PENSAMENTOS E ENFERMIDADES - Marcos Terra (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 13/05/2022 (há 3 anos) 46:11 593 visualizações

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Transcrição

ío do lago, do nosso lago interior e mergulharmos nas profundezas da nossa própria essência, o encontro com as nossas sombras e ao mesmo tempo o encontro com os conteúdos luminosos. Já que, porém, todavia, entretanto, somos centelha divina, somos a imagem semelhança do encriado ou do criador, ouviremos uma música para facilitar a nossa concentração e essa conexão com a espiritualidade maior, para que os nossos corações estejam mais abertos, para que a nossa intuição se abra paralelo com a razão e possamos assimilar nesta casa. como Joana de Ângeles menciona por intermédio do nosso querido médico Divaldo Franco, que todos os domingos ela tem a oportunidade de encontrar com Francisco de Assis ou como queiram São Francisco de Assis para retroalimentar o espírito. E a indagação filosófica que eu faço aqui agora é: nós aqui estamos também com esse mesmo propósito, seja na segunda, terça, quarta, quinta, sexta nesta casa, como em outras casas também que busca borilar o desenvolvimento espiritual. É esse encontro, é esse encontro com o pai maior, é esse encontro conosco. Porque o que é uma encarnação? Estamos aqui para quê? para comer, acumular e gozar. Não, já temos um raciocínio mais amplo, já desenvolvemos as nossas faculdades, estamos aqui para em busca de servir a um propósito maior. Então v pedir os meninos que soltem a música e pedir aqueles que sentirem à vontade. Mantenham os olhos fechados. Busquem respirar de forma consciencial, sentindo o ar como primeiro alimento do corpo físico, o ar que entra ouvindo a música, preenchendo os nossos pulmões de vitalidade, de pensamentos retos. justos, nos enchendo de gratidão. Ó Mestre Jesus, sublime peregrino da Galileia, abrimos os nossos corações para adentrarmos na tua faixa vibratória de amor, de perdão, de júbilo, de alegria. E aqui estamos, mestre, neste auditório e falando pela rede social da internet, buscando este combustível para retroalimentar o nosso espírito. Só agradecemos pela oportunidade deste momento, do aqui e o agora.

amos, mestre, neste auditório e falando pela rede social da internet, buscando este combustível para retroalimentar o nosso espírito. Só agradecemos pela oportunidade deste momento, do aqui e o agora. Gratidão. A obra chama-se Seja feliz hoje, capítulo 11. É natural que alguns estejam bocejando. É doação de quitoplasma, é um laboratório, é um hospital. Nós recebemos e doamos. E como fala Francisco de Assis, é mais prazeroso doar do que receber. E no capítulo 11, a mentora Jana de Angângeles chama atenção para os nossos pensamentos e faz uma relação entre pensamentos e enfermidades. Qual de nós almeja uma enfermidade? Só se tivéssemos loucos. E para identificar que uma pessoa está louca quando ela começa a botar fogo em nota de R$ 200. Nós almejamos a felicidade. Nós sabemos dos nossos compromissos. Sabemos que somos espíritos imortais e que aqui estamos para burilar o nosso crescimento. E quando Joana toca no assunto, as chagas que trazemos de vidas passadas estão impressas no perespírito. E entre o perespírito, que é um corpo sutil, porque o espírito é uma centelha divina. entre o perespírito e os nossos órgãos da argamassa fisiológica é tênue. Qualquer pensamento que não é reto, qualquer pensamento que não é louvável, qualquer pensamento que traz uma carga de destruição, afeta diretamente o nosso corpo físico. E vem aquela palavra da psicologia psicossomática, somatização, que às vezes é uma palavra tão chique falar que estamos com a doença psicossomática, mas é tão fácil sentir quando buscamos entender porque que o coração dói, porque o intestino tá doente, por estamos atacados pelaria ou pela, que não há remédio que possa amenizá-lo? Então é muito fácil porque sentimos na pele. E qual é a orientação da mentora no capítulo 11 desta obra magnífica? Cada parágrafo desta, do próprio capítulo em si, daria um seminário. Joana deângeles atrás um arcabolso de conhecimento, de experiência de diversas encarnações, que é o nosso caminho também. Nós estamos caminhando para esse

o próprio capítulo em si, daria um seminário. Joana deângeles atrás um arcabolso de conhecimento, de experiência de diversas encarnações, que é o nosso caminho também. Nós estamos caminhando para esse processo e quanto mais acumulamos conhecimento, mais compartilhamos. Espíritos egoístas presos à estruturas egoicas que geram qualquer tipo de doença, não querem compartilhar o verbo amar em todos os tempos. E Joana fala no primeiro parágrafo uma referência ao grande cientista judeu radicalizado na Alemanha, depois no Brasil, perdão, nos Estados Unidos, que com todos os seus trabalhos profundos e muitas dores de cabeça para auxiliar a humanidade nas pesquisas científicas, ele mencionou que a quinta força maior do universo é o amor. E esse mesmo cientista conhecido por todos nós como Albert Einstein, ele menciona que era muito mais fácil desintegrar um átomo do que acabar com o preconceito. Como que podemos acabar com o preconceito? O preconceito é uma praga que carregamos. É óbvio que um dia, quando ocorrer de fato o despertar de uma consciência espiritual do que nós somos, a imagem semelhança do Criador, como menciona na Gênese, nós vamos parar com os preconceitos. preconceitos que estão muito dentro de nós no campo subjetivo e não percebemos, mas pela falta da prudência, pela a preguiça de buscarmos o autoconhecimento, de nos conhecermos e ficarmos só na superfície do lago, do lago interior, que é tão bonito, é tão paradisíaco, mas não queremos mergulhar para encontrar com os nossos crocodilos e serpente, que são criações milenares que trazemos de vidas passadas. Primeiro lugar, eu. Segundo lugar eu. Terceiro lugar eu. E que danse os outros. E mais uma vez levamos ainda no planeta de expiações de prova no DNA espírito primitivos e belicosos. E Jesus com sua pedagogia de amor nos convida a esta reforma íntima. A indagação filosófica é: "O que estamos fazendo aqui neste auditório ou acompanhando esta palestra pela internet? O que estamos de fato fazendo aqui? consciente ou inconsciente, nós estamos

a íntima. A indagação filosófica é: "O que estamos fazendo aqui neste auditório ou acompanhando esta palestra pela internet? O que estamos de fato fazendo aqui? consciente ou inconsciente, nós estamos em busca da chamada saúde integral. Estamos buscando essa felicidade plena que os bens materiais só auxiliam nesta caminhada, mas não traz a felicidade plena. E ora que temos um arcabolso de conhecimentos, mas conhecimento sem prática não faz efeito. E a pergunta que fica para nós, vamos buscar essa autoanálise. Se Albert Einstein mencionou que é a quinta força mais poderosa e o próprio espiritualismo menciona que o amor é a força motriz que gera o universo? Será que nós temos essa responsabilidade, entendimento sobre isso? E ao mesmo tempo, Joana coloca que nós somos cocriadores. Cocriadores não só de coisas boas, mas também de coisas ruins. Existe eh o o termo da psicologia que é a bipolaridade. E aí eu trago a bipolaridade não sentido de uma manifestação orgânica, mas emocional. Acordamos de manhã, meio-dia, estamos mais ou menos à tarde, estamos chutando o que está na nossa frente e mostra um desequilíbrio e uma falta e uma falta de buscarmos realmente esses entendimentos. E a Joana coloca: "É até natural entendermos que vocês estão ou nós, né? porque ela está conosco nesse nesse processo trabalhando. Mas é claro que ela, como outros, como Emmanuel e tanto outros espíritos que já passaram por tanto tipo de obstáculos, estão em outro processo e quanto mais se evolui, mais nós temos a responsabilidade de ajudar aqueles que necessitam caminhar conosco. E ela menciona, nós entendemos a dificuldade quando o nosso querido irmão Chico Xavier, ao começar sua missão em Uberaba, em Pedro Leopoldo, depois Beraba de Deus, perguntou ao mentor, Emmanuel, me dá uma diretriz para que eu não possa falhar na minha caminhada. Me dá um exercício ou me dá um um direcionamento, disciplina o primeiro mandamento, disciplina o segundo e disciplina o terceiro. E fica para nós porque temos tanta

ão possa falhar na minha caminhada. Me dá um exercício ou me dá um um direcionamento, disciplina o primeiro mandamento, disciplina o segundo e disciplina o terceiro. E fica para nós porque temos tanta capacidade de limpar a lixeira do computador com muita facilidade e temos dificuldade, aliás, perdão, correção, limpamos a lixeira do computador com muita facilidade e temos dificuldade de limpar a lixeira da alma. Porque estamos constantemente julgando as pessoas? Por que não aceitamos as pessoas como elas são? Será que é falta de exemplo? Se Jesus é o maior parâmetro, como Joana coloca e todos os demais, que mexeu com o preconceito da Galileia, de um povo muito preconceituoso, que abraçou todos os marginalizados, que acolheu, que pediu àele que tivesse um pecado ou uma sombra, que atirasse a primeira pedra, que mexeu com a tomada de consciência. Por que que nos incomoda? Quando alguém fala de nós, quando alguém nos critica, olha, você precisa olhar mais para você. Então, como é que nós queremos ter essa saúde integral? Se os nossos pensamentos são corrosivos, se os nossos pensamentos são doentios? Qual é a função das glândulas endócrinas? como ela coloca no texto, a função das glândulas endócrinas, elas corresponde o pensamento. Se estamos gerando pensamentos positivo, as glândulas endócrinas no nosso corpo biológico vai produzir hormônios harmonios para manter o nosso corpo sadio. Se entramos na frequência da agressividade e não da generosidade, os nossos corpos, al perdão, as glândulas vão produzir elementos corrosivos. Até que quando chega a nossa abençoada crise, crise moral, crise física, para refletirmos que precisamos mudar na obra Emoções que curam de Hermã Cedufô. A médica que trabalhou com Allan Kardec e hoje se encontra na erraticidade, ela cita o caso da Marta com 5 anos de ódio, que não consegue perdoar o companheiro que a deixou, que acusa de todas as formas. E ele naturalmente não corresponde ao pensamento do que ela diz, porque nós adoramos fazer vítimas.

m 5 anos de ódio, que não consegue perdoar o companheiro que a deixou, que acusa de todas as formas. E ele naturalmente não corresponde ao pensamento do que ela diz, porque nós adoramos fazer vítimas. Nós queremos ser donos da verdade. Nós queremos que o outro ou a outra pense como nós. Nós queremos, queremos e geramos codependência nas relações. E como fala a irmã do Fô, criamos laços energéticos, seja no campo afetivo, seja no campo do trabalho, seja no campo familiar, campos energéticos que a priori iniciam com muita amorosidade. Mas quando ocorre uma traição, quando ocorre uma violência, quando ocorre algo que possa romper, romper não rompe, equívoco na comunicação, mas tirar esse o aspecto luminoso desses cordões energéticos que no liga nos liga a terceiros, eles começam a ficar doentios. E a entidade que atende Marta no centro espírita fala: "Minha filha, seu cordão tá todo doente, por isso que na sua garganta somatizou o câncer. Você precisa primeiro se autoerdoar. E quando se fala em autão é autoamor, como a própria Joana de Ângelo voltando à obra Seja Feliz hoje. Ela pede que a forma que nós temos para mantermos sadios é a busca do autoamor. Será que nos conhecemos? Como é que podemos trabalhar com autoamor? É o respeito a si. O autoamor é cuidar de si. O autoamor é buscar, como ela pede no tempo administração do nosso tempo, aonde podemos ser mais útil. Quantas vezes ficamos nas futilidades, nas futilidades roda de conversas que não se produz nada. na obra O lado oculto da transição planetária, a nossa irmã Maria Modesta Cravo, ela cita várias situações, né, dessa mudança que tá ocorrendo da transição planetária e nos alerta: "Cuidado com as companhias, cuidado com as reuniões sociais improdutivas, cuidado com horas e horas no óssecio. Aqui não estão me referindo ao osso criativo, mas o osso da perda de tempo nos shoppings. Ela cita shopping, mas é claro, é qualquer lugar onde ficamos eh com a mente vazia, sem produzir. Quantas pessoas, quantas crianças

erindo ao osso criativo, mas o osso da perda de tempo nos shoppings. Ela cita shopping, mas é claro, é qualquer lugar onde ficamos eh com a mente vazia, sem produzir. Quantas pessoas, quantas crianças precisando de um carinho de afeto no alfanato? Quantos idosos precisando da terapia da escuta? que possamos deixar o vovô falar, a vovó falar do seu sonho, das suas frustrações. Estamos ali como terapeutas do espírito. Quantas hortas precisando de água para dar boas hortaliças e amenizar fome na favela ou nas famílias que estão precisando de comida. Então, enquanto espírito imortais que nós somos, ficam aquela pergunta: como é que anda a nossa administração do tempo? E ao aproveitar os tempos que conseguimos em prol do próximo, o investimento é para nós. E sem pensar em retorno, compreendemos, entendemos que muitos ainda estão presos sem perceberem de forma inconsciente as trocas, as trocas, os escambos que eram tão conhecido no Brasil, colônia. Eu tenho que ser bonzinho, eu tenho que fazer o bem porque eu vou ganhar isso, eu vou ganhar aquilo. Mas será que nós, enquanto espíritos imortais, com essa doutrina que nos auxilia a despertar, será que estamos preocupados em troca? Porque o retorno é de imediato. O que nós almejamos de imediato é essa saúde física, por incrível que pareça. Mas a visão ela é sistêmica. Quando eu faço bem, serotonina é um dos hormônios que o corpo produz em grande escala. Ficamos no sentido metafórico como bobo da corte, em estado de êxtase, de júbilo, como fala a própria Joana. Joana gosta muito desse termo estado de júbilo, estado de alegria. Esse é o verdadeiro retorno espiritual que nos coloca centrados, que nos coloca no porto seguro. Seja qual for a tsunami, seja qual for o terremoto, seja qual for a a catástrofe natural biológica que pode ocorrer e vai ocorrer com certeza, porque o planeta está em transição. Mas a pior catástrofe, o pior terremoto é dentro de cada um de nós, com as emoções em desalinhos. Seja uma mudança geográfica, se possamos

vai ocorrer com certeza, porque o planeta está em transição. Mas a pior catástrofe, o pior terremoto é dentro de cada um de nós, com as emoções em desalinhos. Seja uma mudança geográfica, se possamos morrer numa catástrofe. O que que nós somos? É uma pergunta que eu faço para auditório e para quem está assistindo agora pela internet. Espírito imortais. O que significa espíritos imortais? O que significa estarmos com a consciência tranquila? Ou seja, a morte não existe e fica mais fácil. Então, vamos pensar como que nós podemos trabalhar para nos libertar do sofrimento. No próprio Evangelho Segundo Espiritismo, um dos mentores na psicografia fala que a maioria das dos das doenças são geradas aqui na Terra. Trazemos sim, claro, de vidas passadas, arquivos que estão no perespírito, mas nós, pela nossa rebeldia, pela nossa forma ainda primitiva que não queremos buscar, nós temos uma deficiência. Hoje se fala muito, já um bom tempo, né? Desde a década de 90 nós temos um dos precursores da do estudo da psiquê, Daniel Goleman e tantos outros que falam sobre inteligência emocional. A pergunta que fica para nós, eh, qual é a preocupação maior para os nossos filhos? Que desenvolva a esfera cognitiva, que passe bem no vestibular, que trabalhe numa instância federal, que acumule fazenda, que tenha tranquilo pra terra, tudo bem, cuidar das questões materiais, mas são transitória. E aonde tá a alfabetização emocional? Vamos chegar a cabeça branca tentando trabalhar a alfabetização emocional. Então, a própria estrutura do sistema educacional que tá mudando, graças, né? Graças, mas é muito sutil ainda. Falta a alfabetização emocional desde a educação infantil, salvam exceções. Então, como é que vamos trabalhar com as nossas emoções? Como trabalhar com a raiva? Como trabalhar com o medo? Como trabalhar até mesmo com alegria? E Joana, ela pede na busca desse autoamor, se valorize. Nós precisamos se valorizar. Existe uma técnica, já coloquei em prática e funciona, de vez em quando nós estamos assim meio

é mesmo com alegria? E Joana, ela pede na busca desse autoamor, se valorize. Nós precisamos se valorizar. Existe uma técnica, já coloquei em prática e funciona, de vez em quando nós estamos assim meio chateado, chateado conosco, chateado com o sistema, chateado com o trabalho, chateado com o bemquer chateado com isso ou com aquilo, ou nossos sonhos que não foram concretizados ainda. Mas o que é o espírito? A gente sempre esquece, mas uma técnica muito boa é pare, mantenha os olhos fechados, traga aquele filme mental de boas lembranças, de conquistas, não só conquistas materiais, mas principalmente conquistas pessoais, um elogio que alguém te fez. E aos poucos nós vamos limpando essa caixa preta que é o nosso inconsciente dos entú. Nós precisamos nos valorizar enquanto seres humanos ou enquanto espíritos. Mas Joana faz um alerta neste capítulo. Cuidado com os elogios. Se fizer o elogio, gratidão. Gratidão. Mas não alimente as estruturas egoicas, porque vai chegar um momento que não vai ter ninguém para nos elogiar. Para aqueles faladores que falam muito, de repente passa pel um processo de silêncio total, de abandono. Aqueles que são cercados, porque tudo é transitório. Nós temos um irmão que, segundo a biografia espiritualista foi na última encarnação Santos do Mon, mas outrora animou vários corpos. Porque é uma coisa muito interessante, qual é o seu nome aqui no auditório? Ah, meu nome é João, meu nome é Pedro, é Maria, é José. Nome temporário, porque na realidade são representações de papéis que o espírito se manifesta. E aí, onde é que eu quero chegar com isso? Nós temos diversas encarnações. No gênero masculino, no gênero feminino, não importa, é de acordo com a necessidade. Nome de A, B, C, D. Mas o que nós somos? espírito. Então vem esse espírito que foi Santos Dom outrora conquistou 18 províncias. Na 19ª foi derrotado pelos elefantes da Índia porque os seus cavalos não conheciam os elefantes e saíram correndo. Então perderam a guerra para invadir a Índia. E com o tempo, com as pancada,

víncias. Na 19ª foi derrotado pelos elefantes da Índia porque os seus cavalos não conheciam os elefantes e saíram correndo. Então perderam a guerra para invadir a Índia. E com o tempo, com as pancada, abençoadas pancadas que nós recebemos, abençoadas pancadas. Porque se nascemos de forma primitiva do mineral pro vegetal, do vegetal para o animal, do animal para o ominal e do hominal para o reino angel angelical. Então é natural que a ignorância, como fala o espírito da verdade, é é normal nesse processo. Então abençoado as pancadas. Quando chegar no planeta de regeneração, espero que nós possamos passar por essa prova, os nossos pensamentos eram outros. de regeneração para mundo de tosos, mundos celestiais. É a lei da evolução. Aonde para não tem, no meu entendimento, não tem. Para mim é infinito. Infinito. O que que é infinito? que não tem fim, evolução. E aí esse espírito com todo ele percebe toda essa a sua jornada, as quedas, as glórias, ele faz um pedido muito simples. Eu quero que o meu caixão seja aberto no cortejo e que minhas mãos seja colocado para fora. Eu quero mostrar que eu cheguei ao mundo com as mãos vazias. Estou retornando com as mãos vazias para o mundo espiritual. Eu quero que os doutores da lei, aqueles que são muito arrogante, que acham que dominam tudo e que sabem de tudo, carregue o meu caixão para mostrar que a morte todos passaremos por ela e faz parte. E coloque também no caixão muitas moedas de ouro e jogue pra população. Cheguei com as mãos vazias no e literalmente tô retornando no Alexandre, o Grande. Então vamos pensar um pouquinho nessa trajetória tão importante para o nosso entendimento. E Joana coloca e os pensamentos éticos, os pensamentos que buscam saúde integral. Se nós não buscamos esses pensamentos elevados, nós vamos ter doenças emocionais, doenças físicas e desenvolver a psicopatia, porque psicopata social tá cheio. Agora aquele psicopata em escala, né, que a gente conhece por aí pelas notícias terríveis que leva uma pessoa a

mocionais, doenças físicas e desenvolver a psicopatia, porque psicopata social tá cheio. Agora aquele psicopata em escala, né, que a gente conhece por aí pelas notícias terríveis que leva uma pessoa a tornar-se um psicopata de série, desquartejar as pessoas e colocar no congelador e comer na sopa e assim outras atrocidades, porque não há necessidade de falar muito aqui, já sabemos como é que funciona isso. Aí você vai lá fazer uma retrospectiva de entender esse distúrbio, porque é um distúrbio que levou essa pessoa a chegar nesse processo. Joana fala da questão do orgulho. Esse orgulho que nós temos aqui agora é uma chaga que já trazemos de diversas encarnações. Vai melhorando aos pouquinhos. O que que é um orgulho ferido? Eu sou assim mesmo, como fala no adag, pau que nasce torto morre torto. Isso não existe. Cadê a grandeza do espírito? Cadê a humildade? o lavapés tão conhecido, onde Jesus, segundo algumas escrituras espiritualistas, Jesus aprendeu com os mais velhos, com os enênios, a lavar os pés dos viajantes, porque ele conviveu com a comunidade e aí o para os historiadores é muito interessante porque os historiadores não conseguem entender como é que uma comunidade apareceu do nada e sumiu do nada. Segundo alguns espíritos, essa comunidade veio para dar assistência a Jesus. espíritos nobres, espírito que tinha outro processo bem mais adiantado do que nós. E Jesus na sua simplicidade enquanto criança, já aprendia com os mais velhos, a lavar os pés dos viajantes. entre o Yupoken e o Sui, algum local desse Brasil maravilhoso da terra dos Tupiniquins, uma voluntária, uma pessoa trabalhadora, ela nunca tinha tido contato com rancanianos e fui convidada a trabalhar, né, um trabalho de domingo, visitar uma comunidade ranciana, de rancanianos, correção. E foi dito, a Ran Cenese só é contagiosa no terceiro estágio e já virou uma doença crônica há muito tempo quando é tratado. Mas quando essa senhora bondosa, caridosa, chegou na comunidade que uma ranceniana estendeu a mão, ela automaticamente foi

rceiro estágio e já virou uma doença crônica há muito tempo quando é tratado. Mas quando essa senhora bondosa, caridosa, chegou na comunidade que uma ranceniana estendeu a mão, ela automaticamente foi extinto. Isso porque foi orientada. Não se pega rancenês. Todos aqui na comunidade tomam a medicação. E de vez em quando eu tô apresentando esse estudo de caso porque também está presente em nós. Quantas vezes obtimos em fazer o bem? Quanta, quantas vezes somos não somos honestos, transparentes conosco mesmo? Porque aquele ou aquele que precisava de ajuda não compartilha dos nossos pensamentos ou do conjunto de crenças e valores. Será quantas vezes nós precisamos ler aquela parábola que, no meu ponto de vista na Bíblia é a parte mais bela da Bíblia, do samaritano, do bom samaritano, que aqui podemos colocar também a boa samaritana em respeito aos gêneros, o masculino e o feminino, porque todos que eram doutor da lei passaram, mas o bom samaritano ou a boa samaritana marinar analizados pelo sistema da época de Jesus, foi o único que socorreu o ferido. Então, se nós queremos trabalhar evolução espiritual, primeiro precisamos parar de brincar com espiritualidade, porque ocorre que é tão comum ao adentrarmos em uma casa espírita, nós somos levados a alinhar nossos pensamentos e se comportar dentro daquilo que almejamos como felicidade. Mas quando saímos, caímos no campo da amnésia. Essa troca de máscaras. Eu sei que é difícil, não somos santos, mas precisamos buscar esforçar como a Joana pede. Procure administrar mais o seu tempo e procure ajudar o próximo. E às vezes o próximo tá dentro de casa. Ah, suicidou. Como suicidou? Era meu primo. Ele pediu socorro. o tempo todo e não tinha ninguém para conversar, porque não temos tempo. Nós estamos vivendo um frenesi, como se fala em francês, uma coisa louca, uma alimentação totalmente errônea, virando máquinas, robôs. Essa semana eu peguei uma chamada na mesa mediúnica. Uma entidade conversou comigo diretamente, falou: "Você quer

francês, uma coisa louca, uma alimentação totalmente errônea, virando máquinas, robôs. Essa semana eu peguei uma chamada na mesa mediúnica. Uma entidade conversou comigo diretamente, falou: "Você quer chegar no plano espiritual como suicida indiretamente? Porque a vida frenética que você tá levando, querendo abraçar Deus e o mundo no sentido metafórico, claro, você pode desencarnar". E eu fiquei pensando comigo, será que não é eh algo de de eu até brinco, acho que acho que eu fui, sei lá, com todo respeito, né? uma pessoa totalmente ociosa, que não ser encarnação eu quero fazer tudo e não dá. O auto amor é respeitar o nosso limite, mas também não podemos ficar de braços cruzados, esperando que a a fadinha chegue com a varinha de condundão, bata na nossa cabeça e nos transforme da noite para o dia. É claro que as historinhas de infantil elas são necessárias para desenvolver o psiquismo de uma criança, mas quando amadurecemos a historinha da carochinha ficam. A autorresponsabilidade é autoamor. Quando a entidade pede paraa Marta perdoe, perdoe o ex-companheiro que desde o princípio nunca falou que gostava de você e você tentou corrompê-lo pagando curso de medicina de 5 anos, pensando de forma tão ingênua que poderia conquistá-lo. Você esqueceu de você mesmo e projetou a sua felicidade em terceiros. E nós caímos com muita facilidade porque somos carentes de marré, marahé, marahé. Esse é um termo de expressão de uma brincadeira de infância. Eu sou pobre, pobre, pobre. Eu sou rico, eu sou rico. Eu sou carente, eu sou carente. Eu sou feliz, eu sou feliz. Enquanto é lúdico, maravilha. Agora não somos mais crianças. É o momento da gente aproveitar todos esses conhecimentos que nós temos para podermos de fato trabalhar, aproveitar essa encarnação. E o que que a Joana pede para nós no capítulo 11 dessa obra? Os cuidados. Primeiro, a reforma íntima é urgência, aproveitar a encarnação. Segundo, ela fala da que eu já falei até sendo prolix na comunicação. É natural a dificuldade

ós no capítulo 11 dessa obra? Os cuidados. Primeiro, a reforma íntima é urgência, aproveitar a encarnação. Segundo, ela fala da que eu já falei até sendo prolix na comunicação. É natural a dificuldade porque é um planeta de expiações e prova. Terceiro, reconhecer o valor. Também já falei antes, se ame. Se ame, se valorize enquanto espírito. Aumentar a capacidade de servir, também já falei, libertar-se dos vícios e dos padrões repetitivos. Aí que a é o calcanhar de Aquiles. Não existe exceções na lei divina. Quando eu li essa parte, essa parte aqui, eu lembrei de Maria Modesta Crave, a médium de Uberaba, que foi a rainha Catarina de Medes, uma das responsável pela triste noite são Bartolomeu, que morreram sei quantos milestantes na guerra estúpida religiosa, que até hoje continua. E depois diversas encarnações e encarnações, o mesmo espírito burilando, buscando crescimento, quando chega no Brasil, em Uberaba, vai cuidar de um manicômio, que hoje não se usa mais esse termo, é um termo em desuso, mas uma casa de doentes mentais. E ela dizia na na nas próprias obras, diz, aliás, perdão, que o espírito continua vivo, que por ser espírita, ela achava que nunca ficaria doente. E o que que tirou a Maria Modesta do cravo do corpo? O câncer, abençoado. O câncer percebe como é é é complexo o sofrimento. Todo sofrimento é educativo e termina. E ela foi uma uma coisa que eu nunca tinha ouvido falar na literatura espírita nesse capítulo. Eh, ela fala que quando nós ao deixarmos a matéria densa, esse planeta tridimensional, dominado ainda pelo mal, ao deixarmos esse planeta, se realmente buscarmos o o autodesenvolvimento, todas essas marcas que trazemos no perespíritos serão apagadas por luz. Isso é muito, isso é muito, é, é muito compensador. Vale a pena ser bom, mas sem pensar nada em troca. A própria lei do universo, as leis espirituais que antes de nascermos já existiam, passa o bem. A ética atemporal. A ética atemporal está acima da ética atemporal. Se é bom para você, seja bom para o

A própria lei do universo, as leis espirituais que antes de nascermos já existiam, passa o bem. A ética atemporal. A ética atemporal está acima da ética atemporal. Se é bom para você, seja bom para o outro também. Então essas marcas dolorosas que estão no perespírito, porque o corpo vai sumir, claro, o corpo vai virado, orgânico, seja você bom ou não campo da esperança, ou seja, cremado, o corpo vai desaparecer, mas o perespírito continua, ou seja, os corpos sutis. E aí o nosso perespírito vai ser apagado essas marcas pelas boas obras que aqui fizemos. dando continuidade, já falou orgulho, já falei, o estado mórbito, ela chama atenção. Cuidado com o estado mórbito, cuidado com os pensamentos repetitivos, cuidado com a vibração baixa, porque nós vamos atrair outros irmãos que não querem evoluir. É a lei da sintonia. E temos uma tendência ficar culpando os pobres dos obsessores. Se os obsessores entram na nossa casa, na tela mental, é porque nós abrimos a sintonia. Cadê a guarda? Cadê o escudo? O autoamor, o conhecimento e a prática do bem. E dando continuidade, ela fala que consciências que evoluem, consciências bondosas cria essa eh essa proteção que não tem vírus, que não tem bactérias, que atinge o espírito. E você vê matérias de calcutar no meio de rancenianos, irmã Dulce, Chico Xavier e tantos outros que adentram. Tem cuidado, claro, tem que precisa ter o cuidado si, mas a maior proteção está dentro de si. Que seja apenas a luz do pirilampo ou do vagalume, como fala nossa querida irmã, irmã se for, mas é a luzinha que nós temos aqui dentro. Não vamos querer ter um farol muito alto porque nós temos a capacidade ainda. Então vamos devagarzinho, devagarzinho, cada dia um novo dia de oportunidade. Gratidão ao ao acordar, gratidão ao deitar pela oportunidade. Então pedir aos meninos que possam colocar a nossa música de fechamento, que é o passe coletivo, e depois, claro, pedir a todos que bebam a a nossa água fluidificada aqui do auditório. E é interessante os irmãos que estão assistindo a palestra

a nossa música de fechamento, que é o passe coletivo, e depois, claro, pedir a todos que bebam a a nossa água fluidificada aqui do auditório. E é interessante os irmãos que estão assistindo a palestra pela internet colocar o copozinho do lado, né, e tomar a água fluidificada. Então, pedi ao Mateus que coloque a música para fazermos encerramento, manter os nossos olhos fechados caso possível. Ó Pai, causa primordial de todas as coisas, fonte criadora do universo, que pulsa o amor, este amor que ainda se encontra reduzido dentro de cada um de nós. Ó pai, nos abençoe. Se conosco todos os dias por intermédio dos nossos mentores que tenham paciência conosco. Que esteja sempre soprando em nossos ouvidos a responsabilidade de trabalharmos a luz do vagalume. que não pare de piscar nas noites dos perigos, dos tormentos, das inquietações. Gratidão, Pai, por este corpo que serve para que meu espírito se manifeste neste planeta abençoado, que é uma escola, uma oficina. Gratidão, Pai, por estar aqui no Brasil, a terra do Evangelho celeiro do mundo. Gratidão por todo este apoio espiritual pelo Mestre Jesus, que é o nosso porto seguro, que nos alegra, que nos fortalece [música] para continuar a caminhada. Que essa chuva de bênçãos pelo passe magnético fortaleça todos os nossos corpos físicos, mentais, emocionais e espirituais, [música] que ao retornarmos para os nossos lares, abençoados lares, levamos um pouquinho dessa energia desta casa espírita e possa envolver outros irmãos por essa psicosfera de amor. palavra é gratidão. [música] Gratidão à nossa querida irmã Joana de Angeles, a nossa querida irmã Clara, por este banquete espiritual e ao bebermos desta água, como pede o nosso irmão Espírito Miramês, que possamos beber devagar e, se possível, mastigá-la em profundo estado para absorver o remédio espiritual. Que assim seja. Bom, até o próximo mês. Gratidão. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e

im seja. Bom, até o próximo mês. Gratidão. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar [música] o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se

também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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