REENCARNAÇÃO, A EXPRESSÃO DA JUSTIÇA DIVINA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/07/2025 (há 8 meses) 1:05:21 304 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. Sejam muito bem-vindos ao auditório da comunhão espírita de Brasília. Boa noite também aqueles que nos seguem pela rádio e TV eh da comunhão também que não que que nos assistem pelo YouTube. Convido a todos então nesse instante para que possamos nos desligar dos sons exteriores, dos pensamentos do dia a dia, através de uma leitura que vamos fazer. preparatória aos estudos da noite. Então, hoje nós encontramos aqui um uma mensagem, estava à procura de um uma mensagem mais interessante que se coonasse mais com a palestra da Terezinha aqui presente. E nós encontramos aqui do livro Algo mais psicografia do do Chico, um um texto pequeno, uma mensagem pequena de Emanuel. E olha como é bonito o título dela. Conta com Deus, não te queixes. Trabalha. Não te desculpes. Aceita. Não te lastimes. Age. Não provoques. Silencia. Não acuses. Ampara. Não te irrites. Desculpa. Não grites, pondera e explica. Não reclames. Coopera. Não condenes. Só corre. Não te perturbes. Espera. Não exijas dos outros. Conta sempre com Deus. Então, convido a todos após essa leitura para que fechemos nossos olhos, tranquilizemos nossa mente, nosso coração, elevemos o nosso pensamento a Jesus, o nosso guia espiritual, o nosso irmão maior. Estendamos-lhes os o os braços e peçamos a ele: "Meu querido anjo, abraça-me, dá-me um pouco da tua força e da tua sabedoria para que eu possa intuir melhor, ouvir melhor os teus conselhos. e seguir pela vida de uma forma mais tranquila, mais afetiva. Permite, Jesus que os meus olhos se abram e o meu caminhar se dirija em tua direção. Permita também que os bons espíritos possam inspirar,

e seguir pela vida de uma forma mais tranquila, mais afetiva. Permite, Jesus que os meus olhos se abram e o meu caminhar se dirija em tua direção. Permita também que os bons espíritos possam inspirar, possam intuir a nossa irmã Teresinha durante suas palavras para que elas tenham um efeito positivo e prolongado na nossa mente, no nosso coração e nos conduzam a um comportamento melhor e consequentemente mente a felicidade. Assim, contando com teu apoio espiritual, nós passamos à próxima etapa dos estudos dessa noite, dando graças a Deus pela vida que nos foi dada. Que assim seja, Terezinha, por favor. Obrigada. Boa noite, minhas queridas, meus queridos. É com muita alegria que estamos juntos aqui mais uma vez. E hoje nós vamos refletir sobre a reencarnação. É possível que tenha aqui na sala ou alguém que vai que esteja acompanhando pela pela pelo YouTube ou que vai ver mais tarde esse nosso estudo, que nunca tenha tido contato com o espiritismo. O espiritismo, ele tem alguns pilares, algumas ideias que são fundamentais. A uma delas é naturalmente a comunicação, a possibilidade de comunicação entre os espíritos, né? Os homens, os espíritos são as almas das pessoas que viveram aqui na Terra. Então esse é um ponto fundamental da doutrina espírita. Outro ponto principal da doutrina espírita é a possibilidade de comunicação entre os espíritos. Então, naturalmente, aqueles que já passaram para um outro plano, para o plano extrafísico, para o plano espiritual, para o plano invisível, depois da morte, podem se comunicar conosco, convivem conosco. Na prece, o Leandro lembrou dos nossos anjos da guarda, dos nossos amigos e benfeitores espirituais, que nós precisávamos de alguma forma ter um pouco mais de lembrança dessas almas que nos guiam, que se interessam por nós e que muitas vezes nós esquecemos, mas que estão ali sempre prontos a a nos auxiliar. Outro princípio fundamental da doutrina espírita é o da pluralidade das das existências da reencarnação. Então, a reencarnação para muita gente é

os, mas que estão ali sempre prontos a a nos auxiliar. Outro princípio fundamental da doutrina espírita é o da pluralidade das das existências da reencarnação. Então, a reencarnação para muita gente é difícil entender, mas como possível, né? Como até Nicodemos pergunta a Jesus: "Como que eu, o homem velho, posso voltar ao ventre da minha mãe?" O que Jesus diz a ele, eh, para que ele pudesse ver o reino dos céus, era necessário nascer de novo. E Jesus explica isso a ele, né? Interessante esse esse momento. Jesus até diz a ele, tu que és mestre em Israel, ignoras essas coisas. A ideia de reencarnação, minhas irmãs, meus irmãos, é muito antiga. Nós vamos encontrar no hinduísmo, por exemplo, né? A Krishna diz a Árdiona no livro Bagava Guita, a sublime canção. >> A sublime canção. Esse livro é o coração dos Vedas, digamos assim. Ele diz assim: "Nunca houve tempo algum que nenhum, nem eu, nem tu, deixássemos de existir. O homem troca de corpo como troca de veste." Então, é interessante essa ideia que nós vamos encontrar no hinduísmo, né? A ideia da reencarnação, no budismo, na filosofia pitagórica, na filosofia platônica, no Fedon, que é o livro da imortalidade da alma. Ali há um diálogo entre Sócrates e os seus discípulos, justamente sobre a ideia da preexistência. A alma ela vive, né, ela vem aqui à terra com um objetivo de purificação. Nós vamos encontrar na República de Platão, no livro 10, o mito de er. É er um guerreiro que morre, fica mais ou menos 10 dias morto porque tinha todos os rituais funerários, né? E nesses 10 dias ele vê o que que acontece com as almas. Aquelas que estão purificadas se elevam aos planos superiores, mas aquelas que ainda carregam o peso das suas imperfeições, elas voltam pra Terra. E é interessante que cada uma recebe um lote, um eles vão chamar de diamond. É como se fosse, elas vão escolher para essa vida que ela vai voltar para se purificar, elas vão escolher determinadas eh determinadas questões para resolver. Então, elas voltam, elas podem escolher

. É como se fosse, elas vão escolher para essa vida que ela vai voltar para se purificar, elas vão escolher determinadas eh determinadas questões para resolver. Então, elas voltam, elas podem escolher a beleza física, elas podem escolher a fealdade, ela pode escolher a riqueza, a pobreza, elas escolhem e vem pra vida. E com isso que elas trazem, né, elas trazem também isso esse conjunto que é chamado de diamond, aquilo que elas trazem pra vida e aquilo que elas precisam realizar para que ela para que ela possa se purificar. Então é interessante que você vê, tem um livro, gente, é um livro fantástico, é de um psicólogo yung guiano, é um livro esgotado, inclusive o código do ser, James Hilman, o nome dele, ele tem uma teoria que é a teoria do fruto do carvalho. Ele vai dizer que esse diamond, isso que nós trazemos pra vida, a criança revela, é aquele talento, aquilo que a gente traz para esse mundo. E a criança revela isso, mas nós, como ainda não sabemos reconhecer, então, eh, acaba, né, que essa essa vocação, digamos assim, acaba se desviando. Então, a ideia de reencarnação, ela é muito antiga. Nós vamos encontrar os primeiros cristãos, inclusive um dos pais da igreja, origens, ele vai acreditar na preexistência da alma. Era natural, isso era comum. A época de Jesus, origens é de acho que é 135, se não me engano, depois de Cristo. E ele tem essa ideia da preexistência da alma, da purificação e depois da morte a possibilidade de múltiplas existências até a redenção final. Então, tem um concílio, eu esqueci qual é o concílio agora, ele acontece em mais ou menos 535 e a ideia da reencarnação é abolida. Então, para o cristianismo, e esses nós temos, então são 100 anos, né, desse concílio, esqueci o concílio agora, né, para cá, eh, hã, Niceia, obrigada, minha querida. Concílio de Niceia. Então, a ideia de reencarnação é abolida. Então é interessante que 100 anos pensando que não existe reencarnação, então fica difícil para algumas pessoas, né, compreenderem. E vem um ponto importante, mas de onde

ia de reencarnação é abolida. Então é interessante que 100 anos pensando que não existe reencarnação, então fica difícil para algumas pessoas, né, compreenderem. E vem um ponto importante, mas de onde surge, por que que a gente poderia, vamos dizer assim, acreditar na reencarnação? Qual é o fundamento? Um dos livros mais importantes para que nós possamos compreender a reencarnação é justamente esse livro do André Luiz, Evolução em 2000, porque ele começa, nós precisamos ter uma visão de mundo, né? Como é que a gente vai acreditar na preexistência da alma? Então, qual é a teoria, qual é a ideia que o André Luiz apresenta aqui nesse livro Evolução em Dois Mundos? Porque nós temos a na nossa ciência, eh, nós temos a teoria da evolução. Então, todos os seres vão passar por mutações, toda teoria de evolução que a gente conhece. A teoria evolução paraa ciência significa apenas mudança. A teoria espírita é uma teoria de uma evolução progressiva. Então, como é que se dá a evolução? Como é que há a mudança? como é que a alma, né, ela progride através das múltiplas existências. Aqui no livro Evolução em Dois Mundos, é André, é André Luiz começa dizendo que o a o fluido cósmico universal, os espíritos apresentam uma ideia de que existem três elementos no universo, né? o espírito, a matéria, o fluido cósmico universal, que é esse esse elemento que l que une o espírito à matéria. Claro, Deus criador de todas as coisas. Deus para doutrina espírita não é um criador que cria assim fazendo, né, bonequinhos, né, não, né, fazendo cada ser, né, Deus é a inteligência suprema, a causa primeira de todas as coisas, a origem de tudo. Então, André Luiz vai dizer que o fluido cósmico universal é o plasma divino, é a força nervosa, a força criadora de todo sáb todo sábio. E ele vai dizer que nesse elemento primordial vibram e vivem constelações, só, mundos e seres como peixes no erramos. Então tudo que existe existe nessa substância originária que é a expressão da mente divina. Ah, e a nossa

se elemento primordial vibram e vivem constelações, só, mundos e seres como peixes no erramos. Então tudo que existe existe nessa substância originária que é a expressão da mente divina. Ah, e a nossa mente, né? Qual é a origem da nossa mente? A origem da nossa mente é justamente a mente divina. Estamos em Deus e Deus está em nós naturalmente. Eu me lembro de uma vez que eu fui chamando minha filha para tomar banho. Vai tomar banho, cachorro. Cachorro não gosta de tomar banho. Aí vai. Eu vou descer no zoológico inteiro. Em dado momento eu digo: "Ah, peguei você, sua molequinha. Vai tomar banho, peixe?" Aí ela: "Peixe não gosta de tomar banho." Eu: "Como assim? O peixe vive na água?" Ela disse: "É, mas ele não sabe disso, né?" Então, naquela hora eu, é isso. Nós vivemos em Deus como os peixes nas águas, mas nós não sabemos disso. E é isso que nós vamos começando a aprender com a doutrina espírita, porque a nossa mente é originária na mente divina. Quando nós pensamos no seio da terra, ali estão as águas subterrâneas, de repente brota um filete de água, nasce o rio São Francisco, nasce o rio Solimões, que o que mais tarde, né, o rio Amazonas, nascem os grandes rios, as pequenas fontes, todas têm a mesma origem. Nós temos um ciclo da água. Assim também é a nossa mente, assim também é a vida. A origem da vida, ela está onde está em Deus, né? Tudo é a manifestação, é a expressão dessa força divina em nós, seres humanos, ela vai, ela tem uma consciência. Porque o que que nós vamos aprendendo com André Luiz nesse nesse livro é que essa esse átomo de consciência, vamos dizer assim, vai percorrendo vários estágios até atingir esse estádio humano em que nós nos encontramos. Então, a teoria da evolução espírita, ela é progressiva. Eh, pelo amor de Deus, eu não estou dizendo, ah, não, quer dizer que eu eu tive a encarnação como onça, como tigre, não é bem assim. Mas nós precisamos entender que há um princípio inteligente que percorre diversos estágios, que vai do estágio do mineral, vamos dizer

e eu eu tive a encarnação como onça, como tigre, não é bem assim. Mas nós precisamos entender que há um princípio inteligente que percorre diversos estágios, que vai do estágio do mineral, vamos dizer assim. até o estágio evangélico, até alcançarmos essa consciência crística, que é o estado de bem aventurança, que é o estágio que alcança o espírito depois da sua última encarnação. Espírito puro, espírito bem-aventurado, conforme o livro dos espíritos na na pergunta 170. Então, qual é o objetivo da encarnação? Qual é a finalidade da encarnação? Naturalmente, a melhoramento progressivo da humanidade e também expiação. Muito se fala: "Ah, é um absurdo o punitivismo espírita. Porque Deus não castiga, gente? Vamos entender primeiro, eu tive um professor na UnB que ele dizia, era professor de lógica, vamos definir o os termos da nossa linguagem. Quando nós estamos falando de punição, do que o que que significa punição, o que que nós entendemos como punição? Se você passar no sinal vermelho, você vai sofrer uma multa. É muito grave essa sua atitude. Você precisa frear, né? Mas você precisa ter um freio, algo que te diga que você não pode fazer isso naquele momento, porque você põe a sua vida e outras vidas em risco. Ah, mas qual é o problema de eu passar no sinal vermelho quando não tem ninguém na frente, né? Simplesmente um hábito, né? Porque se você de repente você se descondiciona. Nós precisamos de limites, freios. Imagine uma vida social sem nenhum limite. Você faz o que você quer do jeito que você quer, na hora que você quer. Imagina uma sociedade assim, né? Absurda, impossível, né? Do mesmo modo, são as leis da natureza, são as leis divinas. Nós precisamos sim, há um limite para o mal, para o bem não. O bem é infinito, é ilimitado. Por quê? Porque o bem tem origem em Deus. O mal tem origem nos equívocos humanos, naturalmente. Ah, mas o erro é proibido errar? Claro que não. O erro também é uma forma de aprendizado. Aliás, a vida inteira nós vamos aprendendo assim, né? Nós temos

em origem nos equívocos humanos, naturalmente. Ah, mas o erro é proibido errar? Claro que não. O erro também é uma forma de aprendizado. Aliás, a vida inteira nós vamos aprendendo assim, né? Nós temos formas de aprender. Nós que somos humanos, estamos na categoria de seres humanos. Nós aprendemos uns com os outros. Nós aprendemos vendo as outras pessoas fazerem, nós aprendemos diretamente pela experiência, nós aprendemos de várias várias formas. Aliás, é o que caracteriza o ser humano, é essa capacidade de aprender de todas as formas. Então, eh, a reencarnação, ela tem esse objetivo também de melhoramento progressivo da humanidade. Então, a reencarnação a medida, né, quando nós olhamos para para a história do nosso planeta, nós nos encantamos, né, meu Deus, milênios e milênios e milênios atrás, quem éramos nós? Então, a gente começa a perguntar, né? Eu sou um princípio inteligente, tenho origem na mente divina. A minha mente tem origem na mente divina. Isso tem algo de muito importante para que eu possa compreender. A mente divina, a força divina. Deus é a força criativa do universo e há algo em mim que há de comum ele. O que que há em comum entre mim e Deus? justamente essa capacidade de criar, de nutrir, de transformar. Então a gente começa a percorrer um caminho onde a gente começa a se compreender de uma outra forma. Há uma identidade entre nós e Deus que é justamente essa capacidade de criar. Então que nós somos, vamos aprendendo isso, né? à medida que vamos estudando a doutrina espírita, que nós somos transformadores dessa energia divina. Então, assim como a chuva que cai, né, ela a água, ela vai receber a qualidade do recipiente em que é que está sendo usado para que ela possa ali estar para que ela possa cair ali. Então, se ela cai num lugar poluído, naturalmente vai ser água poluída. Se ela cai num recipiente limpo, naturalmente vai ser uma água limpa, né? Então isso é importante que a gente perceba, porque assim como Deus na sua infinita capacidade criadora

vai ser água poluída. Se ela cai num recipiente limpo, naturalmente vai ser uma água limpa, né? Então isso é importante que a gente perceba, porque assim como Deus na sua infinita capacidade criadora cria o universo inteiro, também dota a cada um de nós dessa capacidade criativa. E aí a pergunta importante, né? O que é que nós fazemos dessa energia divina da qual nós somos dotados, que que constitui a nossa própria vida? Então, ao longo dos milênios, percorrendo várias e várias várias várias várias várias várias, né, vários modos de existência, chegamos aqui. E aí tem um ponto importante. Quando a gente olha paraa história, pelo menos pra história do nosso planeta, a história, né, do nosso mundo, nós vamos vendo que nem sempre nós empregamos essa energia divina para o bem. Então, foi assim que nós aprendemos, vamos dizer assim, também a criar situações muito difíceis para nós e para outras pessoas. Então, em existências e existências e existências, nós vamos criando coisas maravilhosas, feitos extraordinários, mas em outros nós escravizamos pessoas, nós criamos sofrimento. E é claro que essa só nós aqui tem um ponto importante, né? Se somos nós que criamos determinadas situações, seja a explicação que tenhamos, nós precisamos também desfazer muitas vezes o mal feito. Como é que essa evolução se dá? Essa evolução se dá em agrupamentos, em famílias. Nós somos uma imensa família que é a própria humanidade, mas nós nos reunimos em determinados grupos. Aqui o Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec apresenta, é o próprio Kardec quem escreve esse texto, ele vai dizer que a reencarnação, inclusive é o título de uma das dissertações que Kardec escreve, a reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unicidade de existência os rompe. Então ele vai dizer que os espíritos formam famílias por simpatia, pela afeição, pela semelhança de inclinações. Olha que coisa mais maravilhosa, né? Estamos assim, são grupos, a gente fica pensando lá nos tempos mais primitivos,

píritos formam famílias por simpatia, pela afeição, pela semelhança de inclinações. Olha que coisa mais maravilhosa, né? Estamos assim, são grupos, a gente fica pensando lá nos tempos mais primitivos, 40.000 anos atrás, 80.000 anos atrás, né? Nós estamos ali que era hra ainda e depois nós vamos tendo as nossas afinidades. Vocês começa, a gente começa a pensar, meu Deus, como é que nós desenvolvemos a capacidade de amar? Quando pela primeira vez estávamos ali diante de um ente querido morto e as nossas lágrimas caíram. Quando a nossa consciência começa a despertar, em que momento, né, da da humanidade, a nossa consciência começa a despertar e nós pensarmos, eu não quero que faça, que arrase a minha tribo, então eu não vou arrasar a tribo dos a tribo dos outros. Quando é que nasce a responsabilidade nesse ser ainda tão primitivo? É. Como é que isso se deu? Tudo isso foi apenas o acaso ou será que essa evolução que deu justamente com a intervenção, com o amparo, com o cuidado dos mentores, dos amigos e benfeitores espirituais? Feijão. Feijão. Eu tenho um amigo que ele gosta muito de estudar a história dos alimentos e ele é apaixonado por feijão. Em dado momento, né, ele ele que me falou isso. Em dado momento, o feijão é domesticado, né? Você agora você você começa a plantar, a colher. Olha que coisa incrível, o momento em que a humanidade deixa de ser, passa daquele estágio de caçador e caçador coletor para um estágio de começar a cultivar a agricultura. Meu Deus, né? Quanto trabalho ocorreu ali nesse nesse período para que a humanidade pudesse se sustentar dessa forma, um outro modo de vida, né? Nós, se nós começarmos a pensar bem, de vez em quando a humanidade parece dar um salto. Criamos novas formas de vida, estudamos um pouco de história, um pouco de arqueologia, um pouco disso, um pouco daquilo. E nós nos encantamos, né, com os feitos do passado, com aquilo que a nossa imaginação completa. É o que esse livro do André Luiz, Evolução em Dois Mundo, Evolução em Dois Mundos, vai

um pouco daquilo. E nós nos encantamos, né, com os feitos do passado, com aquilo que a nossa imaginação completa. É o que esse livro do André Luiz, Evolução em Dois Mundo, Evolução em Dois Mundos, vai nos mostrar falando sobre essa luta evolutiva com a intervenção dos mentores espirituais. Um dos uma das páginas mais lindas que eu acho, é essa que eu vou ler para vocês. Eu me emociono sim, porque e nessa luta evolutiva, vocês imaginem primeiro conquista, o pensamento contínuo, né? você, esse homem começa a pensar, a pensar à medida que esse que o pensamento, a mente vai se desenvolvendo, ele vai tendo oportunidade, vai conversando com as outras pessoas, ele também vai tendo oportunidade de ouvir os benfeitores espirituais. Nasce a mediunidade. A mediunidade não é uma coisa que a gente tem para atrapalhar a vida. A mediunidade é um sentido que tão importante quanto a nossa visão e os outros tantos sentidos que nós temos. Então, tem um momento aqui que André Luiz vai dizer que aquele homem que lascava a pedra e que se escondia na furna escravizando os elementos com violência, né, para que ele pudesse para viver, ele vai dizer, ele vai dizer aqui que ele passa a indagar as causas das coisas, fica imaginando o homem primitivo diante dos elementos, da fúria dos elementos. E ele se perguntando, né, como que a gente faz para aplacar o trovão. Gente, isso é muito bonito. E ele vai dizer aqui, André Luiz vai dizer que ele passa a indagar sobre as causas das coisas e é constrangido a aceitar os princípios de renovação e progresso. Ele se refugia no amor e egoísmo, na intimidade da prole, que lhe entretém o campo íntimo, ajudando a pensar. A gente vê os nossos animais, né, daqui a pouco não reconhece mais. Tem uma gatinha lá em casa que ela é mãe de duas que está em casa nos primeiros momentos ali. Depois mamãe se afasta, elas continuam juntas. E aqui vem um ponto importante. Neste homem ocorre, ele vai dizer aqui, André Luiz vai dizer uma estranha metamorfose. Então ele começa, a ideia moral da vida

s mamãe se afasta, elas continuam juntas. E aqui vem um ponto importante. Neste homem ocorre, ele vai dizer aqui, André Luiz vai dizer uma estranha metamorfose. Então ele começa, a ideia moral da vida começa ele ocupar o pensamento. Ele abraça, é André Luiz que tá dizendo, tá gente? abraça os filhinhos com enternecimento feroz, buscando a solidariedade possível dos semelhantes na selva que o desafia. Esse pensamento vai refinando, né? Aquele aquela tribo vai se convertendo cada vez mais em família. Os amigos e benfeitores espirituais vão ali intervindo. Ele diz aqui, os porquês ali nascerem, fragmentaram no íntimo, insuflam aflição e temor. Ele percebe que ele não que a natureza não obedece a ele, né? Né? Então, a ideia de Deus começa a surgir. André Luiz diz aqui a ideia de Deus iniciando a religião, a indagação prenunciando a filosofia, a experimentação a anunciando a ciência, o instinto de solidariedade, prefigurando nesse amor puro a ser de conforto e de beleza, vai inspirar o nascimento das artes, das indústrias, né, da da capacidade de fazer. A gente fica impressionado quando vê uma pintura rupestre, a gente se encanta. Meu Deus, que tinta era aquela que dura tantos mil anos? Tá aqui sempre essa intervenção amorosa dos benfeitores espirituais. Por isso que André Luiz vai dar esse livro, o título de evolução em dois mundos. Ele vai dizer outro ponto importante nesse concerto da de forças. A morte passou a impor-lhe angustiosas perquirições e enterrando seus entes amados em sepulcros de pedra, o homem Rude a iniciar-se na evolução da natureza moral. Agora é um outro tipo de evolução, porque até chegar naquele corpo, né, daquele primata que de repente começa se diferenciar e se tornar humano, levaram bilhões e bilhões e bilhões de anos. De repente, esse ser agora tem algo de diferente nele, tem as intervenções espirituais, ele começa a sentir os rudimentos do amor. E ele diz aqui, perdido na desértica vastidão do paleolítico, aprendeu a chorar, amando e perguntando para ajustar-se às

le, tem as intervenções espirituais, ele começa a sentir os rudimentos do amor. E ele diz aqui, perdido na desértica vastidão do paleolítico, aprendeu a chorar, amando e perguntando para ajustar-se às leis divinas a se escupirem na face imortal e invisível da própria consciência. É quando começa a perguntar, a colocar, fazer os sepulcros, a colocar as coisas que seus mortos queridos gostavam e o pensamento vai se desenvolvendo. E ele diz aqui, essa psicografia, esse livro é psicografado pelo Valdo, pelo Chico. Pai, estava entregue a si mesmo. O princípio da responsabilidade havia nascido. Ou seja, meus irmãos, essa responsabilidade espiritual, esse momento em que esse ser, né, acorda e nasce aí o livre arbítrio. E é um outro caminho a percorrer, outras escolhas a fazer, outros modos de vida que nós vamos criando. E isso só é possível por causa da reencarnação. A reencarnação é justamente esse instrumento que a justiça divina nos oferece para que haja equilíbrio. Justiça significa, acima de tudo, equilíbrio, né? A justiça divina, equilíbrio. Ah, aqui há um ponto a restaurar, né? Aqui há situações difíceis que nós criamos, sofrimentos que nós geramos para nós e para os outros. Depois vem a nossa consciência. Meu Deus, eu não devia ter feito isso. Muitas vezes as nossas vítimas já são espíritos que estão, né, em alta, altas esferas espirituais, mas a nossa consciência ali está dizendo: "Eu preciso aprender, eu preciso me libertar do erro que eu fiz". E os espíritos nos dizem que só o bem, às vezes só o bem para desfazer o mal que nós fizemos, não há uma outra forma. Então, a reencarnação é um princípio basilar da doutrina espírita. Alguém disse: "Ah, pois é, no livro da da da dos espíritos está escrito o dogma da reencarnação". Então, o espiritismo tem dogmas, gente. O que que é dogma? Dogma princípio, né? Dogma significa princípio. Agora, em teologia, dogma significa princípio, que é em questionar. Mas a ideia, sem reencarnação, a teoria dos espíritos não se sustenta.

que é dogma? Dogma princípio, né? Dogma significa princípio. Agora, em teologia, dogma significa princípio, que é em questionar. Mas a ideia, sem reencarnação, a teoria dos espíritos não se sustenta. Por que que não se sustenta? Porque nós estamos falando aqui de uma evolução progressiva. Terezinha, mas Teresinha eh inicia-se com o nascimento dela e acaba com a morte. É verdade, né? Que a personalidade jurídica, Terezinha e as suas responsabilidades, inicia-se com a vida física e termina com a morte. Tá tudo certo, né? Tem esse nome. Só que a minha personalidade, né, ela é incorporada ao meu patrimônio espiritual. É por isso que nós somos, graças a Deus, diferentes uns dos outros. A trajetória desse princípio inteligente vai nos mostrar que cada um é um, cada um tem o seu modo de ser, cada um tem as suas idiossincrasias, cada um, mesmo que vivamos na mesma casa, temos a nossa história, percorremos caminhos diferentes, modos de ser diferente. E por que o esquecimento do passado? Por que que nós não nos lembramos, né? Porque não somos espíritos puros capazes de enfrentar as nossas próprias as dificuldades que nós tivemos, né? Ele vai lembrar aqui, Kardec vai nos lembrar no livro O Evangelho Segundo Espiritismo. Eu gosto muito de repetir esse texto de de Kardecerdo, para o trabalhador preguiçoso diz: "I perdi o meu dia". Mas Kardec nos mostra aqui que isso está em causas atuais, as aflições, que assim como para aquele trabalhador que perdeu o seu dia, o novo dia lhe é oferecido. Assim também a reencarnação. Então, minhas irmãs, meus irmãos, essa ideia de castigo por castigo, castigo pelo castigo, isso não existe na doutrina espírita. Agora, há uma ideia fundamental para espíritos maduros, que é a ideia de autonomia. Há uma idade na vida que a gente chega que a gente não troca a nossa autonomia por nada, né? A gente diz: "Não, já agora, mas não, não há nada para mim mais precioso do que a minha autonomia, a minha liberdade, aquilo que eu escolhi para viver, né? Isso é a doutrina espírita nos dá essa

, né? A gente diz: "Não, já agora, mas não, não há nada para mim mais precioso do que a minha autonomia, a minha liberdade, aquilo que eu escolhi para viver, né? Isso é a doutrina espírita nos dá essa ideia, vamos dizer assim, de autonomia, da nossa responsabilidade. Que coisa maravilhosa eu me responsabilizar pelos meus próprios atos. Que coisa maravilhosa eu saber que a minha felicidade, o meu caminho depende de mim, que eu não posso culpar, responsabilizar, transferir para outras pessoas responsabilidade da minha vida. Se há algo em mim que precisa ser corrigido, o que é que eu posso fazer para corrigir? Quais são os meios que a Divina Providência coloca ao meu alcance para que eu possa me refazer, me reconstruir? Todos nós sofremos. Sofrimento faz parte da vida, né? Essa é a grande descoberta de Buda. Ele vai lembrar que o sofrimento ele é inerente à vida. E todos nós, tudo sofre, né? O que que é sofrer? Sofrer vem do latim, sofere significa ser afetado por algo. Então, é importantíssimo que a gente compreenda que há em nós essa disposição, essa capacidade de ser afetado pelas coisas, pelo mundo. Às vezes nós somos eh demasiadamente sensíveis, né? Ah, eu escutei muito isso ao longo da vida. e escuta ainda de de vez em quando. Ah, você é sensível demais. Quase uma jovem de Bertila com aquela música. Sensível demais, né? Sensível demais. Mas é claro, né? Nós somos humanos. Nós choramos, nós sofremos, nós rimos, nós temos afetos, nós temos grandes afeições, nós temos uma capacidade imensa de sentir amor. Às vezes, meu Deus, por que que eu nasci assim? Eu queria ser outra pessoa, mas não tem como você ser outra pessoa, graças a Deus, porque outra pessoa não seria você, é lógico, né? Você seria tudo, né? Outra vez por você, mas eu não gosto do meu modo de ser. Eu queria saber o que que eu fiz na outra encarnação. Nos permite para corrigir alguma alguma atitude grave que nós temos. A lembrança do passado, de uma de uma outra existência, onde nós erramos muito, a responsabilidade aumenta muito,

outra encarnação. Nos permite para corrigir alguma alguma atitude grave que nós temos. A lembrança do passado, de uma de uma outra existência, onde nós erramos muito, a responsabilidade aumenta muito, porque uma lembrança do passado é como se fosse uma uma reviver aquilo que aconteceu. É isso. Não é uma lembrança como: "Ai, que delícia! Eu estava na praia no mês de janeiro, não vejo a hora de voltar". Não é assim, né? A gente revive, sofre. Um livro lindo para entender é a obra da Ivone Pereira. Toda a obra da Ivone do Amaral Pereira são os romances dela nas voragens do pecado. Cavaleiro de Lumieres, O drama de Bretânia. Tem uma um livro A história de Leila, que já é não é uma psicografia dela, mas esses são livros que contam a história de de Von. E temos os livros e que são memórias dela, devçando invisível e recordações da da mediunidade que o Dr. Bezerra de Menezes pediu a ela para que ela pudesse escrever. Ali tem memórias passado e são lembranças muito dolorosas. Se há coisas na nossa vida que a gente gostaria de não lembrar hipótese alguma, imagina junta essa com as das outras. Por isso que aqui em Evangelho segundo espiritismo, Kardecoloca um ponto importante, um eh no capítulo 5, Bem-aventurados os Aflitos, sobre o esquecimento do passado. Ele vai dizer: "Havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, é que há nisso vantagem. Com efeito, a lembrança traria gravíssimos inconvenientes. Poderia, em certo certos casos, humilhar-nos singularmente ou então exaltar-nos o orgulho e assim entravar o nosso livre arbítrio. Imagina você ter a lembrança de que esse filho que você abraça com tanto amor, com tanto carinho, foi alguém que você tirou a vida dele ou alguém que você nutri um ódio imenso. Precisamos terminar, né? >> Não. >> Um ódio imenso. André Luiz, todo mundo sabe do carinho que eu tenho pela obra do de André Luiz, que é uma obra que eu estudo há muitos anos. Esse livro no mundo maior é um presente. Esse livro no mundo maior, ele vai nos dizer que o trabalho, esse trabalho dos

u tenho pela obra do de André Luiz, que é uma obra que eu estudo há muitos anos. Esse livro no mundo maior é um presente. Esse livro no mundo maior, ele vai nos dizer que o trabalho, esse trabalho dos espíritos, o mentor de André é Caldeirário, ele vai nos mostrar aqui o trabalho dos espíritos para evitar a loucura, era assim que se chamava no no ano de 1948, a loucura, o suicídio. Hoje a gente já caminha para uma outra palavra, automorte, que é uma palavra mais adequada, a loucura e os grandes desastres morais. Desastres morais. Então, todo esse livro vai nos mostrar o trabalho da espiritualidade para que isso não ocorra ou que seja minimizado. Vocês não têm ideia. Mesmo quando a gente estuda toda a obra de André Luiz várias vezes e várias vezes mesmo, a gente fica pensando: "Meu Deus, tô aqui escutando uma pessoa, fazendo uma palestra, não vejo a hora que acabe, que eu tô cansada, preciso tomar meu passo embora, porque que a o passo não é antes da palestra." Eles fazem de propósito, né, Terezinha? O passe é o complemento do tratamento. Durante a palestra, os mentores espirituais estão ali junto de nós, principalmente aqueles que nos trouxeram. Não, eu vim sozinha, nem eu vim sozinha, nem o Leandro. os amigos espirituais vem, eles vão nos dando ideias, insites, às vezes coisas que a gente vai compreender mais tarde. Meu Deus, eu precisava entender isso. Então, esse livro do André Luiz, ele vai nos mostrar como eles trabalham. Se alguém quiser começar a estudar a obra de André Luiz, eu aconselho a estudar o livro dos espíritos. Se matricula no ESD, no ESD, aqui se chama ESD também, né? o estudo sistematizado da doutrina espírita junta com o grupo de estudo, porque eh é uma obra complexa. Aqui tem um momento em que André Luiz já é o final do livro No Mundo Maior. Ai Terezinha, você vai dar spoiler? Não vou apresentar um caso. Vocês imaginem, você tem o, você está no mundo espiritual trabalhando, morrendo de vontade de compreender tudo, estudando o máximo, como é o afinco é o caso do André,

iler? Não vou apresentar um caso. Vocês imaginem, você tem o, você está no mundo espiritual trabalhando, morrendo de vontade de compreender tudo, estudando o máximo, como é o afinco é o caso do André, estudando, perguntando, se perguntando, anotando, porque ele tem uma tarefa que é trazer aqui para nós encarnados as suas experiências no mundo espiritual. E de repente eles vão, eles vai descer pela primeira vez para uma região eh muito de de muito sofrimento espiritual. E ali ele vê um grupo de pessoas que está grudada, né, dizendo que achou, achou ouro, né, e ele tem uma é uma, eles estão assim avidamente desesperados, mexendo aquela lama toda, achando que encontraram o tesouro. E Caldeiraro explica que são pessoas que desencarnaram há muitos anos e que essas pessoas durante a vida eram usurárias, eram aquelas pessoas que extremamente avarentas, que o dinheiro para elas eram tudo, nada contra o dinheiro, pelo amor de Deus, né? Tem uma mensagem linda do Emanuel, dinheiro e serviço. Ele mostra a importância do dinheiro. Evangelho segundo espiritismo, não poderei servir a Deus e a mamã. Quando a gente termina de ler esse capítulo diz: "Meu Deus, eu vou ter cuidado mais com o meu dinheiro". seja ele muito ou pouco. Mas aí é André Luiz escuta aquela voz, né? Aquela voz eh dizer: "Não, meus amigos, né? Eu tô desconfiado que aqui não não não que talvez tenhamos enlouquecido." E André Luiz assim: "Meu Deus, quem estaria louco? Eles ou eu?" Aquela voz eles não era possível, era do Cláudio, o avô paterno dele. E ele, esse avô paterno de André Luiz, ele tem uma uma característica. Com todo mundo, ele é glacial, né? Aquela pessoa rude, mas com o Neto ele se desmanchava com o Neto e ele sonhava que o neto se formasse em medicina. E aí André Luiz vai começa a a rememorar isso e ele avança e pergunta se ele era Cláudio, antigo fazendeiro de tal lugar. Ele disse: "Sim, me conheceis, quem sois? Por por piedade, ajudai-me a voltar, né? Ele sabe que ele tá desencarnado, que ele tem um patrimônio imenso, que tá que

áudio, antigo fazendeiro de tal lugar. Ele disse: "Sim, me conheceis, quem sois? Por por piedade, ajudai-me a voltar, né? Ele sabe que ele tá desencarnado, que ele tem um patrimônio imenso, que tá que estão dilapidando o patrimônio dele. Tava mesmo, é claro, né? E ele diz aqui, André Luiz o abraça e diz, explica para ele que ele já desencarnou. E ele diz assim: "É o castigo, a minha falta para com Ismênia". Esmênia era a irmã dele, uma irmã que o pai dele tinha, uma filha que o pai dele tinha tido antes do casamento, que foi acolhida pela mãe dele, mas que quando o pai dele morreu, pediu para ele cuidar da irmã, mas ele tomou a parte que cabia a irmã e a irmã foi viver num estado de miserabilidade. Então ele se sente, ele carrega essa culpa no coração, né? E ele diz: "Olha, os meus meus eh familiares se esqueceram de mim, mas eu tenho certeza que tem uma pessoa que não se esqueceria de mim jamais, o meu neto André Luiz. É muito comovente esse momento, gente. Eh, não tem quando a gente tá ali mergulhada, a lágrima cai, né? Ele diz assim: "O meu neto André Luiz era a luz dos meus olhos. Era ele com o seu carinho que me aquiietava o o o pensamento torturado. Eu desejei muito que ele se formasse em medicina. Eu deixei um patrimônio para ele. Eu queria que ele fosse benfeitor dos pobres, dos doentes, dos necessitados. Meu neto seria belo, querido e respeitado. Imagina, André, se imagine na condição de André Luiz agora. E a lágrima começa a cair e ele diz: "Quem sabe, mensageiros de Deus, não levareis notícias de mim para o meu neto, né?" E aí André se esquece naquele momento de que ele tá ali numa excursão de aprendizado, se ajoelha ali junto do avô, ele diz aqui: "Senti-me novamente o menino, né? Eh, e ajoelhei-me aos pés do meu desventurado benfeitor, que agora me observava trêmulo e assustado. Cobri-lhe de beijos e perguntei: "Vovô Cláudio, o senhor não me conhece mais?" Gente, isso aqui é muito importante que a gente pens. Imagina como que depois da morte você está num sofrimento imenso. Como é

-lhe de beijos e perguntei: "Vovô Cláudio, o senhor não me conhece mais?" Gente, isso aqui é muito importante que a gente pens. Imagina como que depois da morte você está num sofrimento imenso. Como é que a gente faz? A gente encontra um ente querido num sofrimento muito grande. Como é que a gente faz para resolver isso? Esse livro fala da irmã Cipriana, a quem eu devo muito, inclusive está aqui nesse momento. A irmã Cipriana é um anjo divino que nos acolhe em todas as situações difíceis quando nós a buscamos. Aqui tem a história dela nesse livro. E aí, André Luiz, eh, o o vorrô Cláudio é internado na instituição que a irmã Cipriana mantém lá nessa região inferior. Ele vai precisar de mais ou menos 2 anos para se preparar para reencarnar. Só tem um jeito aqui. Ela vai dizer: "André, nosso enfermo para melhorar com mais rapidez e eficiência deveria retornar à experiência carnal". Então é muito importante que nós que carregamos doenças, transtornos mentais, eh situações emocionais graves, sofrimentos que a gente diz assim: "Meu Deus do céu, eu queria acabar com tudo", né? Às vezes a gente chega nesse ponto, eu passei uma fase assim muitos anos atrás antes de ser espírita. A gente não entende o porquê do sofrimento, da nossa angústia, nem dos nossos entes queridos, das situações mais difíceis. Mas quando a gente estuda isso aqui, a gente vai entender que mais difícil estava o momento em que nós fomos resgatados e o momento em que nós fomos localizados junto a uma família. E essa família a gente vai dizer: "Ah, mas eu tô na família errada. Tem tem tanta gente em família errada que não é possível que tem tenha tanta família assim no mundo, né? Não, nós estamos na família certa, na família que a gente precisa. A gente precisa fazer umas correçõezinhas, pode ter certeza disso." Então, aquela, vocês imaginam quantos anos fazem isso, né? Então, aquela irmã do Cláudio, nome dela é Ismênia, agora ela está reencarnada como bisneta da velha Esmênia, que era irmã do Cláudio. Ela é a sexta filha.

vocês imaginam quantos anos fazem isso, né? Então, aquela irmã do Cláudio, nome dela é Ismênia, agora ela está reencarnada como bisneta da velha Esmênia, que era irmã do Cláudio. Ela é a sexta filha. Eh, então ela está reencarnada, ela é uma jovem cheia de energia, né? Mora no Rio de Janeiro, é noiva. E aí, qual é o jeito que tem de resolver esse problema? Lembra, Cláudio está naquelas condições espirituais muito difíceis. A Ismênia agora está reencarnada como uma jovem, né? Reencarnou naquela mesma família. Está reencarnada como uma jovem que tem um namorado chamado Nicanor. Ele é pedreiro. O sonho deles é o casamento, mas as dificuldades. Se hoje é difícil, imagina naquela época. A irmã Cipriana vai lá, busca a Esmênia, coloca uma gase no rosto dela para ela não se lembrar das regiões, tô terminando, gente, das regiões tristes pela qual ela vai passar. Ela leva ao encontro do Cláudio. O Cláudio se lembra dela, ela não lembra porque agora ela tá num outro corpo, num outra encarnação, né? Mas o Cláudio vê a Esmênia como era ela era no passado. E a Esmênia assume o compromisso de perdão e de recebê-lo como filho. E a história termina dizendo que ele será um pedreiro, trabalhador, honesto, igual ao pai dele. E aquele lar é abençoado pelo cuidado da irmã Cipriana. Aí a gente olha pra gente e não tem ideia de quem foi que teve os cuidados necessários para que nós estivéssemos aqui. Minhas irmãs, meus irmãos, muito obrigada, muita paz. Que nós, em todas as circunstâncias da vida nos lembremos que Deus existe. A vida é a prova buscada. Mas Deus, na sua infinita misericórdia, por meio dos nossos amados do mundo espiritual, cuida de cada um de nós em particular. Muita paz, muito obrigada. Obrigada comunhão espírita. Obrigada a vocês pelo carinho, por ter ficado até agora. Que Jesus nos abençoe. A gente agradece, Terezinha, pela palestra tão confortadora, tão esclarecedora, tenho certeza que todos nós gostamos muito do que nos foi dito, porque trouxe, para quem não sabia

ue Jesus nos abençoe. A gente agradece, Terezinha, pela palestra tão confortadora, tão esclarecedora, tenho certeza que todos nós gostamos muito do que nos foi dito, porque trouxe, para quem não sabia e para quem já sabia serve de reforço, mas trouxe um alento em relação à nossa própria vida. deu assim uma espécie de desanuviada na angústia, na pressão interna. A gente meio que dá uma relaxada, Terezinha, porque nossa vida não tem mais 70, 90 anos, né? A gente percebe, entende questão da imortalidade da alma, que não é sair daqui da terra um dia e morar eternamente vestida de roupa azul ou rosa em cima de uma nuvem. Não é isso que seria profundamente, mas é uma coisa dinâmica, é uma coisa viva, é uma coisa bonita, é uma coisa cheia de amor, né? É a possibilidade de nós trocarmos de papéis, de nós de nos reencontrarmos, crescermos juntos, pedirmos desculpas, acertarmos, nos unirmos. é o saber que Deus, infinitamente bom e justo, nos oportuniza infinitas possibilidades, vidas, até que nós cheguemos à luz. Então, com esse conforto no coração, com essa alegria, com essa paz, vamos elevar então nesse momento na na nossa prece de encerramento, o nosso pensamento a Deus, nosso pai criador e agradecê-lo pela vida, Senhor, que nos foi dada, pelas infinitas etapas que poderemos empreender em prol do nosso crescimento e do crescimento da humanidade. Obrigado, meu Deus, pela tua infinita bondade, justiça, compreensão e amor, porque através delas é que vamos caminhar em tua direção. Agora com o coração cheio de esperança e a mente suavizada, porque não sabemos filhos da luz, portadores dela e caminhantes para essa luz. Obrigado, Deus pela vida que nos foi dada. E assim, meus irmãos, com permissão desse mesmo Deus, encerramos essa etapa do nosso estudo, dizendo: "Graças a Deus, que assim seja". Agora nossa irmã Marta Maria e o nosso irmão Marcílio vão chamar vocês para o passe. Uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a

rta Maria e o nosso irmão Marcílio vão chamar vocês para o passe. Uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos.

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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