RAZÃO DOS APELOS - Valéria Brüggemann [PAZ NA ALMA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/07/2025 (há 10 meses) 3:30 238 visualizações

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Transcrição

Razão dos apelos. Pelo que, sendo chamado, vim sem contradizer. Pergunto, pois, por que razão mandaste chamar-me? Pedro. Atos, capítulo 10, versículo 29. A pergunta de Pedro ao centurião Cornélio é traço de grande significação nos Atos Apostólicos. O funcionário romano era conhecido por suas tradições de homem caridoso e reto. Invocava a presença do discípulo de Jesus, atendendo a elevadas razões de ordem moral. após generoso vitre de um emissário do céu. E contudo, atingindo-lhe o círculo doméstico, o ex-pescador de Cafarnaum interroga sensato: "Por que razão mandaste chamar-me?" Simon precisava conhecer as finalidades de semelhante exigência, tanto quanto o servidor vigilante necessita saber onde pisa e com que fim é convocado aos campos alheios. Esse quadro expressivo sugere muitas considerações aos novos aprendizes do Evangelho. Muita gente, por ouvir referências a esse ou a aquele espírito elevado, costuma invocar-lhe a presença nas reuniões doutrinárias. A resolução, porém, é intestiva e desarrazoada. Por que reclamar a companhia que não merecemos? Não se pode afirmar que o impulso se filie à alviandade. Entretanto, precisamos encarecer a importância das finalidades em jogo. Imaginai-vos, chamando Simão Pedro a determinado círculo de oração, e figuremos a aqui essência do venerável apóstolo ao apelo. Naturalmente sereis obrigados a expor ao grande emissário celestial os motivos da requisição e pautando no bom senso as nossas atitudes mentais, indaguemos de nós mesmos se possuímos bastante elevação para ver, ouvir e compreender-lhe o espírito glorioso. Quem de nós responderá afirmativamente? Teremos assim suficiente audácia de invocar o sublime cefas tão somente para ouvi-lo falar? Emanuel pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Pão nosso.

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