PERDÃO, O DESBLOQUEIO DA ALMA - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 11/07/2025 (há 9 meses) 48:38 819 visualizações

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Transcrição

dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui. Bom dia todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes. Aqueles que nos acompanham também pela internet, já vejo aqui no no chat a Fernanda, a Andreia, a Kelv Vicente, Jennifer, a Jéssica Gorgel, Gabriela Santos, né? Então, sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília. Também saúdo aqueles que vão assistir posteriormente, né, a palestra. Que a paz de Jesus esteja conosco. Para os que estão pela internet, se ainda não segue o nosso canal, fica o convite para se inscrever, ativar os as notificações, compartilhar com alguém que vem à nossa mente, né? Porque hoje estamos com o nosso irmão Wagner Alberto, que vai trazer o tema perdão, o desbloqueio da alma. Antes de passar a palavra ao Wagner, eu vou ler um trecho do livro Conselhos úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médium Hilda Alonso. Esse livro foi editado aqui pela comunhão espírita de Brasília. Capítulo Sinais de evolução. É sinal de evolução aceitar a vida tal como ela se apresenta, sem murmurações, sem reclamações, com espírito de paciência e compreensão. Só Deus sabe as necessidades do teu espírito. Tua vida é extremamente aquilo que mais se adapta às tuas imperfeições e o que te convém como ser humano e como espírito eterno. Preparas aqui no plano da Terra aqui te espera na outra face da vida, na espiritualidade. Assim, quando te surpreenderes com o acontecimento imprevisto, desagradável, reflete sobre a sabedoria divina, que aproveita tudo no benefício dos seres da criação. Procura perceber o sentido profundo de tudo que ocorre e tira o melhor proveito

imento imprevisto, desagradável, reflete sobre a sabedoria divina, que aproveita tudo no benefício dos seres da criação. Procura perceber o sentido profundo de tudo que ocorre e tira o melhor proveito dos fatos. Ser inteligente bastante para entender a utilidade da dor e do sofrimento e exercita isso plenamente, fazendo crescer. o teu espírito. Então, nossa irmã Hilda na aqui na mensagem inicial, né, trazendo a reflexão, né, eh, ficou aqui na minha mente bem destacado o a questão de que quando a gente vai se ser surpreendido com algo imprevisto, algo desagradável, algo que a gente não gostaria, né, de pronto, reflete sobre a sabedoria divina, né? Então, se Deus assim o permitiu, né, existe um propósito, né? Então, eh, fiquemos com essa reflexão da nossa irmã Hilda. E pensando sobre isso, pensando em Deus, nosso pai, inteligência suprema do universo, causa primeira de todas as coisas, aquele que tudo sabe, que tudo vê, que tudo o que acontece é com a sua permissão. Então, agradecemos a ele, primeiramente, por esta oportunidade que cada um de nós está tendo neste momento na presente encarnação. Agradecer em especial esse dia que se inicia diante de nós. Agradecer as bênçãos que a gente recebe assim que entramos aqui na comunhão espírita de Brasília, seja presencialmente ou virtualmente, estamos todos sendo amparados. Pedimos que essas bênçãos continuem a nos acompanhar durante a palestra e em especial acompanhe nosso irmão Wagner para que ele seja intuído em seus pensamentos, combinado com o que ele organizou para nós, para que a mensagem atinge nossos corações e possamos refletir nela, no íntimo do nosso coração. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília amanhã de sexta-feira, manhã de inverno, todos aqui nesse auditório, Dr. Bezerra de Menezes prepara pra gente com muito carinho, harmoniza esse ambiente no inverno, acho que eles chegam até a aquecer para nós, né? para que possamos chegar aqui, estar aconchegantes

rio, Dr. Bezerra de Menezes prepara pra gente com muito carinho, harmoniza esse ambiente no inverno, acho que eles chegam até a aquecer para nós, né? para que possamos chegar aqui, estar aconchegantes e a todos aqueles que estão assistindo através dos nossos canais, como o Anderson falou, compartilhe a nossa página, siga-nos, ative as notificações, entre nos canais lá da comunhão. Temos vários programas que possamos consolar o nosso coração desta renovação que a nossa irmã Hilda Alonso trouxe nessa mensagem inicial. E quando eu penso assim nessas mensagens iniciais que chegam para nós, quando nos colocamos aqui numa casa espírita, acordamos cedo, sentamos no auditório, entramos em prece, o que queremos, o que pedimos para nós para essa ação, para esse desbloqueio da E é tão e é tão importante para nós que no sermão da montanha Jesus citou o perdão. Num programa que vai ao ar daqui duas semanas, em que eu e o Anderson gravamos, Jesus fala do perdão e Jesus conversa com Levi, que é Mateus, sobre isso, sobre como perdoar, como tratar o próximo, como aceitar o próximo na condição dele E eu convido todos a assistirem. Chama Páginas Espíritas e ele vai ao ar toda segunda-feira e daqui duas semanas eu e o Anderson levamos esse bate-papo. Fica aqui o convite aqueles que estão nos assistindo pelo canal, assistir também todos os programas e aqueles que estão aqui, assistam lá. É um complemento dessa palestra. E Jesus no sermão ele diz Jesus enfativou a importância do perdão, ligando assim diretamente o perdão divino. Ele ensinou que assim como perdoamos aos outros, Deus nos perdoará. Jesus aqui, ele não tá fazendo uma barganha, tipo, perdoa que Deus vai te perdoar. Não, ele tá falando do perdão divino, porque para buscarmos o perdão temos que estar puro. Tanto é que Jesus chega para Mateus e diz: "Se for fores colocar alguma coisa no altar, quer dizer, se forem se dirigir ao altar, conversar com Deus, vai de coração puro." Quer dizer, não vá com coração cheio de mágoas, cheio de

Mateus e diz: "Se for fores colocar alguma coisa no altar, quer dizer, se forem se dirigir ao altar, conversar com Deus, vai de coração puro." Quer dizer, não vá com coração cheio de mágoas, cheio de sofrimentos. por alguma causa de terceiros. Tente esquecer. E ele diz para Pedro lá na frente que 70 70 x 7, como ele mesmo explicou em uma parábola, Jesus também destacou que o perdão é uma decisão. Uma vez eu vi o Rossando Clint falando numa palestra que amar é uma decisão. Eu querer amar alguém é uma decisão. E perdoar Jesus está dizendo aqui que é uma decisão. E eu acho que o primeiro ato do perdão, eu vi uma psicóloga falar para mim uma vez, eu achei muito interessante. Eu cheguei, eu tava cheio de mágoas, cheio de de tristeza e ela falou: "Tira o a mão do pescoço do outro, Wagner. Você tá com a mão no pescoço do outro? Minhas mãos chega, caíram. Falei: "É mesmo. Ela não coloque a mão no pescoço do outro. Vamos começar por aí. Se liberta." E eu fui me libertando. Aquele sentimento de libertação é o sentimento da vida. Hoje eu tava me preparando para vir para cá. Acordei cedo, tava tomando banho, moro numa chácara e eu tava fazendo uma oração e me lembrei de uma passagem ontem de Isaías que eu tava lendo. E Isaías em um momento lá turbulento, ele ele se coloca perante Deus, que Isaías conversava muito com Deus, ele coloca: "Eis-me aqui, Senhor". E eu fiquei com aquilo na minha cabeça, fui dormir com aquilo na minha cabeça. O significado desse eis-me aqui, Senhor. O significado desse ex-me aqui, Senhor, é me eu me colocar à disposição de Deus. é me entregar de completo a Deus, saber que eu tenho livre arbítrio, que eu tenho todo uma caminhada de de trajetórias, mas saber que existe um Deus. E quando eu me coloco e ex-me aqui, eu coloco à disposição para as mudanças, para aceitar muitas coisas que eu não posso mudar. E quando eu tô fazendo essa prece, aconteceu um troço que me comooveu muito. Tava amanhecendo o dia e eu percebi pela primeira vez, isso já deve ter acontecido várias vezes,

as que eu não posso mudar. E quando eu tô fazendo essa prece, aconteceu um troço que me comooveu muito. Tava amanhecendo o dia e eu percebi pela primeira vez, isso já deve ter acontecido várias vezes, eu me emociono, o sol penetrando na janela e foi clareando. E eu baixei a cabeça, falei: "Eu entendi, Deus, quantas vezes eu tô tomando banho ali. Aquele sol deve ter entrado ali várias vezes. Mas naquele momento eu me coloquei, eu me coloquei à disposição de Deus. Eu senti Deus, senti ele penetrando em mim, dizendo: "Eu também tô aqui, meu filho. Eu tô com você. Desculpa, gente. E aquele sol foi muito forte ali naquele momento. Um sol fraquinho nascendo nesse inverno. Mas foi um clarão maravilhoso. Não senti o frio mais que eu tava sentindo. Senti uma alegria dentro de mim e tive uma conversa com Deus e me coloquei assim como seu filho. Sabe quando a gente deita a cabeça no colo da nossa mãe, do nosso pai? Eu fazia muito isso com a minha avó. E nesse momento foi fantástico. E eu vim aqui e saí do banheiro. Minha esposa olhou, eu tava sorrindo e ela: "Nossa, o que aconteceu? Você entrou no banheiro tão sério?" Aí no carro eu falei para ela, ela chegou, pediu para eu parar o carro para me dar um abraço, que ela queria sentir aquilo que eu tava sentindo. E Ramed fala pra gente aqui nesse prazeres da alma que o perdão é isso, é nos libertarmos das amarras que a gente traz nessas multiplicidades da vida. nesses sofrimentos que a gente amanhece, esquecendo desse domanhecer, desse sol que penetra em nossa vida, do abrir o olho e fazer aquela prece espontânea. Não são palavras bonitas, não são palavras carregadas. Jesus mesmo fala isso para os discípulos, é conversar com o nosso criador, com o nosso divino pai eterno, aquele que a todo o momento vai estar ali do nosso lado, vai nos amparar, não como queremos, dando aquele melhor emprego, dando o melhor carro, dando a melhor casa. dando a melhor condição de vida, a melhor viagem e a melhor roupa. Nós não estamos aqui para isso.

s amparar, não como queremos, dando aquele melhor emprego, dando o melhor carro, dando a melhor casa. dando a melhor condição de vida, a melhor viagem e a melhor roupa. Nós não estamos aqui para isso. Nós sim podemos usufruir disso. Eu trabalhei muito tempo em banco e quando eu trabalhava em em com financiamento, hoje eu entendo, nós somos arrendatários. Quando eu trabalhava no Lisen, aquela pessoa que comprava o carro e ele era apenas um arrendatário, só teria o carro quando terminasse de pagar ou imóvel ou um maquinário. E nós somos disso. A nossa vida é como um lisen. Nós estamos aqui com ela e vamos ter o nosso documento, a nossa certidão chancelada quando chegar do outro lado para ir fazer como a pessoa troca de carro ou de máquina, trocar tudo de novo, nova vida, nascer, como diz Allan Kardec, nós nascemos, morremos, nascemos e morremos. E nessa multiplicidade nós vamos, ele quer dizer o seguinte, que nós vamos prendendo, reaprendendo, evoluindo, crescendo. E como que podemos fazer isso? Nos libertando da amarra. Quantas vezes devo perdoar? 7 x 7, 70 x 70 7. Quando Jesus diz isso, não tem números. Não adianta a gente fazer contas. É infinitamente. É como se ele falasse: "Cada maldade que você acha que fizeram com você, cada mágoa você tem que perdoar 70 x 7. Cada um é infinito. Tem uma passagem de Chico Xavier. A gente escuta muita história de Chico Xavier, né? Então eu gosto sempre de frisar se é verdade ou não o que aconteceu, mas o exemplo é bom, não é não, Antes? A história ela nos traz a reflexão. Diz que Chico Xavier, servidor público, ele acordava cedo, saía para trabalhar e ele passava sempre numa obra. E como a gente sabe, ele era muito querido, mas também muitas vezes ele é, as pessoas faziam chacotas dele e ali quando ele passava faziam várias chacotas. Chamavam ele de bruxo de vários nomes. E um dia ele olhou para Emanuel e Emano falou assim: "Sigamos, Chico, perdoemos". Você lembra do da O ensinamento do mestre 70 x 7? Chico Xavier é um cara muito

Chamavam ele de bruxo de vários nomes. E um dia ele olhou para Emanuel e Emano falou assim: "Sigamos, Chico, perdoemos". Você lembra do da O ensinamento do mestre 70 x 7? Chico Xavier é um cara muito inteligente, fez uma conta e foi indo. Alguns meses depois ele levantou diferente. Aí em falou: "Que foi, Chico?" Nada. Hoje hoje é meu triunfo. E manou sabendo, deixou Chico à vontade. Chico ainda muito jovem, tá indo lá. No caminho. Ele falou: "Emu, você lembra que você falou do ensinamento de Jesus? 70 x 7?" Pois é, ontem finalizou a conta. Quando eu passar lá, aqueles rapazes me xingarem, eles vão ver. Aí em olhou para ele, Chico, sinto muito te informar, é 70 x 7 cada ofensa. Chico baixou a cabeça, continuou e perdoou. É uma história, não sei se aconteceu ou não, mas ela nos traz a reflexão. O que eu faço para desbloquear minha alma? O perdão é um dos caminhos. Desbloquear de quê? Das amarras, da mágoa. Eu me libertar da mágoa. Mais do esquecer, olha só o que Ramed fala. Mais do que esquecer as mágoas. Perdoar salienta rame. Traduz um sentimento profundo de compreensão e aceitação dos sentimentos humanos, por saber que nós e outros ainda estamos distante do agir corretamente. Em outras palavras, perdoar não é concordar ou ser conivente com aquilo que fere o estatuto legal e código moral da vida, porém saber compreender a dimensão do gravame, quer dizer, do mal feito e dos comportamentos a serem adotados para que ele desapareça. Aí já é uma fala de Joana. para que ele desapareça. Para que o verdadeiro perdão somente é possível quando ocorre o ouvido, quer dizer o esquecimento, pleno ao mal que se foi, de modo que se possa retornar à vida, à harmonia que foi perturbada com aquela atitude e adquirir a permanência da tranquilidade interna antes dos impactos desgastantes. Quer dizer, aqui nós temos um ensinamento de Hamed que nos traz nesse livro, Os prazeres da alma, que muitas vezes perdoar é romper mesmo, é nos afastarmos daquilo que nos faz mal. Pô, Wagner, mas quando é um pai, quando

temos um ensinamento de Hamed que nos traz nesse livro, Os prazeres da alma, que muitas vezes perdoar é romper mesmo, é nos afastarmos daquilo que nos faz mal. Pô, Wagner, mas quando é um pai, quando é uma mãe, quando é um irmão, muitas vezes o rompimento não é eterno, é naquele momento nos afastarmos, isso é da outra fase que Jesus fala, nos afastarmos, deixar as coisas esfriarem para depois retornar. Porque naquele momento de inquietude, você lembra que eu falei da do programa que eu e Anderson fizemos? Jesus chega uma hora para Levi e diz: "Corações inquietos. O coração inquieto, o coração cheio de raiva, cheio de mágoa, vai dar algum problema?" Quando a gente vê situações extremas em que um chega a matar o outro, um chega a agredir o outro, é porque os dois entraram na mesma sintonia. Se um ali rompe e fala: "Olha, eu não quero discutir agora. Eu não quero ter alguma". Depois nos falamos ou deixa isso para lá, não vai dar problema. Aquele problema grave, aquele problema sério, aquele problema do conflito. E uma hora vai ser reparada, porque nas multiplicidades da vida nós reparamos esses entendimentos. Por que que muitas vezes famílias é onde tem a maior conflito de interesses? É onde tem o maior conflito entre pai e mãe, mãe e ali não é só para prevalecer o amor. Uma vez um colega meu veio e me perguntou: "O que você explica das famílias que se dissolvem? É porque ali não prevaleceu o amor, porque a mãe é sempre o elo da família, porque ali é o amor puro. Vejamos Maria, a importância de Maria na vida de Jesus. Tem uma música que eu acho linda que ela fala que Maria ensinou a Jesus a andar. Maria ensinou Jesus a falar a importância da mãe, daquele símbolo de amor. Deus nos mostra ali mais uma vez no nascimento de Jesus numa manjedoura e num lugar simples, a importância da família, que era ali onde ele iria começar o seu projeto de amor em toda a construção que temos lá no caminho da luz desse planeta, da reconstrução também com a vinda de Jesus. Deus ele mostra que ele começa na

ue era ali onde ele iria começar o seu projeto de amor em toda a construção que temos lá no caminho da luz desse planeta, da reconstrução também com a vinda de Jesus. Deus ele mostra que ele começa na família quando ele coloca Maria, José e Jesus junto. E por que não temos esse olhar amoroso para a nossa família a começar a trabalhar esse perdão, a perdoar aquele irmão que eu acho que não tem o mesmo ponto de vista de mim. a perdoar aquele filho, porque eu acho que eu coloquei no mundo e ele tem que ter o mesmo ponto de vista que eu, a perdoar o meu pai que não me aceita como eu sou, a me perdoar e me aceitar como eu sou. Tem um momento aqui em que Ramed fala isso da aceitação. Irmã se do Fô trabalha muito isso. Tem um livro de Hermã Seuf que eu indico para vocês. Escutando sentimentos. Hermã Sidufô, busquem lá escutando sentimentos. Ela trata de todos os sentimentos que temos. Ela trata do perdão condicional, do perdão infinito, do perdão como decisão, do perdão como libertação. Em resumo do perdão. E eu quero puxar aqui pro nosso fechamento com a fala de Hermano, que foi um espírito que trabalhou com Allan Kardec médium na codificação do espiritismo, depois que as irmãs seguiram o caminho dela às outras médiuns. Quem assistiu ou quem não assistiu, eu convido a vir assistir o filme Allan Kardec. Lá você vai saber quem é Man do Fu, uma médio ostensiva que o pai de uma família nobre leva até Allan Kardec. E ela é uma das primeiras que trazem a mensagem do espírito da verdade para Allan Kardec, se eu não tô enganado, né? Quando ele põe a mão nela, assim, ela põe a mão nele. E aqui ela diz: "Escutar sentimentos não significa adotá-los prontamente, alerta irmã, se for, mas aceitá-los. Eu tenho que aceitar todos os meus sentimentos, a raiva, o rancor, a inveja, a vaidade. Eles estão aqui, não vão sair, mas eu tenho que aceitá-los, guardá-los como aquela roupa que você não quer usar, mas ela tá guardada lá, você não vai usá-la, mas ela tá lá na gaveta. Mas aceitá-los em nossa intimidade e

o vão sair, mas eu tenho que aceitá-los, guardá-los como aquela roupa que você não quer usar, mas ela tá guardada lá, você não vai usá-la, mas ela tá lá na gaveta. Mas aceitá-los em nossa intimidade e criar uma relação. Eu tenho que criar essa relação com os meus sentimentos. Quando eu crio uma relação, eu sei usá-los. Eu sei que eu não posso ter raiva direto. Uma hora eu vou ter, mas vou ter o momento. E perdoar é este momento. E criar uma relação amigável com todos eles, ou seja, sem reprimir ou se envergonhar. Não se envergonhar do que somos. Somos imperfeitos, buscando a perfeição, buscando a evolução. E como que vamos chegar a a isso? Nos conectarmos com o criador em pressa, em oração, meditação, o evangelho do lar. Já pensemos na importância do evangelho do lar, não falamos da família. É um momento de reconciliação o evangelho do lar. O último evangelho do lar, eu e minha filha choramos, ela tem 12 anos. Nós tivemos um momento e eu cheguei para ela, falei: "Perdoa, papai, que aquele momento eu tava nervoso: "Eu te amo, papai". E acabou ali, encerrou aquele assunto ali. Eu falei que eu fui daquele jeito porque eu queria o melhor para ela, mas no melhor para ela muitas vezes nós nos recebemos. Então, aceitar, não nos envergonhar, a fim de que se estabeleça, olha só que que interessante que a irmã se for fala, a fim de que se estabeleça uma conexão com nossa real identidade psicológica. Estabeleça uma conexão. Percebe que os espíritos Joana de Angeles, Hermã Sidfô, Ramed, André Luiz, Emanuel, todos eles são tão cariosos conosco e sempre busca essa conexão de nós com nós mesmos. Porque quando eu me conecto comigo mesmo, eu sei das minhas imperfeições, eu sei das minhas potencialidades, eu sei das minhas capacidades. Eu sei daquilo que eu vi hoje quando o sol bateu em mim. Sou filho de Deus. E foi só eu que dizer: "Eis-me aqui, Senhor". Mas de coração aberto é entregar de coração puro. E puro não é ser santo, não. É saber que eu tenho as minhas fragilidades, que eu tenho as minhas

e Deus. E foi só eu que dizer: "Eis-me aqui, Senhor". Mas de coração aberto é entregar de coração puro. E puro não é ser santo, não. É saber que eu tenho as minhas fragilidades, que eu tenho as minhas imperfeições, mas que eu busco melhorá-las. Me esforço, como diz no Evangelho Segundo Espiritismo, lá tem uma palavra que eu acho linda, o esforço. O verdadeiro espírito é aquele que se esforça, pois o espiritismo não faz proselitismo da salvação. Ele diz que se tornar numa pessoa melhor é tornar o mundo melhor. Por que que cada vez mais na gente vê briga no trânsito, briga em casa, é porque as pessoas estão doentes. E Jesus diz: "Eu vim para os doentes, não para os sãos". E Jesus não volta mais. Ele já deixou o seu evangelho. Agora é nosso dever não ter só ele como guia e modelo e sair gritando para todos os cantos. É. esforçar, esforçar para vivenciar o seu evangelho, para fazer cumprir o seu evangelho. E eu começo com um olhar amoroso para o meu próximo, sabendo que o meu próximo tá fazendo o melhor que eu quero fazer. Isso é perdoar. E ela diz, nessa conexão, conexão psicológica, possibilitando a rica aventura do autodescobrimento. Autodescobrimento, autoamor, autoderdão. Irmã, se for, ela vai falar muito isso. Tem três livros dela que eu acho fantástico. forma íntima sem martírio, escutando sentimentos e emoções que curam. Quando eu li esses livros e complementando com as obras de Joana de Angeles, Paulo fala de nós, dessa conexão do Wagner com Wagner. Pois quando lembra que eu fiz uma pergunta, Anderson, quando que que você quer numa casa espírita? se conhecer. Busca a ti mesmo. Nós estamos aqui no amanhã de sexta-feira numa casa espírita para quê? Para nos conhecer, para buscar o meu íntimo. É para isso. Não é para sair daqui e tentar salvar o outro. Não é por mim que eu estou aqui, é pela minha evolução, é pela minha conexão comigo mesmo. E pra gente fechar, ela diz o autodescoimento, no rumo da singularidade à identidade cósmica do espírito. Conhecer a si mesmo, além de ser importante para o

volução, é pela minha conexão comigo mesmo. E pra gente fechar, ela diz o autodescoimento, no rumo da singularidade à identidade cósmica do espírito. Conhecer a si mesmo, além de ser importante para o desenvolvimento integral do espírito, abre espaço para a compreensão da presença do outro em sua vida e que permitirá entender os comportamentos de amor e desamor em torno de, quer dizer, em direção que ela quer dizer de você, em direção de você mesmo. nos momentos de tristeza, desesperança, mágoas, permita que o tempo possa ser companheiro da sua caminhada, procure o recolhimento e aguse sua atenção para que possa, por meio de suas percepções, compreender cada situação e acalmar o seu coração. Não podemos apagar o que aconteceu. O que aconteceu aconteceu no passado, mas podemos revertir do aprendizado de novos comportamentos que nos auxiliarão na compreensão de cada fenômeno e situação em nossa vida. Um compromisso de afeto com nós mesmos. Percebe quantas palavras nós mesmos? Então é isso, meu irmão, é essa mensagem que o Senhor dá, que tentamos trazer hoje, essa conexão de nós com nós mesmos para poder ter a conexão com o criador. Eu primeiro quando eu preciso usar um telefone na minha casa, eu ligo ele na tomada. conecto ele para depois me conectar com alguém. Então eu me conecto comigo para poder estar com um coração quieto, tranquilo e receber esse sol que entrou no meu quarto, no meu banheiro hoje. Por eu me conectei comigo mesmo. Eis-me aqui, Senhor. Eu aceitei todas as minhas fragilidades, todas as minhas imperfeições e Deus me abraçou. É o momento do criador com a criatura. É o momento mais sublime em que eu não vou esquecer isso nunca mais. E eu vou querer mais. E vou querer e vou querer. E o caminho é esse, é aceitação. Comecemos pela aceitação. Senhor, ajuda-nos a perdoar, mesmo quando a dor ainda pulsa. Ensina-nos a viver em paz, mesmo em meio aos desafios. Que o teu exemplo nos inspire a soltar as correntes da mágoa, a trilhar o caminho da reconciliação com nós mesmos.

esmo quando a dor ainda pulsa. Ensina-nos a viver em paz, mesmo em meio aos desafios. Que o teu exemplo nos inspire a soltar as correntes da mágoa, a trilhar o caminho da reconciliação com nós mesmos. Que cada um de nós aqui presente encontre forças para perdoar, amar e recomeçar. Um bom dia a todos. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Obrigado pel esse momento, pela vibração e pela oportunidade a todos. Um grande abraço. Muito obrigado ao Wagner pela reflexão desta manhã. Também todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes, né? Que sejam todos, sintam-se todos muito bem. acolhidos, todos que estão aqui também na internet. Gostaria de ler todas as mensagens aqui do chat, mas nosso tempo é limitado, né? Então, mas sintam todos eh agraciados com com o nosso abraço e nosso carinho fraterno. Eh, um só um rápido aviso, amanhã a gente vai ter uma peça teatral aqui na Com Espírito de Brasília com o tema A capa de Santo. Esse A capa de Santo é um capítulo do livro Contos e Apólogos, de autoria de Humberto de Campos, que foi recebido pelo Chico Xavier, né? E eh e essa peça será amanhã às 19 horas, né, no dia 12 de julho. Então será aqui presencialmente no salão Bzer de Menezes, mas também será transmitida pelo YouTube, né? Então quem não puder estar presencialmente pode acompanhar pela internet. Então, agradecendo a presença de todos, né, mais uma vez, inclusive do nosso irmão Wagner pela partilha de hoje, agradecer a Deus, nosso pai, por esta oportunidade de estarmos aqui reunidos em um só pensamento, em um só sentimento, de refletirmos sobre o perdão. perdão, como a proposta de hoje, o desbloqueio da alma, que a gente possa no nosso dia a dia perceber a presença de Deus em nossas vidas, seja pelos raios solares, seja pela beleza da natureza, pelo ar que respiramos, pela alegria de ser útil pela prática do perdão. Estamos todos conectados como uma única família, pois todos temos o mesmo pai. que possamos sair aqui desta palestra fortalecidos, melhores do que aqui chegamos,

ia de ser útil pela prática do perdão. Estamos todos conectados como uma única família, pois todos temos o mesmo pai. que possamos sair aqui desta palestra fortalecidos, melhores do que aqui chegamos, que a gente possa se manter nesse, nessa vibração de pensamentos calmos para nos prepararmos para o momento seguinte, que auto pasasse, seja presencialmente ou virtualmente, que vamos em paz e Que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e

rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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