Perdoai Para Que Deus Vos Perdoe - José Rodrigues - 22/07/2017
Palestra proferida no Grupo Espírita Mensageiros da Luz (Mansão da Esperança), no dia 22/07/2017 às 9h, com o tema "Perdoai Para Que Deus Vos Perdoe", E.S.E. Cap. 10 – BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS, pelo orador José Rodrigues. Inscreva-se em nosso Canal Youtube para receber atualizações. Acesse também nosso site: www.mensageirosdaluz.org Facebook: https://www.facebook.com/mensageirosdaluztv
Acompanhe agora mais um tema doutrinário do Evangelho de Jesus. Irmãos queridos, muita paz, muita luz, que Jesus esteja sempre no comando de nossas vidas. E quando Jesus está no comando de nossas vidas, nós teremos sim a humildade de dizer: "Senhor, seja feita a tua vontade e não a minha". Gostaríamos de começar lembrando uma passagem da vida de um dos maiores trabalhadores do Evangelho de Cristo no planeta Terra e aqui no Brasil. Lembrando antes que todas estas colocações feitas por André Luiz é acima de tudo um guia para comportamento moral de cada um de nós. referimos-nos a um caso de Bezerra de Menezes. Certa vez ele se encontrava junto a Benjamin Constante e presenciara um fato interessante. dias antes no trabalho ou na empresa de Benjamim Constante, um senhor seu funcionário, muito humilde, simples, que ali trabalhava, se eu não me engano, como vigilante. Em um momento de invigilância emocional, disparara um tiro que quase acertara o próprio Benjamim. E este então irritado com a conduta do funcionário, não só o demitira, como também dera-lhe parte. E este funcionário estava sendo preso naquele momento na presença do pátrão. Ele então, humildemente, em lágrimas, pedia a Benjamim que o perdoasse pelo ato de invigilância, de inconstância, lembrando a ele, Benjamim, que a demissão e a prisão o colocaria em situação difícil e deixar ia sua família em grande sofrimento, não só moral, mas também material. Benjamim repetia que não poderia fazer aquilo porque ele funcionário fora irresponsável colocar a vida de muitas pessoas em risco, inclusive a dele mesmo, Benjamim. e buscava na pessoa de Bezerra de Menezes o que nós poderíamos chamar de uma certa afirmativa moral para o ato que estava naquele momento cometendo. E dizia a bezerra: "Eu não tenho razão, Bezerra. Bezerra simplesmente continuava calmamente tomando tomando o seu café. Novamente o funcionário insiste, pedindo a Benjamim que o perdoasse e o readmitisse novamente no trabalho, argumentando que aquilo não iria acontecer mais. E novamente
ente tomando tomando o seu café. Novamente o funcionário insiste, pedindo a Benjamim que o perdoasse e o readmitisse novamente no trabalho, argumentando que aquilo não iria acontecer mais. E novamente Benjamim torna-se firme em sua decisão e busca novamente o apoio em Bezerra de Menezes. Eu não estou certo, Bezerra. Cabes baixa continuava então Bezerra tomando calmamente o seu café, um comportamento que a maioria dos espíritos elevados têm. Pela terceira vez, então, aquele funcionário pede a clemência de Benjamim. E pela terceira vez, Benjamim Constante recorre a Bezerra de Menezes. Eu não estou certo, Bezerra. Vocêra calmamente, toma a última gota de café, coloca a xícara sobre o períz e olhando calmamente para Benjamim diz: "Sim, Benjamim, você está certo, você está coberto de razão. Desde que você nunca tem errado na sua vida, você está coberto de razão." Benjamim ficou sem chão naquele momento, abaixou os olhos, pensou um pouquinho, olhou para o funcionário e de uma maneira seca disse-lhe: "Vá cuidar dos seus afazeres no trabalho da empresa". Naquele momento bezerra chamar não só a reflexão a Benjamim Constante, mas também a todos nós sobre a importância e a necessidade do perdão e como nos comportar diante desta necessidade premente. Quando ele disse sim, você está certo. Desde que você nunca tem errado em sua vida, tem todo o direito de não perdoar. Nosso irmão, é uma paráfrase daquela colocação de Jesus perante aquela mulher adúltera, em que a sociedade adúltera também da época procurava condenar. Quando Jesus dissera, aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra. E todos foram saindo, começando pelos mais velhos. Sim, os mais velhos, os mais experientes, os mais vividos, os mais comprometidos, até os mais novos, deixando aquela mulher perante ao mestre. E ele então diz: "Mulher, onde estão aqueles que te condenavam?" Ela diz: "Se foram, Senhor". E ele simplesmente diz: "Então tu também vá e não peques mais. E não pecas mais. É necessário que nós analisemos todos os momentos nossos
estão aqueles que te condenavam?" Ela diz: "Se foram, Senhor". E ele simplesmente diz: "Então tu também vá e não peques mais. E não pecas mais. É necessário que nós analisemos todos os momentos nossos embates e combates da vida, em que deparemos com choques e entrechoques das palavras, dos pensamentos, dos sentimentos e dos comportamentos, em que muitas vezes nos sentimos feridos por alguém. E às vezes é uma ferida mínima, é um leve beliscão moral e nós transformamos aquilo em uma verdadeira batalha, em uma verdadeira tempestade, muitas vezes levando o irmão ou a irmã ao estado de sofrimento premente e deprimente, simplesmente porque nosso orgulho fora ferido. que esqueçamos de examinar o nosso íntimo, o nosso ego. Quantas vezes nós não prejudicamos ao próximo? A maioria das vezes até entendamos de uma maneira impensada, de uma maneira equívoca, sem a intenção de prejudicar o maltratar. Mas maltratamos, mas prejudicamos. É, então, meus irmãos, é premissa para todos nós para exercermos o perdão. Nós que ainda somos espíritos engeteando na vida espiritual, na vida moral. Nós que estamos ainda começando a nossa caminhada. Quando nos sentimos feridos por alguém, por pensamentos, palavras ou obras, amamos de ter a humildade de pensar, será que eu nunca feri alguém na minha vida? Será que eu nunca maltratei alguém? Será que eu nunca lesei alguém? Será que eu nunca prejudiquei alguém? Será que eu nunca levei alguém ao sofrimento? E quando a incerteza, com certeza baterá no nosso íntimo, perdoemos para que possamos ser perdoado. O perdão é antes de mais nada um antídoto contra a raiva, contra o ódio, contra a mágoa, contra o ressentimento. É um remédio para que nós possamos cicatrizar no nosso íntimo as feridas do ressentimentos que com o tempo se transforma em chagas, que se transforma no câncer do ódio, que nos destrói moralmente, nos destrói espiritualmente. Quando nós perdoamos, em primeiro lugar, nós estamos perdoando a nós mesmos. Por que estaremos perdoando a nós mesmos?
forma no câncer do ódio, que nos destrói moralmente, nos destrói espiritualmente. Quando nós perdoamos, em primeiro lugar, nós estamos perdoando a nós mesmos. Por que estaremos perdoando a nós mesmos? Simples. Ninguém doua aquilo que não tem. Para eu perdoar alguém, primeiro eu preciso encher-me de amor, encher-me de compaixão, encher-me de misericórdia, encher-me de fraternidade, para que então eu posso derramar esse sentimento de nobreza sobre o meu ofensor. Ora, o primeiro beneficiado sou eu mesmo. O primeiro a curar-se sou eu mesmo. O primeiro a sentir-se bem sou eu mesmo. O primeiro a sentir-se em paz sou eu mesmo. Por isso que Jesus disse que o perdão é acima de tudo a paz íntima de coração. Muitas vezes nós falamos: "Ah, eu perdoei". Mas toda vez que eu tenho oportunidade, volta naquele assunto. Toda vez que tem oportunidade, belisco o companheiro que fora o agente do maltrato. Não se perdoou. Quando se perdoa, se cala. Quem perdoa, se cala, se tranca. Não toca no assunto, passa uma borracha sobre aquilo. Ah, mas eu continuo sentindo, mas não continua expandindo esse sentimento inferior. O extirpa dentro de si mesmo, faz com que ele seja diluído aos pouco. Mas como eu posso fazer isso? trabalhando com a gotícula homeopata do amor. Toda vez que lembrar do problema e lembrar daquela pessoa, lembremos de outra passagem de Jesus quando descia as ruas silenciosa daquela tarde, juntamente com seus apóstolos, depando então eles com um cão morto em estado de putrefaçal, todos os apóstolos passavam comentando o ma dor, uns tapando as narinas, outros virando o rosto de lado, outros fazendo expressões de nojos. E Jesus se aproxima, olha aquele cadáver e faz a seguinte observação. Que lindos dentes tinha esse cão. É. Quando nós ainda sentimos a ofensa agressiva daquele desequilibrado que nos levara também ao desequilíbrio, tenhamos o bom senso de achar pelo menos seus dentes caninos, brilhantes e lindos. Achamos-lhe algo de positivo para ressaltar-lhe a sua nobreza, buscando seus
que nos levara também ao desequilíbrio, tenhamos o bom senso de achar pelo menos seus dentes caninos, brilhantes e lindos. Achamos-lhe algo de positivo para ressaltar-lhe a sua nobreza, buscando seus aspectos de positividade. Não há ninguém tão ruim que não tenha pelo menos uma molécula sadia de bondade para que nós possamos nela refletir. Busquemos o lado positivo que o ser humano tem. Buscamos o aspecto bondoso, buscamos o aspecto de amor, essa semente de fraternidade que germina dentro de cada um de nós. E quando nós buscamos esse aspecto, aos poucos nós vamos limpando o nosso íntimo e retirando a mágoa e o ressentimento. Então, ao lembrar dessa molécula sadia, dessa molécula bondosa que esse ser possa ter, tenhamos a humildade de pedir ao Pai. Senhor, abençoe o passo de meu irmão, abençoe os passos de minha irmã, faça com que a bondade cresça-lhe no íntimo. Irmãos queridos, também é necessário naquela reflexão de Bezerra de Menezes. Sim, Benjamim, você tem razão. Se nunca tiver errado. Lembremos então também de ter humildade, de pedir perdão pelas ofensas que tenhamos cometido contra alguém. E quando alguém se transforma então no ferrão para a correção das nossas mazelas, quando alguém nos expõe ao sofrimento e à dor, em razão da nossos próprios desequilíbrios, das nossas próprias invigilâncias, tenhamos a humildade de aceitar que cometemos um escorregão qualquer e busquemos a reconciliação. também na pacificação do perdão, mas primeiro buscando pedir perdão a este alguém. Se ainda não temos a fortaleza moral de pedir fisicamente, presencialmente, peçamos em pensamento. Envolvamos esse ser em prece, reconheçamos a nossa falha e busquemos nos endireitar. Ora, Deus não nos perdoa, porque nós jamais faremos alguma coisa que atingja a Deus em termo negativo. Jesus na mesma escala, porém tem um fator interessante. As leis divinas são inflexíveis e nelas estão todo o nosso comportamento e conduta, chamada lei de ação e reação. Ela é infalível. Ela é infalível. Não adianta.
scala, porém tem um fator interessante. As leis divinas são inflexíveis e nelas estão todo o nosso comportamento e conduta, chamada lei de ação e reação. Ela é infalível. Ela é infalível. Não adianta. Quando ela não nos atinge na mesma reencarnação, na mesma vida carnal, nos atinge no mundo espiritual e na próxima reencarnação, no corpo físico. Não tem como fugir. E o interessante é que a maioria dos nossos problemas que nós vivemos é justamente consequência da falta do perdão em nossa vida. é ação do não perdoar. Às vezes nós ficamos pensativo com relação à aqueles que voltam na orfandade e muitas vezes não entendamos o porquê, mas são consequências do não perdão. São consequências de filhos de outrora. que não souber amaros pais, que não perdoar os deslizes dos pais, até porque não estamos ainda em um mundo perfeito e que muitas vezes se transforma em juízos desses pais, em julgadores desses pais, às vezes com agressões físicas, morais contra esses pais, passando de vítima a verdugos. E muitas vezes para se autoreequilibrar eles mesmos pedem para voltar na orfandade para entender e para sentir a falta que faz. Por mais imperfeito que seja o pai ou a mãe, fazem esses irmãos em nossa caminhada novamente no corpo físico, principalmente quando o nosso veículo está em fase de desenvolvimento. É por isso, podem prestar atenção. Geralmente a maioria dos órfos são extremistas. ou são altamente endurecidos, irreverentes, brutos, cobradores, exigentes ou altamente pacíficos. Esses altamente pacíficos vem para nos dar lição. Os outros estão na primeira colocação que nós fizemos. Ai, os pais adotivos desses irmãos são também filhos que outrora não souberam comportar com seus pais e hoje passam pela prova de ter filhos irreverentes, problemáticos, difíceis, indisciplinados e endurecidos. É a lei de ação e reação que só poderemos mudar com a gotícula do perdão e com o frasco do amor homeopático dia a dia. Não há como modificar o sentimento de um ser, a não ser pelo amor e pelo exemplo do amor.
de ação e reação que só poderemos mudar com a gotícula do perdão e com o frasco do amor homeopático dia a dia. Não há como modificar o sentimento de um ser, a não ser pelo amor e pelo exemplo do amor. Luiz, voltando nele novamente, nos traz em suas obras quantos e quantos exemplos da falta de perdão e a consequência disto em nossas vidas. E ele, por ser um espírito já de certa evolução, ele prefere mostrar as suas obras. São pouquíssimos que têm coragem de mostrar suas obras. Não estou falando das positivas, das negativas. Lá em nosso lar tem uma passagem interessante, em que ele nos mostra a importância do perdão e o estrago que a falta do perdão faz em nossa vida. Está ele já trabalhando nas enfermarias em nosso lar, quando um belo dia ele depara com um espírito que o deixa totalmente envergonhado perante si mesmo. Aquele espírito adentra e o reconhece, diz: "André Luiz, você por aqui, como está? Tudo bem?" André Luiz leva um choque, porque aquele espírito era, na verdade, um espírito que na reencarnação passada tinha tomado determinada quantia em espécie do pai de André Luiz emprestado, desculpem. e razão de vários fatores, não tiveram a condição de pagar em dias o devido. E o pai de André Luiz não tiveram a humildade de renegociar aquela dívida com aquele irmão. E o André Luiz, no ímpeto da mocidade ainda botou fogo. Hã? Não, meu pai, é assim mesmo, cobra, recebe, né? Como eu vejo muitos coitados fazerem hoje nas redes sociais com relação à nossa condição social e política do momento. Ontem, por exemplo, vi algo que não só condeu, mas nos fez ver o quanto ainda temos que crescer. E dentro disto, a mãe de André Luiz, a maioria das mulheres dizem que no século XIX, 18, a gente podia dizer todas. Hoje não podemos mais, tem que dizer a maioria, porque infelizmente tem muitas irmãs também perdendo a bendita oportunidade, mas a maioria ainda, graças a Deus tem o bom senso do amor cristão. E a mãe do André Luiz chegou ao pai e pediu ao esposo que tivesse clemência, mas André Luiz e o pai
perdendo a bendita oportunidade, mas a maioria ainda, graças a Deus tem o bom senso do amor cristão. E a mãe do André Luiz chegou ao pai e pediu ao esposo que tivesse clemência, mas André Luiz e o pai mantiveram firme, levaram aquele irmão e a família a um grande sofrimento. Tivera que dispor, inclusive da humilde habitação que tinha para viver com a família para poder pagar a dívida. Isso levou aquela família a muito sofrimento. Quando André Luiz chega em nosso lar, já trabalhando, depara eu com esse irmão equilibrado, que o recebe com sorriso e diz: "André Luiz, você por aqui está tudo bem?" E ele não sabia onde enfiar, como se diz na linguagem popular, a cara naquele momento. Foi falar então com, se eu não me engano, com a nossa irmã Veneranda, expondo a ela o vechame que ele passara e o quanto ele sentia constrangido era a falta do perdão que poderia ter aminizado aquela dor. E a nossa irmã então orientou: "André, vai lá, se desculpa, pede perdão. Olha, a solução era a mesma. Vai lá, se desculpe, pede perdão." E ele demonstrando já uma grande humildade, lá foi, o abraçou, pediu perdão, justificou. E aquele irmão disse simplesmente o seguinte: "Ora, André, deixa isso para lá". Foi muito importante aquilo. Eu cresci muito com aquele acontecimento. Cresceu tanto que quando André Luiz chegou em estado de mente cança no mundo espiritual, porque ele chegou lá já estava o irmão em trabalho do bem, que só fora até ele um dos que os socorrera na padiola na zona umbralina porque André foi retirado de lá, assim como muitos de nós. E dentro dessa condição a gente vê a falta do perdão. Encerrando, por caridade, não vamos citar o nome, porque é um membro inclusive de nossa família nessa atual encarnação, muito tempo, naquela época em que o efeito físico era mais notado do que agora ainda acontece, contava essa pessoa de nossa família e de eh merecedora de crédito que emprestar uma determinada continua Esse amigo não tivera nunca condição de pagar e viera a óbito, desencarnara. Um dia, então, esse
ntava essa pessoa de nossa família e de eh merecedora de crédito que emprestar uma determinada continua Esse amigo não tivera nunca condição de pagar e viera a óbito, desencarnara. Um dia, então, esse familiar nosso ficou sabendo que aquela pessoa que o devia tinha desencarnado. E conta-nos então o familiar que naquele momento ele disse o seguinte: "Fodado morreu e não me pagou. Só falou assim, passado alguns meses, ele sozinho em seu barraco, na roça, né? À noite, tarde da noite, ela acordar com alguém lavando prato. Era uma lavação de prato que não acabava e prato caía e prato era enchaguado e água derramando. Ele levantou, olhou tudo no mesmo lugar, deitou de novo e continuou a lavação de prato. Foi dando-lhe o medo. Passou um pouquinho, ele morava aonde morava, situação muito difícil na roça. A cama era uma espécie de um giral. Quem já morou nessa situação sabe como que é. E um dado momento que alguém pegou na furquilha da cama e sacudiu, sacudiu, sacudiu. E ele nesse momento aguentou. que o suor descia como água no corpo. E ele lembrou então do irmão, ele falou assim: "Folha, se for você, não me deve mais nada. Deus te abençoe e vai em paz, seja feliz". Passado alguns segundos, tudo se acalmou. Ele levantou, tirou a camisa, torceu. Parecia que ele tinha jogado dentro de um balde d'água. Meus irmãos, esta é uma realidade. Sim. Quando nós não perdoamos, não importa o quê, nós iremos deparar com esse ser de um jeito ou de outro. Aí que entra a importância do perdão para justamente aquele ser com certeza, provavelmente ele já desencarnara, preocupado com a dívida. O encarnado ainda faz aquele comentário, ele só teve, eu vou lá, vou ter que negociar com ele. Logicamente essa pessoa deveria ter efeito físico e foi aí que ele aproveitou para poder negociar. Então, meus irmãos, qualquer que seja a ofensa de alguém, busquemos perdoar. É um exercício difícil, não é fácil, não é um exercício problemático, sim. Não estou dizendo que é uma maravilha perdoar, né? Não é difícil, mas o próprio evangelho nos
a de alguém, busquemos perdoar. É um exercício difícil, não é fácil, não é um exercício problemático, sim. Não estou dizendo que é uma maravilha perdoar, né? Não é difícil, mas o próprio evangelho nos adverte. Quanto mais difícil o perdão, mais meritório ele é. Ora, qualquer que seja situação, seja no assassinato, seja no estupro, seja no roubo, seja na violência, seja na calúnia, perdoe por caridade, porque o perdão dará-lhe uma nova oportunidade da reconciliação ao caminho com o adversário. Todos nós somos devedores de outrora ou de hoje. Todos nós somos espíritos ainda caídos. Todos nós temos oportunidade de confrontar, deparar com aqueles que são nossos adversários. E todos nós não saberemos outra oportunidade que teremos com o mesmo no caminho. E muitas vezes poderemos estar com ele em caminho na situação mais fecharia possível. Quando nós perdoamos, nós estamos dando a uma oportunidade a nós mesmos de crescermos moralmente, meu irmão. Não importa se a agressão foi um tapa na cara. Volta-se o outro lado da face. Mostra então a sua face de amor, de perdão. Não importa se quem te ferira seja um ladrão. Lembre-se de as vidas passadas da caminhada, que quantos nós deixamos no chão para levar-lhe inclusive apenas um tostão. Não importa qual foi a agressão, quizá seja a expulsão por intermédio simplesmente do aborto. Lembra, meus irmãos, que esse ato então reflete a nossa condição de falta de amor no coração. Mãe, não importa o fruto que tens no ventre carregar. Se ele está aconteceira por permissão divina, seja digna do amor fraterno. Deixa a vida brotar. Pode ser o início do seu próprio condição para aprender a amar. Onde estiver, qualquer que seja a agressão que sofrera faça com que ela se transforme. É uma luz de cinco estrelas a iluminar seu caminho e de quantos contigo cruzar. Deus nos abençoe, nos ilumine hoje e sempre. Até a próxima.
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