PERDÃO E ESQUECIMENTO - Sérgio Castro [PRECE AOS SUICIDAS]
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Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor. dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. >> Boa tarde a todos que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e a todos vocês que comparece ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. É com imensa gratidão que nós agradecemos ao nosso irmão Luís Gonzaga por essas belíssimas canções que nos trouxe, que harmonizou falando de Jesus, falando de amor, falando de perdão. Obrigado, Luiz Gonzaga. Meus queridos, queridos irmãos, hoje iremos ouvir a palavra, a reflexão do nosso querido Sérgio Castro, que além de palestrante, é poeta, compõe várias das canções que o nosso Luís Gonzaga está desenvolvendo composição dele, grande estudioso do Evangelho, que hoje nos brindará com o tema perdão e esquecimento. E para nossa continuar na harmonização, porque já vínhamos ouvindo essas músicas, nós faremos a leitura, a leitura de uma mensagem do livro Fonte Viva pelo Espírito Emanuel, na psicografia do nosso querido e saudoso Chico Xavier. E é a mensagem 135 que tem o título: Desculpa sempre. E Emanuel, como sempre faz nas suas mensagens, ele inicia com o trecho de Mateus, capítulo 6, versículo 14, que diz: "Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará." Então ele vai refletir a respeito dessa frase. Por mais graves te pareçam as faltas do próximo, não te detenhas na reprovação. Condenar é cristalizar as trevas, opondo barreiras ao serviço da luz. Procura nas vítimas da maldade algum bem com que possas só erguê-las. Assim como a vida opera o milagre do reverdecimento nas árvores aparentemente mortas. Antes de tudo, lembra quão difícil é julgar as decisões de criaturas em experiências que divergem da nossa.
ê-las. Assim como a vida opera o milagre do reverdecimento nas árvores aparentemente mortas. Antes de tudo, lembra quão difícil é julgar as decisões de criaturas em experiências que divergem da nossa. Como refletir apropriando-nos da consciência alheia? E como sentir a realidade usando um coração que não nos pertence? Se o mundo hoje grita alarmado em derredor de teus passos, faz silêncio e espera. A observação justa é impraticável quando a neblina nos cerca. Amanhã, quando o equilíbrio for restaurado, conseguirás suficiente clareza para que a sombra te não altere o entendimento. Além disso, nos problemas de crítica, não te suponhas isento dela. Através da nociva complacência para contigo mesmo, não percebes quantas vezes te mostras menos simpático aos semelhantes. E há quem nos ame as qualidades louváveis. Há quem nos destaque as cicatrizes e os defeitos. Se há quem ajude, exaltando-nos ao porvir luminoso, há quem nos perturbe, constrangendo-nos a revisão do passado escuro. Usa, pois, a bondade e desculpa incessantemente, ensinam-nos a boa nova, que o amor cobre a multidão dos pecados. Quem perdoa é esquecendo o mal. e avivando o bem, recebe do Pai Celestial na simpatia e na cooperação do próximo, o alvará da libertação de si mesmo, habilitando-se a sublimes renovações. E é sobre isso que o nosso irmão Sérgio nos falará hoje. E vamos lembrar que os domingos, todos os domingos, é dedicado àqueles nossos irmãos, por um motivo de dor, de sofrimento, de falta de sentido da vida, resolveram abreviar a sua jornada nessa terra, abreviar a sua encarnação e também a dedicada a todos aqueles irmãos que estão com essa ideiação. Então, nós dedicamos hoje, nós formamos um conjunto aqui de coração em dedicado a esses irmãos. É um momento que a nossa oração, nosso pensamento se forma e vai à ajuda deles todos. E é nesse sentido que nós pedimos que nós nos unamos em pensamentos, em coração e dediquemos a nossa oração de agora a esses irmãos. Pai criador, inteligência suprema, causa primária de
a deles todos. E é nesse sentido que nós pedimos que nós nos unamos em pensamentos, em coração e dediquemos a nossa oração de agora a esses irmãos. Pai criador, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, rogamos tua misericórdia para todos os nossos irmãos que no momento de dor resolveram tirar sua vida. Senhor, pedimos a Jesus, pedimos a Maria Santíssima que cubra com seu manto de amor todos eles, Senhor, para que nessa vida que estão possam ser socorridos. Tenha misericórdia de cada um deles, Pai amado. Abençoe-os e que essa nossa oração que agora estamos com toda o nosso empenho dedicados a eles, que elas possam subir e se transformar num lenitivo para as suas dores. Abençoe a cada um, Senhor. Rogamos também a tua misericórdia e esclarecimento a todos os familiares que nesse instante sofrem a perda do seu ente querido. abençoe a cada um, Senhor. Graças a Deus e graças a Jesus. Temos a palavra agora ao nosso irmão Sérgio. Boa palestra, meu irmão. Queridas amigas, queridos amigos, os nossos amigos de domingo, que bom que vocês estão aqui. espírito que era o guia espiritual do profeta Ezequiel, trouxe um recado à nossa humanidade que está registrado no seu livro, no Antigo Testamento, capítulo 33. Que recado é esse? Ezequiel capítulo 33 versículos 11 e 12. Por minha vida, diz o Senhor, certamente não tenho nenhum prazer na morte do pecador, mas antes na sua conversão, para que ele se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos, disse o espírito em Ezequiel 33 11 e 12. Em Ezequiel 18, um pouquinho antes, o mesmo espírito, no versículo 21 escreve através do profeta Ezequiel, capítulo 18. Mas quanto ao pecador, se ele se converter de todos os pecados que cometeu e passar a viver os meus estatutos praticando o bem, o direito e a justiça, certamente ele viverá, não morrerá. viverá como resultado da justiça que passou a praticar. Porventura tenho eu prazer na morte do pecador? Porventura não alcançará o pecador a vida se ele se converter de seus maus
viverá, não morrerá. viverá como resultado da justiça que passou a praticar. Porventura tenho eu prazer na morte do pecador? Porventura não alcançará o pecador a vida se ele se converter de seus maus caminhos? E lá no final do capítulo 18, no mesmo livro do profeta Ezequiel, ele conclui: "Por isso, eu mesmo vos examinarei e vos concederei segundo o vosso comportamento. Convertei-vos e abandonai as vossas transgressões. Não torneis a buscar pretextos para fazer o mal. Formai dentro de vós um coração novo e um espírito novo. Eu não tenho nenhum prazer na morte dos pecadores, nem de quem quer que seja. Convertei-vos, meus filhos, e vivereis. É claro que aqui a morte é moral e a vida também. O que podemos aprender desse recado do espírito do Senhor através do profeta médium Ezequiel? que a bênção, a alegria que podemos dar a ele é nos arrependermos dos nossos erros, pedirmos perdão a ele e aqueles a quem prejudicamos e passarmos pela renovação do coração e do nosso espírito a andar na vida cumprindo os estatutos do Senhor. Isso disse Ezequiel a pedido do espírito. Jesus no sermão da montanha é bem mais singelo. Ele diz: "Se perdoardes as faltas que vos forem cometidas, Deus, nosso pai também vos perdoará as vossas." E com a mesma medida com que julgardes os outros, sereis por ele julgados. A mesma linha, o mesmo ensino, o mesmo pensamento, o mesmo alerta. E na oração dominical, a prece modelo de todas as orações, ele deixa um versículo para dizer: "Perdo-nos, Senhor, na mesma medida em que perdoamos aos que nos têm ofendido." Então, vocês já notaram que o nosso tema de reflexão é o perdão. perdão a nos tratam ou nos fazem ou nos causam problemas, dificuldades, tristezas, dores e perdão que devemos pedir a eles e a Deus pelos momentos em que decidimos errado e cometemos os nossos pecados na linguagem, na literatura bíblica. O espiritismo fala em erros dentro do brocardo latino errare humano este. Todo ser que é humano erra, é natural. O que não podemos fazer é ficar repetindo os velhos erros que
m, na literatura bíblica. O espiritismo fala em erros dentro do brocardo latino errare humano este. Todo ser que é humano erra, é natural. O que não podemos fazer é ficar repetindo os velhos erros que nos trazem consequências dolorosas, complexas, às vezes até dramáticas. E a direção da casa nos pediu para tratar do perdão e do esquecimento. Ora, Deus a cada momento está esquecendo os nossos erros. Ele não se aborrece com a nossa infantilidade moral, espiritual. Ele sabe que somos seres espirituais, que ainda estamos muito mais próximos do início da evolução do que do final. Agora, neste milênio, a nossa humanidade parece que está entrando em uma fase de mudança chamada de transição, quando aos poucos iremos diminuindo a carga de nossos erros perante a lei de Deus e a lei dos homens. e iremos aumentando proporcionalmente o grau dos nossos acertos, das nossas palavras, dos nossos pensamentos e das nossas ações condizentes com a legislação divina. A legislação divina dá para decorarmos todos nós em uma frase que foi dita por Jesus. amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo. E para que ficasse bem claro, ele concluiu: "Nisto se resumem toda a lei de Deus e todos os profetas. Isto é, toda legislação divina é concorde com o amor. A lei de amor é a suprema lei do universo. E todas as leis, todos os procedimentos, todas as virtudes, todas as atitudes do bem, com toda certeza, estão moldadas, inseridas na lei do amor. E é isso que estamos aprendendo a cada existência que ganhamos de Deus, uma mãe, um pai, uma família, um lar, irmãos, e uma existência nova. Cada existência posterior, com certeza, é melhor do que a anterior e assim sucessivamente. O espírito Emanuel no livro O Consolador recebeu perguntas sobre o perdão. 10 perguntas da 332 a 341 do livro O Consolador. Nós vamos passar por essas perguntas e respostas. E para ilustrar vamos contar um caso real. vida real, pessoas como nós. A primeira questão de Emanuel diz assim: "Perdoar e não perdoar significa
dor. Nós vamos passar por essas perguntas e respostas. E para ilustrar vamos contar um caso real. vida real, pessoas como nós. A primeira questão de Emanuel diz assim: "Perdoar e não perdoar significa absolver ou condenar a pessoa?" Não, diz Emânuel. Pela lição de Jesus, não existem condenações implícitas ao sofrimento eterno no inferno mitológico. Então, aquela história de de pecou vai pro inferno, não serve mais nos dias atuais, no terceiro milênio. A explicação é: todo erro que prejudique a você próprio, aos seus entes queridos e ao próximo, será trazido a sua responsabilidade futuramente, seja em forma de oportunidade de trabalhar, que é a melhor, a mais eficaz, mas se você não quiser, virá em forma de dificuldade, de dor e de problema, mas virá. Jesus diz: "Nenhuma ação que o homem comenta ficará sem a devida reparação, nenhuma ação desviada da lei." Então, os ensinos do evangelho se referem-se a perdoar ou não perdoar e só não condenam nem mandam ninguém para nenhuma região de castigos eternos. Mas como somos devedores de muitas e muitas existências, incluindo esta, o que faz um credor quando o seu devedor, passado o prazo do pagamento das parcelas, não realiza esse pagamento aqui na terra, ele vai ao protesto Ele busca a o auxílio jurídico para reaver os seus direitos financeiros. Mas Deus não é assim. Ele nos dá nova oportunidade. Nós renovamos a dívida, recebemos crédito novo e erramos de novo e fazemos isso uma, duas, trs, quatro. Mas chega um momento em que a nossa consciência, que é a representante de Deus na mente de todos e de cada um de nós, é assim que Deus sabe tudo que pensamos, tudo que fazemos, tudo que falamos em todas as nossas encarnações, as passadas, a presente e as futuras. Ele sabe de tudo. Então, a nossa consciência não aceita mais. renovarmos crédito sem satisfazermos o débito que está exaurido há muito, muito tempo. E então nós encarnamos às vezes em uma qualificação de dificuldades. Nós nos esforçamos, procuramos fazer tudo certo, nunca dá certo.
em satisfazermos o débito que está exaurido há muito, muito tempo. E então nós encarnamos às vezes em uma qualificação de dificuldades. Nós nos esforçamos, procuramos fazer tudo certo, nunca dá certo. A os nossos amigos conhecidos, nosso irmão, parente, fazem o mesmo projeto que nós, vão em frente, nós fazemos igualzinho a mesma coisa. Não dá certo. Estamos pagando, estamos devolvendo, porque não quisemos no prazo útil satisfazer o crédito divino. O Chico tinha um amigo que toda quinta-feira saía de Belo Horizonte e ia para Uberaba para participar do grupo mediúnico na quinta-feira. era um médium, ele era um empresário. Na terça-feira daquela semana, ele reinaugurou a sua loja, ampliou, modernizou produtos eletrônicos de todos os tipos, tablets, celulares, tudo tudo limpo, limpinho, branco, trocou tudo, reinaugurou. Na quarta-feira à noite, véspera do grupo, os amigos do alheio entraram lá e não satisfeito em levar tudo novo da loja, destruíram tudo. Ele ficou desesperado. ao amanhecer de quinta, passou o dia inteiro tratando das formas burocráticas da ocorrência da perícia policial. E quando foi a tardinha, vou ao grupo ou não vou ao grupo? O que me aconteceu é revoltante, mas eu sou espírita. Eu tenho que compreender, eu preciso da ajuda do Chico. Eu vou, quando acabar a reunião, peço para conversar com ele em particular. Ele foi, se controlou, tomou passe, trabalhou. Quando a reunião terminou, o próprio Chico foi até ele e disse: "Ei, meu filho, como a vida é, não é a justiça divina. você tá devolvendo tudo. Ele não quis perguntar mais nada, pegou as coisas dele e foi embora para Belo Horizonte. Então o Chico viu que em vidas pretéritas ele usava e abusava arrancando coisa dos outros que não lhe pertenciam. E agora que ele é espírita, é cristão, conhece o evangelho, era a hora de reparar. E na escolha dele foi na parte material, não foi nenhuma enfermidade grave. São essas coisas que não conhecemos, mas que o Chico conhece, que nos esclarecem. Então ele foi acalmando,
hora de reparar. E na escolha dele foi na parte material, não foi nenhuma enfermidade grave. São essas coisas que não conhecemos, mas que o Chico conhece, que nos esclarecem. Então ele foi acalmando, foi trabalhando com seguro para recuperar e aí continuou a sua vida sem se desesperar. E se ele se desespera e opta pelo suicídio, como fazem muitas pessoas, piorava tudo sem saber a explicação real. Na 33 perguntam ao Emanuel: "Na lei divina há perdão sem arrependimento?" E ele diz: "A lei divina é uma só, a lei de amor, abrange todas as coisas e todas as criaturas do universo. Quando Deus concede nova oportunidade reencarnatória para novas experiências e novos aprendizados, já está aí o perdão divino para com você que errou." Então, o fato de estarmos na carne já é um ato de perdão e de misericórdia de Deus. Mas isso só é concedido quando o espírito, ainda no sofrimento da zona de umbral, da escuridão, demonstra o arrependimento sincero, como aconteceu com André Luiz, após mais ou menos 8 anos do nosso calendário em revolta, um dia ele cansou, foi cansando de sofrer, de sofrer, de reclamar. E um dia ele se ajoelhou, chorou e orou. abriu o coração e falou com Deus. Perdoa, meu Deus, minha ignorância, minha rebeldia. E ajuda-me, eu preciso. Eu não tenho a expressão da pureza do espírito, dos anjos. Sou um pecador. Eu reconheço, arrependo-me do que fiz e que deixei de fazer, que era o meu dever. me perdoa. Quando ele encerrou a oração, abre um uma luzinha, chega a equipe de resgate. Ele se quisesse fazer isso 4 anos antes, chegaria a equipe de resgate e o levaria. Então, a justiça precisa da nossa escolha, da nossa decisão. Ele decidiu, não quero mais ficar aqui, não quero mais sofrer, me arrependo de tudo, tô sendo muito orgulhoso. E aí surge, começa a surgir o André Luiz, quem nós conhecemos, que no mundo espiritual estudou, trabalhou, pesquisou, suou a camisa e agora quando reencarnar novamente já virá com uma grande experiência, um grande conhecimento. É isso. Se nós damos um pouquinho,
que no mundo espiritual estudou, trabalhou, pesquisou, suou a camisa e agora quando reencarnar novamente já virá com uma grande experiência, um grande conhecimento. É isso. Se nós damos um pouquinho, Deus nos dá uma grande, uma grande benéce, mas ele aguarda a nossa decisão. E outra pergunta, mano, antes de perdoarmos a alguém, é conveniente esclarecer que ele errou e qual foi o seu erro? Ora, quem perdoa, sinceramente, deve perdoar sem nenhuma condição. Eu perdoo. Esquece isso. Vamos em frente agora. Quando for oportuno e a outra pessoa tocar no assunto e você tiver experiência, é bom você compartilhar sua experiência com ele. Olha, aquele episódio da nossa desavença, é porque nós não podemos fazer dessa forma assim. A ajuda ainda esclarece a pessoa, mas o perdão deve ser como Jesus fazia. perdoava e seguia em frente, sem se prender a mágoas, ressentimentos e lembranças, né, que é um fator automático lembrar das pessoas que nos fizeram mal e do mal que elas nos fizeram. Basta nós olharmos para ela de novo, vem tudo. É impressionante. Ou alguém falar o nome. Isso demonstra que a nossa condição humana da Terra ainda está na fase inicial do desligamento das mágoas. São exercícios que nós temos que ir fazendo. É natural, não tem problema. Mas quando soubermos perdoar com esquecimento, desaparece de nós, sai de dentro de nós ou do nosso caminho. Agora, essa pergunta eu achei muito interessante pela coisa estranha que ela traz. 335. Quando alguém perdoa, deve mostrar a superioridade de seus sentimentos ao culpado para que ele se arrependa da falta cometida. Mas que superioridade é essa, gente? Nós não temos superioridade. Aí Emanu foi mais enérgico. Meu filho, o perdão sincero é filho espontâneo do amor. E como é filho do amor, não exige reconhecimento de natureza nenhuma. Aí Emanuel foi mais enérgico porque a pergunta é meio boba. Qual é a superioridade que tem? Perdoar é o mero dever. E como disse Jesus, quem cumpre o mero dever não precisa de recompensa nem de prêmio. Tá cumprido o dever.
érgico porque a pergunta é meio boba. Qual é a superioridade que tem? Perdoar é o mero dever. E como disse Jesus, quem cumpre o mero dever não precisa de recompensa nem de prêmio. Tá cumprido o dever. Nós devemos perdoar porque Deus nos perdoa a todo momento. Outra pergunta interessante aos espíritas. O culpado que se arrependeu pode receber da justiça divina o direito de não passar pelas mesmas provas. No caso do amigo do Chico, do médium do grupo, ele praticamente seguiu a lei de italião. Ele passou quase pelas mesmas provas do que durante várias vidas havia causado aos outros. Mas você pode, pela ação no bem e pela renovação pessoal para melhor a reforma moral, você pode diminuindo o grau e a quantidade de reparações, pode até eliminá-las. Tudo depende da sua opção, da sua decisão. Então diz Emanuel que a oportunidade de resgatar a culpa já é em si mesmo o ato de misericórdia divina. Quando você trabalha e se esforça, você ganha fatores de recuperação na sua vida moral. trabalho e esforço, melhor interior, caridade ao próximo. Isso porque na frase que o nosso querido dirigente pronunciou, só o amor cobre a multidão dos pecados, que está lá na primeira carta de Pedro, capítulo 4to, versículo oavo. 1 Pedro 4:8. Acontece que Pedro não escreveu apenas esta frase. Ele escreveu o seguinte: acima de tudo, vírgula, cultivai o amor mútuo. Amor mútuo, vocês e eu, eu e vocês, porque só o amor cobre a multidão dos nossos pecados. Mas é interessante que nós humanos gostamos de cortar das sentencias morais a parte que dá trabalho e gostamos de ficar só com o prêmio. Mas Pedro foi muito honesto. Acima de tudo, primeira, primeira prioridade, cultivai entre vós o amor mútuo, porque só o amor que resolve as nossas pendências, cobre a multidão dos nossos erros. Mas antes, no livro de Provérbios, lá no Antigo Testamento, nós encontramos um pensamento semelhante. O ódio é o principal gerador de disputas severas. Mas o amor cobrirá todas as nossas ofensas. Provérbios capítulo 10 versículo 12.
s, lá no Antigo Testamento, nós encontramos um pensamento semelhante. O ódio é o principal gerador de disputas severas. Mas o amor cobrirá todas as nossas ofensas. Provérbios capítulo 10 versículo 12. Então, vejo como o Antigo Testamento está recheado de normas, de sentenças morais, muitas das quais Jesus ampliou, Jesus comentou, Jesus utilizou. de Jesus que Deus concederá cada um de acordo com as suas obras está em mais de cinco ocasiões no Antigo Testamento. O mesmo a mesmas palavras. Por quê? Porque é um processo de reeducação da humanidade. A cada tempo que o pensamento humano suporte, a divindade manda as revelações parciais da grande verdade. Moisés e os profetas tocarem um aspecto da verdade de Deus com seus livros. São 18 profetas, mas Elias e Samuel que não estão relacionados entre os 18. Jesus veio e com os 12 apóstolos construiu uma nova versão mais ampla, mais inxuta, mais verídica, mais justa. Entre Jesus e Moisés, 1300 e tantos anos, 14 séculos. Mas Jesus disse lá em João em três oportunidades que iria pedir a Deus para mandar a humanidade outro consolador para fazer lembrar tudo que ele houvera dito e para ensinar a humanidade todas as coisas que ela pudesse saber. Mas teve que esperar quanto? 1850. aumentou. Entre Moisés e Jesus, 14 séculos. Entre Jesus e Kardec quase 19, 18 séculos e meio. Então, vejam que Deus é paciente conosco. O Cristo também. Deus tira por baixo todas as besteiras que a gente faz todos os dias. Ele procura minimizar os nossos erros e maximizar os nossos acertos porque ele é amor, como disse Jesus. Nunca ninguém, nunca ninguém havia dito isso sobre Deus. Deus é amor. Ele disse a João e João escreveu no seu evangelho. João evangelista. Jesus também disse no sermão da montanha: "Reconcilia-te o mais depressa possível com o teu adversário, enquanto todos estáais a caminho." Olha que dica. Enquanto nós estamos todos encarnados aqui, todos nos relacionando para não acontecer que ele morra, te denuncie o juiz, o juiz chame o oficial
sário, enquanto todos estáais a caminho." Olha que dica. Enquanto nós estamos todos encarnados aqui, todos nos relacionando para não acontecer que ele morra, te denuncie o juiz, o juiz chame o oficial e sejais mantido em prisão. Em verdade, eu vos digo, desta prisão não sairás enquanto não estiver pago o último centavo da dívida. A prisão é a ligação mental entre nós e os que sofreram de nós injunções dolorosas. São laços tênues, quase invisíveis. Só os espíritos puros vêm. Então, nas desobsessões, os espíritos trabalham na mente da pessoa que está fazendo o tratamento e na mente do espírito. Suavizar o coração, dulcificar. oferecer o perdão para ele e isso vai desfazendo os laços do controle dele sobre a pessoa. Jesus fazia isso instantaneamente, como o obsessor do jovem epiléptico. Era o obsessor que produzia, ele não era portador da doença, epilepsia. o obsessor que fazia o distúrbio nos neurônios, no organismo mental, no cérebro, e ele tinha as crises, se jogava no chão. E quando o obsessor viu Jesus se aproximando, ele descobriu que ia acabar a perseguição dele, a festa dele ia acabar. Então, ele provocou uma crise brutal no jovem. O jovem se jogou contra a coluna, veio até Jesus, freou, voltou, jogou-se no chão e teve o acesso da epilepsia. E quando acabou o acesso orgânico, Jesus estendeu a mão contra a luz do sol e a sombra da mão de Jesus foi ao rosto do rapaz. E ele disse uma palavra, deixa-o. O garoto foi normalizando a respiração, voltou assim: "Pai, pai, o que eu tô fazendo aqui?" Jesus o tomou pelas mãos e entregou ao pai. Que felicidade! sem precisar vir quatro semanas aqui na comunhão, tomando passe de desobsessão. Mas é Jesus, né? É Jesus. Como a gente é o Sérgio Guadolfo, é 4 meses, 8 meses fazendo tratamento. Quem mandou? Então, se nós formos inteligentes, perdoamos e pedimos perdão a todos que têm queixas de nós para desencarnarmos livres de qualquer perturbação. Por que Jesus aconselhou perdoar 70 x 7? Porque Pedro, que conhecia por ser judeu, que o judeu
oamos e pedimos perdão a todos que têm queixas de nós para desencarnarmos livres de qualquer perturbação. Por que Jesus aconselhou perdoar 70 x 7? Porque Pedro, que conhecia por ser judeu, que o judeu podia aturar até três vezes o mesmo malefício de alguém, depois ele podia explodir e destruir o outro, era o costume judaico. Mas ele era Pedro, tinha ouvido Jesus. Ele disse: "Não, eu vou aumentar bastante que é para Senhor, quantas vezes devo perdoar quando alguém me ofender?" Até sete vezes. E sorrio esperando uma resposta. Jesus olhou e disse: "Não te digo até sete vezes, Pedro, mas até 70 vezes 7, que significa dois termos, perdoar sempre". É isso que significa. O que significa perdoar 70 x 7? Perdoar sempre. Até quando? até quando o meu espírito reeducarse de tal maneira, a minha moralidade, a minha espiritualidade avançarem no progresso de tal nível que tudo e qualquer coisa que qualquer pessoa me faça de negativo, de doloroso, eu não sinta nada. Eu fique tranquilo, eu não me sinta ofendido, injuriado, aborrecido. É problema dela. Ela errou. A consciência dela com Deus vai tratar das prestações de contas. Na história da Terra, nós temos um espírito que quando amadureceu fez isso. Foi Francisco de Assis. Depois que ele ficou maduro lá pelos 35, ele começou a deixar de se aborrecer com as coisas. Ele era perfeccionista. Tudo que tinha ser como Jesus falou. Imaginem isso na idade média. Estamos no século XI. Ele nasceu em 1182, no século XI e morreu em 1226 no século XI com 44 anos. E ele queria que as pessoas, como ele fazia, vivessem como Jesus recomendou nos evangelhos. E as pessoas não são assim. Cada um tá na sua, no seu momento, no seu nível. E ele ficava chateado. Depois ele ficou tranquilo, aprendeu a não se ofender. Quando você aprende a misericórdia, que é a maior lei que Deus usa para conosco todos os dias e todas as horas, é a lei mais usada por Deus conosco, a misericórdia. Quando você aprende a ser misericordioso, nada que ele faça ou lhe digam ou que lhe indiquem
Deus usa para conosco todos os dias e todas as horas, é a lei mais usada por Deus conosco, a misericórdia. Quando você aprende a ser misericordioso, nada que ele faça ou lhe digam ou que lhe indiquem indireta ou diretamente, de forma negativa, injuriosa, nada vai lhe afetar. Você tá tranquilo. É um estágio bem superior de conquista. E perdão e esquecimento significam a mesma coisa? Não. Perdão é o ato de se controlar, se reequilibrar e não partir para a reação sobre o outro. Não deixe, você engole. Mas o esquecimento é mais difícil, porque às vezes há 25 anos atrás lá na universidade aquele colega seu fez algo para você marcante, todo mundo da turma curtiu você, riu de você, você se sentiu humilhado, ofendido, a vida seguiu se passaram 25 anos. Aí você vai entrar com um projeto da sua empresa na prefeitura e você é encaminhado para o diretor de obras. E quando você se senta e chega o diretor, é aquele rapaz lá da universidade. Na hora você lembra de tudo com detalhes, mas agora ele é autoridade que vai liberar o seu projeto. Então você sorri. como nós somos, não é? E ele sabe que você tá sorrindo, mas não é sincero. E você se trata com educação. Olha como a vida encaminha para vocês irem se ajustando. Então nós conseguimos perdoar, deixar para lá, mas esquecer com o tempo, quando o nosso espírito chegar a esse nível de Francisco de Assis, que não se importava, não se lembrava, esquecia tudo que lhe faziam de mal e de errado, toda a perseguição que sofreu. Mas Emanuel diz assim: "Para a convenção do mundo, o perdão significa renunciar à vingança, sem que o ofendido precise esquecer a falta que sofreu. Mas para quem já é evangelizado" aí, ó, aí tá falando de vocês. Para quem já é evangelizado, perdão e esquecimento, devem buscar caminharem juntos. Devem buscar. é um esforço, é um progresso, é uma conquista com a oração e a vigilância. Mas a lei da reencarnação faz com que o esquecimento do passado prepare a nossa vitória moral em cada existência. Por quê? Porque se a gente lembrasse com
é uma conquista com a oração e a vigilância. Mas a lei da reencarnação faz com que o esquecimento do passado prepare a nossa vitória moral em cada existência. Por quê? Porque se a gente lembrasse com exatidão todas as nossas vidas, como é que ia ser com o nosso chefe na repartição? com os parentes da nossa esposa, com os nossos próprios parentes. Como é que a gente ia ficar com eles? Ou humilhado, envergonhado ou com vontade de esganar de novo. Então é uma bênção de Deus. A cada existência apaga tudo, começa de novo. Quando voltar para o mundo espiritual, recupera. E a última do Emanuel para nós podermos contar um caso muito legal. Os espíritos de nossa convivência na terra que já desencarnaram, mas não foram perdoados nem pediram perdão, podem sofrer quando pensamos mal deles e sobre os seus erros de quando eles estavam vivos. Claro que sofrem, gente. Eles se sentem tristes quando te lembra: "Ah, o meu tio, nossa senhora, mas que peça! Era um verdadeiro mala, meu Deus do céu. Aí começa a falar e lembrar tudo de ruim. Aquela vibração vai buscar a mente do nosso tio desencarnado lá onde ele está e o atinge. Então o que nós queremos, se você desencarnar, o que você quer? Que só lembre das coisas boas que você fez, que você realizou. É quando eu dizia: "Ah, mas o Sérgio não, mas ele fazia palestra que eu tava comentando aqui com Adolfo. Quando você não tem mediunidade de escrever, de ver, de falar, de modificar algo, de fluidificar água." Em outras palavras, quando no espí você não presta para quase nada, vai ser palestrante. Então eu quero que vocês lembrem de mim quando eu desencarnar. Ah, mas ele era um palestrante que vinha aqui domingo se esforçava. Porque se lembrar das coisas erradas que eu faço, eu vou diminuindo, vou virar uma célula, vou diminuindo perespírito pela crise de consciência e vou virando uma célula. Então, Emmanuel diz: "Ao lembrar dos nossos entes queridos, devemos ter compaixão para com os seus erros e sermos fraternos. Relembrar o bem de cada um deles é dar
onsciência e vou virando uma célula. Então, Emmanuel diz: "Ao lembrar dos nossos entes queridos, devemos ter compaixão para com os seus erros e sermos fraternos. Relembrar o bem de cada um deles é dar vida à felicidade e esquecer os erros que eles cometeram é exterminar a corrente do mal." Olha que coisa do Emmanuel, que explicação maravilhosa. E nós não podemos esquecer nunca que disse Jesus no sermão da montanha: "Seremos julgados com a mesma medida com que julgamos os outros. de julho de 1914 até novembro de 1918, ocorreu a Primeira Guerra Mundial, considerada pelos historiadores a mais violenta de todas, a mais cruel de todas as guerras humanas. A imprensa das Américas e da Europa noticiava todo dia sobre a guerra. Mas nesse mesmo período 15 até a 23, ocorreu uma guerra silenciosa entre o Império Otomano e o povo da Armênia. A Armênia ocupava uma parte, ocupa até hoje, que era da Turquia. E eles queriam o território de volta, essas coisas da humanidade. A Armênia está localizada na região do sul do Cáaso, entre o Mar Negro e o Mar Cpio, na fronteira entre a Ásia Ocidental e a Europa Oriental. A campanha militar turcoana foi um sucesso. Os armenos não tinham exército, era uma etnia, um povo. Mas ela nunca foi referida na imprensa europeia durante esse tempo. Não foi levada a sério nem pela Europa, nem pelas Américas, nem pela imprensa internacional e nunca teve a atenção do mundo para as suas crueldades inimagináveis. Nessa guerra, devido a essa crueldade intensa e constante do invasor, na época que acabou a guerra, foram calculados a perda de 15 milhão e de vidas de armênios. 15 milhão e mas pela evolução da estatística moderna com computador, isso pode chegar esse cálculo a 2 milhões de pessoas. que foram mortos por nada, porque estavam ali naquele território eram armenos. Um dia, num domingo de sol, no início de 1916, um pilotão turcotomano entrou em uma pequena aldeia, buscou a casa mais bonita da aldeia e invadiu o lugar. Arrombaram a porta, subiram as escadas,
enos. Um dia, num domingo de sol, no início de 1916, um pilotão turcotomano entrou em uma pequena aldeia, buscou a casa mais bonita da aldeia e invadiu o lugar. Arrombaram a porta, subiram as escadas, o chefe do destacamento entrou, viu uma família reunida em torno da mesa, sacou seu revólver, deu um tiro na cabeça do pai, ato contínuo, deu um tiro na cabeça da mãe e as duas meninas, que eram as filhas, foram tomadas de horror, sem dizer uma palavra. Uma tinha 12 anos, a menor, e a mais velha tinha 16. O chefe militar, após fazer isso, entregou a menina de 12 anos aos seus soldados para que eles fizessem com ela o que quisessem. Ela foi violentada tantas vezes que morreu ali mesmo de hemorragia. A mais velha foi levada pelo chefe que a desceu as escadas pelos cabelos, levou para o seu arém, era um bordel residência que ele tinha, várias escravas armênias, todas novinhas, entre 16, 14 e 18 anos 20. Ele era dotado de uma brutalidade, uma psicopatia sexual terrível. E ela passou a viver na cruel servidão, porque aquele homem, mesmo sem matar o corpo dela, matava aos pouco a sua alma. Toda vítima de violência sexual guarda essa marca para sempre na existência. às vezes até passa a odiar a humanidade porque vê em cada ser aquele mesmo animal que destruiu seus sonhos de mulher. Por mais de dois anos, ela ficou escrava junto com as outras na casa deste chefe, submetida a todo tipo de humilhação. Mas no final de 1918, ela e duas amigas seduziram os dois guardas que ficavam à noite. E quando eles relaxaram e se distraíram, elas conseguiram fugir. Cada uma foi para uma direção. Nos inícios, no início dos anos 20, ela já estava em Istambul. Isso porque a Armênia havia sido totalmente destruída. lá ela conseguiu trabalhar, se inscreveu numa escola pública, estudou, depois entrou numa escola de enfermagem, uma escola profissionalizante. Ela amava cuidar das pessoas e começou a trabalhar. Completou o seu curso, se formou, tornou-se enfermeira, uma pessoa dedicada, exemplar, bondosa. Logo ela
enfermagem, uma escola profissionalizante. Ela amava cuidar das pessoas e começou a trabalhar. Completou o seu curso, se formou, tornou-se enfermeira, uma pessoa dedicada, exemplar, bondosa. Logo ela foi contratada por uma clínica especializada em Istambul, a nossa velha Constantinopla. E lá ela revelou o talento, técnica, porque a clínica era especializada em doenças crônicas. Estávamos nos quase no meado dos anos 20 e ela tratava muito bem os pacientes, ajudava os outros colegas de enfermagem. 10 anos se passaram daquele dia que ela fugiu até esse dia atual. Foi um dia que o diretor da clínica mandou chamá-la no seu gabinete. Ela assustou-se. Que será? Ele sente-se, por favor. E disse-lhe: "Acaba de chegar uma autoridade do governo que todos se recusaram a tratar. Ele possui uma doença desconhecida da ciência. Pensávamos que fosse uma lepra ou uma dermatose gravíssima, mas não é. Mas essa doença produz uma purulência e tem um odor insuportável para qualquer ser humano. É uma espécie de câncer de lepra que nós não conhecemos. E aqui ninguém quis tratar deste paciente. Parecia realmente ser ranceníase porque as carnes iam apodrecendo e caíam aos pedaços, mas não era lepo. A ciência não conhecia a causa daquela terrível doença. Foi internada então numa ala oculta da clínica lá no fundo no último quarto para não perturbar nem incomodar os outros pacientes. O diretor então perguntou se ela queria cuidar deste paciente, se ela seria capaz, pois ele precisava de uma assistência especializada e constante quase que o dia todo. Ela respondeu que sim, que cuidaria, achou que era um desafio, era uma pessoa boa, apesar do drama que havia vivido. Ela havia se dedicado a salvar muitas vidas e a cuidar dos sofridos, dos aflitos, colaborando para a recuperação da saúde e para a vitória da vida com centenas de pacientes. Então, ela passou a cuidar deste paciente, o mais difícil da clínica, mas ao vê-lo pela primeira vez, ela foi tomada de choque, porque mesmo vivo, respirando e andando, ele estava em
nas de pacientes. Então, ela passou a cuidar deste paciente, o mais difícil da clínica, mas ao vê-lo pela primeira vez, ela foi tomada de choque, porque mesmo vivo, respirando e andando, ele estava em decomposição. Era um morto vivo na plena acepção da palavra, mas com uma dedicação impressionante, ela não mediu esforços e começou a cuidar dele. O tempo foi passando, as noites sem dormir, ela foi emagrecendo, foi ficando muito cansada, mas nunca reclamou nem desanimou. 3 meses depois do homem ter sido internado, como que por encanto a doença começou a parar o avanço. Logo depois ela parou totalmente de avançar. Em seguida, a doença foi controlada pelos remédios e pelo tratamento. Parou de destruir e de apodrecer os órgãos do corpo do paciente. Ela ficou tão feliz, ele começou a se recuperar e os médicos calcularam que mais um mês e meio, dois meses, ele poderia até ter alta. E assim aconteceu. Ele recebeu alta quase dois meses depois. Somado tudo, eram 5 meses e meio de tratamento. E ele foi ao diretor agradecer, prometeu muitos recursos para a clínica porque ele era de alto comando do governo. E o diretor que era muito nobre, um homem honesto, disse: "Não, você não tem que agradecer a clínica, você tem que agradecer a nossa enfermeira. Foi ela a única que aceitou cuidar de você e graças a ela se recuperou. Foi ela que salvou a sua vida. É a ela que você deve a sua vida, porque ela se dedicou a você com o máximo zelo e nunca reclamou do trabalho terrível que é cuidar da sua doença. Então o paciente pediu que o diretor mandasse chamar a enfermeira para agradecer-lhe pessoalmente. Ela foi chamada e ao chegar ele a saudou e demonstrou a sua gratidão. Muito obrigado. Eu não tenho como agradecer, não tenho palavras para lhe dizer muito obrigado, para ter gratidão. E ela então respondeu e quando eles conversavam, ele notou algo estranho nela. De repente ele parou e disse: "Você fala o turco, mas você tem um sotaque armênio". Ela disse: "É natural, excelência. Ele era uma grande autoridade.
do eles conversavam, ele notou algo estranho nela. De repente ele parou e disse: "Você fala o turco, mas você tem um sotaque armênio". Ela disse: "É natural, excelência. Ele era uma grande autoridade. Porque eu sou da Armênia. Aí ele disse: "Ah, eu estive na Armênia há um pouco mais de 10 anos atrás naquela guerra que não teve nenhum sentido naqueles tempos difíceis da guerra." E ela olhou para ele e disse: "Eu sei, o Senhor esteve na minha aldeia, o Senhor esteve na minha casa. O Senhor matou o meu pai com um tiro na cabeça. O Senhor matou a minha mãe com outro tiro na cabeça. O Senhor entregou a minha irmã de 12 anos para os seus soldados destruírem-na. E o Senhor me levou e me escravizou por mais de 2 anos com todos os tipos de humilhações. O homem levou um choque. O diretor não sabia onde se esconder. Ele era uma autoridade constituída. E ele então se controlou que ele era acostumado e apesar de pálido, fixou os olhar, o olhar nele e reconheceu. Finalmente ele reconheceu que era ela mesmo. Então ele disse a ela bem baixinho, eu só tenho duas perguntas para lhe fazer. A primeira é quando eu cheguei aqui para ser internado, você me reconheceu? Ela disse imediatamente, uma vítima jamais esquece o olhar dos seus verdugos. E ele disse: "Muito bem. E se você me reconheceu, por que você não me matou? Não me injetou algo na veia para que eu morresse?" Para a surpresa dele e do diretor, ela disse: "Porque eu o perdoei". Ele olhou para ela e disse: "Você me perdoou? Isso não fazia parte do mundo dele. Você me perdoou? Eu perdoei. Eu perdoo. Como que você me perdoou? é que eu era muçulmana, porque o meu pai era. Mas aqui em Istambul, um dia eu recebi de presente um livrinho que continha o Novo Testamento, aqueles que são distribuídos por algumas crenças. Era um livrinho de bolso. Eu li com grande dificuldade, li várias vezes, comecei a entender e me apaixonei por Jesus de Nazaré. Então eu me tornei cristã e Jesus de Nazaré me ensinou a perdoar e a amar a todos indistintamente,
Eu li com grande dificuldade, li várias vezes, comecei a entender e me apaixonei por Jesus de Nazaré. Então eu me tornei cristã e Jesus de Nazaré me ensinou a perdoar e a amar a todos indistintamente, parentes, amigos, estranhos e até adversários que nos fazem mal como o Senhor. Então, por amor a Jesus, eu o perdoei. E queria repetir de novo, eu o perdoo. Vá em paz, que Deus lhe abençoe. E eu tenho só uma pergunta para vocês. Vocês perdoariam? Muito obrigado por estarem aqui. Um bom domingo. Que Deus os abençoe e muita paz. >> Daqui eu estava olhando a cada um de vocês e o Sérgio conta muito bem a história e chegou a világrima nos meus olhos. Eu vi algum de vocês assim realmente ainda os olhos umedecidos. Quando se fala de perdão, se fala de Jesus, realmente é emocionante. Então nós te agradecemos muito, Sérgio, por essa mensagem tão carinhosamente elaborada que nos consola, que nos traz conhecimento. Muito obrigado mesmo. Eu estava aqui pensando também numa situação. Alguns dias atrás foi carnaval. Nesse momento de carnaval, nós em casa convivemos com muitos amigos, formularam espíritas, evangélicos, católicos, e eles tinham uma uma reclamação que eles faziam. Adolfo, nós estamos na época de carnaval, é parece que o ano inteiro é só essa batucada, é bebida, é tudo que a gente não quer na nossa vida. Não existe uma programação para nós que estamos procurando eh na doutrina, no evangelho de Cristo, alguma coisa para fazermos durante o nosso tempo, o nosso dia. E agora nós temos, meus irmãos, é um convite, nós temos Teatro Vida, apresento musical, Pico Xavier, o anjo das Escrituras iluminadas. Olha o consolador que o Sérgio leu, Chico Xavier. A mensagem que eu li, Chico Xavier. Esses livros aqui, a maioria Chico Xavier. Então, o Teatro Vida vai falar Chico Xavier, o anjo das Escrituras. E essa peça que é é uma realização da comunhão espírita de Brasília, ela vai ser no Teatro Nacional Cláudio Santouro, Sala Martins Pena, dias 13, 14 e 15 de março. Então nós precisamos dar esse reforço. Nós que
a que é é uma realização da comunhão espírita de Brasília, ela vai ser no Teatro Nacional Cláudio Santouro, Sala Martins Pena, dias 13, 14 e 15 de março. Então nós precisamos dar esse reforço. Nós que muitas vezes não temos o que fazer assim de atividades, vai à sala. E como fazer isso? Lá na recepção tem um Q, perdão, QR code, botou o celular, você já vai acessar. E você que tá nos assistindo aí pelas redes sociais, é para você também. Acesse aqui o Qcode e vamos fazer, não é esforço, não. Vamos nos dar esse prazer de assistir uma peça sobre esse nosso querido Chico Xaviver. Todos estão eh eh chamados aí e depois não vem falar: "Me perdoe porque eu não fui na peça, não". Vai ter perdão, mas olha o arrependimento que vocês vão ter. Então vamos à peça, vamos fazer, vamos nos dar esse prazer levar a família no dia 14, 13, 14 e 15 de março de 2026. Lá na frente tem bem. Vamos à prece. Vamos a nossa a nossa prece. Aqueles que se sentirem à vontade, fech seus olhos e vamos abrir o nosso coração para o plano espiritual, tendo na tela mental a figura do mestre Jesus. Jesus, Mestre querido, entregamos em tuas mãos amorosas nossas dúvidas e aflições, pedindo que tenhamos força, fé e esperança para continuarmos nossa jornada nesse mundo. Pai amado, pai querido, dei-nos a força para perdoar a nós mesmos e perdoarmos o nosso irmão, aquele que porventura tenha nos trazido algum conflito, algum transtorno. Abençoe o nosso lar, abençoe todo aquele que está na nossa tela mental. Nesse instante, Pai amado, abençoe essa casa de oração, a comunhão espírita de Brasília e todos os seus integrantes. Graças a Deus e graças a Jesus. De passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções,
ica] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu,
fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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