PRÁTICA MEDIÚNICA NA GRAVIDEZ - É SEGUIRA? - Dr Paulo Batistuta (AMEES) [AME-DF NA SAÚDE INTEGRAL]
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Por estou aqui [música] para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. comunhão espírit. Boa noite a todos, a todos que nos acompanham pelos canais da TV Comunhão Espírita de Brasília. o nosso boa noite e que é com imensa alegria que estamos mais uma vez em mais uma edição do projeto Associação Médico Espírita do Distrito Federal na Saúde Integral. E hoje nós estamos encerrando esse ano de palestras com um convidado muito especial que é o querido colega Dr. Paulo Batistuta, que vai trazer um tema bastante interessante para todos nós e que necessita cada vez mais de trabalho e de e de conhecimento a respeito do tema que é a prática mediúnica na gravidez. E nós da Associação Médica Espírita do Distrito Federal fazemos parte da grande família da Associação Médica Espírita do Brasil, que hoje conta com quase 70 ames associadas em todo o Brasil e em Brasília especialmente. Nós também temos a nossa coirmã, a Associação Médica Espírita do Planalto, que temos aqui a Dra. Márcia Leon, que está nos prestigiando nessa noite, a quem nós também agradecemos. Então, sem mais delonga, nós vamos passar a palavra para a Dra. Antônia Marilene, que é a vice-presidente da Associação Médica Espírita do Distrito Federal, médica cardiologista, nossa querida amiga, para fazer a apresentação do nosso convidado e a prece inicial. Gostaria de avisá-los que aqueles que quiserem fazer alguma pergunta aqui no do público, vai ter um voluntário para poder coletar essa pergunta ou aqueles que nos quiserem fazer alguma pergunta pelo chat. Então, sem mais delonga, vamos passar aqui pra Dra. Antônia Marilene.
no do público, vai ter um voluntário para poder coletar essa pergunta ou aqueles que nos quiserem fazer alguma pergunta pelo chat. Então, sem mais delonga, vamos passar aqui pra Dra. Antônia Marilene. >> Boa noite a todos. Vamos inicialmente falar do nosso colega Paulo Batistuta, é médico ginecologista obstetra. Ele também é membro atuante da Associação Médico Espírita do Espírito Santo, dirigente de reuniões mediúnicas na comunidade cristã Esperança e faz um trabalho imenso. Daí saiu o livro acerca da mediunidade, então é um estudioso e praticante. Então, todos que estiverem presentes ou pelo chat através do YouTube, que tiver alguma pergunta acerca do assunto, que eu tenho certeza que surgirá, eh, pode colocá-la que o Paulo estará aqui com prazer para realizá-la. Então, vamos neste momento colocarmo-nos em condição da conexão com o Criador, respirando, colocando o coração em abertura para a receptividade das vibrações amorosas que a espiritualidade amiga derrama sobre este ambiente para todos aqueles que aqui estão. possam de uma forma melhor absorver tudo aquilo que o nosso irmão trará, ondas de amor para que ele possa discorrer sobre o tema com claridade para todos nós. Que assim seja. Com a palavra batistuta, muito bem-vindo. Que Deus o envolva. >> Boa noite a todos. Eh, agradeço muito as palavras carinhosas da Antônia Marilene, né, da Fabíola. É um prazer estar aqui na comunhão espírita de Brasília, encontrando amigos e podendo fazer algumas reflexões a respeito desse assunto que me toca pessoalmente bastante, porque como médico obstetra por ofício, né, eu recebo no consultório, recebo no pré-natal mulheres que são médiuns, que sabem que eu sou espírita, vem fazer o pré-natal comigo e são trabalhadoras de uma reunião medi única da desobsessão. E elas perguntam: "Doutor, e agora? Continuo?" E elas estão fazendo uma pergunta para um profissional. Eu tenho que dar uma resposta técnica. Por um outro lado, na casa espírita, a gente trabalha com a mediunidade e tenho um
r, e agora? Continuo?" E elas estão fazendo uma pergunta para um profissional. Eu tenho que dar uma resposta técnica. Por um outro lado, na casa espírita, a gente trabalha com a mediunidade e tenho um grupo que eu coordeno de mediunidade e também já tivemos a oportunidade de médiuns desse grupo engravidarem e da mesma forma a gente precisou tomar a decisão juntamente com os colegas. Esse não é um assunto eh que foi tratado diretamente por Allan Kardec. Então, se nós buscarmos na literatura espírita, nós não temos um texto de Allan Kardec em nenhuma das suas obras. Nós consultamos, visitamos todos os livros de Kardec e a revista espírita e não tem uma fala específica onde ele discorre sobre esse assunto. Então é natural que haja dúvidas e nós temos percebido, né, ao longo dos anos que isso tem dividido opiniões. Alguns dirigentes acreditam que é é útil que a mulher participe da reunião mediúnica e, pelo contrário, outros acham que é um problema, que é perigoso, que não deve, que causa riscos para o bebê. Então, esse embate, né, essa essa busca íntima nos motivou junto com colegas lá da Casa Espírita onde nós frequentamos, da nossa associação médico Espírita no Espírito Santo, a aprofundarmos um estudo a respeito desse tema. E nós vamos fazer então algumas considerações. Eh, inicialmente, como eu falei, Allan Kardec não trabalhou diretamente com o assunto, mas ele no livro dos médiuns, quando fala da segurança na prática mediúnica, ele traz algumas considerações que nós podemos inferir, considerar pra mediunidade na gravidez. Então ele ele escreve lá, os espíritos, né, o instruíram e está notado. O exercício muito prolongado da mediunidade fadiga, mas o reparo vem pelo repouso. Isso para mulher grávida e paraa mulher não grávida, né? Abuso aa, né? abuso do lado de fora. Poderá haver inconvenientes pela prática mediúnica, dependendo da condição moral e física da pessoa. Deverá abster-se ao sentir-se fadiga. Então, olha que interessante. Eh, poderá haver inconvenientes.
oderá haver inconvenientes pela prática mediúnica, dependendo da condição moral e física da pessoa. Deverá abster-se ao sentir-se fadiga. Então, olha que interessante. Eh, poderá haver inconvenientes. Poderá haver inconvenientes na prática mediúnica na gravidez? depende da condição moral e física da gestante. Se é uma gestante que está harmonizada, é uma gestante que está eh ligada realmente aos seus benfeitores, ela sabe muito protegida. E dentro da casa espírita, dentro de um trabalho mediúnico, esse trabalho é imenso, né? Nós já lemos a respeito dos bastidores espirituais de uma casa espírita, a dimensão espiritual do centro espírita. Se tem um número grande de trabalhadores encarnados, tem um outro tanto muito maior de desencarnados. Então, essa prática mediúnica, ela é bem assistida, mas é necessário que haja uma sintonia do médium, dos trabalhadores com esses benfeitores espirituais. Então, isso aqui é importante de qualquer maneira na prática mediúnica. Há pessoas que devem evitar qualquer causa de super excitação. Então, o Kardec na sua época ele não falava de transtornos psiquiátricos, como nós falamos hoje. Então, tem pessoas que são muito sensíveis, eh, estão à beira de um colapso, já estão precisando de um tratamento psiquiátrico e não estão providenciando. Então, essa pessoa, se puder ser poupada de um trabalho antes de se tratar, é muito bom. Então, que tratem as suas dificuldades, as suas fragilidades emocionais, psiquiátricas, quando estiverem harmonizadas, é mais conveniente a prática mediúnica. Da mesma forma, então, na gravidez. Ainda no item 221, nessa pergunta cinco, a mediunidade, Kardec pergunta se a mediunidade poderia causar loucura, né? Na época de Kardec, um pouco depois, aqui no Brasil, né? Dr. Felício Roxo, psiquiatra no Rio de Janeiro, ele falava que o espiritismo causava uma verdadeira epidemia de loucura, que a pessoa ser médium levava a condição de loucura, transtorno psiquiátrico. Na nossa fala de hoje, Kardec fez essa pergunta diretamente. A mediunidade não produzirá
verdadeira epidemia de loucura, que a pessoa ser médium levava a condição de loucura, transtorno psiquiátrico. Na nossa fala de hoje, Kardec fez essa pergunta diretamente. A mediunidade não produzirá loucura se ela já não existir em germe. Ou seja, a pessoa já tem a sua dificuldade, já tem o seu transtorno, não está tratando. exercer a mediunidade sem o devido amparo pode sim piorar esses problemas. Então, devemos ter todo cuidado, pois nesse caso qualquer abalo será prejudicial. Avançando aí na nossa busca da literatura espírita, nós fomos ao livro Dobsessão do André Luiz, quando ele considera eh que é razoável aceitar como motivo justo de ausência aos trabalhos mediúnicos os cuidados decorrentes da gravidez, decorrentes da menstruação, onde a mulher pode ter cólicas fortes, desconfortos. E na gravidez, eh, ele só coloca assim: decorrentes da gravidez, não entra em maiores considerações. Tem um texto aqui adiante que vai discorrer mais, então vou deixar o comentário para depois. Eh, pelo nosso irmão Raul Teixeira, pelo espírito Camilo, nesse livro Desafios da Mediunidade, o espírito Camilo, então, ele considera, foi perguntado diretamente eh ao Raul Teixeira e o espírito Camilo fez as respostas. gestantes podem participar das reuniões mediúnicas? E o espírito Camilo diz, eu resumi a resposta, não há impedimentos para as gestantes saudáveis. Então, uma mulher que tá saudável pode. Aí eu fico pensando como obsteto, o que que é saudável? Anemia é doença, pô. Se for anemia leve, pode. Mulher que teve infecção de urina, pode, pô. Pode, né, gente? Pelo amor de Deus. É uma infecção trivial. Se não for uma pielonefrite, se não tem uma cepicemia, é uma infecção leve que acaba fácil. Pode uma hipertensa? Pode, Dra. Antônia Marilene, uma hipertensa que tá controlada, tá leve, talvez seja um caso possível, mas aquela que tá descompensada, tá edemaciada, tá tá grave a situação dela, o bebê tá crescendo menos do que devia, talvez não seja prudente, né? Eles não entram nos quadros clínicos, mas ele
ssível, mas aquela que tá descompensada, tá edemaciada, tá tá grave a situação dela, o bebê tá crescendo menos do que devia, talvez não seja prudente, né? Eles não entram nos quadros clínicos, mas ele fala: "Para mulheres saudáveis não tem impedimento." E ele considera: Deus assiste todos, mas a gestação merece uma assistência ampliada, porque tem nós temos o protetor da mãe, o protetor do bebê, então é uma proteção dobrada, dupla, né? Essa mulher, essa criança, eles estão guardados. É possível uma prática, eles estão muito bem guardados. E olha só que interessante, eu até frisei o verbo a gestante deverá exercer a passividade mediúnica e as demais funções da reunião mediúnica. Deverá, eu achei tão forte falar deverá. Ele não fala poderá, ele disse deverá. Vamos guardar essa palavrinha. E ele diz também que ausentar-se, a mulher deve ausentar-se da reunião mediúnica ao sentir-se cansada de ficar muito tempo assentada. Então, o André Luiz tinha pontuado desconfortos da gestação, ficar muito tempo assentado, porque a gente sabe, né, a grávida no finalzinho da gravidez, sei lá, com 7 meses, 8 meses, depende de cada uma, dá vontade de levantar, de fazer um xixi, tem dor nas costas, às vezes é muito difícil ficar muito tempo sentado ali, como é o caso da reunião mediúnica. E ele coloca o seguinte, que eu achei interessantíssimo também, por que que ele coloca isso justamente nessa resposta? Deus investe em cada encarnação, inclusive de uma mulher grávida, as mais punjantes bênçãos. Ou seja, parece que ele tá colocando aqui uma especialidade, uma especialidade que é a gravidez associada à mediunidade. É uma médium e agora grávida, ela tem uma qualidade a mais. E será que é por isso que ela deverá exercer a passividade? Eu tô trazendo perguntas, tá, meus amigos? e que vocês vão colocando essas perguntas para fermentar aí pra gente pensar nas possíveis respostas. Divaldo Pereira Franco, nosso saudoso Divaldo, né? Ele foi interpelado e as respostas, perguntas estão nesse livro
colocando essas perguntas para fermentar aí pra gente pensar nas possíveis respostas. Divaldo Pereira Franco, nosso saudoso Divaldo, né? Ele foi interpelado e as respostas, perguntas estão nesse livro Qualidade da Prática Mediúnica, do projeto Manuel Filomeno de Miranda. Até quando uma mulher em gestação pode permanecer atuando em reunião mediúnica? Até quando? Ele já considera que pode, né? Até quando é prejudicial ao feto o trabalho psicofônico exercido pela mãe? E que, meus amigos, trabalho psicofônico, nós sabemos, a psicofonia dentro da casa espírita é desobsessão. Às vezes é receber benfeitor, mas às vezes é receber irmãos muito sofridos, muito revoltados, inimigos da causa espírita, inimigos do Cristo, espíritos vingativos, espíritos ardilosos. Então o Divaldo Franco, ele não diferenciou nem o Raul Teixeira não diferenciaram que tipo de espírito. Eu acho importante nós considerarmos isso, porque na nossa preocupação de médico, de pais, de mães, a gente fala assim: "Ai, meu bebezinho, não quero que for meu bebê a risco, isso é é realmente seguro?" Mas é uma fala interessante aqui, é prejudicial pro feto. Então o Divaldo, ele responde o seguinte: "Essa foi a pergunta feita ao Divaldo e ele explica que os processos da reencarnação e da psicofonia são diferentes." E ele explica: "Na reencarnação, o espírito, ele está profundamente vinculado ao corpo, né? está se vinculando a um corpo e esse corpinho tá dentro do corpo da mãe e ele está se desenvolvendo a partir dos nutrientes que a mãe oferece. é um processo e na psicofonia ocorre outro processo. Então, num é um corpinho que tá sendo formado para um novo para um espírito que vai nascer ali. E na psicofonia, na comunicação mediúnica, é uma imantação de um espírito comunicante com o espírito da mãe. O espírito do bebê não entra nesse circuito mediúnico, ele está à parte. Então, a ligação do processo da psicofonia, da comunicação não envolve o bebê. Não envolve o bebê. Então, é interessante isso. O processo mediúnico não interfere no
rcuito mediúnico, ele está à parte. Então, a ligação do processo da psicofonia, da comunicação não envolve o bebê. Não envolve o bebê. Então, é interessante isso. O processo mediúnico não interfere no processo reencarnatório. O processo reencarnatório não interfere no processo mediúnico, né? Quando se tratar de uma gravidez com problemas, é justo que essa mulher interrompa as comunicações mediúnicas. Claro, já comentamos anteriormente, né? Mesmo posicionamento do espírito Camilo. Numa outra ocasião, e me pareceu bem emblemático que tá nesse livro, Em nome do amor, foram entrevistas que o Divaldo Franco respondeu e a perguntas, né? E no caso essa entrevista sobre mediunidade na gravidez foi no salão nobre da Federação Espírita Brasileira no Rio de Janeiro. Então perguntaram pro Divaldo, mulheres que já frequentavam reunião mediúnica e ficam grávidas, poderão continuar na tarefa mediúnica? Sem dúvida, podem e devem. Podem e devem. Há uma lenda em torno da qual seria prejudicial para o feto. A gestante pode dar comunicações tranquilamente até o momento em que a postura física lhe seja incômoda. Então, nós temos aqui eh algumas opiniões interessantes, né? Allan Kardec falando da segurança da prática mediúnica. André Luiz aponta uma direção, o espírito Camilo é mais explícito e Divaldo Franco bem mais explícito ainda. Percorrendo os livros eh autores como Sueli Caldas Schubert, Hermínio Miranda e tantos outros mais antigos e contemporâneos, inclusive autores da metapsíquica, como Ernesto Botisano, eh, Oliver Lod, etc., nós não encontramos referência prática mediúnica na gravidez. Então, na literatura espírita, foi basicamente foram essas recomendações. E vou falar para vocês que como médico eh obstetra e dirigente eu me senti eh ainda com perguntas. Ainda tinha pergunta, porque eu confio muito no Divaldo Franco, gosto muito do Raul Teixeira, eu confio muito na mediunidade dele, mas a gente sentia falta de alguma explicação maior. Então nós começamos a observar os casos que
e eu confio muito no Divaldo Franco, gosto muito do Raul Teixeira, eu confio muito na mediunidade dele, mas a gente sentia falta de alguma explicação maior. Então nós começamos a observar os casos que chegavam para nós e consideramos lá no nosso grupo mediúnico que era possível a gestante participar da reunião mediúnica, segundo esses conceitos aqui que foram trazidos e fomos observando como acontecia com essas mulheres e fizemos eh alguns trabalhos empíricos, alguns trabalhos de observação, eh seguindo o método tradicional da ciência que a gente usa lá na faculdade de medicina, a gente usou esse mesmo critério. dentro da casa espírita. E eu queria apresentar então para vocês alguns desses resultados que nós observamos. Então, eh nós publicamos esses resultados nesse livro Prática Mediúnica na gravidez. É uma publicação de 2024 da Associação Médico Espírita do Brasil. Na primeira parte nós apresentamos em 100 páginas mais ou menos uma revisão da literatura. Isso que eu apresentei foi um cheirinho e lá nós ampliamos bastante tanto do ponto de vista médico quanto do ponto de vista espírita. Nós tratamos de questões como o trabalho, por exemplo, como é que é o impacto do trabalho na vida de uma mulher, trabalho mediúnico e, enfim, e assuntos mais específicos do espiritismo, né, a prática mediúnica das mulheres que engravidam. E na segunda parte nós então colocamos alguns os nossos resultados. E isso também foi motivado para nós, foi uma motivação a partir dos nossos trabalhos na nossa casa. A comunidade Espírita Esperança em Vitória tem 14 reuniões mediúnicas. E nessas reuniões mediúnicas, como vocês podem perceber, antes da pandemia, em 2019, eram 79% médiuns ostensivos do sexo feminino e agora depois da pandemia em 2023 eram 85.7, ou seja, na nossa casa. E aí a gente vê isso na literatura. Na maioria os médiuns são mulheres e muitas mulheres estão em franca idade reprodutiva. Nossa casa tem muita menina que trabalha na mediunidade e daqui a pouco vai aparecer grávida. Então isso
ratura. Na maioria os médiuns são mulheres e muitas mulheres estão em franca idade reprodutiva. Nossa casa tem muita menina que trabalha na mediunidade e daqui a pouco vai aparecer grávida. Então isso também nos obrigou a fazer essa observação mais profunda. Então nós queríamos nós queríamos compreender isso bem. Eh, um do um dos trabalhos que nós fizemos é que foi o seguinte, nós fizemos reuniões mediúnicas instrutivas, como nós já estudamos lá no nosso grupo. Esse tema, prática mediúnica na gravidez, nós tínhamos dúvidas, nós queríamos saber detalhes e essas dúvidas nós fomos anotando ao longo dos anos de prática mediúnica. Então, o nosso grupo de estudo esperança, que é um grupo ligado ao grupo mediúnico Esperança, o grupo mediúnico Esperança, ele tá associado ao grupo de estudos esperança, participa quem quer. Então, metade dos trabalhadores da reunião mediúnica participam desse grupo de estudo. E a gente foi coletando as eh perguntas. Nós já estudamos alguns assuntos dessa maneira, como, por exemplo, eh, choque anímico, zoantropia, desdobramento. Agora nós estamos estudando reuniões mediúnicas no plano espiritual e nós estudamos prática mediúnica na gravidez. Então, nós fizemos duas reuniões mediúnicas instrutivas, como Kardec ensina no livro dos médiuns. Nós tínhamos uma lista de perguntas, nós preparamos o grupo para receber eh para para comunicação mediúnica, não para receber irmãos sofredores, mas benfeitores que pudessem dar explicações para as nossas perguntas. Fizemos duas sessões e nas duas sessões usamos médiuns diferentes e os médiuns não conheciam o o resultado um do outro do do grupo. Cada cada grupo deu fez o seu trabalho e depois eu conheci dos dois porque eu tava coordenando, mas os outros não. E nós transcrevem, gravamos as sessões, foram duas sessões distintas, nós gravamos, transcrevemos o conteúdo e aí eu trouxe então algumas falas eh dessas reuniões instrutivas. A reunião durou 1 hora. A transcrição de cada sessão deu cerca de 10, 12 páginas
es distintas, nós gravamos, transcrevemos o conteúdo e aí eu trouxe então algumas falas eh dessas reuniões instrutivas. A reunião durou 1 hora. A transcrição de cada sessão deu cerca de 10, 12 páginas de Word. Então assim, foi um, foi muito foi muito legal. Imagina você poder fazer uma entrevista dessa com um amigo que chega com boa vontade. Então, nós tivemos a felicidade de receber no dia 12/05 um espírito que chegou eh se dizendo Sheila e criou uma comoção na médium, porque esse espírito, irmã Sheila, não é frequente na nossa casa. E a gente não não tava habituado. E a médico ficou muito emocionada e e falou assim: "Mas e a irmã Sheila?" Eu falei assim: "Faz seu trabalho, depois nós vamos julgar. Primeiro a gente faz as perguntas, você recebe aí as comunicações, depois nós vamos ver eh o que que a gente considera, a gente vai fazer análise disso." E eu perguntei, eh, porventura a irmã Sheila, conhecida nos meios espíritos, né? Benfeitora aí, enfermeira, tal, ela falou assim: "Eu sou a irmã Sheila". que acompanha as mulheres que tiveram dificuldades com a gravidez e que sofrem muito com as perdas de estacionais. Nós temos um trabalho de acolher essas mulheres que passaram pelo aborto e também de ajudar esses espíritos que não conseguiram completar a sua encarnação. E foi falando muito suavemente. E eu pensei comigo, ah, eu não quero falar de aborto, eu quero falar de mediunidade na gravidez. Mas já estamos aqui, vamos continuar. A médium acalmou, fizemos a entrevista e no final, de fato, ela se mostra, a irmã Sheila se mostra com o seu esplendor e foi uma comunicação linda. E ela coloca pra gente o seguinte, também resumindo algumas falas dela. Há perigo pelo desequilíbrio da médium, não pelo ato mediúnico em si. É a mesma coisa que Kardec já tinha falado. Então o perigo existe no desequilíbrio da médium. Pode ocorrer dano paraa gestante desequilibrada emocionalmente envolvida por um espírito conturbado. Isso despertaria no feto emoções similares às suas. Então imagina uma
e no desequilíbrio da médium. Pode ocorrer dano paraa gestante desequilibrada emocionalmente envolvida por um espírito conturbado. Isso despertaria no feto emoções similares às suas. Então imagina uma mulher que é médium e vive nas baladas, vive na rua, no dia a dia, toda perturbada, ela tá sediada, o bebê recebe as influências. A mesma coisa no centro espírita, não é? Porque ela entrou no centro espírita que ela deixa de receber influências negativas. Por um outro lado, mulheres que estão equilibradas, que passam por todo tipo de assédio, mas estão equilibradas, conectadas, tem todo tipo de proteção, né? A mãe tem um dispositivo próprio de proteção da sua cria. Achei interessante isso. Se nós temos uma proteção para nós, para quem trabalha com mediunidade, tá equilibrado e bem preparado pro trabalho, né? uma mediunidade com Jesus. O feto, no caso de uma mulher grávida, tem um dispositivo especial a seu favor, além dessa proteção ordinária. Na comunicação, o bebê sente a interferência do espírito, mas não ao ponto de ser perturbado ou prejudicado. Então, foi hoje eu vim de avião para Brasília e teve uma turbulência, deu uma sacolejada, mas todo mundo chegou bem. É isso. A mãe recebe um espírito, um espírito que mexe com a sua emoção, mexe com seu corpo e pode realmente ser uma comunicação intensa, mas uma médium que tá habituada, que é bem educada, ela suporta isso muito bem. O bebê percebe sem ser perturbado. OK? Os dirigentes espirituais da reunião mediúnica designam espíritos adequados à condição gravídica sem prejudicá-la. Então, os espíritos que coordenam o trabalho mediúnico trazem os sofredores, trazem os espíritos revoltados, trazem os espíritos que vão ser atendidos amorosamente no trabalho. E eles é que vão definir qual médium é mais apto para receber, qual espírito. Então, quando chega um espírito para um determinado médium, o endereço tá certo. É com endereço certo. é porque aquele médium tem uma combinação de energias adequada para o caso. OK? Então, os dirigentes
ão, quando chega um espírito para um determinado médium, o endereço tá certo. É com endereço certo. é porque aquele médium tem uma combinação de energias adequada para o caso. OK? Então, os dirigentes espirituais da reunião mediúnica designam espíritos adequados à condição gravídica sem prejudicá-lo. Zelamos por isso, com grande responsabilidade e contamos com os encarnados. Achei interessantíssimo isso. E contamos com as mulheres grávidas. Tô entendendo aqui. E contamos com as mulheres grávidas. Olha, mulheres grávidas, pode ter comunicação, seu bebê tá protegido, nós estamos cuidando de vocês muito bem e precisamos desse trabalho de vocês, grávidas. Eu tô entendendo aqui nessa fala, né? Um outro espírito em outra sessão, no dia 18 de agosto de 2023, um médico Seusin, não era um espírito habitual também na nossa casa. E ele respondeu o seguinte, ele instruiu o seguinte. Na reunião mediúnica, os benfeitores espirituais utilizam nanotecnologia e princípios da física quântica para instalarem um filtro minúsculo no cordão umbilical, que filtra o sangue da gestante como se fosse uma máquina de diálise, retendo substâncias deletérias adivindas do estresse, da ansiedade, dos sentimentos negativos experimentados durante a comunicação e levando ao bebê apenas energias revigorantes e tranquilizadores. Eu achei interessantíssima essa fala dele e fiquei pensando, esse filtro é a nível espiritual, não é um filtro que coloca no corpo físico da gestante, mas no seu perespírito. Será que esse filtro ele trataria de modular, de modificar o funcionamento de neurotransmissores? Porque ele tá falando aqui relacionado com substâncias derivadas do estresse, da ansiedade, dos sentimentos negativos, porque é através dos neurotransmissores, dos neurohormônios que ess mensagens são levadas às diversas partes do corpo, né? Os nossos sentimentos, eles refletem atividade muscular, atividade de todos os órgãos a partir desses neurohormônios. E então a espiritualidade usaria um processo dessa
s diversas partes do corpo, né? Os nossos sentimentos, eles refletem atividade muscular, atividade de todos os órgãos a partir desses neurohormônios. E então a espiritualidade usaria um processo dessa forma. Achei interessante pensar sobre isso. Ele também disse o seguinte: "Passes são ministrados pelos colaboradores espirituais, formando um campo magnético ao redor do feto, enchendo o líquido aminiótico de luz protetora e revigorante, bloqueando as ondas mentais maternas e do espírito comunicante durante a prática mediúnica". Hum, que interessante. Quer dizer, enquanto o trabalho tá acontecendo, tem o espírito comunicando, tem o benfeitor da da médium tomando conta dela e tem outro outros dando passes e cuidando aqui do bebê, fazendo essa proteção através de passes e desviando do bebê qualquer interferência mais intensa que pudesse eh trazer algum desconforto, algum prejuízo pro bebê. Então, achei bem interessante quando esse espírito Siosim comentou isso, a médium, a Solange, ela teve uma visão, essa visão que tá na capa do livro, luzes que estavam inundando o líquido aminiótico, luzes, o o útero fica inundado de luz, o feto fica protegido nesse ambiente de energia, uma energia diferente, uma energia amarela que circula, que não fica estática. A médium Thaí, que eu vou falar dela daqui a pouco, teve a mesma visão na sua experiência de grávida. E a médium Cristina, que também participou desse trabalho, teve a mesma visão. E conversando com elas individualmente, elas foram relatando e a gente então pediu pro capista, pro artista que fez a capa modificar a arte, que ele tinha botado pouca luz, fã, bota mais luz aí nesse útero. Então é isso. O espírito seim também informa o seguinte, que há benefícios pela prática da mediunidade na gestação. Ele fala que há conexão direta com mentores espirituais que ajudarão a trabalhar questões reencarnatórias de vidas passadas envolvendo a gestante seu bebê. Então, a toda gestante bebê tem a proteção, mas ali ele, a mãe tá fazendo
a com mentores espirituais que ajudarão a trabalhar questões reencarnatórias de vidas passadas envolvendo a gestante seu bebê. Então, a toda gestante bebê tem a proteção, mas ali ele, a mãe tá fazendo uma oferta do seu tempo livre, uma oferta da sua saúde, uma oferta das suas energias. Ela tá fazendo um trabalho de devoção ao próximo. Então, ela merece um plus de cuidados também. E eles fazem isso, eh, influências benéficas dos espíritos protetores de uma forma geral. Imagina participar de uma reunião mediúnica durante uma hora, estando em contato com benfeitores muito mais desenvolvidos do que nós. Nós lemos aí a série André Luiz, nós lemos a os livros do Manuel Filomeno de Miranda e ficamos encantados, né? Quem não se encantou com Anisseto, com Gúbio, com Alexandre, com esses benfeitores maravilhosos que vem mostrando o mundo espiritual para André Luiz. Pois é, eu acho que na nossa casa espírita tem benfeitores do mesmo naipe deles. Não tem escritor para descrever a reunião mediúnica como André Luiz, mas tem esses espíritos. Qualquer casa bem intencionada, qualquer trabalho mediúnico é muito bem assistido por pessoas muito desenvolvidas, muito elevadas. E durante o trabalho mediúnico, essa uma hora que nós ficamos ali nesse trabalho, nós temos o privilégio. É como se nós estivéssemos ouvindo uma pregação de uma pessoa muito famosa. Não vou falar de Jesus, mas vou falar de um apóstolo de Jesus. A gente tem o benefício de est ali vendo isso acontecer na nossa frente durante uma hora. É um contato privilegiado. Também o exercício da caridade beneficia ambos, mãe e filho. Nesse momento em que ela trabalha com a mediunidade, ela está exemplificando pro seu bebê o amor ao próximo. E a assistência espiritual, ela não vai faltar de forma alguma e é intensificada nas dificuldades dessa gestante. Então, foi esse extrato que eu quis trazer das comunicações dessas duas reuniões. no livro isso ocupa 20 páginas e tá bem mais escrito em muitas outras perguntas. Queria trazer agora o relato de duas
Então, foi esse extrato que eu quis trazer das comunicações dessas duas reuniões. no livro isso ocupa 20 páginas e tá bem mais escrito em muitas outras perguntas. Queria trazer agora o relato de duas médiuns que trabalharam conosco a nossa experiência. E aqui, meus amigos, eu eu tô falando da experiência que nós tivemos, vou apresentar para vocês e aberto à crítica, né? Então, a primeira delas é a Thaí. Ela uma mulher de 29 anos, primeiro filho, jornalista, advogada, saudável. Ela teve uma restrição de crescimento do bebê a partir da 32ª semana. Teve um parto normal com 38 semanas e 3 dias e um pós-parto normal. O bebê nasceu e uma menina, né? Nasceu com 2, 400 mais ou menos baixo peso, mas a Thaísa é pequena e o e o marido também pequeno. Então foi considerado um bebê pequeno simplesmente sem doença. Nasceu com uma nota boa de ápiga, né, 8 e9. Teve alta no tempo regulamentar, 36 horas. mentor normalmente. E a e a Júlia Bigaí hoje tem 7 anos e é uma menina chuchu. Tudo certo. Do ponto de vista espírita, ela, a Thaíse, trabalhou na mediunidade até 37 semanas de gravidez. Ela aguou a vidência, a audição, alguou a vidência, a audição e a psicografia ficaram inalteradas. E a psicofonia, ela notou que ela passou a apresentar uma conexão espiritual mais lenta. Então assim, se ela desse três comunicações no dia na na reunião, a primeira demorava a engatar, depois fluía normal, né? A Thaí filha da Elsa, que teve cinco gestações e trabalhou mediunicamente. Ela é médium de pai e mãe. O o Serg, pai dela é médium, a Elsa também é médium. E a Elsa trabalhou nas cinco gestações. Para Thaísa era mais do que natural também. Essa menina, ela quando ecludiu sua mediunidade, ela pediu pra mãe levá-lo pro sanatório. Ela tinha feito evangelização da criança, tinha feito mocidade, mas ela não conseguia controlar a mediunidade e tava tão perturbada no começo da sua mediunidade que ela chegou a pedir a mãe para interná-lo. Então eu acredito que quando ela conseguiu seu equilíbrio, foi tão um
conseguia controlar a mediunidade e tava tão perturbada no começo da sua mediunidade que ela chegou a pedir a mãe para interná-lo. Então eu acredito que quando ela conseguiu seu equilíbrio, foi tão um alívio tão grande para essa mocinha, de maneira que agora grávida, ela não queria correr o risco de ficar longe desse trabalho que a protegia. trabalho da mediunidade a proteger. Ela disse que se sentia fortalecida e amparada e passou a apresentar uma maior frequência de comunicações envolvendo a relação de pais e filhos, preparo para reencarnar e aborto. Ficou mais frequente na comunicação dela esses tempos. O segundo caso é da Sofia, minha sobrinha. A Sofia, ela tinha 36 anos de idade, advogada, primeiro filho, teve diabetes gestacional, tava bem controlado o diabetes. Ela induziu o parto com 40 semanas por causa do diabete. Nasceu um bebê bem grande, né, de 4,G, 200 quase, e foi de cesariano, não deu pro parto, mas teve um pós-parto normal, teve auto no período regulamentar e e hoje a Elis Núria, ela tem três aninhos e uma menina também saudável, tudo bonitinho. A a Sofia atuou até a 35ª semana de gravidez. Para ela, a visão foi suprimida, a intuição ficou incipiente, diminuiu, mas ela passou a apresentar um desdobramento muito, muito intenso, muito claro e ela visitava regiões assim, trabalho pra gente grande. Ela ia para regiões de muito sofrimento, de muita dor e ela contribuiu muito nos trabalhos que ela participou, mas ela sentia um forte amparo espiritual durante o trabalho mediúnico, como se fosse uma blindagem. E ela sentia que o bebê tava protegido, como se fosse ela aqui e a bebê ali. E o trabalho era com ela e ela sentiu assim protegida. As comunicações se tornaram mais leves. Vírgula, né? vírgula, envolvendo energias menos pesadas, mais espíritos sofredores e menos espíritos vingativos. Porém, esses espíritos sofredores eram muito sofredores. Às vezes o trabalho de resgatar espíritos em furnas, em cavernas, em locais difíceis, não é um trabalho simples. E ela teve a
ritos vingativos. Porém, esses espíritos sofredores eram muito sofredores. Às vezes o trabalho de resgatar espíritos em furnas, em cavernas, em locais difíceis, não é um trabalho simples. E ela teve a disciplina, ela conseguiu fazer isso. Comparando com a sua segunda gravidez, onde ela não trabalhou com a mediunidade, ela se sentiu mais vulnerável. Ela falou isso para nós num seminário que nós fizemos lá na nossa casa sobre esses estudos. E ela então acha que na primeira gravidez ela teve uma proteção espiritual. Ela sentiu mais conectada com a sua espiritualidade, com a espiritualidade amiga, enquanto ela trabalhou. Acho vantajoso trabalhar. Agora eu quero fazer um estudo, apresentar um estudo que nós fizemos especificamente com a médium Taís, que tem 7 anos que a gente, 8 anos, na verdade que a gente começou a fazer esse estudo. Conversando com a Kit, que é uma participante da nossa reunião mediúnica, um dia eu falei com a Kit assim: "Kit, me parece que as comunicações pelo Taí estão diferentes. Modificou a mediunidade dela. Ela quis trabalhar na mediunidade, o grupo todo acolheu, criamos uma regrinha de segurança e a Taís participou com a gente, mas me pareceu que tava uma mediunidade diferente. A Kit falou assim: "Não, a Thaí continua a mesma coisa. O que mudou foi o grupo como um todo". Aí eu falei assim: "Não é". [risadas] Aí eu falei assim: "Mas como é que eu vou mostrar isso? Aí então eu fiquei com essa dúvida na minha cabeça e aí eu vou mostrar para vocês o que nós fizemos. Nós estudamos 100 comunicações mediúnicas que aconteceram no nosso grupo envolvendo a Thaí e o grupo. Então o que que nós fizemos? Tá aqui o método da pesquisa. Eu vou resumir bastante. Nós estudamos três períodos diferentes. Nós tínhamos a Thaís grávida. A gravidez dela trabalhou durante 37 semanas. Então nós tínhamos uma resenha de cada comunicação mediúnica, de cada médium. A gente anota isso. Então, tínhamos 37 semanas de comunicação mediúnica da sua gravidez. Nós tínhamos anotações do
emanas. Então nós tínhamos uma resenha de cada comunicação mediúnica, de cada médium. A gente anota isso. Então, tínhamos 37 semanas de comunicação mediúnica da sua gravidez. Nós tínhamos anotações do período antes da gravidez e nós fizemos as anotações também no período pós-gravidez, 37 semanas antes, 37 semanas da gravidez, 37 semanas depois. OK? E aí nós tínhamos tudo anotado. Anotado onde? Nos nossos cadernos lá de registro da reunião mediúnica. E como que é a anotação da reunião mediúnica? Então, tá aqui, ó, na comunicação número quatro. Thaí foi a médium, Cristina foi a dialogadora e tá lá, é o ex-marido de Marina, etc. Então, um resumo aqui da história desse atendimento e o desfecho. Inclusive, a gente coloca o tema, coloca o enredo e a gente tem isso porque o nosso, nossas reuniões mediúnicas estão todas relacionados ao nosso atendimento fraterno. E nós reportamos esses resultados para a coordenadora do atendimento fraterno para que ela, lendo esses relatórios, ela possa contribuir melhor na organização das ofertas que a nossa casa faz para as pessoas em atendimento fraterno. esse resultado não vai pra mão do atendido, vai pra mão do trabalhador capacitado. Mas nós tínhamos o registro e aí f, pô, vou usar esse registro para responder minha dúvida. Então nós pegamos todos esses esses registros, demos um texto, editamos o texto onde nós colocávamos a data da comunicação, o nome do médium, o nome do dialogador e e e o relato da comunicação. E cada comunicação, óbvio, tinha um número, quase 100 comunicações. Depois que eu tinha, eu editei, eu fiz esse trabalho. Depois que eu fiz esse caderno, eu entreguei na mão de um estatístico. E esse estatístico ele aleatorizou as comunicações, tirou a identificação do médium, do dialogador e da data. ficou apenas um número que ele criou aleatório e o relato da comunicação. Criamos então uma lista de temas principais para cada comunicação. Nós pegamos os exemplos lá do livro Céu e Inferno, por exemplo, onde Kardec fala de espíritos suicidas,
io e o relato da comunicação. Criamos então uma lista de temas principais para cada comunicação. Nós pegamos os exemplos lá do livro Céu e Inferno, por exemplo, onde Kardec fala de espíritos suicidas, espíritos sofredores, espíritos iluminados. E aí nós tínhamos conflito de pais e filhos, espíritos suicidas, eh inimigos da causa. Então nós criamos aí 31 temas. E aí o nosso diretor de mediunidade da nossa casa, o Rafael Carneiro, ele então pegou esse caderno de de relatos e pegou essa lista que nós criamos e classificou cada comunicação. Depois que ele classificou, nós entregamos de novo para o estatístico e comparamos Thaís grávida com Thaís antes da gravidez e com Thaís depois da gravidez. Mas também comparamos Taí comparada com o grupo mediúnico durante a gravidez, Thaís comparada com os demais médiuns antes da gravidez e depois da gravidez. OK? Então, tivemos seis grupos de controle e a única coisa que ficou distinta nessa análise estatística foi uma predominância em Taís de afetividade desequilibrada por outra pessoa, espíritos com essa temática e conflitos entre pais e filhos. Bom, estatisticamente essa foi a significância. Convenceu alguém isso aqui? Difícil, né, meus amigos? Estatística é um quadro cheio de número, um negócio que não tem sentimento nenhum. Aí, então, nós fizemos o seguinte, fizemos uma análise qualitativa de alguns casos que particularmente me pareceram importantes. E eu quero destacar aqui o caso número oito, que eu acho assim lindíssimo. Nesse caso número oito, Thaís tinha 26 semanas de gravidez e de súbito chega um espírito causando uma impressão muito forte na reunião. Eh, nós permitimos no nosso grupo mediúnico comunicações de espíritos, comunicações sucessivas. mais de um médium pode dar passividade ao mesmo tempo, desde que tenha dialogador. A gente procura manter um tom de conversa baixo com cada com cada médium para não perturbar os que estão do lado. E a gente tem funcionado bem assim. Mas nesse caso, aos poucos, os outros médiuns pararam de
e procura manter um tom de conversa baixo com cada com cada médium para não perturbar os que estão do lado. E a gente tem funcionado bem assim. Mas nesse caso, aos poucos, os outros médiuns pararam de de dar comunicação e só Thaís ficou em cena atuando mediunicamente. E era um espírito que chegou dizendo assim: "Eu sou o senhor da vida. Não, eu sou o senhor da morte. Ninguém vai nascer aqui, eu não vou deixar. onde tem uma iniciativa de aborto, eu tô ali fortalecendo. Se a mulher fraqueja, eu levo. Ela aborta mesmo, porque eu não deixo. E ele foi falando e mostrou que odiava mulheres e era um espírito de uma energia muito forte, enorme, enorme energia dele. Não tinha diálogo. Eu estava no diálogo, mas não tinha diálogo. Foi um monólogo. Quando nós percebemos que não tinha condição de prosseguir, de levar um diálogo, começamos então todo o grupo começou a irradiar sobre esse irmão uma energia amorosa, uma energia de paz, uma energia luminosa. E o grupo foi se concentrando nisso e é lógico, a intuição. E esse espírito então começa a perceber em determinado momento uma entidade, uma figura feminina ao longe que vinha se aproximando dele. nimbada de uma luz azul muito linda, muito, muito intensa. E ele identificou Nossa Senhora. Falou: "Era Nossa Senhora que tava vindo." Não é porque ele era o senhor da vida e da morte, né? Que ele não reconhecia Nossa Senhora, mas ela era lá e ele cá. não interferimos nos nossos negócios, mas ele foi sendo tocado por aquela luz e ela foi se aproximando e ele foi se emocionando e ele foi acalmando e daqui a pouco a médium verbaliza. Nossa, mas ela é tão bonitinha. Minutos antes ele tinha ficado, ele tinha mostrado seu ódio pelo fato de estar usando um corpo defeituoso, que era o corpo de mulher. E ele ficou mais indignado ainda porque ainda tava grávida de uma menina. ficou, ele ficou muito nervoso nessa hora, mas à medida que essa entidade foi exercendo essa influência sobre ele, ele foi acalmando e em determinado momento ele fala: "É, mas ela é tão bonitinha".
a. ficou, ele ficou muito nervoso nessa hora, mas à medida que essa entidade foi exercendo essa influência sobre ele, ele foi acalmando e em determinado momento ele fala: "É, mas ela é tão bonitinha". E ele acalma, ele acalma, ele acalma e a comunicação termina. Ato contínuo, quando acaba a comunicação, vem o espírito da mãe desse rapaz. Não era Nossa Senhora, mas era a mãe. E ela vem em lágrimas. pela médium, Thaís. E ela fala: "Eu fiz questão de vir pela médium, que acolheu o meu menino." A gente diria que é um demônio, né? Mas ela disse que era o menino dela, menino dela, que ela já tinha tentado recuperar muitas vezes e não tinha conseguido. E ela então veio e agradeceu emocionadíssimo. Acabou a reunião, tava todo mundo assim, foi a última comunicação. Na hora da avaliação, a médium Thaís nos contou que no momento que o espírito vem chegando, que a a mãe vem chegando com aquela luz, ele vai se tocando da beleza da reprodução, da beleza do nascimento, daquele fetinho. Ele viu um filme acelerado da fecundação até chegar uma gravidez daquele tamanho de 26 semanas, uma menininha linda. E ele ficou comovido, né? ele ficou comovido. Eh, ela viu também antes desse desse evento, quando ele tava muito perturbado, que numa encarnação anterior ele tinha sido abortado. Então, ele tava com muita raiva, já tava com muita raiva porque teve seu projeto de renascer fracassado, frustrado. E numa outra encarnação ele tinha sido molestado por mulheres da sua família, daí a sua misogenia. Então, realmente ele era um espírito com muita dificuldade. O tempo passou e na nossa evocação da irmã Sheila em 2023, veja bem, essa história foi 7 8 anos atrás. 2023 eu perguntei pra irmã Sheila dis: "Immã Sheila, teve um caso que foi uma comunicação muito intensa, um espírito muito chegou com um formato imenso assim, ele queria se mostrar como um vampiro e era difícil para ela, difícil ali aquela energia densa, isso não prejudicou, isso não não é perigoso". Aí a irmã Sheila falou assim: "Nós temos
to imenso assim, ele queria se mostrar como um vampiro e era difícil para ela, difícil ali aquela energia densa, isso não prejudicou, isso não não é perigoso". Aí a irmã Sheila falou assim: "Nós temos notícia desse caso e a espiritualidade trabalha em rede". Ela explicou pra gente que a espiritualidade trabalha em rede, igual transplante. Se tiver um acidente lá no Amazonas e um uma pessoa precisando de um fígado aqui, um rim lá em Vitória, uma córnea lá no Rio Grande do Sul, não é assim que vai acontecer? Esses órgãos são levados porque tem um banco de informações e esse banco de informações então é acionado. E essa mulher que não era uma frequentadora dos nossos trabalhos, era um espírito de muita luz, mas não a conhecíamos, ela não frequentava lá os nossos trabalhos. Ela vem emocionada porque ela acionou essa rede de amigos espirituais para socorrer o seu menino. E ficou no nosso entendimento que a especialidade que precisava para tocar aquela alma sofrida nas questões da reprodução, nas questões da sexualidade, era gravidez. foi justamente o a gravidez daquela nenenzinha que foi o alívio. A Thaí ficou muito bem, ficou muito feliz com tudo isso e essa foi uma reunião que nos marcou profundamente. Nós temos quanto tempo que eu tenho quanto tempo para encerrar? >> 5 minutos. >> 5 minutos. Então eu vou deixar um tempo para as nossas perguntas, né? Então, meus amigos, eh esse caso deixou a gente bastante sensibilizado. E por fim, eu queria apresentar, vou falar algumas considerações muito rápidas de um estudo que nós fizemos pelo WhatsApp. Nós fizemos perguntas, nós queríamos perceber das mulheres que viveram a experiência de serem médiuns e terem engravidado. Nós queríamos saber delas seus sentimentos. Você trabalhou com a mediunidade? Como é que foi para você? Você não trabalhou com mediunidade, como é que foi para você? Queria ouvir dirigente espírita, não queria ouvir outras pessoas, queria ouvir as mulheres, que que elas falaram sobre isso? E nós então fizemos um
trabalhou com mediunidade, como é que foi para você? Queria ouvir dirigente espírita, não queria ouvir outras pessoas, queria ouvir as mulheres, que que elas falaram sobre isso? E nós então fizemos um questionário pro WhatsApp, fomos apoiados aí pela Associação Médico Espírita do Brasil e pela Federação Espírita lá do Espírito Santo. Conseguimos eh distribuímos essa esse questionário para cerca de mais de 800 mulheres e 88 responderam. 42 eh, eram médiuns que trabalharam na gravidez e 46 não trabalharam, OK? E 64% dessas mulheres tinham mais de 10 anos de prática mediúnica. Foram mulheres do Brasil todo, teve gente aqui de Brasília também. E eram mulheres, na maioria das vezes, experientes, com mais de 10 anos de estudo, de prática, né? Então, olhe só, eu queria trazer uma reflexão. Não estou dizendo aqui, meus amigos, que é certo, que é errado. Trazendo a nossa experiência e reflexões. Aí que cada um pense, né? Eh, mas foram declarados motivos paraa mulher não trabalhar. Elas disseram para não trabalhar na reunião mediúnica. Impedimentos pessoais, dá para entender? por precaução ou temor de ser prejudicial para o feto. Claro, a mãe que não tem preocupação com seu bebê tem que ter preocupação mesmo. Legimo. Exigência ou orientação da casa espírita do coordenador. Isso aconteceu em 17, em oito casos. Então, pela pandemia, dá para entender, recomendação de amigos, enfermidades, claro, orientação espiritual para aquele caso, também é fácil de entender, e o motivo não declarado, mas me destacou aqui orientação e exigência da casa espírita, posicionamento daqueles que recomendaram a médium de afastar do trabalho. Eu não sei se foi isso que o dirigente falou, mas foi isso que as mulheres disseram, né? Então foi dito para elas afastar da reunião aqui. Só 10 mulheres responderam essa pergunta de 46, só 10. Afastada a reunião mediúnica para proteger a si e ao bebê. E foi dito por dois dirigentes, é perigoso para o bebê. É melhor permanecer na reunião mediúnica para como apoiadora ou dialogadora.
, só 10. Afastada a reunião mediúnica para proteger a si e ao bebê. E foi dito por dois dirigentes, é perigoso para o bebê. É melhor permanecer na reunião mediúnica para como apoiadora ou dialogadora. É bom afastar da reunião mediúnica, mas ficar nas reuniões de estudo por causa da COVID, claro, e afastar da reunião mediúnica, porque consome muito, muita energia. Agora nós perguntamos para essas mulheres que pararam o trabalho, como elas se sentiram. De 46, 21 responderam. Olha lá, 13 responderam, que sentiram muito bem e tranquilas. Mudou a vida delas, não mudou. Mas três mulheres tiveram agravamento de quadros de ansiedade, então piorou a qualidade de vida delas, né? E uma entrou em depressão e ela associa isso. Todas as quatro associaram isso a essa interrupção do trabalho mediúnico. Se é ou não é o verdadeiro motivo, eu não sei, mas é o sentimento delas, né? Bom, e motivos declarados para dar continuidade, que se sentiam bem física, espiritualmente, não percebiam motivo para parar por amor ao trabalho, não atrapalhava nada, enfim. Então, como considerações finais, né, lá no finalzinho, eh, elas disseram que prosseguir trabalhando como médium durante a gravidez não trouxe ocorrências negativas para para si, nem para o bebê durante a gravidez. A prática mediúnica na gravidez se mostrou segura e saudável. Em alguns casos, essa interrupção do exercício traz desafios em relação ao adoecimento emocional de alguns médiuns. Como podemos adaptar as práticas mediúnicas para melhor apoiar as distantes? Fica aí a pergunta também, né? Quais desafios futuros devem ser explorados? Tá em aberto. E como conclusão, então, nós consideramos motivos para a mulher grávida atuar em reunião mediúnica, né? motivos: autodeterminação, desejo dessa gestante. O autoequilíbrio permite uma prática mediúnica segura. O bebê sente a influência dos espíritos, mas não ao ponto de prejudicá-lo. O pai tem que concordar, é claro, né? Autores espíritas clássicos não se mostraram contrários. Não se mostraram
única segura. O bebê sente a influência dos espíritos, mas não ao ponto de prejudicá-lo. O pai tem que concordar, é claro, né? Autores espíritas clássicos não se mostraram contrários. Não se mostraram contrários. Não falaram a favor, mas também não falaram contra, né? Concordância dos dirigentes da reunião mediúnica. Claro, não dá para ter conflito sobre isso, né? Tem que estar em paz. Os dirigentes espirituais, eles se organizam meticulosamente e protegem o trabalho mediúnico com Jesus. trabalho bem intencionado tem grande proteção, compromisso com a espiritualidade, há um sistema de proteção para o feto e a grávida deve sentir-se confortável fisicamente. Então, meus amigos, ao final do nosso estudo, né, ao final desses cinco trabalhos de pesquisa que a gente realizou, essas são as conclusões que nós chegamos. É claro que cada caso precisa ser olhado individualmente, da mesma forma que um paciente que chega para nós, né? Eh, o pré-natal é é uma coisa padronizada pelo Ministério da Saúde, mas ele é diferente para cada mulher, porque é uma pessoa com seus sentimentos, com as suas singularidades, com a sua história. E nós temos que acolher tudo isso. Então aqui no nosso caso é necessário também essa sensibilidade. Eu agradeço muito a paciência de vocês, agradeço o carinho das minhas amigas da AM aqui do Distrito Federal, da Márcia de Leon aqui da AM Planalto, amigas queridas que a gente reencontra e que Jesus nos abençoe. Querido amigo, nós que agradecemos porque é um assunto extremamente interessante, instigante e necessário, sim se debuçar, né, para poder eh ampliar cada vez mais essa visão, né, do quanto que a doutrina espírita, a prática mediúnica com Jesus, ela pode contribuir, ela nos ajuda. E nesse binômio é mãe feto, que é na verdade uma um encontro, né, mediúnico dentre dois espíritos que tem tanta particularidade, especificidades, mas aí tá mostrando, né, de uma forma muito interessante que sim pode ser um fator até protetivo, né, numa fase tão eh delicada e ao mesmo
ois espíritos que tem tanta particularidade, especificidades, mas aí tá mostrando, né, de uma forma muito interessante que sim pode ser um fator até protetivo, né, numa fase tão eh delicada e ao mesmo tempo tão importante da vida da mulher. Então, acho que foi maravilhoso você trazer esse tema. Eh, fica aí para aqueles que quiserem se aprofundar mais no assunto o livro, né, que foi publicado aí pela editora AM Brasil. E, eh, a gente observou, não veio nenhuma pergunta. Eu acho que, na verdade, é um assunto tão que todo mundo tá refletindo bastante, né, sobre sobre isso e gostaríamos, né, de só colocar uma questão para fechar, eh, em relação muitas mulheres também, já não em relação à prática mediúnica, mas muitas nesse processo inicial da gestação tem uma dificuldade, né, com aquelas sintomas muitas vezes das hiperemeses. né? E nesse caso, né, como seria a, vamos dizer, uma orientação se caso ela eh também for uma médium dentro ativa dentro do centro espírita. Só pra gente poder já fechar aqui. >> Fabíola, eu acredito que o processo de participação ele ele tem que ser conversado em harmonia eh com a mulher. Ela tem que manifestar o seu desejo, porque também é ela que vai trabalhar. Se ela não quer, não quer. Se ela não tá bem para trabalhar, não tá bem para trabalhar. Acho que a gente tem que ser bem pragmático com isso. E ela, cada um vai fazer o que consegue. É um trabalho de doação, é um trabalho voluntário, ela tem que se sentir bem também. Eu acho temerário exigir da mulher qualquer trabalho, qualquer dedicação, se ela tá, se ela não tá bem. Então, gestação em que a mulher precisa ficar de repouso, teve sangramento, tá com ameaça de aborto, tem uma hipertensão, um quadro qualquer sensível, delicado, entendeu? Uma gestação que tá precisando de uma monitoração contínua, porque o bebezinho tá correndo risco, gente, vamos botar a mão na consciência, né? Então, esses casos merecem todo o nosso cuidado, toda a nossa consideração. Agora, se a mulher se sente bem, não tá enjoando, não tá
nho tá correndo risco, gente, vamos botar a mão na consciência, né? Então, esses casos merecem todo o nosso cuidado, toda a nossa consideração. Agora, se a mulher se sente bem, não tá enjoando, não tá vomitando, ela que participe. Eh, eu acho que as mesmas considerações que o Divaldo Franco e o Camilo, espírito Camilo, fazem, participa enquanto ela sentir confortável para ficar na cadeira sentada, não vai dar vontade de fazer xixi toda hora. Da mesma forma, imagina se ela tiver que vomitar, tá no meio da reunião, ela vai, como é que faz? Não vai pra reunião, né? se tiver gripada, não vai paraa reunião. Aqui, no caso, ela tá com um desconforto e a gente tem que acolher. Eh, acho que a gente tem que respeitar muito o sentimento das pessoas, né? Aqui eu acho que não tem certo ou errado. Te apresenta experiências e que cada um escolha para si, né? Então, em função do nosso horário, né, nós agradecemos muito a sua presença e agradecemos a participação e o e todos que nos acompanham. E eu gostaria então de passar aqui paraa Antônia também falar algumas palavras finais e a fazer a prece final. >> Só falar uma palavrinha. Sim. >> Deixa eu fazer a propaganda do livro. Eh, o, a Associação Médico Espírita do Brasil tem os direitos autorais, então a gente não ganha nada com esse trabalho. É, fica paraa Associação Médica Espírita. Tem esse livro no formato digital, nas plataformas digitais da Amazon, qualquer qualquer plataforma dessas de de leitura vocês podem encontrar. Comprem o livro. >> Bem, era isto que eu ia falar. uma batistuta acerca, né, da de como obter o livro. Então, eh, uma coisa simples, né? Basta utilizar as plataformas e é interessante, o tema ele não tá fechado, tem que discutir. Mediunidade é uma das coisas mais fascinantes que existem. Então, assim, a gente estudar pra gente entender como um fenômeno natural, porque todos nós somos médiuns. E mediunidade, ela exige o quê? o nosso equilíbrio, o nosso desejo de estudar, de compreender e não só realizar o fenômeno. Não é um fenômeno que melhora
ômeno natural, porque todos nós somos médiuns. E mediunidade, ela exige o quê? o nosso equilíbrio, o nosso desejo de estudar, de compreender e não só realizar o fenômeno. Não é um fenômeno que melhora a viabilidade da gestação, que protege o feto. Como aquele ser encarnado que está diante de um trabalho, diante da responsabilidade como filho de Deus, diante do compromisso assumido antes da reencarnação, realiza aquela atividade, como trabalha os seus sentimentos no dia a dia, como que elabora a formatação daquela criança. Então, assim, é tudo isto e o livro traz isso pra gente como uma reflexão. Então, foi uma ideia excelente do Batistuta trazer e a partir daí esse assunto vai ampliar. Eu tenho a certeza que ele vai escrever algo mais acerca do tema, vai ter essa discussão aí, né, Batistuta? Nós estamos aguardando isso. >> Então, vamos mais uma vez nos preparando que agora nós teremos, né, a atividade do passe, colocando mais intensamente o coração aberto em uma atitude de gratidão a Deus. pela oportunidade que temos do de estarmos numa casa espírita de receptividade, não só de conhecimento, mas principalmente é o momento em que nós estamos abertos à elaboração de novos conteúdos mentais, pacificando alguns sentimentos em nossos corações, auxiliando para a equipe espiritual que orienta e dirige os nossos processos reencarnatórios para que nós consigamos elaborar melhores soluções, melhores propostas para o nosso dia a dia e que todos nós, assim, neste último dia de semana remontemos todos os fatos ocorridos e agradeçamos pelos felizes e pelos momentos mais difíceis e nos colocamos em condição de iniciarmos o domingo. com amor, com paz, com esperança, voltar para os lares, levando esta vibração de amor que recolhemos na noite de hoje, agradecidos e com muita paz para começar uma segunda-feira de trabalho, de esforço. Obrigada a todos e que todos possam retornar em paz para os seus lares. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília.
eçar uma segunda-feira de trabalho, de esforço. Obrigada a todos e que todos possam retornar em paz para os seus lares. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música]
o Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da [música] vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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