RECURSOS E CAMINHOS - Wilter Coelho [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Bom, a A gente sempre chega pedindo bênçãos, né, e desejando que cada um esteja presente, concentrado para esse trabalho tão gostoso que a gente aproveita para essa preparação pro passe virtual. Hoje a gente vai conversar sobre um texto do livro Segue-me, capítulo 22, recursos e Caminhos. Mas antes desse desse desse de entrar no texto, a gente vai eh fazer uma preceido. E em nome do próprio Cristo, que nós sejamos abençoados nesse momento, inspirados, protegidos e que essa energia do amor consiga abrigo em nossos corações nesse momento. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Bem, o texto eh recursos e caminhos. O Emanuel, o Emanuel escreveu esse texto eh pelas mãos do Chico a partir de um versículo do de uma carta do João. Primeira carta do João, capítulo 5, versículo 14. E o versículo é só o seguinte: "E esta é a confiança que temos para com ele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve." Olha que curioso. O versículo é esse e e o capítulo é o poder da intercessão. Então é um pedido, são os nossos pedidos, as nossas preces, as nossas eh eh os nossos pedidos de intercessão que a gente vive pedindo por tudo, né? O que a gente não sabe muito bem é fazer os pedidos, porque a gente sempre tá pedindo eh de acordo com a nossa vontade, de acordo com o nosso desejo, de acordo com a nossa conveniência, de acordo de acordo com aquilo que a gente pensa e e não muito raro de acordo com essa existência, com esse momento, com o agora. Mas quando o o João diz segundo a sua vontade, se pedir se pedirmos segundo a sua vontade, é se pedirmos com respeito à lei divina. E com respeito à lei divina, a lei divina tá tratando da vida e e e do espírito, da vida ampla, não somente dessa existência. E quando se pede alguma coisa só para essa existência, alguma coisa imediata, normalmente não tá segundo a sua vontade, que é a vontade da lei, não a vontade de alguém, né? Tem um outro versículo que trata desse assunto também no no no nessa carta do João, no capítulo 15, versículo 7, quando ele
segundo a sua vontade, que é a vontade da lei, não a vontade de alguém, né? Tem um outro versículo que trata desse assunto também no no no nessa carta do João, no capítulo 15, versículo 7, quando ele diz: "Quando estiverdes em mim, estiveres em mim e as minhas palavras estiverem em vós, tudo que pedirdes será feito." Também olha, olha o poder da intercessão, como ele coloca nesse caso, eh, tudo será feito, é o que a gente guarda, né? Tudo que pedir, tudo que pedirdes será feito. A gente adora essa parte. Tudo que eu pedi será feito. Mas a condição que ele coloca antes é eh é qual que é? Quando estiveres em mim e as minhas palavras estiverem em vós. Quando eu estiver nele e as palavras dele estiverem em mim. Quando vai ser essa essa situação? Quando eu compreender esse evangelho, quando eu compreender essa lei divina, quando eu aprender a pedir de acordo com o espírito, não é pedir de acordo com a minha vontade, com o meu desejo, é um aprendizado. Aqui ele tá ensinando a gente a pedir. E o curioso é que dá um título muito sugestivo. O título desse desse texto é recursos e caminhos. Nós temos os recursos. A oração é um recurso, né? Eh, eh, esse recurso tá disponível a todos nós. Esses recursos eh eh representam o poder da intercessão e os recursos existem. Agora, quais os caminhos, né? O caminho é segundo a sua vontade. O caminho não agride a lei divina. O caminho não agride essa lei de causa, de consequência. porque eh eu dou as causas e quando as consequências começam a chegar, eu peço para tirar as consequências. Provavelmente o meu pedido não vai ser atendido, porque eh eh o meu pedido não vai ser suficiente para quebrar a lei divina. A gente sabe que tem a a o amor cobra a multidão de pecados e etc. tem tem alternativas de amor à bondade divina e tudo, mas a regra a regra geral é eh o caminho é esse. O caminho é segundo a vossa vontade, porque existe uma lei que funciona e não tem alguém que fica lá vigiando para eu pedir e ele analisar se pode, se não pode, eh se se
a geral é eh o caminho é esse. O caminho é segundo a vossa vontade, porque existe uma lei que funciona e não tem alguém que fica lá vigiando para eu pedir e ele analisar se pode, se não pode, eh se se tá de acordo com a vontade dele. Parece, às vezes, quando a gente põe assim, segundo a vossa vontade, parece que tem alguém lá que vai depender do bom humor dele. Se ele tiver bem humorado, a vontade de tá boa. Se ele tiver mal humorado, não tem vontade de atender. Se eu pedir numa boa, tudo bem. Se eu não p Não, existe uma lei. A grande vontade é a lei. É a lei de amor, de justiça, de caridade. Essa grande lei funciona automaticamente, né? e e e segundo a vossa vontade é em obediência a essa lei. Agora existe a intercessão. Agora aprender a pedir. E no texto o Emono fala desse desse assunto. Ele diz: "Olha, a gente pode eh expor em prece as nossas dificuldades, os nossos obstáculos e pedindo providências, mas providências que se nos façam necessárias a paz e a execução dos encargos que a vida nos delegou". Então ele tá sugerindo aqui que a gente pode normalmente pedir eh eh colocar os nossos obstáculos na oração, as nossas dificuldades, pedindo providências, né, que se fazem necessárias para quê? Paraa paz e a execução. Então eu só voltei à paz se eu executar. Executar o quê? Os encargos que a vida me delegou. Quais os encargos que a vida me delegou? As circunstâncias da minha vida. E o que é que representam as circunstâncias da minha vida? A lei divina, que elas são as consequências das causas que eu dei. Então, o respeito a aos encargos que a vida eh me delegou é quando eu entendo as as a as consequências das causas que eu dei, quando eu entendo as circunstâncias da minha vida. Então, eh eh eu não vou expor os meus obstáculos, as minhas dificuldades pedindo para me livrar dos encargos que a vida me delegou, porque aí tá complicado. Eu tô pedindo porque os encargos que a vida me delegou representam a minha redenção, representam a minha evolução. eu não posso pedir o fim do do do meu reajuste,
me delegou, porque aí tá complicado. Eu tô pedindo porque os encargos que a vida me delegou representam a minha redenção, representam a minha evolução. eu não posso pedir o fim do do do meu reajuste, o fim do meu entendimento, da minha compreensão, eh eh a a o cancelamento da oportunidade que eu tive. Então, a gente esse pedir, esse poder da intercessão eh é é uma coisa muito muito cautelosa da nossa parte. A gente não sai pedindo tudo e qualquer coisa. A gente pede, né? Eh, eh, a gente sempre lembra do Pedro indo para oração e o Pedro e o João se encaminhando para uma oração quando tem aquele aquele pedinte eh eh que ia pro templo para pedir. Então, qual era a finalidade dele? Qual qual a finalidade do do templo para esse pedinte? Era ganhar dinheiro, pedir alguma coisa. Então, o que que esse pedinte pedia? moeda, pedia coisas, pedia dinheiro, né? Era era o que ele fazia ali. E o João e o e o e o Pedro iam pro templo para orar. E esse pedinte pediu pro João e o Pedro e o Pedro, qual a reação do Pedro? Olha para mim, não tenho ouro e nem prata, mas o que tenho te dou. Tá aí uma resposta espiritual. Eu não tenho coisas. Se você veio aqui somente para pedir coisas, eh, essas coisas eu não tenho. Mas se você pedir amor, compreensão, que é o que eu tenho, fraternidade, isso eu tenho, isso eu te dou, porque isso é o que eu tenho. Isso parece muito com essa relação que ele tá dizendo da nossa relação com a oração e com a prece pra gente não virar esse esse mendigo, pra gente não virar esse pedinte, esse mendigo espiritual que se coloca sempre na condição de pedir moeda. A gente não vai usar o poder da intercessão para pedir moedas, não é? Não, a função da oração não é despejar moedas eh eh nas mãos dos pedintes, né? A gente sabe da fraternidade, a gente sabe das necessidades, mas a gente tá falando aqui simbolicamente, né, do poder da intercessão, dos recursos que a gente tem e quais os caminhos. O caminho das coisas não é o caminho do espírito. Meu reino não é desse mundo. É
a gente tá falando aqui simbolicamente, né, do poder da intercessão, dos recursos que a gente tem e quais os caminhos. O caminho das coisas não é o caminho do espírito. Meu reino não é desse mundo. É exatamente isso. Busque o caminho do espírito, porque a gente não conhece. Eu sei da minha existência da agora mal, mas eu não sei da minha história espiritual. tem aquele vel do esquecimento. E eu não sei exatamente de todas as minhas necessidades, mas as circunstâncias da minha vida representam tudo isso e e isso são os encargos que a vida me delegou. Por que que a vida me delegou? A lei divina me delegou como resposta às a a a às existências que eu às existências que eu já vivi, porque ali eu vou dando causas e a vida vai me respondendo. É uma forma de me relacionar com a lei divina. A circunstância é uma forma de relacionamento com com a lei divina. E eu não posso me relacionar com a lei divina, sempre pedindo a revogação da lei nos meus casos particulares. Toda vez que a lei divina me aborrecer, toda vez que a lei divina doer em mim, toda vez que a lei divina me incomodar, eu vou pedir a intercessão para revogar essa lei, porque para mim ela não vai funcionar. Eu não quero que ela funcione para mim. como eu não quero que a lei divina funcione para mim, que se ela é uma lei de de de amor e de caridade, porque é ela que me permite eh eh me livrar desse inferno da da da memória, desse inferno das culpas e etc. Eh, é isso que essa circunstância que me que me faz evoluir. Então, eh eh eu posso expor numa oração os meus obstáculos e as minhas dificuldades, mas eu eu posso pedir providências. Eh eh o problema é quais as providências, né, para para que eu tenha a paz a partir da execução desses encargos que a vida me delegou. Mas aí o Emmanuel coloca um entretanto, nesse parágrafo, ele diz: "Entretanto, suplicaremos também a ele nos ilumine o entendimento para que lhe saibamos receber dignamente as decisões. Então eu vou eu vou usar esses recursos da prece, da oração. Mas quais os caminhos? O
etanto, suplicaremos também a ele nos ilumine o entendimento para que lhe saibamos receber dignamente as decisões. Então eu vou eu vou usar esses recursos da prece, da oração. Mas quais os caminhos? O caminho é segundo a vossa vontade. E eu vou pedir para executar essa vossa vontade, que é a lei divina, que são os encargos que a vida me delegou, representados pelas circunstâncias. Aí o que eu vou pedir também, eu vou pedir também que me ilumine o entendimento para que eu entenda essas circunstâncias, para que eu entenda o funcionamento da lei, para que eu entenda como essa coisa funciona, para eu não ficar igual aquele pedinte na porta do templo, pedindo pro Pedro e pro João moedas, quando na verdade aquilo ali representava uma circunstância na vida dele, né? E aí o o o Emanuel diz pra gente não se esquecer que a nossa capacidade visual ela é curta. Ela é curta por quê? Porque eu só tô enxergando meu meu meu desejo imediato. Eu tô enxergando minha necessidade eh eh dessa existência. Eu não enxergo eh não tenho uma visão ampla que o mundo espiritual tem, né, da vida que que em abundância que Jesus disse que veio para que a gente tenha essa vida em abundância. A vida em abundância é exatamente essa que extrapola essa existência, que extrapola em muito essa existência. Agora, se eu ficar só nos desejos e vontades e caprichos dessa existência, a vida em abundância não chega, porque faz parte dessa existência esses encargos que a vida nos delegou. E a gente pode pedir sim providências pro entendimento, para fazer a ação correta, para tomar as decisões acertadas, para não se revoltar. Olha os aflitos bem-aventurados, porque quando eles entendem esses encargos que a vida delegou, eles entendem as circunstâncias da vida dele. E aí eles eles têm um consolo, eles aprendem a viver essas circunstâncias de maneira eh eh mais calma, mais tranquila, mais em paz, tendo consciência de que tá executando a conquista da própria paz. Eh, e a nossa capacidade é curta, enquanto que o Senhor, eh, que é essa
ias de maneira eh eh mais calma, mais tranquila, mais em paz, tendo consciência de que tá executando a conquista da própria paz. Eh, e a nossa capacidade é curta, enquanto que o Senhor, eh, que é essa lei divina, que já vem como essas consequências, né, nos conhece eh, o montante das necessidades de hoje e de amanhã. Eh, o, a, o conhecimento do espírito, né? E essa frase aqui é muito boa também do texto. Tenhamos suficiente gratidão para não suprimir-lhe a bênção. O que que é a bênção nesse caso? é a satisfação do meu desejo, é a satisfação da minha vontade, não. A bênção é a circunstância que às vezes pode ser complicada, mas é a circunstância que os encargos da vida e eh me delegaram. Então, eu tenho que viver esses encargos e e a partir deles é que eu vou eh eh eh conseguir essa paz. Mas esses encargos são bênção. Em tudo dai graças, como dizia Paulo. Então eu começo a compreender essas circunstâncias e começo a agradecer essas circunstâncias, sabendo que elas representam esses encargos que a vida me delegou. É, é o que eu tenho que fazer, é o que me cabe. O que me cabe nesse momento, o que me cabe nessa situação, né? eh arcar com as consequências das causas que eu dei e viver esse processo de aprendizagem, viver esse processo de cura e de aprendizagem. Por isso aqui é hospital e escola que a gente vai se curando e vai aprendendo à medida em que a gente vai entendendo esses encargos que a vida nos delega. E a vida nos delega, não por capricho da vida de um Deus, a vida nos delega proporcionalmente às causas que nós demos, porque é automático. Apertou o botão da causa, a consequência vem junto. A na consequência não vem em outro raciocínio, em outro momento, em outro jogo, não. A consequência tá ligada à causa. Apertou a causa, a consequência vem junta, vem em dupla e automático. Não tem alguém para mandar a consequência depois e manda para uns e não manda para outros. Tem os privilegiados. É justo. Tem justiça nisso. É lei de amor, de justiça e de caridade. Então, tenhamos suficiente
alguém para mandar a consequência depois e manda para uns e não manda para outros. Tem os privilegiados. É justo. Tem justiça nisso. É lei de amor, de justiça e de caridade. Então, tenhamos suficiente gratidão em tudo da graças dessa nossa circunstância. A providência divina possui os recursos e caminhos que eles são próprios para alcançar-nos. A providência divina possui recursos e caminhos. Que recursos e caminhos? As circunstâncias são esses recursos e caminhos. Porque essas circunstâncias são nosso diálogo com a lei divina, é o nosso relacionamento com a lei divina. Então são os recursos e o e os caminhos para quem alcançar-nos. Cada um vai ser alcançado por esses recursos, pelas próprias circunstâncias. Daí a desnecessidade de uma inveja, por exemplo, porque cada um tem a circunstância que deu causa, tem a circunstância que lhe é própria. Não dá para ficar invejando aqui ou ali, porque cada um tem a sua própria circunstância, porque cada um deu suas próprias causas e cada um viveu sua própria vida. vive sua própria vida através das existências sucessivas e nessas existências vão dando causas e e a gente vai criando esses encargos e esses encargos são essas providências de eh eh aperfeiçoamento, de oportunidade. Essa é a lei de amor, mas é de amor, mas é também de justiça, porque ela é justa, mas e é de amor porque ela me aperfeiçoa. Esse é o caminho para eu chegar à comunhão com o Pai. Esse é o caminho para eu entender quando quando estiveres em mim e as minhas palavras estiverem em vós. É quando eu tiver entendendo isso. Tudo que pedid será feito. Aí o que que eu vou pedir quando eu entender as circunstâncias da minha vida, o que que eu vou pedir? Tem uma frase de Jesus que ela não diz eh explicitamente somente isso, porque o evangelho diz sempre muita coisa. Mas quando Jesus diz: "Pai, se possível, afasta de mim esse cálice, eh, mas que seja feita a vossa vontade", ele tava dizendo porque ele tava fraquejando. Não, Jesus não veio exemplificar. Então, naquela hora extrema, como se
i, se possível, afasta de mim esse cálice, eh, mas que seja feita a vossa vontade", ele tava dizendo porque ele tava fraquejando. Não, Jesus não veio exemplificar. Então, naquela hora extrema, como se tivesse mostrando pra gente, olha, na hora extrema a gente ainda fala, olha, se for possível, afasta de mim esse cara disse, olha, tá doendo, mas que seja feita a vossa vontade. Ali não era Jesus falando dele próprio. Ali não era Jesus fraquejando. Ali não era Jesus pedindo ao Pai para abrir mão da missão dele, não. Ali era Jesus ensinando pra gente. ali era Jesus exemplificando pra gente que até nesses momentos de grande dificuldade que a gente pode entender, a gente pode, né, eh, se possível, se possível o quê, né, se tiver de acordo com a lei divina, mas na lei divina aquela era a missão dele, mas ali não se aplicava absolutamente a ele. Ali era uma exemplificação pra gente, entre outras interpretações e abordagens possíveis dentro do evangelho. Eh, o Emânuel, nesse texto, ele continua: "Quando encarnados no plano físico, costumamos implorar do céu a dádiva da saúde do corpo." Às vezes, o céu nos responde com a imposição de um bisturi que nos rasga as entranhas de maneira a reconstituir-nos o equilíbrio orgânico. Isso é simbólico. Ele tá falando aqui do corpo. do corpo, a doença do corpo físico. A gente costuma pedir a saúde e vem um bisturi que rasga a nossa carne. Mas aquele bistui que rasga a nossa carne, que dói, que tem que internar, que tem que tomar anestesia, que tem que fazer a recuperação, que dói, ali é é o recurso, ali é a circunstância, ali, ali é a consequência, ali é a cura, ali é a graça. Então, se a gente pegar esse raciocínio do corpo e levar pro espírito, é a mesma coisa. É o que ele diz, ó. Simbolicamente ocorrem eh circunstâncias idênticas no quadro espiritual de nossa vida cotidiana. Então, espiritualmente é a mesma coisa. Eu tenho uma doença, eu peço um socorro e vem um bisturi, um bisturi espiritual. E esse bisturi espiritual vai me doer. Eh, rogamos a Deus a presença da
idiana. Então, espiritualmente é a mesma coisa. Eu tenho uma doença, eu peço um socorro e vem um bisturi, um bisturi espiritual. E esse bisturi espiritual vai me doer. Eh, rogamos a Deus a presença da felicidade segundo a concepção com que a imaginamos. O que que é a felicidade para mim hoje? A felicidade para cada um depende do grau de consciência que cada um tem. Quem não tem consciência de nada, tem muita gente aí que acha que felicidade é é é picanha, cerveja, eh eh eh mulher, sexo, é só isso. Nada contra nada. Mas é só isso. A partir da ampliação da consciência, outros componentes entram. O crescimento espiritual pode passar a ser felicidade para mim. A busca da virtude pode passar a ser felicidade para mim. A ampliação da minha consciência pode passar a ser felicidade para mim. O cumprimento dos meus deveres pode passar a ser felicidade para mim, que pode me trazer a paz. E é exatamente isso que vai me trazer a paz, o cumprimento do dever, a obediência da a à consciência. Então, a gente não entende direito e a gente pede o que é a nossa própria concepção de felicidade. E às vezes a nossa concepção de felicidade tá distorcida ou ideologizada, porque tem aí as propagandas de televisão, tem aí um monte de de de coisas sendo vendidas como a felicidade. A felicidade pode ser um carro novo, a felicidade pode ser um um celular de última geração, a felicidade pode ser um avião, um carro, um o que que é a felicidade? O que é que a que a que a que a que a que o comércio, o que é que a propaganda diz para mim que é a felicidade e eu muitas vezes obedeço. Então, a felicidade para mim é o quê? A roupa nova. A felicidade o que que é? Então, é para é para cada um. E e é a consciência que vai eh dizendo o que que é essa felicidade. E como todos nós buscamos essa felicidade, quando a minha consciência é muito curta, a minha felicidade pode ser só uma garrafa de cerveja ou pode ir além dessa garrafa de cerveja, ou pode não chegar nem na garrafa de cerveja, ela é relativa. Eh, mas somos, via de regra
é muito curta, a minha felicidade pode ser só uma garrafa de cerveja ou pode ir além dessa garrafa de cerveja, ou pode não chegar nem na garrafa de cerveja, ela é relativa. Eh, mas somos, via de regra portadores de certos defeitos que que nos impediram de acolhê-la. Essa felicidade que às vezes é derramada sobre nós na forma dessas bênçãos, muitas vezes a gente não recebe. Todo dia a gente faz uma oração pedindo bênção, mas essas bênçãos não dependem da nossa oração para elas serem derramadas, porque as bênçã são derramadas constante e permanentemente sobre todos nós. A questão é que a gente não recebe. Então, nas nossas orações, a gente tinha que pedir mais paraa gente aprender a receber essas bênçãos, que as bênçãos já são derramadas sobre todos nós o tempo todo. Mas a gente tem que aprender a receber essas bênçãos. E só para encerrar, oremos assim, no entanto, oremos sim. E a gente ora sim porque é um recurso, é o é um poder de intercessão. Vale sim a oração. Oremos sim. No entanto, é muito importante o quê? Em matéria de pedir, em matéria de ficar pedindo, em matéria de rogar, é importante o quê? Eh, eh, que rogar ao Senhor sempre de acordo com a sua vontade, não de acordo com os nossos desejos. Porque a vontade do Senhor, a vontade da lei divina, né, do do abrange todo esse tempo, né, invariavelmente, inclui invariavelmente a harmonia e a felicidade de nossa vida. e a harmonia e a felicidade do espírito. Quando estiveres em mim e as minhas palavras estiverem em vós, tudo que pedirdes será feito. Que Deus nos abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,
energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos
que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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