Pornografia, produtos eróticos e troca de casais na visão Espírita - Gabriel Salum

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 03/02/2016 (há 10 anos) 4:39 22,599 visualizações 762 curtidas

Trecho do programa "Vida: Desafios & Soluções" da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS). www.fergs.org.br

Transcrição

a Federação Espírita do Rio Grande do Sul apresenta vida desafios e soluções Gabriel vou pedir permissão para você pro nosso telespectador para fazer uma leitura de uma pergunta que ela foi muito bem elaborada com realidade que às vezes acontece no centro espírita que nós quando um casal chega ao centro espírita angustiado dizendo que sentem a necessidade de apimentar o relacionamento que está morno afirmando que só sentem prazer quando buscam um motel ou assistem filmes pornográficos ou produtos eróticos em Sex Shop enfim ou até mesmo em troca de parceiros o chamado relacionamento aberto como nós trabalhadores do movimento Espírita podemos auxiliar esse casal trazer uma questão assim que também muitas vezes é uma via que nós temos de prazer que é a alimentação física né a ingestão de alimento se nós comermos alguma coisa demais ou estragada ou algo que não foi bem elaborado é comum que nós tenhamos uma congestão né os antigos nos falavam muito disso né uma indigestão uma congestão Pois é mas a congestão ela não é unicamente do nosso aparelho digestivo porque nós também absorvemos conteúdos mentais através da nossa visão através dos nossos sentidos todos nós podemos absorver conteúdos estragados conteúdos que nos causem malestar e enfermidade então nós estamos falando aqui da busca pelo prazer na relação do casal através da pornografia a pornografia é um aspecto grotesco da sensibilidade humana se nós observarmos assim os corpos nos se debatendo aquelas cenas de sexo explícito gritantes na verdade Ali há muito mais violência do que prazer o próprio Divaldo Pereira Franco nosso querido Divaldo conta que certa vez ele surpreendeu um dos seus filhos dos meninos acolhidos na mansão do caminho a instituição que o Divaldo mantém assistindo ao filme pornô e quando ele entrou na sala o menino imediatamente foi pausou o filme né ele disse não querido assista Vamos assistir juntos sentou-se ao lado do menino e começou a perguntar a ele você se deu conta que para que esse essa cena esteja sendo

ediatamente foi pausou o filme né ele disse não querido assista Vamos assistir juntos sentou-se ao lado do menino e começou a perguntar a ele você se deu conta que para que esse essa cena esteja sendo reproduzida para que você assista deve haver umas 10 pessoas em torno deste casal você acha que essas duas pessoas se conhecem suficientemente bem para que elas tenham prazer para que elas estejam felizes em est proporcionando aquele contato físico uma a outra Você já pensou com que as pessoas têm praticado relação sexual a ponto de terem um cansaço um exaurimento um desconforto mesmo dor na sua genitália por excesso de repetição então às vezes Guilherme esse glamur que nós colocamos em torno da pornografia não resiste sequer a um exercício racional mais profundo e falando na repercussão disso na nossa economia espiritual é uma agressão que nós sofremos então quando o casal Ele tem dificuldade na vida sexual e pensa agora eu preciso me valer de acessórios de sex shop ou eu preciso trazer mais uma duas três quatro pessoas para uma relação sexual é preciso refletir que isso jamais vai atender a nossa demanda de prazer e nós dizemos isso sem sombra de dúvida porque o que está faltando nessa relação com certeza é uma profundidade maior de compromissos é um processo de cono mútuo que seja fraterno entender as necessidades as características de um e outro é atribuirmos um sentido para a relação porque a relação conjugal ela é um fator de progresso para ambos os cônjuges em todos os campos da vida então pensar como é que o meu casamento tá me ajudando a ser um profissional melhor um pai melhor um marido uma esposa melhor um filho melhor o cidadão melhor porque se nós não estivermos contribuindo para o progresso uns dos outros O problema não é só a falta de prazer sexual O problema é a utilidade da própria relação que nós precisamos questionar

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