QUEM É O MEU PROXIMO? - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/11/2025 (há 4 meses) 49:26 229 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração. A paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vocês vão me desculpando, mas eu tô com crise de renite. Tá difícil. Por isso que eu tomo isso aqui para poder ver se dá pra gente ir até o final, né? Porque se não der um de vocês, por favor, suba aqui para terminar, tá certo? Bom, eu sei que pode parecer estranho porque esse momento nunca é meu, né? eu coordeno, mas hoje eh deu cinco semanas e eu falei: "Não, deixa eu fazer para não ter problemas". Bom, vamos fazer nossa prece inicial, é levando os nossos pensamentos a Deus, a Jesus, ao nosso guia protetor, em agradecimento pelo doma, pelas oportunidades que nós temos tido, né? Sempre temos oportunidade, sempre fazemos aquilo que devemos fazer. Às vezes não como a gente gostaria, mas é da forma que nós damos conta. Mas Deus está sempre muito satisfeito com o nosso empenho, com a nossa vontade e a nossa disposição de fazer o bem. Então a gente agradece imensamente a eles que nos acolhe sempre, nos intui estar conosco nessa nossa caminhada que muitas vezes é difícil, mas quem diz que o difícil no final não é um ganho, não é um degrau para que a gente possa realmente estar mais próximo da divindade. Então que a doce paz dele se faça presente hoje e sempre. Bom, amigos, nós continuamos com em torno do mestre, né, do livrinho. Livrinho é modo de dizer. E a lição de hoje que eu me dei, né, foi quem é meu próximo? E o Vinícius vem falar de sobre o próximo. E eu aproveitei, peguei uma fala de um outro livro, porque é uma

inho. Livrinho é modo de dizer. E a lição de hoje que eu me dei, né, foi quem é meu próximo? E o Vinícius vem falar de sobre o próximo. E eu aproveitei, peguei uma fala de um outro livro, porque é uma lição bem curtinha pra gente saber quem é nosso próximo. Vocês lembram da parábola do bom samaritano? Hum. Bem resumidamente, porque eu acredito que todo mundo já ouviu, se não leu, já ouviu alguém falar aqui. É aquele senhor que tava andando e foi espancado por pessoas que subtraíram as coisas dele e foi espancado e ficou caído. E aí o que acontece? Passa um, passa outro, passa outro e às vezes pouca importância deu aquele irmão que está ali sofrendo. Aí a gente começa a fazer a primeira pergunta para nós. A gente já passou por uma situação desta? Nós não vimos alguém caído, espancado, mas às vezes alguém com olhar de piedade, de eu quero alguma coisa, eu quero que você olha para mim, eu quero que você me veja. Então a gente começa com o uma parte daqui. Será que nós sabemos realmente quem é o nosso próximo? Isso são perguntas que eu vou fazendo sempre pra gente levar para casa. Dever de casa. Será que eu sei quem é meu próximo ou todo mundo é meu próximo? Mas o que que é ser próximo de alguém? Então, o contexto dessa parábola está assim: o doutor da lei estava ali próximo a Jesus e perguntou para Jesus: "Mestre, o que que eu preciso fazer para herdar a vida eterna?" E Jesus falou assim para ele, convidou ele para refletir. Jesus nunca falava e deixava a coisa voando, sempre refletindo. Por isso que aqui a gente sempre quando fala, a gente fala: "Não tô mais devagar". Para poder o outro que tá ouvindo refletir, ter tempo dele pegar, ele pensar e ele, se isso é bom para mim, eu vou guardar. Isso não é bom, eu não preciso de guardar. Então Jesus convida ele a refletir sobre o mandamento e ele responde. Se ele responde assim: "Amar, porque Jesus perguntou, né? Convidou ele a refletir sobre os mandamentos". Aí ele falou: "Ah, certo, é amar o próximo como a como a Deus. É porque aqui tá meio

responde. Se ele responde assim: "Amar, porque Jesus perguntou, né? Convidou ele a refletir sobre os mandamentos". Aí ele falou: "Ah, certo, é amar o próximo como a como a Deus. É porque aqui tá meio apagadinho, viu? Amar o próximo, amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. Isso nós sabemos, né? A gente amar Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. O que que nós perguntamos? Quem é o nosso próximo? Porque quando a gente vê isto, essa fala, a gente pensa assim: "Ah, o próximo é aquele povo que tá na comunhão, né? o povo assim: "Ah, o próximo é aquele lá do meu trabalho, o próximo é aquele do meu prédio, o próximo é o vizinho da minha casa. É, é o próximo é um algo diferente. E aí eles vêm explicando para nós sobre os três personagens e as três atitudes humanas daqueles que passaram e viram o irmão caído. Três personagens que foi o padre, o levita e o samaritano. E as três atitudes humanas. Quando a gente fala da história, nós temos que trazer história para dentro de nós, senão fica um uma reflexão e eu vou embora e pronto. Eu preciso de trazer e pensar, e será quem deles eu sou? Quem sou eu? Então, o primeiro que nós vamos falar, o primeiro teve com a atitude humana dele? A indiferença. Ele não teve uma atitude humana. Ele foi indiferente. Quem era ele? O sacerdote, né? Porque talvez ele estivesse ocupado. É uma bondade, né? Medo. Medo. Hoje a gente pode estar com medo. Hoje a gente não chega perto de de qualquer um, porque nós não sabemos. A gente fala: "Ah, o mundo tá muito complicado, né? Mas com esse mundo complicado, esse mundo muito perigoso, esse mundo, esse mundo muito agressivo, nós deixamos de fazer ouro o bem. Olha de longe, vê de longe, eh, analisa a situação, chama alguém para ir com vocês, assim a gente vai conhecendo. Então, talvez ele tivesse o sacerdote ocupado com medo, mas ele não teve, passou, olhou, viu. Vocês já nós já fizemos isso? Será? Hã? A indiferença é uma força silenciosa da violência. Todas as vezes que nós entramos na

ivesse o sacerdote ocupado com medo, mas ele não teve, passou, olhou, viu. Vocês já nós já fizemos isso? Será? Hã? A indiferença é uma força silenciosa da violência. Todas as vezes que nós entramos na indiferença, a gente adquire uma força de de malestar, de não gostar, de não querer, de ficar indignado. Isso é uma violência. Violência nossa contra nós, contra aquele ser que foi feito a imagem de do pai. Aquele ser que foi feito bom, tranquilo, sereno, nos deu todas as qualidades para que nós fôssemos aquele que não tivesse passado adiante, parado. Tá precisando de ajuda, calma aí, fica aí que eu vou buscar, né? Ou chama alguém, mais umas três pessoas e vai. Isso quando a gente encontra na rua, né? E quando escolhendo, E quando escolhemos não vê para não se envolver. A gente passa, olhou, não é comigo. Porque se a gente parar e olhar, nós somos filhos de quem? Do pai. O pai nos criou sua semelhança. Eu acredito que cada dentro de cada coração de todos nós existe a centelha divina. Acredito, não tem certeza absoluta, né? Então, se nós pararmos e olharmos, nós não vamos ser indiferente. Mas ele passou, olhou e foi embora. Veio o segundo. O segundo teve uma negligência, até agora não teve atitude humana. Negligência, que foi o levita. Quem era? Quem é levita? Levita é aquele que cuida das coisas da paróquia, aquele que cuida das coisas da religião. Ajuda Eu eu dou um apelido para ele. Vocês me desculpem. O coroinha da igreja não é que deixa tudo, arruma tudo, entendeu? Eu imagino que seja assim, né? E então é que cuida das coisas da igreja. Ele chegou perto, ele chegou perto, mas não se comprometeu. Então, tá vendo? Olhar só não se compromete. Ele chegou, olhou, com certeza as pessoas, ih, machucou muito, não, não machucou. Ih, será quem bateu? Será o que que foi que aconteceu? Parece com quem a gente conhece, né? A gente vê um acidente. Hoje eu vi um acidente, tinha corpo de bombeiro, eu vi todo mundo passando. Aí eu eu vi que o carro tava muito danificado, mas foi tão

ceu? Parece com quem a gente conhece, né? A gente vê um acidente. Hoje eu vi um acidente, tinha corpo de bombeiro, eu vi todo mundo passando. Aí eu eu vi que o carro tava muito danificado, mas foi tão rápido. Eh, claro que eu não ia parar porque já tinha quem socorresse, mas eu levei meu pensamento àela pessoa que estava lá dentro do carro. Levei meu pensamento de amor. Falei: "Olha, ela tem uma família como eu tenho. Ela talvez fosse fazer algo muito importante. Ela tava indo pra casa dela ou tava indo pro trabalho. Ela tava fazendo alguma coisa que interrompeu aquilo aquilo. Tomara que não tenha machucado. E se machucou, se lesou, que ela tem a serenidade, a harmonia para resolver toda essa situação. Mas o levita não chegou perto, olhou, mas não se comprometeu. O que que simboliza? Que ficamos aqui, percebemos a dor do outro, mas saímos e não ajudamos, né? Fazer um parêntese já que nós vi, ah, não, falta o outro, né? Falta o terceiro. Até esqueci do terceiro. A compaixão. A compaixão ativa é o samaritano. Que que é uma compaixão ativa? Ele vai, olha e faz. Ele tem ação. E aqui ele fala que assim, não é não é um discurso, é gesto, não é teoria, é movimento. Ele não ficou, olha, será o que que foi que aconteceu? Isso a gente faz, não é? quando vê uma situação, fica querendo saber o que que foi, que como que deu aquela situação, como que não isso, aquilo, aquilo outro, mas não não nos comprometemos, não fazemos movimento nenhum. Então, o samaritana, ele não perguntou quem era ele, de onde que ele vinha, sabe? O que que ele tava fazendo por ali, se merecia ou não ajuda. Será que ele era um homem de bem? Não importa o quem que ele seja, ele simplesmente viu e ajudou. Essa é a verdadeira compaixão. A compaixão verdadeira não é discurso. Ele não foi lá perguntar: "Pô, por que que você tá fazendo aqui? Como que você anda num lugar tão perigoso deste?" Não, não fez isso, né? Não pregou sermão. Ele fez um movimento, pegou ele e levou até onde precisava de levar. Gente, isso aqui

você tá fazendo aqui? Como que você anda num lugar tão perigoso deste?" Não, não fez isso, né? Não pregou sermão. Ele fez um movimento, pegou ele e levou até onde precisava de levar. Gente, isso aqui é uma parábola. Jesus usava parábolas para nos ensinar. E se eu ouço a parábola e eu não tomo ela para mim, não nessa nessa proporção, mas nas coisas que eu faço, não vai resolver. É melhor nem ler, ficar na ignorância, não é? E agora a gente vai começar a falar sobre quem é meu próximo. Nós vamos falar, né? Então, como é difícil amar o próximo. É fácil amar o próximo. O próximo é complicado, né? É bom amar quem tá, quem nos ama. Aí não tem problema nenhum. Ele me ama, ela me ama, eu também amo. E fica zero a zero. Mas e quando eu amo aquele que é indiferente? Nós não assim não, ele é muito indiferente. Não tô nem aí para ele, né? Quem pensa diferente de nós? Quem age diferente de nós? Porque amar só aquele que tá igualzinho a mim, sabe o que que acontece? Não crescemos. Não crescemos. Igual por igual não cresce. cresce igual com o diferente, aliás, os diferentes. Eu sou fulano é carid, a Bárbara é caridosa e eu não sou. Eu fico olhando a Bárbara fazer caridade tanto tempo que uma hora eu falo assim: "Ah, ela tão parece que ela é tão feliz, né? Ela tá sempre alta astral, acho que eu vou fazer alguma coisinha, cara. Aí são esses crescimentos. Melhor coisa é nós observarmos o próximo. A gente vai observando até um dia a gente faz igual. Difícil é amar quem falhou conosco. Esse é complicado, né? Falhou, eu não perdoo de maneira nenhuma. Pro resto da vida. Quem é que não falha? Todos nós falhamos, né? Difícil é amar quem não agradece. Cada uma pior do que a outra, né? mal agradecido. Não vou amar, não vou gostar, não tô nem aí para ele ou para ela, não vou gastar meu tempo. Este é amar o próximo que é indiferente. Então, e se eu acho amor, amigos, uma palavra um uma palavra tão difícil que eu tô explicando aqui, mas eu mesma tô tentando entender esse sentimento, porque eu sei do amor que eu tenho

é indiferente. Então, e se eu acho amor, amigos, uma palavra um uma palavra tão difícil que eu tô explicando aqui, mas eu mesma tô tentando entender esse sentimento, porque eu sei do amor que eu tenho paraos meus com meus filhos. Esse eu tenho, porque se tiver de enfrentar qualquer coisa para defendê-los, se for, claro, se eles estiverem certo, mas se for alguma coisa, eu faço, eu dou a minha vida, toda mãe dá a vida por ele. Esse amor eu entendo porque eu sou mãe, mas quando eu não era mãe, eu não entendia bem, mesmo sabendo que minha mãe me amava, mas eu não sabia a extensão daquele amor quando eu fui mãe, por isso que eles fala, quando a gente é mãe, a gente valoriza a mãe que a gente tem, porque a gente desponta esse amor na gente e a gente fez, ela fez do mesmo jeito, né? Então, mas o amor cristão ele não é sentimento. Todo mundo prega um amor cristão aí, né, na nas religiões mesmo. E religião aqui é uma religião. Nas outras igrejas é decisão moral. Amor é uma decisão moral. Eu faço samaritano. Ele ele não foi, não teve um amor cristão. Pode ser que o padre, o levita, tivesse esse amor cristão, porque eles eram cristão. Um era padre, o outro era o coroinha. Vamos apelidar, né, que fica fácil de entender. Eles podiam ter, mas não teve uma decisão moral de pegar, levar e tratar. Esse é o amor. É a mãe. A mãe, eu brinco muito, né? A mãe faz o frango e deixa todo mundo comer tudo e ela come o pé, os pés e fica satisfeita. Isso é porque eu vi uma vez alguém falando, né? E quando pergunta, ela fala: "Não, eu só gosto do pé e do caldinho do frango". Ela não importa se tem coxa, sobrecoxa, peito, o que quer que seja, é um exemplo pobre, mas fica. O palestrante anterior, ele deu acho que oito exemplos, historinhas, e foi muito interessante, né? O coração às vezes não quer, mas o o espírito sabe que precisa. Olha aí o coração daquele pessoal que passou. Eles às vezes não queria ajudar, não queria. Mas o o samaritano, o espírito dele disse aí eu volto para nós. Quantas vezes

o o espírito sabe que precisa. Olha aí o coração daquele pessoal que passou. Eles às vezes não queria ajudar, não queria. Mas o o samaritano, o espírito dele disse aí eu volto para nós. Quantas vezes e foram muitas, vocês não vão pensar agora não, senão vocês não prestam atenção em mim. Vai em casa. Quantas vezes nós fizemos alguma, íamos fazer alguma coisa e teve uma coisa maior que falou assim: "Não, não, não é desse jeito, faça diferente", né? Isso aconteceu comigo. Eu tive uma atitude com alguém rápido. Quando eu dei as costas, eu vi atitude, voltei e refiz a situação. Olha, eu fiquei assustada depois. assustada com a primeira atitude minha, mas veio alegria. Você corrigiu a tempo, você voltou porque lá dentro eu vi que não estava certo, né? Aí a gente vai falar sobre o próximo segundo Jesus. A gente viu como é difícil amar o próximo. E agora o que o que que Opa, desculpa, viu gente? Agora fica fino e grosso, né? O que que é o próximo segundo Jesus? Ela aqui fala que Jesus quebra nossa lógica ao mostrar que o próximo não é aquele que parece comigo. Não é. Eu vejo na minha casa, eu não sei se na casa de vocês, eu tenho três filhos. Como são diferentes em muitas coisas. Um acha que é até politicamente são diferentes, só são iguais no futebol, todo mundo torce para mesmo time, entendeu? Que eu não vou falar qual é, né? Porque aqui não tem porquê, mas é um que é sofredor. Eu brinco com eles, é um que é sofredor, sabe? Então eles, eu vejo que cada um é diferente, mas a diferença deles é porque eles vieram com tarefas diferente, mas essa diferença cria uma escada tão boa para que eles subam e façam o bem que eu de assim de longe eu fico prestando atenção. Não foi educação que eu dei, a educação que o pai deu, que foi por muito tempo que o pai ficou, que desencarnou, foi de ver que aqueles seres vieram com diferenças, às vezes não discute não, mas cria assim um climazinho, mas modifica. Na minha casa também é, meu irmão tá hospitalizado, a perto de perder uma perna. Que que nós

aqueles seres vieram com diferenças, às vezes não discute não, mas cria assim um climazinho, mas modifica. Na minha casa também é, meu irmão tá hospitalizado, a perto de perder uma perna. Que que nós fizemos? Fizemos uma escala. de plantão para estar com ele. E aí botamos as famílias todinha junto, primo, não sei o quê. O hospital falou: "Meu Deus do céu, cada dia tem para essa escala de plantão nossa, cada dia tem um grupo que vem vem, não é visitar, participar, que a gente participa com os outros do mesmo quarto, né? Então ele quebrou, ele quebrou a lógica que o próximo não é aquele que parece comigo, que pensa como eu, que retribui como eu, que eu gosto ou quem, aliás, como que pensa como eu, quem retribui, quem eu gosto ou quem merece. De todo jeito é uma é uma série de pessoas que encaixa e outros que não encaixa. Esses são meu meus nosso próximo. O próximo é todo aquele que precisa de mim. Eu achei isso lindo, lindo, lindo. O próximo é aquele. Se for você que precisa, que tiver saindo, curte, aconteceu uma coisa e nós temos que ir lá na Ceilândia, é lá com a minha família e tal. Eu falo assim: "Olha, eu tenho um grupo daqui a pouco, mas eu vou avisar para eles que eu não vou e vou com você". Você falou: "Porque eu tenho que ir de ônibus e de ônibus eu não vou chegar. É um exemplo só, né? Mas o próximo é aquele que precisa de mim, que não precisa é o que eu quero bem. Mas não é, porque o próximo é aquele que eu vou fazer alguma coisa por ele. Seja por um minuto, seja por um dia, seja por uma etapa da vida. Às vezes na nossa casa nós recebemos esse próximo e o que que acontece? É uma etapa de vida e eu desisto. Eu desisto. Sabe por quê? Porque ele não pensa igual eu. Não comunga da mesma religião, do mesmo time de futebol. Ele não comunga de um monte de coisa. Ele não retribui aquilo que eu faço por para ele ou por por ela. E a gente desiste, né? A gente desiste porque não não dá certo mesmo, né? É todo aquele que precisa de mim, seja por um minuto, pela etapa da vida, próximo é quem cruza o

por para ele ou por por ela. E a gente desiste, né? A gente desiste porque não não dá certo mesmo, né? É todo aquele que precisa de mim, seja por um minuto, pela etapa da vida, próximo é quem cruza o meu caminho, trazendo uma necessidade material, emocional ou espiritual. É aquele que cruza o meu caminho. Gente, isso é Deus botando, né? Coisa de Deus. Só pode ser que tem uns que cruza que você pensa: "Meu Deus, como que eu vou fazer?", né? Mas é aquele que vai me ensinar, aquele difícil. Eu vou trabalhando até uma hora achar que ele não é tão difícil assim, não. Eu tenho, quando eu acho uma situação difícil assim, eu fico pensando: "Não, mas é meus filhos ri muito." Eu falo assim: "Olha, mas tem um cabelo bonito, né? Tenho isso bonito, é desse jeito, é daquilo, porque o que eu vejo por fora vai me chegar até lá dentro. E aí eu começo a ver alguma atitude, uma atitude pequena, mas bondosa, é deixar alguém passar na frente, alguém fala: "Não, olha, pode." Eu tava no hospital, eh, meu irmão foi para hospital de base porque tem um recurso maravilhoso. É a equipe toda que trata dele particular, tá no hospital de base. E eu tava na fila, aí uma senhora passou na minha frente, a de trás falou: "Você vai deixar ela passar na sua frente?" A gente tá aqui para poder fazer visita. Olha que eu era a primeira, ela era segunda, a gente não ia pegar todas as senhas. Aí eu falei assim: "Não, mas não tem problema, são só duas na frente da senhora e de mim é três." Eu falei: "Sabe por quê? Porque aquela que tá atrás da senhora, ela chegou primeiro e ela nem reclamou que nós passamos na frente porque nós não vimos. Ela podia ter falado: "Ó, eu cheguei primeiro, vocês ficam atrás de mim". e nem ia, nós íamos lá para trás. Quer dizer, então são coisas mínimas, coisas mínimas que a gente vê como a pessoa é diferente, as pessoas são diferentes, né? Agora nós vamos ver eu o próximo segundo o espiritismo, né? A doutrina espírita amplia mais ainda esse entendimento de quem é o próximo. Olha, eu acredito que todos nós aqui

essoas são diferentes, né? Agora nós vamos ver eu o próximo segundo o espiritismo, né? A doutrina espírita amplia mais ainda esse entendimento de quem é o próximo. Olha, eu acredito que todos nós aqui sabemos que a gente já tá dentro da doutrina espírita. Eu vejo é a família das 18 horas, né? Nem pude eu falar para vocês, né? Que era a família das 18. Quer dizer, várias pessoas aqui eu já vi, né? Então, essa doutrina que amplia esse nosso entendimento, somos todos espíritos. Tem aqui alguém que não é espírito? Acredito que não, né? Em jornada. Não estamos aqui para passar férias, não estamos aqui para eh para chupar manga, né? Brasília tá cheio de manga, como diz uma amiga minha, manga é fruta de Deus. Que Brasília é cheinho de manga todo lugar, né? E quase todo mundo gosta de manga. Eu nunca vi alguém que não gosta. Então, todos somos espíritos em jornada, filhos do mesmo pai. Olha o próximo, né? Filho do mesmo pai, aprendizes das mesmas leis morais. Então esse é o nosso próximo, segundo o espiritismo. Viemos do mesmo pai, com o mesmo projeto de vida, de evoluir, né, e aprender as leis morais, lei do amor, lei da caridade, lei da justiça e assim vai. Vê lá quais as leis morais para vocês verem, né? Então nós, essa é o próximo segundo o espiritismo. Agora o próximo no nosso dia. Agora falou com a gente, né? Quem é o meu próximo hoje? Quem é o próximo de vocês hoje? Quem é o próximo de vocês que tá nos assistindo ou que irão nos assistir? Talvez seja um familiar difícil. Talvez seja um familiar difícil que nos provoca impaciência, né, e provas para ver se nós vamos aguentar mesmo esse familiar difícil. E como tem familiar difícil, na família sempre tem alguém muito difícil. Se não tem gente aqui, vocês vão ganhar a agenda de 2026 da comunhão. Eu trago para vocês. Fala: "Ó, Rute, tá tudo certo, então pode trazer a agenda, né? Talvez seja um colega de trabalho que vive escondendo sua tristeza. Ele é o próximo." E você fala: "Nossa, como ele é triste, né? Como que tá

: "Ó, Rute, tá tudo certo, então pode trazer a agenda, né? Talvez seja um colega de trabalho que vive escondendo sua tristeza. Ele é o próximo." E você fala: "Nossa, como ele é triste, né? Como que tá triste?" Ah, mas o problema é dele. Olha aí, né? passamos, né? E o familiar difícil também, ele é muito difícil, eu deixo ele para lá, né? É desse jeito. Eu não tento entender essa dificuldade que ele tem para que eu possa crescer entendendo e ele crescer com alguém que entendeu ele. É, é mão dupla. Eu dou e recebo. Ninguém dá sem receber. Todos nós damos. Talvez seja um idoso solitário. Quantos idosos solitários nós estamos tendo, né? E a gente não pode sentar e conversar. Chegou perto, conversa, bate um papo, ele deixa de ser solitário. Mas não. Ah, mas ele vai repetir a mesma coisa, Rut. Não é, meu pai repetia a mesma coisa. não sei quantas vezes eu tenho uma saudade da repetição dele na mesmo caso. E eu sempre dava uma ênfase, mas é verdade, mas não é possível e não sei o quê. E a gente foi, né, um jovem confuso. Jovem confuso, eu não quero nem olhar, né? Ah, nem sei. Aquele jovem não tem nada na cabeça. Mas será que eu tinha também na idade dele alguma coisa na cabeça? Uma mãe cansada. cansada, triste, desanimada. E eu só acho que ela devia se arrumar mais, devia estar mais sorridente, mas ela tá cansada, a luta dela é difícil, né? E o que mais que nós temos? Mas sempre tá essa mãe lutando para não cair, né? Muitas vezes o nosso próximo é alguém que não gostamos muito. É como eu quando eu vejo alguém que não não acho simpático e eu tenho que ter uma convivência mais ou menos permanente, eu começo a ver pelo pelo externo. Olha, quando eu falo ele presta atenção, ela olha o cabelo é bonito. Olha, é aí eu vou vendo até me conquistar. Nem sabe que eu tô sendo conquistada. Hora que eu, hora que eu me conquista pelo externo, aí eu dou a chance de ver o que tem internamente, porque nós olhamos, não gostamos e fechamos a porta. E não é bem desse jeito, né? E não é bem desse jeito, né?

hora que eu me conquista pelo externo, aí eu dou a chance de ver o que tem internamente, porque nós olhamos, não gostamos e fechamos a porta. E não é bem desse jeito, né? E não é bem desse jeito, né? Alguém que nos contraria, né? Eu tenho um filho que ele me contraria em tudo. Se eu ponho o copo aqui, que nem pode derrubar, né? Não, ele põe aqui, ó, para cá um tiquinzinho. E eu convidei para ele ficar comigo até fevereiro, porque eu acho que é o tempo que eu vou sentir me melhorar. Aí eu pensei, gente, mas fez diferença? Não fez, mas para ele fez. Agora eu já tô desse jeito. Para ele fez diferença porque ele gosta daquela forma. Eu gosto de qualquer jeito, então não tem problema, né? Eh, agora visão espírita, fraternal como lei universal. Bom, eu vou na eu vou dar uma puladinha aqui porque nosso amigo Lucas já acendeu aquela luz vermelha, né? Entendeu? Então eu agora eu vou no livro que eu vou ler para vocês verem que foi mais ou menos. Mas é porque o Vinícius ele trouxe, depois eu volto pra conclusão, ele trouxe tão lindamente o que escreveu. Eu lembrei do Wilter que faz aqui e falo: "Gente, eu vou ler porque foi muito bonito, né? Ele diz que nosso próximo agora terminou. Nosso próximo, como o termo designa, é aquele que está perto de nós. Tá perto de nós, porém perto do nosso coração. Não é aquele que senta perto aqui, não é aquele, é aquele que tá aqui dentro. E esse próximo pode estar em qualquer lugar. Quantas vezes nós a gente tem convivência pequena com alguém e toca o nosso coração tão grandemente aquela aquela aproximação. Esse é o próximo. Não é aquele que fica lá na minha casa, não. Não é aquele que eu todas as vezes que eu desço tá ele lá na portaria ou não é aquele que eu quando eu chego aqui tá ali sentado ou que 5 da manhã ele me mandou uma mensagem, eu mando outra para ele. Não é Antônio? É, esse é próximo do coração. Esse é próximo. E eu nem sabia que era próximo do coração, porque quando eu mando, eu já fico esperando a resposta. E quando eu não mando, às

tra para ele. Não é Antônio? É, esse é próximo do coração. Esse é próximo. E eu nem sabia que era próximo do coração, porque quando eu mando, eu já fico esperando a resposta. E quando eu não mando, às vezes, ué, demorou a mandar 5 da manhã, 5:30, gente, não é? Se é hora da gente mandar, então é que ele tá próximo do coração pela solidariedade e pelo amor. Olha aí. Às vezes, eh, nesse caso, a distância não se mede por metros, por quilômetros, mas pelo grau de vibratilidade. Vibratilidade dos sentimentos. Pode estar muito longe de uma pessoa que muito longe de mim, eu atendi fraternalmente. Ela capaz que ela vai assistir, que ela me assiste sempre. Eu atendi no grupo, atendi não, no grupo de autoajuda do acolher e foi uma pessoa ficou tão próxima do coração, tão próxima do coração, e ela tinha um caso tão complexo, eh, de perda de mãe e que a gente foi se dando, se dando, hoje tá longe, mas quando eu lembro, ah, eu acho tão bom quando eu ponho nossas harmonizações no Instagram, no Facebook e que ela põe lá que vê Você sabe que é como se ela tivesse aqui dentro e ela nem aqui dentro tá. Não sei o endereço dela, não sei o telefone dela, sei nada, mas é um próximo que chegou ao meu coração, né? Então tem alguém ao nosso lado sobre o mesmo teto e às vezes tem alguém do nosso lado no mesmo teto e que não traz esse sentimento. A gente não tem esse sentimento. Isso não é pra gente ficar com mal-estar, não, de maneira nenhuma. É que não chegou aqui dentro. Se já pensou todo um dia, quando diz a música, todos nós seremos anjos. Aí todos nós vamos ter essa esse próximo como próximo, né? Então de outra pode haver alguém que é ser próximo, por conseguinte é ser solidário, como nós falamos, ser fraterno, ser dedicado, em suma, amar o semelhante, compartilhando tanto a sua alegria como as suas desventuras. Às vezes a gente só quer alegria, a desventura a gente não tá junto. Esse não é o próximo, né? Da eh que é, mas é isto, né? É porque senão cumprida e eu não termino e o Antônio já

as suas desventuras. Às vezes a gente só quer alegria, a desventura a gente não tá junto. Esse não é o próximo, né? Da eh que é, mas é isto, né? É porque senão cumprida e eu não termino e o Antônio já tá ali me olhando, eu preciso de concluir, né? É porque tem horário para todos nós, né? Então, vamos ser próximo de coração, vamos ser próximo dentro da doutrina, o que a doutrina tá nos ensinando, sermos fraternos, sermos irmãos, não é? Que é isso que a gente ouve aqui todas, toda quarta-feira, quem vem outros dias ouve outros dias, quem faz tá lá no passe tá recebendo, entendeu? Então, a gente pode fazer uma revisão de quem é meu próximo hoje, quem é meu próximo e quem não é meu próximo, eu vou ver por que ele não é meu próximo. Talvez daqui um ano ele seja meu próximo. E a gente pergunta: "Quem é nosso próximo? Quem é meu próximo? Quem é o próximo de vocês?" Isso vai ficar, né? Jesus, ele não pergunta quem era o próximo do homem ferido. Ele não pergunta, mas ele pergunta: "Qual destes três foi o próximo? Qual deles?", né? A lição é clara. A pergunta não é quem é meu próximo? A pergunta verdadeira é: quem eu escolho ser próximo hoje? De quem eu escolho ser próximo? que a escolha é minha, porque eu vou com todo o sentimento que eu tenho para aproximar daquela pessoa. E a gente não é próximo de quem a gente não tem afinidade. E afinidade não é favor. Afinidade eu olhei, eu gostei. Eu gosto muito da turma de das 16 e gosto muito das turmas das 18. Porque quando eu chego na minha casa, eu fico lembrando de muitos, né? E como eu tenho a minha memória visual, então eu lembro quando chega um diferente, eu falo: "Aquele é diferente, né? Tem um que tá fazendo uma falta aqui, são dois, pai e filho, não veio mais e eu não sei onde mora, mas todas as vezes que eu chego aqui, ele é das 16, eu olho ali pra terceira fila de trás pra frente e ele não tá lá, mas é como se ele tivesse, né? Então é assim que a gente vai tendo a pessoa próxima do nosso coração, né? Então quem eu escolho ser o meu próximo,

pra terceira fila de trás pra frente e ele não tá lá, mas é como se ele tivesse, né? Então é assim que a gente vai tendo a pessoa próxima do nosso coração, né? Então quem eu escolho ser o meu próximo, né? É isso que fala. O próximo é uma escolha diária. Então todos dias nós podemos escolher. É um movimento de eu sair de mim para escolher o outro. É eu sair de mim para te escolher, para te escolher, né? É um gesto simples que pode curar feridas profundas. Às vezes o outro nem vai ser próximo de mim, mas eu sou próxima dele porque ele tem algo que eu gosto, que me me preenche, né? que hoje possamos sair daqui decididos a ver mais, julgar menos, ajudar mais e amar melhor, sempre melhor. E como diz o Cristo ao doutor da lei, que nós não falamos a parábola toda, vai e faz face tu o mesmo. Quer dizer, se vai e faz você mesmo. Seja o próximo daquele que tá caído. Seja aquele próximo que precisa de você. Seja aquele próximo que pede sua ajuda. Às vezes não é com a mão igual o Antônio Dourado ali da fora, né, que ele te chama Antônio Dourado. Mas passar e olhar pro Antônio Dourado, né? Passar e olhar pro outro, olhar lá na alma dele. Esse é o meu próximo, amigos. Vamos fazer no nosso Pai Nosso. E de para encerrar esse nosso momento, desculpa que eu passei 7 minutos do nosso tempo, mas vocês me perdoam, né? Porque senão vocês não são próximos de mim. Chantagem, né? Chantagem. Vamos fazer o nosso pró. Ah, vamos fazer nossa pai nosso. Mas só porque hoje nós vamos levar para aquele próximo, aquele que eu falei, nossa, a Rute tava falando e fulano é meu próximo. Então vamos mandar essa boa energia do Pai Nosso que nós vamos fazer para aquele próximo. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a nossa vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas nos livre de todo mal. Que

a como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas nos livre de todo mal. Que assim seja. Amigos, uma boa noite, beijo no coração. Não conta para a turma que eu passei 7 minutos não, viu? Porque fica de olho, porque eu fico de olho no relógio. Senão já fala assim: "A Rute fez, porque que eu não posso fazer?" Não é brincadeira. Então, a boa noite, até quarta que vem. Antônio, me perdoa, viu? >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

a necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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