Podcast com Wellerson e Tim e Vanessa | Congresso Espírita Juiz de Fora MG

Conecta Espiritismo TV 18/08/2025 (há 7 meses) 51:58 90 visualizações 11 curtidas

Domingo - 17/08 - Manhã | Podcast com Wellerson e Tim e Vanessa | Congresso Espírita Juiz de Fora MG Tema: Ondas sonoras do amor Realização: CONECTA ESPIRITISMO Acesse: https://www.conectaespiritismo.com.br/ Transmissão e Gestão de imagens: TV IDEAK-RJ Conheça o IDEAK: https://institutoideak.com.br/

Transcrição

Olá, amigos. É uma alegria podermos estar aqui no Congresso Espírita de Juiz de Fora com tantos participantes envolvidos confraternizando para falar sobre o tema central Desafio de Viver. E no nosso podcast de hoje, nós estamos recebendo com muita alegria T Vanessa, que é uma dupla de cantores, de músicos, que tem levado a música por meio do evangelho de Jesus, à luz da doutrina espírita, a todos os lugares que eles são convidados. estão completando neste ano de 2025 25 anos de trabalho. Que alegria, né, esse esforço, este trabalho de levar a música aos nossos corações. E o tema do nosso podcast de hoje são as ondas sonoras do amor. A música ela é mais do que arte, ela é vibração que toca o invisível. Cada nota, cada acorde carrega uma energia que se espalha como ondas, alcançando lugares onde as palavras elas não chegam. Ele é capaz de acalmar a dor, despertar memórias, unir corações e elevar os nossos pensamentos. Quando nasce do amor, a música ela se torna um canal de cura, de esperança, espalhando luz em meio às sombras. Hoje nós vamos refletir sobre essa mágica invisível que faz a música um abraço sonoro, um rio de amor em movimento dentro do nosso coração. Para nós começarmos a nossa conversa, quero te perguntar, Tim, eh, a música, para que ela surja, ela tem todo um processo até chegar aos nossos ouvidos como ondas sonoras de amor. Queria saber, no seu caso, como compositor, como é que essas músicas surgem? Existe assim uma preparação, um momento especial ou elas surgem assim em ocasiões que às vezes você não tá nem esperando? >> Bom dia, Wellon. Bom dia, Vanessa. Bom dia, pessoal. Eh, uma alegria estar aqui e a gente trazer um pouco da nossa experiência no campo da música, no campo da harmonização. Eh, eu digo que não tem uma regra, né, para dizer chega-nos a a intuição, chega-nos uma vontade de fazer algo, de traduzir isso em harmonias, em canções. Então, a gente, como se diz, deixa levar e aquilo nos leva a a trabalhar. No meu caso, particularmente, eu acredito que

chega-nos uma vontade de fazer algo, de traduzir isso em harmonias, em canções. Então, a gente, como se diz, deixa levar e aquilo nos leva a a trabalhar. No meu caso, particularmente, eu acredito que cada artista, ele tem seu modo de trabalho, né? Tem uns que fazem uma melodia, depois coloco a letra. No meu caso, eu pego uma letra, me envolvo com ela e depois eu trago a melodia eh para fazer uma uma cobertura, né, para fazer um uma valorização daquela letra. A minha intenção particular é pegar aquele poema e eu trazer musicalmente aquela ideia para valorizá-la. Eu acredito muito no texto, eu acredito muito na mensagem, porque eu tenho para comigo que toda vez que você lança um trabalho, você no nosso caso, uma canção que a gente entrega ela para o público, a gente tem uma grande responsabilidade naquilo que a gente tá veiculando, naquilo que a gente tá eh julgando para o espaço, porque quando sai de nós, a gente torna aquilo público, aquilo nós nos tornamos corresponsáveis do que ela vai né? Eh, fazer nas pessoas. Então, que nós eh possamos ter essa visão para não nos arrependermos amanhã pelo que dissemos, pelo que cantamos, pelas harmonias, pelo que, como você disse aí no seu texto inicial, no que nós despertamos nas pessoas, né? Então nós como artistas e principalmente quando a gente se intitula artistas espíritas, esse adjetivo espírita tá toda uma carga de responsabilidade, de conhecimento, em que aquilo que a gente tá veiculando tem que ter conexão com o que a gente aprende na doutrina espírita de morortalidade da alma, de vida futura, de Jesus, reencarnação, perespírito, causa efeito. Tudo isso tem uma uma entendimento muito profundo. Isso dá uma base muito boa pra gente trabalhar com muita cautela o que a gente canta, o que a gente escreve, um livro que a gente faz. Então, eh, é uma alegria, mas também uma grande responsabilidade. Então, meu momento de fazer as composições é quando, principalmente o meu parceiro principal, que é o Gladson Lage, ele compõe um poema, eu me envolvo com

gria, mas também uma grande responsabilidade. Então, meu momento de fazer as composições é quando, principalmente o meu parceiro principal, que é o Gladson Lage, ele compõe um poema, eu me envolvo com aquele poema, eu estudo, eu vou trazendo algumas notas musicais que mais combinem com aquele texto e aí sim a gente resolve publicar e tornar pública. E aí eu me alegro muito quando as pessoas me retornam falando: "Tim, gostei, foi muito bom, eu gostei dessa canção." Vanessa também tem uma uma grande afinidade, né, Vanessa? A gente antes canta bem e assim o processo segue com as bênçãos de Jesus. Ainda dentro dessa questão, Otin, eh, eu conheço bastante o trabalho de vocês e tem uma das canções que até em alguns shows você fala a respeito dela. Eu queria que você falasse um pouquinho pra gente entender um pouquinho mais sobre essa questão da composição, que é o aprendiz, né? É uma música bastante conhecida do repertório de vocês. Que que você falasse um pouquinho sobre ela, sobre a composição e como foi o surgimento dela. >> É, aprendiz. Eu eu fiz essa canção quando chegou em 2007, o livro livro dos espíritos fez 150 anos. E eu adoro, né? Quando eu conheci a doutrina espírita, eu, como tantos outros, né? Minha esposa era espírita, eu era espiritualista, eu tinha uma uma ideia de fugir da religião, porque eu achava que religião tinha me atrapalhado bastante, mas eu não conseguia fugir de Deus. Eu queria Deus, mas não queria religião. E eu peguei o livro dos espíritos, ela me deu aquele livro e eu falou: "Vou ler e vou mostrar para ela que esse livro tá cheio de contradições, de coisas erradas. Eu quero provar que esse tal de Kardec não tem nada a ver, meu amigo. Eu abro o livro e tá lá prolegô e começa uma dissertação toda acerca, né? Para coisas novas precisam termos novos. E aquilo me envolveu. Eu tenho uma mente mais racional e eu apaixonei com o livro. Que é Deus? Aquelas perguntas, ela, eu digo na canção, né? É respostas que se trazem consolo e sentido ao destino. Era tudo

lo me envolveu. Eu tenho uma mente mais racional e eu apaixonei com o livro. Que é Deus? Aquelas perguntas, ela, eu digo na canção, né? É respostas que se trazem consolo e sentido ao destino. Era tudo que eu precisava escutar. Então eu me torno espírita no momento em que eu aceito aquelas ideias e elas elas retumbam intimamente comigo. Então eu resolvi fazer uma canção que homenageasse esse meu momento de mudança de de rum e que falasse da minha experiência como espírita quando eu me tornei espírita através do livro. E quantas e quantas vidas a doutrina espírita já mudou? Quantos corações já foram consolados? Quantas pessoas se alegraram, se acalmaram, eh reacenderam as suas esperanças de saber que vão se reencontrar com os entes queridos, que nós somos espíritos imortais, que o nosso destino é sermos anjos e isso tudo é maravilhoso. Então eu faço essa canção baseado nessa ideia, né? Em 2016, eu 8 anos depois eu resolvo divulgá-la. Ela já tava sendo feita. E a gente, fiquei muito surpreso quando as pessoas entenderam a ideia e gostaram da canção. >> Uma canção linda. Vale a pena vocês procurarem aí pelo YouTube, nas redes sociais também, eh, vai poder encontrar a música e poder escutar. Vanessa, eh, você não é compositora, mas trabalha junto com seu irmão aí já durante 25 anos, em diversos shows, apresentações, em casas espíritas, em lugares que não são espíritas, né? E tem levado o evangelho de Jesus por meio da sua voz. Naturalmente, eu penso que durante eh a preparação dos shows, das apresentações, você participa um pouco do processo de escolha do repertório, as músicas que vão ser apresentadas. Você acredita que o músico ele tem a responsabilidade de cuidar da mensagem que vai transmitir através da sua arte? Tinho falou um pouquinho a respeito disso, né, quando tava respondendo a questão, mas eh vocês tomam esse cuidado, como é que é a escolha desse repertório paraa apresentação dos shows? Bom dia. Muito feliz também de estar aqui. Wellon total, a gente sempre trabalhou

endo a questão, mas eh vocês tomam esse cuidado, como é que é a escolha desse repertório paraa apresentação dos shows? Bom dia. Muito feliz também de estar aqui. Wellon total, a gente sempre trabalhou junto nisso, né? Eh, eu não componho, mas eu participo do processo da composição a partir do momento que ele já começa aquele esboço, né, da música. E aí ele me apresenta, eh, por exemplo, ele eh recentemente ele fez isso, inclusive, faço com frequência, porque quando ele tá compondo, ele já pensa eh em vozes, né? como que a gente vai cantar, como é que vai ser a divisão. Então ele já pensa em tom, um tom que fica confortável e aí no que ele tá compondo, se vai ter um tom um pouco mais alto, se vai ficar confortável para mim, se vai ficar confortável para ele. Então, eh, toda essa engenharia que a gente faz ali, eu participo, então ele me mostra a música e aí eu falo: "Ó, esse pedaço aqui podia mudar aqui um pouquinho essa essa forma aqui de falar e tudo, porque a gente também tem uma preocupação muito grande eh na dicção das palavras, tá? para que, porque o Gladston tem uma forma de escrever, né, que é um pouco mais eh, vamos dizer, rebuscada, né? Então, a gente até para pronunciar para aquilo ficar claro, né? Para não ficar aquela música embolada e a a pessoa não entende bem. Então, a gente pensa, sabe, nessas coisas, no andamento da música para ela não ficar rápida demais, para ficar compreensível, para ficar agradável, né? Então eu sempre participo, né, desde a concepção da música, a gente finaliza, ah, vamos fazer uma apresentação, eh, que vai envolver banda. Aí, quais são os instrumentos, né, os músicos que foram convidados. E aí a gente eh eh vai selecionando e aí a gente tem eh eh a participação do do Luís Henrique que produz com a gente, né, que ele é coprodutor, né, Tim? Então, eh, tem sempre o cuidado de que a letra, a composição, ela é o principal. Então, todas as as os instrumentos envolvidos, eles dão um colorido, mas a letra sempre ela é a principal. Então, a

im? Então, eh, tem sempre o cuidado de que a letra, a composição, ela é o principal. Então, todas as as os instrumentos envolvidos, eles dão um colorido, mas a letra sempre ela é a principal. Então, a gente tem esse cuidado nessa preparação toda, na escolha do repertório, eh, quando a gente consegue fazer conciliar com o tema, né, que é muito importante para que componha, né, principalmente um caso de congresso que ele tem uma temática. Então, a gente vai escolher músicas que conversem com toda a temática. Então, a gente sempre tem essa preocupação. Então, eh eh eu acho super importante isso, né? Me sinto corresponsável também para que eh essas escolhas sejam eh as mais assertivas possíveis dentro do que a gente dá conta de fazer, né? >> E tem aquelas músicas também que não pode faltar, né, no show. Não, não, não. Eu brinco muito que às vezes as pessoas eh nos abordam antes da apresentação. Ah, você vai cantar os pés do monte? Aí eu brinco. Se não for para cantar os pés do monte, nem eu venho. Porque para mim ela é é um quase que um mantra já. >> Eu queria também, Vanessa, te fazer uma pergunta. Essa ser bem pessoal, mas eu acho que é uma dúvida que todos nós temos, né? Porque a gente sabe que trabalhar em família eh é muito bom, mas também tem seus desafios, né? Vocês são irmãos e a gente vê vocês no palco, aquele entrosamento. Tem dificuldades também ou é maravilha sempre? >> Não, maravilha não tem na vida de ninguém, mas parte da nossa família, né? Nós tínhamos um irmão mais velho, que foi quem começou a questão da música em casa, né? Ele que tocou violão primeiro e compôs muitas músicas, né? E então a gente sempre cantou muito, a gente sempre eh nós fomos trio muito tempo, né? Gostávamos dessa dessa brincadeira de fazer vozes, de interpretar músicas de outras pessoas, né? Então isso sempre foi uma uma coisa muito natural pra gente. Então a música sempre foi um ponto assim muito importante. Meus pais também gostavam, a minha mãe gosta muito de música, meu pai também gostava e

isso sempre foi uma uma coisa muito natural pra gente. Então a música sempre foi um ponto assim muito importante. Meus pais também gostavam, a minha mãe gosta muito de música, meu pai também gostava e tocava violão. Então a a gente nunca teve dificuldade com isso, né, Tim? A gente sempre teve um entrosamento muito grande de das vozes, de pensar assim: "Não, essa parte aqui você canta, essa parte que vai ficar melhor". Então isso pra gente sempre foi muito tranquilo. Então nós nunca tivemos dificuldade nenhuma com relação ao trabalho. Nunca, nunca. Tim, você que é músico, compositor, o que que você acha que faz a música ela ter o poder de alcançar tão profundamente o coração das pessoas, né? Você acha que é a emoção que ele tem, né? E a gente sente que você fica sempre muito emotivo quando faz as suas apresentações. Isso influencia na energia que envolve o público que está ali presente? Certamente, Wellon. Eh, a energia que se emprega na execução, né, da música impregna bastante e que a energia fica. Mas em apresentações ao vivo, como nós fizemos agora recentemente, é uma outra energia assim maior, porque é energia de todos nós, quem escuta e quem executa, então fica uma conexão maravilhosa que se retroalimenta. Então são momentos muito valorosos quando a gente tá junto das pessoas, a gente e as pessoas se abrem para que a gente possa mostrar o nosso trabalho, para a gente cantar juntos, porque eu canto olhando pras pessoas com a intenção que elas entendam o que eu estou querendo dizer, que eu estou feliz daquilo que eu estou cantando, que o evangelho é maravilhoso, que a doutrina espírita ela é uma bênção na vida das pessoas, é uma misericórdia divina a gente conhecer eh o que está por trás. né, da nossa existência, o nosso destino. Eu aprendi muito lendo o Leon Denise, que ele fala, né, da do grande enigma, de fala de Deus, ele fala da inspiração que ele teve quando foi escrever esse livro. Eh, a inspiração é uma coisa que nos move, que a gente deve prestar bastante

que ele fala, né, da do grande enigma, de fala de Deus, ele fala da inspiração que ele teve quando foi escrever esse livro. Eh, a inspiração é uma coisa que nos move, que a gente deve prestar bastante atenção, porque os nossos amigos espirituais estão sempre tentando trazer um despertamento para nós. Ele escreve o livro, quando ele está numa praia, ele vê um por do sol, vê a natureza, ele fica tão emocionado só pela visão que ele escuta uma voz dizendo assim: "Escreve isso, escreve esse sentimento que se você tá tendo leve paraas pessoas, para elas aprenderem, né, que Deus existe, que ele está em em torno de tudo." Então, essa é a inspiração. Eu eu escrevi outras canções também sobre esses momentos emotivos, né? aos pés do monte, foi um deles. Eh, e alívio, uma canção que a gente tem alívio, foi um momento também de envolvimento emocional com os desastres eh lá na Indonésia em 2004, com os desencarnes coletivos muito grandes. Eu fiquei muito impactado. Eu queria escrever aquilo, traduzir um sentimento em música. Então, acredito que certamente eu não sou médium ostensivo, mas como todos nós temos essa conexão, né, um uma mediunidade eh intuitiva, então eu acho que tinha uma um pessoal querendo que eu retratasse aquela aquela situação e aí a música fica. Então é esse impacto nas pessoas e isso é importante porque música é uma linguagem universal, né? Às vezes você prescinde de palavras, só aquela energia. O tem um livro só para citar brevemente. Eh, eu me esqueci o autor do do do livro, eu vou eu vou lembrar. Ele traz um uma história de um espírito que se aproxima, levado pelo o guia espiritual dele a um a um planeta musical. A vibração do planeta era musical. E o espírito, à medida que ia se ele era musicista também, era um violanista, ele ia aproximando do planeta no Hettercum, assim, ele já foi se enlevando aí e a coisa ficou ficou grande. Ele não conseguiu suportar tamanha vibração, nem chegou ao planeta. Ele só escutava couros musicais. Ele falou: "Não, eu tenho que voltar pra

, ele já foi se enlevando aí e a coisa ficou ficou grande. Ele não conseguiu suportar tamanha vibração, nem chegou ao planeta. Ele só escutava couros musicais. Ele falou: "Não, eu tenho que voltar pra Terra, eu tenho que traduzir isso em música". E ele aceita a reencarnação dele, vai reencarnar novamente para transformar a música, né? Dizem os livros que a partir do ano 2000 iriam reencarnar uma série de espíritos para fazer a transformação da nossa arte, né? Isso vai acontecer em algum momento. Então, esperamos que a gente possa crescer cada vez mais musicalmente também. >> Vanessa, nas suas andanças aí pelo Brasil e até mesmo em algumas partes do mundo, né? Agora também vocês são internacionais. Eh, você já vivenciou algum momento de uma canção de vocês que realmente transformou o estado de espíritos de alguém? Porque sempre às vezes uns bastidores, né, depois do show alguém nos procura depois de uma palestra, né, no meu caso, falando que tocou, que falou diretamente ao seu coração. Você teve já alguma experiência como essa que alguém te contou e que você possa compartilhar conosco? >> Nossa, já perdi até a conta. Wellerson, foram muitas, eh, pessoalmente, muitas pessoas chegam e às vezes a gente fica até eh, sem graça, porque a pessoa chega em prantos para contar que tava saindo de um que tava num processo depressivo, por exemplo, sério, e que por conta da música que foi apresentada de alguma forma e aí a pessoa retorno. Então assim, eh desde muitos anos, eh, a gente tem recebido, inclusive muitos por escrito, né, por e-mail, nossa, nós temos muitos e-mails das pessoas contando realmente toda a história dela que, eh, se transformou, que tava afastado da casa espírita, né, e não motivos vários, vários, vários. E até sobre o que o Tin tava falando, a questão do impacto da música, eu tô me recordando aqui de um episódio recente, nosso, inclusive da nossa viagem, em que a gente estava programando músicas e a gente ia fazer uma uma apresentação, você fez a parte teatral para as

, eu tô me recordando aqui de um episódio recente, nosso, inclusive da nossa viagem, em que a gente estava programando músicas e a gente ia fazer uma uma apresentação, você fez a parte teatral para as crianças lá no Egito. E a gente ficou bem preocupado porque a língua, né, num que a gente faria? E aí a gente resolveu eh escolheu a música Deus, porque ela tem gestos, é uma música para evangelização e que seria uma música que a gente ia trabalhar a vibração da música e os gestos, porque a gente estava com crianças estrangeiras, né? Elas não iam entender português de forma alguma. E foi maravilhoso o impacto com as crianças, foi muito interessante. Elas interagiram, com certeza não entenderam nada do que a gente estava falando, mas a vibração do grupo, que na verdade fomos mais de 40 pessoas cantando a música, fazendo gestos com para elas, a gente via, sentia nos olhos delas a alegria, né? Então, eh, foi um impacto de momento, mas a gente não tem noção do que isso pode repercutir na vida delas, do que isso ficou marcado na vida delas. Então, quando a gente tá se apresentando, quando a gente tá cantando, a gente realmente não tem noção do impacto que a gente pode causar na vida das pessoas. Então, a nossa responsabilidade aumenta muito nisso, porque é uma preparação nossa, porque naquele momento é do meu coração pro coração do outro, não é? Não é uma performance vocal, não é uma performance do músico, né? É uma uma uma troca energética ali. É de coração para coração, não é uma coisa racional, né? Então, a gente realmente não tem noção de de onde a gente atinge, de para onde essa música vai, porque durante muitos anos eh a gente não viajava não na nos primeiros anos, né, a gente não saía tanto, a gente ficava mais e em Belo Horizonte ou alguma cidade próxima e os CDs iam seguindo, né, Os CDs foram muito mais longe, né? E a gente depois começava assim a receber a os e-mail. Ah, eu recebi um e-mail, eu recebi o CD de presente. Ah, porque minha amiga veio e trouxe o CD e eu escutei. E a gente vai

muito mais longe, né? E a gente depois começava assim a receber a os e-mail. Ah, eu recebi um e-mail, eu recebi o CD de presente. Ah, porque minha amiga veio e trouxe o CD e eu escutei. E a gente vai recebendo aquilo, fala assim: "Nossa, a gente respira fundo, nossa, tá indo longe, muito, muito grande." Então assim, eh, foram muitas e muitas histórias que a gente ficou sabendo das pessoas sentirem, inclusive a necessidade de compartilhar com a gente. E eu eu fico muito eh eu sempre agradeço muito, principalmente a confiança das pessoas, porque elas estão abrindo o coração, né? É a vida delas, porque a gente acha, fal assim, eu sou uma estranha, né? Eu não sou íntima da pessoa, mas ela foi tão impactada que ela sente essa intimidade e essa esse conforto, essa confiança de compartilhar com a gente essa vivência. >> Quer compartilhar aí alguma coisa? Compartilhe conosco. >> É, você falou dessa da da questão dessa experiência. Eu registro até como o início da nossa carreira musical, né, nosso trajetória musical ano de 2000, porque nessa época nós lançamos o primeiro CD chamado Senhor das Estrelas e a gente na a gente se comunicava muito por e-mail hoje, né, o WhatsApp tá tomou espaço, mas a gente ainda recebe muitos e-mails e nessa época a gente eu recebi que eu que eh fazia as leituras o e-mail de uma de uma senhora Agora ela trazendo para mim tim, olá, Vanessa, tudo bem? Eh, eu não conheço pessoalmente, você também não me conhece pessoalmente, mas eu queria só contar a minha história, porque talvez a gente nunca se encontre, mas eu queria registrar ela, aí ela registra que ela, a família dela tava desorganizada e ela não conseguia fazer o culto no lar, então ela ficava na sala sozinha fazendo culto no lar. O marido chegava, ia para um quarto, o filho chegava ia pro outro, a filha chegava, ia para outro e ela insistia em fazer o evangelho, mas ninguém aderia. Um dia ela ganhou de presente o CD Senhor das Estrelas. E ela na hora do culto ela colocava o CD e fazia a leitura, né? Aí

egava, ia para outro e ela insistia em fazer o evangelho, mas ninguém aderia. Um dia ela ganhou de presente o CD Senhor das Estrelas. E ela na hora do culto ela colocava o CD e fazia a leitura, né? Aí um dia passou o marido e perguntou: "Eh, que música é essa?" Fal um CD que eu ganhei tal. Aí ele passava. Aí no outro culto ele chega, chegou, sentou, não participou do culto, mas ficou lá escutando a música. Aí da outra vez já tava o marido e o filho pararam também para na sala escutar, já começaram a participar do culto. Depois vê a filha também se sentou e começou a participar do culto. Aí o culto começou a eh acontecer na casa dela e ela atribui a isso ao poder da música, que aquele momento criou para ela uma atmosfera muito interessante lá e ela conseguiu reunir toda a família na hora do culto. Isso para ela foi um presente e ela quis compartilhar esse presente com a gente. Então são relatos que eu acho quando disimportância do que a gente fala, do que a gente propaga, muito muito bacanas, né? E a gente agradece a espiritualidade por nos permitir contribuir com esse trabalho. >> São histórias assim que nos fortalecem, né? Nos dão a esperança, que mostram realmente o caminho que a gente tá seguindo, né? Porque os frutos do trabalho eles sempre nos incentivam, né? para que a gente possa continuar. T, mas na atualidade, assim, nosso movimento espírita, a gente percebe que tem se aberto bastante as portas paraa arte, né? Mas assim, houve um tempo que era bem complicado isso, né? A a música, o teatro, as apresentações de uma maneira geral dentro da casa espírita, né? hoje na atualidade, eh, para você, quais são os maiores desafios, né, dentro do campo musical no movimento espírita? Eh, é ainda a percepção de que a arte ela é um um instrumento poderoso também de divulgação do espiritismo, né? a arte, seja a música, seja o teatro, seja eh a poesia, essa valorização, a arte ela ela nos eleva e muitas casas espíritas ainda insistem que a arte é só um entretenimento, é só uma musiquinha

o, né? a arte, seja a música, seja o teatro, seja eh a poesia, essa valorização, a arte ela ela nos eleva e muitas casas espíritas ainda insistem que a arte é só um entretenimento, é só uma musiquinha para você colocar ali para gastar o tempo até as pessoas chegarem e ainda não percebem que talvez aquele momento seja tão valoroso quanto ao que o palestrante vai fazer. Então, eu vejo muitos palestrantes aderindo a aos líteros musicais aqui. Eles unem palestra com arte, com música, com teatro. Isso ficou tão maravilhoso que as pessoas ficam maravilhadas com essa com essa com essa questão. Então, se descobrem. Eu tenho grandes incentivadores, assim como Simão Pedro, por exemplo, que eles ele baseia as palestras deles nos poemos do Glá Lage. Eu o conheci, né, fazendo palestras sobre luzes da luz, né, muito bacana. Eh, então há há um caminho ainda se trilhar bastante o artista, mas principalmente o artista também, oh, me cabe dizer que o artista também tem que se preparar melhor para oferecer melhores trabalhos. tem que oferecer o melhor de si. Não, não precisa ser aquele supra assumo, mas se preocupar com quem tá recebendo, se preocupar com a aparência, se preocupar com o conteúdo, levar o melhor deser a melhor qualidade, porque o público merece. Pagando ou não, você tá ali a se você é um artista, então você representa algo. Então é importante que o músculo se capacite, né? E que a casa espírita, o público também reconheça uma atividade importante também no meio espírita. Eu tenho muita confiança que é um processo que tá mudando e tá melhorando cada vez mais. Eu vi seu trabalho ontem, achei muito legal, muito bacana a sua forma de trazer aquela personagem, aquela vovó Well, né? Eu não tinha visto, eu achei muito legal. Isso é inovador, isso é brilhante, né? Então, parabéns pelo trabalho >> para vocês também, né? Pegando o gancho aí da resposta do Tim, Vanessa, que ele falou a respeito do pagamento, né, de da música. Vocês fazem diversos shows, né, em casas espíritas, mas também

balho >> para vocês também, né? Pegando o gancho aí da resposta do Tim, Vanessa, que ele falou a respeito do pagamento, né, de da música. Vocês fazem diversos shows, né, em casas espíritas, mas também apresentações em teatros e tudo mais. E na nas apresentações teatrais, é claro que existe o o a bilheteria, né? Como que é eh os recursos, né? Vocês ficam com eles ou passam para instituições de caridade? É isso aí, realmente é um uma questão que muitas pessoas têm curiosidade. Não, nós não ficamos com eh nosso trabalho não é pago, né? Não não cobramos, né? A gente recebe a gente recebe muitos e-mails perguntando: "Ah, como que faz para contratar? Quanto que é a apresentação de Vanessa?" Não sabe, nós não vivemos disso. Nós temos as nossas profissões, né? A música paraa gente é uma tarefa, né, do no movimento espírito é uma tarefa para nós. E eh claro que a gente vai fazer uma apresentação, uma casa espírita e eh é longe e tudo. Aí geralmente a gente conta com ajuda de custo, de deslocamento, de hospedagem, essas coisas básicas de quem nos convida, porque a gente também não tem como arcar com essas coisas. Mas, por exemplo, um teatro. O teatro tem o custo do teatro. Eh, nós vamos fazer agora eh uma apresentação de novembro, de outubro e nós contratamos alguns músicos, né? Então são pessoas que vivem disso, então a gente paga cachê para eles. Então a bilheteria do teatro ela entra para isso. E o que eh o que sobra, né, quando a gente paga os custos de e são altos os cursos, né, teatro, de som, de iluminação e tudo, a gente faz parcerias com alguma instituição, às vezes mais de uma instituição, nesse caso são três instituições. E aí a bilheteria vai ser dividida entre elas, né? Então a gente tenta fazer um orçamento bem enxuto para que sobre mais, né, para essas instituições. Então todas as apresentações de teatro que a gente fez até hoje foram dessa forma, tá? >> Inclusive, felizmente ou infelizmente, né, o show deles de 25 anos que acontecer em Belo Horizonte no mês de

. Então todas as apresentações de teatro que a gente fez até hoje foram dessa forma, tá? >> Inclusive, felizmente ou infelizmente, né, o show deles de 25 anos que acontecer em Belo Horizonte no mês de outubro, os ingressos estão esgotados, né? Mas o Tinha e Vanessa são grandes apoiadores também da fraternidade sem fronteiras. Aqui o Congresso de Espírita Juiz de Fora, ele tem a sua renda também revertida, né, para essa instituição. E esse show, né, Vanessa, também vai pra fraternidade, né? >> Sim, sim. A Fraternidade é uma das parceiras dessa apresentação, inclusive a a organização tá sendo feita pela fraternidade, né? E os parceiros dessa apresentação é a fraternidade na rua, né, o IPESC e o a casa espírita, o Núcleo Espírita Maria de Nazaré, que nós temos trabalhos lá também, né? Então a gente fica feliz, ficamos espantados, né, com a com a bilheteria ter esgotado e a gente até pede desculpa paraas pessoas que nos pediram para fazer sessão extra. A gente tentou, mas a gente não conseguiu uma um espaço, né, porque é uma montagem grande para poder fazer. A gente tentou fazer uma sessão extra na sexta-feira, mas o teatro já estava ocupado e nós, inclusive tivemos muita dificuldade para conseguir essa data, né, de outubro. Então foi assim uma insistência muito grande, uns três meses ali tentando para conseguir a data, né? Mas graças a Deus deu tudo certo. T na nossa conversa aqui informal, né, nosso podcast, vocês já falaram um pouquinho a respeito disso, mas queria saber com mais detalhes assim do surgimento da música, né, o processo de composição e tudo, mas até chegar nos palcos mesmo, na apresentação, né, requer muito esforço, muito trabalho, né, a gente não sabe aí dos bastidores, como é isso, eh, os ensaios, os encontros de vocês antes, né, paraa preparação desse trabalho que acredito assim, depois de algum tempo, 25 anos de trabalho, né? Eh, já há uma interação entre vocês muito grande, né? Eu digo assim, em relação ao primeiro trabalho mesmo, a primeira música, quando a

acredito assim, depois de algum tempo, 25 anos de trabalho, né? Eh, já há uma interação entre vocês muito grande, né? Eu digo assim, em relação ao primeiro trabalho mesmo, a primeira música, quando a primeira música não, a o lançamento, né, de uma nova música, quando vocês estão assim aprendendo mesmo a a letra, como que é esse processo até chegar no palco mesmo? E é a primeira apresentação. >> Você fala assim de quando eu faço uma canção nova, >> como é que a gente vai trabalhando? Olha, basicamente o que que e que que o o normal que a gente faz? A gente fala na nossa casa espírita, eu começo a tocar música. O Glatos, por exemplo, se ele é o o meu parceiro aí que fez a letra, tal, falou o Glatos, ó, fez uma canção nova, quer escutar? Aí eu toco, aí fala assim, interessante, interessante. Toca de novo. Eu toco de novo, tal. Aí, beleza, segue aí na outra reunião, então, ah, toca aquela música de novo, eu toco, tal. Aí ele escuta bastante, tal. Ah, tá legal. Vanessa, vai pegando a música, a gente vai, vai tocando sem pressa. A gente não tem pressa de nada, a coisa acontece. Aí quando a gente fala assim, tá OK, podemos gravar, podemos, né, Vanessa? Aí ela já tá aprendendo bastante. Tem até um caso interessante que eu eu vou, né, fazer meia culpa aqui. >> Eu achava os pessoal f, você canta muito pouco, >> você tem que cantar mais. Aí eu peguei e fui fazer uma canção que só dá, só desce paraa minha voz, que a falou ali que a eu fico brincando aqui, dá para eu tocar. Vou fazer uma canção só para eu tocar. Aí a vaidade começando a atuar, né? Aí fiz a música e tal e tal. Aí mostrei para ela, eu cantando, achando que eu é o supra assumo, né? E ela aprende muito rápido a letra. E enquanto eu tava cantando, ela foi aprendendo, né? A hora que eu fui tocar de novo, ela já tava cantando. E a hora que ela começou a cantar, a música virou outra. Aí eu falei assim: "Não tem jeito, é ela que tem que cantar". Aí eu caí na real, tá vendo? Toda se você se arvora essa questão da vaidade, aí você começa a

ela começou a cantar, a música virou outra. Aí eu falei assim: "Não tem jeito, é ela que tem que cantar". Aí eu caí na real, tá vendo? Toda se você se arvora essa questão da vaidade, aí você começa a interferir no trabalho. Então somos nós dois. É uma é uma é um trabalho junto e e das vozes. Não tem vaidade, não tem nada disso. É o trabalho que fala por si. Eu costumo dizer que eh quando o trabalho é é bom, ele vai por ele tem pernas próprias. Vanessa falou que é, a gente não tem ideia onde CD chega, uma música chega. Eu realmente não tenho ideia e eu não fico olhando rede social para saber. Não, não, não, não gosto de de encontro com as pessoas assim, a gente se abraça e tal, pessoal conta as histórias, mas eu não quero saber muito não, porque eu fico muito emocionado, eu tenho medo disso me contaminar, mas eu eu acho eu acho bacana isso quando a gente se envolve. Então, a primeira música, ela, quando eu faço uma canção nova, a gente se envolve com a canção, depois que a gente tá, né, bastante envolvido com ela, que a gente resolve divulgá-la. Então, é muito simples, é um trabalho muito tranquilo e quando entram músicos novos, aí sim a gente vai ter os ensaios, aquela coisa toda. Mas até chegar isso a gente já cantou muito, né, Vanessa? já fez todo aquele trabalho, já cantou na casa espírita, em outras casas e vai acontecendo. >> Interessante, Vanessa. Eh, o repertório de Vanessa é vastíssimo, né? Tava fazendo as contas assim por alto. Eh, acho que tem mais de uma centena de músicas, né, que vocês cantam, porque são cinco CDs, quatro CDs, né, que vocês gravaram. Para as músicas não estão em CDs, não sei se chega mais de 100, mas eu acredito que deve tá chegando esse número, né? Eh, não apenas de composição, mas também de música que vocês cantam de outras pessoas, né? E num repertório tão vasto assim, eu sei que existem músicas que falam realmente ao coração, né? Que são aquelas assim do lado esquerdo do peito, né? Eh, aquelas canções que não podem faltar, é claro,

E num repertório tão vasto assim, eu sei que existem músicas que falam realmente ao coração, né? Que são aquelas assim do lado esquerdo do peito, né? Eh, aquelas canções que não podem faltar, é claro, mas aquelas também que para vocês como eh eh músicos, né, e levando essa canção, falam mais alto. Então, para você, Vanessa, do seu repertório, qual é a música que mais toca e por, né? >> Eh, ontem mesmo eu estava conversando sobre isso. Eh, como que você conseguiu cantar? Porque ontem aos pés do monte a gente sente que as pessoas gostam de cantar, né? Então eu sempre quando vejo que a o público tá querendo participar, querendo cantar, aí eu escolho deixar que eles cantem a primeira parte da música. E eu gosto, é muito, é muito, eh, eh, não é um sentimento maravilhoso a essa energia que vem das pessoas cantando, eles estão cantando para mim, né? É lindo. E isso é é muito forte. E aí, como que você conseguiu que todo mundo tava cantando e você não chorou? Exercício. Porque eu já chorei demais, mas demais mesmo de começar a cantar. Na hora que o pessoal começa a cantar, eu dá aquela embargada na voz e o pessoal termina a música. Já é o contrário, eu nem consigo terminar. E já de muito tempo, eh, Senhor das Estrelas foi uma canção que também eu tive uma certa dificuldade, porque eu faço meio que o mundo de Bob, eu faço aquele desenho, né, com a música. E Senhor das Estrelas é uma música que me doía muito cantar, sabe? Eu tinha aquela dor, sabe, de ter, sabe, como que me transportasse para aquele momento lá, sabe, do flagelo de Jesus. E aí eu sentia uma culpa, uma uma dor muito grande, sabe, de tá de cantando ali. Eu sentia aquilo, eu sentia tudo, como se eu estivesse vendo, participando da cena. Então, isso aconteceu muitos anos com o Senhor das Estrelas, eh, até pela minha imaturidade musical, porque, eh, eu não sou formada, né? Então, a pessoa quando ela ela faz aula de canto, aquela coisa, tem uma uma estrutura toda de apresentações musicais, ela eu acho que ela tem um preparo ali para ter uma

e, eh, eu não sou formada, né? Então, a pessoa quando ela ela faz aula de canto, aquela coisa, tem uma uma estrutura toda de apresentações musicais, ela eu acho que ela tem um preparo ali para ter uma postura de palco. Eu não tive. Então, assim, eu demonstrava o que eu tava sentindo. Eu não não conseguia controlar isso, né? Então, eh, durante muito tempo foi com o Senhor das Estrelas, história de Madalena, eu tenho a sensação, essa, essa eu continuo mantendo, eu consigo não chorar, mas eu tenho aquela sensação que eu estou sentada numa pedra e eu vejo a cena, eu vejo a Madalena, aquele todo o movimento dela e eu percebo o sentimento dela, né? Aquela angústia dela de chegar e achar o túmulo vazio, né? E mais recentemente, eh, sem dúvida alguma, não é que seja uma música preferida, porque todas as músicas para nós são com filhos. A gente tem uma história até eh, fazendo um parêntese, eh, praticamente todas as canções, né, elas são frutos de estudos, né, principalmente as composições do Gladiston. são músicas em que ele fez algum estudo, leu algum livro, escreveu poema a partir disso, ou então foram estudos que ele apresentou pra gente na Casa Espírita lá no Consolador, né? Então foi um um uma reunião pública nossa e que depois esse tema virou um poema e que virou uma música. Então tem uma história para nós por trás dessa música que a gente recorda desse dia em que a gente conversava respeito daquele tema, né? E com aos pés do monte já foi uma coisa muito de reflexão, sabe? Eu gosto muito de em alguns momentos e algumas apresentações, chamar as pessoas para fazer essa reflexão de que é uma reflexão, é uma escolha diária, porque eu realmente eu me transporto para aquela cena em que tem uma pessoa que está falando num monte e aí ele tá falando palavras e eu estou passando e aí qual vai ser a minha postura? Eu vou seguir a minha vida porque é mais um, eu me transporto pra época, é mais um profeta que está falando ou eu vou parar e eu vou ouvir para ver o que que ele tá dizendo. E eu trago isso para mim

? Eu vou seguir a minha vida porque é mais um, eu me transporto pra época, é mais um profeta que está falando ou eu vou parar e eu vou ouvir para ver o que que ele tá dizendo. E eu trago isso para mim como se fosse uma reflexão diária, sabe? Todos os dias eu acho que a gente precisa escolher, porque a vida nos puxa para outro lado. É escolher hoje eu vou seguir Jesus. Eu vou escutar as palavras dele. Então, todos os dias é preciso essa reflexão. Então, aos pés do monte, ela faz esse trabalho para mim todas as vezes que eu estou cantando. E eu eu canto na intenção de que eu faça essa reflexão naquele momento e todos os dias e eu faço essa proposta para quem tá ouvindo também, sabe? Porque a gente oscila, a gente é Pedro, né? Gente, tem dia que tá, como dizia minha avó, tá pro pé, o dia tá pra cabeça. Então é isso. >> Que legal. Eh, quando a conversa tá boa, o tempo passa rápido, né? Ô, Tim, eh, eu viajo bastante, né? Vocês também. E onde eu vou assim, às vezes que eu encontro com pessoas que tocam, que cantam, eles falam da admiração, né, que tem pelim Vanessa, o trabalho de vocês inspiram muita gente, né, muitos cantores espíritas, aqueles que estão iniciando, né, que vem vocês hoje com 25 anos de trabalho, né, com o público que os admira, que lotam os shows, né, como é agora o caso lá de Belo Horizonte. Eu queria assim nesses momentos finais que você pudesse dar uma palavra de incentivo, né? Eh, alguma orientação que você acha pertinente a essas pessoas que estão iniciando o seu trabalho, que tem vocês como inspiração. >> Ah, perfeito. Para mim é uma alegria. Eu eu eu servi de inspiração para para alguém, né? Eu me sinto muito muito feliz, né? Eh, eu diria que a doutrina espírita, segundo do Leão Denise, o espiritismo é uma fonte inesgotável de inspiração. Quando o ser humano descobrir isso, os artistas descobrirem isso, eles vão produzir, vão produzir obras inimagináveis. Leanderice que falou. Então, primeira instrução, estudar a doutrina espírita. Se você quer falar da doutrina espírita,

s artistas descobrirem isso, eles vão produzir, vão produzir obras inimagináveis. Leanderice que falou. Então, primeira instrução, estudar a doutrina espírita. Se você quer falar da doutrina espírita, estude a doutrina espírita. Ame a doutrina espírita. Busquem nos nas entrelinhas, façam as reflexões, eh façam a conexão primeiramente com a sua vida para você ter verdade naquilo que você vai falar, na sua arte, no seu teatro. coloca as coisas que são interessantes, que as pessoas saibam, que você queira ser eh um colaborador nessa nessa divulgação, porque você vai descobrir que a alegria de compartilhar uma coisa boa que foi boa para você, ela é muito gratificante. Aí não precisa de pagamento, não precisa de nada, sabe? Então, primeiro estudar, depois fazer o melhor da sua arte, o melhor que você puder com o seu instrumento musical, aprenda da melhor maneira possível, mas que isso não se torne obsessão, porque a não é a execução primorosa, mas o sentimento que você coloca na sua voz, o sentimento que você coloca no tocar no seu violão, respeito no violão ou outro instrumento, respeite o instrumento, os seus limites, tire dele as melhores vibrações para que essa conexão, letra e música, voz, pensamento, energia seja melhor para traduzir a mensagem, porque é a mensagem que é o objetivo principal. Não você como artista, não o som do seu violão, não o seu solo virtuoso, mas a mensagem de Jesus traduzida naquelas palavras. Então, meu incentivo é estudo e aprimoramento. >> Esse foi o nosso podcast Ondas Sonoras do Amor com Tim Vanessa. Você que está nos assistindo, acompanhe Tim Vanessa nas redes sociais. Aí na sua tela tá aparecendo as redes sociais de Tim Vanessa. Acompanhe eles para poder saber onde eles estão fazendo as suas apresentações. Eh, convide também eles para poder estar na sua cidade de acordo com a agenda deles. Eles são muito carinhosos, sempre muito atenciosos conosco quando nós convidamos eles para poder participar de algum evento. Mas nós queríos finalizar

estar na sua cidade de acordo com a agenda deles. Eles são muito carinhosos, sempre muito atenciosos conosco quando nós convidamos eles para poder participar de algum evento. Mas nós queríos finalizar o nosso encontro eh relembrando uma passagem que nos fala muito ao coração em relação à música como ondas sonoras do amor. O espírito Humberto de Campos, pela mediunidade de Chico Xavier nos narra que na desencarnação de Maria, a mãe de Jesus, quando ela é acolhida no mundo espiritual pelo seu próprio filho, quando ela morre na cidade de Éfeso, ela pede a Jesus para fazer uma caminhada pelas terras por onde ele passou e ela não pôde estar junto dele. Maria, na velocidade do pensamento, ela vai percorrendo pelas cidades de Jerusalém, também de Nazaré, de Belém, Cafarnaum, até quando ela vai a Roma, onde Jesus não esteve, mas onde os seguidores do seu filho estavam sendo mortos. E ela chega nas prisões subterrâneas do grande circo romano, encontra ali homens, mulheres que seriam mortos naquele dia. E ela vê uma jovem que está sentada ao chão e ela se aproxima dessa jovem e a inspira dizendo: "Canta, canta, minha filha". E aquela voz como Rinol ecoou dentro da prisão, enchendo aqueles corações de esperança. E as pessoas entraram na arena cantando hinos de louvor. E nos céus de Roma apareceram letras de luz. Ave Cristo, bem-aventurados são aqueles que te saúdam e te glorificam. Que a música ela possa levar aos corações de todos as ondas sonoras do amor. Até mais. Muito obrigado pela sua companhia. เฮ เฮ

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