RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE | Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/05/2025 (há 10 meses) 49:08 349 visualizações

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Transcrição

Olá, meus amigos. Vamos hoje falar mais uma vez sobre a nossa doutrina, que é luz, que é amor, que é caridade. E vamos pensar um pouquinho em como trazer a doutrina espírita para o nosso cotidiano. A doutrina espírita, a terceira revelação que nos foi trazida, pede a cada um de nós uma maior coerência, uma forma melhor de agir, de pensar, de de sentir uma coerência maior entre religião e religiosidade, ou entre religião e espiritualidade. É preciso que busquemos uma maior coerência. Emanuel, na coleção Fonte Viva nos lembra que Jesus não estabelece linhas divisórias entre o entre o templo e a oficina. Na verdade, ele quer dizer entre o templo e a rua. E essa linha divisória é a linha que vemos normalmente acontecer. Quando estamos na casa espírita, procuramos nos conter, procuramos ser um pouco mais atentos à doutrina do mestre, mas muitas vezes basta alguns passos para fora do da comunhão, por exemplo, ou de outras casas, para que voltemos a dormir, a dormir na carne. emos inúmeras, inúmeras vezes a carne. Pela nossa dificuldade de amar, sabemos que viremos inúmeras outras vezes. Saímos do mundo espiritual com o nosso ponto de vista já ampliado lá, preparados para uma encarnação que deve ser melhor. Mas ao tomar o banho de carne, como diz Joana de Angeles, ao mergulhar na carne, costumamos nos afogar nela, costumamos esquecer o que tantas vezes viemos fazer aqui. Por isso, a proposta de pensarmos um pouco mais em como trazer a doutrina espírita para o nosso cotidiano. Temos hoje a certeza de que a vida continua através da carreira enorme de encarnações. Temos a certeza de que os nossos amores que partem antes de nós continuam nos amando, continuam existindo e que um dia todos nos reencontraremos. Essa é a primeira parte, é o primeiro trabalho da doutrina espírita, o trabalho de consolação. Nós, aliás, nesse nesse tempo agora, lembrando tão com tanto carinho de Chico Xavier, tivemos agora em abril o o seu aniversário. Chico Xavier nasceu em 2 de abril de 1910. E nesse mês que passou, nós nos

aliás, nesse nesse tempo agora, lembrando tão com tanto carinho de Chico Xavier, tivemos agora em abril o o seu aniversário. Chico Xavier nasceu em 2 de abril de 1910. E nesse mês que passou, nós nos lembramos desse grande médium, do médium incomparável, que psicografou na na terceira fase de seu trabalho chamado de fase consoladora, psicografou mais ou menos 2.000 espíritos, espíritos de diversas situações econômicas, sociais, religiosas, que vinham dizer às suas famílias, mas vinham dizer também a todos nós da realidade misericórdia, misericordiosa das vidas que se sucedem. As vidas se sucedem. Uma vez criados por Deus, jamais deixaremos de existir. E o objetivo dessa sucessão, desse processo misericordioso que Deus traz para todos nós, é a nossa melhora íntima. Por isso, nesse momento em que a transição planetária se acelera, em que chegou o momento da aferição dos sentimentos mais íntimos que cada um de nós traz, é importante pensarmos sobre a necessidade de trazermos a doutrina espírita para o nosso cotidiano. É uma nova religiosidade que aparece. Precisamos, sabemos agora trabalhar a nossa salvação. Deus, Jesus, nossos espíritos protetores não nos salvarão. Quis Deus, ao nos criar simples e ignorantes, colocar em nossas mãos o trabalho de construir a nossa salvação. Construímos a nossa salvação, quando nos espiritualizamos, quando nos dulcificamos, quando nos tornamos mansos e pacíficos. Nós vamos ver nas bem-aventuranças o início do sermão do monte. Uma das delas, uma das bem-aventuranças é muito especial porque contém uma promessa. Bem-aventurados os brandos e pacíficos, porque herdarão a terra. Esta é uma promessa, esta é a vida futura. nos é prometida a possibilidade de numa encarnação sucessora a essa, voltarmos aqui à terra encontrando-a recuperada, encontrando-a regenerada, desde que nos façamos mais amáveis e mais pacíficos, quando começamos a sentir a necessidade de nos tornar a cada dia, pessoas mais doces, mais afáveis, o nosso ego vai diminuindo, nosso orgulho vai sendo

e que nos façamos mais amáveis e mais pacíficos, quando começamos a sentir a necessidade de nos tornar a cada dia, pessoas mais doces, mais afáveis, o nosso ego vai diminuindo, nosso orgulho vai sendo quebrado e as leis que dormem em nossa consciência, abafadas por camadas de orgulho egoísmo, essas leis divinas vão vindo à superfície e nos ajudando a nos tornar realmente discípulos. luz de Jesus. Porque a partir da doutrina espírita, sabemos nós que a definição de discípulo de Jesus subiu um degrau. Ser discípulo de Jesus não é frequentar templos. Ser discípulo de Jesus não é decorar o evangelho, não é dar palestras, passes, não é nada exterior. Ser discípulo de Jesus é se transformar. Como eu disse já inicialmente, a fase consoladora do querido Chico Xavier é essa, é esse primeiro passo que a doutrina faz na nossa encarnação, nos enche de consolação, nos traz uma serenidade que antes não experimentávamos. A doutrina espírita é com certeza o consolador prometido por Jesus. Mas não podemos parar nesse primeiro momento. é chamado, é um chamado de Deus para todos os seus filhos, que usem a consolação que agora os preenche para um segundo passo, um passo mais difícil, um passo que tem que ser mais concentrado e consciente, o passo da transformação moral. Eu uso todas essas informações que me consolam enormemente para fazer o trabalho necessário para melhorar intimamente. Nós espíritas já somos conhecidos pela capacidade de praticar a caridade material, mesmo que essa capacidade seja ainda muito pequena, como nós sabemos, mas não somos conhecidos pela capacidade de nos transformar moralmente. Essa capacidade vem na medida em que trazemos os ensinos do Cristo, atualizado pelos ensinos dos espíritos para o nosso cotidiano, para o nosso dia a dia. É preciso nos transformar. Eu tô aqui, eu tô relendo o livro Consolador, que é confeccionado também como livro dos espíritos. com perguntas e respostas e queria ler duas duas questões. Vou ler só um pedacinho da resposta porque tem a

aqui, eu tô relendo o livro Consolador, que é confeccionado também como livro dos espíritos. com perguntas e respostas e queria ler duas duas questões. Vou ler só um pedacinho da resposta porque tem a ver com a dificuldade que temos de melhorar. Já viemos tantas vezes aqui para melhorar, mas para melhorar íntimamente. E essa dificuldade perdura há séculos. essa dificuldade de melhorar nos aspectos que realmente importam. O que nos falta para o começo desse processo? O autoconhecimento que nos foi dito lá no templo de Delfos, nos foi trazido por Sócrates, nos é trazido na questão 919 do livro dos espíritos, nosso primeiro livro, a necessidade de nos autoconhecermos. É claro, se eu tenho uma doença, mas não sei que a possuo, eu não me trato. Eu não tomo o remédio que necessito. Por isso, o autoconhecimento é o primeiro passo para a tão falada e tão pouco realizada reforma íntima. Trazer o espiritismo para o nosso cotidiano é praticar diariamente a reforma íntima. Diz assim no livro consolador, primeiro a pergunta 232. Em matéria de conhecimento, onde poderemos localizar a maior necessidade do homem? A resposta de Emanuel é como sempre maravilhosa. Como nos tempos mais recuados das civilizações já mortas, temos de reafirmar que a maior necessidade da criatura humana ainda é o conhecimento de si mesma. Imaginemos nós o que ele aqui diz, não é? Eh, para não nos deixar dúvidas, nos tempos mais recuados de civilizações já mortas, há séculos nós lidamos com essa dificuldade de nos conhecermos. Na questão seguinte, a 233, cuja resposta é grande, eu vou ler só a questão e o início da resposta. Convido vocês a lerem. Diz assim a questão: por que razão o homem da Terra tem sido tão lento na si na solução do problema de seu conhecimento próprio? A resposta de Emanuel, isso é explicável. Somente agora a alma humana poderá em si mesmar-se o bastante para compreender as necessidades e oscaminhos da sua personalidade espiritual. Convoca-nos, Emmanuel, ao sagrado conhecimento de nós mesmos

omente agora a alma humana poderá em si mesmar-se o bastante para compreender as necessidades e oscaminhos da sua personalidade espiritual. Convoca-nos, Emmanuel, ao sagrado conhecimento de nós mesmos dentro dos valores infinitos da vida. Então, Emanuel nos fala dessa necessidade e dessa dificuldade. Nós não nos conhecemos. Muitas vezes só nos conhecemos a cada vez que voltamos ao mundo espiritual, perdendo, largando esse corpo perecível, nos adaptando, passando pel aquele momento natural de perturbação, começando a nossa recuperação. E aí sim, nesse momento, conseguimos nos ver, conseguimos nos conhecer. muitas vezes sentindo o que Chico chamou de arrependimento tardio, porque são muitas as ilusões pelas quais nos deixamos embaralhar, não nos conhecemos, nos achamos ainda perfeitos, achamos muitas vezes que todo mundo erra, menos nós. Ainda temos a ilusão de que estamos certos sobretudo o tempo inteiro. Crianças espirituais, como diz Joana de Angeles, crianças espirituais mimadas. Com a doutrina nós vamos caminhando, esses véus vão sendo arrancados. Sabemos agora que todos nós, encarnados no mundo de provas e expiações, precisamos mudar. Aqueles espíritos que não precisam mais mudar são os espíritos que chegaram à perfeição relativa das criaturas, não encarnam no mundo de provas e expiações, onde as vibrações tão são tão baixas e os corpos tão grosseiros. a não ser aqueles que numa atitude de imenso amor vem para realizar grandes missões. Nós outros somos todos esses que precisam mudar. Então aquele ditado que muitas vezes ouvimos: "Nasci assim, fui criado assim, vou morrer assim". já não servem para esses seres que consolados entenderam o seu papel na construção de sua salvação. Nascemos como viemos a muitas encarnações com algumas coisas que já podem ser chamadas de qualidades, resultado do trabalho anteriormente feito, mas nascemos sempre neste mundo carregados ainda de mazelas espirituais que nos apontam o trabalho que não foi feito. É preciso mirar nesse trabalho

lidades, resultado do trabalho anteriormente feito, mas nascemos sempre neste mundo carregados ainda de mazelas espirituais que nos apontam o trabalho que não foi feito. É preciso mirar nesse trabalho que ainda não foi feito para que não venhamos a repetir inúmeras vezes as mesmas experiências. É mais ou menos como aquele ator que durante 50 anos sobe ao palco e sem saber e de forma inconsciente repete o mesmo escríbo. Agora, abençoados, iluminados, esclarecidos pela doutrina espírita, chegou o momento de criar novos itinerários com bom ânimo, como João nos aconselhou. É preciso caminhar, é preciso nos conhecer para continuar a melhorar, dominando as nossas paixões, alimentando em nós a bondade, a afabilidade e a e a doçura. Trazer a doutrina espírita para o nosso cotidiano tem agora importância fundamental, especialmente nesse momento em que a transição planetária se faz mais acelerada. A transição planetária se dá a cada dia quando nós resolvemos melhorar, nos regenerar. intimamente, como no sermão do monte, aquele início onde Jesus apresenta-nos as bem-aventuranças, aquela beleza, aquele discurso que, segundo Gand, que não era que não era cristão, disse que se perdêssemos todas as escrituras sagradas, se ainda o mantivéssemos, não ter sentiríamos falta de nada. Pois ali naquelas bem-aventuranças há uma muito especial, porque contém uma grande promessa. Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra. Herdar a terra é conquistar o direito de para que voltar em novas encarnações, encontrando a mais regenerada. com vibrações mais leves, mais amorosas. Quem terá esse direito de encontrar uma terra que se levanta, que se recupera? A humanidade de uma terra recuperada é também uma humanidade que procura a própria recuperação. Está em nós, nos exercícios diários que precisamos fazer com sinceridade, com profundidade. Não nos basta mais decorar o evangelho. Não nos basta mais dar palestra, dar passe, ajudar na casa espírita, frequentar templos, isso não

iários que precisamos fazer com sinceridade, com profundidade. Não nos basta mais decorar o evangelho. Não nos basta mais dar palestra, dar passe, ajudar na casa espírita, frequentar templos, isso não nos basta mais. É preciso trazer tudo isso para o nosso cotidiano. Numa terra em transição, é preciso trabalhar a mansuetude, a pacificação das nossas maiores paixões para que possamos receber, herdar uma terra que se melhora a cada tempo. Muitas vezes não temos ainda entendimento para saber que todos esses movimentos que muitas vezes nos chocam fazem parte desse processo. Porque o mundo de aparência, o mundo dos doutores da lei já passou. Um mundo que está sendo formado é o mundo em que cotidianamente os discípulos de Jesus se fazem cartas vivas do seu amor, da sua mensagem. São princípios e valores cristãos que estão conosco há muitas encarnações e que agora precisamos trazê-los para nós, praticando-os para que nos transformemos moralmente. Nós vamos nos autoconhecer para em seguida nos autodominar. Mas para isso é preciso uma vontade. Sim. Sera na antiga Roma, em determinado momento, com a expansão do comércio, surgiram muitos novos ricos. faziam questão de fazer mansões com muita ostentação, jardins belíssimos e gostavam, tinham como hábito também exibir muitas esculturas nesses jardins. Os artesãos, coitados, muito explorados, recebiam inúmeros pedidos para que aquelas esculturas fossem feitas, ganhando muito pouco, trabalhando de sol a sol, não podendo perder nenhuma daquelas encomendas, faziam o trabalho com uma rapidez cujo resultado não acabava naturalmente muito. Muito bom. O trabalho acabado. Eles viam que nesse trabalho havia inúmeras imperfeições, havia algumas rachaduras. E para conseguir entregar a tarefa para para de novo pegar uma outra, eles faziam com mel de abelha uma cera e passavam nessas imperfeições para disfarçá-las. levavam essas esculturas para os grandes jardins dos novos ricos e recebiam aquela pequena importância. Acontece que em Roma o sol muitas vezes

a cera e passavam nessas imperfeições para disfarçá-las. levavam essas esculturas para os grandes jardins dos novos ricos e recebiam aquela pequena importância. Acontece que em Roma o sol muitas vezes castigava, o calor era muito forte e com o tempo, aquela cera que disfarçava as imperfeições ia escorrendo, deixando a olhos vistos o que eles tinham querido disfarça. O tempo os patrícios, sabendo disso, começaram a fazer encomendas sincera, quer dizer sem sera, sem que se tente apagar, disfarçar as imperfeições. Nós também agora precisamos de uma vontade sincera, uma vontade sincera, não de disfarçar as nossas imperfeições, mas de contemplaras, contemplá-las para tratar cada uma dessas imperfeições. Então, o autoconhecimento é esse primeiro momento para a nossa evolução. Ninguém evolui sem se conhecer. Se eu tenho uma doença e não sei que a tenho, eu não tomo remédio, eu não me curo dessa doença. É preciso essa vontade sincera. É preciso se em si mesmar. É preciso olhar para dentro, descobrir o que precisa ser tratado em nós para que a gente traga pro cotidiano o evangelho de Jesus. Trazer para o cotidiano o evangelho de Jesus é fazer a reforma íntima. Também nesse livro, o Consolador, na questão de número 116, Emanuel nos define como aqueles seres antigos que ainda lutam para se livrar dos próprios cadáveres. Em seguida, ele diz que esses cadáveres nossos, dos quais devemos nos livrar, é todo esse lixo mental que viemos, encarnação após encarnação alimentando. São ideias erradas sobre as pessoas, os fatos e a própria vida que viemos alimentando, cristalizando no nosso íntimo, que dão origem aos preconceitos, às ideias erradas que trazem para o nosso espírito um peso imenso. E aí a gente recorre também ao Evangelho Segundo o Espiritismo, o capítulo 17, quando Jesus nos diz: "Sede perfeitos". Que coisa bela a gente ouvir. Aquela época Jesus não podia dizer o que hoje sabemos. Sede perfeitos é um convite para todos nós, para que cheguemos à perfeição relativa das criaturas. Não

perfeitos". Que coisa bela a gente ouvir. Aquela época Jesus não podia dizer o que hoje sabemos. Sede perfeitos é um convite para todos nós, para que cheguemos à perfeição relativa das criaturas. Não seremos perfeitos como Deus, mas podemos e seremos perfeitos com a relatividade das criaturas. Nesse capítulo 17, nós vamos ver dois itens especialmente interessantes quando se fala de reforma íntima. O item três, que se chama o homem de bem, e o item quatro, verdadeiros espíritas. Uma pequena olhada em pequenas frases desse item, o homem de bem vai nos fazer sair do senso comum que até hoje nos viou. Diz assim: "O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, amor e de caridade na sua maior pureza." Vou ler apenas algumas frases que iniciam os próximos parágrafos. O homem de bem tem fé em Deus, em sua bondade, em sua justiça e em sua sabedoria. Sabe que nada acontece sem a sua permissão e submete-se à sua vontade em todas as coisas. O homem de bem tem fé no futuro, por isso coloca os bens espirituais, vejam bem, acima dos bens temporais. O homem de bem sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem se lamentar. Por último, o homem de bem é humano, é bom e benevolente. Vejam bem, para todo mundo, sem distinção de raças nem de crenças, porque vê irmãos em todos os homens. Há inúmeras outras coisas, eu quis só sublinhar essas principais. E nós vamos ver que com esse ensinamento nós saímos do senso comum e entendemos que ser um homem de bem é algo muito mais profundo e mais amplo. Ser um homem de bem não é ter uma casa, um carro, se vestir de acordo com as conveniências. Ser um homem de bem é ter todas essas virtudes no seu dia a dia, no seu cotidiano. E aí nós vamos pular porque o item é bem grande. Eu os convido a ler e nós vamos para o item quatro. Os bons espíritas. Diz assim o começo: o espiritismo bem compreendido, mas principalmente bem sentido, forçosamente conduz aos resultados acima mencionados,

nvido a ler e nós vamos para o item quatro. Os bons espíritas. Diz assim o começo: o espiritismo bem compreendido, mas principalmente bem sentido, forçosamente conduz aos resultados acima mencionados, aqueles resultados todos listados no item três sobre o homem de bem, caracterizam o verdadeiro espírita, assim como o verdadeiro cristão. E aí se seguem ainda várias instruções, várias definições para se chegar ao verdadeiro espírito. Nós então saímos do senso comum, começamos a ter bom senso, a saber que todos nós somos imperfeitos, que não é verdade que estamos certos sobretudo o tempo inteiro, que precisamos trabalhar o nosso orgulho, o nosso egoísmo para um dia chegarmos ao senso crístico. O senso crístico é o senso dos seres iluminados, daqueles que já na do na revista espírita eram anunciados como os como os Cristos. São esses seres que já chegaram a tal iluminação que nós os vemos não é, como algo, como um norte. E que bom quando já os vemos. como um norte, como uma búsola. Esse é o desafio, não esquecer para o que viemos aqui. Não esquecer que viemos aqui para, como Emanuel no disse, nos disse chegar ao próximo túmulo melhor do que chegamos no último Deus. Para isso, nós precisamos lembrar que já tivemos inúmeras experiências desastrosas, mas que agora precisamos e podemos nos concentrar para que essas experiências sejam um pouco melhores. Aprender com os nossos equívocos, aprender com os nossos enganos e lembrar que de toda a aprendizagem deve decorrer uma mudança. Então, se a dor me chega, e ela chega para todos nós, se a dor me chega repetidamente e eu passo por esses processos dolorosos, sem mudança alguma íntima, eu não estou aproveitando o papel didático da dor. Não basta sofrer, é preciso aprender com a dor. E aprender com a dor necessariamente traz como consequência uma mudança íntima, uma mudança no nosso dia a dia. lá no livro dos médiuns, no item de número 350 da segunda parte, livro dos médiuns, nosso segundo livro do Pentateuco, chamado como cartilha da

ncia uma mudança íntima, uma mudança no nosso dia a dia. lá no livro dos médiuns, no item de número 350 da segunda parte, livro dos médiuns, nosso segundo livro do Pentateuco, chamado como cartilha da mediunidade, Kardecela época faz uma série de reflexões que até hoje servem para nós. De que adianta acreditar na vida espiritual ao avarento se ele continua cheio de avar? De que adianta trabalhar o espiritismo, ser espírita, ter acesso a todas as informações que temos ao orgulhoso se ele continua cheio de si? Convido vocês também a lerem isso, porque é claro que quando eu falo não é bonito como está lá no livro. E essa é uma busca que precisamos fazer. Conhecereis a verdade, a verdade vos libertará. A verdade hoje é acessível a todos nós, mas é preciso que seja acessada. Precisamos estudar, precisamos buscar bases para a nossa transformação. sem estudo, nos nos conservando ainda ignorantes. Nós muitas vezes abrimos as nossas casas para doutores da lei modernos que tiram o aspecto religioso da nossa doutrina, que trazem novidades e que nos fazem mais uma vez orgulhosos e inconscientes. É preciso estudar. Espíritas, amai-vos e instruí-vos. É a instrução espírita que vai nos dar base para esse trabalho cotidiano. Nós vamos ver no Evangelho de Mateus, capítulo 18, versículo 3, quando Jesus diz aqueles homens que o acompanhavam: "É preciso que vocês se convirtam". Mas como aqueles homens não tinham se convertido, aqueles homens não tinham se convertido, como a maioria de nós até hoje ainda não. Aqueles homens aderiram à doutrina do mestre como a maioria de nós, mas não transformaram a doutrina do mestre numa forma nova, de ver, de sentir e de amar. É preciso caminhar, é preciso repensar o nosso dia a dia para que façamos dessa nossa terra, que hoje é uma escola, para que façamos uma escola em que, como bons alunos, aprendamos a cada dia. Nesse momento em que a transição planetária se acelera, Haroldo Dutra Dias, em recente palestra disse algo muito interessante, que é natural que nesses momentos em que

s alunos, aprendamos a cada dia. Nesse momento em que a transição planetária se acelera, Haroldo Dutra Dias, em recente palestra disse algo muito interessante, que é natural que nesses momentos em que a transição planetária se acelera, os umbrais estejam vazios. Estão todos ou quase todos aqui, porque chegou o momento da aferição dos sentimentos mais profundos. Não dá mais para escamotear, não dá mais para disfarçar o que trazemos no nosso íntimo. A nossa incoerência está sendo mostrada. E para que possamos ser aqueles bem-aventurados que herdarão uma terra que se levanta para a regeneração, é preciso que nós também nos levantemos a cada dia, lembrando que estamos aqui para o serviço de nos regenerar. O modelo exterior de religião é um perigo nesse momento de transição. O religioso que dobra os joelhos para Deus e saindo do seu templo é capaz de assassinar ou incentivar um assassinato de irmãos. É um desses que dá um triste testemunho. Nós todos fomos criados para a paz, para a fabilidade, a dulçura. É o clima de amor que nos alimenta. E quanto mais conseguirmos travar essa luta que é sempre interna, mas seremos felizes. O tempo está nas nossas mãos. Eu vi há pouco tempo uma autora cearense em que ela sugere que copiemos três perguntas, que inclusive memorizemos essas três perguntas para que as façamos diariamente. Eu vou ler para vocês. Diz ela que nos perguntemos: Estou conseguindo ser mais humilde? Estou desenvolvendo a amorosidade? já consigo perdoar realmente? Aí ela nos aconselha. E eu achei muito bom exercício, sabe? a gente memorizar essas perguntas e nos fazer diariamente. É um diagnóstico que faremos dos nossos passos para que possamos caminhar de forma mais consciente. Nós lembramos nesse momento daquele dia, daquele evento muito especial em que Públulentos encontra Jesus. Achava ele que procurava Jesus. Na verdade, Jesus foi ao seu encontro porque era importante aquele encontro acontecer. Quando ele encontra Jesus, age como sempre agira. Aquele senador

encontra Jesus. Achava ele que procurava Jesus. Na verdade, Jesus foi ao seu encontro porque era importante aquele encontro acontecer. Quando ele encontra Jesus, age como sempre agira. Aquele senador crudelíssimo, aquele senador cheio de orgulho, cheio de dureza de coração, olha para Jesus com imenso desprezo, lhe diz algumas palavras e Jesus na sua luz se mantém naquela sua vibração amorosa e lhe diz: "Não é o ao senador que vim procurar. Não é ao homem que é chefe de um estado artificialmente feito que venho o buscar. Não é a esse homem cruel que busco, é a um irmão meu. Há um irmão meu, filho do mesmo pai, que nesse momento procuro e convido para seguir comigo como seu guia e seu modelo. Está no teu querer seguir a mim a partir de agora. Imaginemos, hein? Está no seu querer seguir agora a mim como teu modelo ou esperar. esperar que o sofrimento te chegue por milênios, por séculos a fim, até que consigas me olhar, até que consigas me ver realmente e começar a me seguir. Este é um caminho, este é um convite para todos nós. E Emanuel, Emanuel hoje em dia, nós sabemos é aquela encarnação antiga cujo nome era o violentos. Jesus como Deus não erra, não improvisa. Havia procurado público lento luz porque sabia que no seu futuro estava reservada toda a luz que é reservada aos filhos de Deus. Deus tem um destino iluminado para cada um dos seus filhos. Como Emanuel, já fomos muito mais grosseiros do que somos. Como Emanuel, já fomos muito mais cegos, mar duros e cruéis do que públo lentos. E Emanuel hoje nos avisa desse grande benefício que estava reservado a ele, está reservado a cada um de nós, todos, sem exceção alguma. Filhos amados de Deus, façamos os esforços necessários para trazer a doutrina espírita para o nosso cotidiano, para que possamos largar os nossos cadáveres, largar as nossas mazelas espirituais e fazer o nosso futuro a cada dia mais iluminado, mais feliz. Muito obrigada. Que Jesus na sua grandiosidade envolva a todos nós, a todos que se ligam a nós por amolho ou

as nossas mazelas espirituais e fazer o nosso futuro a cada dia mais iluminado, mais feliz. Muito obrigada. Que Jesus na sua grandiosidade envolva a todos nós, a todos que se ligam a nós por amolho ou por rancor, na sua luz sem fim, nos garantindo um bom caminhar. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho,

ra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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