QUANDO O MUNDO NOS DECEPCIONA: ONDE ESTÁ O REINO DE DEUS? - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa. que aprendi. >> Boa tarde a todos. >> Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nessa tarde de segunda-feira, iniciando a semana. E nessa palestra das 13 horas, hoje, dia 9 de março de 2026, quando o mundo nos decepciona, onde está o reino de Deus? É esse a nossa pergunta de hoje, o nosso tema. Quando o mundo nos decepciona, onde está o reino de Deus? A gente buscou isso aqui no capítulo 2 do Evangelho Segundo Espiritismo. Meu reino não é deste mundo, em que Allan Kardec traz a codificação e uma história narrada por irmão X, que é Humberto de Campos, nesse livro, Antologia mediúnica do Natal. Eh, são pelo por espíritos diversos psicografado por Francisco Câ de Xavier. E no item 3, 53, irmão X nos traz a história já conhecida de Simeão, o velho Simeão, um um fariseu, doutor da lei, sacerdote, que ficava ali no templo do encontro dele com o menino Jesus, Jesus ainda menino. E quero também agradecer a todos aqui presentes, né, nessa tarde de hoje. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página para que possamos à luz do Espiritismo está levando o evangelho de Jesus. Vamos fazer a nossa prece inicial e seguir para o nosso estudo de hoje. Deus, pai de infinita bondade, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, ao nosso mestre amado Jesus, a nossa querida Maria de Nazaré e a Dr. Erra de Menezes, diretora espiritual desta casa, que coordena os trabalhos com a equipe espiritual deste horário, para que possamos ter clareza nas tuas palavras, ó mestre, simplicidade, sabendo que somos instrumento do teu evangelho, da tua mensagem. Pois disse: "Ide e evangelizai-vos, semeiador, que possamos levar a semente do teu evangelho a todos os corações que alcançamos aqui presente e que nos ouvem por esta ferramenta, a TV Comunhão Espírita de Brasília. Assim seja. Pedimos permissão para dar início. Eu quero começar
teu evangelho a todos os corações que alcançamos aqui presente e que nos ouvem por esta ferramenta, a TV Comunhão Espírita de Brasília. Assim seja. Pedimos permissão para dar início. Eu quero começar com uma passagem do capítulo 2. Meu reino não é deste mundo. Dessa codificação, o Evangelho Segundo Espiritismo, que é o terceiro livro das cinco obras. O primeiro é o livro dos espíritos, depois temos o livro dos médiuns. E a construção desses dois veio o Evangelho Segundo Espiritismo, que são passagens bíblicas da parte do dos quatro evangelistas que Allan Kardec codificou. a parte moral de Jesus que ele nos traz em sua codificação. E nesse segundo capítulo, meu reino não é deste mundo, o item dois, a vida futura. E ele começa com o item um, que é uma tradicional que a gente sabe passagem de Jesus. Aqui no caso está registrado por João no capítulo 18 nos versículos 33, 36 e 37, em que naquele calvário ali de Jesus, João registra a seguinte situação. Pilatos, tendo por entrado de novo no palácio e feito vir Jesus a sua presença, perguntou-lhes: "És rei dos judeus?" Respondeu-lhe Jesus serenamente: "Meu reino não é deste mundo. Se meu reino fosse deste mundo, a minha gente haverá combatido para impedir que eu caísse na mão dos judeus. Mas o meu reino não é aqui. Disse-lhe então Pilatos, olhando para Jesus: "És então rei?" Jesus lhe respondeu: "Tu os o dizes: sou rei, não nasci e não vim a este mundo, senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à verdade, a verdade escuta a minha voz." Nessa passagem tem dois pontos aqui que eu acho fundamental. Pilatos tá tipo debochando de Jesus, o chamando de rei, porque há um muito um pouco antes de acontecer isso, Jesus ele é testado pelos fariseus quando questionam ele sobre os impostos, se é devido o povo de Deus ali, os judeus no caso, ser oprimido com os impostos. E Jesus diz: "Dai a Deus o que é de Deus e dai a César o que é de César". E ali ele já tá simbolizando essa situação, porque Jesus no seu planejamento, ele
udeus no caso, ser oprimido com os impostos. E Jesus diz: "Dai a Deus o que é de Deus e dai a César o que é de César". E ali ele já tá simbolizando essa situação, porque Jesus no seu planejamento, ele sabe tudo que vai acontecer. detalhes. E ali ele já tá mostrando, meu reino não é deste mundo. Eu não estou pedindo que me que me dê moedas. Continue. Os impostos têm que ser pagos. Dai a César o que é devido, a matéria, o dinheiro. Pois Jesus já nos disse que não podemos servir, que está no capítulo 16, a Deus e a mamã. Não tem como você ser altamente materialista, ser pego às matérias, a matéria e ser espiritualista. ver esse reino de Deus quando ele diz: "Meu reino não é deste mundo". Tanto é que o item abaixo é a vida futura. E na vida futura, no item dois, ele vai dizer o seguinte, Allan Kardec, as suas considerações. Por essas palavras, Jesus claramente se refere à vida futura, que ele apresenta em todas as circunstâncias. Todas as vezes, todas as passagens de Jesus, ele nos alerta para essa vida futura, para essa vida plena. Meu reino não é deste mundo. Ele não se considera rei nem no plano espiritual, pois a única fala em que Jesus aceita é como mestre, como professor, porque ele veio para nos trazer os seus ensinamentos. Ele veio para nos trazer o seu exemplo a pedido de Deus. Ele teve que se humanizar. se encarnar, virar matéria e na matéria nos mostrarmos como sobrevivemos as tentações da matéria. Nossa, Wagner, que sarrafto Jesus? Sim, ele não veio aqui a passeio. Ele não veio para trazer uma simples mensagem. Ele veio para nos trazer um exemplo de vida. E ele exemplificou quando ele sobe ao sermão da montanha, que lá ele anunciou o início do seu ministério, como seria a sua caminhada até o seu calvário, ele começa com a bem-aventurança pobres de espíritos. Ele já nos mostra a simplicidade do seu caminho, da pureza, do amor. E aí ele vem e me e traz uma por uma misericordiosos, pacíficos, todos os exemplos que precisamos ter para seguir nessa caminhada. Sem ser pacíficos, não vamos conseguir
u caminho, da pureza, do amor. E aí ele vem e me e traz uma por uma misericordiosos, pacíficos, todos os exemplos que precisamos ter para seguir nessa caminhada. Sem ser pacíficos, não vamos conseguir contornar uma situação que nos leva muitas vezes a embates sérios, misericordiosos. A parábola da do do rei que chama aquele que pede perdão, recebe o perdão e lá fora na primeira oportunidade não coloca em prática. Ele já teve o ensinamento. Por isso que Allan Kardec aqui na suas inteligência, na sua pedagogia de professor, eles durante toda a sua passagem, ele sempre vem nos alertando da vida futura, que ele não veio para nos trazer o presente, porque aqui ele vai continuar dizendo como a meta, como a meta que a humanidade ade irá ter como devendo construir objetivo das maiores preocupações do homem na terra. Ponto. Aqui ele já tá nos falando, nós nos preocupamos com tudo da terra, com o ter, possuir, ser na terra, mas e o ser espiritual? Joana Deâes na sua conversa com Divaldo Franco, Divaldo Franco tá questionando isso, que ele já trabalha, que ele já fez isso, que ele já fez aquilo, que ele tá no centro espírita. E ela fala: "Sigas amando e não te preocupes mais, que ao final desta caminhada verás que as pessoas, os problemas e o mundo nunca foram como tu os via. foram colocados diante de ti para que evolua como espírito. Evolua como espírito toda a nossa caminhada que nós achamos que estamos aqui para conquistar, para buscar, para ter, ter cargos, ter títulos, é tudo transitórios. Nós somos usufruários. Consegui falar a palavra Cibele. Usufruários. Minha amiga Sibele está aqui, gente. Quero agradecer a presença dela. Somos lufruários. Do jeito que chegamos, partimos. Mas existe duas coisas que eu vi um palestrante falar. Quando você encarna que o espírito chega a este planeta, a mãe acolhe com muito amor. O pai dá banho, cuida. Ninguém te pergunta o que você trouxe. Ninguém questiona o que você trouxe, quem você era, o que você está fazendo, o que você aprendeu. Não
laneta, a mãe acolhe com muito amor. O pai dá banho, cuida. Ninguém te pergunta o que você trouxe. Ninguém questiona o que você trouxe, quem você era, o que você está fazendo, o que você aprendeu. Não estão felizes pela tua chegada. Mas na sua partida, quando você chegar lá do seu do outro lado, o seu advogado vai lhe questionar o que você construiu, a quem você ajudou, o que você buscou, como foi a sua caminhada, percebe A diferença são duas chegadas. É uma chegada no plano material e uma chegada no plano espiritual. E olha que já tivemos em outras existências, mas carregamos o vel do esquecimento. Mas quando chegamos no plano espiritual, não existe o vel do esquecimento. A sua consciência, ela vai estar mais que aflorada desta vida, principalmente. E acredito que algumas questões de outra vida para que seja um conjunto, uma construção. Por isso a pergunta, quando o mundo nos decepciona, onde está o reino de Deus? E aqui neste livro, Antologia Mediúnica de Natal, no item 53, irmão X nos traz uma história linda que eu vou trazer aqui para vocês. Dizem que Simeão velho, homem justo e temente a Deus, mencionado no Evangelho de Lucas, tá lá no Evangelho de Lucas. Após saudar Jesus, a criança no templo de Jerusalém, conversou nos conservou-os nos braços acolhedores de velho à distância de José e Maria, e dirigiu-se à palavra com discreta emoção. Simeão era aquele sacerdote ali de plantão. Ele já era de uma certa idade e ele dizia para todos os cantos que ele só queria desencarnar depois que conhecesse o Messias. E um belo dia ele está lá sentado, como vai ser narrado aqui, e entra Maria com José. Porque Maria e José já fugindo das perseguições que Jesus teve. Jesus foi perseguido desde a barriga de Maria. E ele sabia disso. Jesus já é rejeitado no seu nascimento. A gente fala em todos os cantos. Ah, mas ele nasceu numa manjedoura. Que lindo. No meio das palhas, dos animais. Num estaleiro. Humberto de Campos nos narra porque Jesus nasceu no estaleiro, numa palha ao sereno,
em todos os cantos. Ah, mas ele nasceu numa manjedoura. Que lindo. No meio das palhas, dos animais. Num estaleiro. Humberto de Campos nos narra porque Jesus nasceu no estaleiro, numa palha ao sereno, porque Maria foi rejeitada. Maria entrou em trabalho de parta e parto e Pedro e José sai batendo nas portas. Minha mulher está tendo uma criança, me ajude. E todos nós fechamos a porta na cara de José. E José, o único lugar que ele encontrou foi esse celeiro humilde com os animais que eram feito para acolher os animais. Não que os animais sejam menos do que nós. Não é isso que eu quero trazer. Mas temos que olhar o que Humberto de Campo nos traz, o contexto da história. Por que aconteceu aquilo? Esta é a simbologia da manjedoura, da simplicidade do salvador da humanidade, do homem que transformou a humanidade na cerca nessa simplicidade de um adolescente com 16 anos, que nem sua mãe estava presente em seu parto. Toda mulher, ela quer no mínimo a mãe ali neste momento. E a sua mãe não estava presente. E a humanidade estava desejando a morte daquele menino, porque era caçado por um rei. Este é o contexto da história. E depois de fugindo, aí você pensa na situação de José. Eu me coloco na situação de José depois que nasceu ali, que ele consegue alimentar, fazer, tá fugindo, vamos pro Egito, Maria, que lá não vamos descobrir que dizem que Jesus viveu lá 8 anos a sua infância. Esse dado não é concreto, tá? Eu tô dizendo o que eu li. Indo pro Egito. Maria, eu preciso apresentar Jesus ao templo. Religiosa, depois de ter sido humilhada, escurraçada pelo seu povo, ela ainda respeitou as tradições. Olha a simplicidade da mulher, que ontem comemoramos o dia internacional da mulher. E eu tô falando da mulher para mim, tá gente? A maior mulher que esteve no meio desta humanidade, respeitando todas. Joana deca, Madalena, eu tô falando da mãe. Tem uma passagem de Chos que eu choro quando eu vejo. Perguntam para ela. Madalena pergunta: "Como foi ter Jesus em seus braços?" Olha, chega o arrepio.
as. Joana deca, Madalena, eu tô falando da mãe. Tem uma passagem de Chos que eu choro quando eu vejo. Perguntam para ela. Madalena pergunta: "Como foi ter Jesus em seus braços?" Olha, chega o arrepio. Ela diz: "Foi tão simples, eu tive que limpá-lo, eu tive que dar banho nele, eu tive que amamentá-lo, eu tive que cuidar dele." É uma mãe com seu filho que ela sabe que vai entregar o mundo, em que o mundo vai tratá-lo como tratou. Por mais que ela seja um espírito evoluído, naquele momento ela tá envolvido pela aura da mãe. Quem é mãe sabe. E ali, assistam essa cena em Deosen. É linda. Minha filha Maria Clara falava lá: "Vai papai chorar. E papai falou: "Como não chora, filha? Desculpa a minha emoção, mas é linda assim. Ela falando, eu tive que limpar ele, cuidar dele, botar em meus meus braços um ser que e ela olhando para Jesus assim, mas é uma conversa que tá tendo Maria de Madalena e ela e Jesus já pregando e ela olha no homem que ele se tornou. a humanização de Jesus, a família. É esse o reino que ele veio plantar em nossos corações. E aqui ele diz, aí Maria chega para Jesus e diz, chega para José e fala: "Não, eu tenho que levar ele no templo". Eu acho que José deve ter falado: "Pera aí, Maria, vamos morrer nós nós [risadas] três agora. Mas estamos sendo procurado. Você não entende não. E você quer ir pro lugar E você quer ir pro lugar aonde aonde Jesus pode ser morto. E ali naquele momento, naquele momento, Simeão pega o menino, olha e ele diz aqui, vamos ir pro nosso final que já são 1:20 ali. Ele olha aqui e diz, olha essas falas. Por que não chegastes? É uma conversa mental. Por que não chegastes como Moisés, valendo-se do prestígio da casa do faraó? Quem se preparará, embaixador eterno, para mistério santo? Que será de ti, sem lugar num sinédrio? Samuel mobilizou a força contra os fariseus, filisteus, preservando-nos a superioridade. Saul guerreou até a morte. Por que mantermos a dominação? Davi, aí ele vai falar de todas as conquistas terrenas, porque o homem, como diz Allan Kardec
eus, filisteus, preservando-nos a superioridade. Saul guerreou até a morte. Por que mantermos a dominação? Davi, aí ele vai falar de todas as conquistas terrenas, porque o homem, como diz Allan Kardec aqui, ainda está apego ao valor terreno. Jesus fala para Nicodemos na conversa dele, eu não vim para tirar Roma do poder. Sinto muito lhe dizer isso, Nicodemos. Eu vim para algo mais. Eu vim para a libertação do espírito. Você lembra, Joana deângeles? a evolução do espírito. Amarás a teu Deus sobre todas as coisas, de toda a sua alma, de todo o seu coração e de todo o seu espírito. Nós estamos falando de matéria, não. Mas vivemos na matéria. A matéria nos traz as provas e expiações, a libertação do espírito. A gente vai chegar do outro lado e vai falar assim: "Eu venci como Jesus disse, eu venci o mundo. Eu passei pelas atribuições da das da matéria. O mundo teve muitas aflições e eu venci. Venci como? na caridade, na prática da caridade, do bem, do amor, do servir. Nenhum líder ele é tão bom se ele não aprender a servir. Os grandes líderes aprenderam a servir, a servir ao seu povo, a servir aos seus liderados. Vamos ir no que já são 1:25. Aí ele diz: "Onde apresentarás os interesses do supremo Senhor? Sentar-te há entre os poderosos. Escreverás novos livros da sabedoria. Improvisarás discursos. Os grandes oradores de Atena e de Roma amontoará dinheiro suficiente para redimir os que sofres. Percebe? Dinheiro, poder, inteligência, sabedoria terrena? E o menino Jesus sereno olhando para o olho do Simeão em seu colo. Aí termina a história dizendo o seguinte: "Eu convoco a vocês a lerem isso daqui. Antologia mediúnica de Natal, item 53. Depois de longo intervalo, indagou em lágrimas, porque o Jesus menino não o respondeu. Diz-me, ó divina criança, onde representarás os interesses do nosso pai? O terro menino ergueu então a pequena mão destra e bateu muitas vezes no peito envelhecido que se inclinava para o sepulcro. Nesse instante aproximou-se Maria e o recolheu nos braços maternos. Somente após a sua
ino ergueu então a pequena mão destra e bateu muitas vezes no peito envelhecido que se inclinava para o sepulcro. Nesse instante aproximou-se Maria e o recolheu nos braços maternos. Somente após a sua morte do corpo físico, Simeão veio a saber que o menino celeste não o deixava sem respostas, porque o menino não respondeu. E quando o menino levanta a mão e bate no seu peito, ele achou que o menino deixou sem respostas e dias depois ele desencarnou. Se lembra no início da história que ele dizia que só desencarnaria depois que conhecesse o Messias? Pois é, dias depois desse encontro, Humberto de Campo nos narra que ele desencarnou. E aí, chegando lá no plano espiritual, o infante sublino generou no gesto silencioso quisera dizer que não vinha representar os interesses do céu nas organizações respeitáveis, mas efêmera da terra vinha da casa do Pai justamente para representá-los nos corações dos homens. Quando o velho, o pequeno menino bate no peito do velho Simeão, ele tá dizendo: "O meu reino que você me cobra de glamuras, de riquezas, de terrenas, são reinos que eu vim implantar em vossos corações." É esta a história. Vamos acabrar que são 1:27 e estamos no nosso tempo. Obrigado a todos, agradeço ao tempo e até a próxima palestra, que possamos fazer a nossa prece final às 13:27. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado por tudo. Obrigado pela palestra, pelo momento, por todo o seu encanto. Assim seja. Vamos para o passe virtual que será aberto. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia
ergias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. [música] Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.
desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja. เฮ
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