PROVIDÊNCIA DIVINA - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim [música] que encontrei. >> Boa tarde, seja bem-vinda a essa casa de Jesus. Sejam bem-vindos aqueles que nos acompanham pela TV Comunhão. Para que nós possamos nos harmonizar, eu peguei aqui a mensagem desse livrinho Sementes. Essa é uma obra da nossa irmã Teresa Canasmi e a mensagem é Bonança. Todas as vezes que sua alma desejar escapar das dificuldades, dê a mão a ela e no silêncio próprio da sabedoria divina, sustente a sua presença até que a tempestade passe. Pois todos sabemos que a chegada da bonança é inevitável. Quanto mais conseguirmos caminhar nestes momentos desafiantes, mais nossos passos se tornarão firmes. E a cada desafio vivido nascerá a certeza de que já somos melhores e maiores do que antes. Então, a mensagem nos convida a perseverar, né, a persistirmos. Então vamos buscar nos aquiietar nesse início de tarde, buscar a figura do nosso querido mestre Jesus. Que nós possamos falar com ele com a sinceridade dos nossos corações. Querido irmão, nós te agradecemos por essa jornada. que se e que permanece conosco. Agradecemos a tua companhia, o teu cuidado nessa existência permitida por Deus, nosso pai. E nós te pedimos, pedimos que nos ajude a aprendermos sinceramente contigo. Pedimos que nos ajude a bem aproveitar esses breves minutos de reflexão e buscar a apreender em nossos corações os ensinamentos do Evangelho e que possamos responder ao convite da vida de perseverarmos com um sim, mantendo em nossos corações acesa a certeza do cuidado do Pai e confiantes para fazermos a parte que nos cabe. Jesus nos ajude a continuarmos nessa jornada com perseverança, com confiança e com imensa gratidão ao Pai. todos os acontecimentos e situações que nos visitam. Assim, iniciamos este encontro nessa tarde com o fiel propósito de renovarmos as nossas energias para continuarmos a nossa jornada aqui na Terra. Com a tua permissão, nós iniciamos este
e nos visitam. Assim, iniciamos este encontro nessa tarde com o fiel propósito de renovarmos as nossas energias para continuarmos a nossa jornada aqui na Terra. Com a tua permissão, nós iniciamos este singelo encontro. Fica conosco, mestre querido. Que assim seja. Bom, nós estamos aqui nessa tarde para conversar um pouquinho sobre um convite, abandonarmo-nos à providência. E esse parece um convite meio que a preguiça ou a neliência, né? Então vamos deixar, vamos deixar nas mãos de Deus. E não é esse o convite. O abandonar-se à providência é um convite para renovar em nós a verdadeira confiança nos cuidados de Deus. Então, vamos fazer uma caminhada aqui pelo evangelho trazido por Jesus para ver se nós nos aproximamos desse conceito que o mestre nos ensina. E nós vamos buscar lá no Evangelho de Lucas, no capítulo 12, versículos 13 a 34, onde o evangelista começa a registrar sobre a questão dos tesouros. Depois ele vai nos falar da providência. Então está registrado assim: Alguém da multidão lhe disse: "Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança?" E ele respondeu: "Homem, quem me estabeleceu juiz ou árbitro da vossa partilha?" Depois lhe disse: "Precavei-vos cuidadosamente de qualquer cupidez, pois mesmo na abundância a vida do homem não é assegurada por seus bens." Vejam, olha o alerta de Jesus, hein? Não é pela abundância dos nossos bens que teremos segurança nas nossas vidas. E às vezes nós nos esquecemos disso, né? Uma certa feita, eu ouvi um comentário, uma pessoa dizer: "Ah, fulano tá muito muito doente, eh, tá fazendo tratamento por por um câncer." E uma outra pessoa respondeu: "Ah, mas tá tudo certo, ela tem muito dinheiro". Como se a riqueza material fosse uma garantia de que, por estarmos doentes, seríamos capazes de comprar a condição de saúde, né? E é óbvio que a morte chega a todos nós, tenhamos muito, pouco ou nenhum e a morte a visitou. Então vamos lembrar, né? Não é a quantidade, não são os recursos materiais que nos dão segurança na vida.
E é óbvio que a morte chega a todos nós, tenhamos muito, pouco ou nenhum e a morte a visitou. Então vamos lembrar, né? Não é a quantidade, não são os recursos materiais que nos dão segurança na vida. Se assim o fosse, não teríamos tantos adoecimentos que são da alma e por tantas pessoas, tantos irmãos, numa condição abastada materialmente. Mas vamos continuar, porque às vezes a gente não guarda essas coisas de Jesus, né? A gente fica, a gente se esquece. E aí o evangelista continua registrando, contou-lhes uma parábola. E aí Jesus vem com uma história, não bastasse ele falar pra gente ter atenção que a matéria, né, os recursos materiais não garante a nossa segurança na terra. Ele contou uma história para ver se a gente entende. E o registro é assim: A terra de um rico produzia muito. Ele então refletia: "Quei de fazer? Não tenho onde guardar minha colheita. Depois pensou: "Eis o que vou fazer. Demolirei meus celeiros, construirei maiores e lá recolherei todo o meu trigo e os meus bens. E direi a minha alma: "Minha alma, tens uma quantidade de bens em reserva para muitos anos. repousa, come, bebe e regala-te. Às vezes nós encontramos muitos irmãos que têm esses esses planos como projetos de vida, né? Então esse dono desse dessa colheita, desse terreno tava planejando isso. Então ele ia derrubar tudo, construir maiores para poder guardar, armazenar, recolher todas essas esses esse essa fortuna em alimento e em recursos. Mas Deus lhe dizenso, nessa mesma noite serte reclamada a alma e as coisas que acumulaste de quem serão? Assim acontece aquele que ajunta tesouros para si mesmo e que não é rico de Deus. Então, vejam, essa é a conhecida parábola do avarento. Então, aqui nós vamos começar a caminhar no nosso tema. Nós falamos que o convite ao abandonarmo-nos a providência não é um convite ao não trabalho, a inércia. Em que medida nós estamos falando isso? Porque muitas vezes quando nós falamos sobre as questões materiais, muitas vezes nós nos pegamos assim: "Mas nós vivemos no mundo material, nós
alho, a inércia. Em que medida nós estamos falando isso? Porque muitas vezes quando nós falamos sobre as questões materiais, muitas vezes nós nos pegamos assim: "Mas nós vivemos no mundo material, nós precisamos das coisas materiais pro nosso sustento." E é verdade, o trabalho para que nós possamos nos sustentar, ajudar o progresso da humanidade, contribuir com a sociedade, com o grupo onde vivemos, é realmente muito digno. E é necessário sim o que a doutrina nos traz. E quando nós vamos lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, não se pode servir a Deus e a Mamon, que não está sendo chamado atenção aqui por Jesus é sobre a avareza. Que outra forma nós podemos dar, que outro nome nós podemos dar à avar? Ao apego? Ou seja, colocar as coisas da matéria no altar. da nossa casa ou do nosso coração e nos subjugarmos a elas. Quantas vezes outro dia, recente, eh, recentemente, eu ouvi uma pessoa dizer: "Ah, antigamente o projeto dos jovens era chegar aos x anos e ter uma poupança de tantos mil. Hoje o projeto é ter uma poupança de Y. Será que esse é o nosso projeto de vida? é que nós possamos trabalhar para acumular os tesouros que a traça alcança e o ladrão rouba. Ou a exemplo do avarento que a senhora morte visita. Nós não sabemos o nosso tempo, mas esse tempo chegará, o tempo de voltarmos para casa. E esse tempo, quando chegar vai nos encontrar como? com as mãos cheias dos tesouros que nós não vamos poder levar pro plano espiritual, que nós não vamos poder colocar no caixão conosco. E se formos cremados, pior ainda, né? Vamos deixar queimar. Esse é o propósito da nossa jornada aqui na Terra. Por isso Jesus conta essa história. E Caiarxutel nos ajuda a compreender que essa é uma parábola que sintetiza o trágico fim daqueles que não vem senão nas coisas materiais o sentido da felicidade. Então a felicidade é ter isso, aquilo, aquilo outro. E essa é uma fala que é repetitiva. A filosofia já nos fala isso, né? Esse processo de ter e de ser. Tá, nós temos. O que é que nós temos de verdade?
tão a felicidade é ter isso, aquilo, aquilo outro. E essa é uma fala que é repetitiva. A filosofia já nos fala isso, né? Esse processo de ter e de ser. Tá, nós temos. O que é que nós temos de verdade? Porque eu só tenho aquilo que ninguém pode tirar de mim. Não é o, não é a roupa, não é a veste, não é o bem material, porque se ele pode ser retirado de mim, não me pertence. E mais, né, nós temos algo que que a sabedoria popular fala, nós viemos sem nada para esse mundo no sentido material, mas trouxemos conosco os aprendizados de muitas jornadas, aprendizados bons e outros aprendizados que nós precisamos remodelar. Então, Caiar tá dizendo pra gente que muitas vezes esses valores que para alguns de nós representa felicidade de fato é escravidão. E e particularmente nós gostamos muito dessa metáfora, dessa obediência e dessa subjulgação às coisas materiais como escravidão. Porque se nós olharmos de fato, é, vamos observar alguém. E aqui nós devemos conhecer algumas pessoas que têm uma disciplina, que tem um regramento para realizar os seus projetos do ter. Eu me lembro uma vez uma amiga contando para mim, ela morava em Manaus e tinha uma amiga que estava lá também. E o projeto, o grande sonho deles era adquirir uma casa própria na cidade do Rio de Janeiro, de onde eles eram naturais. E essa passagem por Manaus foi um momento de conseguir arrecadar, juntar algum dinheiro. Então ela vivia numa condição de extrema limitação. Então tudo que era possível era juntado, era recolhido, era economizado, era guardado. Então eles viviam numa condição, tinham filhos e os filhos inclusive numa condição de extrema limitação. passado tempo a que eles se propuseram ficar em Manaus, ela eles têm então eh alcançado o propósito de voltar pro Rio de Janeiro. E a exemplo desse dono de terra, desse homem rico aqui, ela não tinha combinado com Deus, né? E ela veio a falecer. Então, todo aquele projeto que era ter a casa não teve sentido. Porque qual foi o sentido de ter a casa pro espírito
desse homem rico aqui, ela não tinha combinado com Deus, né? E ela veio a falecer. Então, todo aquele projeto que era ter a casa não teve sentido. Porque qual foi o sentido de ter a casa pro espírito imortal? Sim, nós precisamos cuidar da nossa casa interna, dos móveis, de sentimentos que nós colocamos nele, nas colheitas que fazemos. E nós sabemos disso. O que nós estamos falando aqui não é novidade para ninguém. Só que nós sabemos aqui, ó, quando é na hora de nós realizarmos, muitas vezes as nossas atitudes são exatamente como esse homem avarento ou como essa jovem que eu comentei aqui, que o projeto era a casa. E quando nós temos como projeto o ter, nós vivemos numa condição de escravidão, subjugados por esse projeto, não fazemos mais nada e perdemos as oportunidades de conviver bem em família dentro das nossas dificuldades, de estarmos bem em família. Às vezes nós temos famílias, muitos de nós temos famílias que têm lá as suas complicações. Nós sabemos que é a si mesmo, mas como é bom estar em família. Se a gente parar, a gente vai ver que a gente se diverte com as confusões que nós e os nossos familiares provocamos. Como é bom ter uma família. E muitas vezes nós nos pegamos, mas na hora da dificuldade, na hora da dor, todo mundo se junta. Mineiro tem essa mania. Não sei se todos são assim. Eu penso que é do ser humano, não é só do mineiro, não. Mas vou puxar uma pouco sardinha pro meu lado. A família da minha mãe, elas são muito engraçadas. Elas elas eram quatro, hoje são só três. E quando elas às vezes se desentendiam, porque minha avó já é falecida, meu avô também, então eram só as quatro irmãs, uma delas desencarnou esse ano e elas às vezes se desentendiam e uma reclamava da outra e nós que éramos os sobrinhos ficávamos ouvindo aquelas reclamações, porque a gente já tinha aprendido que não podia se envolver na história, porque elas se pegavam, mas se alguém falasse de uma delas, tava frito, porque elas se juntavam, elas se protegiam, elas se cuidavam. Então, elas se incomodavam com alguma
dia se envolver na história, porque elas se pegavam, mas se alguém falasse de uma delas, tava frito, porque elas se juntavam, elas se protegiam, elas se cuidavam. Então, elas se incomodavam com alguma coisa uma das outras, mas a hora que uma delas tinha uma dificuldade, elas estavam ali juntas. Eu penso que isso não tem preço. Esse cuidado não tem preço. Então o que nós estamos falando aqui, sim, o trabalho é valoroso, necessário e é extremamente valorizado por Jesus, mas ele nos chama a atenção do apego da escravidão. Por isso ele fala essa parábola. E aí, Caibutel continua dizendo que para essa gente onde que havendo dinheiro tudo pode. Então, pode ter problema na família, a sociedade pode se se cambalear na sua jornada, pode ter o arrastamento do mendigo pelas vias públicas, pode ter a falta do pão pro inválido ou pro miserável, que nada comove esses corações endurecidos, onde para esses o que vale são os celeiros do seu parecem seres desalmados. Muitas vezes nós falamos assim, não é? mas muitas vezes ignorantes acima de tudo, onde não se deram conta do princípio imortal que constitui a todos e que deve ser objeto de cuidado de todos nós. A avareza, vejam bem o que Caibachuteu vai falar pra gente. Avareza é a véspera da mendicidade. Muitos dos nossos irmãos, e vamos ter cuidado aqui, né? Porque em espiritismo dois e dois não são quatro. Mas muitos dos nossos irmãos hoje, em condição de extrema penúria material vivem as consequências de jornadas onde não souberam dar valor ao recurso material que tinham. E o que que é dar valor ao recurso material que tinha, que possuía? é dar utilidade. Nós vamos ver Kardec perguntando, os espíritos nos orientando, que a riqueza material é instrumento de progresso. Quantos irmãos nós conhecemos que possuem sim recursos materiais abastados e os utilizam em favor de outros, auxiliando, dando a oportunidade de emprego, auxiliando aquele que necessita. Então aqui Caibar tá nos ajudando a repensar com Jesus que sim, saibamos entesourar esses bens
tilizam em favor de outros, auxiliando, dando a oportunidade de emprego, auxiliando aquele que necessita. Então aqui Caibar tá nos ajudando a repensar com Jesus que sim, saibamos entesourar esses bens que vão nos ajudar na nossa jornada como espírito imortal. E enquanto estivermos nessa terra, saibamos usar os recursos materiais em favor de todos nós, não nos submetendo a eles, não sendo usados por eles, porque a nossa jornada é breve e aquilo que não nos pertence, nós não levaremos na nossa jornada como espírito imortal. É por isso que na sequência da parábola Jesus vai dizer o seguinte: "Por isso vos digo, não vos preocupeis com a vida quanto ao queveis de comer, nem com o corpo, quanto ao queis de vestir, pois a vida é mais do que o alimento e o corpo mais do que a roupa. Olhai os corvos, eles não semeiam nem colhem. Não tem celeiro nem depósito, mas Deus os alimenta. Quanto mais vós que valeis mais que as aves, Jesus tá falando assim, olha, quando ele fala pra gente, pra gente olhar a natureza, vamos olhar a natureza. Ela tem o seu ciclo, ela tem os seus processos de transformação. Como nós tem tempestades como temos tempestades nas nossas vidas, tem tempestades que causam desarrumação, como causam na nossa vida, mas se renova a vida na natureza como se renova dentro de nós. Ou deveria. Por isso que nós devemos observar a natureza. Olhemos paraa natureza para ver se não há equilíbrio em tudo. Aí Jesus tá dizendo: "Olha, se Deus cuida das aves da natureza, que é que ele não faz conosco?" E Jesus continua: "Quem dentre vós com as suas preocupações pode prolongar por um pouco mais a duração da vida? Quem de nós, com as preocupações, com as angústias, com as perturbações, pode mudar um cisco da sua jornada, senão pelo trabalho no bem. Preocupação não paga dívida. Preocupação não resolve problema, ao contrário, só os aumenta. O que nós temos como recurso é o trabalho. E se quando nós estamos trabalhando, nem tudo o que queremos nós alcançamos, o que nos cabe fazer?
cupação não resolve problema, ao contrário, só os aumenta. O que nós temos como recurso é o trabalho. E se quando nós estamos trabalhando, nem tudo o que queremos nós alcançamos, o que nos cabe fazer? Essa é a orientação de Jesus, nos abandonar a providência. Que que ele tá querendo dizer? Confia. Olha, tem uma passagem da mensagem de número seis do livro Boa Nova de Humberto de Campos, que particularmente nos é muito cara ao coração. Quando Jesus diz aos discípulos: "Quem governa o mundo é Deus e o amor não age com precipitação. Deus é amor. Ele governa o mundo, mas não age com precipitação. Por isso que muitas vezes nós ficamos lá clamando, desesperados, angustiados, ansiosos e Deus aguarda. Quantas vezes atender aos nossos pedidos, na nossa perturbação é nos perturbar mais ainda? Quantas vezes nos atender aquilo que nós pedimos da nossa imaturidade é nos dar recursos paraa nossa queda. Por isso que Jesus está nos clamando a nos entregarmos à providência do Pai. confiarmos que assim como ele dá o necessário à natureza, ele dá o necessário a todos nós. Só que aí nós precisamos ter atenção. Ele nos dá o necessário. E lá no livro dos espíritos, os espíritos esclarecem a Kardecen ou necessário, e o superérfo. Deus nos garante o necessário. Nós temos extrema necessidade do ar paraa nossa vida terrena. E ele nos garante esse ar. Ele nos garante o alimento mesmo aqueles que não têm condições de adquirir. Por isso, vivemos em sociedade, em grupo, para que sejamos capazes de cuidar daquele que não possui. Então, sim, Deus governa o mundo. É ele quem governa a nossa vida. E se nós achamos que quem governa a nossa vida é o dinheiro, nós vamos ter a oportunidade de nos darmos conta que estamos extremamente equivocados. Por isso, entregarmo-nos à providência é confiar irrestritamente no cuidado de Deus. E tem uma história que eu gosto muito. Eu gostaria de sabê-la contar na sua Teresa, né? Mas vamos contá-la aqui e vocês me ajudem com a imaginação de vocês. Dizem que Francisco de Assis,
dado de Deus. E tem uma história que eu gosto muito. Eu gostaria de sabê-la contar na sua Teresa, né? Mas vamos contá-la aqui e vocês me ajudem com a imaginação de vocês. Dizem que Francisco de Assis, ele se dirigia a um convento. Ele ia visitar uma casa, né, um convento. E aquela época era a época de um inverno muito rigoroso na Itália. Então, neva, tava muito frio. E ele saiu no caminho para esse convento com um outro irmão, em companhia de um outro irmão. Ao longo do caminho foi acabando a comida, o a bebida, a água e eles continuaram, já estavam cansados, exaustos, o frio ainda mais forte. E finalmente eles chegaram a esse convento. Quando Francisco bateu na portinhola, veio alguém, ele disse: "Olhe, sou Francisco que veio visitar vocês". A pessoa não o reconheceu e riu, achou graça e fechou a portinhola e voltou lá para dentro. Eles estavam com fome, com sede, com frio. E aí aquele que acompanhava o Francisco se desesperou. Nós, né, diante das limitações da vida, perdemos a confiança irrestrita em Deus. E ele ficou extremamente desesperado. E pior, quando ele olha para Francisco, Francisco começou a saltitar na neve. pulava de alegria, saltitava e sorria como uma criança, se jogava na neve. E ele olhou, falou: "Pai Francisco, o senhor tá louco? Nós vamos morrer aqui, nós não temos comida, nós não temos bebida e esse frio louco nos nos machucando." Aí ele vira e diz: "Mas meu filho, eu estou muito feliz". Ele disse: "Mas por que, Pai Francisco? Porque agora eu estou na condição que eu sempre quis estar na minha vida. Pai Francisco, eu não entendo, meu filho. Eu agora estou totalmente entregue às mãos de Deus." E daí algum tempo alguém volta, reconhece Francisco, abre a porta e ele entra. Esse é o convite de Jesus no momento da nossa extrema vulnerabilidade, que a gente confie no cuidado de Deus. Patrícia, não é fácil. É verdade. Jesus não disse que seria fácil. Ele disse que a nossa vida exigiria de nós renúncia e sacrifícios. Porque confiar em Deus é renunciar o
te confie no cuidado de Deus. Patrícia, não é fácil. É verdade. Jesus não disse que seria fácil. Ele disse que a nossa vida exigiria de nós renúncia e sacrifícios. Porque confiar em Deus é renunciar o nosso desejo de ter tudo que não nos enriquece. A alma é fazer o esforço de cada dia de viver com simplicidade, com humildade. É por isso que os espíritos dizem que a riqueza é uma prova extremamente difícil, porque nos convida a nos entregarmos aos desejos, nos enfiarmos na porta larga, que Jesus já disse que era a porta da perdição. Abandonarmo-nos à providência é fazermos o esforço sincero de passar pela porta estreita. e ouvir as críticas de muitos que não entendem a nossa escolha, porque nós estamos ali pensando como espíritos imortais que somos. Então, nos entregarmos à providência é confiar em Deus na mesma medida que ele confia em cada um de nós. Esse é o nosso convite para esse mês que já se avizinha, né? Nós estamos aqui fechando o mês de outubro com um novo mês se avizinhando e o convite para nós é: confia, confia no teu pai, como um jovenzinho, né, que embarcou numa aeronave, sentou ali na frente, como acontece com as crianças quando vão viajar sozinhas. uma senhora do seu lado e o avião decolou. Lá pelas tantas, o avião começou a passar por uma região de turbulência e o avião foi uma confusão dentro do avião e a criança lá com o seu brinquedo eletrônico brincava que nem dava conta daquela turbulência. E todo mundo apavorado, inclusive a senhora ao lado dele. Nós, né, com as dificuldades da vida, as nossas turbulências, ficamos desesperado. Passada, a região de turbulência, as coisas foram se acalmando, a senhora não se aguentou, virou pra criança e falou assim: "Você não tava com medo?" Disse: "Não, mas por que que você não estava com medo? Ah, porque o piloto do avião é o meu pai. Gente, quem governa o mundo é Deus. Nós confiamos ou não confiamos nesse pai? Ele não disse que a gente não ia passar por região de turbulência, de tsunami, de tempestades, mas ele disse que estaria conosco
quem governa o mundo é Deus. Nós confiamos ou não confiamos nesse pai? Ele não disse que a gente não ia passar por região de turbulência, de tsunami, de tempestades, mas ele disse que estaria conosco por meio de Jesus, esse irmão mais velho. Então, vamos ter coragem para fazer o que nos cabe, tudo que estiver ao nosso alcance, que fortarefa nossa, façamos, mas confiemos nesse pai que é de amor, que é de bondade e que não nos abandona nunca. E é com esse convite que nós agradecemos a Jesus pelo amparo dos nossos amigos espirituais que nos trouxeram aqui nessa tarde para que pudéssemos renovar o nosso sentimento de confiança, que nós pudéssemos renovar o propósito de continuarmos a nossa jornada com amor, com justiça, com caridade. Mestre, nós te agradecemos todo o amparo, todo cuidado e te pedimos que nos ajude a sermos dignos de tanto amor, de tanto amparo, de tanta atenção sua e do plano espiritual. abençoa a todos nós aqui presentes, encarnados e desencarnados, e nos ajude a semear esperança, confiança todos os dias da nossa jornada desta terra. Que assim seja. Fiquem em paz. Tenham um excelente mês e um excelente final de semana. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor
m ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente,
rdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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