Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício - Márcia Ramos - 25/02/2017
Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (SEDE), no dia 25/02/2017 as 9h, com o tema "Provas Voluntárias e Verdadeiro Cilício", E.S.E. Cap. 5 – BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS, pelo orador Márcia Ramos.. Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.org Facebook: https://www.facebook.com/mensageirosdaluztv
Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Bom dia, sejam muito bem-vindos. Nós cumprimentamos, saudamos a todos, mas saudamos de modo muito especial e que são nossos companheiros lá de Porangatu, que estão aqui em Goiânia hoje, vieram para o Congresso Espírita, mas trabalhamos juntos há muitos anos nos trabalhos da pomada, que eles estão sempre participando conosco das pomadas. Então, sejam muito bem-vindos mais uma vez. E nós vimos no sinal verde falando sobre a visitação aos doentes. É bem explícito, bem fácil de ser entendido essa lição. Então, tudo é ponderação, tudo é equilíbrio, é disciplina, é vigilância, discernimento, que são atitudes que a doutrina espírita sempre nos encaminham para ela. O discernimento naquela informação trazida. Analise tudo, retende que o que é bom. pelo apóstolo Paulo. São frases trazidas pelo apóstolo Paulo. Analise tudo e retende o que é bom. Mas quando a gente fala em doente, nós não estamos falando somente dos encarnados, nós estamos falando também dos desencarnados. E talvez a situação dos desencarnados seja muito mais difícil, muito mais sofrida do que a dos encarnados. Porque existem desencarnados que estão há 800 anos, 500 anos, 200 anos nas zonas de grande dificuldade, de grande sofrimento, de grande aflição. Eles perderam a identificação, eles perderam às vezes até o próprio aspecto perespiritual humano. Então são muitas dores e esses espíritos convivem conosco e eles estão em todos os lugares pelos quais nós passamos. esses espíritos estão. Portanto, existem espíritos aflitos, enfermos dentro da nossa casa, envolvendo a nossa família e às vezes levando uns processos de obsessão. E existem muitos livros trazidos pela doutrina espírita que vai falar sobre esses procedimentos de obsessão. Existe um livro psicografado pelo Divaldo que se chama Fronteira sobre a Loucura sobre o novo prisma e vai falar sobre os procedimentos obsessivos ou então em mecanismos da mediunidade de André Luiz também, que vai falar sobre
do pelo Divaldo que se chama Fronteira sobre a Loucura sobre o novo prisma e vai falar sobre os procedimentos obsessivos ou então em mecanismos da mediunidade de André Luiz também, que vai falar sobre os procedimentos obsessivos. E tudo isso está envolvido na nossa mente, porque nós é que atraímos pela pelo nosso pensamento os espíritos que afinizamos com eles. No caso de ansiedades enfermas, quando nós vamos para a casa espírita, nós levamos esses espíritos. É aquela situação que a pessoa diz: "Eu estava com dor de cabeça, fui pro centro, melhorei. Eu estava com muita ansiedade ou tristeza ou depressão, que não seja uma uma depressão nos aspectos e de enfermidade clínica, mas existem dores em muitos lugares e fui para a casa espírita e melhorei." E aí então a gente deduz pela orientação trazida pela própria doutrina espírita que esses espíritos vieram conosco, porque todos nós somos médiuns em alguma potencialidade. E quando a Kardec nos orienta que nós somos médiuns em alguma potencialidade, quer dizer mais ou menos sensitivos, ele está nos dizendo o seguinte: situação em que muitas vezes nós lembramos da pessoa e daí a pouquinho a pessoa aparece. Quando tinha um telefone fixo, o telefone tocava e a gente sabia quem é que estava do outro lado da linha. ou às vezes nós sonhamos com determinada pessoa ou determinado fato e aquelas coisas acontecem. Então isso tudo é procedimento mediúnico. Embora muitas vezes as pessoas nem sequer saibam o que é mediunidade, porque quem sabe a palavra mediunidade são os espíritas. Muitas outras crenças eh às vezes tem as influências dos espíritos, os os participantes daquelas crenças, as suas lideranças, mas não conhecem a palavra mediunidade, conhecem a influência dos espíritos, porque isso está na Bíblia, no Novo Testamento, no Velho Testamento, nas cartas de Paulo, em Atos dos Apóstolos, em qualquer lugar que nós abrirmos tanto o velho quanto o novo testamento, nós vamos ver a manifestação dos respeitos. O próprio Pentecostes é a manifestação
as cartas de Paulo, em Atos dos Apóstolos, em qualquer lugar que nós abrirmos tanto o velho quanto o novo testamento, nós vamos ver a manifestação dos respeitos. O próprio Pentecostes é a manifestação dos espíritos. As aparições de Jesus depois do seu retorno ao plano espiritual e manifestação espiritual. E quantas e quantas vezes os espíritos manifestaram nas igrejas que foram fundadas pelo apóstolo Paulo. Quantas e quantas vezes os espíritos manifestaram através da mediunidade fulgurante do apóstolo Estevão ou mesmo na casa do caminho, que foi fundada pelo apóstolo Pedro, Tiago e João. E a história do cristianismo, nos primeiros, no cristianismo primitivo, é a história da manifestação dos espíritos. E na idade média tanto eles manifestavam que eles eram queimados vivos. Quando e as pessoas diziam que tinham ouvido vozes, que tinha visto espírito, elas eram consideradas bruxas e eram queimadas vivas. é o caso, por exemplo, muito eh sintomático de Joana Dark, a grande mártir do século da Idade Média, que foi eh incinerada viva, queimada viva, exatamente porque ela era uma médium de grande potencialidade. Então, todas as épocas e a codificação da doutrina espírita, ela só existe porque houve manifestação de espíritos. e os espíritos, a manifestação mediúnica é o referencial da casa espírita. Essas palavras textuais são do nosso ex-presidente da federação, que hoje está nos dando algumas orientações nos nossos trabalhos. O nosso querido e saudoso Dr. V. Ele sempre nos dizia: "A manifestação dos espíritos é a referência da casa espírita". Então, nós temos uma referência, qual é a manifestação dos espíritos? E existem espíritos eh benévolos, espíritos mentores que trazem as suas orientações, embora nós já temos muitas orientações trazidas pelos espíritos, porque é só a gente pegar a própria codificação, é só pegarmos o a revista espírita de Paris, é só pegarmos as obras do Chico, as obras do Divaldo, da dona Ivone do Amaral, todas elas são orientações de espíritos. Então, orientação a gente tem
ação, é só pegarmos o a revista espírita de Paris, é só pegarmos as obras do Chico, as obras do Divaldo, da dona Ivone do Amaral, todas elas são orientações de espíritos. Então, orientação a gente tem bastante, é só colocar em prática. Mas ao mesmo tempo em que manifestam espíritos mentores, manifestam também espíritos equivocados, espíritos enfermos. E é com esses que a gente tem ou para esses é que nós temos que ter misericórdia, clemência e a importância das nossas orações, pedindo para amparar esses espíritos. E muitos desses espíritos que a gente acha que é anônimo, quer dizer, não sabemos assinatura, não sabemos quem é, pode ser alguma pessoa que foi muito querida ao nosso coração, porque não é pelo fato ter de ter desencarnado que a pessoa se torna santa. Esta é uma um pensamento, uma ideia que nos foi passada, sobretudo aqueles que cerraram fileiras no catolicismo, como eu, que todas as pessoas que nos são queridas retornam o plano espiritual e se tornam santas. E aí a gente começa a rezar para elas, não é? A doutrina espírita está nos mostrando que as coisas não são dessa maneira, tal vida, tal morte. Então, as mesmas mazelas morais que temos agora, nós as levaremos para o plano espiritual. Então, esses espíritos que muitos são do nosso convívio, foram do nosso convívio, às vezes estão dentro da da casa espírita, às vezes tá dentro da nossa família pedindo misericórdia. Como a única coisa que podemos fazer por eles é a oração, essa oração tem que ser uma oração do fundo da nossa alma. uma oração sentida. Tá aí a importância do momento em que chegarmos na casa espírita, adentrarmos à porta da casa espírita, nós tenhamos uma postura de mais serenidade, de mais silêncio, de mais recolhimento, de mais oração, porque nós estamos aproveitando esse tempo que escolhemos para vir aqui para orar para a nossa família, para nós mesmos, mas também para os os espíritos, sabendo ou não a identidade deles que aqui se encontra. Então é um momento solene e sagrado, o momento em que nós
aqui para orar para a nossa família, para nós mesmos, mas também para os os espíritos, sabendo ou não a identidade deles que aqui se encontra. Então é um momento solene e sagrado, o momento em que nós estamos dentro de uma casa espírita. É o momento da oração, da ligação do plano espiritual nosso com o plano espiritual para que eles intercedam por nós junto ao mestre Jesus, junto a Deus nosso pai para aliviar as aflições da terra. Porque aflição é que não falta. E desde que o mundo é mundo, as aflições estão aí. Se a gente olhar lá no Velho Testamento, nós vamos ver que o primeiro desentendimento que aconteceu no mundo e nos textos bíblicos estão está falando que existiam quatro pessoas, quatro pessoas lá no texto bíblico e uma delas tornou-se um homicida. é aquele que matou o próprio irmão. Portanto, um fraticida é a história de Caim e Abel, que está lá no Velho Testamento. Tinha quatro e eles desentenderam por conta de ciúme e de inveja, males que nós carregamos até hoje. E daí a história, conhecemos a história da perda do paraíso, todos aqueles fatos que são narrados na Bíblia. A gente acha que não tem fundamento, tem muita lógica. É só a gente interpretar e sobretudo ler um livro que se chama A caminho da Luz, do espírito em Emanuel, psicografado pelo Chico, que a gente vai entender tudo que aconteceu lá no Velho Testamento. É só a gente ler a Gênese de Allan Kardec que a gente vai entender tudo que aconteceu lá no Velho Testamento. Então isso não é uma assim uma figura de alegoria, alguma coisa assim impossível de acontecer. É só a gente dar interpretação para esses fatos. E dentre essas aflições, em um determinado momento da história, sobretudo na idade média e até no século X, muitas pessoas, instituições religiosas entendiam que a o autoflagelo resolveria o problema do espírito. E que que é um autoflagelo? Eu mesma me autoflagelar, eu me flagelar. E como é que eles faziam isso? Aí vem o silício. A palavra silício é uma um chicote, vamos assim dizer, cheio de nozinhos. Em
ito. E que que é um autoflagelo? Eu mesma me autoflagelar, eu me flagelar. E como é que eles faziam isso? Aí vem o silício. A palavra silício é uma um chicote, vamos assim dizer, cheio de nozinhos. Em cada nó daqui ele tem uma um ferro. E aí as pessoas quando elas cometiam algum ato equivocado, elas se autoflagelavam. Procurem a eh encontrar esses fatos através da história. Hoje é muito fácil a gente encontrar. Só ir na internet procurar o silício e nós vamos ver muitos e muitos que se autoflagelavam. Esses flagelos não não consistiam t não somente no no silício, mas também tinha o flagelo da alimentação ruim, da cama ruim, dormindo no chão num país muito frio, um continente muito frio, como o continente europeu, porque na percepção deles e na educação que eles tiveram, que nós tivemos, porque certamente muitos de nós passamos por isso, e a gente entendia que se macerasse o corpo, a gente salvava o espírito. Entendia mais ainda que se também a gente fizesse algumas algumas concessões de ordem monetária, quer dizer, de dinheiro, a gente também resolvia a questão da consciência, a questão da culpa. E aí foram as coisas foram complicando, porque aquele que, por exemplo, cometia um homicídio e tivesse as condições de quitar aquela dificuldade, pagar aquele débito através da condição monetária, tava resolvido o problema. Daí uma semana ele podia matar outro porque ele tinha dinheiro e aí as coisas iam eh sendo levadas desta maneira. E aqueles que não tinham nada, como é que eles faziam? Então, já que tá perdido por pouco, fogo no resto. Eles continuavam cometendo os atos ilícitos, porque já estava perdido mesmo. O fogo do inferno os aguardava. Graças a Deus, hoje nós temos a bênção do conhecimento da doutrina espírita, essa doutrina que é libertadora. A proposta da doutrina espírita é a transformação do homem. Quando nós vemos, observamos num os dias de carnaval e existem alguns livros e citamos agora a pouco nas fronteiras da loucura, existem alguns livros, sobretudo do espírito Manuel Filomeno de
o homem. Quando nós vemos, observamos num os dias de carnaval e existem alguns livros e citamos agora a pouco nas fronteiras da loucura, existem alguns livros, sobretudo do espírito Manuel Filomeno de Miranda pela psicografia do Divaldo, que está falando da das dificuldades, das ações perniciosas dos espíritos equivocados que aproveitam esses esses dias de festejo momesco. Esta festa, na verdade, é uma festa pagã. O carnaval ele inicia-se na no período pagão da Grécia e no período pagão de Roma. Portanto, o paganismo, com toda a licenciosidade que eles tinham, trazem essa festa e essa festa vai se perpetuando através dos séculos e milênio e já estamos num 2017 ainda envolvidos com as questões de ordem carnavalesca, que é uma festa pagã. E os espíritos equivocados, eles aproveitam esses momentos e aí envolvem essas pessoas. Por isso tem uma frase trazida pela psicografia do Divaldo, que ele diz assim, eh, numa referência a uma música do Caetano Veloso, do cancioneiro popular do Caetano Veloso, que ele diz assim: "O Caetano, atrás do do tri elétrico só não vai quem já morreu." E o Divaldo, pela psicografia diz: "Atrás do trielétrico também vai quem já morreu." Então, os espíritos se envolvem nessa festa e haja desatino, haja desmandos, haja viciações, crimes de todo tipo e ordem. E aí vem o trabalho que é realizado sobretudo em Goiânia, porque aqui hoje não está sendo realizado tão somente o 33º Congresso Espírita. Está sendo também realizado um trabalho da Igreja Católica e um trabalho das igrejas evangélicas. E começamos a observar ao longo do tempo que à medida que esses trabalhos cresciam, o carnaval de Goiânia desaparecia. Hoje nós não temos. dos clubes da cidade resolveram que não iam fazer mais carnaval porque dava prejuízo. E a cidade também ela não tem um uma tradição mais carnavalesca de blocos de rua, essas coisas todas. o pouquíssimo que tem ainda nem sequer é prestigiado pela população e muito menos pela pelo poder público. E isso serve para que todos nós observemos a medida que esse
ocos de rua, essas coisas todas. o pouquíssimo que tem ainda nem sequer é prestigiado pela população e muito menos pela pelo poder público. E isso serve para que todos nós observemos a medida que esse trabalho foi aumentando, o trabalho das religiões foi aumentando, foi diminuindo o os procedimentos próprios de uma festa carnavalesca. Era a luz envolvendo as trevas. Se a luz pode envolver as trevas num processo de carnaval, envolvendo todos os espíritos, diminuindo esse fluxo aqui na cidade de Goiânia. Da mesma maneira, esses mesmos espíritos podem envolver a nossa casa, levando serenidade e paz à nossa família. Então, às vezes nós reclamamos muito, lamureamos muito das nossas condições. Existem encarnações que são encarnações expiatórias. Então, a reencarnação expiatória é aquela que a pessoa realmente ela cometeu um delito, quer dizer, um crime contra si ou contra outrem, e ela vem para quitar, para pagar aquele delito. Isso aí é expiação. A pessoa que atentou contra a própria vida, ela deu um tiro no peito na próxima encarnação ou em uma outra encarnação, porque não precisa ser na imediata, porque no banco da misericórdia divina nós só pagamos quando nós temos condições de pagar. Às vezes vem outras encarnações intermediárias, mas num determinado momento a dívida existe e nós vamos ter que pagar aquela dívida. Aí a gente chega cardíaco, vem com problema cardíaco, criança que nasceu com problema cardíaco, pessoas jovens com 20 anos se depara com uma questão cardíaca. Então isso é o quê? É uma expiação. E existe também o trabalho da prova. E é fácil da gente entender o trabalho da prova. É aquela pessoa que já fez um curso superior, mas aí ela fala assim: "Não, mas eu quero mais". Aí ela vai fazer o mestrado, ela vai fazer um doutorado. Então quer dizer, para cada fase que ela está conquistando, a necessidade de uma nova prova para ela ser admitida em um concurso, admitida em um vestibular, ela necessita de fazer uma prova para ela passar de ano ou passar de num processo de evolução nos
ando, a necessidade de uma nova prova para ela ser admitida em um concurso, admitida em um vestibular, ela necessita de fazer uma prova para ela passar de ano ou passar de num processo de evolução nos aspectos da intelectualidade. Da mesma maneira, quando nós estamos querendo mudar de de de plano, de mundo de patamar, nós nos propomos a realizar uma prova. E existem outros espíritos que estão realmente em processo, em trabalho missionário. E nesses trabalhos missionários, nós poderíamos citar vários e vários espíritos, pessoas que encarnaram para realizar um trabalho missionário. Vamos nos ater a esses últimos que são pessoas que estão fazendo a diferença. nosso Chico Xavier de sempre, que é um trabalho missionário que ele realizou para porque como o objetivo da doutrina espírita é despertar consciências, ele eternizou o trabalho dele através do livro. Então, qualquer pessoa que estiver em sofrimento, em dificuldade, em aflição, pegue uma obra do Chico, leia, interprete e coloque em prática. Outro dia recebemos um e-mail de uma pessoa do exterior e dizendo que tinha 18, 19 anos por aí assim, mas que ela se sentia como se tivesse 90 anos. Tamanha a aflição, tamanha a desilusão, tamanha o sofrimento, tamanha a tristeza que ela pela qual ela passava. Bom, não tinha como a gente eh dar uma orientação mais próxima, pelo menos um abraço, porque ela mora em um outro país, ela mora na Europa. E nós então buscamos a misericórdia divina para que a gente eh tivesse as condições de indicar um livro que atendesse às necessidades dela. E nos lembramos ou fomos intuídos que o livro seria Coragem. O livro Coragem é um livro do Chico também e o próprio nome tá dizendo. Quer dizer, quando a pessoa estiver desvalida, em aflição, em dificuldade, em sofrimento, tem muitas obras. Mas se atentarem para a importância desse livro que se chama Coragem, certamente ele irá trazer o ânimo, a fortaleza de espírito às pessoas que necessitarem dele. E aí completamos porque certamente no país onde ela está, ela não teria condições
vro que se chama Coragem, certamente ele irá trazer o ânimo, a fortaleza de espírito às pessoas que necessitarem dele. E aí completamos porque certamente no país onde ela está, ela não teria condições de de adquirir o livro material. E aí orientamos, entre no site da FEB, Federação Espírita Brasileira e acesse e você conseguirá este livro. Uns dias se passaram e ela então nos retorna dizendo da beleza que foi o reencontro dela, reencontro dela com aquele livro. E por que que as coisas acontecem assim? Porque como dizíamos no início, ela não estava sozinha, ela estava triste, angustiada, aflita. E nesse pensamento que ela estava tendo, ela atraía espíritos com o mesmo tipo de pensamento, tristes, aflitos, desanimados, desencorajados e por aí nós poderíamos dar outras tantas eh classificações para esse tipo de tristeza. No que ela leu o livro, os espíritos também participaram, os espíritos que estavam próximos. E a libertação não foi somente de uma pessoa, foram várias, vários espíritos que foram libertados através da ação de uma só. Mas ao contrário disso, nós nos atemos em muitas tragédias que acontecem no cotidiano. E é só abrir a boca e vem tragédia mesmo. É só ligar a televisão e vem mais tragédia. Jornal é mais tragédia. Qualquer lugar que você passa, alguém tá comentando alguma tragédia. E nós temos que ter a educação de tirarmos da nossa vida, alijarmos da nossa mente, do nosso coração, as questões aflitivas, as questões que trazem desânimo, trazem tristeza, porque podem observar, quando começa, começamos a falar em alguma coisa nesse sentido, aquela pessoa que é mais sensível, ela tem como se fosse uma leve dor de cabeça. Aí tá na hora dela mudar de assunto. Começou a contar uma coisa muito trágica. Tá na hora de mudar de assunto quando ela percebe que aquele assunto vai trazendo uma nuvem de tristeza, uma nuvem de sofrimento. E essa tristeza, esse sofrimento invade a nossa casa. Os espíritos mentores. André Luiz, nesse livro que fizemos referência há pouco,
sunto vai trazendo uma nuvem de tristeza, uma nuvem de sofrimento. E essa tristeza, esse sofrimento invade a nossa casa. Os espíritos mentores. André Luiz, nesse livro que fizemos referência há pouco, Mecanismos da Mediunidade, ele está falando da importância de termos uma mente limpa para termos uma casa limpa, para termos uma vida limpa. E como os espíritos sabem o que estamos pensando, o que vai na nossa alma. Os espíritos mentores, eles têm um uma um aparelho que eu fico imaginando hoje esse livro que falamos, Mecanismos da Mediunidade, é de 1954. Muitos daqui nem sequer tinham nascido. E ele fala de um aparelhozinho que eu acho que deve ser como um chipe, porque ele diz que é tão minúsculo, tão pequeno, que pesa poucos gramas. E esse aparelho psicoscópio que se chama, ele coloca numa mesa, no caso, ele coloca numa mesa mediúnica e sabe tudo que aquelas pessoas pensaram ontem, anteem, há um ano, agora, e que quais os planejamentos delas para o futuro. Então nós ficamos assim desnudos eh mentalmente eh frente à espiritualidade amiga. Então, muitas vezes não adianta a gente estar fazendo, batendo no peito, como os antigos dizia, diziam, se nós não tivermos a proposta da transformação moral. É difícil, é, é bom, maravilhoso. Por isso é que sempre falamos que a doutrina espírita não é uma doutrina fácil. Por que que ela não é uma doutrina fácil? Porque aqueles que foram criados em outras crenças religiosas sabem que existem algumas alguns compromissos que a pessoa deve atender aquele compromisso. Ritualísticas que devem ser atendidas, leituras que devem ser realizadas. No espiritismo, nós não vamos ver em lugar nenhum da doutrina espírita a palavra proibido. A doutrina espírita, se a gente quiser ir hoje para o bairro de carnaval, podemos ir. Se quisermos fumar, também podemos fumar. Mas a doutrina espírita vai nos dizer dos malefícios que o cigarro nos traz. Ela vai nos dizer dos malefícios que a nossa presença em determinados lugares vai nos trazer, dos malefícios que a nossa mente impura, da
espírita vai nos dizer dos malefícios que o cigarro nos traz. Ela vai nos dizer dos malefícios que a nossa presença em determinados lugares vai nos trazer, dos malefícios que a nossa mente impura, da nossa palavra mal colocada vai nos trazer, não vai trazer, vai trazer a outra e não a nós mesmos. Então, doutrina espírita está nos contando e como a gente não quer mudar, a gente quer mudar o outro, mas a gente mesmo a gente acha que tá certo e que deve continuar desse jeito, porque se todos mudarem, ficarem bonzinhos, eu posso ficar como eu estou, porque as pessoas estão fazendo aquilo que me agrada. E a proposta da doutrina espírita não é mudar o outro mesmo, porque ninguém pode mudar ninguém. Porque se pudesse mudar, garanto que todas as mães que estão aqui iam dizer assim: "A minha filha, o meu filho fez o curso que eu queria, tá no emprego que eu quero, casou com quem eu queria e ela é feliz e eu também. E as coisas não são assim, porque também não foram assim conosco num determinado momento. Certamente que a gente falou assim: "É esse o príncipe ou é essa princesa, eu não quero estudar mais, eu quero trabalhar de tal coisa, eu não quero fazer nada. Então, nós não conseguimos mudar as outras pessoas, mas nós podemos influenciá-las é muito. E nós influenciamos com as nossas ações, como diz o espírito Emmanuel, a palavra convence, o exemplo arrasta. Então, é hora, por exemplo, de ir para o Congresso Espírita. Em casa deve ter uns três ou quatro ou cinco ou 10 que vai, que que é isso? Congresso espírita, final de semana, carnaval, por que que você não vai ficar descansando? E a gente ouve muito isso. Você podia ficar em casa descansando. O descansando quer dizer fazendo mais um cafezinho, mais um biscoito, mais uma comidinha. Esse é o descansando. Muitos devem estar pensando: "Nossa, mas vai de novo lá pro centro convenções? Não é bom? É ótimo." Então, doutrina espírita não é fácil, porque ela exige de cada um de nós a nossa transformação. Ela exige de cada um de nós a
do: "Nossa, mas vai de novo lá pro centro convenções? Não é bom? É ótimo." Então, doutrina espírita não é fácil, porque ela exige de cada um de nós a nossa transformação. Ela exige de cada um de nós a disciplina. E quando a gente observa disciplina, a gente vê como o mundo ainda está longe de ser um mundo de paz. Quando nós observamos as pessoas na alimentação, cadê a disciplina? Quando nós observamos as pessoas na bebida, cadê a disciplina? Quando nós observamos as pessoas na rua, ontem, na hora daquela chuva, eu f vou embora para casa. Porque primeiro porque os espíritos equivocados eles se escondem dentro das casas, dentro dos bares, dentro dos restaurantes, na hora que começam as chuvas. Portanto, casa fechada, casa mental e casa física fechada. Quem falou isso? André Luiz. No livro que se chama Mensageiros. Então, a hora que começou, vou embora para casa para esperar essa chuva lá. E aí a gente não E aí a gente começa a observar as pessoas na rua naquele desespero, naquele azáfama, naquela loucura parecendo que o mundo ia acabar. A chuva veio, choveu bastante e não acabou. E a ótica que a gente tem, porque muitas pessoas reclamaram da chuva, outras falaram assim: "Nossa, mas que bção, né? Precisava de chover mesmo". Então, quer dizer, o mesmo fato e duas situações, duas percepções diferenciadas, uma que acha que não deve chover e a outra acha que é bom tá chovendo. Então, a doutrina espírita nos dá essa essa vantagem, essa essa prerrogativa de analisarmos, observarmos e vermos as coisas. E quando nós falamos em disciplina, então a gente vê que o mundo tá longe. Mas quando a gente fala em sentimento, aí piorou, né? Porque a gente tá vendo, todos nós estamos vendo as aflições de esposas, de mães, de filhos nessas dificuldades, na violência que se envolve ao território nacional. Ontem a gente via uma mãe chorando, pedindo notícia do filho. Então, qualquer coração de mãe fica condoído de ver uma situação desta. O filho é tido para a sociedade como uma pessoa criminosa. Para a mãe ele é filho
ia uma mãe chorando, pedindo notícia do filho. Então, qualquer coração de mãe fica condoído de ver uma situação desta. O filho é tido para a sociedade como uma pessoa criminosa. Para a mãe ele é filho dela. Então nós temos que nesses momentos nos condoer também temos compaixão. Compaixão inclusive daqueles que estão espoliando o país, porque também pela justiça divina e pela justiça dos homens eles terão que algum momento quitar essa conta. E a gente observa que muitos já estão quitando, pagando essa conta. O mundo todo em conflito, refugiados por todo lado, pessoas sem pátria. Quando nós observamos tudo isso, a importância da gente curvar em oração, porque imaginemos a quantidade de pessoas que somos aqui. Ao invés de nós ficarmos às vezes e dialogando algumas coisas que não sejam próprias de um ambiente como esse, eh trocando ideias de alguma situação que é exterior, se todos nós nesse momento nos curvássemos em oração com o sentimento, com fervor para pedir misericórdia para o mundo. E a gente lembra, para encerrar, um fato trazido também por André Luiz, quando ele descia para prestar um socorro aqui na Terra na época da Segunda Grande Guerra. E ele via que o mundo estava todo eh envolvido em uma bruma cinza, muito escuro. E ele então pergunta por que estava todo o mundo envolto em muita bruma escura. Então é respondido a ele que é porque o mundo estava em guerra. Ele falou: "Mas a guerra não é lá na Europa? Quer dizer, eles estão guerreando, não é na Europa?" e depois chegou o Japão, mas naquele momento era ali. E ele disse: "É, aqueles que não estão em campos de batalha, que não estão urdindo eh nas lideranças para continuar o conflito, estão pensando ou falando no conflito." E nesse mesmo momento ele vê uma igreja, uma um local numa no interior da Inglaterra, na cidade de Briston, e ele vê que luzes, como se fossem estrelas, saíam daquele lugar, muitas e muitas luzes. E ele então pergunta: "E aquele lugar com aquelas luzes?" E a resposta é: Aquele lugar é uma
cidade de Briston, e ele vê que luzes, como se fossem estrelas, saíam daquele lugar, muitas e muitas luzes. E ele então pergunta: "E aquele lugar com aquelas luzes?" E a resposta é: Aquele lugar é uma igreja católica que deve ter de seis a oito pessoas lá dentro orando pela paz do mundo, de seis a oito. No lugar onde estava tudo escuro, somente aquelas luzes. Nós espíritas somos poucos, mas Dr. Bezerra já nos dizia: "Unidos seremos fortes, separados seremos ponto de vista". Então, é a união dos espíritas através da oração, através da boa ação e da transformação de si mesmo é que vai trazer luminosidade à terra juntamente com outras crenças religiosas que também professarem os mesmos ideais e os mesmos princípios. Porque nós não podemos imaginar que só os espíritas serão salvos e só a reza dos espíritas é que é válida. de todos que tiverem realizando com fervor, a exemplo do trabalho realizado pelo pelo Papa Francisco, é realmente um ponto de luz a iluminar a escuridão. O Congresso Espírita e as demais eh seitas religiosas que estão eh realizando esses eventos nos dias de carnaval é ponto de luz a iluminar escuridão. Que Jesus nos abençoe. Muita paz.
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