PRESSENTIMENTOS - QTS 522 a 524 [O LIVRO DOS ESPIRITOS]

Comunhão Espírita de Brasília 09/01/2026 (há 2 meses) 1:09:01 646 visualizações

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Transcrição

Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir. Muito boa noite aos irmãos e irmãs presentes ao salão, aos que estão nos acompanhando pela TV e Rádio Comunhão e a quem nos assistir posteriormente, porque os trabalhos estão gravados nas cinco redes sociais da Comunão Espírita de Brasília. Estamos oficialmente iniciando o ano de 2026 no estudo do livro dos espíritos. trabalho esse conduzido na comunhão. Já já estamos 2026, vai para 30 anos que esse trabalho é realizado nas noites de quarta-feira. Nós teremos a continuidade desse tema que seria a intervenção favorável, benéfica dos espíritos desencarnados sobre nós, espíritos encarnados. Por que favorável, benéfica? Porque antes nós vimos as intervenções, as interferências, influenciações infelizes, como processos obsessivos e outras modalidades. Esta aqui não, isso aqui, neste capítulo fala do amor deles por nós, vínculos de família, o que eles nos trazem colaborando com o nosso caminhar na terra como espíritos encarnados. Então, na noite de hoje a gente retoma esse tema. Na vez passada nós falamos sobre anjos guardiães, espíritos protetores, familiares ou simpáticos. Vez passada, que significa 15 dias atrás, né? Há duas semanas. E hoje vem pressentimentos. Quando os nossos pressentimentos, sensibilidade, intuição, tem um dedinho de um amigo invisível do mundo maior. E o Jefferson Belomo vai nos trazer uma exposição sobre esse tema, pressentimentos. Situados, vamos agora nos preparar fazendo uma leitura do Evangelho Segundo Espiritismo, que veio o capítulo 18. Muitos os chamados, poucos os escolhidos. Certamente todos nós já ouvimos essa afirmativa antes em nossas vidas. E nós leremos também uma parábola, aqui no caso não é parábola, é o ensinamento de Cristo. Do Evangelho de Mateus, capítulo 7o,

. Certamente todos nós já ouvimos essa afirmativa antes em nossas vidas. E nós leremos também uma parábola, aqui no caso não é parábola, é o ensinamento de Cristo. Do Evangelho de Mateus, capítulo 7o, versículo de 21 a 23. Mateus 7 de 21 a 23. Nem todos os que dizem Senhor, Senhor, entrarão no reino dos céus. E disse Jesus: "Nem todos os que me dizem Senhor, Senhor", entrarão no reino dos céus. Apenas entrará aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos nesse dia me dirão: "Senhor, Senhor, não profetizamos em Teu nome? Não expulsamos em Teu nome o demônio? Não fizemos muitos milagres em teu nome? Eu então lhes direi em altas vozes: "Afastai-vos de mim, vós que fazeis obras de iniquidade." Continua Jesus em Mateus, capítulo 7, versículos 24 a 27. E também esse mesmo trecho está no Evangelho de Lucas, capítulo 6º, versículos 46 a 49. Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente que construiu sobre a rocha a sua casa. Quando caiu a chuva, os rios transbordaram, soprar os ventos sobre a casa. Ela não ruiu por estar edificada na rocha. Mas aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, se assemelha a um homem insensato que construiu sua casa na areia. Quando a chuva caiu, os rios transbordaram, os ventos sopraram e a vieram açoitar. Ela foi derribada. Grande foi a sua ruína. Bem, de uma certa forma, parece que a espiritualidade nos dá uma introdução a um ano de estudos que se inicia. Ouvir, aprender, porém não colocar em prática. E Jesus adverte a isso, porque na terra, encarnados como nós estamos, todos nós estamos aqui para aprender. No ano passado, em um dos trabalhos, eu disse para as pessoas, foi final de novembro, não sei se foi este esse trabalho aqui das quartas, nós temos ainda dezembro pela frente. Conversava pouco com o Jeffson sobre isso. Vamos aproveitar dezembro para ler um livro e dizer que em 2025 eu li um livro. Pode ser até livro, como é que chama, chefe, virtual, né? >> Mas um livro,

e. Conversava pouco com o Jeffson sobre isso. Vamos aproveitar dezembro para ler um livro e dizer que em 2025 eu li um livro. Pode ser até livro, como é que chama, chefe, virtual, né? >> Mas um livro, porque nós estamos na terra para aprender. Quando chegar a hora de nós retornarmos à pátria espiritual, será dado a nós essa essas colocações que Jesus fez. Bom, o que que vocês trouxeram? O que que vocês fizeram? Porque nós não estamos aqui passeando de turismo. Nós temos que prestar contas. Estar na Terra um grande investimento da espiritualidade. É um grande investimento de Cristo e consequentemente um grande investimento de Deus. Então, ninguém está aqui de férias, ninguém está aqui fazendo turismo e vai chegar lá dizendo: "Oi, voltei". Não, nós seremos chamados a prestar contas. Bom, o que que vocês fizeram? como é que foram os anos que vocês passaram na Terra. E o aprendizado é o que nos modifica, é a base de nos modificarmos por meio das condutas que virão em seguida. Então, guardemos essas reflexões de Jesus para nós que estamos começando um ano de estudos e aprendizado. Que Deus nos abençoe nessa jornada. Que o Deus de amor nos conceda saúde, paz, forças para encararmos os dias que virão, os nossos desafios, as nossas tribulações, mas que possamos transformar tudo isso num grande projeto de amor do Deus para cada um de nós, para que possamos crescer e nos transformar. Que Jesus nos abençoe na sua presença, trazendo-nos a esta casa, a qualquer local onde se congregue as pessoas no estudo do evangelho de Cristo, das leis do universo, das leis da vida. que o mestre nos abençoe e nos dê sempre uma oportunidade de sermos de termos sempre uma resposta às nossas perguntas, as nossas indagações que consolem as nossas dores. E o espírito da verdade que veio para ser o consolador prometido. E ele só pode ser o consolador se nós o ouvirmos, se aprendermos com ele. Então, nós teremos menos medo, teremos menos ansiedade, menos incertezas, menos tribulações e vamos saber caminhar

prometido. E ele só pode ser o consolador se nós o ouvirmos, se aprendermos com ele. Então, nós teremos menos medo, teremos menos ansiedade, menos incertezas, menos tribulações e vamos saber caminhar melhor sobre a terra. Que Bezerra de Menezes, patrono da casa, nos abençoe. Ismael, nosso querido irmão guardião do Brasil, instrutor Alexandre, que é o patrono desse grupo, nos dê também a sua presença. E toda espiritualidade que já está aqui conosco, inclusive cuidando de nós, tratando de nós, curando-nos muitas vezes corpo, mente e espírito, possamos recebê-los com grande abraço, respeito e gratidão. E assim está iniciado os trabalhos do ano. E nosso irmão Jeferson fala sobre pressentimentos. >> Boa noite a todos. Vamos lá. primeira palestra minha este ano. Muito feliz em poder estar aqui com vocês. Nós vamos falar hoje sobre um tema que normalmente desperta muita curiosidade de quem é espírita, de quem não é espírita, de quem acredita em alguma coisa, de quem não acredita em nada, porque nós estamos falando de um tema que de certa forma todo mundo já experimentou num grau maior ou num grau ou menor, que é o pressentimento. Pré vem antes, sentimento, a sensação. Então, o pressentimento ou se preferirem a premunição, a precognição, ela nada mais é do que algo muito subjetivo. Não é algo objetivo. Algo objetivo é um tijolo cai no pé. Isso é o objetivo. A pessoa que vai ser alvo do tijolo vai sentir. As pessoas que estão na volta vão ver, o ortopedista vai tratar. Então isso é algo objetivo. Agora, quando nós falamos, eu me sinto bem, me sinto mal, eu tive uma sensação, eu tive uma intuição, nós estamos falando do campo da subjetividade. A pessoa teve, os outros podem acreditar ou podem duvidar, podem aceitar ou podem rejeitar, porque é algo do indivíduo. Então, quando nós falamos em pressentimento, é um sentimento muito particular de alguém. Fato é, é atestado o pressentimento, a premunição ou a intuição em várias situações da humanidade. Não foi um caso isolado, não aconteceu

em pressentimento, é um sentimento muito particular de alguém. Fato é, é atestado o pressentimento, a premunição ou a intuição em várias situações da humanidade. Não foi um caso isolado, não aconteceu no século XVI e nunca mais se repetiu. Tem um ou outro caso num livro sagrado, tem na Bíblia, tem no Alcorão e não tem mais em livro nenhum. Pessoas que acreditam, pessoas que não acreditam, pessoas que têm fé, pessoas que são completamente discrentes, já via de regra, já viveram uma situação de antes de um fato acontecer essa pessoa ter uma intuição sobre este fato e depois vir a comprovar que tal fato acabou se realizando. E o que é muito curioso é que, apesar de ser algo subjetivo, quando uma pessoa, por exemplo, ela tem um pressentimento de para não entrar num carro, não entrar num avião e ela comenta com outras pessoas, eu tive um pressentimento que não vai dar, vai dar ruim, não vai ser uma coisa boa, não é para eu pegar esse voo, não é para eu fazer essa viagem, não é para eu entrar nesse carro. E de repente ela comenta e posteriormente se sabe que aquele carro, aquele avião sofreu um acidente e que as pessoas que ali estavam se machucaram ou vieram até falecer. Aí nós podemos discutir as questões envolvendo esse pressentimento e vão surgir as mais diferentes teorias. E o que nos interessa aqui por ser um centro espírita e as quartas-feiras à noite destinado ao estudo de um livro espírita, que é o livro dos espíritos, a abordagem que nós teremos sobre esses pressentimentos vai ser uma abordagem espírita. Não obstante, nós reconhecermos que outras abordagens também são válidas. Por exemplo, o estudos de neurociência comprovam que o nosso inconsciente ele faz uma série de avaliações que nós em estado de vigília, em estado de atenção, nós não estamos racionalmente participando dessa atividade do inconsciente. Então, vamos imaginar que um primo convida para entrarmos no carro dele com a família e viajarmos com a família desse primo. E aí a pessoa tem o pressentimento, eu não vou entrar nesse

o inconsciente. Então, vamos imaginar que um primo convida para entrarmos no carro dele com a família e viajarmos com a família desse primo. E aí a pessoa tem o pressentimento, eu não vou entrar nesse carro porque eu não estou me sentindo confortável, eu não estou me sentindo bem e eu acho que não vai ser legal para mim. e de repente o carro sofre um acidente com todo mundo lá dentro e a pessoa não foi. Aí, bom, o que que o neurocientista vai dizer ou um psicólogo, ele vai dizer o seguinte: "Provavelmente essa pessoa conhecia as habilidades de direção do prmo. Ela provavelmente conhecia as condições do carro, apesar dela conscientemente não ter percebido o seu instinto de sobrevivência, que fica na parte eh chamada o sistema límbico do cérebro, que é uma coisa bem ancestral da gente, bem dos nossos lá, pegando a teoria da evolução darviniana na época que eram répteis, essa parte de do sistema límbico Ela já fez uma avaliação, ela já fez uma percepção que aquele carro não era um carro confiável, porque o modelo era antigo, porque os pneus estavam desgastados, porque já andou naquele carro e os freios se demonstraram fracos. Então, na hora da viagem, essa inconsciência ela vem à tona e vem na forma de algo subjetivo. Por isso que a pessoa não entrou no carro. Se nós formos conversar com pessoas que já têm uma visão, né, mais transcendente e mesmo na área da física, eu não gosto muito de entrar nesse tema porque é um tema que ele é muito desvirtuado quando ele é abordado por pessoas que não são da área, que é a chamada física quântica. Porque hoje eh sanduíche gourmet e física quântica, as pessoas põe nome para tudo e não tem nada a ver com a ciência, com o estudo, com a mecânica quântica, né? São outras coisas. Mas na física quântica existe um entendimento que as partículas, só pra gente ter uma ideia do que que tá falando, imaginem que um átomo é de um tamanho de um estádio de futebol. Pensem um átomo do tamanho de um estádio de futebol. O núcleo do átomo seria do tamanho de

ra gente ter uma ideia do que que tá falando, imaginem que um átomo é de um tamanho de um estádio de futebol. Pensem um átomo do tamanho de um estádio de futebol. O núcleo do átomo seria do tamanho de uma ervilha no meio do campo e os elétrons estariam na arquibancada dando volta para simplificar, simplificar, simplificar. bem simplificado. E ainda nessa ervilha nós teríamos os prótons, os nêutrons e são formados ainda por subpartículas chamada quark. Exatamente. No interior dessa ervilha. Eu tô falando do interior do átomo, tá? Não da ervilha. ailha, só paraa gente ter uma noção do que que tá do que que a gente tá tratando ali, é onde ocorrem os fenômenos quânticos. E nesses fenômenos é possível, e é estudo de laboratório, eles eh têm eh o acelerador de partículas, já fizeram demonstração disso. Por exemplo, uma partícula, ela pode saber o que uma outra partícula está passando em independente da distância, em qualquer lugar da galáxia, do universo. É o que eles chamam de emaranhamento quântico. E aí pessoas que se dedicam a esse estudo falaram: "Olha, pode ser que num nível muito muito muito é interior da nossa mente que é formada por essa energia quântica, a gente possa perceber flutuações na realidade. Então, antes de um fato acontecer, o nosso cérebro, através de túbulos minúsculos nos nossos neurônios, eles perceberam essas flutuações e o nosso consciente, ele registraria isso como um pressentimento. É uma teoria. Tô falando isso, não sou da área de física, estou falando isso da pesquisa que eu fiz para dar essa palestra. É um tema muito complexo. Tô tentando simplificar aqui ao máximo. Aqueles que são da área da física quântica, me desculpem, mas o recado é mais ou menos esse, porque nessa nesse mundo infinitimal das subpartículas não tem passado, presente ou futuro. é uma realidade só que bate inclusive com uma visão transcendental e religiosa. Para Deus não existe passado, presente, futuro, porque Deus é eterno. Deus olha tudo como quem olha uma foto. Numa foto

é uma realidade só que bate inclusive com uma visão transcendental e religiosa. Para Deus não existe passado, presente, futuro, porque Deus é eterno. Deus olha tudo como quem olha uma foto. Numa foto você não vê um lado da foto como passado, o meio da foto como presente e o outro lado da foto como futuro. Você vê a foto não é uma linha. é uma ocorrência. Então eles dizem que no fundo dessas subpartículas, por alguma forma misteriosa, a nossa consciência poderia ter acesso a essas flutuações no campo da nesse campo quântico e aí saber o que que é ter um pressentimento do que vai ou não acontecer. Beleza? como o espiritismo nos explica o pressentimento, sem desconsiderar essas outras explicações, mas trazendo mais elementos, né, trazendo a sua contribuição. Como é que o espiritismo vê isso? Bom, o pressimento ele pode ser dividido de duas formas. Uma forma, espíritos que conhecendo, imaginem uma pessoa andando na rua e uma outra pessoa no 10º andar. O cara do 10º andar, ele vê na ladeira um caminhão perdendo freio. O sujeito andando na calçada 10 andares abaixo, por conta do do trânsito dos outros veículos, de poste, de eh cartazes, de outdoors, de pessoas, ele não vê o camião. O cara do 10º andar, ele tá vendo. Então ele tem condição de gritar lá do démo pro sujeito da calçada, sai da calçada porque vem um caminhão. Ele está numa posição privilegiada em relação ao observador da calçada. Trazendo essa analogia, essa comparação para a nossa realidade, os espíritos é como se não todos os espíritos, mas os espíritos que já estão no grau evolutivo, é como se eles estivessem no 10º andar. Nós encarnados, nós estamos no mundo, no planeta Terra, na calçada. Então, esses espíritos guias, esses espíritos orientadores, esses espíritos equilibrados do 10o andar, ou seja, do mundo espiritual, eles têm uma visão mais ampla do que tá acontecendo. Então, eles podem nos prevenir daquilo que vai acontecer lá na frente. E como é que ele nos previne? Ele não chega no nosso ombro, cutuca e fala assim: "Oi,

uma visão mais ampla do que tá acontecendo. Então, eles podem nos prevenir daquilo que vai acontecer lá na frente. E como é que ele nos previne? Ele não chega no nosso ombro, cutuca e fala assim: "Oi, Zé, tudo bem?" Ó, eu sou teu espírito guia, tá vindo um caminhão. Não é assim que funciona. Porque como nós estamos na matéria, os nossos sentidos materiais, eles não são aptos a serem eh devidamente sensibilizados pela realidade espiritual, mas somos espíritos na matéria. Então, o nosso espírito, ele pode ser sensibilizado por um outro espírito, não obstante nós estarmos na carne. Imaginemos como se fosse um submarino. Aquela eh aquele pequeno telescópio que sai do submarino se chama periscópio. É aquele caninho que sai com a lente, o submarino tá debaixo da água, sai o periscópio e ele vai além da margem da água olhar o horizonte. Nós somos seres espirituais num corpo de carne. Nós irradiamos a nossa espiritualidade. É o nosso periscópio. Não obstante estarmos afundados na matéria, nós temos condições de levantar o nosso periscópio e observar o que acontece no ambiente espiritual. Mas nós, via de regra, a maioria das pessoas não tem consciência disso. Então, quando chega um espírito se aproxima de nós e fala conosco pelo pensamento, nós traduzimos esse pensamento como uma intuição, como uma inspiração. E aí nós chegamos e falamos assim: "Eu não vou entrar nesse carro". Porque eu tô sentindo que não é seguro. Eu não ouvi o espírito. O espírito tá vendo a coisa de uma situação de privilegiada em relação à minha que tô na carne, mas quanto mais evoluído o espírito, menos essa coisa de passado, presente e futuro, ela é tão estanque, tão separadinha, ele tem uma visão muito mais ampla. Então ele tem condição de me avisar e ele me avisa como através de espírito para espírito, de mente para mente. Eu não vou saber que foi um espírito. Eu vou sentir como um pensamento, mas é um pensamento intercorrente. Ou seja, eu tenho uma corrente de pensamento, parece que entra um fluxo

de mente para mente. Eu não vou saber que foi um espírito. Eu vou sentir como um pensamento, mas é um pensamento intercorrente. Ou seja, eu tenho uma corrente de pensamento, parece que entra um fluxo diferente, né? São esses pensamentos aleatórios, mas fortes, que dizem assim: "Não entra nesse carro". E aí nós temos uma intervenção espiritual na forma de pressentimento. Existe uma outra explicação espírita para isso? Existe. Todos nós, antes de assumirmos o nosso corpo material, já existíamos. Hoje nós existimos nesta realidade, mas esta realidade ela vai ser deixada em algum momento no cemitério. Nós prosseguiremos da mesma forma que antes do espermatozoide fecundar o óvulo, nós já éramos ser humano, nós já existíamos. Nós, a nossa história não começa com a concepção. A nossa história é multimilenar. Essa é mais uma veste abençoada que nós temos de aprendizado e de resgate de tantas vidas que tivemos. Mas essa veste não somos nós. O corpo é a nossa roupa e o espírito não é a roupa. Não. O nosso cérebro, ele é a calculadora, mas ele não é quem calcula. Ele não é quem toca as teclas. Quem calcula tá fora da calculadora. O cara que desenhou a calculadora, a calculadora não é autoconsciente. A calculadora se autodesenvolveu e se desenhou. Alguém projetou, o engenheiro eletrônico projetou a calculadora e uma outra pessoa ou outras pessoas utilizam essa calculadora. A calculadora faz o cálculo, mas ela não é o usuário, não é quem calcula. O nosso cérebro, ele não é quem pensa, não obstante ele ser instrumento do nosso pensamento. Óbvio que um cérebro danificado, ele não manifesta o pensamento do espírito como um carro com as rodas, com os pneus furados não anda. O carro não anda porque ele não, ele não foi feito para andar. Não, ele foi feito para andar, mas as rodas, os pneus estão furados. Existe uma um problema, existe uma debilidade que não faz com que o carro funcione perfeitamente. Não obstante ele ser um carro, não obstante ele ter um motorista. Da mesma forma nós em relação à nossa

xiste uma um problema, existe uma debilidade que não faz com que o carro funcione perfeitamente. Não obstante ele ser um carro, não obstante ele ter um motorista. Da mesma forma nós em relação à nossa saúde física. Pois bem, nós somos espíritos com uma grande história, uma história multimilenar. Só pra gente ter uma ideia, a nossa espécie Homo Sapens, 300.000 anos. Calculando por baixo, nós temos cada um de nós, 300.000 anos de história, calculando por baixo, porque os humanoides são bem anteriores ao Homo Sapiens, aproximadamente 1.400.000, 1.400.000 anos antes da nossa época. Então, é uma história muito, muito antiga. E nessa história nós cometemos acertos e cometemos erros. Os erros nós temos que responder por eles, resgatar esses erros. É como se fossem débitos. Então, nós resgatamos essas notas promissórias que nós deixamos na espiritualidade. E o aprendizado, ele é feito por testes, as provas. Por isso que se diz que a Terra é um planeta de provas e expiações. Antes de nós assumirmos esse corpo físico, nós sentamos para discutir com diversos espíritos orientadores como que vai ser as provas e os resgates que nós vamos ter que passar. Então assim, não existe acaso, ah, por exemplo, teve a Mega Cena acumulada agora, não teve? 1 bilhão deais eu joguei. Vai que tava na na no meu destino, né? Se eu não jogar, o destino não acontece. Joguei R bilhão deais, se eu não me engano, seis pessoas ou grupos de pessoas ganharam cada uma com R 182 milhões deais. Podem acreditar que para essas pessoas estava ali no planejamento delas esse tipo de prova. Porque prova não é só coisa ruim, é coisa boa também. Você ter muito dinheiro é uma prova, não é uma bênção, é um teste. Ser bonito não é uma bênção, é um teste. Ser inteligente, aquela inteligência diferenciada, invejada, o que que a pessoa vai fazer com essa inteligência? É uma prova. Então, nós somos também provados. Tudo que altera o nosso destino e uma mega cena acumulada altera bem um destino. Imagina, você não vai precisar mais da repartição, você não

nteligência? É uma prova. Então, nós somos também provados. Tudo que altera o nosso destino e uma mega cena acumulada altera bem um destino. Imagina, você não vai precisar mais da repartição, você não vai precisar mais da empresa, você não vai mais se preocupar com aposentadoria, com boleto. Altera completamente a tua vida e a vida de quem tá na tua volta. Essas coisas que como um acidente de carro também altera, como uma eh uma pessoa passar por uma tragédia. também altera tudo que altera a nossa vida não altera por acaso. Ah, o destino não é imprevidente. Nós não somos marionetes, nós temos livre arbítrio, mas nós temos também como se fosse um trilho no qual nós não podemos fugir. Nós podemos escolher o nosso, a nossa velocidade, podemos escolher as estações nas quais nós vamos nos demorar, podemos escolher os passageiros que entram no trem, mas nós não podemos andar com trem fora do trilho. O trilho é o destino. Esse destino é traçado por nós, com toda uma equipe de orientadores espirituais em nosso benefício. Existem exceções, existem, né? O sujeito, por exemplo, andar de moto sem capacete, de bermuda e chinelo Havaiana numa ladeira e dá ruim, o que acontecer com ele não tava escrito em nenhuma ficha cármica. Foi uma escolha. Foi uma escolha da pessoa. Ah, não, eu tenho fé em Deus. Tem fé em Deus, mas você tem a responsabilidade de cuidar da sua vida. Então, certas coisas é a pessoa, então a pessoa tem um planejamento. Esse planejamento ela quando reencarna, ela sabe desse planejamento, mas ela recebeu um novo corpo. Esse corpo que ela recebeu são novos neurônios, novas sinapses. Então, o que que é a memória? É um conjunto de sinapses do cérebro. Se a pessoa recebe um cérebro novo, todas as experiências que ela teve em outras vidas não foram registradas por aquele cérebro, não fazem parte das sinapses cerebrais de um neurônio conversando com o outro. Então, por isso que nós não lembramos das vidas passadas, porque nós recebemos um cérebro 0 km. É como se nós escrevêssemos um diário e

e das sinapses cerebrais de um neurônio conversando com o outro. Então, por isso que nós não lembramos das vidas passadas, porque nós recebemos um cérebro 0 km. É como se nós escrevêssemos um diário e acabou um caderno, nós fôssemos para outro. Acabou aquele caderno, nós fôssemos para outro. Aí imaginem que andando de ônibus ou de avião, você esqueceu um caderno daqueles no avião. A pessoa que pegar aquele caderno, ela vai conhecer só aquela parte da sua vida. Os outros cadernos estão na sua casa, ela não leu. É exatamente isso que o nosso cérebro faz em relação a todas as existências que nós já tivemos. A gente perdeu isso? Não, ela fica de forma intuitiva no nosso mais profundo inconsciente. E em determinadas situações excepcionais, é possível romper essa barreira do esquecimento e fazer com que essas memórias aflorem. Por isso que tem pessoas que lembram de vidas passadas e tem pessoas que lembram pontualmente de certos fatos quando recebem o devido estímulo. Por exemplo, hipnose. OK? Aí a pessoa reencarna e ela tem no reencarne dela que ela vai sofrer um acidente, por exemplo, e vai perder um braço ou vai tirar na mega cena, é alguma coisa que vai mudar o destino dela. A vida dela vai ser completamente diferente a partir daquele episódio. vai casar com uma alma que ela se comprometeu a constituir uma família e receber eh filhos e ter aquela pessoa como testemunha da sua vida. Ela reencarnou, ela não lembra de nada disso que foi acertado na espiritualidade. Quando vai se aproximando do fato, por conta da sensibilidade, da importância do episódio, como eu falei, às vezes esse grau de inconsciência ele nós somos espíritos, aquilo não se perdeu, tá no nosso espírito. É como se ele aflorasse, mas ele aflora de forma racional, não. Ele aflora de forma intuitiva. E aí nós sabemos que alguma coisa vai acontecer, ou de bom ou de ruim. E aí nós temos o préentimento. Nós sentimos antes da coisa acontecer e a coisa depois se demonstra verdadeira. Então, no espiritismo, como eu disse, podem ter diversas

acontecer, ou de bom ou de ruim. E aí nós temos o préentimento. Nós sentimos antes da coisa acontecer e a coisa depois se demonstra verdadeira. Então, no espiritismo, como eu disse, podem ter diversas explicações e não são excludentes. Pelo contrário, elas são explicações complementares que no espiritismo nós vamos simplificar. Um espírito amigo, ele pode nos avisar de algo para que, afinal de contas, né, quem quem ama cuida. Isso é fundamental. Quem ama cuida. Nós temos pessoas que nos amam. Nem a morte nos separa do amor dessas pessoas. Da mesma forma que também nós amamos pessoas e mesmo quando o nosso corpo morrer, nós continuaremos preocupados, querendo bem e, se possível cuidando dessas pessoas. Porque quem ama cuida. Quem ama faz questão de tratar bem o objeto do seu amor. Então, os espíritos cuidam de nós porque eles são pessoas que gostam de nós. O espírito é gente, só que a gente sem corpo físico, porque o corpo físico já foi. Daqui a pouco vai pegar outro corpo físico, mas até pegar outro tá como espírito. E nós somos espíritos com o corpo físico. E o corpo físico é aquele submarino debaixo do mar chamado matéria. Por isso que a gente não acessa as realidades, porque a gente tá imerso na matéria. Por isso que a gente não consegue ver espírito, não consegue ouvir espírito. Ah, mas tem a Mariazinha que ouve. É porque a Mariazinha ela tem uma sensibilidade muito particular que no meio espírita nós chamamos de mediunidade. É como se a antena da Mariazinha fosse mais sensível a ponto do corpo físico não servir de obstáculo a essas impressões que são as impressões espirituais. E com a minha experiência no meio espírita, eu tô no meio espírita há mais de 40 anos, eu posso dizer para vocês que ter essa sensibilidade, via de regra não é uma coisa legal, não é uma maldição, não é uma coisa ruim, mas é uma sensibilidade. Quanto mais sensível você é, mais sujeito você tá aos estímulos, dor e prazer. Então, é muito bom estar em contato com os espíritos superiores. A gente chora,

uma coisa ruim, mas é uma sensibilidade. Quanto mais sensível você é, mais sujeito você tá aos estímulos, dor e prazer. Então, é muito bom estar em contato com os espíritos superiores. A gente chora, eh, eh, se, é, emociona, mas quando o espírito é ruim também a pancada é muito maior. O corpo funciona como um escudo. Você não sente espírito bom, mas também não sente espírito ruim. Eh, eu costumo dizer que quando a pessoa desencarna, é como se fosse uma tartaruga que perdeste a casca, o casco. Imagine uma tartaruga sem o casco. Ela não fica muito mais frágil, sensível quando ela vai para o mar? Somos nós sem essa proteção aqui. Por isso que é importante a gente ver, né, quais são as afinidades que nós desenvolvemos em vida, porque são essas afinidades que nós encontraremos quando formos espíritos. Tem um grande pesquisador do espiritismo, muito falado, mas pouco estudado. Eh, o espiritismo como qualquer área do conhecimento, a gente tem gente falada, mas que não é estudada. Allan Kardec, creio eu que a maioria das pessoas sabem, foi o primeiro pioneiro a pesquisar o espiritismo enquanto um conjunto de conhecimentos. Antes a gente não poderia nem falar em espiritismo, porque o que existia eram fenômenos e uma pessoa achando que o fenômeno era isso, a outra achando que o fenômeno era aquilo, alguém com um pouquinho mais de sensibilidade, de raciocínio, de tirocínio, tendo uma interpretação melhor, mais racional, mas não havia uma doutrina. Essa doutrina, ela vem por um pesquisador e ele dá o nome a esta doutrina de espiritismo. Antes dele, ninguém chamava espiritismo manifestação de espírito. Ele que dá um nome. Ó, isso daqui se chama espiritismo. No Brasil já havia candomblé. No Brasil já havia tambor de mina. Já havia batuque, mas não tinha espiritismo. Todas essas manifestações religiosas são anteriores ao espiritismo. A primeira casa de mãe de santo na Bahia, se eu não me engano, ela data mais ou menos de 10 anos antes da publicação de O Livro dos Espíritos, da onde vem o nome Espiritismo.

nteriores ao espiritismo. A primeira casa de mãe de santo na Bahia, se eu não me engano, ela data mais ou menos de 10 anos antes da publicação de O Livro dos Espíritos, da onde vem o nome Espiritismo. Por isso que quando fala que tudo é espiritismo, porque lida com mediunidade, tecnicamente tá errado, porque espiritismo ele teve uma data para surgir, tem uma certidão de nascimento. A publicação de O livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857. E quando eu falo isso, eu não tô desfazendo de da religião de ninguém. Todas as religiões bem praticadas e bem sentidas, moralmente, né, elevadas, levam a Deus. Não tem religião melhor ou pior, como não tem idioma melhor ou pior, não tem eh são eh escolhas da pessoa, mas o espiritismo até então, né, aqueles fenômenos que aconteciam, principalmente nos Estados Unidos, eles eram chamados de novo espiritualismo. E Allan Kardec fala: "Hum, não dá certo, porque espiritualismo, todo mundo que acredita em espírito, é espiritualista, mas não quer dizer que acredite numa doutrina dada pelos espíritos. Por exemplo, católico e evangélico são espiritualistas. muçulmano espiritualista, humandista espiritualista. Mas não quer dizer que todo mundo acredite em reencarnação, não quer dizer que todo mundo acredite em obsessão, não quer dizer que todo mundo acredite em mediunidade. Espiritualista tem as pencas. espírita é quem acredita num corpo de revelações dadas por vários espíritos, por diversos médiuns que não se conhecem e que colocam respostas comuns, similares sobre o mesmo assunto. É assim que é formado o espiritismo. Allan Kardec faz um trabalho magistral em aproximadamente 14 anos. Ele começa a estudar o espiritismo em 185, aliás, ele começa a estudar a mediunidade em 1855. Ele publica o livro dos espíritos, a primeira edição, em 1857 e ele vai falecer em 1869. Então, em mais ou menos 14 anos, é todo o trabalho que ele faz de pesquisa sobre esses fenômenos e as revelações que são dadas pelos espíritos. Ele vai publicando em diversos livros

i falecer em 1869. Então, em mais ou menos 14 anos, é todo o trabalho que ele faz de pesquisa sobre esses fenômenos e as revelações que são dadas pelos espíritos. Ele vai publicando em diversos livros mais de 20 obras, das quais seis são fundamentais. Muitos dizem cinco, mas eu eu sempre defendo seis. Livro dos espíritos. O que é o Espiritismo? Que o pessoal esquece. É um livrinho curtinho, mas fantástico. Livro dos médiuns, Evangelho Segundo o Espiritismo, o céu e inferno e a gênese. Além disso, tem as revistas espíritas e tem outros pequenos opúsculos. OK? Depois de Kardec, houve uma continuidade na França e é uma tríade de pesquisadores fantásticas de franceses que é uma geração pós Kardec. Esses três que eu vou citar, eles conheceram Kardecida, mas eles eram muito jovens quando Kardec estava no trabalho deles. Eles vão se destacar toda a segunda metade do século XIX e começo do século XX. Leon Deni, Camilo Flamarrion e Gabriel Delan. Todos eles conheceram o Kardec. Inclusive o Gabriel Delan, o pai dele, Alexandre Delani, era amigo pessoal de Kardec. E eles continuam esse trabalho de pesquisa. Desses três para a nossa conversa de hoje, um deles foi um astrônomo. Ele fundou um observatório em Paris. Ele era amigo de Víor Hugo, o autor de Os Miseráveis. Dom Pedro II, quando foi se exilar na França, visitava o observatório dele, inclusive plantou uma árvore lá. Quem vai visitar o observatório da árvore plantada por Dom Pedro II. Dom Pedro II era um baita intelectual e esse astrônomo era Camilo Flemaron. Ele faz uma coisa fantástica. Ele vai aos jornais e ele já era um astrônomo consagrado e um pesquisador do espiritismo e pede para que as pessoas enviem cartas para ele, dizendo sobre fenômenos que elas tinham vivido para que ele pudesse ter um acervo e pudesse fazer investigação desses casos contados. Ele escreve diversos livros baseado nessa metodologia. E sempre que uma pessoa mandava uma carta, que ele achava essa carta interessante, fosse ela da França ou fosse ela do

ção desses casos contados. Ele escreve diversos livros baseado nessa metodologia. E sempre que uma pessoa mandava uma carta, que ele achava essa carta interessante, fosse ela da França ou fosse ela do estrangeiro. E no último livro dele, As casas mal assombradas já tava por volta de 10.000 cartas que ele colecionava desde o final do século XIX. Ele vai morrer, se eu não me engano, em 1922. Ele fazia questão de investigar os casos que mais chamavam atenção. Ele pedia pros amigos, para correspondentes pegarem a história, eh, investigarem a história que ele recebia. Ele conta determinados casos sobre premunição ou pressentimentos no livro A morte e Seus mistérios, que são três volumes muito interessantes. Um caso bem de pressentimento. Imagine uma mulher muito doente, com a garganta inflamada e a mãe dela chama o médico. Era uma jovem de 23 anos que estava muito febril com a garganta inflamada. A mãe chama o médico. Não, hoje é muito fácil. Você pode até ter consulta online. Naquela época não. O médico vinha até a sua casa, ele prescrevia a receita, o médico entregava no farmacêutico. O farmacêutico pegava uma série de tubos, uma série de equipamentos, ele manipulava a fórmula e mandava entregar para o médico e o médico entregava pra pessoa. ou se a pessoa tivesse maior contato com o farmacêutico, ela atravessava e fazia ela com farmacêutico com a receita do médico. Nessa época era comum as pessoas cautelizarem a garganta quando estava inflamada com ácido clorídrico. E essa moça tava muito mal. O médico faz a receita e a mãe dessa moça chama-o para ir a casa porque a moça se recusava a tomar um medicamento. Aí o médico, minha filha, é um medicamento, vai te fazer bem. Não, ela delirando. Vocês querem me matar, eu não vou tomar o medicamento. Toma, não toma. Toma, não toma. Toma, não toma. Olha só, eu tenho aqui um pouco de fósforo. Eu vou colocar no medicamento para você ver que ele vai diluir, porque é um ácido clorídrico diluído em água. Ele vai matar os bichinhos da garganta, mas

a. Olha só, eu tenho aqui um pouco de fósforo. Eu vou colocar no medicamento para você ver que ele vai diluir, porque é um ácido clorídrico diluído em água. Ele vai matar os bichinhos da garganta, mas ele não vai te fazer mal, não é veneno. Aí, então vou te mostrar. Pegou o frasco, jogou um pouquinho de fósforo, o fósforo queimou. Aí ele foi ver com o farmacêutico, não era ácido clorídrico, era ácido sulfúrico. O farmacêutico tinha equivocado na hora de botar o rótulo. Se ela tivesse tomado, ela tava morta. Esse é pressentimento. É o espírito dela que pressentiu. Foi um espírito amigo que interveio. Não dá para saber. Fato é que ela passou por isso. Mais tarde essa mesma moça vai casar com o militar que vai vir a ser ministro eh lá na França. E eles é um casal que viram amigo do amigos do Camilo Flamarrion. E eles contando pro Camilo Flamarrion além dessa história, uma outra com essa aí já era uma senhora, né? já não tinha mais 23 anos de idade, que tava havendo uma disputa polarização política, gente, não é de hoje. Já acontece desde que o mundo é mundo. Esse general que tava como ministro, ele estava eh numa facção e a outra facção que era do outro extremo odiava ele e vivia mandando carta desaforada para ele. muitas pessoas da outra facção, ele já estava cansado de receber cartas agressivas. Aí uma prima dele de outra cidade ia mandar um livro de orações para ele para que ele ficasse tranquilo, ficasse tranquilo, meditasse, orasse, saísse daquela energia ruim, né? Beleza. Quando ele recebe o livro, ele acha que é da prima. Ele vai abrir o livro, o pacote, a esposa vem com roupas sumárias que ela tava dormindo. Apesar que roupa sumária do século XIX é muito mais roupa do que o pessoal anda no shopping hoje, né? Mas no século XIX era roupas sumárias. Ela grita para não abrir o pacote porque um mal muito grande iria acontecer. E ela não deixa nenhum empregado tocar no pacote. Chama o chefe da segurança do ministério, porque a casa era contigua ao prédio. Na verdade

o abrir o pacote porque um mal muito grande iria acontecer. E ela não deixa nenhum empregado tocar no pacote. Chama o chefe da segurança do ministério, porque a casa era contigua ao prédio. Na verdade era dentro do próprio ministério a casa que eles moravam. vai o chefe da segurança. Quando ele mexe na caixa, começa a sair um pó branco, ele leva para eh uma investigação no laboratório, tinha eh explosivo suficiente naquele pacote para mandar metade do prédio pros ares. A mulher tava dormindo, o pacote veio fechado anônimo. Ela acordou com o pressentimento. Então isso são pressentimentos. Existe também a questão que não é pressentimento, visão do futuro. E nessa obra, os mistérios da morte, a ou melhor dizendo, a morte e seus mistérios, são três volumes. Tem um capítulo no primeiro volume só dedicado a pressentimentos. Camil Flamarrion também fala de uma história de uma moça que ela tá viajando pelo interior da França, ela era de Paris e uma encontra uma cigana e uma cigana lhe diz: "Nunca entre numa embarcação, nem chegue perto do mar, porque tá no seu destino você morrer afogada". Ela acha engraçado, vida que segue. A cidade era portuária, ela sobe no navio e na primeira remetida do navio ela cai do barco e quase se afoga. Nunca mais ela queria entrar na água. Os anos se passam, tem a guerra franco-prusiana em 1870. Quem tinha dinheiro foi para fora da França e ela tinha familiares na Inglaterra. E ela fala assim: "Eu não vou paraa Inglaterra porque só podia ir de barco, né? 1870 não tinha o túnel que tem hoje, não tinha avião, era barco. Ela: "Eu não entro em barco, Deus me livre". Todo mundo não vai, é mais seguro, ela não. Aí ela foi pra Normandia, no norte da França, e lá é cheio de falésias. Na cidade onde ela estava tem uma falésia conhecida como garganta do diabo. Porque as formações rochosas são fechadas e altas. Então as ondas quando vem com fúria, elas batem ali e elas fazem um barulho ensurdecedor. Na crença popular dos franceses do norte é como se o diabo tivesse gritando pelas

chosas são fechadas e altas. Então as ondas quando vem com fúria, elas batem ali e elas fazem um barulho ensurdecedor. Na crença popular dos franceses do norte é como se o diabo tivesse gritando pelas almas. E aí o prefeito convida essas senhoras que estavam exiladas lá fugindo da guerra franco-purciana para conhecer. Era um ponto turístico. Elas vão, a falés é mais ou menos com mais de 10 m de altura. Vem uma onda, pega todas as senhoras e leva pro mar. Todas morrem. Inclusive essa moça que a cigana tinha falado, essa cigana ela não teve um préentimento, ela teve uma visão do futuro. É diferente. Pressentimento é intuitivo. Visão do futuro, você vê o futuro como se você tivesse vendo um filme, tivesse vendo uma foto. É diferente do pressentimento. E um último caso também no mesmo livro de um rapaz que fazia seus passeios matinais, quando ele volta de um de um passeio muito triste, fala pra mãe: "Maino, olha, o que eu tenho para te falar é muito duro, é muito sério, mas eu vou pedir muita força pra senhora". Imagina o filho falar isso pra mãe, né? Aí mãe não fala o que aconteceu. Hoje eu fui passear pelo campo e apareceu um espírito do meu lado e ele me preveniu para que eu me preparasse porque daqui a alguns dias eu estarei entre os espíritos. Aí a mãe chamou um médico, o médico examinou ele, tava tudo muito bem. O médico tira isso da cabeça, é uma bobagem. Dois dias depois, a saúde dele começou a piorar. Uma semana depois ele tava morto. Também não é pressentimento. Aí nós temos a presença de um amigo espiritual que já conhecendo o que aconteceria na trajetória dele, avisa a família. E para encerrar, lembram aquele caso de Jesus nos Evangelhos, que ele vai dizer que estamos indo para Jerusalém e lá o filho do homem será preso, será torturado, será eh humilhado e vai ressuscitar ao terceiro dia. Não é pressentimento, é conhecimento do futuro. Porque para espíritos na envergadura de Jesus, que são espíritos puros, que já gozam da perfeição que uma criatura pode ter em relação ao

terceiro dia. Não é pressentimento, é conhecimento do futuro. Porque para espíritos na envergadura de Jesus, que são espíritos puros, que já gozam da perfeição que uma criatura pode ter em relação ao criador, não. No espiritismo, perfeição absoluta é Deus, mas os espíritos, eles podem ter a perfeição relativa, ou seja, todas as qualidades, todo o potencial no máximo de uma pessoa sem nenhum dos seus defeitos. espíritos da envergadura de Jesus, da envergadura moral de Jesus, passado, presente, futuro, é uma foto. Então, para eles, fazer uma previsão de algo que vai acontecer há milhares de anos, como uma coisa que vai acontecer na no dia seguinte, é bem tranquilo. Então, é um assunto que particularmente eu acho empolgante. Eu acho que se eu colocasse aqui um folhas com canetas, boa parte das pessoas que estão assistindo, inclusive os nossos amigos da internet, teriam muito a narrar sobre esses fatos, porque ou já vivenciaram ou conhece pessoas que vivenciaram. Mas como é que a gente amarra isso para o nosso crescimento íntimo? E aí são que os espíritos, o livro dos espíritos nos falam. Os espíritos amigos querem o nosso bem e nos influenciam para o nosso melhor. Entreguemos a nossa vida, os nossos bons pensamentos na mão desses amigos espirituais e a partir daí, venha o que vier, seja do jeito que for, a gente nunca estará sozinho para enfrentar os nossos desafios. Uma boa noite a todos. Bons estudos. Agradecemos a Jefs que nos trouxe os ensinamentos da primeira noite de estudos desse ano, 2026 do livro dos espíritos. E com essa ênfase que é muito importante, muitos nos amam, sobretudo do lado de lá. Há muito mais gente te que te conhece, que te ama do lado de lá do que de cá. Após com qualquer um de vocês eu não vou perder, que as nossas famílias são imensas. Só que não pode todo mundo encarnar de uma vez. Não é possível que um casal tenha 500 filhos. Então, sempre que vem para cá é um grupo, é um subgrupo do grupo maior que vem para esse papel, para esse momento. Então, é importante

ncarnar de uma vez. Não é possível que um casal tenha 500 filhos. Então, sempre que vem para cá é um grupo, é um subgrupo do grupo maior que vem para esse papel, para esse momento. Então, é importante ter essa conexão e viver essa realidade de espírito, mesmo estando encarnado, que o essa esses capítulos de Kardec, esse atual da influência positiva e o anterior das influências não tão positivas, mostra que nós estamos sempre em comunicação. Espírito se comunica com o espírito. Espírito sempre fala com o espírito onde quer que esteja. Jeferson, eu tenho um problema na minha vida. Você falou que sensibilidade pode ser dolorosa, né? Uhum. >> Eu sou o senhor catástrofe. Quem convive comigo sabe disso. Eu só vou contar um caso para vocês como ilustração pra gente encerrar o trabalho de hoje. Lembra das Olimpíadas em Tóquio 2020? Em setembro do ano anterior, 2019, eu enlouqueci com uma informação que era recorrente minha mente. Não haverá olimpíadas em Tóquio. Não haverá Olimpíadas em Tóquio. Eu via isso dia e noite sem parar. Eu comecei a dizer isso para as pessoas. Tanto que chegou uma pessoa e disse: "Olha, eu pago a passagem. Como você fala japonês, a gente vai, você vai ser tradutor nosso. Falei, invista teu dinheiro e outras coisas porque não haverá Olimpíada em Tóquio. Isso em setembro de 2019. Mas eu uma hora perguntei pro espetor, escuta, mas eu não sou atleta, eu não vou trabalhar lá, não, não sou voluntário. Que que você não me se houver ou não houver, não tem nada a ver comigo. A resposta foi, porque há algo por trás disso, há uma razão. E aí, em março de 2020, nós estamos trabalhando aqui domingo, quem chega em casa vem o comunicado, a comunhão está fechada, pandemia Covid-19. Falei: "Ah, isso não vai passar em tempo hábito de ter olimpíada, porque eu já sabia que eu não teria Olimpíada em Tóquio, que seria em julho de agosto, né?" >> Uhum. >> Quer dizer, a previsão foi, a gente vai fechar por 30 dias, um dois meses, tal, e suficiente lá tudo volará normalizado.

u não teria Olimpíada em Tóquio, que seria em julho de agosto, né?" >> Uhum. >> Quer dizer, a previsão foi, a gente vai fechar por 30 dias, um dois meses, tal, e suficiente lá tudo volará normalizado. Para, não pode colocar a roupa no varal, porque vai, isso vai demorar um pouquinho mais. Então eu sou eu tenho essa, essa particularmente dentro do meu conjunto de mini unidade, eu tenho essa, o dup a visão do futuro, eh, dupla vista. Uma vez eu fui quase preso pelo governo americano porque eu vi a explosão do Challenger na noite anterior e falei pro para um americano, >> quase que eu fui preso. Eu descrevi a explosão do Char direitinho, gente. Tô falando isso aqui, não tô para falar de mim, apenas para elucidar com exemplos, né, essa realidade. Inclusive, já comentamos isso aqui em trabalhos anteriores. Então vamos ficar atentos a essas comunicações que todos nós podemos ter. Não desprezemos, sabe? Deu a intuição, deu a o pressentimento. Para e pensa, não desconsidere de imediato. Dê um certo valor, uma credibilidade ao que você sente. É muito importante isso, porque nós temos muitos amigos ao redor de nós. Nós encerramos então esse primeiro encontro. Na semana que vem, o tema é desdobrado com a intervenção dos espíritos na nossa vida. Ainda vai entrar mais em detalhes. Nós estaremos estudando esse tema. Desejamos um bom final de noite. Agradecemos a presença, a audiência pelas meios virtuais. Recebo um grande abraço comunhão espírita de Brasília e vamos caminhar juntos mais um ano com as bênçãos de Deus, a proteção de Jesus e também essa bemfazja presença dos amigos espirituais. Muita paz. Até quarta-feira que vem. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação [música] física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo

ica, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida.

ica] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos [música] que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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