Poder oculto, talismãs e feiticeiros - com Juliano Fagundes
Palestra: Poder oculto, talismãs e feiticeiros - com Juliano Fagundes
Boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs. Sejam todos bem-vindos ao lar de Jesus. a todos que nos acompanham também do seu lar, né, da sua residência, eh, recebam o nosso abraço, nosso carinho. Mais uma vez, estamos aqui sempre às quintas-feiras, 19:30, para essa transmissão ao vivo, né, das palestras públicas. Kardec já nos falava que a maior caridade que nós podemos fazer pela doutrina é divulgá-la. Então nós pedimos a todos, né, vamos divulgar as palestras, vamos chamar as pessoas para vir. vocês que estão em casa, compareçam, né? Porque só aqui pessoalmente a gente vai sentir essa presença da espiritualidade. Então vamos juntos, né? Jesus ainda disse, né? Quando dois ou mais de vós estiverem reunidos em meu nome, entre vós estarei. Então vamos fazer essa comunhão. Venham para cá toda quinta-feira 19:30 e aos domingos às 18 horas. E nessa tarefa de transmitir, né, essa doutrina para mais e mais irmãos, nós agradecemos a parceria dessa transmissão ao Igésia, a TV Secal de Santa Catarina, TV Deus Conosco, Rádio Nova Luz de Catalão, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e Rádio Portal da Luz. Então, através dessa parceria, a gente espera que essa palestra chegue a mais e mais irmãos. Hoje nós temos aqui o nosso irmão Juliano Fagundes, que é um trabalhador da casa, apesar de tá um pouco longe ultimamente, mas nós vamos fazer ele chegar mais perto, se Deus quiser. E é com muita alegria que nós os recebemos aqui hoje e ele vai trazer para nós um tema que é muito interessante, especialmente para quem não conhece a doutrina espírita, porque infelizmente a nossa doutrina é tratada e confundida com as religiões de origem africana. E aí cultos, talismãs, essas coisas são sempre eh coisas que vêm no imaginário das pessoas quando se fala em espiritismo. E o nosso irmão hoje vai trazer para nós essa essa temática tão interessante pra gente entender o que que a doutrina efetivamente fala sobre tudo isso, tá bom? Então, seja muito bem-vindo, Juliana, com muita alegria
hoje vai trazer para nós essa essa temática tão interessante pra gente entender o que que a doutrina efetivamente fala sobre tudo isso, tá bom? Então, seja muito bem-vindo, Juliana, com muita alegria que nós te recebemos aqui na noite de hoje. Então vamos fazer a nossa prece, né, para iniciar os trabalhos, fechar nossos olhos, abrir nossos corações, pedir ao mestre amado Jesus que através de seus benfeitores, queridos, que aqui já estão, que prepararam este local com tanto amor, com tanto carinho para nos receber na noite de hoje, que possamos, Senhor, air essas energias, Senhor, possa cuidar de cada um aqui presente, encarnado e desencarnado. Que o Senhor possa, Senhor, trazer ao nosso querido irmão palestrante as suas luzes. Que ele possa nos trazer, Senhor, através da doutrina espírita, todo o esclarecimento que necessitamos para seguirmos confiantes ruma a toda paz, todo amor e toda luz que nos espera. Muito obrigado, mestre querido, por mais essa oportunidade. em teu nome damos para iniciado os trabalhos da noite de hoje. Que assim seja. Antes de mais nada, para quem não vai ficar até o final às vezes ou para quem às vezes só inicia a palestra e não pode continuar, nesse sábado nós queríamos lembrar que nós temos a nossa noite de massas vai ser ser lá no clube da PEF e os ingressos vocês podem adquirir aqui na secretaria através Lar de Jesus Goiânia pelo pelo nosso site ou também através do WhatsApp, tá bom? Vai ser uma noite muito agradável e pedimos a todos que compareçam para nos prestigiar e manter, porque é com esse dinheiro que a gente mantém essa casa, né? Porque é com a contribuição de cada um que a gente faz esse esforço para manter essa casa. Tá bom? Muito obrigado a todos e com a palavra nosso irmão Juliano. Uma boa noite a todos e que Jesus possa nos abençoar muito nessa noite de hoje. Esse aprendizado todos nós precisamos, como Humberto falou muito bem aí no início, precisamos desmistificar certas questões para que a gente possa caminhar, avançar.
bençoar muito nessa noite de hoje. Esse aprendizado todos nós precisamos, como Humberto falou muito bem aí no início, precisamos desmistificar certas questões para que a gente possa caminhar, avançar. E é uma temática das mais curiosas, não é verdade? Ora, poder oculto, talismãs, feiticeiros, né? De onde é que vem, de onde é que vem esses assuntos, não é verdade? E é algo muito comum realmente na nossa cultura brasileira, nas religiões ainda que se apresentam no Brasil, mas não é uma questão própria das religiões, é uma questão própria da humanidade, é uma questão nossa que nós já trazemos há muitos milhares de anos conosco. Ora, a humanidade, como nós conhecemos hoje, com esse perfil humano de hoje, caminha na Terra há cerca de 200.000 anos. E desde essa época nós estamos construindo essa conexão com a espiritualidade, com o que é divino. E um dos primeiros passos para que nós pudéssemos gerar essa conexão quando éramos ainda seres humanos primitivos, foi justamente tratar da materialidade dessa conexão numa época em que éramos muito materialistas ainda. Quando nós, seres humanos, começamos a sentir essa necessidade de nos conectar com a divindade e começamos a a nos sensibilizar com o mundo espiritual e começamos por instinto a perceber a existência desse mundo transcendente, começamos a tentar identificá-lo nas coisas que nos cercavam. Muito antes do politeísmo surgir na Terra, havia um conjunto de crenças, nós chamamos de crenças anímicas que estavam ligadas à natureza. Então, às vezes nós nas nossas caminhadas, porque éramos nômades e fomos nômades durante a maior parte da nossa existência na Terra, agricultura existe há apenas 10.000 anos, muito pouco tempo, para quem tá aqui há 200.000. E quando encontrávamos um lugar belíssimo, um lugar que continha um lago recheado de peixes, árvores frutíferas, sombras frondosas, temperatura agradável, caça abundante, aquilo se diferenciava de outros locais na Terra e passávamos a considerar aquele local um local diferente,
ado de peixes, árvores frutíferas, sombras frondosas, temperatura agradável, caça abundante, aquilo se diferenciava de outros locais na Terra e passávamos a considerar aquele local um local diferente, com termos que naquela época não existiam, mas que hoje nós poderíamos chamar de local abençoado, um local sagrado. E assim surge a religião anímica no meio da humanidade, nesse seio. E começamos a tentar materializar as forças espirituais, divinas em locais. Ou quando encontrávamos um animal que nos serviria de alimento e muitas vezes era um animal muito grande, forte, frondoso, rápido, ágil e que tínhamos dificuldade em capturá-lo. Considerávamos nesse animal um animal especial. um animal sagrado que nos servia de referência no no mundo animal. E começamos a determinar certos locais ou certas criaturas como se criaturas que tivessem um potencial diferente. Você já deve ter ouvido falar dessa expressão, né? Um local sagrado, o animal sagrado, faz parte da nossa cultura, né, ancestral. Até que ampliando mais essa percepção, é que começamos a olhar para os demais fenômenos da natureza e começamos a entender que há uma inteligência muito presente em todos os fenômenos que nos acompanham. Então nós percebíamos o quanto que as estações do ano elas aconteciam regularmente, se repetindo quase que matematicamente e o ser humano primitivo perceber uma inteligência ali, uma inteligência suprema e vários outros fenômenos sobre a Terra, dos quais a gente não tinha controle algum, um vulcão, um terremoto, uma enchente, pestes, pragas, até os ciclos nossos orgânicos de nascimento, crescimento, envelhecimento, ciclo menstrual e tantas inteligências que cercam a ser humano. E começamos a tentar denominar. Daí surgem os deuses na Terra na tentativa de materializar as forças espirituais e tentar materializar essa inteligência suprema no que no que antigamente era chamado deuses e que hoje nós entendemos serem espíritos, mentores espirituais e outras denominações, mas que naquela época
tentar materializar essa inteligência suprema no que no que antigamente era chamado deuses e que hoje nós entendemos serem espíritos, mentores espirituais e outras denominações, mas que naquela época chamávamos de deuses. Não numa tentativa de concorrer com Deus, mas na tentação de identificar algo que era extrahumano. muito mais poderoso que o ser humano e do qual nós não tínhamos poder sobre. E essa materialidade sempre nos acompanhou de forma que esse raciocínio é que nos levou a tentar dominar certos conteúdos materiais, acreditando que aquilo pudesse conter alguma essência espiritual. Como nós entendíamos no mundo primitivo que um local poderia ser sagrado, uma árvore poderia ser sagrada, um animal sagrado, por que que não poderia haver um objeto sagrado que concentrasse ali algum poder espiritual? algum poder deuses que controlavam a natureza e o mundo, não é? É um pensamento muito lógico para um ser humano primitivo que não tem conhecimento profundo das verdades espirituais. Só que isso não foi desaparecendo à medida que nós evoluíamos enquanto seres humanos. Daí eles vieram a construção das cidades, desenvolvimento de tecnologias. Aprendemos como dominar vários dos fenômenos da natureza, a compreendê-los melhor, mas certas crenças continuaram. Continuaram porque havia ainda uma carência em se entender como certas coisas funcionavam. Até hoje, grande parte da humanidade tem dificuldade de compreender como é que funcionam as coisas espirituais, as verdades espirituais. Com Allan Kardec, nós recebemos uma verdade muito intensa vindo do próprio mundo espiritual, diretamente do mundo espiritual. É daí que se inicia esta temática de hoje, frente a todo esse conhecimento que a humanidade vem trazendo há muitos milhares de anos, quçá centenas de milhares de anos, Kardec questionou os espíritos sobre isso. A temática de hoje não é uma temática aleatória, é uma temática que foi retirada diretamente do livro dos espíritos, questão 551 em diante. Mas também é uma questão que Allan Kardec
íritos sobre isso. A temática de hoje não é uma temática aleatória, é uma temática que foi retirada diretamente do livro dos espíritos, questão 551 em diante. Mas também é uma questão que Allan Kardec levanta em o livro dos médiuns. Afinal de contas, existe algum objeto como um talismã que concentre poder dentro dele, que possa de alguma maneira um objeto exercer o poder sobre uma pessoa facilitando ou dificultando as coisas. E a Kardec leva essa questão pros espíritos. Muito interessante. Pergunta muito interessante porque a época de Kardec, onde nós tínhamos uma Igreja Católica muito atuante na Europa e observando mesmo as práticas daquela religião, a vela acesa, o terço, as orações, as medalhas e tantos objetos de de culto de fé. que levou essa questão aos espíritos para entender o mais interessante é que de todos os pontos dessa temática de hoje, tanto o poder oculto quanto o talismã, quanto a feitiçária, existe uma verdade por trás disso. Não é exatamente a verdade que nós temos o hábito comum de acreditar, mas existe uma verdade nessa Kardec investigou e descobriu posteriormente. Os espíritos dizem Allá em Kardecinte, frente a essa pergunta, se os talismãs eles realmente têm, concentram algum poder dentro dele. E seus espíritos dizem propriamente o objeto não tem poder nenhum. O poder é do espírito encarnado ou desencarnado. Este tem poder. O objeto não tem poder nenhum. No entanto, no entanto, a crença de que aquele objeto possa ter algum tipo de poder faz com que nós tenhamos fé em que certas coisas possam acontecer. Essa fé que faz com que coisas aconteçam, com que fenômenos sejam despertados, é a fé, é a crença. Então eu digo, esse objeto, esse crucifixo me protege e eu me sinto protegido, me sinto amado por Deus quando eu estou com esse crucifixo. E isso tem um valor. Isso tem um valor. A é o valor da fé, mas não é o crucifixo, me protege, mas a fé que eu desenvolvo de posse desse objeto. Então os espíritos nos dizem, não é necessário que haja objetos. No entanto, ainda há
um valor. A é o valor da fé, mas não é o crucifixo, me protege, mas a fé que eu desenvolvo de posse desse objeto. Então os espíritos nos dizem, não é necessário que haja objetos. No entanto, ainda há artifícios que parecem interessantes e que ainda podem exercer algum tipo de influência devido à nossa fé naquilo. Eu acredito que com isso aqui eu sou mais forte, eu sou mais determinado, ou sou mais disciplinado, ou sou menos tentado. E aquilo me ajuda a ao meu equilíbrio, a minha força de vontade de crescer. Olha que interessante isso. Então, há sim um poder, mas não é o poder do objeto, mas esse objeto pode despertar poder dentro de nós mesmos. e aquilo que nos faz, né, despertar para esse nosso potencial maior. Muito interessante. No entanto, essa questão ela volta posteriormente à codificação com André Luiz. Quem tiver oportunidade depois de ler o livro, eh, esqueci o nome do livro, libertação, lembrei, livro libertação, há um momento muito interessante no livro a André Luiz, ele então vai numa missa, assistir uma missa, vai numa igreja católica, vê lá a homilia do padre, fica encantadíssimo com com o aspecto espiritual daquele templo e o que que tá acontecendo lá. Ele vê espíritos muito luminosos auxiliando aquele trabalho lá de pregação, o trabalho lá eh de distribuição das hóstas, o poder que tá aqui dentro de cada flor de luz, como ele chama, cada hóstia. E André Luiz tem uma percepção das mais interessantes. Ele olhando os objetos sagrados da igreja, a arquitetura, os itens do altar, observando tudo que está lá, ele vê que todos esses itens concentravam um poder especial, um poder diferente. E ele então conversando com os benfeitores, amigos que estão lá, curiosíssimos para saber o que é isso, o que são essas luzes, que parece que há um poder, uma energia dentro dos objetos da igreja. Então ele fica sabendo o seguinte, que nesse local de oração, local de fé, um local que ele é 100% utilizado para a prática da oração, para a prática da caridade, para a prática
dos objetos da igreja. Então ele fica sabendo o seguinte, que nesse local de oração, local de fé, um local que ele é 100% utilizado para a prática da oração, para a prática da caridade, para a prática das reflexões, da elevação do pensamento, esse local acaba absorvendo essas energias devido à quantidade de vezes que esses, não é, que essas missas acontecem, que esses encontros acontecem. Então ele disse que todo o ambiente era iluminado, um uma energia fluídica muito poderosa, uma energia magnética muito poderosa. André Luiz, então investigando os objetos, ele diz o seguinte: "Olha, esses objetos aqui estãoados com tanta energia boa, com tanta vibração boa, que realmente uma pessoa que fosse portadora de uma fé muito ardente, só de segurar o objeto nas mãos, ele poderia conseguir uma cura que ele tanto quisesse. Olha que interessante. Ou seja, os objetos eles absorvem energias nossas. Então aí esse ponto. Mas é claro que não é uma coisa simples de dizer o seguinte: "Olha, eu vou magnetizar esse microfone e pronto e vou embora e ele fica magnéto." Não. É uma algo lento e constante em ambientes muito especiais, objetos muito especiais, que eles são objetos de culto, de oração e de fé ardente. Então há diversas ramificações nesse pensamento. Então, André Luiz traz essa vertente um pouco mais abrangente pra gente compreender, não é? Tá? Quer dizer, então, que, por exemplo, aqui é um ambiente muito semelhante à aquele que André Luiz frequentou, que aqui também nesse salão, nesse auditório, ele é um espaço para oração, para pensamentos positivos, para a prática do bem, da caridade. Então, há de se acreditar que esse ambiente seja um ambiente também espiritualmente preparado e que cada azulejo dessa parede concentre excelentes energias para nós. seja um ambiente magneticamente carregado de energias positivas, assim como ele viu a igreja aqui também. É o fato de nós entrarmos nesse ambiente e a gente fala: "O ambiente tá diferente, um ambiente mais pacífico, o que nos convida ao silêncio, a reflexão,
tivas, assim como ele viu a igreja aqui também. É o fato de nós entrarmos nesse ambiente e a gente fala: "O ambiente tá diferente, um ambiente mais pacífico, o que nos convida ao silêncio, a reflexão, é esse ambiente. Não é só porque é a casa espírita, mas o próprio ambiente ele é carregado de energias diferentes do que a gente encontra lá fora. Nos auxilia esclarecer esses fatos. Agora, com relação a outras às outras questões que nós trouxemos aqui. Ora, mas enquanto a esse poder oculto que Allan Kardec questionou os espíritos, há como uma pessoa ter algum poder sobre outra? Realmente a figura do feiticeiro, da feiticeira, do bruxo, da bruxa? Isso aí tem alguma realidade nisso? Questão interessante também. Ora, nós sabemos após o estudo do livro dos médiuns que todos os seres humanos têm muitos potenciais que às vezes desconhecemos. Não é apenas o potencial mediúnico, não. Temos o potencial mediúnico que pode estar em nós e nós mal conhecemos. E esse é um tipo de poder oculto. Um exemplo que nós costumamos usar muito é o exemplo das reuniões de mesas girante que Allan Kardec frequentava naquela França lá do século XIX. Ora, as pessoas que estavam ao redor da mesa que levitava, da mesa que girava, eram médiuns de efeitos físicos, mas eles não sabiam que eram médiuns de efeitos físicos. E eles se reuniam ali e os espíritos utilizavam do potencial mediúnico deles, usando os fluídos deles para fazer a mesa levitar, a mesa girar. Ora, isso abre um grande precedente para todos nós. Quantas pessoas aqui será que são médiuns de efeitos físicos capazes desses fenômenos impressionantes e nós não sabemos? pode haver um potencial escondido dentro de nós. O espiritismo nos auxilia a usar esse potencial de forma produtiva, de forma positiva. A mediunidade ostensiva é uma forma disso, mas uma forma de utilizarmos isso também é no exercício do passe, o passe espírita que é exercitado aqui. Esse potencial, isso é um poder oculto que nós temos. É um poder que ele é criado, é o poder que todos nós carregamos
armos isso também é no exercício do passe, o passe espírita que é exercitado aqui. Esse potencial, isso é um poder oculto que nós temos. É um poder que ele é criado, é o poder que todos nós carregamos dentro de nós, mais ou menos, é divino, é criado por Deus, faz parte do nosso organismo, faz parte do nosso corpo humano em maiores ou menores quantidades, mais força ou menos força, acompanhando a biologia de cada um. No entanto, não é uma energia que ela é feita apenas eh para ser encaminhada de forma boa. É encaminhada de forma boa porque nós queremos que seja encaminhada de forma boa. Ela é criada de forma neutra. Eu posso também usar essa energia de forma má. Eu posso usar também essa mesma energia para prejudicar alguém. Eu posso dar um passe para auxiliar uma pessoa a se equilibrar, ajudar a pessoa a se curar, ajudar a pessoa a se restabelecer. Mas se eu não sou uma pessoa boa ou se eu sou uma pessoa que moralmente eu ainda encontro muitos vícios, ainda encontro muitos desequilíbrios dentro de mim, eu posso usar isso para prejudicar uma pessoa. Eu ouvi falar de mal olhado? Mal olhado é isso. A pessoa tem um potencial fluídico muito forte. Poderia estar no centro espírito dando passe e ajudando a curar as pessoas, né? poderia estar desconhecendo o seu potencial e de posse aí de inveja, de raiva, de ódio, essa pessoa pode prejudicar outra, hein? Usando a mesma energia que poderia curar, pode derrubar. É claro que ninguém tem poder sobre nós, mas pode nos influenciar dependendo da nossa moral. No dia que a gente tá mal, tudo tende a a sair ruim. É por causa disso. Tô mal hoje, tô triste, tô chateado, tô nervoso. Aconteceu uma coisa lá. A tendência é quanto mais a gente vai ficando chateado, mais as coisas vão piorando e degradando, porque menos proteção nó magnética a gente vai tendo ao nosso redor. E mais uma inveja de um, um pensamento maligno de outro pode nos influenciar mal. Porque o pensamento ele é ação. Pensamento é energia que eu lanço numa pessoa. Quem
a gente vai tendo ao nosso redor. E mais uma inveja de um, um pensamento maligno de outro pode nos influenciar mal. Porque o pensamento ele é ação. Pensamento é energia que eu lanço numa pessoa. Quem tiver a oportunidade de ler o livro Mecanismos da Mediunidade, André Luiz aborda isso de maneira bastante interessante sobre os átomos do pensamento, os átomos da vontade. Ora, se eu lanço um pensamento numa pessoa, eu tô descarregando nessa pessoa energia real, substâncias reais, matéria real nessa pessoa. Se for positivo, ótimo, porque aquilo ali vai agregar àquela pessoa boas energias e vai, não é, agregar novas moléculas àquele perespírito. Se eu emito pensamentos positivos. Mas se eu emito pensamentos degradantes e raivosos, eu posso piorar um processo que já tá ruim naquela pessoa. Então, esse livro, Mecanismo da B mediunidade aborda exaustivamente essa questão para quem quiser entender um pouco melhor. É um livro complexo, não vou mentir, porque tratar de átomo, não é? E essa física quântica do ponto de vista espiritual não é mole, mas é um livro bom, é um livro muito bom e recomendo. Enfim, é um dos cuidados que nós temos que ter. Nós que somos espíritas, eu não sei o meu potencial mediúnico, não sei o meu potencial fluídico, não sei se eu tenho energia muito forte ou não. Preciso me conter, evitar a minha raiva. Eu posso estar adoecendo uma pessoa sem saber. Eu posso estar causando uma doença grave de uma pessoa sem saber. É possível? É, é possível. É provável. Não tem como provar, mas é possível porque eu posso estar piorando uma condição de alguém que com a qual eu tenho algum tipo de richa de raiva. É possível. Da mesma forma que se eu não tomar cuidado, alguém pode piorar a minha saúde. Questão que também é tratada por André Luiz lá no livro Evolução em Dois Mundos, capítulo 9. São as predisposições mórbidas que me permitem absorver às vezes aquilo que nem precisava, mas de acordo com a minha, né, disposição mental negativa, meu organismo, eu posso absorver o mal de
ítulo 9. São as predisposições mórbidas que me permitem absorver às vezes aquilo que nem precisava, mas de acordo com a minha, né, disposição mental negativa, meu organismo, eu posso absorver o mal de outra. É, então isso nos mostra o quanto nas nossas relações elas estão interligadas uns com os outros, o quanto que a gente depende do outro e quanto que o outro depende de nós de certa forma podemos estar assim, ó, a milhares de quilômetros de distância, mas o pensamento ele atinge outra pessoa numa velocidade impressionante. Em menos de um segundo a pessoa tá nos recebendo. É por isso que o passe a distância é tão bom. Culto do evangelho no lar é ótimo momento pra gente dar um passe a distância, momento da oração, concentrando todo mundo culto ali para mandar uma vibração boa para alguém que a gente conhece, pode estar passando por alguma tristeza, algum problema físico, né? Tudo é um momento muito bom. É esse que é o poder oculto, que já foi utilizado no passado por grupos muito fechados, né? Você já viram falar daqueles grupos que que para você entrar não, aqui tem uma iniciação que aqui é secreto. Já ouviram falar? Até em filme tem muito disso, né? né? Um grupo secreto de estudos ocultos. É isso que depois a gente vai descobrir que era estudos da mediunidade, estudo de práticas espíritas, né? Que na época não era espírita, mas práticas de intercâmbio. Dessa forma vai assim. E aí quando a gente vai entra um pouco mais para tentar entender então quem que é o feiticeiro, quem que é o bruxo, ora, pessoas que desde muitos séculos atrás compreendiam um pouco melhor como manipular essas energias, não apenas através da mentalização, mas na confecção de certos rituais ou na construção de certos eh eh certos alimentos, não é? bebidas, alimentos, que pudesse conter algum tipo de erva e além disso, esse colui espiritual que hoje no Brasil a gente até chama até chama de de de uma palavra muito comum que é a macumba, né? O que que é macumba, né? Na linguagem popular é isso aí. A gente fala macumba,
sse colui espiritual que hoje no Brasil a gente até chama até chama de de de uma palavra muito comum que é a macumba, né? O que que é macumba, né? Na linguagem popular é isso aí. A gente fala macumba, fala trabalho, né? Também tem essa expressão trabalho. O que que é isso aí? Não é? É justamente essa prática antigamente era chamada de feitiçaria, etc. Mas que hoje é o quê? Um colui com os espíritos na forma de conseguir alguma coisa. conseguir alguma coisa. Quem lêu o livro Nos Domínios da Mediunidade vai ver André Luiz numa reunião com pessoas, uma reunião mediúnica com pessoas muito interesseiras que queriam dos espíritos informações para si, para benefício próprio, queriam favores, queriam certos tipos de benefícios, queriam certos tipos de revelação. André Luiz vai nessa reunião, conhecer essa reunião. Então, esse tipo de prática que antigamente era considerada feitiçaria é algo nesse sentido, é uma espé colui com os espíritos para que a gente possa conseguir alguma coisa, algum benefício, mesmo que seja prejuízo de outrem, não é? É por isso que nós espíritas temos que nos atentar não na crítica a outras religiões, mas no cuidado com nós mesmos para que a gente saiba onde a gente tá pisando os locais que a gente for. Nosso interesse é com Jesus, é o trabalho com Jesus. Mas nós vamos ver aí andando na rua lá, não é? Devolva o seu amor em três dias. O que que é isso? Colui com os espíritos para que possam lá atormentar a pessoa para que ela, né, disfaça ali a o seu feito e volta ali para aquele relacionamento, não é? É um exemplo de como isso, né? Nós não falamos feitiçaria aqui no no no Brasil, né? Essa palavra aqui a gente muito usa, muito pouco, mas eh em outras épocas havia de ser. Lá na UFG, há alguns meses atrás, eu estava estudando, estudando com alguns alunos que eles eram alguns de Angola, alguns de Moçambique, não é? E muito do que a gente faz aqui no Brasil, essas práticas aí que a gente chama de candomblé, essas coisas lá, eles chamam de feitiçaria. É uma palavra
am alguns de Angola, alguns de Moçambique, não é? E muito do que a gente faz aqui no Brasil, essas práticas aí que a gente chama de candomblé, essas coisas lá, eles chamam de feitiçaria. É uma palavra diferente que eles usam lá diferente do que a gente usa aqui. Não, lá pra gente todo é feitiçaria, essas coisas cham de feitiçaria, né? Então a gente, alguns países ainda utilizam-se dessa palavra, né? Aqui ainda não, mas o grande recado de Allan Kardec para nós é justamente para que a gente possa entender que a gente não deve ter medo das coisas, mas é compreender como é que essas coisas funcionam. Compreender o seguinte, essas coisas existem, sim, mas como elas existem? Qual que é o jeito correto de compreendê-las para que a gente não entre em nenhum tipo de furada, né? O espírita, é claro que, né, todo o espírito tá envolvido com uma realidade espiritual, um mundo invisível e é um mundo que permeia o nosso. É muito bonito quando nós vamos nas reuniões mediúnicas e temos uma oportunidade de conversar com quem já desencarnou e conversamos lá nas reuniões exaustivamente com pessoas que foram ou foram conhecidos nossos, ou foram parentes, ou são pessoas que estão vivendo problemas no mundo espiritual que foram daqui para lá. É muito bom, mas o Espiritismo nos ensina a lidar com eles de maneira de maneira saudável, de maneira educada, de maneira gentil, de maneira respeitosa e humana, porque são pessoas como nós e não entrarmos nesse tipo de colui com os benfeitores amigos ou com esses espíritos que nos cercam. E nas reuniões mediúnas nós vemos essa materialidade acontecer de uma forma muito impressionante, sabe? Entrando já paraa nossa prática espírita, saindo dos livros, da nossa história e entrando, a gente recebe muito espírito nas reuniões mediúnicas. Acho que acredito que aqui deve receber também, porque eu nunca vi uma reunião que não tivesse. Espíritos que vêm dizer pra gente: "Olha, me foi encomendado perseguir alguém, alguém encomendou". A gente tem essa prática ainda muito
receber também, porque eu nunca vi uma reunião que não tivesse. Espíritos que vêm dizer pra gente: "Olha, me foi encomendado perseguir alguém, alguém encomendou". A gente tem essa prática ainda muito forte. Parece que não, né? Me perguntar se você conhece alguém que que faz esse tipo de trabalho para prejudicar alguém? Eu não conheço ninguém, mas nas reuniões mediúnicas tem muitos espíritos lá que vem nos reclamar. Ora, me contrataram para poder prejudicar alguém e vocês aqui estão me atrapalhando. E nós temos que conversar com esse irmão lá, explicá-lo, né, sobre as a as verdades que o Espiritismo nos traz, as verdades que Jesus nos traz. Então, é muito comum. Eu até lanço isso como um alerta para que a gente estabeleça melhores relações com as pessoas. Existem práticas ainda invisíveis, práticas, não é, que nós desconhecemos de pessoas que nos conhecem e a gente não sabe o que essas pessoas estão fazendo. O espiritismo ele é muito, ele é muito claro. E Jesus é muito claro quando nos fala da importância de estabelecer boas relações, relações harmoniosas, relações de amizade fraterna, relações de perdão, relações de caridade, relações de humanidade, de gentileza, para que a gente evite ao máximo conquistar inimigos nessa encarnação nossa, para que a gente não seja alvo nem de encarnados, nem de desencarnados. Essa lição nos fortalece nessa, né, nessa percepção de que podemos estar sendo prejudicados mentalmente por alguém, poderemos estar prejudicados espiritualmente por alguém. Evitemos isso ao máximo. Também evitemos de prejudicar a outra da mesma forma, com pensamento negativo, com a falta do perdão. Isso tende a melhorar nossa vida espiritual, nossa vida mental. Ora, um pensamento, não é? Eh, eh, que nos queira mal, pode nos atrapalhar às vezes um raciocínio que a gente tá tendo. Às vezes, às vezes nos vem uma angústia que a gente não sabe de onde. Na maioria de nós não capta isso de maneira racional. A maioria de nós sente essa angústia, às vezes uma tristeza. Às vezes a gente
s vezes, às vezes nos vem uma angústia que a gente não sabe de onde. Na maioria de nós não capta isso de maneira racional. A maioria de nós sente essa angústia, às vezes uma tristeza. Às vezes a gente fala: "Nossa, mas que azar, que que tá acontecendo?" Não é? E são os ataques espirituais ou mentais de pessoas que nos cercam, que às vezes nós nem prestamos atenção nas nossas atitudes, mas que acaba influenciando, né, como a pessoas as pessoas nos veem, né, ou como elas pensam em nós. Mas então fica essa essa reflexão pra gente aqui, né, o quanto todos nós temos essas capacidades ocultas, não é? tinha um companheiro nosso da reunião mediúnica, né? E ele não tinha mediunidade ostensiva nenhuma. E aí, eh, às vezes alguém do centro perguntava: "Ah, você tá na reunião mediúnica?" Ele: "Sim, tô na reunião mediúnica". Ele diz: "E aí, qual é a sua mediunidade?" Ele fala assim: "Não, eu sou o psicoqueto. Eu entro na reunião mediúnica, eu só sento lá e aí a reunião acontece, eu levanto vou embora. Eu eu não, eu não contribuo com nada, mas todo mundo contribui muito, todo mundo contribui demais. O lar de Jesus é uma casa espírita que nós temos, não é só o passe, não. Temos água fluidificada, temos tratamento espiritual. Cada um de nós aqui pode ser um assistente pra espiritualidade. Todos nós temos forças que nós desconhecemos. Todos nós temos potenciais que nós desconhecemos. Um pensamento positivo aqui somado a este, a este, a esse. Cada pensamento positivo somado ilumina isso aqui muito mais e facilita muito mais qualquer tipo de tratamento, qualquer tipo de cura que nós buscamos, qualquer tipo de reequilíbrio que nós buscamos pode ser acrescentado muito mais potencial com o nosso pensamento positivo, com a nossa fé, com a nossa oração. Então, todos nós contribuímos, todos nós temos potenciais muito, muito poderosos dentro de nós. Continuemos assim, buscando a oração, buscando o equilíbrio, pensamento positivo, mentalizar muita luz sempre que a gente puder, porque tudo isso dá
os potenciais muito, muito poderosos dentro de nós. Continuemos assim, buscando a oração, buscando o equilíbrio, pensamento positivo, mentalizar muita luz sempre que a gente puder, porque tudo isso dá resultado. O materialista quer resultado do dia paraa noite, né? materialista quer vir aqui tomar um passo do biógrafo edificado e acordar amanhã radiante radiante. Mas a gente sabe que não é como Allan Kardec vai nos falar no capítulo 14 da Gênese, tudo é lento. Primeiramente, toda essa energia positiva, esses fluídos do passe, essa água fluidificada, o tratamento espiritual, todo esse potencial que os espíritos recolhem ao nosso favor, primeiramente eles entram, ó, no nosso perespírito, pelas nossas células espirituais. Aí vão vão sendo trocadas as células ruins, até do pensamento ruim. Às vezes a gente tá com a cabeça ruim, né, precisando de mais neurônio, mais neurônimo luminoso e vão trocando e vão trocando essas essas moléculas espirituais. Depois que a molécula espiritual trocou, ela começa, ó, a modificar a molécula física. Olha que beleza. Aí o nosso corpo ele vai adquirindo um uma programação um pouco diferente, um pouco diferente e tudo vai melhorando com o tempo. E se a gente continuar firme, o processo não para. Mas se a gente deixar para lá, voltar pra negatividade, pro vício, para, aí o processo retrograda, né? >> Aí é o contrário. Aí a célula física pode até matar a espiritual porque são interligados, mas é um processo bem bacana. Então é perseverança, fé, oração, pensamento positivo e a gente vai vencer. A gente vai vencer sim, com certeza. Isso já tá registrado nos livros. Os espíritos voltaram para nos contar. Gente que viveu voltou para contar. Então eu sei que é verdade. Por isso, vou encerrar por aqui, gente. Muito obrigado aí pela atenção, viu? Que Jesus possa nos abençoar muito, muito aí na nossa caminhada, viu? Bem, nós gostaremos de agradecer muito, eu especialmente, ao meu amigo Juliano, por essas belíssimas reflexões. Ele soube condensar num tempo bem curto,
ençoar muito, muito aí na nossa caminhada, viu? Bem, nós gostaremos de agradecer muito, eu especialmente, ao meu amigo Juliano, por essas belíssimas reflexões. Ele soube condensar num tempo bem curto, né, toda essa percepção que o Espiritismo nos traz sobre isso. E um ponto que eu gostaria de reforçar é exatamente isso. Para quem não conhece ainda o espiritismo, o espiritismo é a realidade, como o nosso irmão acabou de falar, que vem desde a pré-história, desde todos os tempos, ou seja, o plano espiritual precede a vida material propriamente dita. Então, nós é que estamos em meio a um plano espiritual e não ao contrário, os espíritos estão no meio da gente. Não, a essência do universo é espiritual. A matéria é exceção. Nós somos exceção. Então é natural que esse envolvimento tem sempre tenha se dado e continua acontecendo. E a doutrina vem exatamente explicar para nós como isso funciona. E eu me lembrei muito de de Jesus quando ele disse: "Busca e acharás". O que acontece? Nós quando estamos com problemas, nós sabemos para onde correr, não é verdade? E tem uma outra frase que diz o seguinte: "É melhor prevenir do que remediar". Vocês já ouviram falar? Mas nós, infelizmente, nós só vamos no remédio, né? A emergência todo mundo sabe onde é que é, né? Agora aquele médico para prevenir, para cuidar, a gente posterga, vai deixando, né? Então isso é o que acontece na nossa vida prática. Então nós chegamos às vezes a estar totalmente desenergizados, né, Vilano, exatamente por essa falta de comunhão com o plano espiritual. Ela é a nossa essência, porque nós vivemos, como nós falamos, rodeado de energias e de espíritos. Como o nosso planeta de provas, expiações, qual a energia que você acha que predomina? Então é necessário, gente, buscar o estudo, buscar o trabalho, buscar a frequência assído a uma casa de oração para que essas energias sejam restabelecidas, sejam mantidas, como o nosso Juliano falou, para podermos a gente estar bem todo o tempo, certo? Quando a nossa energia é boa, ela repele a energia má
ção para que essas energias sejam restabelecidas, sejam mantidas, como o nosso Juliano falou, para podermos a gente estar bem todo o tempo, certo? Quando a nossa energia é boa, ela repele a energia má naturalmente, certo? é a força da atração, como tem aquele livro que diz aí, né? E só para completar, Juliano, você falou do libertação. Lembrei de um ponto também que é muito interessante no livro libertação. Neste momento que André Luiz visitava um templo católico e eles estavam naquele momento da comunhão e ele notou que naquela, como se chama, aquela onde se coloca o eu esqueci o nome, mas enfim, ali onde estava existia uma luz muito grande. E na hora daquela comunhão, quando a pessoa que recebia a hóstia, ela estava com fé, aquela energia descia sobre ela. E da mesma forma aquela pessoa que estava ali sem compromisso nenhum fazia a menor diferença. Então a gente vê que essa realidade é de todas as religiões. O espiritismo é a única que explica. Então, a palavra de Jesus, a tua fé te curou, entende? Está nas nossas mãos, gente. Não tá na posse do centro, nem do médio, nem do talismã, nem do ninguém. Tá nas nossas mãos a nossa própria cura. Então, vamos buscá-la. Queria chamar o nosso irmão Marcos fazer a prece final. E antes eu gostaria só de lembrar mais uma vez aqueles que não compraram o nosso ingresso, por favor nos ajude. Essa casa vive de doação, de apoio de cada um que aqui frequenta. Nós temos a nossa noite de massas neste sábado, 8 horas da noite, lá na Psef, né? É o clube ali da T1 com a T8. É um lugar muito agradável. Vai ser uma noite, não é um prato de macarrão, tá gente? É uma noite de massas, você vai se servir à vontade. Várias opções, muita coisa gostosa. Vamos ter shows musicais e a companhia de pessoas maravilhosas como vocês, né? Então, um público selecionadíssimo. Então, espero ver cada um de vocês lá, tá? Vocês estão aí também do outro lado da do YouTube também. Vamos nos prestigiar, tá? 8 horas do dia, 8 horas, não, 20 horas do dia 8/11 agora, né?
onadíssimo. Então, espero ver cada um de vocês lá, tá? Vocês estão aí também do outro lado da do YouTube também. Vamos nos prestigiar, tá? 8 horas do dia, 8 horas, não, 20 horas do dia 8/11 agora, né? Sábado agora. Então nós temos este compromisso aí com a nossa casa, né? Um almoço em família que eu gosto de falar, né? No caso é um jantar, tá? Aguardamos todos vocês pra gente ter uma noite maravilhosa, tá bem? Uma ótima noite a todos. Muito obrigado pela companhia. Vamos elevar nosso pensamento a tal espiritualidade maior. Agradecer ao nosso bom mestre Jesus pela oportunidade de estarmos aqui nessa casa abençoada, essa casa de consolo, de conhecimento, porque o conhecimento é libertador. agradecer por essa doutrina tão maravilhosa que vem nos colocar no caminho do Senhor Jesus, nesse caminho que ele quando andou aqui na terra nos mostrou com a suprema humildade como fazer para chegar até o reino de Deus, para chegar até os céus que nós todos esperamos um dia estar mais perto de Deus, mais perto de Jesus. Obrigado, meu mestre querido, por senhor sempre não esquecer de nenhum de nós. Esses irmãos, né, muit das vezes não leva em conta os seus ensinamentos, mas nós te rogamos, Senhor, não nos abandone, coloque-nos no caminho certo para que um dia possamos estar mais perto do Senhor. Agradecemos a todos que aqui estiveram hoje e damos por encerrado a palestra tão edificante que temos aqui nessa casa abençoada. Que assim seja.
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