PRECISO ME PREPARAR PARA MORRER? - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]
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A casa que aprendi toda Belê. Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. É sempre com muita alegria que a gente recebe a todos aqui, não somente os encarnados que chegam para assistir as nossas palestras, mas também aqueles que nos assistem pela internet, aqueles que ainda vão chegar, aqueles desencarnados, trazidos por seus mentores, de modo também a partilhar conosco das reflexões que serão aqui expendidas. Para começar, vamos ler de do Vida Feliz a lição 169. Claudinha disse que ela combina bem com o que ela vai falar hoje. Vamos lá. Lição 169 do vida feliz. Vez que outra acompanha um féetro a fim de aprofundares reflexão no fenômeno biológico da vida e no da morte. Diante da ocorrência com os outros, poderás despertar para o que te irá suceder inevitavelmente. A eternidade é do espírito, enquanto a experiência do corpo é transitória e breve. Por este motivo, tens a sensação de que tudo está bem e será duradouro. Até quando, porém? E qual a garantia que tens? a respeito do prazo que te está concedido. É, é a única certeza que todos nós temos. E depois que a gente fez assim, tipo, 10 anos de idade, a gente tem mais consciência de que nossa estado aqui é finita. Portanto, cada vez mais a importância pra gente dar valor ao dia a dia, dar valor a todos os nossos dias. E assim, com esse pensamento em mente, vamos elevar nosso nosso coração, nossa mente a Deus, nosso pai, agradecendo por mais um dia de jornada na terra, um dia que pode ser de grandes aprendizados, de muitas alegrias e de muita evolução. Assim seja. Então agora vamos passar a palavra paraa Cláudia que vai fazer a palestra de hoje. Obrigada. >> Bom dia, queridos amigos, amigas, a todos que estão aqui no nosso salão, encarnados e desencarnados, a todos que nos acompanham pelas redes sociais também, pelo YouTube. Bom dia a todos. Hoje nós vamos falar sobre preciso me preparar para morrer e porquê, né? Estamos no mês de novembro. No dia dois a gente tem um dia dedicado aos finados
sociais também, pelo YouTube. Bom dia a todos. Hoje nós vamos falar sobre preciso me preparar para morrer e porquê, né? Estamos no mês de novembro. No dia dois a gente tem um dia dedicado aos finados e sabemos que a doutrina espírita tem eh as explicações com relação à nossa vida após a vida, né? Porque permanecemos vivos de acordo com os ensinamentos pregados pela doutrina espírita. Nosso embasamento de hoje tem por base um livro da codificação, pouco conhecido, pouco estudado, que é o céu e o inferno. O céu e inferno é um livro muito interessante da codificação cardequiana. ele traz na sua, ao longo, né, do livro, ele ele tem um um início até mais ou menos a metade. Ele tem explicações filosóficas sobre a questão do céu, a questão do inferno, muito interessantes. E mais ou menos na segunda parte do livro, ele começa com relatos de espíritos que desencarnaram e que vieram trazer as suas experiências. Primeiro, espíritos felizes dão suas comunicações, depois espíritos medianos e, por fim, espíritos sofredores. Então, é um livro muito, muito interessante e que nos traz e pouco estudado também por todos nós, pouco conhecido e que nos traz ensinamentos oportunos, ensinamentos importantes para nós que estamos encarnados e também desencarnados. Aqui nós vamos falar sobre a segunda parte no capítulo um, é o capítulo que chama o passamento. É justamente explicando essa nossa passagem de encarnado para desencarnado, para que nós saibamos que isso faz parte e compreendamos e internalizemos de um processo natural da vida. Porque a partir do momento que encarnamos, a única certeza absoluta que temos é que deixaremos esse corpo carnal na terra e nossa vida prosseguirá enquanto espíritos imortais que somos. também eh tivemos por base o livro No Limiar do Infinito, que é psicografia de Joana e também eh psicografado, psicografia de de Divaldo e pelo espírito Jana de Angeles. Eh, e a gente vai começar, tava falando paraa norma desse livro aqui, Estante da Vida. É um livro que é uma psicografia de
m eh psicografado, psicografia de de Divaldo e pelo espírito Jana de Angeles. Eh, e a gente vai começar, tava falando paraa norma desse livro aqui, Estante da Vida. É um livro que é uma psicografia de Chico Xavier e ditado pelo pelo irmão X, que é Humberto de Campos, de histórias, histórias reais. Humberto de Campos, ele tem essa característica de trazer histórias, ele se denomina repórter do além. Então, ele vive situações, esse aqui é um dos primeiros livros dele e ele faz realmente um interrogatório, né? um interrogatório de repórter, porque ele realmente se coloca na posição de repórter. Vou contar um trechinho para encaixar aqui na nossa nas nossas reflexões dessa manhã, uma entrevista que ele fez com nada mais nada menos que a famosa atriz Marilyn Morrow. O é o primeiro capítulo desse livro e se intitula Encontro em Hollywood. Ele estava passeando em Hollywood com um grupo de espíritos estudiosos e entrou no cemitério, nesse cemitério que, segundo ele relata que é um cemitério muito lindo e ali viu as pessoas, os espíritos desencarnados que estavam e se deparou lá tem um uma parte, segundo narra aqui no livro, que estão eh enterradas as pessoas famosas, né, de Hollywood. Então ele foi até lá e de repente ele viu o túmulo da Mary em Moron. Certamente ele deveria ser um fã dela, porque ele quis ir até a lápide dela e o espírito eh superior que o acompanhava disse: "Olha, se você quiser, você não precisa somente ficar na lápide, ela está aqui." E então se dirigiram até o espírito da Marily Morrow, que estava ali num local mais bonito ali entre laranjeiras, se não me engano. Ela estava sentada ao lado de uma enfermeira, repousando a cabeça na no peito dessa enfermeira, visivelmente abatida. E aqui não fala quanto tempo depois da sua desencarnação havia se passado, mas ela estava em processo de recuperação. E aqui eu quero trazer, né, um trechinho e para quem se interessar, vá lá, adquira o livro, né, para eh ter as outras lições maravilhosas do livro e depois poderá ler com atenção o resto da
cuperação. E aqui eu quero trazer, né, um trechinho e para quem se interessar, vá lá, adquira o livro, né, para eh ter as outras lições maravilhosas do livro e depois poderá ler com atenção o resto da história, o início da história. Mas o que eu quero destacar aqui pra gente se até a lição de hoje é que Humberto de Campos eh diz para ela que a tese eh pergunta para ela sobre como foi a desencarnação dela. Ela diz que a tese do suicídio não foi verdadeira, né, e que na época ela se se achava sobunda depressão. Desde menina eu tô lendo para ficar mais fidedigno, né? ao que é relatado. Ela diz que desde menina ela sofria de altos e baixos em matéria de sentimentos por não saber governar a sua liberdade. E depois, naquele período em que ela desencarna, depois de noites horríveis, na qual ela se sentia desvairar por conta do processo de depressão, ela ingeriu quase semiinconsciente os remédios, né, que vieram a resultar na sua desencarnação, na suposição de que ela só estava tomando uma cápsula ou duas ali só para dormir. Na verdade, ela tomou muitas cápsulas e que veio e então gerou a sua morte. Então não foi um suicídio premeditado, foi um suicídio, como a gente diz, indireto, foi sem querer, na verdade, né? E Humberto de Campos pergunta se ela conseguiu dormir na grande transição, ou seja, quando ela desencarnou, ela conseguiu eh dormir, repousar. Ela fala que de modo algum e relata que quando a governanta bateu a porta do quarto dela, inquieta porque a luz estava acesa já alta horas da noite, ela acordou da sonolência que ela tinha, né? achava que ela estava dormindo. Eh, e aí ela começa a narrar o processo já sem saber que ela tinha desencarnado, começa a narrar o que que ela viveu ali. Ela narra que ela se sentiu duas pessoas, ficou bastante apavorada, sem saber de imediato o que que tava acontecendo. É, e não entendia como que ela era viva ali consciente, mas ao mesmo tempo ela enxergava o outro corpo idêntico ao dela, inerte, imóvel e que ela não conseguia ter acesso, né?
ue que tava acontecendo. É, e não entendia como que ela era viva ali consciente, mas ao mesmo tempo ela enxergava o outro corpo idêntico ao dela, inerte, imóvel e que ela não conseguia ter acesso, né? e acompanhou todo o processo ali que se seguiu, o as pessoas gritando, a polícia chegando. E então aqui ela diz que ela não quer relembrar esse processo que foi muito doloroso para ela e ele continua com outras perguntas, né, a ela e sobre o processo da sua desencarnação. Então, gente, como nós sabemos que passaremos pela desencarnação, como Marilyn Moron nos relata aqui, é um processo importante de nós de vez em quando pensarmos sobre ele, já que estamos aqui encarnados na Terra e entendermos como Joana de Angeles nos convida, para que quando passarmos por esse processo processo seja algo mais fácil. Quando, eu não sei se vocês têm esse hábito, mas não sei se foi minha mãe, meus pais que me ensinaram, mas quando eu vou para um local diferente, por exemplo, um concurso, ou preciso levar uma filha em algum local muito distante, uma cidade aí satélite que eu não conheço e que eu tenho tempo, né? Eu não posso atrasar um Enem, alguma coisa assim, um concurso, algo assim. Eu tenho o hábito de ir antes para ver como que é o percurso. Eu lembro quando eu passei no vestibular lá em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, mesmo que eu já conhecia a universidade antes do primeiro dia de aula. Eu não, eu possivelmente fui de ônibus porque não tinha cá, mas fiz todo o percurso tranquila para saber como chegar lá no meu primeiro dia de aula da faculdade. O que que é isso? É uma preparação. Nós estamos nos preparando para minimamente estarmos mais tranquilos e não tão ansiosos no dia exato daquela prova ou daquela situação desafiadora que a gente vai passar. Isso é uma preparação e é o que Joana deângeles nos convida. De vez em quando vamos pensar sobre isso, porque esse momento chegará inevitavelmente para todo mundo e ele precisa ser compreendido por nós de forma natural. Por que de forma natural?
es nos convida. De vez em quando vamos pensar sobre isso, porque esse momento chegará inevitavelmente para todo mundo e ele precisa ser compreendido por nós de forma natural. Por que de forma natural? Porque justamente vai acontecer, não é? Ele vai acontecer. Não é para ficarmos pensando mórbidamente, com medo ou com aquela coisa psicopata, né, de que, ó, vou morrer, então eu vou deixar tudo preparado, eu vou deixar tudo eh aqui, obviamente, sim, né? Tem pessoas deixam já preparado o seu inventário, corretíssimo. É um problema muito sério pros familiares, né, que ficam depois atarantados. com a morte do familiar, tristes com a morte daquele familiar, sentidos e muitas vezes desesperados. E se essa parte administrativa e necessária já estiver tudo OK, é muito mais fácil d prosseguimento da dos trâmites burocráticos quando uma pessoa desencarna. Então é isso que Joana deângeles nos convida e é sobre isso que a gente vai falar um pouco aqui nesses minutos breves que nós temos, né? Eh, como que a gente se prepara, né? Primeira coisa a gente conhecer um pouco do que acontece lá no céu e o inferno. Olha que interessante o que Allan Kardec nos coloca nessa parte do passamento. Ele diz assim: "A confiança na vida futura não exclui as apreensões da passagem desta vida outra. Muitas pessoas não temem a morte pela própria morte. O que temem é o momento da da transição. Sofre-se ou não se sofre na travessia? É isso que o que os inquieta. Então, será que a gente sofre? Será que todo mundo sofre? Não. E muitos de nós ao fazer. Então, vamos lá. Nós estamos encarnados esse corpo físico. Sei que em algum momento esse eu deixarei esse corpo físico aqui e meu espírito imortal que é, continuará na verdadeira vida. Para que eu continue nessa verdadeira vida como espírito imortal, com menos sofrimento, nós precisamos entender o que fazer durante a vida, inclusive o que acontece nessa transição para encararmos de melhor forma este momento. Então, como uma viagem, é uma viagem e por isso que ele chama de
precisamos entender o que fazer durante a vida, inclusive o que acontece nessa transição para encararmos de melhor forma este momento. Então, como uma viagem, é uma viagem e por isso que ele chama de passamento. Quando eu passo desta vida, como Jana de Angeles nos diz, para a verdadeira vida, que é a vida do espírito imortal, nós, se tivermos a percepção de, opa, como Marilyn Mor relata aqui, como posso ser eu aqui viva, mas eu estou vendo ali meu corpo inerte pelo relato dos espíritos desencarnados, quando nós temos essa consciência, ah, pera aí, eu acho que eu desencarnei, pera aí. Aí eu acho que eu passei pelo processo desencarnação. Essa consciência e esse aprendizado que vai vindo a nossa mente de tudo que a gente ouviu, de tudo que a gente pesquisou, de tudo que a gente tentou entender, isso vai aflorando e vamos dando então brechas mentais para que os para que nosso anjo da guarda e nossos amigos espirituais nos ajudem. Na via de regra, nós na média vamos estar um pouco como mais adoecidos ou eh sentindo aquele momento da separação dos nossos familiares com maior intensidade. E nesse momento, então, a espiritualidade, amiga, se nós formos ligando a Deus, o nosso pensamento, fazendo a racionalização desse momento, esses espíritos amigos conseguem nos ajudar. Os espíritos relatam aqui no no céu e o inferno que muitas vezes eles tentam ajudar os recentes encarnados. Entretanto, por essa falta de conhecimento da vida após a morte, eles não conseguem acessar, não conseguem se mostrar, não conseguem dizer: "Olha, preste atenção, nós estamos aqui na verdadeira vida. Vamos acalmar o coração, sentir este momento que é importante para todos nós e passar então para as próximas etapas espirituais ali que a gente lê". Já passamos por isso várias vezes, porque já reencarnamos diversas vezes e, portanto, já desencarnamos diversas vezes, mas não lembramos hoje aqui como é que é. Então, eh, falta para nós encarnados, eh, e alguns desencarnados, uma boa parte dos desencarnados, é, esse
vezes e, portanto, já desencarnamos diversas vezes, mas não lembramos hoje aqui como é que é. Então, eh, falta para nós encarnados, eh, e alguns desencarnados, uma boa parte dos desencarnados, é, esse conhecimento na Terra, lá no no céu e inferno, ele nos explica que nem a religião adentra profundamente sobre esse assunto e nem a ciência, porque a ciência agora que passa a estudar um pouco pouco mais a energia que nós temos além desse corpo físico, mas ela avança a passos muito lentos. Ainda tem poucos estudos e os poucos estudos não são divulgados e aceitos pela coletividade inteira da ciência terrestre. Então, falta essa explicação mesmo. E nesse nesse relato da Marily Morel, ela fala que realmente ela sentiu muita falta desse conhecimento da vida após a morte para conseguir se eh se encontrar ali naquele momento da sua desencarnação. É, e aí, gente, também entendendo um pouquinho que a gente vai ter uma maior ou menor dificuldade, como diz lá no nesse livro Céu e Inferno, nesse capítulo, para se separar, né, deixar esse corpo, porque ele vai ficar aqui e ele precisa ficar aqui e seguir o processo natural de transformação e devolução dos eh componentes químicos para a natureza. processo natural do nosso organismo físico e da forma como é a vida na Terra e o nosso espírito prosseguir vida adiante. Esse processo ele vai ser, será que a pergunta é, será que a gente sofre? O sofrimento vai depender do conhecimento que a gente tenha e da ligação do nosso espírito representado pelo perespírito, a ao nosso corpo físico, molécula, molécula, célula, célula. E essa ligação, ela é tanto mais forte, adivinhem? Quanto mais materializado nós somos, quanto menos moralizado nós somos, quanto menos conhecimentos morais e práticas morais nós façamos durante a nossa vida enquanto encarnados. Ou seja, quanto melhor eu sou em termos morais e intelectuais, melhor será a minha passagem para o outro lado da vida. Isso é representado nas outras religiões pelo céu e pelo inferno. Eu vou para o céu se eu sou
nto melhor eu sou em termos morais e intelectuais, melhor será a minha passagem para o outro lado da vida. Isso é representado nas outras religiões pelo céu e pelo inferno. Eu vou para o céu se eu sou bom. O que é ser bom, né, gente? O que que é ser bom? A gente sabe, tivemos os exemplos de Jesus e de vários outros que citamos aqui frequentemente, mas temos também espíritos que conviveram conosco recentemente e que tiveram uma desencarnação boa, né? boa, vamos chamar de boa, sem sofrimento, inclusive após o seu processo de desencarnação. Tio Nilson é um exemplo, é Nilson, né? não é Nelson, companheiro de Divaldo de anos e anos e anos, que fundou junto com Divaldo a Mansão do Caminho. É tratado no filme, né, que que fala a vida de de Divaldo. E ele era aquele esp aquele irmão, amigo que era a retaguarda, aquele que não é visto, aquele que tá aqui na primeira fileira, sempre estava na primeira fileira observando Divaldo, ajudando Divaldo e lá administrativamente na mansão do caminho para que tudo aquilo funcionasse e crescesse do tanto que cresceu, somente com recursos próprios e de doações íntegras das pessoas que lá frequentavam e da venda dos livros de Divaldo. Divaldo narra como foi ele desencarnou um pouquinho antes, assim, sei lá, uns 5 anos, não sei quantos anos antes de Divaldo, mas pouco tempo antes de Divaldo. E quem foi Nilson? Nilson foi um homem comum que fez o bem comum, aquele bem, quem dera, né, que a gente fizesse aquele bem que eles faziam de ir às noites, às madrugadas, naquele naqueles bairros muito pobres da Bahia, da cidade de Salvador, levar comida numa época em que não tínhamos os recursos que temos hoje, em que tudo era muito mais difícil do que hoje. Então esse era Nilson, era o tio Nilson, como chamavam, aquele que também fazia toda a parte administrativa, chata, financeira, que ninguém quer saber e que ninguém vê e que não é reconhecido por ninguém. Mas ele quando desencarna, primeiro descansa aqui no no céu e inferno, fala desse momento,
ministrativa, chata, financeira, que ninguém quer saber e que ninguém vê e que não é reconhecido por ninguém. Mas ele quando desencarna, primeiro descansa aqui no no céu e inferno, fala desse momento, mas lembra Maru descansar. Então, teríamos num processo de desencarnação natural, que seria o natural para todos nós, se estivéssemos na média do ser humano que está aqui na Terra fazendo o bem possível, aquela aquele momento de descanso, de sono, por isso tem essa figura do sono eterno. Então é até uma realidade, só não é eterno. É um um sono ali, porque estamos passando por um processo importante para o espírito. E depois ele é acordado. Então Joana de Angeles leva Divaldo para eh que quando Nilson acorde desencarnado, reconheça. Ele não era médium, então ele só conhecia Joana de Angeles das pinturas, das daquela figura que nós também só conhecemos pelas pinturas, para que ele reconheça não só a Joana, mas o amigo Divaldo. E isso foram, se não me engano, alguns meses depois, tipo dois meses depois que ele desencarnou. Então ele abre os olhos depois desse processo de descanso necessário e encontra Joana deângeles e Divaldo. O que eu quero dizer com isso? Não é difícil nós termos um processo bom, um processo sem traumas na nossa desencarnação. Por isso que é importante falar sobre isso, aceitarmos como um processo natural da vida e entendermos que neste momento não há o que se ter pavor se temos a consciência de que fizemos tudo o que estava possível ao meu alcance. Para aqueles que buscam o evangelho de Jesus na sua máxima capacidade, que não é sermos santos, mas sim o máximo que eu possa fazer dentro da minha condição de evolução em que estou, é isso que importa durante a nossa vida. E neste momento então da desencarnação, que a gente possa, como Patrick Shaz, que fez ghost, lembrar quando está acordando no plano espiritual, epa, mas eu fiz um filme e lá naquele filme havia a vida pós a morte. e a e esta lembrança facilitar a o seu processo de reentrância no plano
ghost, lembrar quando está acordando no plano espiritual, epa, mas eu fiz um filme e lá naquele filme havia a vida pós a morte. e a e esta lembrança facilitar a o seu processo de reentrância no plano espiritual, o seu processo de esclarecimento no plano espiritual. Então, para nós que já conhecemos um pouco do que é a vida material, do que é a vida espiritual, que nós possamos fazer o quê? nos prepararmos durante a nossa vida, fazendo todo o bem que nos for possível, já que a parte teórica, que é isso aqui que nós estamos fazendo aqui, e todos os demais, as demais palestras, os demais estudos, os demais esclarecimentos, livros, enfim, tudo que nós façamos, isso vai estar aqui na nossa cabeça e vai nos ajudar nesse processo de passamento, como está lá no céu e inferno, desta passagem. da vida material para a vida espiritual. Mas e Claudia, durante a vida física, que mais que eu tenho que fazer? O bem. O bem. Simples assim. o bem na medida do que eu consigo, porque ainda somos imperfeitos, cada um na sua régua evolutiva, na sua nota de evolução, mas que esse bem ele seja cada vez melhor, cada vez maior no nosso dia a dia, para que a gente possa de fato estar aqui cumprindo com a nossa maior missão, como diz lá no Evangelho Segundo Espírito ismo no capítulo 5º. Qual é a nossa maior missão? Ah, nossa maior missão é, eu tenho que ser presidente, eu tenho que ser um vereador, eu tenho que ser um grande político, um grande Não, a nossa maior missão é cumprir aquilo que está ao nosso alcance dentro da nossa família, com a responsabilidade bem cumprida sobre aqueles que estão ao nosso redor. caridade, a caridade moral, a caridade moral que nós muitas vezes esquecemos do sorriso para aqueles que não conseguem mais sorrir. Não é assim, Marilyn Molo, um espírito, uma pessoa que todos achamos, uma mulher linda para a época, feliz, a gente só lembra dela com eh fotos de uma mulher linda e feliz, mas que não conseguia vencer a sua depressão, os seus problemas internos. E será que alguém conseguiu
mulher linda para a época, feliz, a gente só lembra dela com eh fotos de uma mulher linda e feliz, mas que não conseguia vencer a sua depressão, os seus problemas internos. E será que alguém conseguiu entender essa mulher? Será que alguém conseguiu olhar para ela e enxergar esse processo oculto de dor que tinha ali? E quantas vezes a gente não consegue enxergar o processo oculto de dor dos nossos familiares, dos nossos amigos mais íntimos? não estão falando nem daquela caridade maior e perdemos a oportunidade de sermos bons. Nosso colega de trabalho, o nosso a pessoa que trabalha na nossa casa, que pega 2 horas às vezes de ônibus e que nós queremos que ela sempre entregue mais o nosso eh eventual colaborador que sempre entregue mais, que sempre entregue melhor. Sim, mas será que ele há alguma coisa a mais que eu posso fazer por essa pessoa? São esse é o nosso dia a dia, do bem oculto, do bem que ninguém enxerga, mas daquele bem que será a nossa construção, as pedrinhas de construção que nós estamos colocando para que quando chegarmos no nosso passamento tenhamos aquela oração que nem André Luiz, vocês lembram do do livro do do livro ou do filme Nosso lar espírito desencarnado, quando chega no plano espiritual tem uma pessoa que faz prece por ele, uma pessoa só, mas aquela prece o atinge e o auxilia, porque aquela pessoa estava fazendo uma prece verdadeira de agradecimento pelo pouco que ele tinha feito. E é isso que nós precisamos cultivar quando nós desencarnarmos. Se nós desencarnarmos hoje, teremos ao menos uma pessoa que vai fazer uma prece de gratidão por nós para que o nosso sofrimento daquela mínima angústia de deixarmos os nossos familiares, é a mínima angústia que a gente vai sentir é deixarmos os nossos familiares aqui, como uma viagem que a gente faz às vezes e a gente fica com coração apertado porque vamos ficar longe daquele daqueles quem amamos, não é assim? Então esse sentimento que vai, que pode nos afligir nesse momento dessa nossa passagem da vida encarnada para a vida
oração apertado porque vamos ficar longe daquele daqueles quem amamos, não é assim? Então esse sentimento que vai, que pode nos afligir nesse momento dessa nossa passagem da vida encarnada para a vida desencarnada, ele pode ser amenizado por esse bem que vamos construindo ao longo de nossas vidas. esse bem possível, esse bem que a cada um sabe até onde pode ir, porque sabemos que temos os nossos limites naturais e por isso estamos aqui. Esse bem, essa caridade moral, material, essa compreensão, vibrar positivamente, pensamentos positivos. Quando vemos uma morte muito trágica, lembremos o que fazia Chico Xavier, o que fazia Ivone Pereira. Vamos lá pegar aquele nome. Nem conhecemos aquela pessoa. E a gente põe no papelzinho ali atrás. É uma caridade que ninguém tá vendo, mas que a gente pode fazer para ajudar justamente no passamento, no desprendimento desse espírito que acabou de desencarnar, às vezes com mortes tão violentas. E às vezes a gente só fica preso no fato, meu Deus do céu, e acabamos piorando o nosso ambiente psíquico, primeiro, o ambiente psíquico, psicológico do nosso lar e daquele que acabou de desencarnar. Meus amigos, é um assunto importante de de vez em quando a gente pensar, de nós refletirmos e a cada dia nos trabalharmos interiormente para sermos melhores, para realmente quando chegar esse momento de passagem, que ele seja o mais natural possível para todos nós. Tenhamos uma excelente semana de muita paz e que todos consigamos sermos melhores a cada dia. Obrigada, gente. >> Obrigada, Cláudia. é um tema extremamente importante, principalmente porque quando a gente vê que 100% da humanidade vai passar por ele, simples assim, é a estatística 100% da humanidade, ninguém vai ficar para semente. E então é bom que a gente pense elocubrações malignas, macabras, ó meu Deus, como será? Pense o que que você tá fazendo hoje para você se tornar uma boa pessoa? Uma boa pessoa para continuar sendo uma boa pessoa. Não é para virar santo. Porque nós não vamos virar santos. Nós
, como será? Pense o que que você tá fazendo hoje para você se tornar uma boa pessoa? Uma boa pessoa para continuar sendo uma boa pessoa. Não é para virar santo. Porque nós não vamos virar santos. Nós não vamos ser perfeitos só com essa encarnação. Ainda vai demorar um bocado pra gente chegar nesse estágio. Chegaremos um dia, mas ainda demora. Então, enquanto não chegamos lá, que possamos fazer o possível no momento que se apresenta e que assim seja, gente. Eh, tinha aqui um avisinho que não está mais, mas eu vou repeti-lo porque ainda temos o tempo. Até dia 30 de novembro, a casa tá recebendo doações para compor as cestas de Natal das 300 famílias assistidas. O que se pede são itens eh acomodados, embalados em em embalagem de longa vida, algo que não vai se deteriorar no caminho até a entrega. sucos de caixa ou de lata, perdão, eh, batata frita, batata palha, coisas que não são habituais na dieta das famílias sempre, porque são coisas mais eh aquilo que a gente diz bobagem, aquelas bobagens, mas que a gente quando come diz assim: "Hog bobagem gostosa". Perdão. E a entrega pode ser feita aqui no almoxarifado, aqui do lado, até o dia 30 de novembro. Certo? Passaremos ao passe já já. Bom dia a todos. Boa semana. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos [música] pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia.
e coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os [música] nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o [música] teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música]
sas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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