PREGAÇÕES - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. [música] Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão foi nessa >> amigos, amigas, rendamos graças a Jesus pela oportunidade de aqui estarmos novamente reunidos em seu nome, sob a sua tutela, sempre com o coração cheio de alegria por estarmos na presença de Jesus. Hoje temos a alegria de receber novamente a Débora, que nos traz sempre reflexões muito importantes para o nosso dia a dia, sempre pautadas essas reflexões no Evangelho de Jesus. Vamos fazer a nossa harmonização do livro Dia melhores do irmão José pela mediunidade do Carlos Bacelli. Sobretudo: Não alimentes maus pensamentos. Não te comprazas na conversação negativa. Não persistas em posturas equivocadas. Não te justifiques no ressentimento. Não te negues ao perdão. Não te rejubiles com o fracasso do teu inimigo. Não destiles ódio na tua palavra. Não te consideres vítima de ingratidão. Não te entregues à autocomiseração. Não esperes dos outros a iniciativa que te cabe. Não te creias melhor que o pior de teus desafetos. Sobretudo, não emitas opiniões sobre comportamentos que se malu ajuízas em ti, ignoras nos outros completamente. Levemos o nosso pensamento até Jesus, pedindo ao terapeuta de nossas vidas, que neste momento nos envolvas envolva com as suas bênçãos, que nos inspire para que estejamos todos em comunhão com as esferas superiores, que possa se utilizar das nossas melhores possibilidades, levando as nossas energias, vibrações a todos aqueles que sofrem, especialmente aqueles que neste momento estão vitimados pelas guerras, pela fome, por todo tipo de sofrimento, sempre decorrente do nosso orgulho e do nosso desejo de poder. Que Jesus se faça presente em todos os locais e onde quer que haja uma só lágrima sendo derramada pelo sofrimento. Que lá ele esteja a consolar, a amparar e, acima de tudo, a levar a esperança necessária para
s se faça presente em todos os locais e onde quer que haja uma só lágrima sendo derramada pelo sofrimento. Que lá ele esteja a consolar, a amparar e, acima de tudo, a levar a esperança necessária para prosseguirmos confiantes na vitória do bem. Que o mestre possa inspirar a Débora e que todos nós saiamos daqui alimentados pelas palavras de seu evangelho. Que assim seja. Graças a Deus. Boa tarde a todos. É com muita alegria que mais uma vez aqui nos encontramos. Aqueles que têm vindo há mais tempo já sabem que nós temos aproveitado esses momentos, esse tempo de sexta-feira à tarde para estudarmos esta obra Caminho, verdade e vida. Ela é uma das obras que compõe a coleção Fonte Viva. São cinco livros, é uma belíssima coleção. E essa obra Caminho, verdade e Vida abre a coleção. A autoria espiritual de Emanuel pela lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier, nosso Chico, né? E nessas obras, Emanuel pensa pequenos versículos, pequenos trechos do Evangelho e faz comentários acerca deles. E o que nos coube na tarde de hoje é o capítulo 38. Nós temos feito um estudo sequencial. O de hoje é o capítulo 38, que tem um título de veras interessante, pregações. E quando eu lia o o texto para que a gente pudesse conversar aqui, eu fiquei pensando sobre o que viria a ser uma pregação. Porque quando dizemos pregação, pregações, logo vem na nossa tela mental uma palestra, uma dissertação oral, uma apresentação, seja de uma cátedra voltada à filosofia, uma cátedra voltada à ciência ou mesmo à política. religião, é o que a gente imagina, não é? Pregações. Mas aprofundando um pouco mais no entendimento acerca do evangelho, eu fiquei pensando, será que no sentido mais amplo pregar é isso? é falar, é dissertar sobre um tema, é dar uma aula, é fazer uma palestra num num tribuna, num púlpito, seja num templo religioso ou não. E é isso que Emanuel vai nos trazer hoje, comentando um versículo que encontra-se no Evangelho de Marcos, é o capítulo 1, versículo 38 de Marcos. E Jesus diz assim:
, seja num templo religioso ou não. E é isso que Emanuel vai nos trazer hoje, comentando um versículo que encontra-se no Evangelho de Marcos, é o capítulo 1, versículo 38 de Marcos. E Jesus diz assim: "Vamos às aldeias vizinhas para que eu ali também pregue, porque para isso vim". Interessante, né? Jesus dizendo aos apóstolos, vamos às aldeias vizinhas para que eu ali também pregue, porque para isso vim. Será que Jesus veio para fazer palestras, para falar também, né? Jesus se utilizou da palavra falada, articulada. com maestria, nós vemos os relatos do evangelho, as suas parábolas, né, os seus lindos sermões, o sermão da montanha, em que ele traz a parte maravilhosa do cântico das bem-aventuranças. Mas será que quando Jesus diz eu vim para pregar? Ele estava resumindo a sua tarefa a esse tipo de pregação. E é essa a reflexão que Emanuel vem nos dizer. E nós chegamos à conclusão que não, que Jesus pregou pelas palavras, obviamente, mas muito mais pelas ações, pelas atitudes, pela vida, pelo que viveu, pelo que expressou. E é interessante que nós vamos ver também no Evangelho a linda citação. E o verbo fez-se carne e tabernaculou entre nós. Interessante, não é? a gente pensar, o verbo fez-se carne e viveu, experienciou, conviveu, demonstrou e o pregar que Jesus também ampliou é um convite para cada um de nós. que possamos pregar, fazer as nossas pregações, não apenas utilizando-nos das palavras, mas principalmente que a nossa pregação venha do nosso agir, do nosso viver, que a nossa palavra seja a palavra encarnada. Que a nossa pregação seja a demonstração do quanto dos ensinamentos que o Cristo nos trouxe já estão internalizados nos nossos corações, na nossa mente. Esse é o verdadeiro sentido do pregar. E eu me lembro de Francisco de Assis quando orientava, não é, os seus amigos, os seus queridos. Ele dizia: "Ide e pregai se necessário, utilizem as palavras". Então, olha que bonito, Francisco de Assis já havia conseguido compreender o sentido ampliado do que viria a ser
migos, os seus queridos. Ele dizia: "Ide e pregai se necessário, utilizem as palavras". Então, olha que bonito, Francisco de Assis já havia conseguido compreender o sentido ampliado do que viria a ser pregações. Ide e pregai. Se necessário, utilize-se de palavras. Então, faz parte desse convite a que possamos ir e pregar, que estabeleçamos uma coerência entre aquilo que dizemos e aquilo que fazemos, principalmente aqueles de nós que realmente se utilizam da palavra. seja no ambiente profissional, seja no ambiente religioso, seja no ambiente da filosofia, que aquilo que veiculamos através da palavra seja também aquilo que nos esforçamos por cumprir, por demonstrar. por entregar na nossa vivência diária. Porque senão de que valeria? Se aquilo que estudamos, se aquilo que aprendemos, que falamos, não traz concordância, coerência com aquilo que fazemos. destoa, torna-se hipócrita, incoerente. E aí eu me lembro aqui de uma história muito engraçadinha que aconteceu com contam, né, aquelas histórias que se contam pelos corredores das casas espíritas, que certa feita uma criança, filha de um confrade nosso espírita, virou pra mãezinha e disse assim: "Mamãe, prepare a minha malinha". E ela, por que, meu filho? Para onde você vai? Mamãe, eu vou me mudar pro centro espírita. Eu quero morar no centro espírita. E a mãe ficou muito assustada com aquela situação, sem compreender bem no início. Falou: "Mas por quê?" Ele falou: "Porque eu quero conviver com aquele meu papai da casa espírita e não com esse aqui de casa. Então, o que que acontecia, não é? O pai pregava, era um palestrante espírita, mas a pregação resumia-se as palavras, né? A sua atitude, a sua vivência, o seu dia a dia não estavam concordantes a ponto da criancinha do filho, né? ficar tão encantado com o pai na casa espírita com que ele falava e mesmo com a a forma como ele se colocava na casa espírita, muito gentil, muito solícito, mas que no ambiente doméstico isso não tinha correspondência. Então, é preciso que nos atentemos para
falava e mesmo com a a forma como ele se colocava na casa espírita, muito gentil, muito solícito, mas que no ambiente doméstico isso não tinha correspondência. Então, é preciso que nos atentemos para isso. Como temos atuado nas nossas vidas? Nós já temos um conhecimento suficiente das escrituras do Evangelho, aclarados pelas luzes da doutrina espírita. Hoje, com a tecnologia ninguém pode pretestar ignorância. aquele que deseja realmente aprofundar-se nos estudos. Então, nós temos todos os subsídios vastamente divulgados, mas resta-nos perguntar a nós mesmos, não é, como tem sido as nossas pregações. Será que temos nos mantido só no âmbito da pregação palavra articulada? Ou será que temos nos esforçado por colocar tudo isso em prática, em consonância, com coerência? E aí, mais uma vez eu me lembro da definição dada por Kardecita. O espírita cristão, ele vai nos dizer lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, que o verdadeiro espírita é aquele que se esforça por sua transformação moral e empreende esforços no sentido de melhorar-se, de domar as suas más inclinações. Não é assim que Kardec vai nos dizer? Então ele poderia dizer, o verdadeiro espírita é aquele que se esforça por ir e pregar e eventualmente faz uso também da palavra, né? Mas se não, vejamos. Então, Emanuel vai dizer que nestes versículos de Marcos, Jesus declara ter vindo ao mundo para a pregação. Todavia, como a significação do conceito tem sido erroneamente interpretada, é razoável recordar que semelhante assertiva o mestre incluía no ato de pregar todos os gestos sacrificiais de sua vida. Olha que bonito isso aqui que Emmanuel tá dizendo. Quando Jesus dizia para isso que eu vim para pregar, ele incluía nesse ato de pregar todos os gestos sacrificiais de sua vida. E não foram poucos, não é? a renúncia, a bondade, a mansuetude, a afabilidade, o amor ao próximo, a lição do perdão, o grande sacrifício da via cruces, da crucificação, naquela entrega toda por amor, amar verdadeiramente é um ato sacrificial.
ondade, a mansuetude, a afabilidade, o amor ao próximo, a lição do perdão, o grande sacrifício da via cruces, da crucificação, naquela entrega toda por amor, amar verdadeiramente é um ato sacrificial. Mas e nós temos compreendido acerca das nossas vidas quais são esses atos, esses gestos sacrificiais nas nossas pregações das nossas vidas, do nosso cotidiano, da nossa vida de relações. temos incluído gestos sacrificiais. Porque, meus amigos, conviver é sacrificar-se. Conviver em família é sacrificar-se. Conviver no âmbito social, segundo os moldes do Cristo, segundo os ensinamentos de Jesus. é sacrificar-se, renunciar. Olha que ato de sacrifício. Será que temos renunciado aos nossos velhos padrões de ser? aos nossos velhos condicionamentos alicerçados no orgulho, na vaidade, na prepotência, no ponto de honra. Sacrificar-se é abrir mão desses velhos padrões de comportamento, reconciliar-se consigo mesmo para que então num segundo momento, possamos nos reconciliar com o outro que muitas vezes está posto ao nosso lado, aguardando-nos o movimento sacrificial da reconciliação. Pregação. Essa é a pregação real, verdadeira da palavra viva, da palavra encarnada. Eu me lembro aqui da obra Os mensageiros, em que André Luiz vai conhecer no mundo espiritual o centro de mensageiros vinculado ao departamento, ao Ministério da Comunicação lá no mundo espiritual, no nosso lar, existe um departamento no Ministério de Comunicação, que é o departamento dos mensageiros. em que são formados, capacitados os médiuns, aqueles que reencarnarão, trazendo a tarefa de serem medianeiros intermediários entre os dois planos da vida, entre as duas dimensões. Então eles recebem toda uma preparação, frequentam aulas, palestras, são preparados inclusive do ponto de vista de estruturação física, porque nós sabemos que a mediunidade é dom do espírito a radicar-se na carne e, portanto, há que se ter uma preparação prévia para isso. Mas então renascem os médiums. E aí, em determinado momento, o benfeitor diz para André, André, aqui no
om do espírito a radicar-se na carne e, portanto, há que se ter uma preparação prévia para isso. Mas então renascem os médiums. E aí, em determinado momento, o benfeitor diz para André, André, aqui no centro de mensageiros, não nos devotamos a formar simples postalistas, carteiros. Então ele tá dizendo, a gente não tá aqui para ficar formando, capacitando simples postalistas, carteiros, aqueles que se reencarnam e ficam trazendo a mensagem: "Não, André, o nosso objetivo é formar cartas vivas da mensagem do Cristo. Olha que interessante, né? São ou não são os médiuns pregadores, alguns na figura literal do termo, os palestrantes, aqueles que se utilizam da palavra, nos grupos de estudo, nas palestras, nos seminários, os psicofônicos, os psicógrafos, os pictógrafos. aqueles que trabalham com a a o desdobramento, né, as capacidades anímicas, somos sim postalistas, carteiros, trazemos mensagens, entregamos mensagens do outro plano à Terra. Mas será que a mediunidade representa para nós só isso? Seria o mesmo que restringirmos pregações a palavra articulada, a palestras, a dissertações. O objetivo da mediunidade para cada um de nós é que nos tornemos cartas vivas do Cristo. E o que é uma carta viva, minha gente? é aquele que faz de si um exemplo constante dos ensinamentos do Evangelho, na sua vivência, na sua conduta, na forma como atua, seja no templo religioso, na casa espírita, em casa com os familiares, na rua, no trabalho. A gente costuma dizer que sejamos nós espíritas cristãos em qualquer ambiente, na fila do pão, ao entrarmos num banheiro público, na via pública, no trânsito, onde quer que estejamos, que sejamos essa carta viva. demonstrando com naturalidade, com espontaneidade o evangelho. É lógico que essa é uma proposta para cada um de nós, uma proposta, porque ainda temos uma caminhada a trilhar até que possamos expressar o evangelho em nós. Mas é preciso que comecemos hoje, agora essa tarefa. Saiamos da pregação exclusiva do intelectualismo. Claro que o estudo é importante.
minhada a trilhar até que possamos expressar o evangelho em nós. Mas é preciso que comecemos hoje, agora essa tarefa. Saiamos da pregação exclusiva do intelectualismo. Claro que o estudo é importante. Claro que a palavra falada é importante, mas ela sozinha não basta. Conhecer o evangelho na instância intelectual não basta. Isso temos feito há muito tempo. Somos egressos de inúmeras experiências em várias hostes religiosas. A pregação para a qual somos hoje convidados é a pregação viva, encarnada, da demonstração nas nossas vidas do quanto já temos de evangelho e do quanto estamos dispostos a construir dentro dos nossos corações tabernacularmos. Tabernacular, construir um tabernáculo, colocar uma tenda. Não estamos postos com as nossas tendas. O que é reencarnar se não colocar a tenda, a festa das tendas dos nossos ídolos judaicos? Muitos de nós conhecemos muito disso. Qual o símbolo da tenda? a reencarnação. Estamos vivenciando as tendas mais uma vez, convidados que estamos sendo a construirmos o tabernáculo divino, que é o nosso, a nossa consciência, para que construamos esse tabernáculo divino, para que possamos expressar as leis que já estão íncitas em nós. É preciso que saiamos da pregação exclusivamente intelectual e possamos trazer para as nossas vidas o ensinamento, a demonstração. E é interessante porque Jesus nos disse disso tudo. E Emanuel encerra esse texto lindamente. Ele vai nos dizer que Jesus veio ao mundo e pregou a verdade em todos os lugares. discursos de renovação, comentou a necessidade do amor para a solução de nossos problemas. No entanto, misturou palavras e testemunhos vivos desde a primeira manifestação de seu apostolado, coerente a palavra do Cristo com o seu viver. Sublime foi o seu apostolado até a cruz, porque por pregação, portanto, entendia Jesus os gestos sacrificiais da vida, enviando-nos divino ensinamento. Nesse sentido, conta-nos o Evangelho que o Mestre vestia uma túnica sem costura na hora suprema do Calvário. Nada no Evangelho é destituído de
os sacrificiais da vida, enviando-nos divino ensinamento. Nesse sentido, conta-nos o Evangelho que o Mestre vestia uma túnica sem costura na hora suprema do Calvário. Nada no Evangelho é destituído de significado. A mínima palavra, a mínima frase traduz ensinamentos gigantescos. Tá lá no Evangelho essa descrição que no momento supremo do Calvário, Jesus vestia-se de uma túnica sem costuras. Vocês acham que isso foi aleatório? Jesus pegou a primeira que viu. Não, meus amigos, nada na vida de Jesus era destituído de valor profundo de ensinamento. Jesus queria com esse gesto nos lembrar da necessidade de caminharmos cada vez mais alinhando palavras, entendimentos, aprendizados, convivências com ações, porque ele havia atingido esse patamar, não havia solução de continuidade. Ele era o ser integral em tudo, uno com o Pai, como ele mesmo nos disse, eu e o Pai somos um. Não há solução de continuidade. Tudo aquilo que ele disse, que ele ensinou, ele viveu. E o evangelho que ele nos trouxe não foi um apanhado que estão nos livros, não. O evangelho que Jesus nos trouxe foi a sua vida, a sua exemplificação, a sua demonstração sem quaisquer soluções de continuidade, coerência total com a lei de Deus, a ponto de afirmar com toda integridade, com toda autoridade moral, eu e o Pai somos Um. E é para isso, meus amigos, que nós estamos sendo dioturnamente convidados para estabelecermos em nós essa túnica sem costuras, sem solução de continuidade. E para encerrar, eu quero trazer o finalzinho de uma linda instrução do espírito Erasto, que está no capítulo 20, Os trabalhadores da última hora, quando ele fala da missão dos espíritas, já que falamos de nós espíritas, falamos de pregação, Falamos de atitude. Kardec pergunta se entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, muitos ficaram na pregação apenas palavra e às vezes fizeram atalhos, sabe-se lá para onde? Quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho? Eu penso que Kardec estão pregando
uitos ficaram na pregação apenas palavra e às vezes fizeram atalhos, sabe-se lá para onde? Quais os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho? Eu penso que Kardec estão pregando no sentido que Jesus entendia acerca de pregações? Erasto responde: "Reconhecê-los, eis pelos princípios da verdadeira caridade, que eles ensinarão e praticar, ensinarão e praticarão." Reconhecê-los eis pelo número de aflitos a que levem consolo. Reconhecê-los e pelo seu amor ao próximo, pela sua abnegação, pelo seu desinteresse pessoal. Reconhecê-los e afinal pelo triunfo de seus princípios, porque Deus quer o triunfo de sua lei. Então, meus amigos, os verdadeiros pregadores do Evangelho são aqueles que estão diligentemente trabalhando na seara do bem, muitas vezes anonimamente, muitas vezes sem nunca terem chegado perto de um microfone. de uma tribuna, de um púlpito, mas arduamente com amor estão a enxugar lágrimas, a abrandar aflições, a soerguer ânimos, a fortalecer fés, a divulgar a esperança, entenderam a lição, foram e seguem pregando pela atenção de vocês. O meu muito obrigada, amigos. Eu estou eh eh inclinada a pedir demissão do meu cargo de palestrante depois da palestra da Débora, porque é óbvio que nós não podemos idealizar quem traz a palavra de Jesus e não a vive ainda, não é? E sabemos que sempre que falamos, falamos primeiramente para nós mesmos. Mas é uma tarefa muito séria, muito séria. Porque você levar algo que você não vive, muitas vezes não vive ainda, muitas vezes compromete até esta palavra do mestre dada as nossas dificuldades. Ainda bem que Jesus nos aceita a si mesmo, porque precisa que nos aprimoremos, né? Jesus quer, na verdade, que nos aprimoremos neste sentido. Então eu saio daqui com esperanças de que eu chegarei lá, mas profundamente preocupada em relação a isso. Mas que cada um de nós possa individualmente ser esse verbo de Jesus. Mesmo quando as nossas fibras morais não correspondem ainda à proposta dele, sentimos uma alegria enorme por ele nos aceitar,
sso. Mas que cada um de nós possa individualmente ser esse verbo de Jesus. Mesmo quando as nossas fibras morais não correspondem ainda à proposta dele, sentimos uma alegria enorme por ele nos aceitar, apesar de todas as nossas dificuldades. Nosso muito obrigado a Débora, pelas suas palavras, a todos vocês que aqui estiveram encarnados e desencarnados e que na próxima sexta-feira aqui estejamos firmes, porque somos candidatos a seguir na proposta do Cristo cada vez mais com o entendimento ampliado. Então, elevamos o nosso pensamento a esse mestre tão amoroso que não nos dispensa, apesar de todos os nossos equívocos, que continua confiando em nós, que nos convida a ser trabalhadores da última hora, que reconhece, que germina em nós a semente da bondade, da beleza, da caridade e que mais cedo ou Mais tarde, essa semente irá florescer e dar frutos. Então, com a mesma alegria que o mestre nos recebe quando nos convida a caminhar com ele e aceitamos, nós nos encontramos aqui todas as sextas-feiras movidos pelo desejo de cada vez mais nos aproximarmos de Jesus dentro desta confiança que ele depositou em nós. E o mestre maior derrame sobre nós as suas bênçãos, nos fortaleça, não nos deixe esmorecer, desanimar e que ele possa estar conosco na próxima sexta-feira e em todos os instantes das nossas vidas. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares e que aqui estejamos sempre movidos pelo desejo de multiplicar o amor do Mestre Maior. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação [música] física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,
energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu,
ontinuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores [música] espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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