama, pequenina chama que está dentro de nós todos, tá aguardando as oportunidades que nós mesmos daremos para nós, construiremos para nós, de brilhar, de rebrilhar e de sermos, enfim, luz na terra. Olha o diálogo lindo. A gente dá volta, dá volta, dá volta e volta para Jesus, nosso sempre presente mestre de todas as épocas. O mestre que não passa. Olha o diálogo de Madalena com Jesus nos lembrando isso. Madalena, pessoal, usamos nossos minutos aí para lembrar Madalena. Madalena andou por caminhos que não eram para ela, né? Madalena perdeu-se no nos primeiros anos da mocidade por muito amar, né? Queria muito amar e se perdeu em relacionamentos conflituosos, difíceis. E a a história fala-nos que ela dessa forma prostituiu-se, né, por confundir-se, confundir-se com os sentimentos. Mas o que ela queria? Amor, que ela queria amar. É isso, né? Matutar, essa trabalhadora incrível, incrível de Jesus na terra, dizia que ela tinha conhecido muitos seres humanos das mais diversas expressões, mas que ela tinha percebido uma similaridade entre todos, que todo ser humano queria, na verdade, é ser amado e poder amar. poder expressar sem amor. Por que que a gente tem essas essa eh similaridade entre nós? Porque a paternidade é a mesma para todos, né? Saímos um dia dos das mãos de Deus simples e ignorantes. E Deus, João nos fala que é amor, ou seja, trazemos todos um DNA amoroso. O que nos iguala é o amor. A forma como expressamos é individual, porque nem os dedos das mãos são iguais. Madalena Perdes no começo da juventude porque queria muito amar, queria muito expressar o seu amor e ser amada, né? E
r. A forma como expressamos é individual, porque nem os dedos das mãos são iguais. Madalena Perdes no começo da juventude porque queria muito amar, queria muito expressar o seu amor e ser amada, né? E aí para os conceitos padrões da época era uma mulher perdida, né? Com moralmente questionável, com conduta moralmente questionável. E aí Madalena ouve falar de um amor diferente, um amor que convidava a amar mais, a amar melhor. Comunão, o amor na terra é uma escolha nossa, tá bom? A terra é atrasada. Por isso, escolha amar. Escolha aprender a amar. O amor aqui é uma escolha e um aprendizado. Todas as vezes que você tiver diante de um caminho, escolha amar. Qual é o caminho do amor para mim? Se tiver em dúvida, chama Jesus e fala: "Senhor, que queres que eu faça?" E a resposta de Jesus será a resposta do amor sempre. Tá bom? Mas ele não ouve falar de um amor diferente. Vai ouvir ouvir as pregações de Jesus no mar da Galileia, que na verdade é um lago, né? Mas tão grande, parece um mar. E encantada, magnetizada. Vamos imaginar Jesus como pregando no mar da Galileia. Dival diz assim, ó, pra gente construir na nossa psiquê, nos pés, nas alercatas de couro, no corpo, o manto, simples, o cabelinho voando com o vento da tarde da cor do trigo maduro, e o sorriso que traduz o amor que a terra jamais houverá visto. O amor que ama, que acolhe, o amor que recebe, amor que não questiona, amor que não acusa, que não julga, o amor que sabe esperar, o amor que tem todas características e muito mais do que aquelas que Paulo descreveu lá em Coríntios, capítulo 13, né? Meu amor é benigno, é paciente, amor tolera, o amor sabe esperar, o amor aceita, o amor acolhe. Tudo isso, Madalena vai ouvir Jesus encantada por um amor desconhecido, como diz Valdo, o amor não amado da terra, né? Jesus é o amor não amado, o amor que não encontrou resposta em nós, no nosso coração, e busca, espera e bate. Diz lá no apocalipse, que estão à porta e bato aguardando o nosso amor. Procura Jesus na casa de Pedro.
r não amado, o amor que não encontrou resposta em nós, no nosso coração, e busca, espera e bate. Diz lá no apocalipse, que estão à porta e bato aguardando o nosso amor. Procura Jesus na casa de Pedro. À noite todo mundo se afasta, afinal de contas, ela era olhada com olho que julga. Só desse olhar também, tá? Do olhar que te julga, que quer te enquadrar, que acha como você deveria ser. O o olhar daquele que absolutamente não sabe da sua história, não sabe das suas dores, não sabe o que você carrega dentro do seu coração, não faz ideia dos esforços, sacrifício e renúncia que você faz todos os dias para ser quem você é, para estar onde você está e seguir adiante. Ainda assim te julga, te ignora, vira as costas para você. Solte-se. Solte do lado do outro. Deixa o outro seguir o caminho dele, construir a história dele. Faça iso do perdão, tá bom? Para você se libertar. Você e siga. Mas ali na procura Jesus, coloca seus pés do mestre e quer falar, quer contar dos amores que ela tinha tido dos olhos da terra, dos equívocos que ela tinha tido em relacionamentos, quem ela era, como a julgava. E ele fala: "Maria, Maria". E ela fala: "Senhor, pobre de mim". Ele olha para ela e ela quer contar para ele do passado. Ela fala e ele responde ela: "Maria, com todo o passado dela, né?" Ele diz assim: "Acaso o nosso pai não faz uma primavera florescer nos tetos de uma casa em ruína?" E Madalena passa em revista as casas que ela conhecia em toda a Galileia, casas em ruínas, cujas flores para primavera floresciam, como dizem aqui, cujas vergonhas que são eh renovos, floresciam na primavera de maneira linda. Então, Madalena, e ela olha para ele e fala: "Madalena, ama filha, ama". E Madalena sai dali para transformar a própria vida e transforma-se de uma maneira eterna para aquele espírito, né? Aprendamos do diálogo de Jesus com Madalena. Ama, ama, porque Pedro nos ensina que o amor cobra multidão de pecados. Pecado, pessoal, na epimologia da palavra, é apenas erro de rota. Pecadores somos todos, tá bom?
diálogo de Jesus com Madalena. Ama, ama, porque Pedro nos ensina que o amor cobra multidão de pecados. Pecado, pessoal, na epimologia da palavra, é apenas erro de rota. Pecadores somos todos, tá bom? Pecado é uma palavra derivada do grego amatia, que significa errou a rota. Eu errei, tu erraste, ele errou. Nós erramos, vós errais, eles erram, eles erraram. Entenderam? Todo mundo pecou, todo mundo pega, todo mundo erra a rota. Não importa. Madalena, ama de Jesus, um convite que não passa para nós também. Ama, ama e cobriremos a multidão de pecados passados pra gente abrir um tempo novo, um tempo de transformação para todos nós. Um tempo que onde merecemos todos estar. Lembrando Jesus replicado por João no Apocalipse. Eis que faço novas todas as coisas nesse tempo, tá bom? Tempos difíceis, tempos duros. Tempos de lágrimas, tempos de dor. Recorramos a Jesus e a fala dele não passa para nós. Eis que faço novas todas as coisas. Jesus renova a nossa vida, os nossos propósitos, renova os desafios de todos os dias, renova a nossa disposição diante dos desafios, renova o ser que somos dias difíceis. Busque Jesus e não se esqueça dele nunca mais. Quero encerrar a nossa explanação lembrando da fala em parábola do mestre replicada por três evangelistas, Marcos, Mateus e Lucas, onde ele nos fala assim pra gente pensar na transformação, no renovo, no brotinho que podemos ser, tá bom? Ele fala assim: "Não, não, não, não. Ninguém coloca remendo novo em pano velho, tá bom? Renovar-se nos caminhos da vida significa renovarmos-nos por inteiro, renovarmos a nossa forma de ver a vida. Renovarmos a nossa forma de nos posicionarmos perante a vida. Renovarmos a nossa forma de agir diante dos desafios que virão. Mas com diz que tirar, e diz que nos daria alívio, estaria conosco até o fim dos tempos numa hipérbole para dizer que tá sempre conosco. Tá bom? Ninguém coloca vinho novo em odre velho, porque assim estoura o odre e o vinho se perde. Ele nos ensina, não traga a revelação nova, o
s tempos numa hipérbole para dizer que tá sempre conosco. Tá bom? Ninguém coloca vinho novo em odre velho, porque assim estoura o odre e o vinho se perde. Ele nos ensina, não traga a revelação nova, o cristianismo rediv vivo, o espiritismo, que é apenas o cristianismo trazido sobre as luzes e bênçãos da espiritualidade superior, que derramou na terra essa verdade para nós, a pedido do Cristo na condição de espírito de verdade, não coloque essa verdade libertadora em valores arcaicos passados, em situações materialistas, no ser velho que não nos comporta mais ser. Tá bom? Abraçamos Paulo na fala dele. Aquele que está em Cristo Jesus, nova criatura é. Quero encerrar a nossa reflexão de hoje com uma musiquinha pra gente pensar o que fazer nesses dias difíceis de transformação. Us a fala de um padre que eu admiro muito, que é o padre Marcelo, e que diz assim pra gente pensar, tá? dias difíceis, dias de dor nas suas lutas, nas suas dificuldades. Como Deus está aqui neste momento e sua presença é real em seu viver, tá? Sinta Deus em você, pulsando em você, na condição do seu pai. Entregue sua vida a ele e seus problemas e fale espíritos nos ensinam que nenhuma oração fica sem resposta, nenhuma, tá bom? Toda oração reverbera nas altas esferas da espiritualidade. Fale com Deus que ele vai ajudar você. Deus te trouxe aqui até aqui nesse momento, nesse dia comel para aliviar o seu sofrimento. E ele é o autor da fé, da fé que nos emula seguir em frente do princípio ao fim, em todos os teus tormentos, em todos os seus dias. E ainda se vier a noite traiçoeira, aquela noite que a gente tem uma uma descoberta, sabe, de uma enfermidade, de uma luta, de uma dor, de um desafio, ainda se vier, noites troeiras. Se a cruz pesada for para você, tá bom? Cristo estará contigo. Foi ele que falou, que estaria conosco sempre. E o mundo pode até fazer você chorar. Choraremos muitas vezes, mas Deus te quer sorrindo. Deus aguarda você no seu melhor sorriso, no seu processo de transformação, no seu melhor momento,
osco sempre. E o mundo pode até fazer você chorar. Choraremos muitas vezes, mas Deus te quer sorrindo. Deus aguarda você no seu melhor sorriso, no seu processo de transformação, no seu melhor momento, vivendo a sua melhor parte hoje também, amanhã e sempre. Obrigado, pessoal. Agradecemos, Pát sempre por trazer Jesus de volta para nós, essas palestras tão maravilhosas que nos remetem ao amor do Cristo por todos nós. Então vamos fazer a nossa oração de encerramento, elevando o nosso pensamento a esse mestre amigo, relembrando o seu olhar, o seu abraço, o seu carinho para com todos nós, nos permitindo renascer, mesmo que com os joelhos desconjuntados, como nos fala nossa querida mentora Jana de Angeles, que levantemos tantas vezes quantas forem necessárias para o nosso renascimento interior. Lembrando que Jesus espera por nós, que Jesus nos aguarda e que Jesus está conosco em todas as oportunidades que nos permitirmos tê-lo por perto. tenhamos fé, coragem, amor próprio, para nos permitirmos receber as bênçãos de Jesus que se derramam sobre todos nós neste momento e que possamos manter, preservar essas bênçãos, essas bênçãos que nos impulsionarão para esse renascimento tão necessário de todos nós. em teu santo nome, mestre Jesus, profundamente agradecidas que nos encontramos por estarmos nesta tarefa abençoada em que pese todos os nossos defeitos, pelo reencontro de almas, pela tarefa bendita, te agradecemos e te pedimos permissão para encerrarmos a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, a nossa querida Andreia chamará para o passe. Queremos lembrar aqui que temos um novo horário de passe presencial às quartas-feiras das 12:30 às 14. É o horário bem apropriado aí para quem puder dar uma saidinha na hora do almoço. Nós temos agora às 19 a palestra da nossa querida Maíse Braga. Permaneçamos com o pensamento voltado a Jesus para preservar o ambiente espiritual aqui do momento. Uma bom final de semana a todos. Fiquem todos com a paz de Jesus.
stra da nossa querida Maíse Braga. Permaneçamos com o pensamento voltado a Jesus para preservar o ambiente espiritual aqui do momento. Uma bom final de semana a todos. Fiquem todos com a paz de Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se
Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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