REAPRENDENDO A VIVER: PARAR DE USAR DROGA É SÓ O PRIMEIRO PASSO - Antônia Nery [19° Sem. de DQ.]

Comunhão Espírita de Brasília 21/11/2025 (há 4 meses) 1:14:55 277 visualizações

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Transcrição

buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> C'est Senhor, estou aqui para agradecer de cora. >> Boa noite, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja com todos nós. Sejam todos muito bem-vindos ao 19º seminário de dependência química. Nós vamos começar esse nosso momento falando desse seminário. O grupo, vocês não estão vendo ali, mas é o grupo Meozotes. O grupo Meozotes é um grupo de ajuda mútua a dependente químico e seus familiares, amigos, eh colegas, quem qualquer pessoa é muito bem-vinda. Nós temos esse grupo na segunda-feira, nas segundas-feiras e nas quartas-feiras, a sala 13. A sala 13 fica na parte de cima, depois daquele salão onde que nós esperamos para fazer o atendimento. Precisa de passar um atendimento fraterno para estar no grupo? Não, não é necessário. Vocês podem ir direto. Nós temos o grupo e depois nós temos o tratamento espiritual. Eh, esse grupo já tem mais de 30 anos, deve ter uns 33 anos. Ele funcionava aos sábados também. Depois da pandemia não foi mais possível, porque nós não tivemos mais salas, porque os grupos foram os últimos que voltaram por causa da pandemia que ficar é um grupo que tá numa sala mais fechada, apesar que temos ar condicionado, podem ir, é bem fresquinha, mas aí a direção da casa achou melhor ser o grupo que voltasse por último de todos os grupos de trabalho na casa. Então, eh, é muito bom ter vocês lá, quem precisa, né? Então, é esse nosso momento. E hoje nós vamos ter a Antônia aqui conosco. Antônia já é uma trabalhadora dos nossos grupos de ajuda mútua. A gente tá sempre convidando ela. Ela é trabalhadora da casa também. Ela também tem um trabalho, né, Antônia, com dependência química. É porque é tão bom quando nós chamamos um profissional que ele já tem esse viés, porque é uma doença séria, grave, sim, grave, que tem que ter muito amor, muita paciência, muita disposição os familiares e também quem cuida, quem cuida tem o tempo, é o tempo do outro, porque o outro só para se ele quiser. O codependente só melhora se ele também

ito amor, muita paciência, muita disposição os familiares e também quem cuida, quem cuida tem o tempo, é o tempo do outro, porque o outro só para se ele quiser. O codependente só melhora se ele também entender essa doença. Então a gente faz os seminários para quê? para que as pessoas possam ter conhecimento de como funciona essa doença que ainda é tão preconceituosa no nosso ambiente. A gente até dá uns apelidos, né, para aqueles pessoas que estão fazendo uso. Então isso é muito, muito difícil para quem tem seu ente querido na dependência química ou mesmo pro próprio dependente. É um estigma, né? É, é, sempre vai ser daquele jeito, ele pode parar, mas sempre ele é visto daquela forma. E nós trazemos os seminários para desmistificar isso. É uma doença igual a diabetes, como os outros, uma pressão alta, um colesterol, só porque é uma doença mais complicada que os outros, eu posso até tomar um remédio, né, contra as compulsões, eu posso fazer o tratamento, mas sempre um tratamento de tripé. Não se trata só uma coisinha, ele precisa de um tratamento psicológico, ele precisa de um tratamento médico porque tem uma compulsão e ele precisa de um trabalho e um tratamento religioso, um tratamento dentro do centro espírita na casa nos na igreja católica ou na com na protestante. Sempre tem uns grupos que fazem esse tratamento. Então vamos com muito carinho ouvir a Antônia hoje pra gente poder ser um multiplicador de informações. Multiplicador. Nós tivemos o primeiro dia a Márcia Cirotou, nós tivemos o Pedro Paulo, nós tivemos ontem o o José Carlos, hoje nós temos Antônia, amanhã nós vamos ter a Dra. Márcia Leon. E sábado nós vamos ter um psiquiatra lá do sul que trabalha só com dependência química e tem livros sobre dependência química e ele vai trazer para nós, para quem quiser adquirir. Então esse é o nosso é o nosso momento. E para começar todos os nossos trabalhos ou não é só da casa espírita, eu acho que tudo que nós formos fazer nós temos que começar com a prece, tá lá no

quirir. Então esse é o nosso é o nosso momento. E para começar todos os nossos trabalhos ou não é só da casa espírita, eu acho que tudo que nós formos fazer nós temos que começar com a prece, tá lá no evangelho, né? agradecer por a gente poder estar aqui, agradecer porque tem alguém que vai falar para nós, agradecer porque tem uma casa que nos acolhe. Então, para para essa prece, nós vamos chamar o Tomás. O Tomás que está aqui, ele é o conselheiro da nossa diretoria de atendimento e orientação, que é a diretoria responsável por levar esse seminário ao ar. Então, com vamos ouvir a prece, vamos nos harmonizando pra gente começar a fala da Antônia. >> Boa noite a todos. Então, que nós possamos elevar nosso pensamento a Jesus, nosso irmão maior, nosso mestre, amigo querido, para agradecer a ele por mais esse momento de reunião para aprendermos um pouco mais de todos os ensinamentos que ele nos deixou. Que nós possamos, Jesus doar o nosso melhor agora com pensamentos, palavras, ações, para que aconteça o que realmente estamos necessitando, as informações necessárias para o nosso progresso moral e intelectual. que nós possamos, Jesus, estarmos mentalizando a nossa irmã Antônia Neri para ela doar tudo aquilo que ela sabe, todo o empenho que ela sempre faz. Para quem conhece ele há bastante tempo sabe disso. que nós possamos então com a permissão do nosso irmão, mentor da nossa casa, Bezerra de Menezes, e com todos os companheiros encarnados e desencarnados que já prepararam o ambiente para nós, termos um bom encontro, pois sabemos que esse é o nosso propósito, trabalhar para o bem, trazer informações para o ser humano ter a oportunidade de evoluir. Agradeço mais uma vez, pedindo permissão para iniciar esse nosso encontro, dizendo: "Graças a Deus e graças a ti, Jesus". Que assim seja. Então, >> bom, amigos, então, como já falamos, a Antônia tá aqui conosco, né? E ela vai falar um tema tão lindo, tão lindo, que tá bem ali, né? Parar de usar droga é só o primeiro passo. Eu acho que tá

ntão, >> bom, amigos, então, como já falamos, a Antônia tá aqui conosco, né? E ela vai falar um tema tão lindo, tão lindo, que tá bem ali, né? Parar de usar droga é só o primeiro passo. Eu acho que tá perguntando, Antônia. É, acho que tá. O meu não tá perguntando não. Será que é só o primeiro passo ou tem outros passos? Então a fala tá com ela. Que Deus ilumine sua telefone, >> boa noite a todos. Ela colocou a pergunta é aprendendo a viver. A gente é interessante porque a dependência química eh é muito complexo. O tratamento é é complexo porque vai ter que lidar com várias áreas de nossa vida, a parte emocional, a parte psicológica, a parte espiritual. Então é complexo essa esse trabalho. Por isso que a gente coloca que parar de usar droga realmente é só o primeiro passo, não é? Às vezes a gente acha, né, a pessoa parou de usar droga e aí a gente acha que tá tudo resolvido, que tá tudo agora está tudo certo e não é assim que funciona. E hoje a gente vai entender como é que isso funciona. É o primeiro passo, mas esse passo é muito importante para que os outros possam ser dados. Então, hoje a gente vai falar, o tema central do seminário é libertação interior. Isso é muito bacana, muito interessante. E a gente fala, ó, o despertar da consciência para a vida real. Primeira coisa que nós precisamos entender, não existe cura sem consciência. não existe. Então, por isso que é interessante a gente entender que é o despertar da consciência para que a gente possa reaprender a viver, para que a gente possa dar esse primeiro passo na direção da nossa cura, na direção do nosso tratamento. E isso é muito importante. Então, parar de usar droga não é simples. Não é fácil parar de usar droga, mas como a gente tá dizendo, é o primeiro passo para retomar a própria vida. Porque o dependente químico, quando ele está no uso da droga, então o que que acontece? Ele perde eh a noção da sua própria vida. Então, parar de usar droga é o primeiro passo para retomar a sua própria vida. No entanto, só parar não basta. A gente

uso da droga, então o que que acontece? Ele perde eh a noção da sua própria vida. Então, parar de usar droga é o primeiro passo para retomar a sua própria vida. No entanto, só parar não basta. A gente precisa entender isso. Só parar não basta. Por quê? Porque nós vamos ter recaídas. Por isso, é preciso transformar hábitos, é preciso transformar comportamentos. Por isso parar de usar drogas é o primeiro passo. O mais difícil é aqui, gente. O mais difícil é transformar hábitos. Mudar hábito. É a coisa mais difícil na nossa vida. Mudar comportamento dificílimo e pensamento. Então é complicado. Então gente, parar não basta. Eu preciso, ó, transformar hábitos. Eu preciso eh transformar comportamentos e pensamentos. Aí tá o grande problema. Quando você para de usar drogas, então a mudança precisa ser profunda e também ela precisa ser constante e envolvendo envolve aí a mente, corpo e atitudes. Então vejam que não é fácil só parar de usar drogas. É muito mais que isso. É uma mudança profunda que precisa ser que o indivíduo precisa tomar. Por isso que é difícil e por isso temos as recaídas. Não é apenas ficar sem drogas. O que que é que precisa? É preciso mudar. Eu preciso mudar. E o dependente tem que entender isso, que ele precisa mudar. Gente, é ser uma outra pessoa, não tem outro caminho, precisa mudar. E como é que a gente vai fazer isso, Antônio? Como é que deve? Olha, gente, dar esse primeiro passo aqui é importantíssimo. A, nós ficamos na nossa zona de conforto. Tem gente que tá numa cama de prego e acha que tá bom. Então aqui, ó, sair, dar esse salto que eu falo que é um salto quântico. Dar esse salto aqui é a coisa mais difícil. Por isso o dependente químico tem dificuldade. E não é só o dependente. Todos nós temos dificuldades de mudar. Isso é complicado. A frase não é apenas ficar sem drogas, é mudar. Significa o quê, gente? que a recuperação da dependência química vai muito além da abstinência física. É, vai, é, é um processo profundo de transformação pessoal de e mudança de

r sem drogas, é mudar. Significa o quê, gente? que a recuperação da dependência química vai muito além da abstinência física. É, vai, é, é um processo profundo de transformação pessoal de e mudança de estilo de vida. Aqui tá o grande problema. É uma mudança de estilo de vida. E a maioria das pessoas não querem fazer essa mudança. E por quê? Porque mudar dói. Mudar dói. A abstinência é apenas o primeiro passo. A verdadeira recuperação, o que que precisa? Envolve transformação comportamental. Se não houver essa transformação, pode ter certeza vai ter uma recaída. Tem muita gente que deixa de usar droga porque diz assim: "Eu já eh lido, lidei muito tempo com isso e ainda lido que eu faço os atendimentos". Então as pessoas falam assim: "Olha, eu deixei de usar droga por causa da minha mãe. Eu deixei de usar droga por causa do meu pai. Eu deixei de usar droga por causa da minha família. Tá errado. Tá errado. Vai voltar e vai cair e vai ter recaída. Mas Antônia, como assim? Porque ele não tem que parar de usar droga por causa da família, nem por causa de mãe, nem por causa de namorada, nem por causa de esposa. Ele tem que parar de usar droga porque aquilo tá fazendo mal para ele. Ele precisa entender isso. Por isso, ó, eu preciso fazer essa transformação comportamental, mudar hábitos, rotinas e padrões de comportamento que contribuíram para o vício. Eu vou ter que mudar essa rotina na minha vida. E isso inclui, ó, a construção de novas rotinas diárias e a adoção de um estilo de vida saudável. Vou ter que mudar, ó. Eu vou ter que mudar rotinas e padrões. Isso aqui é complicado, gente. Mudar rotina, mudar padrão. Você tá habituado aquilo. Então isso aqui é muito complicado. E preciso também essa recuperação, a recuperação verdadeira. Precisa dessa cura. emocional e psicológica. Aprender a lidar com sentimentos negativos, que é uma grande dificuldade do dependente químico, não saber lidar com sentimentos negativos. O dependente não sabe lidar com isso. Frustrações, então é terrível. e

a lidar com sentimentos negativos, que é uma grande dificuldade do dependente químico, não saber lidar com sentimentos negativos. O dependente não sabe lidar com isso. Frustrações, então é terrível. e gatilhos sem o uso de substância. Eu vou ter que trabalhar meu a minha a parte emocional, vou ter que trabalhar o psicológico sem substância, sem o uso de substância e saber lidar com sentimentos negativos, frustrações negativos, porque muitas pessoas vão paraa droga porque exatamente por em função disso, não sabe lidar com frustração, não sabe lidar com os gatilhos que acionam esses sentimentos negativos, não sabe lidar com isso. Então o que que ele faz? Usa as as drogas, vai paraas substâncias químicas, né? Então isso envolve, ó, tratar traumas. Essa cura emocional e psicológica envolve tratar traumas e desenvolver resiliência e maturidade emocional para poder lidar com isso, senão vai fracassar, senão não vai lidar com esses sentimentos negativos. Outra coisa importantíssima, a verdadeira cura exige autoconhecimento e crescimento pessoal. Então, o processo é de autodesenvolvimento que exige, ó, honestidade consigo mesmo. O dependente tem que entender que é necessário essa, ele tem que ser honesto com ele, com ele mesmo, com as suas frustrações, com os seus sentimentos, com os seus pensamentos. olhar para ele, ser honesto, por que isso está me causando tanto mal? Então, eu preciso olhar isso com honestidade. Então, eu preciso desse amadurecimento e a busca por um propósito de vida. Sem propósito de vida, como é que a gente vive? Se o indivíduo não mudar a sua vida e os fatores que levaram à dependência, todos esses elementos vão continuar presente. Se vai continuar presente, ele vai continuar usando droga, aumentando aí, ó, o risco de recaída. A recuperação bem-sucedida implica em criar uma nova vida. É assim, Antônia? É, eu tenho que criar uma nova vida na qual seja mais fácil não usar drogas. É uma, por isso que ele disse, é uma mudança e tanto que eu vou ter que fazer na minha

iar uma nova vida. É assim, Antônia? É, eu tenho que criar uma nova vida na qual seja mais fácil não usar drogas. É uma, por isso que ele disse, é uma mudança e tanto que eu vou ter que fazer na minha vida. O autoconhecimento para que ocorra essa mudança é crucial para evitar as recaídas. Por que que o autoconhecimento é crucial para evitar as recaídas? porque eu vou me conhecer e eu vou ser honesto comigo. Então, e isso vai ajudar, ó, a identificar os gatilhos. Que que me levou a usar droga? Então, eu vou identificar os gatilhos. Se eu identifico os gatilhos, eu vou ter como lidar com eles. Desenvolver habilidades de enfrentamento e é importantíssimo, fortalecer a autoestima. ao entender os sinais de alerta, por isso o autoconhecimento é importante, que aí você vai os pensamentos, sentimentos ou comportamentos que procedem uma recaída. Eu preciso saber porque o teu sentimento, os teus pensamentos, o teu comportamento, ele vai te dar o sinal, ele vai te dar a dica de que você vai recair. Por isso você, se você tem o conhecimento, você vai saber lidar com isso. Então, é possível criar um plano de prevenção e buscar suporte de forma mais eficaz a partir do autoconhecimento. A partir desse autoconhecimento, você vai encontrar esse suporte para enfrentar. Daí a gente falou que precisa dessa mudança, que não é só deixar de usar droga, é preciso mudar. Mas por por que desejamos tanto a mudança e não damos o primeiro passo? que é complicado dar esse primeiro passo. A gente quer essa mudança. Eu conheço muito dependente, eu não quero, eu quero dar esse passo, não consegue, porque eu tenho que fazer todo aquele trabalho antes. Autoconhecimento, tenho que fazer para dar esse primeiro passo aqui. Por isso que é difícil, mesmo a gente querendo, eu desejo, mas é complicado dar esse primeiro passo. Muitas vezes queremos mudar certas coisas em nossas vidas, não é verdade? A gente quer, é fácil mudar isso, não é? É complicado, especialmente quando notamos que algo não vai bem ou que poderia ser melhor.

s vezes queremos mudar certas coisas em nossas vidas, não é verdade? A gente quer, é fácil mudar isso, não é? É complicado, especialmente quando notamos que algo não vai bem ou que poderia ser melhor. Mas nem sempre é tão fácil. Por quê? Porque mudar dói. Dói, gente. Mudar algo, seja ele em qualquer área da nossa vida, causa um certo desconforto. Vai causar, vai causar um desconforto para quem não quer mudar e vai causar um desconforto para quem deu o primeiro passo, porque ele vai se sentir meio deslocado. Por quê? porque ele saiu da sua zona de de de conforto. Por isso que mudar dói. Então ele vai sentir um desconforto, pois a pessoa mexe, vai mexer em estruturas profundas do seu ser. E se não mexer, vai ser difícil processar ou realizar essa mudança. Então eu sempre digo, ou você muda ou você repete ciclos. É o que a gente, é o que assim, ó, quero mudar a minha vida, mas o que que eu continuo fazendo? Eu quero mudar, mas eu não dou o primeiro prazo para sair dessa zona de conforto. Mudar dói, sem dúvida, mas continuar como está dói muito mais. Então eu preciso encarar mesmo doendo no aspecto individual, dói porque existe deixar algo que se tenha preço para trás, porque eu estava habituada, olha o hábito aí. estava acostumada aquela situação. Eu estava acostumada e agora eu vou ter que fazer algo diferente. Isso dói. Dói porque exige abrir mão de uma situação conhecida por outra incerta e desconhecida e envolve riscos. O que que eu vou encontrar lá na frente? E se eu deixar de usar droga, como é que eu vou encarar minhas frustrações? Como é que eu vou enxergar? Como é que eu vou me ver? É assim, por isso que dói, porque eu vou ver como eu sou realmente cheio de defeitos. Porque enquanto eu tô usando droga, os outros é que têm defeitos. Quando eu deixo, eu vou enxergar quem eu sou realmente. Eu vou me enxergar. Eu vou enxergar os meus defeitos. Como eu sou difícil, como eu sou complicado. Por isso é é por isso que é mudar dói. Muitas vezes estamos presos por meio de

quem eu sou realmente. Eu vou me enxergar. Eu vou enxergar os meus defeitos. Como eu sou difícil, como eu sou complicado. Por isso é é por isso que é mudar dói. Muitas vezes estamos presos por meio de vícios comportamentais, hábitos em forma de crenças e que às vezes não conseguimos mudar. Por quê? Porque elas estão enraizadas. Ó, olha onde estão aqui as nossas crenças. e nosso inconsciente. O consciente 95%, o consciente 5%. Quem manda, gente? Quem manda? Ou eu mudo essas crenças aqui ou elas vão continuar interferindo na minha vida consciente. A nossa mente, ela é um é um banco de dados, tá tudo registrado, nada se perde, que armazena e registra, ó, todos os acontecimentos da nossa vida. Para mudar, eu preciso mudar essas crenças. Eu preciso, por isso que a gente é uma mudança profunda que eu preciso fazer dentro de mim. Não é o outro que tem que mudar, sou eu que tenho que mudar. É isso que é complicado, essa mudança. Lá no livro No Mundo Maior, André, eh, André Luiz, psicografia do Chico, André Luiz, ele afirma que o subconsciente é a soma de todas as nossas vidas. Tá tudo registrado lá, tá tudo guardado. Então o que que o André Luiz coloca? A mente subconsciente guarda os dados desta vida e das reencarnações passadas. A mente subconsciente é o passado em nosso presente. É isso. Nossos pensamentos são os principais elementos formadores do nosso subconsciente. Então, tenho que cuidar. Não é a toa que Jesus falava que a gente tinha que vigiar os nossos pensamentos. Por isso é fundamental que ao invés de negarmos, olha aqui as nossas emoções, eu não não tenho que negar. Se eu sentir raiva, eu senti raiva. Se eu sentir medo, eu senti medo. Eu preciso encarar isso e enfrentar isso de frente. Ou lembranças indesejadas, sejamos capazes de aprender e lidar com elas. O que que é a droga senão uma fuga para não lidar com essas emoções que estão aqui dentro de mim, que me machuca porque dói. E aí eu preciso aprender a olhar para elas para ter eh eh exatamente saber lidar com essas emoções. Então, vejam,

a não lidar com essas emoções que estão aqui dentro de mim, que me machuca porque dói. E aí eu preciso aprender a olhar para elas para ter eh eh exatamente saber lidar com essas emoções. Então, vejam, apenas nós parecemos desperto. Como diz Joana de Angeles, estamos inconscientes em 95% dos nossos dias. 5% consciente, 95 inconsciente. Inconsciente. Então nós vamos como no piloto automático. Nós estamos sendo governados pelas memórias que estão aqui. Elas estão no controle. Então pense nisso. Apenas 5% da mente é consciente, lutando contra 95 que rodam programas automáticos, subconscientes. Estão rodando esses programas no segundo plano. Esses programas que estão rodando é que tá me controlando. Pode aí entra as minhas emoções, entra tudo, tá lá tudo sendo registrado. Então, eu tenho aqui, ó, a minha mente consciente e a minha mente subconsciente, o corpo. Então, vamos imaginar, por exemplo, que por mais de 20 anos você praticou pensar, sentir, sentir e pensar em termos de sofrimento durante 20 anos. O sofrimento foi memorizado por seus, tá lá, vai memorizado, porque você não perde nada. pensamentos e sentimentos recorrentes. Quanto mais você pensa, quanto mais você repete, mais aquilo fica registrado no seu subconsciente. Repetir os mesmos pensamentos e sentimentos. Lembrando que a gente falou que o dependente químico ele carrega muitos pensamentos negativos. Então os sentimentos por vários anos ou séculos ele o que que aconteceu? Ele condicionou seu corpo a lembrar do sentimento de sofrimento sem muito pensar conscientemente. Tá registrado. Então, qualquer vento que surja, que é que como um gatilho, vai acionar essa memória que tá lá, porque tá registrado. Tá registrado não só das lembranças dessa vida, como das nossas vidas passadas. Ainda que a gente não saiba quem é, o que é, mas tá lá. Eu falo que a gente fala assim, né? Eu falo que tá morto, mas não tá enterrado. É, é bem assim. Tá morto, mas não tá enterrado. Você, eu não lembro, mas não significa que tá morto. Ele tá lá e tá

lá. Eu falo que a gente fala assim, né? Eu falo que tá morto, mas não tá enterrado. É, é bem assim. Tá morto, mas não tá enterrado. Você, eu não lembro, mas não significa que tá morto. Ele tá lá e tá direcionando tua vida e tá te controlando e te incomodando. Então, uma pessoa conscientemente pode querer ser feliz. Conscientemente ela diz: "Eu quero ser feliz, saudável, eu quero ser livre". Mas a experiência de abrigar sofrimento e dor durante todo o tempo, por vários anos ou séculos, subconscientemente condicionou sua mente. Essa pessoa vai ser feliz? Não vai. Não vai. Não devemos permitir que a ação ou o pensamento produza uma profunda impressão na nossa mente. Quanto mais você reflete, mais essa impressão fica registrada a nível de perespírito. Mas ela, quanto mais você fica, se você fica pensando e aquilo aquele aquele disco fica rodando no segundo plano, que é o nosso inconsciente, ele fica rodando. Quanto mais aquilo você fica rodando aquilo ali para resolver aquela situação, mais aquilo é registrado no seu inconsciente e mais aquilo vai te afetar. Então, não devemos permitir que a ação ou o pensamento produza uma uma impressão em nossa mente, porque vai ficar registrado. As impressões de uma ação às quais nos ligamos, elas perduram. E é por isso que nós às vezes agimos de forma automatizada. Para mudar, precisamos o quê? Desprogramar. Não tem jeito. É tão bom que a gente vai aqui no computador, quando você não gosta de alguma coisa, você vai lá, deleta. É tão fácil, mas a mente não funciona assim, gente. Então eu tenho o quê? Desprogramar ou desconectar. velhos padrões de pensar e sentir. Aí está o problema do dependente químico. Ele tem velhos padrões de pensar e de sentir que não só dessa vida, mas de vidas passadas. E em seguida, ó, reprogramar ou reconectar a nossa mente com novos padrões de pensamento e sentimento baseados em quem queremos ser. Por isso, a mudança não é de fora para dentro. A mudança tem que ser de dentro para fora. É autoconhecimento.

a nossa mente com novos padrões de pensamento e sentimento baseados em quem queremos ser. Por isso, a mudança não é de fora para dentro. A mudança tem que ser de dentro para fora. É autoconhecimento. Mudar é tornar situações, pensamentos, modos de olhar e agir diferentes. Então, quando a gente fala em mudar, o dependente, ele tem que olhar a vida, ele tem que olhar a de uma perspectiva diferente. Ele precisa fazer essa mudança de de olhar. Tem um livro muito interessante, chama-se Quebrando o Hábito de ser você mesmo. Muito interessante. Esse livro é do Dr. Joy dispensa, que é um psicólogo, ele era famoso, né? É. Então, o que que eles falam, ó? Os psicólogos indicam que para abandonar um velho hábito é preciso criar uma nova rotina positiva. Para começar, é necessário identificar qual recompensa a pessoa está buscando através do mau atito. Que recompensa a droga me dá? Tem uma recompensa, gente. É por isso que ele tá usando. Tem algum benefício aí. E esse benefício é que ele vai precisar. e ele vai ter que olhar para isso. Então, quando a gente fala de mudança, eu tenho que quebrar o hábito de ser o que eu era. Eu tenho que ser outra pessoa. É assim que funciona. O autor do livro argumenta que nossos hábitos de ser quem somos estão profundamente enraizados na nossa mente. A Joana de Angeles fala isso. que a chave para transformação pessoal é aprender a quebrar esses padrões para reconstruir a si mesmo e alcançar novos resultados na vida. Eu tenho que reconstruir minha vida. Reconstruir é bem exatamente isso. Então, para mudar nossa personalidade, precisamos mudar nosso estado de ser. Aqui complica, né, gente? que está intimamente conectado a sentimentos que memorizamos. Estado de ser é quando estamos acostumado a um estado mental, emocional. E aqui ele tá dizendo que para mudar eu tenho que mudar esse estado de ser. E esse estado de ser está conectado, acostumado a um estado mental. Eu estou acostumado com isso. Um modo de pensar e agir que se tornou parte da nossa autoidentidade.

ho que mudar esse estado de ser. E esse estado de ser está conectado, acostumado a um estado mental. Eu estou acostumado com isso. Um modo de pensar e agir que se tornou parte da nossa autoidentidade. Sei lá, desde infância disseram: "Olha, você não consegue, você é incompetente, você não é capaz, você é feio". E aí, ó, você registrou isso. Você vai ser esse estado de ser. É assim que funciona a nossa mente, nossa rotina e nossos pensamentos e sentimentos conhecidos perpetuam eh o mesmo estado de ser. E é por isso que nós reencarnamos. Por quê? para que a gente possa mudar esse estado de ser que foi perpetuando aí ao longo das nossas encarnações, que cria os mesmos comportamentos e a mesma realidade eh eh comportamento e a mesma se desejamos mudar algum aspecto de nossa realidade, temos que pensar, sentir e agir de formas diferentes. Então de tem que ter novas formas pra gente ver. Temos de ser diferentes em diferentes em termos de nossas respostas à experiência. Senão eu vou repetir a mesma experiência. Eu tenho que ser diferente a partir do momento em que eu coloquei um propósito na vida. Lembra que eu falei que precisa de um propósito? Temos de passar a ser outra pessoa. É, é como assim ser outra? É verdade. Lembra de do dos antigos cristãos? que quando eles eh tinham uma proposta de ser diferente, eles mudavam até o nome. Então, Saulo passou a ser Paulo, porque ele passou a ser uma nova pessoa. E eu preciso entender isso. Sair do vício é o primeiro e mais desafiador passo, mas o sucesso a longo prazo depende de uma transformação profunda que envolve várias áreas da vida. Mas o que significa mudar? Então, significa adotar uma reestrutura profunda e contínua no estilo de vida. Aí tá o grande problema, porque as pessoas não querem mudar e ninguém muda ninguém. Só você pode fazer a mudança que você precisa. Hábitos e padrões de pensamento para sustentar recuperação a longo prazo, especialmente no contexto da dependência. química ou comportamental, especialmente aqui nós vamos ter que fazer esse

precisa. Hábitos e padrões de pensamento para sustentar recuperação a longo prazo, especialmente no contexto da dependência. química ou comportamental, especialmente aqui nós vamos ter que fazer esse trabalho. Tem que fazer esse trabalho. Eu tava atendendo uma pessoa outro dia com problemas graves de depressão e aí ele ele foi ao psiquiatra, passou uma medicação para ele. Aí ele disse, aí ele passou uma semana, a medicação não tá fazendo efeito. Aí ele foi no psiquiatra e disse assim: "Olha, quero uma outra medicação". Aí o psiquiatra passou uma outra medicação. Aí ele aí ele voltou e aí ele falou: "A medicação não está fazendo efeito". Daí eu virei para ele, dis: "Tá errado. É porque meu tratamento funciona assim, tá gente? Então eu disse: "Eu tá errado". Ele disse assim: "Como assim é a medicação? Olha, olha a projeção. Eu projeto no psiquiatra. É o psiquiatra que é incompetente, não é assim? Então ele que não sabe me dar a medicação certa. Eu disse: "Tá errado. Essa sua postura tá errada. Essa sua postura precisa modificar. Não é que a medicação não tá fazendo efeito, é que você não deu um passo na direção de fazer uma mudança na sua vida. Por isso a medicação não tá fazendo efeito. E aí como, né? Tem que mudar, né, gente? Então, não se trata apenas de parar o comportamento prejudicial, mas de criar uma nova rotina e ambiente que não favoreça o retorno aos padrões antigos. Mudar padrões de comportamento preciso. O dependente químico costuma desenvolver rotinas e hábitos negativos ligado ao uso da substância. Mudar significa aprender novas formas de lidar com o estresse, a ansiedade e as emoções, além de construir novos hábitos saudáveis. Aí tá o processo. Corrigir defeito de caráter. Como assim, Antônia? Pois é, defeito de caráter. Primeiro, o dependente químico mente e mente muito. E ele mente tanto que ele acredita na mentira dele. Gente, é tão interessante isso. Eu não estou dizendo isso, nem desprezando, não. É porque é assim, gente. Eu lido com eles, eu eu

nte e mente muito. E ele mente tanto que ele acredita na mentira dele. Gente, é tão interessante isso. Eu não estou dizendo isso, nem desprezando, não. É porque é assim, gente. Eu lido com eles, eu eu pergunto com ele, aí eu falo com ele disse assim: "Você fiz nada, doutora? Não fiz nada disso." Eu disse: "Como assim?" Ele disse: "Não, não é assim não". Aí eu, aí eu tava outro dia conversando com um jovem, 18 anos de idade. Aí ele disse assim, aí eu disse, vamos fazer uma coisa, vamos falar, brincar de falar a verdade. Daí ele disse assim, eu costumo dizer paraa minha mãe que eu vou, ele ele tá eh sem usar droga algum tempo. Daí disse assim, eu falo pra minha mãe que eu vou só usar, só vou brin lá com os meus amigos brincar de skate. E aí eu disse, você tá mentindo pra sua mãe, né? Porque você vai para o skate. Mentira. tu vai a usar droga? Aí ele disse: "Como é que a senhora sabe?" Eu disse: "Porque eu sei e eu sei que vocês mentem. E gente, é um negócio que eles fazem com a naturalidade. É incrível. É, então aí por isso que aqui, ó, temos que trabalhar esses defeitos de caráter que pode vir de outras vidas. A dependência muitas vezes distorce a personalidade levando a mentiras, manipulações. Cuidado que isso aqui acontece. egocentrismo e irresponsabilidade. A recuperação exige um trabalho honesto, de autoavaliação para identificar e corrigir esses traços buscando a humildade e a integridade. O cara tem que ter humildade para entender que ele vai ter que mudar isso, vai ter que transformar isso. É fácil? Claro que não, vai ter que ter todo o acompanhamento. Por isso a terapia, gente, que vai ajudar nesse trabalho, encontrar um novo sentido pra vida. Muitas pessoas usam droga para preencher um vazio existencial. O processo de mudança envolve encontrar novas paixões, hobbies, relacionamentos saudáveis e um propósito que substitua a substância como fonte de prazer e significado, que para ele é construir uma nova identidade. Tá vendo? tem que ser outra pessoa. Na dependência, a identidade da pessoa se

um propósito que substitua a substância como fonte de prazer e significado, que para ele é construir uma nova identidade. Tá vendo? tem que ser outra pessoa. Na dependência, a identidade da pessoa se confunde com o papel de usuário. A mudança exige a reconstrução da autoestima e a aceitação de uma nova identidade livre da dependência. Temos que fazer reconstruir isso. Em resumo, gente, a mudança de vida é um processo ativo e contínuo de construção de uma vida nova, equilibrada e saudável. A terapia é necessária, gente, onde o comportamento prejudicial anterior não tem mais espaço, nem gatilho para manifestar, porque se eu fizer esse trabalho, os gatilhos não vão funcionar, daí a pessoa não vai ter recaídas. E aqui entra uma questão importante também, que é a espiritualidade, seja religião que for, é o ponto crucial para que algo mude em nossas vidas. E o que que isso significa, Antônia? Significa alterar nossa conduta de forma de forma mais profunda. Mas por onde começar a mudança? A mudança que tanto desejamos tem que começar de dentro de nós. É aqui que tem que começar o trabalho. Lá em O livro dos espíritos, Allan Kardec questiona os espíritos: qual o meio prático mais eficaz para se melhorar nesta vida? Eh, e resistir ao afrastamento do mal. Um sábio da antiguidade diz: "Conhece-te a ti mesmo". Olha aí o autoconhecimento. O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do progresso individual. É por aqui que a gente deve começar. No contexto da dependência. Que que significa isso? Identificar as fragilidades no contexto da dependência. O autoconhecimento precisa disso, identificar as fragilidades. O autoconhecimento permite a um indivíduo reconhecer suas fraquezas morais e emocionais que podem ter contribuído para o vício. Tem que olhar para isso. Por isso que mudar dói. Você vai ter que olhar e olhar paraas suas fragilidades e olhar paraas suas fraquezas morais também. Fortalecer a vontade. A consciência das próprias imperfeições e do propósito reencarnatório motiva o

ocê vai ter que olhar e olhar paraas suas fragilidades e olhar paraas suas fraquezas morais também. Fortalecer a vontade. A consciência das próprias imperfeições e do propósito reencarnatório motiva o exercício da força de vontade essencial para a superação da dependência. Quando você entende que tá aqui de passagem, transitório, que você veio aqui para cumprir uma missão, que você veio aqui para cumprir uma tarefa e que você olha e diz assim: "Puxa vida, eu não estou cumprindo a tarefa que eu me comprometi a realizar". Daí você vai ver, ó, vai, você vai aqui fortalecer a sua vontade e ressignificar a vida. A recuperação do vício à luz do Espiritismo é um caminho de fortalecimento da conexão com a espiritualidade e uma oportunidade de rever valores morais. aqui eu preciso rever isso aqui, gente. Então, é um trabalho, é um trabalho de de formiguinha que nós vamos ter que fazer, que você vai mexer em feridas profundas, que nem sequer você tem conta da de tem conta do de como aquilo tá enraizado dentro de você e como aquilo tem te controlado e comandado sua vida. Então eu preciso olhar para isso e refazer, ressignificar a minha vida. Então, por toda a nossa vida, nós fomos destinados a olhar para fora. Foi assim, olha para fora, né? Para encontrarmos as soluções, raramente temos consciência de que precisamos em nossas vidas e estar dentro de nós mesmos, não estar fora. Tudo que você precisa tá dentro de nós, tá dentro de você. Tudo, quase tudo em relação ao nosso mundo moderno e tecnológico leva a nossa atuação para algo externo. Aprendamos então a valorizar o o exterior. É o que a gente vive. Como consequência, desenvolvemos o hábito de ter pouca consciência com o que existe dentro de nós. Então, Yung dizia: "Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta, acorda". E a gente precisa sair desse sonho, como diz Jonas de Angeles, é, a gente precisa sair desse, desse sonho que nós nos encontramos e despertar a nossa consciência. Essa percepção de que a motivação vem de

gente precisa sair desse sonho, como diz Jonas de Angeles, é, a gente precisa sair desse, desse sonho que nós nos encontramos e despertar a nossa consciência. Essa percepção de que a motivação vem de dentro para fora é o ponto de partida para buscar ajuda e um tratamento eficaz. Então, ex médico canadense conhecido por Gabô Matê, acredita que precisamos repensar a nossa abordagem a um assunto. Ele ficou muito conhecido, ele tem livros publicados por seu trabalho sobre saúde mental com pacientes que sofrem de abuso de substância na área central de Vancouver, no Canadá. E ele disse assim: "Nós não estamos tratando a causa real do problema". Para entender o que leva ao vício, é necessário observar seus benefícios. O que ele faz por você? Já disse para você, tem algum benefício ali. O que que ele, o que que esse vício tá me trazendo de benefício? Então, que nas nos estudos dele, nas obras dele, e ele fez pesquisa, no estudo, ele fala o seguinte, ele pesquisando junto com esses pessoas, né, esses pacientes, né, que usavam eh eh drogas. Então ele diz assim, ó, o que que eles o que que eles diziam? Oferecia que a droga, né, que o vício oferecia um alívio para dor, uma saída para o estresse. Então tá aí, ó, tem algum benefício. Dava um senso de conexão, uma noção de controle, de significado, a sensação de estar vivo, entusiasmo, vitalidade. Então, tem um benefício aí. Eu só preciso que a pessoa entenda que existem outras coisas que pode te dar isso aqui que não prec não exatamente a droga. E existe, existe, né, gente? Então, em outras palavras, o que que o vício preencheu uma necessidade humana que era essencial, mas que não tinha sido satisfeita na vida daquela pessoa. Então, por isso o uso, o vício. Então, o que se deve perguntar sobre dependência química não é qual é o vício, mas qual é a dor. É isso. Qual é a dor? estresse, ansiedade. E aí eu preciso olhar paraa ansiedade. Por que que eu ando ansioso? Por que que eu tenho medo? Então, para o tratamento, não pergunte qual é o vício,

a dor. É isso. Qual é a dor? estresse, ansiedade. E aí eu preciso olhar paraa ansiedade. Por que que eu ando ansioso? Por que que eu tenho medo? Então, para o tratamento, não pergunte qual é o vício, pergunte qual é a dor. Qual é a dor? Pode ser uma dor emocional, né, gente? Ele disse, esse autor, né? Ninguém que eu conheça acordou em uma manhã e disse: "Meu objetivo é me tornar um dependente químico". Ninguém acorda com esse propósito. Ninguém acorda com esse objetivo. Gente, o vício não é uma escolha que se faça, é uma resposta uma dor emocional. E ninguém escolhe sentir dor. Então, precisamos olhar para isso. Na visão espírita, a dor emocional é vista como uma oportunidade de aprendizado e evolução espiritual, um alerta de desequilíbrio interno que impulsiona para a transformação moral. A doutrina oferece várias diretrizes para lidar com ela. Então, onde é que está a dor? O dependente químico tem que olhar para essa dor. Ele tem que enxergar qual é essa dor, o que que tava. Daí eu conversando com esse rapaz, ele me disse assim, eu disse: "Não, qual é a sua dor?" E aí ele contando que na escola ele sofreu bullying pela forma como ele se vestia, pela forma e ele não soube lidar com isso. Éí foi pro pra droga porque era uma válvula de escape. E eu ao invés eu disse assim, ao invés de você enfrentar, tinha uns colegas que faziam faziam esse tipo de de brincadeira com ele. E aí eu disse assim: "Você precisa reforçar a sua autoconfiança, a sua autoestima, porque se esses colegas de você, se tá falando, tá fazendo isso com você, é porque você permite, é porque você deixa." Então você precisa fortalecer a a sua confiança, a sua autoestima e não permitir que alguém faça isso com você. Então, a a doutrina espírita nos alerta aqui, ó, nos oferece várias diretrizes pra gente trabalhar com essa dor. Ela tem uma função pedagógica. A dor não é um castigo, mas uma lei de equilíbrio e educação necessária em um mundo de provas e expiações. Então, e e esses esses colegas que ah ah praticavam

essa dor. Ela tem uma função pedagógica. A dor não é um castigo, mas uma lei de equilíbrio e educação necessária em um mundo de provas e expiações. Então, e e esses esses colegas que ah ah praticavam bullying, eu disse, esses seus colegas faziam isso porque você deixava, você permitia. Me desculpa, mas é assim, gente, é que a gente deixa, a gente tem medo, medo de reagir, medo de falar e a gente deixa os outros passarem por cima da gente como um trator. Daí disse: "Nós vamos fazer um trabalho diferente. Você vai ser o que você é. E você não tem que mudar só porque os seus colegas querem que você mude." E aí você vai fazer uma transformação, você vai fazer uma mudança dentro de você. Hoje os colegas respeitam ele, mas foi todo um trabalho, gente, todo um trabalho. Então, a origem dessa dor está na alma. Ele deve ter memórias. Eu disse para ele, você tem memórias em que essa situação, você viu, vivenciou essas situações. Esses garotos são os gatilhos. Esses garotos vieram para te curar. Como assim, Antônio? vieram para te curar, para você olhar a para olhar para isso e tratar disso. Então, a dor, seja física ou moral, nasce da alma e se manifesta no coro, sendo um grito do inconsciente. Olha o inconsciente aí de novo, que adverte sobre desarmonias de sentimento. Olha aqui, ó. Desarmonia de sentimentos, de medo, de culpa, ansiedade e baixo autoestima que precisa ser trabalhada para que aí ele se fortalece. Aí ninguém se atreve a desrespeitá-lo, ninguém, porque aí você se respeita e quando você se respeita, os outros respeitam você também. Aceitar a realidade da dor é diferente de se conformar, tá gente? Permite canalizar energia para a mudança, compreender a si mesmo de onde vem as próprias dores e o primeiro passo aí paraa cura. Já fomos alertados por diversos benfeitores espirituais que a dor é um reflexo das encarnações passadas que vem desabrochando na atual existência física. Podemos dizer, em poucas palavras, que as reverberações das lembranças mal resolvidas, olha aí,

ituais que a dor é um reflexo das encarnações passadas que vem desabrochando na atual existência física. Podemos dizer, em poucas palavras, que as reverberações das lembranças mal resolvidas, olha aí, que se encontram no nosso inconsciente, começa a acenar ao homem odierno moderno, né, como uma necessidade aqui, ó, de autoconhecimento e de um trabalho de reforma íntima, de lembranças internalizadas adoecidas. É isso. Então, que precisam ser tratadas terapeuticamente, se possível, serem ressignificadas, pois o processo de melhora depende, antes de qualquer coisa, estarmos em paz com a nossa consciência. Não há cura sem consciência. Não há, gente. E eu preciso, quando estudamos um pouco mais a fundo as questões do espírito, em sua escala evolutiva, percebemos que a dor moral é terapêutica, pois consegue tirar um indivíduo da sua zona de conforto. É por isso que a dor chega para tirar a gente da zona de conforto, mesmo sendo por atraso evolutivo e maturidade ou senso moral, pois o indivíduo se ver obrigado a reagir e a e a fazer algo para se se libertar desse desconforto interior, da sensação de um vazio existencial quase inexplicável que eclode exigindo que algo seja feito para promover a mudança aí dos sentimentos. Diríamos que Deus, em sua imensa sabedoria permite que nosso inconsciente venha nos cobrar, olha aí, tá gente? Em encarnações vindoras, atitudes que negligenciamos no passado. Quando ocultamos debaixo do tapete de antigas existências, questões que deveriam ser resolvidas, tá? Tapete, são as memórias. Eu preciso tirar, eu preciso liberar isso, gente, que acabaram sendo adiadas e hoje nossa consciência nos cobra uma prestação de contas que vem includir no estado de vigília com diversos diagnósticos terapêuticos como culpa, remorço, ansiedades, fragilidades emocionais e até mesmo depressão. E aí em face da gente não ter feito essa essa cura. Então, autoconhecimento sem ação é apenas teoria. É só teoria. Temos muitos livros aí, é só teoria. Então, eu tenho que ter ação.

é mesmo depressão. E aí em face da gente não ter feito essa essa cura. Então, autoconhecimento sem ação é apenas teoria. É só teoria. Temos muitos livros aí, é só teoria. Então, eu tenho que ter ação. Eu preciso ter um propósito, um objetivo. A verdadeira transformação e crescimento não vem apenas da compreensão intelectual, mas da aplicação prática desse conhecimento na vida diária. Não basta entender suas feridas. É preciso reaprender a viver com elas. Pare de perguntar por isso aconteceu comigo e comece a perguntar para que isso aconteceu comigo. Há uma diferença aí. O porqu mantém na dor e para que te impulsiona paraa mudança? Então vê para de perguntar o dependente assim: "Por que que isso aconteceu comigo?" Não é isso. A pergunta é por a pergunta certa é que a gente para de perguntar. Ah, certo é para que isso aconteceu comigo? Para eu crescer, para eu evoluir, para eu avançar, para eu ver a vida de forma diferente? Quer mudar a sua vida, mude seus hábitos. Isso é um voto de confiança em quem você quer se tornar. Então eu pergunto sempre, o que que você quer se tornar? Eu sempre pergunto para onde você quer ir. Eu não posso caminhar por você, mas você pode andar se você quiser. Você pode, porque você tem todos os os instrumentos necessários para fazer a mudança que precisa ser feita na sua vida. A recuperação é mais do que abandonar droga. é construir uma nova vida. Entenda isso. É construir uma nova vida. Você está preparado para isso? Para reconstruir uma nova vida, para mudar os comportamentos, pensamentos, sentimentos? A primeira pergunta, você tem que perguntar para um dependente químico. Ah, não. Então, então a eu eu quando eu atendo, eu passo várias tarefas paraa pessoa fazer. Eu passei um questionário para pessoas na aí no no dia seguinte eu perguntei na na outro atendimento eu perguntei: "Você fez o questionário?" Ah, não. Então quando você responder o questionário, a gente volta a conversar. E não atendi, gente, não atendi. Quando você responder o questionário, a

imento eu perguntei: "Você fez o questionário?" Ah, não. Então quando você responder o questionário, a gente volta a conversar. E não atendi, gente, não atendi. Quando você responder o questionário, a gente conversa. Ah, mas eu tenho que fazer por 21 dias. É verdade, você vai ter que fazer por 21 dias. pouco pelo logo de de experiências de reencarnações passadas, meu filho, se conhecer em 21 dias, tá muito pouco. Eu ouço aí muita gente dizendo e tem eh seminário que tem encontro que diz assim: "Transforme sua vida em um final de semana". Eu fico assim extremamente preocupada porque você levou milhares e milhares de anos para construir sua vida e em final de semana você vai mudar, você vai ser outra pessoa. E complicado. Autohecimento é pra vida toda, não é para um final de semana. autotransformação vai exigir deurnamente essas mudanças, essas transformações. Não é fazer um dia. Aí eu passo, aí eu tenho um livro que que é muito interessante para pr as pessoas responderem os Aí eu disse assim: "Você vai ler?" Aí eu passei para ele, você vai ler um capítulo. Após o capítulo tem um questionário. Eu quero que você responda o questionário. Ah, tem que fazer isso? Eu disse: "Tem, por isso que eu disse para ele: "Mudar dói, filho." Ah, mas é difícil, é complicado. Esse complicado já está a tua vida, filho. Tu ainda não entendeu que a tua vida já tá complicada. Pior do que isso não vai ficar não. Então, responda o questionário. E aí tá tá fazendo os questionários. Então, gente, a recuperação é mais do que abandonar a droga. é construir uma nova vida, reaprendendo a viver com novos valores, novas escolhas, novas possibilidades. A caminhada nem sempre será fácil, já mostrei para vocês, mas sempre valerá a pena. Continue mesmo quando parecer difícil, porque vai ser difícil você responder os questionários, você fazer essas leituras, você fazer essa transformação. Mesmo quando padecer difícil, a mudança é real e é possível. E você pode fazer isso na nossa na sua vida. Transformar a

nder os questionários, você fazer essas leituras, você fazer essa transformação. Mesmo quando padecer difícil, a mudança é real e é possível. E você pode fazer isso na nossa na sua vida. Transformar a vida é importantíssimo para o nosso crescimento, paraa nossa recuperação. Muito obrigada. Gratidão. Eu botei uma coisinha aqui. Espera aí, só para lembrar que a Antônia disse. Eh, eu sou do grupo de segunda-feira da dependência química e há uns anos atrás nós estávamos fazendo o seminário, construindo e aí a gente falou: "Não, não sei que assunto que foi lá". E a gente falou: "Não, começar de novo". Na hora a mentora apareceu, fou começar de novo? Não, começar do novo. De novo é botar pano novo em e remendar. eh remendar. Então, quando a Antônia falou que tem que uma outra eh eh criar, né, Antônia, que você disse, criar uma nova vida. É, quando ela falou isso me chamou atenção porque ela falou, não é começar do novo, começar de novo é eu pegar aquele velho e falar: "Agora eu vou fazer meio diferente". Mas o velho fica, né? Então, quando ela me disse isso, quando ela disse isso para nós, eu lembrei. Bom, a gente agradece muito imensamente a Antônia, né, pela belíssima explanação que fez. Muita coisa a gente às vezes nem viu, né, e trouxe aqui. É, é muita informação. E agora que eu tô pensando que aqui 5% eu eu tô meio preocupada. Cheguei fotografar para eu lembrar que é só 5%. Nós nós temos que crescer, evoluir muito para pelo menos entrar nos 50%, né? Mas é muito pouco, mas a gente tá aí para evoluir, para crescer e para poder ter eh essa desenvolver, né, essa capacidade de estar consciente de tudo aquilo que a gente tá fazendo, tudo que a gente tá vivenciando. Então, Antônia, muito obrigada, viu? Que a Doce Paz esteja com você. E você é aqui, nossa, já nossa trabalhadora da diretoria de atendimento e orientação, que esse seminário está sendo da diretoria de atendimento e orientação aqui da casa. Bom, antes da gente fazer a prece final, a Patrícia sempre fala: "Olha, não

diretoria de atendimento e orientação, que esse seminário está sendo da diretoria de atendimento e orientação aqui da casa. Bom, antes da gente fazer a prece final, a Patrícia sempre fala: "Olha, não acabou ainda, mas a gente já tá começando a sentir um gostinho diferente, um gostinho diferente. Amanhã já estamos no penúltimo dia e amanhã nós temos a Dra. A Márcia Leon. A Márcia Leon, ela é da Associação Médica do Planalto, né? Então, a gente tem uma parceria muito grande com a Associação Médica do Distrito Federal, que é a sede aqui na comunhão, e temos com a Associação Médica e eh Espírita, né, do Planalto e convidamos alguém também da Associação Médica lá do lá do sul que vai estar aqui sábado. Amanhã a Dra. Márcia vai falar amar amor em família, como cuidar sem aprisionar-se, né? Então eu convido vocês para estar aqui conosco. Quem não puder tá lá no YouTube, né? comunhão mantém a transmissão. E daqui um mês eu quero ouvir a Antônia de novo. Vou lá que a Antônia tá lá de novo. Daqui um ano tá lá de novo. Então é bom a gente depois assim, sem esse calor das emoções, a gente ir assistindo bem devagarzinho, porque é para realmente matutar sobre o tema, matutar e ver o que tá, onde eu me encaixo, onde o meu ente querido encaixa, onde o meu amigo encaixa. Então a gente vai sempre assim que a gente vai crescendo, né? assim que a gente vai fazendo diferente. Bom, então agradecemos vocês pela presença, agradecemos vocês que nos ouviram. a gente tava lá acompanhando, tem alguém do Rio Grande do Sul, lá de Canoas, que está nos assistindo desde segunda-feira, tão longe, não é, fisicamente, tão perto que tá bem aqui dentro da comunhão. E para esse encerramento, nós convidamos a Evani Bueno, que é a diretora do da da diretoria de atendimento e orientação, para fazer a prece final por todos nós. É como uma imensa gratidão que vamos agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão maior, a Dr. Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, tantos outros mentores que nos acompanha

por todos nós. É como uma imensa gratidão que vamos agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso irmão maior, a Dr. Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa, tantos outros mentores que nos acompanha nessa jornada terrena e com esses ensinamentos possamos assimilar melhor o que devemos fazer. Que a nossa mudança seja gradativa, mas seja real. Que nós possamos, Senhor, com a tua ajuda e a ajuda dos benfeitores espirituais. Divino Mestre Jesus, pusa tuas mãos de luz sobre nós, teus irmãos menores. Abençoa os nossos passos, perdoa as nossas fraquezas, enriquece-nos com os fluído de amor e paz. que possamos ser melhores a cada dia que passa, mais humildes, mansos e generosos. E que saibamos amar, Senhor, para que um dia possamos conhecer a dádiva do amor divino, a dádiva desse amor imenso que Deus tem por cada um de nós. E que essa centelha divina que trazemos em nossos corações seja cada vez mais forte, para que possamos ter força, coragem para fazer a transformação necessária na nossa jornada evolutiva. Graças a Deus e graças a Jesus. >> Boa noite a todos vocês e esperamos amanhã mais uma palestra. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de [música] maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre

ndo de [música] maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se [música] encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos [música] que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e

mos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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